UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 13 de maio de 2015

BNDES já desembolsou R$ 4,1 bilhões para Linha 4 do metrô do Rio

Transportes sobre trilhos

Do total aprovado para a Linha 4, o BNDES já desembolsou R$ 4,1 bilhões. O financiamento do banco foi concedido ao Estado do Rio de Janeiro - a quem cabe a execução de toda a infraestrutura de túneis, vias e estações, além dos sistemas auxiliares e elétricos -, e os investimentos somam R$ 9,2 bilhões.

Uol
foto - ilustração
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou hoje que os financiamentos da instituição para as obras da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro somam R$ 6,6 bilhões. Hoje, a presidente Dilma Rousseff visitou as obras do túnel entre São Conrado e Barra da Tijuca, que fazem parte da Linha 4.
Do total aprovado para a Linha 4, o BNDES já desembolsou R$ 4,1 bilhões. O financiamento do banco foi concedido ao Estado do Rio de Janeiro - a quem cabe a execução de toda a infraestrutura de túneis, vias e estações, além dos sistemas auxiliares e elétricos -, e os investimentos somam R$ 9,2 bilhões.
Com a entrada em operação, em 2016, dos 16 quilômetros da Linha 4 - interligando a estação General Osório, em Ipanema, na zona sul, à estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca -, o metrô do Rio passará a contar com quase 60 quilômetros de extensão. Em seu primeiro ano de operação, estima-se que vão embarcar em dias úteis nas estações da Linha 4 aproximadamente 300 mil pessoas. A Linha é composta de seis estações: Praça Nossa Sra. da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, Gávea, São Conrado e Jardim Oceânico.
À concessionária RioBarra, responsável pela operação do trecho, cabem investimentos referentes aos principais sistemas operacionais (sinalização e pilotagem automática), à aquisição de material rodante (15 trens) e a investimentos diversos, no valor de R$ 1,2 bilhão.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Parte da França o primeiro VLT para a cidade de Cuenca no Equador

Transportes sobre trilhos/Internacional

Em 2013,a cidade de Cuenca assinou um contrato de US $ 142,6m com o consórcio CITA Cuenca,liderado pela Alstom incluindo as empresas CIM, Ineo, e TSO. A participação da Alstom abrange o fornecimento de 14 VLTs, bem como eletrificação, abastecimento de energia e sistemas de integração.

Railway Gazette
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Equador - O primeiro VLT Citadis com destino a Cuenca deixou a fábrica da Alstom em La Rochelle na França. Ele deverá sair do porto de Antuérpia em 17 de maio e devera chegar em Cuenca, no final de junho.
Em 2013,a cidade de Cuenca assinou um contrato de US $ 142,6m com o consórcio CITA Cuenca,liderado pela Alstom incluindo as empresas CIM, Ineo, e TSO. A participação da Alstom abrange o fornecimento de 14 VLTs, bem como eletrificação, abastecimento de energia e sistemas de integração.
Um outro contrato de US $ 72,1m referente a construção do centro de manutenção do material rodante,a preparação do alinhamento e outros trabalhos foi assinado com o consórcio Tranvía Cuatro Ríos de Cuenca. O projeto de gestão e supervisão será realizado por um terceiro contrato no valor de US $ 8,2m pela SMT-AC / Artelia Ville e Transporte
railwaygazette
Os VLTs serão 100% eléctricos com piso baixo e 33m de comprimento com capacidade para 300 passageiros. Eles serão equipados com fonte de alimentação APS da Alstom ao nível do solo, para operarem sem catenária no centro histórico da cidade.
Vários componentes dos VLTs  que serão fornecidos para a Alston serão fabricados em outros locais como,Ornans (motores), Le Creusot (truques), Villeurbanne (equipamentos de tração,sistema de controle,sistema de informações sobre os passageiros a bordo e equipamentos) e Tarbes (módulos e armários do disjuntor).
Todos as composições deverão ser entregues até outubro,para a entrada em operação comercial no próximo ano.
Primeiro bonde moderno (VLT) do Equador terá uma linha de 10 km com 27 paradas. O principal financiamento do projeto é através de empréstimo pelo Emerging País Reserva do governo francês.
Fonte - Railway Gazette  12/05/2015

Tradução e adaptação de texto - Pregopontocom

Original Text - http://www.railwaygazette.com/news/news/cs-america/single-view/view/first-cuenca-tram-on-its-way.html

CBTU realiza manutenção no trem que fará Locomotiva Forrozeira

Locomotiva Forrozeira

A equipe de manutenção da CBTU em João Pessoa já realizou quase todas as adequações, revisões e ajustes para o trem seguir até a Rainha da Borborema e fazer bonito na melhor atração diurna dos festejos juninos do Nordeste. Na última semana, o trem recebeu a inspeção da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

CBTU

João Pessoa - O trem composto de sete carros de passageiros, que fará as seis viagens da Locomotiva Forrozeira no Maior São João do Mundo, na cidade de Campina Grande, a 120 km da capital, está recebendo os últimos reparos. A equipe de manutenção da CBTU em João Pessoa já realizou quase todas as adequações, revisões e ajustes para o trem seguir até a Rainha da Borborema e fazer bonito na melhor atração diurna dos festejos juninos do Nordeste. Na última semana, o trem recebeu a inspeção da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Segundo o superintendente da CBTU em João Pessoa, Wladme Macedo, depois de todos esses ajustes, o trem partirá para Campina Grande no dia 8 de junho, mas só fará a primeira viagem no dia 13 de junho. “Ao todo serão seis viagens entre a cidade de Campina Grande e o distrito de Galante. A CBTU, como uma das parceiras desse evento, tem que levar o trem com total condição de realizar uma grande festa, assim como vem fazendo todos os anos”, afirma.
Assim como no ano passado, os passageiros da Locomotiva Forrozeira serão recebidos com um café da manhã de boas vindas, na Estação Velha, local de saída do trem. Grupos folclóricos e artistas regionais recepcionarão os forrozeiros na área de embarque. E quem entrar nos vagões da Locomotiva Forrozeira não vai conseguir ficar parado. Cada um deles tem um trio de forró pé-de-serra com sanfona, triângulo e zabumba tocando sem parar durante toda a viagem de ida e de volta.
Para participar dessa festa é preciso comprar a camisa que custa R$ 110 reais, e está sendo vendida em João Pessoa nas Lojas Furtacor no Mag Shopping, Tambiá Shopping e Shopping Sul. As camisas também serão vendidas no Shopping Partage em Campina Grande, a partir do dia 28 de maio; e podem ser compradas pelo e-mail locomotivaforrozeira@gmail.com. Caso queiram maiores informações sobre os ingressos podem entrar em contato com Laísa, através dos telefones (83) 9608-8064 ou (83) 8706-6931.
Este ano, a Locomotiva Forrozeira partirá da Estação Velha, atual Museu do Algodão, em Campina Grande, nos dias 13, 14, 20, 21, 24 e 27 de junho, com destino à Galante. Garanta a sua presença, os ingressos são limitados. Os ingressos para a abertura no dia 13 já estão esgotados.
Fonte - CBTU  12/05/2015

VLT de Cuiabá - Consórcio propõe terminar obras no ano de 2018

Transportes sobre trilhos

A previsão consta de cronograma de finalização das obras entregue ao governo do estado na última quinta-feira (7) pelo consórcio de empresas responsáveis pela execução do projeto, licitado por R$ 1,477 bilhão e atualmente com trabalhos paralisados entre Cuiabá e Várzea Grande.

G1
foto - ilustração/fotospúblicas
MT - Iniciadas em 2012, as obras de implantação do metrô de superfície Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá deverão extrapolar em mais de quatro anos o prazo inicial de conclusão, sendo finalmente entregues à população da região metropolitana em setembro de 2018. A previsão consta de cronograma de finalização das obras entregue ao governo do estado na última quinta-feira (7) pelo consórcio de empresas responsáveis pela execução do projeto, licitado por R$ 1,477 bilhão e atualmente com trabalhos paralisados entre Cuiabá e Várzea Grande.
Conforme o cronograma, a população da região metropolitana ainda teria de conviver com obras nas principais avenidas ao longo de três novas fases de trabalho. Cada uma abrangeria diferentes trechos de instalação dos trilhos (nas duas linhas projetadas) e de construção das futuras estações. A entrega deste cronograma foi confirmada pelo consórcio e pela Secretaria de estado de Cidades (Secid), órgão do governo responsável, entre outros, por gerenciar as obras atrasadas que haviam sido prometidas para a Copa do Mundo de 2014.

Cronograma
Segundo a Secid, a primeira etapa proposta de trabalhos – que abrangeria o trecho entre o Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, e a região do Porto, em Cuiabá - teria início no dia 1° de julho e final previsto para o dia 2 de agosto de 2016.
A segunda etapa – obras entre a região do Porto e a região do Centro Político Administrativo (CPA), em Cuiabá – teria início no dia 18 de abril (antes mesmo de a primeira etapa ser concluída) e finalização até 14 de outubro de 2017.
Já a terceira etapa funcionaria de forma parecida com a segunda, começando antes de a etapa anterior ser concluída, e abrangeria a linha entre o Morro da Luz (centro da capital) e a região do Coxipó, entre os dias 23 de maio de 2016 e 7 de setembro de 2018.
Segundo este esquema, a população de Várzea Grande já deixaria de conviver com as obras em 2016, pois já estariam prontas as intervenções que afetam as avenidas da FEB e João Ponce de Arruda. Por sua vez, o trânsito de uma das principais avenidas de Cuiabá, a Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA) ainda seria afetado até 2017.
Já o trecho da linha do VLT entre o centro da capital e a região do Coxipó seria o que passaria mais tempo em obras, comprometendo o trânsito de vias como a Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), a Avenida Coronel Escolástico e a Avenida Fernando Corrêa da Costa entre maio de 2016 e setembro de 2018.
O detalhamento das etapas foi divulgado pela Secid, mas a secretaria ainda deverá avaliar a proposta de conclusão das obras e se manifestar a respeito na próxima audiência de conciliação entre o estado e o Consórcio VLT. As partes procuraram a Justiça para tentar entrar em acordo a respeito das obras paradas do modal de transporte.
O plano de trabalho foi entregue em atendimento a uma exigência da Justiça no processo de conciliação, que determinou ao Consórcio a elaboração de um cronograma detalhado e com projetos executivos para a conclusão das obras do VLT.

Consórcio
De acordo com a assessoria de imprensa do Consórcio, foram protocolados 18 volumes de projetos executivos à Secid na última quinta-feira, último dia do prazo concedido pela Justiça para o Consórcio apresentar a documentação.
Ainda segundo o consórcio, o plano de trabalho com conclusão prevista para 2018 foi elaborado com base na vontade manifestada pelo próprio governo durante audiências de conciliação de que as obras fossem finalizadas até aquele ano - último ano do mandato do atual governador, Pedro Taques (PDT).
À reportagem, o consórcio reafirmou o “interesse pleno na retomada das obras”, mas informou que as empresas integrantes têm dificuldades em voltar aos trabalhos porque o governo ainda não efetuou o pagamento atrasado referente às medições dos meses de agosto, setembro e outubro de 2014. Financiadora do projeto, a própria Caixa Econômica Federal já teria liberado o valor das medições, mas este até hoje não chegou às empreiteiras, segundo o consórcio.
Outra dificuldade relatada pelo consórcio é a ausência de um cronograma de desapropriações dos imóveis no trajeto do VLT. De 360 imóveis, até hoje o governo não teria entregado o cronograma de desapropriação de 160 (entre eles, casas históricas e postos de gasolina, segundo o consórcio).
Além disso, as empresas reclamam que até o momento o estado não se pronunciou a respeito do pedido de revisão do contrato, o que, na prática, deve resultar em aumento do valor total dos trabalhos. O pedido foi feito em outubro ao então governador Silval Barbosa (PMDB) e segue sem resposta, critica o consórcio.

Governo
Procurada, a Secid fez questão de esclarecer que o que recebeu do consórcio não são projetos executivos do VLT, mas projetos básicos "muito bem elaborados", nas palavras do secretário Eduardo Chiletto.
A Secid informou também que deverá analisar a proposta de cronograma recebida e se manifestar a respeito dela oficialmente durante a próxima audiência de conciliação, em junho, mas Chiletto adiantou que a documentação enviada pelo consórcio não possui detalhes técnicos e especificações necessárias para que as obras sejam executadas.
A secretaria também esclareceu que ainda está dentro do prazo determinado pela Justiça (45 dias) para entregar o cronograma de desapropriações cobrado pelo consórcio.
Por último, a Secid também explicou que todas as questões referentes ao aspecto econômico-financeiro das obras do VLT estão sendo tratadas em conjunto pela Procuradoria (PGE) e pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), as quais deverão propor um encontro de contas na próxima audiência de conciliação com o consórcio.
Fonte - Revista Ferroviária  12/05/2015

Projetos de BRTs são cancelados por falta de cumprimento de prazos

Mobilidade

Ministério das Cidades cancela BRT em Caruaru e corredores exclusivos em Olinda e Paulista. A medida foi tomada pelo não cumprimento de prazos.A decisão foi publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira.

Diário de Pernambuco
Foto - ilustração
O Ministério das Cidades decidiu cancelar a implantação do sistema Bus Rapid Transit (BRT) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O projeto existe há três anos, quando o órgão constatou que havia viabilidade na área, no entanto, orçado em R$ 250 milhões, nunca saiu do papel. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira. Além disso, também anulou a execução das obras de corredor exclusivo de ônibus de complementação da III Perimetral, trecho Olinda e Recife e trecho Paulista.
Segundo a publicação, a implantação deveria obedecer aos atos normativos que regem o Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte) e o calendário com os prazos estabelecidos para contratação da operação de crédito no Programa. "Considerando a ocorrência de desistências formalizadas da contratação da operação de crédito e o não cumprimento dos prazos estabelecidos, resolve: Art. 1º Tornar insubsistente a seleção das propostas listadas no Anexo I desta portaria em função da não continuidade da contratação no Programa Pró-Transporte, para fins de realocação dos recursos do programa", consta no documento.
O sistema deveria ligar Caruaru de Leste a Oeste - do Alto do Moura ao Bairro das Rendeiras, com estações próprias e aproveitando o trajeto da linha férrea. Através de nota oficial, a Prefeitura de Caruaru explicou que os atrasos ocorridos, quando dos prazos estabelecidos no início, não foram cumpridos por causa da demora na aprovação do projeto, além de outros aspectos formais, que não foram detalhados.

Propostas sem continuidade de contratação no programa Pró-Transporte, no âmbito do PAC 2 Mobilidade Médias Cidades
Fonte - Diário de Pernambuco  12/05/2015

Dilma visita obras de ampliação do metrô do Rio de Janeiro

Transportes sobre trilhos

A passagem de Dilma pelo túnel de cerca de 5 quilômetros, que liga as futuras estações, durou 10 minutos. Ela chegou às 13h, acompanhada do prefeito e do governador do Rio, Eduardo Paes e Luiz Fernando Pezão, além do secretario estadual de Transporte, Carlos Roberto Osorio.

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração/Via Trolebus
A presidenta Dilma Rousseff visitou hoje (12), rapidamente, as obras da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro. Ela percorreu, em uma espécie de trenzinho, o trecho que liga São Conrado e Rocinha, na zona sul, à Barra da Tijuca, na zona oeste, perto ao Itanhangá.
A passagem de Dilma pelo túnel de cerca de 5 quilometros, que liga as futuras estações, durou 10 minutos. Ela chegou às 13h, acompanhada do prefeito e do governador do Rio, Eduardo Paes e Luiz Fernando Pezão, além do secretario estadual de Transporte, Carlos Roberto Osorio.
Mesmo rápida, a passagem chamou a atenção dos operários, que documentaram a visita com fotos e vídeos feitos de seus celulares.
O auxiliar de topógrafo Wendell Monteiro Machado disse que foi uma oportunidade inédita. "A gente nunca imaginou ver a presidenta assim, de pertinho", contou. "Ela [a visita] foi rápida, mas [a presidenta] foi simpática e tirou fotos", completou Wendell.
Em seguida, Dilma Rousseff deixou a Barra e seguiu para o centro, onde se reúne, ainda hoje, com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, na Cidade Nova.
Com financiamento do governo federal, a Linha 4 do metrô é um dos compromissos do governo e da prefeitura, para garantir a mobilidade durante a competição internacional.
A previsão de inauguração do novo trecho, que terá 16 quilômetros e seis novas estações entre Ipanema e a Barra, é julho do ano que vem.
Fonte - Agência Brasil  12/05/2015

Três veículos do VLT chegam a Santos em maio, segundo EMTU

Transporte sobre trilhos

Os veículos que chegam a cidade são os primeiros produzidos no Brasil. Ainda em maio serão concluídas as obras no túnel Nossa Senhora de Lourdes, no bairro José Menino, e consequentemente terá início a fase de testes dos trechos até o Canal 2

G1
foto - ilustração/diáriodolitoral
Três unidades do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) chegam a Santos, no litoral de São Paulo, ainda neste mês. De acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU), os trens entrarão em circulação em junho, na interligação com a cidade de São Vicente.
Os veículos que chegam a cidade são os primeiros produzidos no Brasil. Ainda em maio serão concluídas as obras no túnel Nossa Senhora de Lourdes, no bairro José Menino, e consequentemente terá início a fase de testes dos trechos até o Canal 2. Ao todo, o VLT entre as cidades de Santos e São Vicente terá 22 veículos, com capacidade para transportar 400 pessoas em cada conjunto de sete módulos. As obras para o novo sistema viário estão 95% concluídas em São Vicente e 60% em Santos.
Fonte - Revista Ferroviária  12/05/2015

segunda-feira, 11 de maio de 2015

China quer investir até US$ 53 bi no Brasil

Economia

O interesse chinês em dar maior coordenação à cooperação bilateral reproduz, no Brasil, iniciativas semelhantes do governo de Xi Jinping em outros países, como o México. Li Keqiang, como primeiro ministro, é o principal responsável pelos temas econômicos, no esforço da China em expandir sua influência pelo mundo. 

Valor Econômico
foto - ilustração
Uma lista de quase 60 projetos de investimento, de obras de infraestrutura a instalações industriais, no valor de até US$ 53 bilhões, acompanhará o primeiro ministro chinês, Li Keqiang (pronuncia-se Li Ketchiang) em sua visita ao Brasil, na próxima semana. A lista é vista pelos chineses como uma "colheita antecipada" (early harvest) do acordo a ser assinado por Li para "cooperação para promoção de desenvolvimento e capacidade produtiva". Do lado brasileiro, um dos maiores interesses é o investimento em ferrovias, onde estão alguns dos maiores projetos acalentados pelos chineses.
O interesse chinês em dar maior coordenação à cooperação bilateral reproduz, no Brasil, iniciativas semelhantes do governo de Xi Jinping em outros países, como o México. Li Keqiang, como primeiro ministro, é o principal responsável pelos temas econômicos, no esforço da China em expandir sua influência pelo mundo. Para o Brasil, a oferta chega em um momento de dúvidas sobre o financiamento das necessárias obras de infraestrutura no país e sobre a capacidade do setor público para realizar os investimentos indispensáveis à retomada do crescimento econômico.
foto - ilustração
O setor de energia é, de longe, o principal alvo dos chineses, com projetos previstos que somam quase US$ 33 bilhões. Nesse pacote estão 27 projetos, alguns já em construção, como os quase US$ 2 bilhões da fase I das linhas de transmissão da hidrelétrica de Belo Monte, e outros de interesse da China, como a segunda fase da transmissão de Belo Monte (cerca de US$ 2,5 bilhões), uma hidrelétrica, uma termelétrica, usinas eólicas e outras linhas de transmissão.
Os nove projetos de infraestrutura viária e logística somam cerca de US$ 16 bilhões, e têm as ferrovias (mais de US$ 7,5 bilhões, somando linhas de metrô) como menina dos olhos do Palácio do Planalto. Os projetos incluem uma linha ferroviária ligando Vitória (ES) ao Rio e trechos ferroviários no Mato Grosso destinados a compor a ligação bioceânica entre o Atlântico e o as margens peruanas do Pacífico.
No capítulo de infraestrutura há também planos da China Engineering Group de investir cerca de US$ 2,7 bilhões no abastecimento de água da cidade de São Paulo e pouco menos de US$ 1,3 bilhão na instalação de uma "cidade logística" em Pindamonhagaba. Os chineses somam, ainda, projetos industriais de US$ 4 bilhões, alguns deles já em curso, como a fábrica da Chery, de US$ 400 milhões, e outros que estão apenas nos planos, como a venda de locomotivas para a linha 13 do metrô de São Paulo.
Evidentemente, nem tudo que é anunciado pode ser contabilizado pelo seu valor de face. Há promessas, projetos dependentes de licitação e, na lista de "colheita antecipada" dos chineses está, por exemplo, projetos já anunciados, como a ampliação das instalações fabris da Sany, grande produtora de equipamento pesado. A empresa, há dois anos, ameaçou cancelar uma fábrica planejada para Jacareí; em 2014 retomou o projeto que, agora, está na lista, com previsão de US$ 170 milhões.
A colheita chinesa tem pelo menos um fruto duvidoso, o projeto de fabricação de um minicarro em sociedade com a nacional Skill Participações, com a qual os chineses da DFM já assinaram um contrato de US$ 10 milhões. No governo, não se esquece a atuação do proprietário da empresa brasileira, Washington Armênio Lopes, associado aos coreanos da Asia Motors, que obteve incentivos fiscais, importou utilitários e nunca construiu a fábrica prometida por contrato.
O próprio corredor bioceânico com o Peru divide opiniões na equipe econômica, mas tem simpatizantes no Itamaraty e no Planalto. Para as autoridades brasileiras, o maior avanço do acordo a ser assinado com Li Keqiang é a possibilidade de por sob supervisão oficial diversos projetos de investimento hoje dispersos por várias e regiões e áreas de interesse.
A comissão a ser criada para seguir o andamento desses projetos combina bem com outra iniciativa em preparação pelo governo, a "Sala de Investimento" a ser montada pelos ministérios do Planejamento e do Desenvolvimento, com capacidade de atender potenciais investidores ¬ em infraestrutura e na indústria ¬ com informações e apoio para vencer a burocracia nacional.
É consenso no governo brasileiro de que está encerrada a fase de enormes superávits comerciais com a China, embalados na alta dos preços das commodities, que ainda representam 80% das vendas externas do Brasil àquele país. Uma maneira de compensar, em curto prazo, os dólares perdidos no comércio é atrair investimentos, que, no caso dos chineses, costumam vir desacompanhados de grandes condicionalidades políticas ou exigências para reformas macroeconômicas ¬ ao contrário do que se passa nas negociações com governos e investidores da Europa e Estados Unidos.
No campo comercial, a visita de Li Keqiang permite ao Brasil cobrar promessas importantes dos chineses que ainda não se realizaram. O governo brasileiro busca confirmação de contratos para compra de aviões da Embraer e tem grande expectativa de, finalmente, assinar dois protocolos que reabrirão o mercado chinês às vendas de carne in natura brasileira.
Uma missão de empresários esteve na semana passada na China, participando de uma feira de alimentos, e técnicos do ministério da Agricultura foram ao país negociar protocolos de liberação da importação de carne brasileira e de procedimentos rápidos ("fast track" para habilitação de cerca de 20 frigoríficos, que já têm adiantado o processo de certificação pelas autoridades chinesas.
O Brasil exporta carnes à China, via Hong Kong, o que reduz os ganhos do produtor brasileiro e impede a consolidação de marcas no promissor mercado chinês. A abertura das vendas diretamente à China é uma das prioridades da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex), que, contando com a liberação as importações após a visita de Keqiang, já planeja para junho uma missão empresarial e política para promover o produto brasileiro com autoridades e até associações de consumidores chineses.
Esses movimentos entre Brasil e China ocorrem em paralelo a uma impressionante ofensiva chinesa junto a outros países do grupo BRIC (com Índia, Rússia e África do Sul). Mas isso é assunto para próxima coluna.
Fonte - Revista Ferroviária  11/05/2015

Ministério das Cidades ajudará com estudos para o VLT de Cuiabá

Transportes sobre trilhos

O Ministério diz que precisará de um tempo para avaliar todos os assuntos relativos ao modal de transportes de Cuiabá. Entre os problemas identificados está o alto montante já destinado para a execução da obra – cerca de R$ 1 bilhão – e o atraso nas frentes de trabalho, além da inexistência de recursos para que ela seja concluída.

Por Caio Lobo
foto - ilustração
O Ministério das Cidades, comandado por Gilberto Kassab, estuda modos para solucionar o problema do VLT de Cuiabá orçada em R$ 1,4 bilhão, paralisada por entraves que vão desde a falta de cronograma de execução até a ausência de estudo tarifário. O acordo de cooperação entre os governos do Estado e Federal foi firmado durante reunião realizada nesta quarta-feira (06), em Brasília, entre o governador Pedro Taques e o ministro Gilberto Kassab.
O Ministério diz que precisará de um tempo para avaliar todos os assuntos relativos ao modal de transportes de Cuiabá. Entre os problemas identificados está o alto montante já destinado para a execução da obra – cerca de R$ 1 bilhão – e o atraso nas frentes de trabalho, além da inexistência de recursos para que ela seja concluída.
Taques avaliou como positivo a cooperação do Ministério visto que foi a pasta que deu aval para que o VLT fosse tocado. O projeto inicial era um BRT.
Após audiência de conciliação na primeira vara da Justiça Federal em Cuiabá, realizada há exatos 30 dias, o Governo de Mato Grosso e o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande decidiram que vão apresentar, até o fim do mês de junho, estudos de viabilidade e detalhes de como será executada a obra do modal.
Fonte - Via Trólebus  11/05/2015

Novo pacote de concessões de infraestrutura sai esta semana

Infraestrutura

O pacote de obras que serão oferecidas à iniciativa privada está sendo fechado, mas o governo pretende incluir ao menos quatro trechos de rodovias, três aeroportos, terminais portuários e um trecho da ferrovia Norte-¬Sul. A presidente também deverá anunciar as novas regras de financiamento das concessões.

Valor Econômico
foto - ilustração
A nova fase do programa de concessões de infraestrutura deverá ser anunciada pela presidente Dilma Rousseff no próximo dia 14, às 10 horas da manhã, em uma cerimônia no Palácio do Planalto. A informação foi dada pelo ministro da Secretaria Especial de Portos (SEP), Edinho Araújo, durante audiência pública na sexta¬-feira, em São Paulo.
O pacote de obras que serão oferecidas à iniciativa privada está sendo fechado, mas o governo pretende incluir ao menos quatro trechos de rodovias, três aeroportos, terminais portuários e um trecho da ferrovia Norte-¬Sul. A presidente também deverá anunciar as novas regras de financiamento das concessões.
Entre as rodovias, estará no pacote o trecho de 493 km entre Lapa (PR) e Chapecó (SC); os 976 km da BR¬163 e da BR¬230 entre Sinop (MT) e o porto de Miritituba (PA); a ligação de 704 km entre Rondonópolis (MT) e Goiânia, pelas rodovias BR¬364 e BR¬060; e a duplicação dos 440 km da BR¬364 entre Jataí (GO) e Comendador Gomes (MG)
Conforme já anunciado, serão oferecidos à administração privada os aeroportos de Salvador, Porto Alegre e Florianópolis. Também deve ser concedido o trecho da ferrovia Norte-¬Sul entre Anápolis (GO) e Porto Nacional (TO) e alguns terminais nos portos de Santos e do Pará.
Para o financiamento das concessões, o governo determinou uma redução nos aportes do BNDES. Conforme antecipou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, a instituição limitará a 50% a sua participação nas concessões. Dessa fatia, metade terá referência da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) e a outra parte adotará custos de mercado. O Palácio do Planalto não confirmou a data anunciada pelo ministro dos Portos para o anúncio da nova fase do programa.
Fonte - Revista Ferroviária  11/05/2015

Falácias sobre a logística brasileira de cargas e de passageiros

Logistica

Visando desmontar a falácia do 'apagão logístico', mostrarei a forte curva ascendente da logística brasileira no período entre 2003 e 2011.É preciso explicitar que há entre essas falácias as que apresentam 100% de inconsistência e outras com alguma consistência. Isto porque o mais importante, para quem as elabora e divulga, não é a consistência, mas o quanto ela consegue induzir uma percepção ilógica e destrutiva na opinião pública.

José Augusto Valente
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A partir de hoje, pretendo publicar uma série de artigos sobre o tema falácias da logística brasileira. A finalidade desses artigos é mostrar que, na última década, foram disseminadas diversas afirmações e juízos sobre a situação do transporte de cargas e passageiros no Brasil que, por não terem a fundamentação necessária, podem ser consideradas falácias e devem ser desprezadas.
Existem muitas falácias relativas à logística de cargas e passageiros, construídas a partir de 2003, com clara conotação política (oposição ao governo Lula e, agora, Dilma). Selecionamos algumas que nos pareceram as mais importantes, pela amplitude de seus impactos negativos na opinião pública.
É preciso explicitar que há entre essas falácias as que apresentam 100% de inconsistência e outras com alguma consistência. Isto porque o mais importante, para quem as elabora e divulga, não é a consistência, mas o quanto ela consegue induzir uma percepção ilógica e destrutiva na opinião pública.
Gostaria de ressaltar que há vários responsáveis pela consolidação destas falácias. Começa pela oposição aos governos Lula e Dilma, passa pela imprensa, continua por inúmeras entidades da sociedade e termina no próprio governo federal, que muitas vezes poderia destruí-las com um “peteleco”, de tão frágeis, mas não o faz. Veremos porque a seguir.

Falácia n° 1 – “Se continuar ruim do jeito que está, teremos um apagão logístico”
O bordão do caos e apagão logístico começa em 2003, tão logo o Presidente Lula assumiu o mandato. A linha desse tipo de discurso, predominante nos veículos de comunicação naquele momento era de que as infraestruturas rodoviárias, ferroviárias, aeroviárias e portuárias estavam em situação precária, o que impediria o crescimento da economia brasileira, nos padrões dos demais países emergentes.
Tratava-se de apontar, enfaticamente, onde estariam os principais gargalos logísticos: rodovias esburacadas; ferrovias com traçados do século XIX – bitola estreita, curvas de raios pequenos e rampas elevadas - e com muitos obstáculos nas travessias urbanas; sistema aeroportuário com pouca capacidade para cargas e passageiros e sistema de controle aéreo obsoleto; e, portos com baixa eficiência, provocando filas de caminhões, elevados tempos de carga e descarga, bem como onerosos tempos de espera para as embarcações, calado insuficiente e limitações de retro-área para contêineres e de berços de atracação. Esse diagnóstico, no entanto, não levava em consideração que essas condições deveriam ser atribuídas às gestões anteriores, uma vez que o tempo necessário para superá-las era obviamente maior que o tempo de mandato decorrido.
De fato, em 2003, o governo Lula recebeu um país com a sua infraestrutura logística insuficiente para um crescimento vigoroso que se anunciava necessário se o objetivo era aumentar a renda dos trabalhadores e promover uma forte inclusão social com redução das desigualdades de renda e regionais.
Apesar de receber a infraestrutura logística “destroçada”, e de isso constar detalhadamente nos relatórios da equipe de transição, o presidente Lula preferiu não apresentar essa herança ao país, mas, sim, olhar em frente e construir um futuro de acordo com o voto que tinha recebido nas eleições em 2002.
Essa opção teve um preço muito elevado. O massacre midiático nos temas da logística passava a ideia-força de que a culpa era do governo Lula e não dos governos anteriores.
Visando à desmontar esta falácia, mostrarei a forte curva ascendente da logística brasileira, em apenas nove anos , considerando o período 2003-2011, apesar de ter dados mais atuais. As fortes mudanças ocorridas no país, nesse curto período, mostram o esforço e a eficácia dos governos Lula e Dilma no que tange à logística brasileira e reduzem a pó a falácia do apagão logístico.
Segundo dados do Banco Central e do IBGE, a partir de 2002, a corrente de comércio exterior quase quintuplicou, passando de cerca de US$ 107,6 bilhões em 2002 para US$ 482,3 bilhões em 2011 (Fonte: BCB).
foto - ilustração
A quantidade de contêineres (cargas de maior valor agregado) aumentou 2,6 vezes, passando de 2,0 milhões, em 2002, para 5,2 milhões, em 2011 (Fonte: Antaq).
O PIB, em dólares correntes, passou de US$ 509 bilhões, em 2002, para US$ 2,6 trilhões em 2011.
A economia brasileira ocupava, em 2003, o 15o. lugar no ranking mundial. Em 2011, ocupava o 6o. lugar. De 2012 até 2014, caiu para o 7o. lugar.
As cargas que geraram esse forte crescimento da economia brasileira, especialmente do comércio exterior, chegaram aos portos, em sua quase totalidade, transportadas por caminhões e trens.
O que significa que as exportações e importações fluíram e tiveram custos logísticos adequados para se tornarem competitivos e atraentes, ainda que possam ser menores, no futuro.
Dado esse quadro, a seguinte pergunta precisa ser respondida: como poderia o comércio exterior e a movimentação de contêineres terem crescido tanto se o Brasil tinha tantos gargalos e esteve, todo esse tempo, à beira de um apagão logístico?
Das duas uma: ou não há correlação alguma entre crescimento econômico e infraestrutura de transportes ou o discurso predominante na mídia é falso.
O que tentaremos mostrar nos artigos seguintes é que existe, sim, correlação entre crescimento e infraestrutura de transportes adequada e que o discurso predominante não tem fundamentação em fatos e números dos governos Lula e Dilma.
José Augusto Valente – Especialista em logística e transportes
Fonte - Carta Maior 10/05/2015

domingo, 10 de maio de 2015

Custos de sistemas de BRT no Brasil

Mobilidade/BRT

Os sistemas de BRT construídos no Brasil, muitos apresentam problemas de projetos,operacionais e de "saturação" em relação a demanda existente (sistemas subdimensionados), bem como problemas de atrasos na conclusão das obras (obras previstas para a Copa de 2014 ainda não concluídas) e até paralisação das mesmas como acontece na cidade de Recife.



BRT de Salvador
Corredor de ônibus com 8,5Km de extensão.Lapa/Av.Vasco da Gama/Av. Juracy Magalhães Jr./Av.ACM/Iguatemi. 09 (nove) estações.
Custo estimado da Obra = Projeto em tramitação no Min.das Cidades  R$820 milhões
Custo  por Km = R$96.470 milhões
Custo estimado divulgado pela Prefeitura de Salvador = R$1 bilhão
Custo por Km = R$117 milhões

BRT Florianópolis
Corredor de ônibus Metropolitano com 87 km de extensão.Prazo para conclusão da obra 5 anos.
Custo da obra = R$1,4 bi 
Custo por km = R$16 milhões

BRT Goiania
O corredor de ônibus terá 21,8 quilômetros de extensão, passando por 148 bairros da capital e de Aparecida de Goiânia, cidade vizinha.
Custo da obra R$ 340 milhões na implantação do BRT – R$ 210 milhões do governo federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento Mobilidade Urbana e R$ 130 milhões recursos municipais.
Custo da obra = R$ 340 milhões
Custo por Km = R$15,6 milhões

BRT Brasília
O BRT do Entorno Sul  terá uma extensão de 30 quilômetros, interligando a Rodoviária do Plano Piloto à Unidade Administrativa dos municípios de Luziânia, Valparaíso, Cidade Ocidental e Novo Gama, através da BR-040.
Custo estimado da obra orçado em R$ 901 milhões
Atualmente, a demanda para este trecho é de 147 mil passageiros por dia e as previsões é que em 10 anos chegue a mais de 197 mil passageiros por dia.
Custo estimado = R$901 mi
Custo por Km   = R$30 milhões

BRT de Recife 1
Com 51,4 quilômetros. As duas etapas do projeto estão descritas em diversos relatórios oficiais.
Custo médio por km estimado em R$4,7 milhões
Custo total = R$ 219,6 milhões
Custo por Km = R$4,2 milhões

BRT de Recife 2
BRT Leste/Oeste - O Corredor Leste-Oeste possui 12 km de extensão com um investimento total previsto de R$ 99 milhões, sendo R$ 11 milhões direcionados para a construção dos terminais. Esse sistema permite o deslocamento entre as regiões leste e centro da Região Metropolitana de Recife (RMR).  O número total de estações é de 22 ao longo dos 12 km de extensão
Custo estimado = R$99 mi
Custo por KM  = R$8,25 milhões

BRT Recife 3
O Corredor Ramal Cidade da Copa,com um novo terminal integrado com o sistema de metrô,possui quatro estações construídas ao longo dos 6,4 km de extensão,intercaladas a cada 500 metros de distância.
Abrange as cidades de Camaragibe, São Lourenço da Mata, além de Recife. Esse corredor é o prolongamento do Corredor Leste-Oeste atendendo também à Cidade da Copa, e a Arena Pernambuco. O investimento total é de R$ 137 milhões.
Custo estimado = R$ 137 milhões
Custo por Km   = R$21,4 milhões

BRT de Recife 4
BRT Norte/Sul - O Corredor Norte-Sul possui uma extensão de 33 km e atende os municípios de Igarassu, Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Araçoiaba,Abreu e Lima, Paulista, Olinda e Recife.Atende o acesso a hotéis, aeroporto,estações ferroviária e do metrô, além de alternativas possíveis de deslocamento no do Sistema Estrutural Integrado (SEI).O investimento total na construção do Corredor Norte-Sul foi de ordem de R$ 180 milhões, R$ 12 milhões foram utilizados para a construção dos terminais O projeto contempla a construção de 31 estações ao longo do percurso,espaçadas a cada 500 metros. As obras, em andamento, tiveram início em janeiro 2012 e tem a previsão de conclusão em setembro de 2013
Custo total = R$180 mi
Custo por km = R$5,45 milhões

BRT do Rio -1
BRT TransOeste - Bairro/Cidade/UF Barra da Tijuca, Santa Cruz e Campo Grande – Zona Oeste – Rio de Janeiro
Extensão (Km) 56 km
Características do serviço 74 estações
Terminais de integração 9 terminais
Custo total = R$ 770 milhões
Custo por Km = R$13,75 milhões

BRT - Rio -2
Transbrasil - O quarto sistema  (BRT) do Rio na Avenida Brasil, vai custar R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 1,097 bilhão do governo federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana, e o restante da prefeitura.
A Transbrasil terá 28 estações, quatro terminais e 16 passarelas.A extensão do BRT será de 32 quilômetros, começando na estação de trem Deodoro e seguindo pela Avenida Brasil até o centro da cidade
Custo estimado = R$1,5 bi
Custo por km = R$46,9 milhões

BRT do Rio -3
BRT TransCarioca - Bairro/Cidade/UF Aeroporto Internacional Tom Jobim, Barra da Tijuca, Madureira e Penha
Extensão (Km) 39 km
Características do serviço 39 estações com distância média entre elas de 812,5m
Terminais de integração (quantidade) 3 terminais
Custo total = R$ 1,833 bi
Custo por Km = R$47,0 milhões

BRT de BH
O Move da avenida Cristiano Machado sairia por R$ 51,2 milhões, o da área central por R$ 56 milhões, e o das avenidas Antônio Carlos e Pedro I, R$ 688,2 milhões. Juntos, os trechos somam 23 km de extensão e R$ 795,4 milhões. Para a mesma extensão,segundo o presidente da BHTrans, Ramon Victor Cesar,foram gastos R$ 1,06 bilhão, sendo R$ 761 milhões com projetos e obras e R$ 299 milhões com desapropriações.
Isso significa que cada quilômetro custou R$ 46 milhões.
Custo total = R$ 1,06 bi
Custo por Km = R$46,0 milhões

BRT de Belém
No total, o BRT de Belém sai, por enquanto, por R$496,8 milhões.
O corredor de Belém, por sua vez, é menor: terá 46 km, incluindo as obras previstas para o centro da cidade e do distrito de Icoaraci, que ainda não foram sequer iniciadas. O quilômetro do BRT de Belém sairá, portanto, por R$ 10,8 milhões, por enquanto.
Custo estimado = R$496,8 milhoes
Custo por Km = R$10,8 milhões

Nota - Os projetos de sistemas de BRT geralmente não incluem nos seus custos a aquisição do material rodante (ônibus) cabendo esse ônus aos operadores do sistema


Comparativo com custos de VLT
VLT de Cuiabá

O VLT de Cuiabá com 25 km,duas linhas (uma linha metropolitana) 36 estações,40 composições de trens,obras estruturantes,desapropriações,via férrea,sistemas elétricos,patio de manobras custo de R$67 milhões por km construído
Custo estimado = R$1,4 bi
Custo por Km = R$67 milhões

VLT do Rio
O VLT do Rio terá ao todo 28km com 6 (seis) linhas,32 trens e 42 estações sendo 4 intermodais (fechadas)
Custo estimado = R$1,2 bi
Custo por Km  = R$46,16 milhões

VLT de Salvador
O VLT de Salvador que substituíra os antigos trens do Subúrbio terá 18,5 km com 21 pontos de paradas
Custo estimado = R$1.1 bi
Custo por Km = R$59.450 milhões

Nota do Editor - Todos os dados aqui citados foram colhidos com base em pesquisas a partir de fontes relacionadas com os respectivos projetos,podendo em alguns casos (projetos em andamento) estarem sujeitos a alterações.
Pregopontocom  10/05/2015

Cuiaba - Câmara quer climatizar frota de ônibus em 5 anos

Transportes

Pelo projeto, todos os ônibus da capital deverão ter ar-condicionado.Baseada em estudos de impactos de outras praças onde o benefício já está em uso, como Manaus, a ideia é tornar obrigatório dentro do prazo de renovação da frota que os novos veículos já saiam de fábrica prontos e com climatização necessária para enfrentar as grandes épocas de calor que são normalmente intensas em Mato Grosso, principalmente na Grande Cuiabá; que já é uma Metrópole que sofre por causa do excesso de veículos e construções além da falta de áreas verdes.

Marcos Lemos 
Diário de Cuiabá
foto - ilustração
Repousa na mesa do presidente da Câmara Municipal de Cuiabá;, vereador Júlio Pinheiro (PTB), uma minuta de Projeto de Lei que estabelece prazo de em até 05 anos para que toda a frota de ônibus que atende a capital de Mato Grosso tenha ar-condicionado, considerado um item essencial numa cidade de clima tropical unido com altas temperaturas durante boa parte do ano.
Baseada em estudos de impactos de outras praças onde o benefício já está em uso, como Manaus, a ideia é tornar obrigatório dentro do prazo de renovação da frota que os novos veículos já saiam de fábrica prontos e com climatização necessária para enfrentar as grandes épocas de calor que são normalmente intensas em Mato Grosso, principalmente na Grande Cuiabá; que já é uma Metrópole que sofre por causa do excesso de veículos e construções além da falta de áreas verdes.
“Essa foi uma decisão nossa de comum acordo com todos os vereadores e queremos em breve apresentar a minuta para que inserida em forma de projeto de Lei já tenha sua vigência iniciada o quanto antes, lembrando que a mesma proposta assegura um prazo mais do que razoável para que as empresas de transporte coletivo de massa se adequem à nova realidade”, disse o presidente Júlio Pinheiro.
A proposta de projeto de Lei, segundo o presidente do Legislativo municipal será apresentado em nome das lideranças partidárias, pois é de interesse de todos os vereadores, mas muito mais da população de Cuiabá;.
Júlio Pinheiro sinalizou que vários projetos foram analisados em diversas cidades, mas a que mais se assemelhou a Cuiabá; foi Manaus, justamente por causa da similaridade no clima quente e úmido.
“Estamos esperando a conclusão da segunda parte dos estudos, até para que não paire dúvidas quanto à viabilidade da proposta e para que amanhã não existam justificativas por parte das empresas quanto ao custo, ao impacto das inovações, que sempre impediram sob argumento da necessidade de maior consumo de combustível por causa do ar-condicionado, na decorrência de aumentos no valor das tarifas cobradas da população”, disse o presidente da Câmara de Cuiabá;.
Júlio Pinheiro sinalizou que espera após a proposta estar concluída e apresentada, marcar audiências públicas para discutir a situação com a população, com as autoridades do Executivo e também com os representantes das empresas de transporte coletivo de massa.
“Existia até a esperança de que pudéssemos ter um sistema de transporte de massa que seria o Veículo Leve sobre Trilhos – VLT, que hoje é muito mais uma incerteza do que uma realidade. Isso nos obriga a tomar uma decisão em relação ao atual sistema de transportes esperando que ele melhore, pois a expectativa do VLT pressionar essas empresas pode não se concretizar”, disse Júlio Pinheiro.
Fonte - Diário de Cuiabá  10/05/2015

Brasil tem mais de 20 milhões de mães solteiras, aponta pesquisa

Notícias

De acordo com o estudo, as mães do século 21 são menos conservadoras e mais interessadas em tecnologia do que as do século 20. Entre as mães do século passado, 75% acreditavam que uma pessoa só pode ser feliz se constituir família. 

Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O Brasil tem 67 milhões de mães, segundo pesquisa do Instituto Data Popular. Dessas, 31% são solteiras e 46% trabalham. Com idade média de 47 anos, 55% das mães pertencem à classe média, 25% à classe alta e 20% são de classe baixa. Pouco mais de um terço dos filhos adultos (36%) ajudam financeiramente as progenitoras.
De acordo com o estudo, as mães do século 21 são menos conservadoras e mais interessadas em tecnologia do que as do século 20. Entre as mães do século passado, 75% acreditavam que uma pessoa só pode ser feliz se constituir família. O percentual de verdade dessa premissa cai para 66% para as mães da nova geração. Para 58% das mães da geração anterior é um dever da mulher cuidar das refeições. Enquanto esse pensamento prevalece em apenas 45% das progenitoras do século 21.
A geração anterior também acha que é principalmente papel do homem trazer dinheiro para dentro de casa (55%) e que as tarefas domésticas são dever da mulher (60%). Entre as mais novas, 43% acreditam no papel do homem provedor e 48% veem a mulher como responsável pelo lar.
Em relação a tecnologia, 35% das mães da geração atual disseram que não imaginam a vida sem internet, contra 14% das que experimentaram a maternidade antes dos anos 2000. 63% das mães do século 21 disseram que adoram produtos tecnológicos de última geração. Entre as mais velhas, o percentual é de 38%.
Fonte - Agência Brasil  10/05/2015

Metrô de Salvador,obras alteram vias próximas à Rótula do Abacaxi

Metrô de Salvador

Duas áreas próximas à Rótula do Abacaxi vão sofrer intervenções.Segundo a CCR Metrô Bahia, a mudança será em razão das obras da Linha 2 do metrô de Salvador, que devem ser concluídas em julho.

A Tarde
Da redação
Lúcio Távora - Ag. A TARDE
A partir da madrugada desta terça-feira, uma faixa da pista da subida para o bairro do Cabula, na região da Rótula do Abacaxi, em Salvador, será interditada. Segundo a CCR Metrô Bahia, a mudança será em razão das obras da Linha 2 do metrô de Salvador, que devem ser concluídas em julho.
Também na madrugada de terça-feira, na saída da Avenida Bonocô para a Rodovia BR-324, próximo ao shopping Bela Vista, duas faixas da pista serão desviadas pelo canteiro central da avenida. A previsão de término das obras no local também é para o final do mês de julho.
Segundo a concessionária, as intervenções são necessária para os trabalhos no local e para utilizar o bate-estaca.
Fonte - A Tarde  09/05/2015