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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Sem acordo, greve de bancários continua nesta sexta-feira

Greve/Bancários

Na oitava rodada de negociação, feita nesta quinta-feira (15), os bancos mantiveram a mesma proposta apresentada no dia 9: reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago dez dias após a assinatura do acordo.

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
Sem uma nova proposta da Federação Nacional de Bancos (Fenaban), os bancários decidiram continuar em greve nesta sexta-feira (16). Na oitava rodada de negociação, feita nesta quinta-feira (15), os bancos mantiveram a mesma proposta apresentada no dia 9: reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago dez dias após a assinatura do acordo.
“A nova proposta resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos 12 meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários”, disse a Fenaban, em nota, no dia 9. Os bancários, no entanto, pedem reajuste de 14,78% (5% de aumento real, mais a correção da inflação), 14º salário e participação nos lucros e resultados de R$ 8.297,61, entre outras demandas.
“Os banqueiros agem com total descaso ao tentar impor perdas de 2,39% aos bancários, já que insistem em não repor a inflação, e ainda, desvalorizar os funcionários, sem atender às demais reivindicações. Quem quer redução de salário? É inadmissível que o setor que continua a lucrar tanto, mesmo em tempos de crise, opte por um papel tão nefasto de falta de responsabilidade social com seus funcionários e com a economia do país”, disse Roberto von der Osten, um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.
A greve dos bancários começou terça-feira passada (6). Nesta quinta-feira (15), 12.608 agências e 49 centros administrativos tiveram as atividades paralisadas em todo o Brasil, segundo o sindicato dos bancários. O número representa 54% das agências no Brasil. A Fenaban não divulgou números.
Fonte - Agência Brasil  15/09/2016

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Trem da Vale tem reajustes nas passagens

Transportes sobre trilhos

As passagens poderão sem compradas sem o reajuste até 1º de janeiro de 2015.As passagens poderão sem compradas sem o reajuste até 1º de janeiro de 2015. A empresa vende os bilhetes com 60 dias de antecedência pela internet os no guichês das estações. 

DeFato Online
foto - ilustração
A partir de 2 de janeiro de 2015, as passagens do trem de passageiros da Vale terão reajuste médio de 5,77%. O reajuste foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Os trechos de maior distância, a partir de Itabira, terão uma correção menor. Para Cariacica, na Grande Vitória, a tarifa na classe executiva passa de R$ 68 para R$ 72, um reajuste de 5,8%. Na econômica a passagem que custa hoje R$ 52 vai passar para R$ 55, índice de 5,7%.
De Itabira para Ipatinga o custo da viagem na classe executiva passa de R$ 24 para R$ 26, uma correção de 8,3%. Já no carro econômico a tarifa passa de R$ 20 para R$ 21, reajuste de 5%. O valor da tarifa de Itabira para Governador Valadares na classe executiva vai aumentar 7,6%. A passagem que hoje custa R$ 39 para R$ 42. Já o custo do bilhete do carro econômico passa de R$ 28 para R$ 30, um aumento de 7,14%.
De Belo Horizonte até Cariacica, na Grande Vitória, a tarifa passa de R$ 91 para R$ 95. O reajuste nesta classe foi de 4,3%. A passagem no carro da classe econômica vai passar de R$ 58 para R$ 61, um aumento de 6,8%. De Belo Horizonte para Governador Valadares a tarifa na classe econômica passa de R$ 34 para R$ 36 e na executiva de R$ 62 para R$ 65. De Vitória para Governador Valadares os preços são os mesmos nas duas classes. De João Monlevade para Belo Horizonte a tarifa do carro econômico passa de R$ 20 para R$ 21 e no executivo de R$ 34 para R$ 36.
As passagens poderão sem compradas sem o reajuste até 1º de janeiro de 2015. A empresa vende os bilhetes com 60 dias de antecedência pela internet os no guichês das estações. Em 5 de agosto deste ano a Vale colocou em circulação trens comprados na Romênia. Mesmo com os investimentos, os preços não foram reajustados.
O trem de passageiros tem sido alvo de vândalos, ou melhor, bandidos. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte e de Vitória as janelas estão sendo atingidas por pedras. A marca que lembra gotas de chuva é do vidro trincado. Os carros antigos tinham janelas de aço. Os passageiros eram orientados a fechá-las quando o trem estava próximo do destino final. O novo trem tem janelas de vidros mais largas, evitando que os passageiros sejam atingidos.
Fonte - STEFZS  18/12/2014

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Rodoviários querem reajuste de quase 3 vezes a inflação e ameaçam com greve

Salvador

Em nota, o presidente do sindicato, Hélio Ferreira,informou que espera uma postura mais flexível dos patrões com a intermediação da SRTE. Ele garantiu também que a greve ainda está indefinida e que só deve acontecer depois que esgotar todas as possibilidades de diálogo.
Enquanto isso, mais um dia de protesto dos rodoviários complicou o trânsito de Salvador, ontem. 

Maíra Côrtes -TB
Foto: Romildo de Jesus/Tribuna da Bahia
A reunião entre os rodoviários e a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) foi antecipada para esta quinta-feira (8/5), às 14h, na sede do órgão, nas Mercês. Em nota, o presidente do sindicato, Hélio Ferreira,informou que espera uma postura mais flexível dos patrões com a intermediação da SRTE. Ele garantiu também que a greve ainda está indefinida e que só deve acontecer depois que esgotar todas as possibilidades de diálogo.
Enquanto isso, mais um dia de protesto dos rodoviários complicou o trânsito de Salvador, ontem. Centenas de veículos de diversas empresas circularam em fila indiana pelo centro da cidade em direção à sede da Transalvador. Enfileirados e usando apenas a faixa da direita, o protesto congestionou diversos pontos da cidade no final da tarde dessa quarta-feira (7).
Por volta das 17h, na região do Dique do Tororó, uma imensa fila de ônibus, se formou. Eram veículos vazios ou com poucos passageiros. “Tem muita gente que já desceu desde o Vale de Nazaré e veio andando. Eu entendo a necessidade deles, mas, por causa disso, muita gente acaba pagando o preço”, disse a estudante Carla Vasconcelos.
A categoria reivindica o retorno às negociações da proposta apresentada para o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Setps). Eles querem reajuste salarial de 15%, aumento no valor do ticket refeição para R$ 20, redução da jornada de trabalho de oito para seis horas, além de gratuidade na passagem de rodoviários aposentados.
Em entrevista à Tribuna, no início da semana, o diretor do Setps, Daniel Castro, foi incisivo ao dizer que não vai negociar itens que ele classificou como “absurdos”.
“Podemos negociar o reajuste salarial. Mas não temos como atender as outras pautas. Juntas, elas somam mais de 60% de aumento, o que torna a negociação inviável”, declarou Castro.
Fonte - Tribuna da Bahia  08/05/2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Comissão do Senado aprova ganho real para aposentadorias acima do mínimo

Politica

Pela fórmula proposta por Paim no substitutivo, as aposentadorias passariam a ser corrigidas pela média do crescimento da massa salarial, segundo ele um valor próximo à variação do Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior....

Karine Melo
Agência Brasil
fofo - ilustração
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou nesta quarta-feira (12) o substitutivo do senador Paulo Paim (PT-RS) ao Projeto de Lei (PLS) 159/2013 mantendo pelo menos até 2021 a atual política de reajuste do salário mínimo. A mesma proposta também garante ganho real aos aposentados que recebem acima desse piso, hoje com benefícios corrigidos apenas pela inflação.
Pela fórmula proposta por Paim no substitutivo, as aposentadorias passariam a ser corrigidas pela média do crescimento da massa salarial, segundo ele um valor próximo à variação do Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior. O projeto original é do senador Mario Couto (PSDB-PA).
Ante o impacto da medida sobre as contas da Previdência, a votação da proposta chegou a ser adiada uma vez e a expectativa hoje era de que a liderança do governo pedisse novo adiamento, até que haja uma manifestação dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Previdência Social sobre custo do projeto nas contas públicas, o que não ocorreu.
“Não fui procurado para qualquer outro tipo de mediação, e por isso entendo que [o projeto] pode ser votado com tranquilidade”, disse Paim, antes da aprovação.
O projeto original fixava o valor do salário mínimo nacional em R$ 1,4 mil a partir de 1º de janeiro de 2014, além de estender a mesma política aos aposentados que ganham acima do piso. No relatório, Paim considerou que um aumento repentino de quase 80% para o salário mínimo poderia causar sérios distúrbios ao sistema econômico.
O texto seguirá agora para exame terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Fonte - Agência Brasil  12/02/2014

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Capitais não preveem elevar tarifa de transporte

Transportes

Valor Econômico
foto - ilustração
Após o cancelamento dos reajustes nas tarifas de ônibus, trem e metrô em 2013, não há neste ano, ao menos por enquanto, previsões para aumento nas passagens de transporte público nas 13 regiões metropolitanas consultadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para apuração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Em ano eleitoral, as prefeituras de cidades como São Paulo e Belo Horizonte já afirmaram que não elevarão as tarifas de ônibus urbano, que permanecem congeladas desde meados do ano passado, quando uma onda de manifestações se espalhou pelo país e provocou a revogação de aumentos anteriormente anunciados. Em Fortaleza e Goiânia, a questão deverá ser analisada somente na época de revisão das tarifas. No Rio de Janeiro e Porto Alegre, o reajuste das passagens ainda depende de uma análise dos respectivos Tribunais de Contas.
A partir deste ano, mais duas regiões - Campo Grande e Vitória - vão compor o campo de análise do IBGE para o IPCA, elevando de 11 para 13 as localidades consultadas. Em Campo Grande, a prefeitura informa que não há previsão de reajuste das tarifas de ônibus ao menos até outubro, mês de revisão dos contratos. No ano passado, as tarifas na cidade baixaram 5,3% após as manifestações, voltando ao valor cobrado no início de 2012. Já em Vitória, as tarifas de ônibus ficarão inalteradas neste ano e deverão permanecer assim até que seja implantado o modelo que integrará os sistemas de transporte municipal com o metropolitano.
A ausência de aumentos nas tarifas de ônibus, trem e metrô no ano passado ajudou a moderar a inflação nos transportes, que foi de 3,29% em 2013. Ainda assim, essa taxa foi maior que a de 2012, de 0,48%, puxada principalmente pelo aumento do preço da gasolina e do álcool no fim do ano. Em 2012, as passagens de ônibus haviam subido 5,26%; as de trem, 3,11%; e as de metrô, 3,38%.
Fonte - Revista Ferroviária  13/01/2014

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Governo descarta indexação para corrigir preço de combustíveis

Economia


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo descarta qualquer tipo de indexação para reajustar o preço dos combustíveis. Segundo ele, uma “modalidade” para as correções está sendo examinada...

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (26) que o governo descarta qualquer tipo de indexação para a correção do preço dos combustíveis. Segundo ele, uma “modalidade” para as correções está sendo amadurecida.
“Nós estamos amadurecendo uma modalidade, não vou dizer nem uma fórmula, para o eventual reajuste de combustível. Evidentemente, não pode ser uma indexação”, disse após participar de uma reunião com a diretoria executiva da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O ministro destacou que o país tem trabalhado para desindexar a economia e reduzir a inflação.
Ele não deixou claro quando a “modalidade" estará concluída. Lembrou que o assunto está sendo discutido entre a direção e o Conselho de Administração da Petrobras e que, com isso, não pode antecipar uma data para o eventual reajuste dos combustíveis.
Fonte - Agência Brasil  26/11/2013