sexta-feira, 11 de maio de 2012
CIDADE EM RUíNAS - Salvador Decadente
Salvador é hoje uma cidade decadente,degradada, abandonada e mergulhada num imenso caos Urbano,sem planejamento sem projetos contínuos vitima da especulação imobiliária,do total descaso e da incompetência da atual administração pública da nossa cidade.
PS.para que se possa entender a verdadeira importância da preservação conservação e manutenção da arquitetura e prédios antigos de uma cidade,assim como seus monumentos históricos,ruas, praças,hábitos culturais do seu povo etc, recomendo assistir esse outro VÍDEO - http://somuvie.blogspot.com.br/2010/10/video-lyon-uma-agradavel-surpresa_24.html
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Metrô da linha 1 de Salvador será - Lapa / Bela Vista ????? - O trenzinho da Alegria....
Metrô de Salvador entra em operação neste ano
NOSSO COMENTÁRIO
NÃO PRECISA SER BOM DE MATEMÁTICA E NEM NENHUM GÊNIO PARA SOMAR 2 + 2 E SABER QUE É = 4. O GOVERNO FEDERAL já havia descartado a possibilidade de bancar essa brincadeira da prefeitura de Salvador, gastar R$32 milhões por mês ( durante seis meses) para manter o trenzinho desfilando ao longo do "minhocão" da Av.Bonocô,transportando gente da nada pra lugar nenhum.Mais agora é que entra a matemática da POLÍTICA, que não obedece a lógica da ciência exata e ai é que a coisa se transforma e nesse caso o rabo é que torceu a porca.Muito bem,vamos destrinchar essa equação politicada baseado na lógica dos fatos:...1) A licitação do Metro linha 2 (SSA / L de Freitas via Paralela) depende da realização de audiências públicas e preliminarmente de algumas reuniões entre membros de uma comissão mista composta de ,3 representantes do Gov. do Estado, 3 da Prefeitura de Salvador e 2 da Prefeitura de L.de Freitas.Acontece que pelo que se comenta as reuniões foram permanentemente prejudicadas exatamente pela ausência dos membros da Prefeitura de SSA em todas as que foram realizadas até então e isso seria uma das causas e um dos entraves que motivam os constantes atrasos na realização da licitação da obra do Metro da linha 2.E quais exatamente as intenções e os interesses pelos quais os representantes da Prefeitura de SSA, estariam usando de tal artifício???...alguma sugestão???... 2) O Ex Sec. da casa Civil do atual prefeito de SSA tem aparecido concomitantemente em comerciais de propaganda política partidária na TV que tem como cenário de fundo o Trem do Metro da linha 1 (Lapa / Deus é quem sabe) que é sempre citado no seu eloquente discurso e não é segredo para ninguém que o Ex.Sec.já se lançou como candidato a prefeito na próxima eleição com o apoio inclusive do ex. chefe e seu colega de partido e obviamente ambos tem todo o interesse em colocar o Metrô para subir e descer com passageiros a bordo,ainda que seja somente para passear e o dinheiro público bancando a farra. R$32 milhões por mês vale a pena lembrar.Agora o que mais me chama ATENÇÃO nessa intrigante história é que COINCIDENTEMENTE o dito "Metro capenga" começará a se mexer logo depois da inauguração de um novo Shopping Center vizinho e quase ao lado da estação da Rotula do Abacaxi ( a qual não poderia ter outro nome mesmo) onde deverá ser construída uma PASSARELA com 3 seguimentos, um para o Shopping, outro para a Rotula e o outro desembocando dentro da Estação do Metrô...mais quanta coincidência!!!!!!!!!!!!!..Ai então teremos presumidamente o nosso GLORIOSO METRÔ de 12 aninhos e 6km de comprimento, transportando generosamente os nossos "eufóricos" Soteropolitanos da Estação da Lapa para a porta de ENTRADA do Ref. Shopping, GRATUITAMENTE e tudo isso financiado com "dinheiro público",volto a repetir R$32 milhões por mês,ou seja com a nossa própria BUFUNFA,aquela dos impostos que todos nós pagamos.Quanta generosidade...para quem???...para o povo que supostamente irar andar na montanha russa de graça????????...Duvi d odo... Vale a pena lembrar que a Estação da Rotula do "Abacaxi" ainda não tem a minima estrutura para funcionar como estação de transbordo para outro modal,no caso os nossos "modernos e super confortáveis buzus". Pois é....juntamos as pontas,fizemos as contas e chegamos a triste conclusão,na matemática dos nobres políticos 2+2 = 3 ........
O governo da Bahia e a prefeitura de Salvador se reuniram na terça-feira (8) e fizeram um acordo que definiu que a complementação da linha um do metrô, com 12 Km entre a Lapa e Pirajá, vai ser incluída no projeto de mobilidade urbana que prevê a implantação da linha dois, com 22 Km, ligando a Rótula do Abacaxi ao município de Lauro de Freitas, passando pela Avenida Paralela. Os recursos serão conseguidos através de Parceria Público-Privada (PPP).
"Também ficou acertado que o Governo Federal, Governo do Estado e prefeitura vão tomar medidas para colocar em atividade já no próximo semestre o trecho de 6 km entre a Lapa e o Acesso Norte, na Rótula do Abacaxi." O trecho já foi concluído e os trens começaram a ser testados no ano passado. O custo será de R$ 32 milhões para a revisão dos vagões e a manutenção do sistema.
O termo de cooperação ainda vai ser assinado e logo depois será lançado o edital da Parceria Público-Privada. Quem vencer a licitação vai construir o restante do metrô e operar o sistema. A meta é que até a Copa de 2014, além do primeiro trecho, entre a Lapa e Pirajá, algumas estações da Paralela também já estejam funcionando, diz a nota do governo do estado.
O metrô de Salvador começou a ser construído no ano 2000 e deveria ter ficado pronto em 2003. fonte - Revista Ferroviária 09/05/2012
O metrô de Salvador começou a ser construído no ano 2000 e deveria ter ficado pronto em 2003. fonte - Revista Ferroviária 09/05/2012
NOSSO COMENTÁRIO
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| Piiuuuiiiiiiiiii.......o trenzinho da alegria |
sábado, 5 de maio de 2012
VLT: O LINDO PATINHO FEIO DA FAMÍLIA DOS TRILHOS
Ninguém parece se conformar com a evidência: trânsito e transporte na cidade de São Paulo (e em alguns de seus satélites) (e grandes cidades brasileiras) estão além do suportável, e não existem soluções a vista, exceto por meio de medidas radicais. Não sabendo pensar mobilidade além dos meios convencionais, ou pela recusa de imaginar soluções que ameacem a zona de conforto - ainda que seja um desconforto -, ficamos reclamando em círculos.
Esquecemo-nos de que as soluções do passado se tornaram os problemas do presente. O automóvel, enquanto saída individual e privada para os péssimos transportes coletivos (ruins em quantidade e qualidade), foi interessante até que milhões deles congestionassem ruas e avenidas, além de aumentar o custo das construções, pois a garagem tornou-se tão essencial como o dormitório.
As motos chegaram aos poucos, como solução igualmente individual e privada, econômica e prática para escapar do trânsito, e hoje fazem parte do problema, em especial no quesito segurança.
Para ajustar todo esse volume de pneus ampliaram ruas e avenidas, criaram túneis e viadutos, mas não resolveu, pois o volume cresceu e cresce em proporção superior as obras. Reduziram as calçadas, impediram o estacionamento junto ao meio fio, mas não resolveu. Áreas que poderiam estar a serviço de construções de residências transformaram-se em estacionamentos privados, cujos preços são, proporcionalmente, mais caros do que dos aluguéis ou de estadas em hotéis.
Os veículos sobre pneus não apenas ocupam exclusivamente os espaços públicos, mas também poluem a atmosfera que respiramos, além de roubarem o reconfortante silêncio desejado dos ambientes igualmente públicos. São esses subprodutos que fizeram do “minhocão” um símbolo de fracasso, da mesma forma que ideias que apontam para a construção de túneis um caso perdido.
De que vale um carro possante, se a velocidade está limitada ao ritmo lento do trânsito? Com exceção do ar condicionado, os modernos automóveis equivalem, na questão operacional, a um fusca 67. Automóveis movidos a células de hidrogênio resolverão os problemas de poluição atmosférica e sonora, mas os congestionamentos serão os mesmos. Isso também é verdadeiro para motos e ônibus movidos a energia limpa
Se aposta nas bicicletas como sobrevida para o transporte individual e privado sobre pneus, mas é uma bandeira de valor apenas emblemático, e creio que sabemos todos disso. Ainda se criassem ciclovias ou ruas exclusivas para bicicletas, é evidente que seriam inviáveis em distâncias consideráveis, em especial nos dias de chuva.
Como apelo extremo, mas para que as coisas fiquem como estão, fala-se em transferir residências para perto dos locais de trabalho, ou deles para perto das residências, como se isso fosse possível em uma sociedade movida pelo princípio do laissez faire econômico e social, e incentivador das iniciativas individuais como símbolo de liberdade, dentre elas o próprio automóvel.
A proposta mais razoável é alterar os horários de trabalho por categorias, mas isso irá gerar imenso problema no arranjo econômico das atividades e, por esse motivo, essa ideia nunca avança.
Anuncia-se a penalização do tráfego de automóveis pela adoção de pedágios urbanos, mas é uma proposta que prejudica exclusivamente os menos afortunados.
Para reduzir o impacto do custo direto e indireto do automóvel em suas economias, as pessoas migraram para os transportes coletivos e públicos – trens e metrô – e descobriram que são insuficientes e falhos.
Desnudados diante dessa evidência, governantes tentam empurrar a massa de usuários para os ônibus, coletivos, mas privados, devolvendo a tudo e a todos ao atoleiro dos pneus.
Em complemento ao metrô, cujo benefício cultural e econômico é transitar por debaixo da superfície e, nessa medida, em nada alterar a saga rodoviarista nas ruas e avenidas, surgiu o monotrilho, e que transita acima da superfície, mas cuja eficiência é uma experiência a ser conhecida. Se de um lado atraiu atenções como mais um esforço para desafogar a cidade, trouxe consigo o estigma do “minhocão”, pois irá roubar a vista, a privacidade e o silêncio próximo de janelas de edifícios residenciais, não raro de luxo, criando um problema desta vez imobiliário.
As melhores saídas radicais que conheci no passado foram os “calçadões”. Não imagine o leitor que foi fácil decidir por eles. Comerciantes gritaram, pois teriam problemas com carga e descarga de mercadorias. Compradores gritaram, pois não teriam como estacionar seus carros na porta das lojas. Depois da gritaria generalizada, comerciantes encontraram soluções para abastecimento, assim como usuários de automóveis. Hoje, é pouco provável que comerciantes e consumidores aceitem que as coisas voltem a ser como eram. Os calçadões devolveram o espaço público totalmente ao uso público, isto é, para os pedestres.
Evidente, entretanto, que não se pode imaginar a mobilidade nas grandes cidades com base nos pés. Se questionável com as bicicletas, o que dizer com os pés.
Parece que a situação pode ser colocada, ainda que de forma difusa, da seguinte forma: 1) asfalto de mais e calçadas de menos; 2) individual de mais e coletivo de menos; 3) privado de mais e público de menos.
Transporte público e coletivo com grande e média capacidade de transporte é o que caminha sobre trilhos, com a imensa vantagem de fazer uso de energia limpa: trens, metrô e monotrilho. Trens e metrô com vocação estruturadora – grande capacidade – e monotrilho com vocação, digamos, “capilar”, pois de média capacidade. Todos os três segregados, isto é, caminhando em vias próprias, sem cruzamentos, o que os torna velozes – ainda que com velocidades seguras – quando comparados aos “carrões” parados nos congestionamentos, inclusive os ônibus.
Ninguém, entretanto, fala em VLT – Veículo Leve sobre Trilhos -, e muito menos em seus diferentes modelos e capacidades. Justamente ele, o mais barato da família dos trilhos, igualmente ecológico, pois movido por energia elétrica, nem mesmo é cogitado. Motivo? Disputaria com automóveis, carros e ônibus o espaço público das ruas e avenidas. A rigor, nem mesmo disputaria, pois o ideal é que a escolha fosse VLT ou os demais sobre pneus. Nisso ninguém quer pensar, e tampouco discutir.
Nem mesmo se fala neles ocupando linha própria e paralela à dos trens, no mesmo leito, servindo os usuários que se deslocam entre estações próximas, e assim desafogando os próprios trens. Nem mesmo essa possibilidade é discutida. VLT está fora do foco das atenções dos governos (estado e municípios), de gestores de empresas de transporte público, e dos inúmeros “especialistas” que voltam a apostas nos corredores de ônibus. Corredores de VLTs? Nem pensar.
Afinal, qual é o problema do VLT, para se tornar o patinho feio na família dos transportes sobre trilho? É barato demais para atrair interesses? Roubará espaço físico e financeiro das empresas de ônibus?
Ele seria uma boa solução para as regiões centrais - em especial nas extensas avenidas de comércios e serviços, ocupando espaço público hoje a serviço de carros e ônibus, permitindo o alargamento das calçadas para uso humano. Aliás, isso é igualmente verdadeiro para boa parte das longas avenidas que servem os bairros.
Por que ninguém fala nisso? Pouca gente sabe, mas em 1916 a cidade de São Paulo tinha 227 km de trilhos urbanos, e na superfície. Que tal recuperar ao menos parte desse número?
Não se faz omelete sem quebrar ovos.
Rogério Centofanti - Consultor do SINFERP
Postado por São Paulo TREM Jeito 05/05/2012 ( Pregopontocom )
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Ceará projeta investir R$ 1,2 bilhão em infraestrutura
04/05/2012 - Diário do Nordeste
O governo do Estado do Ceará projeta investir neste ano R$ 4,6 bilhões, valor 20% inferior aos R$ 5,7 bilhões projetados inicialmente. A reprogramação dos recursos foi anunciada no início da noite de ontem, pelo governador Cid Gomes, após o primeiro dia de reunião de avaliação d o Monitoramento de Ações e Programas Prioritários (Mapp), de 2012.
Creio que deverá ter uma reprogramação. Algumas ações sofrem no seus cronogramas de execução, acho eu que este ano ficaremos em torno de R$ 4,5 bilhões ou até R$ 5 bilhões, analisou Cid Gomes. A reunião do Mapp aconteceu na Residência Oficial do governador, onde reuniu todo o secretariado, e continua hoje, a partir das 9 horas.
Atrasos
Atrasos no cronograma de algumas obras estruturantes e de mobilidade urbana, a exemplo da segunda expansão do Porto do Pecém e da linha férrea Parangaba-Mucuripe, por onde percorrerá o Veículo Leve sobre Trilho (VLT), são problemas que o governo do Estado ainda enfrenta e que poderão retardar os desembolsos e, consequentemente, reduzir o volume de recursos a serem aplicados este ano.
Os entraves ocorrem exatamente nos setores onde o governo vem priorizando esforços e recursos. Para este ano, por exemplo, estão previstos investimentos da ordem de R$ 1,2 bilhão, o equivalente a um quarto, ou 25% dos recursos previamente projetados no Mapp, na implantação do VLT, na expansão do Porto do Pecém, em construções e reformas de estradas e no programa Luz para Todos, bem como na linha leste do metrô.
As obras de infraestrutura devem absorver este ano, R$ 1,2 bilhão, confirmou o secretário Estadual de Infraestrutura, Adail Fontenele, ao fim da reunião. Conforme explicou, o atraso no início das obras do VLT são decorrentes de determinação judicial e do próprio governador, para que remoção alguma de pessoas seja realizada, sem que antes sejam construídas as novas moradias para os residentes ao longo da linha férrea.
Fontenele ressaltou no entanto, que obras d´artes e de dois elevados, um na Parangaba e outro na avenida Aguanambi, começam já na próxima semana. Apesar do contratempo, ele avalia que tudo estará pronto até o fim de 2013. É uma obra rápida, de 18 meses, e devemos começar em julho, sinaliza.
Porto do Pecém
Em relação às obras de expansão do Porto do Pecém, que irá envolver recursos da ordem de R$ 590 milhões, o secretário explica que os atrasos decorrem da falta de licenciamento ambiental, ainda em análise no Ibama. O Porto eu contava ter começado em janeiro, revelou Fontenele, garantindo que as últimas informações exigidas pelo órgão foram enviados esta semana.
Esperamos obter respostas (do Ibama) em 15 dias, porque esta obra, nós precisamos correr. São 30 meses e queremos entregá-la concluída no fim do governo Cid Gomes, destacou. Conforme disse ainda Fontenele, as obras de expansão do terminal portuário do Pecém constam da ampliação do Terminal de Múltiplo Uso (Tmut), que ganhará mais dois berços de atracação; adequação de 1.100 metros do quebra-mar em uma rodovia e construção de uma ponte de 1.520 metros de cumprimento, por 32 metros de largura.
Obras sociais
O Governador destacou, no entanto, que os investimentos serão destinados tanto para obras de grande porte, como para ações rotineiras. Obras como o Centro de Eventos tem mais visibilidade, mas o Governo tem muitas obras de médio e pequeno porte, destacou. Ontem, ele anunciou para a próxima terça-feira, a assinatura da ordem de serviço para início das obras do Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), em Quixeramobim, com 374 leitos e a inauguração da estrada que interliga os municípios de Quixeramobim (CE-166) e Madalena (CE-265); e no dia 14, a inauguração do Residencial Raquel de Queiroz, para 324 famílias em Fortaleza.
Com relação à refinaria de Petróleo, Cid disse que, enquanto aguarda a conclusão dos Estudos da Funai, negocia com a Petrobras a construção de moradias às famílias de índios Anacés, residentes na área do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, em São Gonçalo.
Saúde
83,6 milhões de reais serão aplicados pelo governo do Estado, na Construção do Hospital Regional do Sertão Central, cuja ordem de serviço será assinada terça-feira. Fonte - Revista Ferroviária 04/05/2012
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Projeto brasileiro de trem de levitação magnética - MagLeve Cobra
| Primeira aplicação de modelos humanos virtuais em ambiente de projeto da Carroçaria do Maglev Cobra |
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Fonte - http://www.dee.ufrj.br 04/05/2012
VEJA MAIS AQUI
CARRO ELÉTRICO MOVIDO A ENERGIA SOLAR - invenção brasileira que brilha na neve
Série Vida no Gelo do JR
Trata-se de um veículo que não gasta uma só gota de combustível. Ele depende apenas do sol para funcionar. As aventuras do homem e sua máquina com os enviados especiais ao Canadá, Luiz Gustavo e Silvio Cesar.
Fonte - Jornal da Record 03/05/2012 ( Pregopontocom)
VISITE - #loucoportrilhos no Twitter
Trata-se de um veículo que não gasta uma só gota de combustível. Ele depende apenas do sol para funcionar. As aventuras do homem e sua máquina com os enviados especiais ao Canadá, Luiz Gustavo e Silvio Cesar.
Fonte - Jornal da Record 03/05/2012 ( Pregopontocom)
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
Ônibus perde espaço para trem e metrô em São Paulo
Principal modalidade de transporte coletivo na capital e na Grande São Paulo, o ônibus foi o sistema que menos atraiu novos passageiros nos últimos cinco anos na comparação com trem e metrô.
Desde 2006, com a integração dos sistemas pelo Bilhete Único, o número anual de passageiros transportados saltou 63% na CPTM e 44% no Metrô, enquanto nos ônibus a alta foi de 13,3%, somados os sistemas da SPTrans (prefeitura) e da EMTU (estatal do governo paulista).
O crescimento foi ainda menor -de 10,5%- se for levado em consideração apenas o sistema municipal, que transporta 2,9 bilhões de passageiros por ano, ou quatro vezes o que leva a CPTM.
Tanto a gestão Kassab (PSD) quanto os governos tucanos de Serra e Alckmin não investiram em novos corredores de ônibus.
O Estado tem só um, iniciado por Franco Montoro (1983-87) e ampliado em 2010 por Serra. Já Kassab prometeu 66 km de corredores na atual gestão, que acaba em dezembro, mas não fez nenhum.
Com o crescimento menor, a participação dos ônibus paulistanos no total de passageiros caiu de 65% em 2006 para 58% no ano passado.
Motivos
De acordo com especialistas, um dos motivos para a pouca atratividade dos ônibus é a baixa velocidade, por conta da falta de investimentos em corredores e do aumento de carros nas ruas, o que atrapalha o fluxo onde não há faixas exclusivas.
Outro motivo é o Bilhete Único, que permite ao usuário do transporte público usar dois sistemas com uma tarifa. Quem ia de ônibus até o fim da viagem agora desce e pega trem ou metrô no caminho, diz Marcos Bicalho, coordenador da Comissão de Circulação e Urbanismo da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos).
A prefeitura afirma que a oferta de lugares cresceu mais que o número de passageiros, o que mostra que o ônibus tende a não atrair mesmo mais gente.
Para o engenheiro Ivan Whately, da Secretaria Municipal de Transportes, a demanda é por sistemas de alta capacidade, como metrô.
Bicalho, porém, diz que, se os corredores prometidos estivessem em operação, haveria mais passageiros nos ônibus. Atrairia mais porque a viagem seria mais rápida.
Desde 2006, o metrô ampliou a linha 2-verde e inaugurou a linha 4-amarela. Já a CPTM investiu na modernização dos trens e do sistema -o que não evitou ao menos 15 falhas graves só neste ano. Fonte - Revista Ferroviária 02/05/2012 (Pregopontocom)
VAMOS CHEGAR LÁ
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domingo, 29 de abril de 2012
A HORA E A VEZ DOS TRILHOS - CHEGA DE PNEUS

* RIT - Rede Integrada de Transportes (BRT-Corredores de ônibus)
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Brasil já é terceiro credor dos EUA
Por Mauro Santayana, em seu blog:
Até agora, ninguém deu a notícia. Com 372 bilhões de dólares em reservas internacionais, o Brasil acaba de se converter, aplicando mais da metade delas em “treasuries”, no terceiro maior credor individual externo dos Estados Unidos, como pode ser visto na própria página oficial do tesouro norte-americano. O acúmulo de reservas internacionais, cujo custo de carregamento tem caído em linha com a redução da taxa Selic, serve para valorizar o dólar com relação ao real, favorecendo nossas exportações, e é, sobretudo, uma arma geopolítica, que mantêm em situação positiva a imagem do Brasil frente às agências internacionais de classificação de risco e em uma posição de força em organismos como o G-20, o Banco Mundial e o FMI.
Conheço empresários brasileiros de linha mais desenvolvimentista, no entanto, que pensam que a política de acúmulo de dólares poderia ser complementada com a emissão de moeda, no mercado interno, destinada a investimentos diretos do governo na área de infraestrutura, por exemplo. Tal medida, com uma pequena expansão administrável da inflação, derrubaria o valor do real frente ao dólar, favorecendo as exportações, injetaria dinheiro em todos os níveis da economia produtiva, e criaria milhões de empregos.
Até agora, ninguém deu a notícia. Com 372 bilhões de dólares em reservas internacionais, o Brasil acaba de se converter, aplicando mais da metade delas em “treasuries”, no terceiro maior credor individual externo dos Estados Unidos, como pode ser visto na própria página oficial do tesouro norte-americano. O acúmulo de reservas internacionais, cujo custo de carregamento tem caído em linha com a redução da taxa Selic, serve para valorizar o dólar com relação ao real, favorecendo nossas exportações, e é, sobretudo, uma arma geopolítica, que mantêm em situação positiva a imagem do Brasil frente às agências internacionais de classificação de risco e em uma posição de força em organismos como o G-20, o Banco Mundial e o FMI.
Conheço empresários brasileiros de linha mais desenvolvimentista, no entanto, que pensam que a política de acúmulo de dólares poderia ser complementada com a emissão de moeda, no mercado interno, destinada a investimentos diretos do governo na área de infraestrutura, por exemplo. Tal medida, com uma pequena expansão administrável da inflação, derrubaria o valor do real frente ao dólar, favorecendo as exportações, injetaria dinheiro em todos os níveis da economia produtiva, e criaria milhões de empregos.
Postado por Miro Fonte - Blog do Miro 27/04/12
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Desordem Urbana - Salvador fora de controle
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| Qualquer dia desses....... |
A velocidade com que a especulação imobiliária vem engolindo a cidade de Salvador sobre o olhar complacente da atual administração publica municipal está realmente fora de controle.Prédios e arranha-céus são construídos em vários locais inclusive em áreas de preservação ambiental onde as tais licenças são concedidas,Deus sabe lá como, e não são poucas as áreas já contabilizadas que foram vitimas de tais agressões.Até o parque do Vale Encantado foi extinto como uma canetada do atual alcaide para satisfazer o impetuosa e feroz gula do setor imobiliário.E como se não bastasse tanta devastação, nem as encostas escapam mais,são desmatadas,terraplanadas e viram canteiros de obras, aonde der e tiver um espacinho,logo sobe um prédio,dois três, vale tudo e seja o que Deus quiser.De nada interessa as consequências e os reflexos negativos que poderão ocorrer com serias e graves interferências nos aspectos urbanos,nas questões ambientais,na mobilidade urbana, na infraestrutura viária e de serviços,na infraestrutura de educação e saúde e na qualidade de vida dos moradores dos locais afetados que ficaram seriamente comprometidos com o inchaço urbano em virtude de todo esse descontrole,toda essa desordem, por falta de projetos contínuos e de um planejamento urbano sério,coerente e democrático com a participação de toda a sociedade civil organizada.Não bastassem o caos no transito e no caótico sistema de transportes,a cidade vem sendo castigada pela tsunami imobiliária que vai transformando a mesma numa autêntica SELVA DE PEDRAS cinzenta e obscura.A cada dia que passa Salvador vai ficando mais quente e abafada,a cidade litorânea que por vocação deveria ser bem arejada e ventilada já não respira mais com tanta facilidade, agora já começa a ofegar.O emaranhado de prédios que se entrelaçam pela cidade,e já ocupando boa parte da Av. Paralela também vão chegando a nossa orla e dão o tom da autêntica desordem urbana que caracteriza a falência e o fracasso da atual gestão do município.Não temos duvidas que novas edificações sempre serão necessária para atender a demanda sempre crescente da população, mais também temos a certeza de que um controle rigoroso e criterioso devera reger essa expansão principalmente nos critérios que se referem ao controle de ordenação e uso do solo,da sustentabilidade,da infraestrutura urbana e dos aspectos urbanos e ambientais.Transformar o "progresso" em uma "maquina exterminadora" não nos trara nenhum benefício no presente e pior, deixara como herança um ônus bastante pesado a ser pago pelas futuras gerações condenadas a pagar por erros que não cometeram e que já mais poderão cobrar dos verdadeiros culpados.Não é essa a cidade que todos nos queremos uma cidade pesada,asfixiada,caótica vitima da incompetência e do oportunismo.Queremos uma cidade leve,alegre,arejada,democrática, regida pelos princípios da sustentabilidade,da ordem e da cidadania.Salvador e o seu povo não merecem esse castigo- VAMOS SALVAR SALVADOR
Dunas de Bolandeira- Reservatórios (Caixas D'Água) da Embasa| Av.Jorge Amado - Encosta do Cond.Jardim das Acácias |

sábado, 21 de abril de 2012
VLT de CUIABÁ - Uma realidade a cada dia mais próxima
Caixa libera R$ 423 milhões para VLT da capital de MT, confirma governo
Crédito é referente a primeira linha de financiamento do VLT.
Crédito é referente a primeira linha de financiamento do VLT.
Segunda parcela, que ainda falta liberar, é no valor de R$ 740 milhões.
O governo do estado de Mato Grosso confirmou nesta sexta-feira (20) que conseguiu junto a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) a liberação da operação de crédito para a execução das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital. O secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Eduardo Coutinho Guerra, assinou a liberação da operação na última quinta-feira (19) em Brasília.O crédito é no valor de R$ 423,7 milhões, referente a primeira linha de financiamento, para dar início às obras. O valor era da antiga proposta de moral, o Bus Rapid Transit (BRT), ônibus com linha exclusiva. Os recursos totais para a implantação do VLT somam a quantia de R$ 1,2 bilhão, sendo que a segunda parcela é no valor de R$ 740 milhões, cujo montante ainda será liberado após definição de qual linha de financiamento será utilizado.O VLT é o principal projeto de mobilidade urbana para a Copa do Mundo de 2014. A liberação do crédito necessário para a execução das obras vem sendo buscada pelo governador Silval Barbosa em Brasília, sendo que a autorização da Caixa Econômica Federal foi conseguida no dia 15 de fevereiro.
Trajeto
Ao longo dos 22,2 Km do trajeto do VLT, serão necessárias intervenções viárias como a construção de cinco viadutos, três trincheiras e três pontes. Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça, FEB, 15 de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Correa da Costa. Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro.Os terminais terão estacionamento para veículos e bicicletário, ampliando o potencial de mobilidade urbana na capital e em Várzea Grande. O anteprojeto prevê também que todos os critérios de acessibilidade serão contemplados na elaboração dos projetos básico, executivo e, consequentemente, na execução das obras.O sistema de bilhetagem deverá ser compatível e integrada aos sistemas de arrecadação utilizados nos transportes públicos de Cuiabá e Várzea Grande, hoje em operação em seus ônibus (bilhetes, cartões, máquinas de venda e validadores). A capacidade máxima de passageiros será de 400 pessoas por vagão e a velocidade de operação prevista é 60 km.
Fonte - G1 MT 20/04/2012
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Ao longo dos 22,2 Km do trajeto do VLT, serão necessárias intervenções viárias como a construção de cinco viadutos, três trincheiras e três pontes. Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça, FEB, 15 de Novembro, Tenente Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Correa da Costa. Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro.Os terminais terão estacionamento para veículos e bicicletário, ampliando o potencial de mobilidade urbana na capital e em Várzea Grande. O anteprojeto prevê também que todos os critérios de acessibilidade serão contemplados na elaboração dos projetos básico, executivo e, consequentemente, na execução das obras.O sistema de bilhetagem deverá ser compatível e integrada aos sistemas de arrecadação utilizados nos transportes públicos de Cuiabá e Várzea Grande, hoje em operação em seus ônibus (bilhetes, cartões, máquinas de venda e validadores). A capacidade máxima de passageiros será de 400 pessoas por vagão e a velocidade de operação prevista é 60 km.
Fonte - G1 MT 20/04/2012
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
Revista Veja: e o medo da CPI
Rogério Correia fala no plenário da ALMG: revista Veja é desmascarada no "Caso Cachoeira"
Prefeito revira as gavetas e volta a apresentar obras que nunca saíram do papel
Na reta final do mandato, parece que o prefeito João Henrique já começou a arrumar as gavetas. De lá, tirou alguns projetos que, se tivessem saído do papel, fariam bem à cidade. Em palestra para empresários, o jeito foi o prefeito mostrar apenas os desenhos

Foto: Arquivo Correio
Correio publicou matérias sobre obras não realizadas
Que tal a construção de complexos de viadutos nos 14 pontos críticos do trânsito da cidade? Ou a construção de duas grandes avenidas para desafogar a Paralela? E uma estação da Lapa novinha? Tudo isso já foi planejado e apresentado à população de Salvador, mas nunca saiu do papel.
Nesta segunda (16), em palestra sobre mobilidade urbana na sede da Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), o prefeito João Henrique (PP) lembrou cada um dos projetos. “São projetos que já estão prontos e que não dá tempo de fazer nesta gestão, mas ficam aí para o novo prefeito”, diz.
Por enquanto só dá para apreciar os desenhos, engavetados na Fundação Mário Leal Ferreira. Entre as propostas está o pacote de obras Salvador: Capital Mundial, lançado em janeiro de 2010. Na época, João Henrique disse que as 20 ideias iriam “projetar a Salvador do futuro”. Passados mais de dois anos, o futuro ainda não chegou.
No pacote estão a Linha Viva e a Avenida Atlântica, vias paralelas à Avenida Paralela cujos projetos foram expostos até em maquete num grande shopping.
Se sair do papel, a Linha Viva terá 18 quilômetros, entre a Bonocô e o aeroporto. No momento, está sendo concluído o projeto executivo que embasará a licitação, definindo se a execução será através de concessão ou de uma Parceria Público Privada (PPP).
Se sair do papel, a Linha Viva terá 18 quilômetros, entre a Bonocô e o aeroporto. No momento, está sendo concluído o projeto executivo que embasará a licitação, definindo se a execução será através de concessão ou de uma Parceria Público Privada (PPP).
Já a Avenida Atlântica terá 14,6 quilômetros, da Avenida Luis Eduardo Magalhães até a Dorival Caymmi. O projeto prevê uma ponte sobre o Parque de Pituaçu, mas a obra teve o processo de licenciamento ambiental suspenso em 2011 porque o Ministério Público Estadual (MPE) pedia que a prefeitura delimitasse o Parque Ambiental do Vale Encantado antes de construir a via.
Mas, antes da delimitação, parte do parque foi extinta no momento em que os vereadores aprovaram a revisão da Lei de Uso do Solo, no final do ano.
Segundo a Secretaria de Comunicação, a pretensão é tornar a área uma Zona de Proteção Ambiental (ZPA). Durante o debate, o prefeito defendeu a construção das duas vias. “Quando se fala nas duas avenidas, os ambientalistas dizem que não é possível. Não é possível é ficar duas horas paralisado na Paralela”, argumentou o prefeito.
Segundo a Secretaria de Comunicação, a pretensão é tornar a área uma Zona de Proteção Ambiental (ZPA). Durante o debate, o prefeito defendeu a construção das duas vias. “Quando se fala nas duas avenidas, os ambientalistas dizem que não é possível. Não é possível é ficar duas horas paralisado na Paralela”, argumentou o prefeito.
Também em 2010, a prefeitura apresentou um projeto que previa a implantação do sistema BRT (vias exclusivas para ônibus articulados) e intervenções viárias em toda a cidade (ver quadro). O projeto total (com o BRT) previa gastos em R$ 2,5 bilhões. O governo estadual optou pela implantação de metrô na Paralela e nada andou.
Lapa
Em abril de 2010, o jornal CORREIO noticiou a ida de João Henrique a Brasília em busca de recursos para a reforma da Estação da Lapa, orçada em R$ 26,4 milhões. O prefeito não conseguiu financiamento e, no início deste ano, com o estado precário do terminal, a prefeitura foi obrigada a abrir o cofre e gastar R$ 5 milhões. Em andamento, a reforma emergencial prevê a troca de piso, reforma dos banheiros e impermeabilização das coberturas.
Em abril de 2010, o jornal CORREIO noticiou a ida de João Henrique a Brasília em busca de recursos para a reforma da Estação da Lapa, orçada em R$ 26,4 milhões. O prefeito não conseguiu financiamento e, no início deste ano, com o estado precário do terminal, a prefeitura foi obrigada a abrir o cofre e gastar R$ 5 milhões. Em andamento, a reforma emergencial prevê a troca de piso, reforma dos banheiros e impermeabilização das coberturas.
Também citada pelo prefeito em sua palestra, a revitalização do Centro Antigo da capital baiana começou a ser discutida em 2007. Na época, foi criado um Grupo de Trabalho (GT) com representantes do poder público, comerciantes e sociedade civil para discutir propostas que visavam mais espaço ao pedestre, acessibilidade para pessoas com deficiência e melhoria do comércio.
Ideias
Em novembro de 2008, a prefeitura anunciou um investimento de R$ 28 milhões para essas obras. Entre as intervenções previstas estavam a criação de um novo bairro, o Santa Tereza, entre a Avenida Contorno e a Avenida Carlos Gomes, até o Largo Dois de Julho. A ideia seria valorizar a região do Museu de Arte Sacra e da casa de Castro Alves, que são pontos de apelo turístico, além de criar uma identidade para a região.
Em novembro de 2008, a prefeitura anunciou um investimento de R$ 28 milhões para essas obras. Entre as intervenções previstas estavam a criação de um novo bairro, o Santa Tereza, entre a Avenida Contorno e a Avenida Carlos Gomes, até o Largo Dois de Julho. A ideia seria valorizar a região do Museu de Arte Sacra e da casa de Castro Alves, que são pontos de apelo turístico, além de criar uma identidade para a região.
“Atualmente, as pessoas não sabem que bairro é aquele. Se você mora no Areal de Cima, no Areal de Baixo, mora em que bairro?”, destacou o chefe de gabinete da Fundação Mário Leal, Armando Carneiro da Rocha Neto. A ideia encontra resistência no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e, também, nunca avançou.
Urbanista critica projetos
A prioridade no investimento em obras viárias é criticada pelo professor de Urbanismo da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) Jorge Glauco Costa Nascimento, também membro do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam). “Mais que abrir vias, construir viadutos, a gente tinha que pensar em sistema de transporte coletivo. Até quando vamos ficar abrindo, alargando pistas, favorecendo transporte individual em detrimento do coletivo? O sistema de transporte coletivo está emperrado”, avaliou.
A prioridade no investimento em obras viárias é criticada pelo professor de Urbanismo da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) Jorge Glauco Costa Nascimento, também membro do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam). “Mais que abrir vias, construir viadutos, a gente tinha que pensar em sistema de transporte coletivo. Até quando vamos ficar abrindo, alargando pistas, favorecendo transporte individual em detrimento do coletivo? O sistema de transporte coletivo está emperrado”, avaliou.
Na visão de Nascimento, viabilizar alternativas de transporte público nas regiões mais populosas da cidade beneficiará um maior contingente da população. “A Avenida Atlântica, por exemplo, afeta uma elite intelectual e financeira da cidade, mas que sofre menos com o trânsito. E em Cajazeiras, e na Avenida Suburbana? Ali é que estão os grandes gargalos da cidade, onde tem um contingente populacional muito maior, mas que não tem grau de renda e fica despercebido”, ponderou.
O pesquisador pondera ainda que, no caso da Linha Viva, apesar de a obra ter um traçado que beneficia bairros populares, com a previsão de ter pedágio, gera um novo problema para a população. “Vai abrir premissa extremamente perigosa para nós, que é o pedágio urbano, além de todos os impostos que pagamos”.
Segundo Francisco Ulisses, coordenador de planejamento de transportes da Secretaria Municipal de Transportes Urbanos e Infraestrutura (Setin), a licitação para exploração do transporte público coletivo será realizada ainda este ano. Planeja-se que o sistema seja operado por três grandes consórcios, no lugar das 18 empresas de ônibus que atuam hoje em Salvador. Fonte - Correio -18/04/2012 (Pregopontocom)
domingo, 15 de abril de 2012
A VEZ DOS TRILHOS
Mais de R$ 80 bilhões vão ser investidos nesta década em projetos de metrôs e trens regionais.
De olho na melhoria da mobilidade urbana para receber o fluxo de turistas esperado para assistir aos jogos da Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada em 2016, governos municipais, Estados e União estão tirando do papel dezenas de projetos de metrôs, monotrilhos, trens de alta velocidade, trens regionais e corredores modernos de ônibus.
Estima-se que nesta década sejam investidos mais de R$ 80 bilhões que poderão mudar o deslocamento de milhões de pessoas nas grandes cidades brasileiras. Os trilhos deverão ganhar espaço. “Não dá mais para ficar apenas sobre as rodas dos carros”, afirma Rodrigo Vilaça, presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), que esteve recentemente na Alemanha em uma feira do setor e constatou o interesse de empresas de vários países nos planos de investimento no Brasil.
Atualmente, oito milhões de passageiros são transportados por trilhos no País, sendo que mais de 70% desse total está nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, detentoras dos maiores sistemas de transporte dessa área. Esse número é baixo se comparado a outros países. Em Pequim, capital da China, por exemplo, seis milhões usam esse tipo de transporte por dia. Com os novos projetos, o número de passageiros transportados por trilhos deverá superar dez milhões em até quatro anos e poderá aumentar ainda mais até o fim desta década. Um novo sistema que poderá estrear nas cidades brasileiras nesta década é o Veículo Leve sobre Trilhos, chamado no jargão do setor por VLT, uma espécie de trem de passageiros cujo equipamento e infraestrutura são mais leves que os usados no metrô. Vitória, Rio de Janeiro, Salvador e Santos estudam sua adoção, o que pode representar pedidos superiores a R$ 500 milhões a fabricantes de bens de capital.
Há expectativa, também, em relação ao Trem de Alta Velocidade (TAV), que poderá envolver mais de R$ 35 bilhões de recursos na construção de um sistema de trens capazes de trafegar sobre trilhos a mais de 200 quilômetros por hora para interligar São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro. Espera-se que a licitação da primeira etapa, que envolve a escolha de tecnologia e o operador da linha, seja feita ainda esse ano. “Esse é um projeto que envolve grandes investimentos e uma ampla cadeia”, diz Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base. Uma das cinco maiores cidades do mundo, com 21 milhões de habitantes, São Paulo tem o maior projeto de investimento para transportar passageiros sobre trilhos nos próximos anos. A proposta de orçamento do governo paulista é de investimentos de R$ 4,9 bilhões em metrô, apenas em 2012. Monotrilhos e trens regionais também estão na mira.
Um exemplo é a linha que será operada por meio de monotrilho e fará a ligação do aeroporto de Congonhas até a estação Morumbi da rede da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Uma primeira etapa do empreendimento deve ficar pronta até 2014 e a linha completa deve ser entregue em 2015. Deverão ser investidos R$ 3,6 bilhões no projeto. Sede dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio de Janeiro está também se preparando. A capital fluminense tem trabalhado para colocar em pé projetos de corredores exclusivos para ônibus, os chamados BRTs (Bus Rapid Transportation), que funcionam em pistas segregadas e estações modernas, além de veículos com ar-condicionado e mais confortáveis. Um dos maiores projetos é o da TransOlímpica.
ISTO É Dinheiro – Por Roberto ROCKMANN – 13/04/2012
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Estima-se que nesta década sejam investidos mais de R$ 80 bilhões que poderão mudar o deslocamento de milhões de pessoas nas grandes cidades brasileiras. Os trilhos deverão ganhar espaço. “Não dá mais para ficar apenas sobre as rodas dos carros”, afirma Rodrigo Vilaça, presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), que esteve recentemente na Alemanha em uma feira do setor e constatou o interesse de empresas de vários países nos planos de investimento no Brasil.
Atualmente, oito milhões de passageiros são transportados por trilhos no País, sendo que mais de 70% desse total está nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, detentoras dos maiores sistemas de transporte dessa área. Esse número é baixo se comparado a outros países. Em Pequim, capital da China, por exemplo, seis milhões usam esse tipo de transporte por dia. Com os novos projetos, o número de passageiros transportados por trilhos deverá superar dez milhões em até quatro anos e poderá aumentar ainda mais até o fim desta década. Um novo sistema que poderá estrear nas cidades brasileiras nesta década é o Veículo Leve sobre Trilhos, chamado no jargão do setor por VLT, uma espécie de trem de passageiros cujo equipamento e infraestrutura são mais leves que os usados no metrô. Vitória, Rio de Janeiro, Salvador e Santos estudam sua adoção, o que pode representar pedidos superiores a R$ 500 milhões a fabricantes de bens de capital.
Há expectativa, também, em relação ao Trem de Alta Velocidade (TAV), que poderá envolver mais de R$ 35 bilhões de recursos na construção de um sistema de trens capazes de trafegar sobre trilhos a mais de 200 quilômetros por hora para interligar São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro. Espera-se que a licitação da primeira etapa, que envolve a escolha de tecnologia e o operador da linha, seja feita ainda esse ano. “Esse é um projeto que envolve grandes investimentos e uma ampla cadeia”, diz Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base. Uma das cinco maiores cidades do mundo, com 21 milhões de habitantes, São Paulo tem o maior projeto de investimento para transportar passageiros sobre trilhos nos próximos anos. A proposta de orçamento do governo paulista é de investimentos de R$ 4,9 bilhões em metrô, apenas em 2012. Monotrilhos e trens regionais também estão na mira.
Um exemplo é a linha que será operada por meio de monotrilho e fará a ligação do aeroporto de Congonhas até a estação Morumbi da rede da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Uma primeira etapa do empreendimento deve ficar pronta até 2014 e a linha completa deve ser entregue em 2015. Deverão ser investidos R$ 3,6 bilhões no projeto. Sede dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio de Janeiro está também se preparando. A capital fluminense tem trabalhado para colocar em pé projetos de corredores exclusivos para ônibus, os chamados BRTs (Bus Rapid Transportation), que funcionam em pistas segregadas e estações modernas, além de veículos com ar-condicionado e mais confortáveis. Um dos maiores projetos é o da TransOlímpica.
ISTO É Dinheiro – Por Roberto ROCKMANN – 13/04/2012
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sábado, 14 de abril de 2012
Começa a valer nova legislação para melhorar mobilidade urbana nas grandes cidades
Melhorar a acessibilidade e a mobilidade das pessoas e cargas nos municípios e integrar os diferentes modos de transporte são alguns dos objetivos da Lei 12.587/2012, que começa a vigorar hoje (13). A legislação, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, foi sancionada em janeiro e dá prioridade a meios de transporte não motorizados e ao serviço público coletivo, além da integração entre os modos e serviços de transporte urbano.
A legislação prevê instrumentos para melhorar a mobilidade urbana nas grandes cidades, como a restrição da circulação em horários predeterminados, a exemplo do que já existe em São Paulo. Também permite a cobrança de tarifas para a utilização de infraestrutura urbana, espaços exclusivos para o transporte público coletivo e para meios de transporte não motorizados, além de estabelecer políticas para estacionamentos públicos e privados. O texto também esclarece os direitos dos usuários, como o de ser informado sobre itinerários, horários e tarifas dos serviços nos pontos de embarque e desembarque.
Para o coordenador do Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade, Nazareno Stanislau Affonso, a nova legislação coloca o Brasil dentro da visão de mobilidade sustentável. “Atualmente, a política de mobilidade do país dá prioridade ao uso do automóvel, que é uma proposta excludente. O que essa lei fala é que agora a prioridade deve ser dada a veículos não motorizados, a calçadas, ciclovias, ao transporte público e à integração do automóvel a um sistema de mobilidade sustentável”.
Segundo ele, a aplicação da lei também vai depender da pressão dos usuários para que os governos locais de fato mudem a sua política, e o automóvel seja integrado de forma mais racional. “Quem tem carro vai perder privilégios e quem usa transporte público vai ganhar direitos”.
A nova lei vai exigir que os municípios com mais de 20 mil habitantes elaborem planos de mobilidade urbana em até três anos, que devem ser integrados aos planos diretores. Atualmente, essa obrigação é imposta aos municípios com mais de 500 mil habitantes. As cidades que não cumprirem essa determinação podem ter os repasses federais destinados a políticas de mobilidade urbana suspensos. “O governo federal não vai poder liberar nada contrário à lei, então, quanto mais rápido os municípios fizerem seus planos, mais fácil será a liberação de seus projetos”, alerta Affonso.
Para o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a nova lei não é suficiente para garantir a sustentabilidade das cidades, com a necessária ampliação dos investimentos, redução dos congestionamentos e da poluição do ar e a melhoria da qualidade dos serviços públicos de transporte. Para o Ipea, que apresentou um estudo sobre a nova política de mobilidade urbana, é preciso o engajamento da sociedade para “fazer a lei pegar”, além da capacitação dos agentes municipais, que terão que adequar e implementar as diretrizes e instrumentos da lei à realidade de suas cidades.
Principais pontos da Política Nacional de Mobilidade Urbana:
- Restrição e controle de acesso e circulação, permanente ou temporário, de veículos motorizados em locais e horários predeterminados
- Estabelecimento de padrões de emissão de poluentes para locais e horários determinados, podendo condicionar o acesso e a circulação aos espaços urbanos sob controle
- Possibilidade de cobrança pela utilização da infraestrutura urbana, para desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade. A receita deverá ser aplicada exclusivamente em infraestrutura urbana destinada ao transporte público coletivo e ao transporte não motorizado e no financiamento do subsídio público da tarifa de transporte público
- Dedicação de espaço exclusivo nas vias públicas ao transporte público coletivo e a modos de transporte não motorizados
- É direito dos usuários participar do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana
Fonte: Agência Brasil
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