quinta-feira, 10 de março de 2022

Governo do Estado reajusta contrato do Monotrilho de Salvador

Transportes sobre trilhos 🚅

O valor total da obra, com contrato de PPP,(Pareceria Público Privada) agora é de R$ 5,2 bilhões O contrato é uma Parceria Público-Privado (PPP).O documento assinado pelo secretário Eures Ribeiro afirma que o contrato foi celebrado com a Skyrail Bahia, vencedora da licitação, com valor de R$ 2,8 bilhões.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O contrato para a construção do Monotrilho que irá substituir o antigo sistema de trens do Subúrbio Ferroviário de Salvador foi reajustado pelo Governo do Estado. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), o documento assinado com a concessionária para a implantação e operação da Fase 1 do sistema foi de R$ 2,8 bilhões, valor superior ao divulgado, mas um novo reajuste foi necessário porque a empresa vai operar também a segunda Fase, a ligação com a estação Acesso Norte do Metrô de Salvador . O valor total da obra, com contrato de PPP,(Pareceria Público Privada) agora é de R$ 5,2 bilhões O contrato é uma Parceria Público-Privado (PPP).O documento assinado pelo secretário Eures Ribeiro afirma que o contrato foi celebrado com a Skyrail Bahia, vencedora da licitação, com valor de R$ 2,8 bilhões. O valor da contratação inicialmente divulgada pelo Governo do Estado em 2019,é que o custo de implantação do sistema seria de R$ 1,5 bilhão, com um aporte de R$100 milhões do Gov. do Estado,e a Skyrail Bahia seria responsável pela operação de 19 km da '1ª fase do sistema de Monotrilho. Em fevereiro de 2020, foi assinado um aditivo entre o estado e a Skyrail Bahia, para que a concessionária operasse também a 2ª do sistema, com a futura implantação do trecho de uma linha integrando o Monotrilho com a Linha 1 do Sistema Metroviário de Salvador na estação
Acesso Norte que seria também operada pela Skyrail. Devido as alterações ocorridas em função do termo de aditivo, o prazo original do contrato foi alterado e acrescido em 15 anos e alterado o valor do ajuste para R$ 5.262.680.725,33 (R$ 5,2 bilhões), com o aporte de recursos do Governo do estado no valor de R$ 290 milhões, a serem pagos segundo cronograma de evolução da 2ª Fase, somados aos R$ 100 milhões previstos a título de aporte de recurso para a 1ª Fase, ficando o valor do aporte total em R$390 milhões e mais R$ 152 milhões previstos após o início da operação do sistema de Monotrilho.
Pregopontocom

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

CCR Metrô Bahia é reconhecida como uma das empresas mais influentes em Mobilidade no Brasil

Transportes sobre trilhos/ Mobilidade  🚇

A CCR Metrô Bahia está entre as 100 empresas mais influentes do Brasil em Mobilidade, no levantamento do projeto Estadão Mobilidade, referência no setor. A concessionária foi classificada como referência em infraestrutura, ao lado do Grupo CCR como um todo – um dos maiores em infraestrutura para mobilidade humana da América Latina

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Além do Metrô Bahia, o Grupo CCR como um todo e mais três empresas vinculadas, a ViaQuatro, o VLT Carioca e a startup Quicko, foram consideradas referência em infraestrutura em 2021 A CCR Metrô Bahia está entre as 100 empresas mais influentes do Brasil em Mobilidade, no levantamento do projeto Estadão Mobilidade, referência no setor. A concessionária foi classificada como referência em infraestrutura, ao lado do Grupo CCR como um todo – um dos maiores em infraestrutura para mobilidade humana da América Latina – e mais três empresas vinculadas, a ViaQuatro, o VLT Carioca e a startup Quicko. O levantamento do Estadão elencou três aspectos estratégicos da atuação para escolha das empresas de destaque: inovação, ESG e ações positivas na pandemia durante 2021. A iniciativa contemplou todos os tipos de negócios do ecossistema de Mobilidade do Brasil, desde empresas que fabricam veículos, até seguradoras, consultorias, APPs e demais players. Mais de 30 especialistas do setor foram convidados pelo Estadão para eleger as companhias mais representativas de Mobilidade em 2021. “Acreditamos que as ações e investimentos permanentes em atendimento ao cliente, em ESG, em segurança, em tecnologias e inovação contribuíram para que a empresa figurasse na lista das empresas mais influentes em mobilidade no país”, destaca Andre Costa, diretor-presidente da CCR Metrô Bahia. De acordo com o presidente da Divisão CCR Mobilidade, Marcio Hannas, “estamos diante de um reconhecimento que provoca muito orgulho em todas as nossas equipes da Divisão Mobilidade e no Grupo, pois fomos indicados por profissionais de larga experiência e conhecimento do setor. A classificação mostra que estamos no caminho certo ao dedicar olhar atento para inovação, ações de governança e socioambientais, bem como para a segurança de nossos usuários e colaboradores”. Sobre a CCR Metrô Bahia A CCR Metrô Bahia completa oito anos de operação em 2022. Com 33 km de extensão, duas linhas e 20 estações, o Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas transporta cerca de 300 mil pessoas por dia e mais de 400 milhões de passageiros já passaram por ele. A concessionária conta com cerca 1.350 colaboradores diretos e mais de 2.500 indiretos. Sobre o Grupo CCR: atua nos segmentos de concessão de rodovias, mobilidade urbana, aeroportos e serviços. São 25 ativos, presença em 8 estados brasileiros e 17 mil colaboradores. A ambição estratégica 2025 da empresa tem o propósito de consolidá-la como companhia de infraestrutura para mobilidade humana focada em fazer caminhos melhores e mais seguros para a sociedade. Esse programa tem cinco eixos, assim definidos: encantamento dos clientes; engajamento dos colaboradores; ESG, reputação e retorno ao acionista. Em rodovias, com o recém-conquistado trecho da BR-101 (Rio-Ubatuba), a CCR será responsável pela gestão e manutenção de 3.698 quilômetros. Hoje, são feitos 3,6 mil atendimentos diários aos clientes de rodovias. Em mobilidade urbana, administra serviços de transporte de passageiros de metrôs, VLT e barcas, oferecendo atenção a 3 milhões de passageiros, diariamente, incluindo os clientes das Linhas 8 e 9/CPTM. E no segmento de aeroportos, com a vitória no leilão dos blocos Central e Sul, concedidos pela ANAC, e da Pampulha/BH, concedido pelo Estado de Minas Gerais, o número de passageiros que receberão atendimento da CCR poderá ultrapassar 23 milhões, anualmente.
Com informações da Sedur BA 07/02/2022

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Cachoeira de Paulo Afonso volta a ficar visível e aquece turismo na região do São Francisco

Meio ambiente/Turismo  🌊

A cachoeira é formada por um conjunto de quedas d’água que podem alcançar 80 metros de altura, na zona turística Lagos e Cânions do Rio São Francisco. Com a chegada na região da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), em meados do século 20, para utilizar o potencial do rio na geração de energia

Da Redação
foto - divulgação
A cachoeira de Paulo Afonso, no semiárido baiano, ganhou a atual denominação no século 18. Ela é formada por um conjunto de quedas d’água que podem alcançar 80 metros de altura, na zona turística Lagos e Cânions do Rio São Francisco. Com a chegada na região da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), em meados do século 20, para utilizar o potencial do rio na geração de energia, a cachoeira passou a ficar visível de acordo com o funcionamento das comportas das usinas da empresa. Agora, após 12 anos, a cachoeira de Paulo Afonso pode ser admirada novamente por moradores da região e turistas. Isso foi possível por causa da cheia na bacia hidrográfica, que provocou a abertura das comportas e, consequentemente, o ressurgimento das quedas d’água. “Esse era um momento muito esperado no município. Estamos realizando o sonho de ver as águas correndo de novo. Temos o renascimento de um cartão-postal emblemático, que foi visitado pelo imperador Dom Pedro II e inspirou versos do poeta Castro Alves “, relata o secretário de Turismo, Indústria e Comércio de Paulo Afonso, Nino Rangel. Com a volta da atração turística, a visitação ao Parque da Chesf foi ampliada, em parceria com a prefeitura, seguindo protocolos sanitários e reforço nas medidas de segurança contra acidentes. As informações sobre o passeio estão disponíveis nos sites da Chesf e da Prefeitura de Paulo Afonso. “Que alegria ter a volta do espetáculo das águas em Paulo Afonso, durante o verão. O Governo do Estado está em contato com a prefeitura e a Chesf, para a realização de ações conjuntas que fortaleçam esse segmento turístico na região do São Francisco”, comemorou o secretário estadual de Turismo, Maurício Bacelar.
Com informações da Secom BA  18/01/2022

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Novo Aeroporto Internacional da Costa do Descobrimento, será construido em Santa Cruz Cabrália, pelo Governo da Bahia

Turismo / Transporte aéreo  ✈

Consulta pública para construção do novo Aeroporto Internacional da Costa do Descobrimento segue até sexta-feira. A construção proporcionará a ampliação da capacidade de recepção de passageiros vindos do Brasil e do exterior e também no transporte de frutos do mar para Ásia e América do Norte.

Da Redação
foto - ilustração/Secom BA
A construção do novo Aeroporto Internacional da Costa do Descobrimento, em Santa Cruz Cabrália, pelo Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), proporcionará a ampliação da capacidade de recepção de passageiros vindos do Brasil e do exterior e também no transporte de frutos do mar para Ásia e América do Norte. Para contribuir na elaboração do edital de licitação, as pessoas e as empresas interessadas na concessão e construção do equipamento podem participar da consulta pública até a próxima sexta-feira (14). As sugestões devem ser enviadas para o e-mail aeroportocostadodescobrimento@infra.ba.gov.br ou para o setor de Protocolos da Seinfra, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. A Costa do Descobrimento, conhecida pelas belas praias como Arraial D’Ajuda e Trancoso, é a segunda maior zona turística baiana em número de visitantes, recebendo cerca de 2 milhões de pessoas por ano, atrás apenas da Baía de Todos-os-Santos, com 4,8 milhões por ano, segundo a Secretaria de Turismo do Estado (Setur). O aeroporto a ser implantado irá substituir o de Porto Seguro, que tem a movimentação média anual de 1,8 milhões de passageiros e não pode mais ser ampliado por causa do crescimento da malha urbana no entorno. Com o começo da operação, a estimativa é aumentar esse número para 4,5 milhões de pessoas que embarcam e desembarcam pelo local até 2032. O novo equipamento irá operar com aviação regular e geral e receberá aeronaves com capacidade para até 220 passageiros. A pista de pouso e decolagem terá 2.400m por 45m podendo chegar a 3.000m por 45m. A área do terminal de passageiros será de 30 mil m² e pode ser ampliada para 40 mil m². A próxima etapa do processo será a audiência pública, que ocorrerá na segunda quinzena deste mês. Após a audiência, o aviso de licitação sairá no Diário Oficial do Estado (DOE). A previsão de duração da obra é de cinco anos após o início da concessão e, durante o período, a empresa vencedora do edital será responsável pela gestão do atual aeroporto de Porto Seguro. O aeroporto será o quarto a ser construído no estado nos últimos anos, junto com Vitória da Conquista, Bom Jesus da Lapa e Senhor do Bonfim. “Além da aviação regional baiana, a implantação do equipamento beneficiará economicamente a região da Costa do Descobrimento. Primeiramente, o turismo sendo a principal atividade econômica da região. A outra é o transporte nacional e internacional de cargas para outras partes do mundo”, destaca o secretário de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti.
Com informações da Secom BA  10/01/2022

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Exposição mostra História da Ferrovia na Paraíba no Hall da estação João Pessoa

Transportes sobre trilhos  🚂🚃🚃🚃

Em 10 painéis expostos no Hall da Estação João Pessoa, no Varadouro, a CBTU João Pessoa retrata a História da Ferrovia na Paraíba. É uma viagem através da leitura que nos remete aos primórdios da implantação da estrada de ferro no Brasil e no Estado. A exposição, ilustrada com imagens locais, traz curiosidades e o avanço da ferrovia na Paraíba, a transformação de parte Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA) na Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e a sua atuação com a melhoria dos trens e suas ações junto aos passageiros e comunidade. A exposição é permanente e a entrada é gratuita.




fonte - CBTU João Pessoa





fonte - CBTU João Pessoa


sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Ferry-Boat - Travessia marítima Salvador/Itaparica nesta sexta(17)

Travessia marítima  🚢

Confira aqui os horários e embarcações em operação do sistema Ferry-Boat Salvador/Itaparica nesta sexta (17) 

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A ITS, administradora do sistema  Ferry-Boat que opera na travessia marítima entre Salvador e a ilha de Itaparica, informa que, de 22 de Julho de 2021, o serviço estará funcionando das 5h às 22h, todos os dias, incluindo os finais de semana. A partir do Terminal São Joaquim, os horários de saída são: 5h, 6h, 8h, 10h, 11h, 12h, 14h, 16h, 17h, 18h, 19h, 20h, 21h e 22h; e a partir do Terminal Bom Despacho, 5h, 6h, 8h, 9h, 10h, 12h, 13h, 14h, 16h, 17h, 18h, 19h, 20h, 21h e 22h. Nesta sexta-feira, as embarcações à disposição da operação são: Zumbi dos Palmares, Dorival Caymmi, Anna Nery e Ivete Sangalo. O movimento é tranquilo para veículos e passageiros nos dois terminais, São Joaquim e Bom Despacho.

Ferry Card: A ITS avisa que prorrogou para o dia 20 de janeiro a data limite para os usuários fazerem a migração do cartão Ferry-Card, versão antiga, para o sistema novo. Dentro do novo prazo, as recargas de crédito nos cartões antigos poderão ser feitas normalmente.
Pregopontocom

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

People Mover do Aeroporto de Guarulhos voltará a ser analisado pelo TCU

 Transportes sobre trilhos  🚄

Anunciado pelo governador João Doria em maio de 2019, o People Mover vem passando por vários atrasos desde então. Primeiro porque havia divergências entre a concessionária do aeroporto, a GRU Airport, e a ANAC, a agência federal de aviação civil, quanto à escolha do fornecedor.

Metrô CPTM
O Aeromovel, People Mover oferecido
pelo consórcio AeroGRU
Suspenso pelo Tribunal de Contas da União (TCU) dias depois de o governo Bolsonaro assinar um aditivo junto à GRU Airport para viabilizar sua implantação, o People Mover do Aeroporto de Guarulhos voltará a ser analisado pelo Ministro Vital do Rêgo nesta semana. O relator levará o caso a plenário após receber novos documentos das entidades envolvidas no projeto, que prevê a construção de um sistema de transporte automatizado que ligue os três terminais do aeroporto à Linha 13-Jade da CPTM. Anunciado pelo governador João Doria em maio de 2019, o People Mover vem passando por vários atrasos desde então. Primeiro porque havia divergências entre a concessionária do aeroporto, a GRU Airport, e a ANAC, a agência federal de aviação civil, quanto à escolha do fornecedor. Pelos critérios do governo, levou o AeroGRU, consórcio liderado pela Aeromovel, do Rio Grande do Sul, porém, a GRU Airport preferia o sistema oferecido pela GRU Connecta, da empresa austríaca Doppelmayr, mas com custo bem maior. Nesse meio tempo, ainda era preciso convencer o Tribunal de Contas da real necessidade do sistema, que substituirá um serviço gratuito de ônibus oferecido pela concessionária. Mas o governo federal nunca chegou a enviar os documentos solicitados pelo órgão de controle até que no início de setembro, o Ministério da Infraestrutura decidiu assinar o aditivo à revelia do TCU. Dias depois, após admitir surpresa com a decisão, Vital do Rêgo suspendeu a execução do projeto até que os envolvidos enviassem evidências da viabilidade do projeto, orçado em R$ 217,7 milhões para sua construção. Pedido de reconsideração No início de outubro, o consórcio AeroGRU enviou uma carta ao TCU em que pediu a reconsideração a respeito da decisão de suspender o aditivo. A empresa solicitou ainda que faça parte do processo mesmo não sendo citada diretamente na discussão. A AeroGRU argumentou que já assinou contrato com a concessionária do aeroporto e que teria se comprometido com fornecedores além de alegar ter “tomado as providências para a montagem do canteiro de obras e mobilização de mão de obra, tudo isso em momento difícil, onde são notórias as desorganizações das cadeias produtivas com a falta de produtos e significativos aumentos de custos”. No documento, o consórcio busca exaltar ter sido a melhor opção na concorrência realizada pela AeroGRU, seja pelo aspecto financeiro ou técnico, além de garantir a segurança e eficiência do sistema Aeromovel. No entanto, um dos principais pontos questionados pelo TCU não envolve exatamente qual sistema será implementado, mas sim comprovar que um People Mover é a opção de transporte mais vantajosa se comparada a outras alternativas como o próprio ônibus. O Tribunal, como se sabe, tem como principal função zelar pelo gasto dos recursos federais, nesse caso, a renúncia de parte da outorga devida pela GRU Airport à ANAC pela concessão do aeroporto.
Fonte - Revista Ferroviária  08/12/2021 

CCR Metrô Bahia apoia campanha global sobre mobilidade urbana sustentável

Transportes sobre trilhos 🚇

A ação foi lançada neste ano e destaca a importância do transporte público na construção de uma sociedade mais integrada e de cidades mais inclusivas e acessíveis.

CCR Metrô Bahia
foto - divulgação/CCR
A CCR Metrô Bahia aderiu à campanha global Mobility for Life (Mobilidade para a vida) da UITP-União Internacional de Transporte Público. A ação foi lançada neste ano e destaca a importância do transporte público na construção de uma sociedade mais integrada e de cidades mais inclusivas e acessíveis. A necessidade de investir em inovação e desenvolvimento da mobilidade urbana também é um dos motes da campanha, tendo em vista a criação de um meio ambiente e economia mais sustentáveis. “O transporte público conecta pessoas e é um elemento fundamental para o deslocamento e relacionamento dos cidadãos com seus ambientes sociais, com a cidade. Além de investirmos continuamente na melhoria da mobilidade urbana, também estamos engajados nessa causa”, explica Andre Costa, diretor-presidente da concessionária. O vídeo da campanha está sendo veiculado no site e rede social da CCR Metrô Bahia e além de compartilhado com todos os colaboradores da CCR Metrô Bahia através de canais de comunicação interna. 
Com informações da CCR Metrô Bahia  07/12/2021



sábado, 27 de novembro de 2021

TCU proíbe financiamento da Caixa para o BRT de Cuiaba(MT) e a transferência de recursos do VLT para novo modal

Mobilidade - BRT/VLT  🚍 🚄

A decisão do TCU dessa quarta-feira (24) tem como base uma representação da Prefeitura de Cuiabá que denunciou irregularidades praticadas pela Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do Ministério do Desenvolvimento Regional e pelo estado de Mato Grosso na mudança do modal de transporte público intermunicipal

G1 – Revista Ferroviária
foto - ilustração/arquivo
Em uma decisão colegiada, o Tribunal de Contas da União (TCU) proibiu a transferência de recursos federais e de financiamentos do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para as obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), caso seja feita a alteração do modal, como já anunciou o governo do estado. “Determino ao MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional) e à Caixa (Econômica Federal), que, caso a alteração do modal seja aprovada pelo Conselho Curador do FGTS, não autorizem transferências de recursos federais e de financiamentos para projetos que não contenham devida avaliação do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental”, diz, a decisão. A decisão do TCU dessa quarta-feira (24) tem como base uma representação da Prefeitura de Cuiabá que denunciou irregularidades praticadas pela Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do Ministério do Desenvolvimento Regional e pelo estado de Mato Grosso na mudança do modal de transporte público intermunicipal. O governo do estado informou que o BRT será construído com recursos próprios e não mais com recursos federais. No entanto, para dar andamento à obra, precisa quitar o financiamento de mais de R$ 560 milhões que havia sido feito na Caixa, anteriormente, para a construção do VLT. Enquanto não houver a quitação, a licitação para a obra não pode ser realizada. No início deste ano, segundo o governo, foi feito um pedido à Caixa Econômica para a migração do VLT para o BRT, mas que até agora não houve resposta. 
Veja a notícia completa aqui - https://revistaferroviaria.com.br/2021/11/tcu-proibe-financiamento-da-caixa-para-o-brt-e-transferencia-de-recursos-do-vlt-para-novo-modal-em-mt/
Fonte - Revista Ferroviária 26/11/2021 

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Bahia lidera geração de energias renováveis no país

Energia - Sustentabilidade  💡

Atualmente, a Bahia conta com 205 parques eólicos e 34 parques fotovoltaicos em operação, com investimentos de US$ 3,7 bilhões e US$ 913 milhões respectivamente, resultando numa capacidade instalada de 5.260 MW em relação à eólica, e 1.063 MW com a solar. 

Seinfra BA
foto - ilustração/arquivo
O Estado da Bahia liderou a geração de energias renováveis no país, entre janeiro e setembro de 2021, de acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Na segunda colocação em geração de energia eólica ficou o Rio Grande do Norte, e o estado do Piauí em terceiro. Em energia solar, o Piauí ocupa a segunda posição e, em terceiro, Minas Gerais. Atualmente, a Bahia conta com 205 parques eólicos e 34 parques fotovoltaicos em operação, com investimentos de US$ 3,7 bilhões e US$ 913 milhões respectivamente, resultando numa capacidade instalada de 5.260 MW em relação à eólica, e 1.063 MW com a solar. Os dados são dos Informes Executivos de Energias Solar e Eólica da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). "É um segmento já consolidado em nosso estado e que está em franco crescimento. Temos uma previsão de 117 novos parques eólicos entrarem em operação nos próximos anos, com uma expectativa de geração de mais de 82.500 empregos na fase de construção, e 128 parques fotovoltaicos com a criação de mais de 64 mil postos de trabalho também nos próximos anos", ressaltou o titular da SDE, Nelson Leal. Descentralização Ainda de acordo com Leal, o fato dos empreendimentos estarem no interior do estado torna o segmento ainda mais importante para a economia baiana. "Promove uma descentralização do desenvolvimento, veja que cada torre eólica, por exemplo, gera uma renda de R$ 2 mil/mês, em média, para o proprietário da área", destacou Leal. Entre os municípios beneficiados com parques fotovoltaicos instalados estão: Tabocas do Brejo Velho, Bom Jesus da Lapa, Juazeiro, Guanambi, Barreiras, Itaguaçu da Bahia, Oliveira dos Brejinhos e Casa Nova. Já os eólicos estão em Sento Sé, Caetité, Morro do Chapéu, Campo Formoso, Gentio do Ouro, Igaporã, Guanambi, Pindaí, Mulungu do Morro, Brotas de Macaúbas, Várzea Nova, Cafarnaum, Sobradinho, Casa, Brumado, Xique-Xique, Bonito, Ourolândia, Dom Basílio e Umburanas.
Com informações da Seinfra BA  24/11/2021

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Bahia pode ser o primeiro estado do país a ter consórcio público de trânsito

Trânsito   🚗 🚏 🚲  👪

O estado deu os primeiros passos para se tornar pioneiro no país a realizar a integração ao Sistema Nacional de Trânsito, por meio de consórcio público. A apresentação do projeto ocorreu na última sexta-feira (19), durante evento capitaneado pelo Consórcio Portal do Sertão, reunindo representantes do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA), Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) e prefeitos das cidades envolvidas, em Conceição da Feira. 

Secom Ba
foto - ilustração/arquivo

A integração do trânsito de forma consorciada poderá se transformar em realidade, em breve, para 16 municípios baianos. O estado deu os primeiros passos para se tornar pioneiro no país a realizar a integração ao Sistema Nacional de Trânsito, por meio de consórcio público. A apresentação do projeto ocorreu na última sexta-feira (19), durante evento capitaneado pelo Consórcio Portal do Sertão, reunindo representantes do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA), Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) e prefeitos das cidades envolvidas, em Conceição da Feira. A novidade figura como resposta ao desafio de melhoria da mobilidade urbana nas pequenas cidades e poderá ser adotada na Bahia. A viabilização do consórcio concorre para a qualificação e desenvolvimento dos municípios, explica o diretor-geral do Detran-BA, Rodrigo Pimentel. “A fluidez do trânsito atrai empresas e investimentos para as cidades, pontuando positivamente no momento da implantação. Ou seja, o consórcio é uma decisão importante com impacto na segurança do trânsito para moradores e visitantes”, reforça Pimentel. O consórcio é uma modalidade estratégica para a organização do trânsito em municípios que esbarram em dificuldades financeiras e estruturais para sua viabilização, como explicou a presidente do Cetran, Mag Gramacho, durante explanação sobre etapas necessárias à estruturação do projeto de integração. O projeto de sinalização das vias de trânsito será executado pelas empresas credenciadas ao Detran-BA e acompanhado pelo Departamento. A expectativa é de que o primeiro consórcio baiano de trânsito passe a operar no início de 2022.
Fonte - Secom BA  22/11;2021

Quatro(4) momentos que contam a história da destruição das ferrovias no Brasil

Transportes sobre trilhos - Ferrovias   🚂🚃🚃🚃🚃

Em 15 anos, o Brasil tinha perdido 8 mil km de ferrovias, que se estendiam naquele momento por cerca de 30 mil km do território nacional. Desde então, o tamanho da malha ferroviária patina no mesmo patamar.

BBC News Brasil * 
foto - ilustração/arquivo
Lançada em 1975, a canção Ponta de Areia, composta por Milton Nascimento e Fernando Brant, é um lamento do fim da Estrada de Ferro Bahia Minas, que ligava os 582 km entre Araçuaí (MG) e o distrito de Ponta de Areia (BA). Em 15 anos, o Brasil tinha perdido 8 mil km de ferrovias, que se estendiam naquele momento por cerca de 30 mil km do território nacional. Desde então, o tamanho da malha ferroviária patina no mesmo patamar. Atualmente, de acordo com o os dados do Anuário Estatístico de Transportes, tem 29,8 mil km. A BBC News Brasil perguntou a especialistas em história e engenharia ferroviária o porquê – sintetizado, a seguir, em quatro momentos. A crise do café O café é elemento central nos primeiros capítulos da história das ferrovias no Brasil – tanto na ascensão quanto na decadência, como explica Eduardo Romero de Oliveira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). É a razão para a construção das primeiras estradas de ferro no século 19: a primeira delas, a Estrada de Ferro Mauá, que começou a operar em 1854, levava em suas locomotivas a vapor a commodity do Vale do Paraíba ao porto de Magé, na baixada fluminense, que, de lá, seguia de barco até a cidade do Rio. Nessa época, o café representava quase 50% das exportações brasileiras. A malha ferroviária foi aumentando com a expansão da atividade cafeeira e passou a deslocar também passageiros, que até então só conseguiam viajar longas distâncias com transportes movidos por tração animal, como as charretes puxadas por cavalos. “Durante muito tempo, as ferrovias foram praticamente a única via de transporte de cargas e pessoas no país”, destaca Oliveira, um dos pesquisadores do projeto Memória Ferroviária. E foi nesse contexto que a malha chegou a quase 30 mil km de extensão na década de 1920, quando veio o baque da crise de 29. O crash da bolsa nos Estados Unidos, na época o maior comprador de café brasileiro, e a grande depressão que se seguiu tiveram impacto direto sobre o Brasil. Em um curto espaço de tempo, as exportações da mercadoria despencaram, assim como os preços. As ferrovias, que eram administradas pelo setor privado sob regime de concessão, passaram a transportar cada vez menos carga e viram sua rentabilidade despencar. Tem início, nesse momento, um período lento de decadência que culminaria na estatização das estradas de ferro mais de duas décadas depois. JK e o nascimento da indústria automobilística Antes, contudo, outros dois fatores importantes entram em cena: o crescimento das cidades e a popularização do automóvel. O país vive uma grande transformação depois de 1940. Até então baseada quase exclusivamente na agricultura, a economia brasileira se volta cada vez mais para a indústria. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Vale do Rio Doce, então empresas estatais, são fundadas nessa época, em 1940 e 1942, respectivamente, no último período do governo de Getúlio Vargas, a ditadura do Estado Novo. Essa mudança na matriz de crescimento, por sua vez, catalisa um processo de migração das populações de áreas rurais para as cidades. As capitais ganham uma nova escala, vão inchando, um processo que tem como efeito colateral a diminuição da demanda por trens de passageiros em alguns trechos menores, entre cidades próximas. “As fábricas estão nas cidades”, pontua Oliveira. A política de industrialização continua com o presidente Juscelino Kubitschek, que assume em 1956 e elege a indústria automobilística como catalisador de seu plano de desenvolvimento. O Plano de Metas de JK, que ganhou o slogan “50 anos em 5”, é frequentemente apontado como o início do chamado “rodoviarismo” no Brasil. Um movimento cheio de nuanças e explicado por uma combinação de fatores, diz o professor de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ Hostílio Xavier Ratton Neto. Um deles é a própria natureza da indústria automotiva, que tem uma cadeia de produção longa, com efeito multiplicador na economia, e emprega uma mão de obra qualificada que até então não existia no país. “É nessa época que se cria a classe do operário especializado, com maior poder aquisitivo”, afirma. Em paralelo, a construção das rodovias era menos custosa que as estradas de ferro e o petróleo usado para produzir combustível ainda era muito barato. No pano de fundo, a Guerra Fria estreitava as relações entre Brasil e Estados Unidos. Na tentativa de barrar a expansão da influência da União Soviética no continente, os americanos firmaram acordos de cooperação técnica e de financiamento para investimentos com diversos países da América Latina. Assim, ainda em 1956 foi criado o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (GEIA), sob o comando do Capitão de Mar e Guerra Lúcio Meira. O Brasil, que até então só montava veículos, passaria a fabricar carros, caminhões e jipes, tendo como principal polo a região do ABC paulista. São desse período dois modelos que fizeram história no país: o Fusca e a Kombi, ambos da linha de montagem da Volkswagen em São Bernardo do Campo. Com a produção de veículos nacionais, multiplicaram-se os quilômetros de rodovias. Só nos cinco anos de gestão JK, a malha rodoviária federal pavimentada foi multiplicada por três, de 2,9 mil km para 9,5 mil km. As ferrovias, por sua vez, entravam os anos 1950 sucateadas. Além da redução da demanda de carga e passageiros, um outro fator contribuiu para o “estado bastante acentuado de degradação física das estradas de ferro”: “Muitas concessões já estavam no final, próximo da devolução, e não havia cláusula nos contratos que obrigassem as concessionárias a fazer investimentos ou devolver as ferrovias no estado em que as pegaram”, diz Ratton Neto, que tem larga experiência no planejamento, construção, operação e gestão de sistemas de transporte metroviário e ferroviário. É nesse contexto que, em 1957, surge a Rede Ferroviária Federal (RFFSA), estatal que passou a administrar as ferrovias que até então estavam nas mãos de diferentes empresas privadas. Inicialmente, diz o historiador Welber Luiz dos Santos, do Núcleo de Estudos Oeste de Minas da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária, a intenção não era “destruir” as ferrovias. “Os primeiros relatórios da empresa demonstram que o projeto era de modernização e unificação administrativa para facilitar a integração entre os diferentes meios de transporte”, afirma o pesquisador. “Os investimentos rodoviários do Plano de Metas de JK não eram uma ameaça ao sistema ferroviário”, avalia. A extinção das linhas de passageiros Os projetos de recuperação e melhoria, contudo, incluíam a desativação de uma série de linhas e “ramais” (jargão do setor para os trechos secundários) considerados deficitários. A lógica, diz o historiador Eduardo Romero de Oliveira, é que o mundo de meados do século 20 era completamente diferente daquele que, muitas décadas antes, havia norteado a construção de parte das ferrovias. “Houve uma mudança no negócio”, diz o professor da Unesp. “As estradas de ferro da música do Milton Nascimento eram de outra época, para pensar o transporte de café, de açúcar, em um período em que nem a legislação trabalhista existia.” O químico Ralph Mennucci Giesbrecht, um “fanático por ferrovias” que há mais de duas décadas pesquisa sobre elas, especialmente sobre as estações, coleciona diversas histórias desse período turbulento. “Nos anos 60 e 70 sumiram praticamente todas as ferrovias menores, aquelas consideradas deficitárias”, diz ele, autor do livro O Desmanche das Ferrovias Paulistas. Os conflitos aparecem em histórias como a da desativação do trecho entre as cidades paulistas de São Pedro e Piracicaba, concluída em 1966. O prefeito de São Pedro na época chegou a enviar um telegrama incisivo ao governador, Laudo Natel, questionando o critério da baixa rentabilidade usado para justificar a extinção do ramal. “Déficit, se não levarmos em conta o bem coletivo, também dá a polícia, dão as escolas e todas as repartições mantidas pelo Estado. O déficit do ramal é muito relativo, pois, não levando em conta o movimento das estações de Barão de Rezende, Costa Pinto, Recreio e Paraisolândia, a estação de São Pedro despachou este ano mais de 40.000 toneladas de cana. Finalizando, aqui deixo minha desilusão por tudo e por todos”, dizia a mensagem, conforme reportagem do jornal O Estado de S.Paulo de 30 de outubro de 1966 encontrada por Giesbrecht. Aos poucos, as linhas de passageiros foram desaparecendo, permanecendo, em alguns casos, aquelas que cruzavam as regiões metropolitanas das grandes cidades, usadas até hoje. Com o avanço da indústria automobilística e a entrada do avião em cena, as ferrovias entraram em crise, em maior ou menor medida, em todo o ocidente. Nos países em que foram mantidas para transporte de passageiros, o serviço, na maioria dos casos, passou às mãos do Estado. É o caso, por exemplo, dos Estados Unidos. A estatal Amtrak foi fundada em 1971 e faz até hoje a gestão das linhas de passageiros no país. Também são estatais a alemã Deutsche Bahn, a espanhola Renfe e a francesa Société Nationale des Chemins de fer Français (SNCF). A estagnação e o corredor de commodities Do lado do transporte ferroviário de carga, parte dos investimentos vislumbrados no período JK não saíram do papel, diz o historiador Welber Santos. Em sua visão, a ditadura militar mudou o foco da política de transportes, que passou a ser mais voltada para as rodovias, com a aposta em grandes obras de engenharia, como a ponte Rio-Niterói, e alguns investimentos questionáveis, como a Transamazônica, que nunca foi concluída. A Ferrovia do Aço, ele diz, um dos projetos ferroviários que chegou a sair do papel nesse período, começou a ser construída em 1973 com a promessa de ser entregue em mil dias, mas só foi inaugurada em 1992, e com um porte muito mais modesto do que o projeto inicial. Para Ratton Neto, da Coppe/UFRJ, um dos principais obstáculos à realização dos investimentos necessários à malha ferroviária do país naquela época foi a crise do petróleo de 1973 e o período turbulento que se seguiu. “Depois daquele choque na economia mundial, o Brasil, que até então tinha acesso fácil a crédito, passou a ser visto como país de alto risco. A partir daí, teve início uma crise que impediu que os planos nacionais de desenvolvimento pudessem ter sequência. Deixamos de planejar para apagar incêndio praticamente até os anos 90”, diz ele. Nos anos 1990, em um contexto de baixo crescimento econômico, inflação elevada e alto nível de endividamento público, a RFFSA é liquidada e as ferrovias são novamente concedidas à iniciativa privada, por meio do Plano Nacional de Desestatização (PND). A partir daí, elas passam a funcionar majoritariamente como corredores de transporte de commodities para exportação, diz o professor da Coppe/UFRJ. Hoje, quase metade da malha, 14 mil km, está nas mãos da Rumo Logística, empresa do grupo Cosan. Outros 2 mil km são administrados pela Vale. Cerca de 75% da produção de transporte ferroviário é minério de ferro. “Outros 10% ou 12% são soja”, estima Ratton Neto. Como os contratos de concessão não preveem a realização de investimentos e melhorias, boa parte da malha segue como foi construída no segundo império, com a chamada bitola métrica, ultrapassada, bem mais estreita que a bitola internacional, hoje usada como padrão. O modelo atual de exploração das ferrovias, na avaliação do especialista, subaproveita o potencial do país e deixa o Brasil refém das rodovias – consequentemente, mais suscetível a greves de caminhoneiros como a de 2018, que gerou caos e desabastecimento. As estradas de ferro poderiam ser mais utilizadas para transporte de bens industriais, ele exemplifica, de bobinas de ferro e cimento a automóveis, inclusive em trechos curtos, nos moldes das “short lines” dos Estados Unidos. “Também poderiam ser usadas para transportar contêineres, uma tendência nova e muito rentável”, acrescenta. Um entrave para o planejamento de novas linhas, contudo, é o apagão de dados sobre a movimentação interna de cargas. O Brasil não sabe, no detalhe, o que é transportado e de onde para onde. Iniciativas como o Plano Nacional de Contagem de Tráfego ainda não geram dados robustos nesse sentido, diz o professor. A outra é o próprio modelo de concessão, em que as concessionárias têm controle tanto sobre as vias quanto sobre os trens. Assim, essas empresas acabam tendo o monopólio do transporte ferroviário e, em última instância, decidem o que trafega ou não pelos trilhos. “As ligações hoje atendem aos interesses dos próprios concessionários.” Os novos projetos anunciados recentemente pelo governo, na avaliação do professor, não chegam a quebrar a lógica das ferrovias como corredor de commodities. Em setembro, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, anunciou a autorização para construção, pela iniciativa privada, de 10 novas ferrovias, com investimentos da ordem de R$ 50 bilhões. Em paralelo, ele chama atenção também para o projeto da Ferrogrão, que deve ligar o Mato Grosso ao Pará em cerca de 933 km com a proposta de facilitar o escoamento de grãos pela região Norte do país. Na tentativa de tirar a ferrovia do papel, o governo sinalizou que disponibilizará para a futura concessionária até R$ 2,2 bilhões em recursos da União. O dinheiro, contudo, viria da outorga que será paga pela Vale para renovar a concessão de duas das ferrovias que administra hoje, a Estrada de Ferro Carajás e a Estrada de Ferro Vitória-Minas. “Os recursos da outorga que poderiam ser usados para geração de benefícios econômicos e sociais nesse caso acabariam captados pelo próprio setor privado.”
* https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59242402
Fonte - Revista Ferroviária  17/11/2021

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Maria Fumaça fará mais um teste até a estação Jaraguá em Maceió neste sábado, 25

Turismo ferroviário  🚂🚃🚃

O percurso será executado a partir das 16 horas, acompanhado pela superintendência e terá uma recepção especial quando chegar no destino final. É que a Fundação Cultural Cidade de Maceió 

Da Redação
divulgação - CBTU/Maceió
A Maria Fumaça, uma locomotiva quase centenária que está em processo de revitalização pela equipe de Manutenção da CBTU - Companhia de Trens Urbanos de Maceió, fará mais um teste de operação no próximo sábado, 25, saindo da Estação Central até o bairro de Jaraguá. O percurso será executado a partir das 16 horas, acompanhado pela superintendência e terá uma recepção especial quando chegar no destino final. É que a Fundação Cultural Cidade de Maceió - FMAC - vai realizar o Corso Carnavalesco Fora de Época, evento que será encerrado com a participação da Maria Fumaça fazendo o trajeto de volta para a Estação Central. A Maria Fumaça é de origem alemã, tem 92 anos, e está sendo preparada para circular como Trem Turístico, atuando nos finais de semana com uma programação que sairá da Estação Fernão Velho - onde haverá uma sala de curiosidades com exposição de objetos antigos e raros que pertencem à CBTU e fazem referência ao passado glorioso dos trens - até a Estação Utinga Leão. Serão cerca de 100 lugares, em dois vagões, destinados a turistas e moradores para contemplação das belas paisagens bucólicas da região da Lagoa Mundaú, com apresentações folclóricas, degustação de bebidas produzidas no Estado, até chegar ao IPMA - Instituto para Preservação da Mata Atlântica, na Estação Utinga, com passeio pelo parque de aves raras, como o Mutum, naturais da fauna alagoana. O projeto da Maria Fumaça está em fase de avaliação e fechamento de parcerias que viabilizem a programação. Deve começar a circular em caráter experimental a partir de dezembro de 2021.
Com informações da CBTU 23/09/2021

Cadastro do cartão do Metrô de Salvador já pode ser feito por aplicativo

Transportes sobre trilhos  🚇

O cadastro pelo celular está disponível para qualquer aparelho do sistema operacional Android, de forma totalmente gratuita, pelo aplicativo Quicko. É só baixar o aplicativo na loja do seu aparelho e cadastrar o cartão com o nome e o CPF do cliente que vai utilizá-lo.

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom
Quem utiliza o Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas terá mais uma facilidade. É que o cadastro do cartão para acesso nas plataformas já pode ser feito por aplicativo de celular, dando praticidade e segurança ao cliente. O cadastro pelo celular está disponível para qualquer aparelho do sistema operacional Android, de forma totalmente gratuita, pelo aplicativo Quicko. É só baixar o aplicativo na loja do seu aparelho e cadastrar o cartão com o nome e o CPF do cliente que vai utilizá-lo. Essa prática é importante para que o valor usado para adquirir o cartão seja reembolsado em créditos e também para que uma pessoa tenha uma opção de bloqueio do cartão e resgatar os créditos em caso de perda ou roubo.

Sobre o aplicativo Quicko
O Quicko app ajuda as pessoas a encontrar a melhor forma de chegar ao seu destino. Para isso, você pode dizer para onde quer ir e escolher entre as diversas opções, podendo combinar transporte público com bicicletas compartilhadas, táxis ou carros de aplicativo. O aplicativo precisa a melhor a jornada, pra você não se perder ao longo do trajeto. A Quicko também te mostra no mapa os endereços das estações de Metrô, pontos de ônibus, bicicletas compartilhadas e muito mais. Uma parceria com a CCR Metrô Bahia permite que os usuários do aplicativo façam a compra de crédito diretamente pelo celular, inclusive fazendo o pagamento por Pix, formato recém-lançado. Todos os serviços do app são gratuitos, não há cobrança de taxa por nenhum deles.
Com informações da  CCR Metrô Bahia 21/09/2021

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Funcionamento do sistema Ferry-Boat Salvador/Itaparica nesta segunda(20)

Boletim Informativo/Travessia marítima 🚢

Nesta segunda-feira(20), o sistema Ferry-Boat mantem em operação na travessia marítima entre Salvador e a ilha de Itaparica 5 embarcações,- Zumbi dos Palmares, Pinheiro, Anna Nery, Dorival Caymmi e Ivete Sangalo -. O movimento de veículos é moderado e tranquilo para passageiros no terminal de Bom Despacho. Em São Joaquim, fluxo é tranquilo para veículos e passageiros. - O serviço esta funcionando das 5h às 22h, todos os dias, incluindo os finais de semana nos seguintes horários: 5h, 6h, 8h, 10h, 11h, 12h, 14h, 16h, 17h, 18h, 19h, 20h, 21h e 22h, saindo do Terminal São Joaquim; e 5h, 6h, 8h, 9h, 10h, 12h, 13h, 14h, 16h, 17h, 18h, 19h, 20h, 21h e 22h, a partir do Terminal Bom Despacho. - Em atendimento a resolução da agência reguladora(Agerba), o atendimento aos veículos correspondente à capacidade total de cada embarcação, já para o embarque de passageiros, fica restrito  a 75% da capacidade total de cada embarcação. Para esse momento de pandemia só será permitida à venda de apenas uma passagem por pessoa.



foto - ilustração arquivo