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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Gigante ferroviária russa vê America Latina como região muito promissora

Transportes sobre trilhos   🚄

Em apenas 15 anos, a empresa russa Transmashholding se converteu em uma das maiores do mundo no domínio da infraestrutura de transportes ferroviários.

Do Sputnik
Imagem - ilustração/Youtube
Com 18 empresas integrantes, mais de 40.000 empregados e mais de 10 mercados conquistados em todas as zonas climáticas, o grupo Transmashholding,mantém sua liderança como o maior fabricante de trens e vagões na Rússia e uma das dez maiores empresas de maquinaria do mundo.A empresa tem em sua linha de produção as locomotivas elétricas EP20 e 2ES5 e a locomotiva diesel-elétrica 2TEC25KM, que são apenas uma parte dos muitos modelos (72, no total) lançados pela empresa.O modelo EP20, adaptado para uso com dois sistemas de eletrificação ferroviária, com corrente contínua e corrente alternada, é objeto de orgulho para os desenvolvedores da Transmashholding. Estas locomotivas alcançam velocidades de até 200 km/h nas ferrovias existentes.Na busca por soluções ecologicamente sustentáveis,a empresa já desenvolveu também,uma locomotiva alimentada com gás natural,um combustível muito mais limpo do que o diesel comumente usado em locomotivas.
Com informações do Sputnik  18/10/2017


terça-feira, 27 de outubro de 2015

CBTU entrega mais uma locomotiva modernizada em João Pessoa

Transportes sobre trilhos

A locomotiva 6008 entra em operação com várias melhorias como ar condicionado na cabine do maquinista; módulos eletrônicos de primeira linha; motor diesel totalmente reformado; novas instalações elétricas; equipamentos mecânicos modernizados; cabeçotes do motor diesel, compressor, embreagem magnética; além de todos os equipamentos elétricos estacionários e rotativos reformados; e pintura personalizada.

CBTU

Com a finalidade de beneficiar a população, manter a regularidade e a pontualidade dos trens, a CBTU João Pessoa moderniza mais uma locomotiva. A reforma foi executada na oficina da CBTU João Pessoa, localizada na Estação de Cabedelo pela equipe de manutenção da Companhia e também na cidade de São Paulo. O custo da modernização foi de R$ 1,66 milhão.


A locomotiva 6008 entra em operação com várias melhorias como ar condicionado na cabine do maquinista; módulos eletrônicos de primeira linha; motor diesel totalmente reformado;novas instalações elétricas; equipamentos mecânicos modernizados; cabeçotes do motor diesel, compressor, embreagem magnética; além de todos os equipamentos elétricos estacionários e rotativos reformados; e pintura personalizada.
De com o Coordenador de Manutenção, Sérgio Marcelino, tudo isso é para proporcionar aos usuários, um transporte confiável, seguro e novo. “A CBTU João Pessoa possui cinco locomotivas em condições operacionais para atender a população”, afirma. As locomotivas operam juntamente com os dois VLTs (Veículo Leve sobre Trilhos), em horários alternados para cumprir a grade que se inicia as 04h25 e termina às 19h41.
Fonte - CBTU  27/10/2015

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Locomotiva é resgatada para restauração e uso

Transportes sobre trilhos

Essa máquina, fabricada nos EUA pela American Locomotive Company, é uma importante locomotiva diesel de primeira geração, que veio para substituir as antigas locomotivas a vapor na época

Maria Teresa Costa - iG Paulista
Locomotiva recebeu a cor vermelha quando atuou pela ALL
Locomotiva recebeu a cor vermelha quando atuou pela ALL
Foto: Divulgação
Uma locomotiva de 1958 movida a diesel será resgatada amanhã em uma empresa em Paulínia para ser restaurada e passará a integrar o acervo de locomotivas da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), entidade que opera o trem turístico entre Campinas e Jaguariúna. Com a chegada da máquina, a frota de locomotivas passa a contar com 23 equipamentos, incluindo os movidos a vapor (maria-fumaça),diesel mecânica e diesel elétrica. Emseis meses, segundo o diretor da ABPF, Hélio Gazetta Filho, a locomotiva começará a circular no trecho turístico.
Essa máquina, fabricada nos EUA pela American Locomotive Company, é uma importante locomotiva diesel de primeira geração, que veio para substituir as antigas locomotivas a vapor na época. Ela é uma das duas remanescentes de dez máquinas a diesel adquiridas pela Companhia Paulista de Estrada de Ferro e que circularam nos ramais de bitola métrica até 1968 na região de São Carlos. Elas iam até Dourado, Novo Horizonte e também no ramal de Bebedouro a Olímpia.

Transferência A partir de 1968, quando a Paulista fechou os trechos operados em bitola métrica, as locomotivas foram transferidas para a Companhia Mogiana de Estrada de Ferro e passaram a circular na região de Campinas. A outra locomotiva remanescente do período, recuperada, pertence a uma empresa e opera no porto do Guarujá. As outras oito do lote são sucatas, sem condições de recuperação, e estão no pátio de Campinas.
A máquina é de número 3505 e foi, por muitos anos, locomotiva de manobra das oficinas de Campinas. Com o fechamento das oficinas, ela foi transferida para as oficinas de Sorocaba e nos últimos dois anos estava inoperante por problemas mecânicos e guardada nas oficinas da ALL em Mairinque.

Cor originalCedida à ABPF pelo Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit), ela foi transportada até Paulínia e ficou sob guarda da empresa ANX, de onde vai ser carregada em carreta especial esta semana e levada à estação Carlos Gomes. Originariamente a máquina era azul, cor da Paulista, e foi pintada de vermelho pela ALL, cor desta empresa. Nas oficinas da ABPF ela retornará ao azul original.
Essa locomotiva vai ajudar as marias-fumaças a puxar os trens grandes e também nos períodos de seca ou de muita chuva. No período de chuva, a lenha fica úmida e demora a queimar para ferver a água que formará o vapor necessário para mover as marias-fumaças. Nos períodos de seca, a ideia é que ela faça a força necessária para puxar os trens, evitando a necessidade de queimar muita lenha e prevenir, assim, a formação de fagulhas que poderão provocar incêndio nas margens do trecho por onde circula o trem entre Campinas e Jaguariúna.

AcervoABPF tem, em Campinas, o maior acervo de marias-fumaças da América Latina (são 12 locomotivas a vapor restauradas e mais quatro a espera de recuperação e 60 carros e vagões) graças ao trabalho de garimpagem realizado pelos associados. São ex-ferroviários e apaixonados por trens que dedicam parte de seu tempo a recolher preciosidades históricas abandonadas em pátios desativados.
Sem isso, um importante acervo histórico estaria distribuído pelo país correndo o risco de ser corroído pela ferrugem ou virar sucata. Emprocesso de inventariança, a Rede Ferroviária Federal S.A., proprietária de todo o material das ferrovias desativadas, está leiloando tudo o que não entrou no processo de privatização. As marias-fumaças estão sendo salvas graças ao convênio que a ABPF tem com a RFFSA.

CessãoPor ele, a entidade tem a cessão, em comodato por 99 anos, desses equipamentos, desde que restaure e mantenha a “frota” conservada.
A restauração tem produzido resultados importantes, como a de uma locomotiva a vapor que pertenceu à Companhia Paulista de Estrada de Ferro e que por mais de 40 anos ficou abandonada. Há também um bagageiro em madeira restaurado pelos voluntários, que pertenceu à Estrada de Ferro Noroeste do Brasil: era o carro-correio. Da mesma empresa, uma maria-fumaça também foi restaurada e circula nos finais de semana, levando turistas saudosos para uma viagem no tempo, no trecho de 24 quilômetros entre Campinas e Jaguariúna. Mais novo integrante do acervo, o carro americano foi fabricado em 1951 pela The Budd Company para a Estrada de Ferro Sorocabana.
Fonte - Correio RAC.com  05/01/2015

domingo, 2 de novembro de 2014

Maria Fumaça de Guararema ainda sem data para circular

Transportes sobre trilhos

A agência diz que o processo está pronto, mas ainda falta o cumprimento de algumas exigência para que a locomotiva inicie as atividades.

O Diario de Mogi das Cruzes

A Maria Fumaça 353, conhecida como Velha Senhora, do modelo Baldwin da década de 20, está estacionada em uma garagem na estação central de Guararema, e não deve sair de lá tão cedo. Isso porque o tão aguardado passeio cultural até Luís Carlos, idealizado para resgatar a história e o patrimônio da cidade, depende de uma outorga da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para começar, mas ainda não há previsão para o documento ser emitido. A agência diz que o processo está pronto, mas ainda falta o cumprimento de algumas exigências para que a locomotiva inicie as atividades.
Até agora, a autorização para que composição circule só aconteceu em datas específicas, uma delas no último dia 9 de setembro, durante a inauguração da revitalização de Luís Carlos, parte da programação de aniversário de Guararema.
Segundo a Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), o pedido já foi protocolado no órgão federal e está em tramitação. Além da ANTT, a MRS Logística, que detém a concessão dos trilhos, também acompanha o trâmite da autorização para que os passeios sejam feitos, já que no trecho há circulação de trens de carga.
“Falta formalizarmos estas questões administrativas para que os passeios comecem para a população. As autorizações que tivemos até agora foram emitidas de forma temporária para datas muito específicas e não podemos circular. Enquanto o trâmite não avança, os carros estão estacionados na Estação Central de Guararema e não temos previsão de quando devem sair de lá”, disse Bruno Sanchez, diretor-secretário da ABPF. A MRS informou em nota que apenas a ANTT é que libera a autorização e que, eventualmente, participa “colaborando com estudos técnicos, visitas ou análises, quando a ANTT solicita”. (Jamile Santana - Especial para O Diário)
Fonte - STEFZS  02/11/2014

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Locomotiva 6019 é recuperada na CBTU Maceió

Transportes sobre trilhos

A locomotiva atua em Alagoas desde 1957 e sofre deterioração com a maresia e os desgastes do cotidiano. Ela foi pintada nas cores da bandeira de Alagoas e teve sua arte criada pelo artista plástico da CBTU, Agélio Novaes, exaltando a Estrela Radiosa.

CBTU - Maceió

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) entregará na manhã de sexta-feira (25), a locomotiva 6019 totalmente reformada a população alagoana. O trabalho de recuperação, coordenado pela Coman/Giope, durou em torno de 3 meses e 20 dias e foi realizado na oficina da Estação Central.
A locomotiva atua em Alagoas desde 1957 e sofre deterioração com a maresia e os desgastes do cotidiano. Ela foi pintada nas cores da bandeira de Alagoas e teve sua arte criada pelo artista plástico da CBTU, Agélio Novaes, exaltando a Estrela Radiosa. Nela foram realizados os trabalhos de melhoria na funilaria, pintura externa e interna, montagem de truck, ajustes na tração e capotaria, reperfilamento das rodas, revisão dos freios, reforma da cabine e revestimento nos bancos. A repintura da locomotiva remete às cores da bandeira de Alagoas, que foi um projeto iniciado em 2006, transformando-a mais conhecida como a Estrela Radiosa.
De acordo com o gerente operacional, Thiago Moreira, todos os funcionários e terceirizados envolvidos foram importantes para os resultados positivos. Já os funcionários terceirizados, Jesus Ramalho e José Edson, exaltaram a gratificação de restaurar esse patrimônio histórico. “Nosso trabalho é muito gratificante, pois ao vermos uma locomotiva desse porte totalmente reformada, sabemos que estamos contribuindo para os usuários dos trens de Alagoas”, afirma Ramalho.





Fonte - CBTU 25/09/2014

Locomotiva verde começa a circular no Brasil

Transportes sobre trilhos

Testes bem-sucedidos com biodiesel ampliam potencial de seu uso - Além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o que contribui para a proteção do meio ambiente, o biocombustível gera economia de recursos....

Revista Época Negócios

A tendência inovadora mundial de movimentar trens com biocombustíveis deu um passo importante no Brasil: após uma série de testes desenvolvidos em suas locomotivas produzidas na fábrica de Contagem (MG), a GE Transportation concluiu seu programa de validação do uso de biodiesel, que agora poderá ser o combustível utilizado em suas máquinas. Além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o que contribui para a proteção do meio ambiente, o biocombustível gera economia de recursos – uma boa notícia, considerando que aproximadamente um terço das despesas das empresas de linhas férreas se relaciona a custos operacionais e de combustíveis.
As perspectivas são animadoras: atualmente o biocombustível é a terceira maior fonte de energia do Brasil e pode passar ao segundo lugar já em 2020. E, com o tempo, pode ganhar escala suficiente para superar o petróleo do ponto de vista econômico. Isso porque proporciona maior autonomia ao modal ferroviário, reduzindo a necessidade de importação de combustível. A legislação brasileira já obriga, desde julho, que o diesel derivado do petróleo venha com 6% de biodiesel (chamado de B6 pela porcentagem da mistura). E em novembro esse porcentual deverá chegar a 7%. Com a ampliação do uso do biodiesel, o país deixará de importar 1,2 bilhão de litros de óleo diesel por ano, segundo cálculos do Ministério das Minas e Energia.
Do ponto de vista ambiental, quando atingirmos 10% do combustível misturado (B10), a redução de hidrocarbonetos pode chegar a 10%, o que representa 12,5 mil toneladas a menos na atmosfera. E a redução poderá ser de 25 mil toneladas quando a mistura chegar a 20%.
O potencial para o uso de biocombustíveis tem muito espaço para crescer: estudo do Renewable Energy Police Network 21, entidade sediada na França que congrega empresas, universidades e órgãos governamentais dedicados ao estudo das energias renováveis, revela que atualmente os biocombustíveis são responsáveis por suprir apenas 2,3% da demanda mundial do setor de transportes. E a inovação extrapola os sistemas convencionais: pesquisadores do Georgia Institute of Technology, por exemplo, desenvolvem um biocombustível de alta energia, capaz de substituir, no futuro, os caríssimos combustíveis para mísseis e foguetes, com sua química elaborada a partir do pineno, material encontrado em óleos essenciais de árvores como os pinheiros. Literalmente, o céu é o limite.
Fonte - STEFZS  25/09/2015

sábado, 31 de maio de 2014

CBTU Natal recebe nova locomotiva

Transportes sobre trilhos

A aquisição é fruto dos investimentos realizados pelo Governo Federal, através do PAC Equipamentos. 

CBTU
foto - CBTU
A Superintendência de trens urbanos de Natal recebeu nesta semana uma das locomotivas adquiridas pela CBTU. A aquisição é fruto dos investimentos realizados pelo Governo Federal, através do PAC Equipamentos. Foram destinados 10 milhões de reais para a aquisição de duas novas locomotivas. Com isso, iniciou-se a modernização das máquinas que operam no sistema de trens urbanos do Estado.
De acordo com João Maria Cavalcanti, superintendente regional da CBTU, “o novo equipamento permitirá a melhora dos índices de pontualidade e frequência das viagens, uma vez que substituirá um equipamento obsoleto, da década de 1950, que apresenta constantes problemas e de difícil manutenção”.
Quem ganha com a novidade é a população, que terá um serviço de melhor qualidade, complementou João Maria.
Fonte - Imprensa CBTU Natal  30/05/2014

domingo, 22 de setembro de 2013

A invencível Mallard‏ - A maquina a vapor mais rápida do mundo

Locomotivas

Ela foi fabricada nas oficinas da poderosa LNER – London and North Eastern Railway – bateu o recorde mundial de velocidade, alcançando 207 km/h.Hoje, restam seis Mallards no mundo, inclusive a da foto, batizada de “Bittern”....

CFVV

No dia 3 de julho de 1938, uma locomotiva do tipo Mallard, classe A4, fabricada nas oficinas da poderosa LNER – London and North Eastern Railway – bateu o recorde mundial de velocidade, alcançando 207 km/h. Outros recordes viriam nas décadas a seguir, mas sempre por trens elétricos (hoje é 575 km/h, de um TGV Duplex), e nunca mais por trens a vapor.
Hoje, restam seis Mallards no mundo, inclusive a da foto, batizada de “Bittern” (um pássaro), assim como Mallard é um pato (seu criador, sir Nigel Gresley, era também ornitólogo). Elas pararam de circular na década de 60, mas a Bittern ainda pode ser usada em passeios turísticos, fretada por empresas ou clubes ou mesmo particulares.
As máquinas restantes estão hoje reunidas no National Railway Museum, em York, e tem sido objeto de comemorações e espetáculos, transcorridos 75 anos do recorde. O curador de Veículos Ferroviários, Robert Gwynne, explica que a locomotiva recebeu alguns equipamentos modernos para circular nas vias existentes, como freios a ar e cab signal. E que a procura é grande.
Para alugar uma locomotiva de linha como a Bittern, o preço seria em torno de 6 mil libras por dia (R$ 22 mil), mais carvão e óleo. O custo de uma excursão de York a Carlisle, por exemplo, incluindo trackage right e equipagem, seria em torno de 15 mil libras (55 mil reais), razão porque os preços são tão altos.
Fonte - CFVV Sul de Minas  21/09/2013

domingo, 25 de novembro de 2012

O trem de passageiros - 1940 - Historic Baltimore & Ohio Railroad Trens na América

Viagens de trens



Uma viagem  em um trem com aerodinâmica  no estilo dos anos 40 ( 1940 ) Cenas do interior do trem,da parte externa do trajeto do mesmo,da tripulação dentro da máquina do comboio e do alto conforto que é desfrutado pelos passageiros do Trem.A locomotiva Baltimore & Ohio e Rollingstock e a maquina propulsora desse incrível comboio.