quinta-feira, 5 de abril de 2018

Corte de verba ameaça parar metrôs em cinco capitais até o fim do mês, alerta CBTU

Transportes sobre trilhos  🚄  🚇

O orçamento para os metrôs e veículos leves sobre trilhos (VLTs) das cinco praças, que no ano passado foi de R$ 265 milhões, caiu para R$ 142 milhões em 2018, para atender à política de corte de gastos prevista na Emenda Constitucional 95.Esse corte no orçamento da CBTU não reduz viagens. Na situação em que se encontra hoje, nós não operamos mais. O sistema simplesmente para de funcionar. Se o orçamento não for reposto, o sistema para,alertou o diretor.

Senado Notícias
Foto - ilustração
Os metrôs de Recife, Belo Horizonte, Maceió, João Pessoa e Natal, as cinco capitais brasileiras operadas pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), podem parar de funcionar até o final do mês se o Orçamento de 2018 para o setor não for revisto. Foi o que disse nesta quarta-feira (4) o diretor-presidente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos, José Marques de Lima, em audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). Cerca de 600 mil pessoas seriam prejudicadas diariamente.
O orçamento para os metrôs e veículos leves sobre trilhos (VLTs) das cinco praças, que no ano passado foi de R$ 265 milhões, caiu para R$ 142 milhões em 2018, para atender à política de corte de gastos prevista na Emenda Constitucional 95.
Marques de Lima observou que se chegou a cogitar no início do ano reduzir o número de viagens e de trens em circulação, mas nova avaliação de técnicos da CBTU aponta que seria impossível manter o sistema em funcionamento sem o reforço do orçamento:
-Esse corte no orçamento da CBTU não reduz viagens. Na situação em que se encontra hoje, nós não operamos mais. O sistema simplesmente para de funcionar. Se o orçamento não for reposto, o sistema para,alertou o diretor.
O coordenador-geral de Orçamento do Ministério das Cidades, Octávio Luiz Bitencourt, reforçou que a pasta já solicitou aos ministérios das áreas econômicas um crédito de R$ 122 milhões para a CBTU, de forma a recompor o orçamento e garantir ao menos o que foi gasto no ano passado para manter trens e metrôs em operação. Caso isso não ocorra, o sistema pode parar de funcionar em julho, segundo Bitencourt.
O ministro das Cidades [Alexandre Baldy] fez a solicitação, mas depende dos ministérios da área econômica. Estamos negociando. O ministro tem conversado com o ministro do Planejamento. Temos feito várias reuniões com a Secretaria de Orçamento Federal – relatou.
Mas Marques de Lima avalia que a paralisação pode acontecer antes. Segundo ele, contratos de energia, folha de pagamento dos funcionários e outras despesas inviabilizam a continuidade da prestação dos serviços caso não haja uma recomposição imediata:
Com essa redução que nós sofremos, teríamos que paralisar o sistema em abril já – lamentou.

Preocupação
Os senadores Garibaldi Alves Filho (PMDB -RN), Lídice da Mata (PSB-BA) e a presidente do colegiado, Fátima Bezerra (PT-RN), manifestaram preocupação quanto ao corte orçamentário da Companhia Brasileira de Trens Urbanos. Segundo Fátima, a população mais pobre e que vive nas cidades das regiões metropolitanas das capitais seriam as mais afetadas.
Quando falamos do trem urbano e do VLT, estamos falando principalmente dos trabalhadores de baixa renda que levantam cedinho e saem das suas casas para chegar ao local de trabalho e ter seu ganha pão assegurado todo mês – advertiu.

Investimentos
Além da redução do orçamento para custeio, caíram também os recursos para investimento. Em 2012, ano que atingiu o pico de investimentos no setor, foram autorizados R$ 783 milhões por meio do Programa de Aceleração do Crescimento para a CBTU. Este ano, menos de R$ 40 milhões foram destinados para expandir linhas e adquirir novos trens, conforme a senadora Fátima Bezerra.
Rômulo Dante Orrico Filho, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), observou que os investimentos em mobilidade urbana, especialmente em trens, metrôs e VLTs ajudam a aliviar o trânsito das cidades e têm impacto positivo na produtividade.
Reduzir investimentos em sistemas ferroviários urbanos é um contrassenso à economia, e a consequência é a elevação do Custo Urbano Brasil,enfatizou.
Fonte - Revista Ferroviária  05/04/2018

Bahia é o único vencedor da fonte eólica no Leilão de Energia Nova A-4

Energia eólica  💡

 A maior vendedora foi a fonte solar, que viabilizou 29 usinas com 806,66 MW em nova capacidade. O leilão, que resultou na contratação de 39 novos empreendimentos de geração, viabilizou a adição de pouco mais de 1 GW em capacidade instalada. Além das fontes eólica e solar, a fonte hídrica teve 4 novas usinas com 41,7 MW em capacidade instalada e biomassa adicionou duas novas usinas com 61,8 MW de capacidade.

Da Redação  
foto - ilustração
O Estado da Bahia foi o único vencedor da fonte eólica no Leilão de Energia Nova A-4, realizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo, nesta quarta-feira (4), que contratou quatro projetos com 114,4 MW de capacidade nova. Localizados no município de Campo Formoso, os empreendimentos são da francesa EDF e da Cada dos Ventos.
A maior vendedora foi a fonte solar, que viabilizou 29 usinas com 806,66 MW em nova capacidade. O leilão, que resultou na contratação de 39 novos empreendimentos de geração, viabilizou a adição de pouco mais de 1 GW em capacidade instalada. Além das fontes eólica e solar, a fonte hídrica teve 4 novas usinas com 41,7 MW em capacidade instalada e biomassa adicionou duas novas usinas com 61,8 MW de capacidade.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, afirma que o sucesso da Bahia no cenário nacional neste leilão confirma o trabalho que vem sendo feito em parceria com o setor eólico, visando consolidar o estado como o mais competitivo para esta fonte.
"Políticas de atração de investimento, regularização fundiária e o relacionamento com órgãos que concedem autorizações para esses empreendimentos são a chave do sucesso da Bahia. Neste momento, estamos nos empenhado para construir estratégias semelhantes para o setor fotovoltaico, que acreditamos ser também uma excelente alternativa para o nosso estado", afirma Wagner.
O preço médio de venda ficou em R$ 124,75 por MWh. O valor corresponde a um deságio médio de 59,07% do preço teto estimado. Os preços para as fontes eólica e solar foram os mais baixos registrados no país desde a entrada das fontes nos leilões, com R$ 67,60 e R$ 118,07. O preço referência foi R$ 255/MWh para eólica e R$ 312/MWh para solar.
No total, 17 distribuidoras compraram energia. Dessas, as maiores compradoras foram a Coelba (BA) com 8,8 milhões de MWh, a Enel Distribuição Goiás com 5,8 milhões de MWh e a Elektro (SP/MS) com 5,7 milhões de MWh.
Com informações da Secom BA  05/04/2018

Previdência: uma pequena vitória no meio do terror

Ponto de Vista/Política  🔍

Apesar da reforma da previdência proposta e defendida pelo ministro da economia de Temer, Henrique Meirelles, ter sido praticamente derrotada devido à falta de votos na Câmara dos Deputados não houve sequer tempo de comemoração desta parcial vitória contra o golpe de 2016. A intervenção militar no Rio de Janeiro veio como manobra astuta que nos jogou em um verdadeiro pandemônio. Sem planejamento, sem lógica, sem nada

Tiago Camarinha Lopes* - Portogente
foto - ilustração/arquivo
O cenário político em março de 2018 foi aterrorizante. Apesar da reforma da previdência proposta e defendida pelo ministro da economia de Temer, Henrique Meirelles, ter sido praticamente derrotada devido à falta de votos na Câmara dos Deputados não houve sequer tempo de comemoração desta parcial vitória contra o golpe de 2016. A intervenção militar no Rio de Janeiro veio como manobra astuta que nos jogou em um verdadeiro pandemônio. Sem planejamento, sem lógica, sem nada. Apenas mais uma falácia para esconder o fato de que os atuais ocupantes do poder são inimigos do povo trabalhador e estão dispostos a tudo para não largar o osso. É o terror. Não duvido de que a execução da vereadora Mariellle Franco tenha arrepiado até mesmo os mais brutalizados e desumanizados meninos que são obrigados a servir às forças oficiais como peões de um jogo que sequer compreendem.
A reforma da previdência era uma das etapas esperadas após a concretização do impeachment. Ela deveria ser a sequência lógica da PEC do teto dos gastos, que foi aprovada no segundo semestre de 2016. A limitação dos gastos públicos com todas as despesas não financeiras junto com a diminuição da proteção aos trabalhadores que conseguiram sobreviver até a terceira idade eram os dois pilares que sustentavam todo projeto econômico chamado pomposamente de “Uma ponte para o futuro”.
Tal projeto foi imposto politicamente por meio da derrubada do governo Dilma devido ao fim do ciclo de crescimento econômico iniciado em meados dos anos 2000. Pode ser sintetizado da seguinte maneira: diminuir brutalmente os recursos públicos destinados à promoção do bem- estar social e qualidade de vida da população trabalhadora e proteger o fluxo da riqueza nacional para o bolso dos agentes privados detentores da dívida pública brasileira. Um título muito mais certeiro para tal projeto seria “Farinha pouca, meu pirão, primeiro”.
A dívida que o Estado brasileiro tem com agentes privados assusta não só pela sua dimensão, mas principalmente pela dinâmica à qual ela está submetida. Tais agentes fazem de tudo para garantir que nosso Estado jamais se liberte dessa dívida, porque do contrário eles não poderiam se apropriar como parasitas da gigantesca energia de trabalho humano que o povo brasileiro cria dia após dia, mês após mês, ano após ano, década após década. E aí teriam que trabalhar como todos nós para garantir sua sobrevivência.
O Sistema da Dívida Pública é o processo pelo qual esses agentes atuam de modo a manter o Estado nacional em perpétua situação de dependência em relação a esses agentes privados, que compõem a classe econômica que controla de fato nosso Estado. O Estado não quita a dívida nem declara moratória. Fica no limbo entre essas duas saídas possíveis, como um zumbi a serviço de poderes alheios ao interesse da Nação.
Se o combate à PEC do teto não conseguiu evitar sua aprovação (assim como a aprovação da reforma trabalhista), o mesmo não ocorreu com a reforma da previdência. Por quê? Uma das estratégias mais bem elaboradas de combate a esse ataque foi utilizar a Constituição de 1988 como escudo contra o avanço do sistema da dívida. Essa foi a linha seguida pelos parlamentares, acadêmicos e militantes constitucionalistas que culminou na CPI da Previdência liderada pelo senador pelo Rio Grande do Sul do PT, Paulo Paim. O relatório final da CPI da Previdência formaliza o poderoso e bem fundamentado argumento de que a previdência não é deficitária. Mesmo tendo sua divulgação nitidamente boicotada pela grande imprensa, a CPI da Previdência é um marco e um exemplo de como a militância legalista pode garantir relevantes conquistas mesmo em um cenário adverso como o atual.
O argumento do governo para defender publicamente sua proposta de desmonte da previdência era uma verdadeira falácia. A campanha publicitária explorou a ideia da igualdade para todos na aquisição do direito de se aposentar. Tal tese foi argutamente explorada pelos defensores do governo porque de fato existem privilégios pontuais restritos aos servidores do povo que são inaceitáveis. Esse é o caso dos juízes e seus auxílios-moradias. Só que isso foi um movimento para desviar a atenção do fato de que a reforma colocaria todos em condições piores, mesmo que os trabalhadores mais pobres tivessem sua condição “menos piorada” em comparação com os trabalhadores mais ricos.
É importante lembrar aqui que “ricos” se refere a trabalhadores mais bem remunerados, e não aos proprietários que auferem rendas. São os trabalhadores melhores qualificados com permanência no emprego, maiores salários e atividades menos pesadas.
O governo vinha apresentando esse grupo de trabalhadores que se aposentam por tempo de contribuição (e não por idade) como se eles formassem a elite endinheirada do país. A estratégia do governo para ganhar terreno no campo do embate de ideias era colocar a elite trabalhadora, que inclui a vanguarda do proletariado em sindicatos, mas também técnicos especializados da esfera pública sem consciência de classe no mesmo grupo dos 1% donos do dinheiro, os rentistas e proprietários que não vivem de salários.
Em uma palavra, foi montado todo um discurso jogando o lumpemproletariado, trabalhadores informais e excluídos de baixo contra os assalariados com carteira e servidores do povo do meio para deixar a salvo os 1% de cima que vivem de rendas e não do suor de seu próprio trabalho (visto que aqueles desse estrato que eventualmente trabalham definitivamente não suam como os 99%).
No entanto, como demonstraram a greve geral de 28 de abril de 2017, as diversas manifestações contrárias à reforma da previdência e as denúncias escandalosas de corrupção, o governo Temer estava perdendo a batalha do debate. A derrota definitiva veio com o relatório final da CPI da Previdência no final de 2017 e com a impossibilidade de comprar os votos faltantes no congresso para garantir a aprovação. A intervenção militar no Rio de Janeiro em fevereiro de 2018 teria sepultado tudo, caso não estivéssemos lidando com a turma da transilvânia e criaturas associadas.
O relatório final da CPI da Previdência mostra todos os tipos de cálculos em pauta para verificar a situação econômica da Previdência. Ao desnudar os diferentes métodos de contabilidade que levam a tamanhos variados de déficit/superávit da previdência a CPI demonstra que os conflitos não dependem de divergências técnicas, mas de interesses econômicos que reforçam uma ou outra metodologia de cálculo, dependendo de qual é a mais adequada a servir esses interesses.
De um lado, a metodologia utilizada pelo Governo Federal e pelo TCU (CPI da Previdência, p. 70), faz as contas do montante destinado a financiar a população trabalhadora aposentada excluindo a Previdência Social da Seguridade Social. Nessa interpretação, a Seguridade Social seria referente apenas aos recursos de saúde e assistência social. Além disso, esse tipo de conta não analisa criticamente as modificações por emendas constitucionais que agridem os princípios originais da Carta Magna.
Assim, a DRU (Desvinculação de Receitas da União) é contabilizada como se o Estado não pudesse dispor desse valor para financiar a previdência. Do mesmo modo, o cálculo atuarial é excessivamente pessimista ao não considerar dinâmicas do aumento de produtividade e das políticas macroeconômicas que podem aquecer a economia e gerar maior arrecadação. Tudo isso faz com que se caia na ideia irreal e aterrorizante do déficit da previdência.
De outro lado, temos uma metodologia baseada nos estudos da ANFIP (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal) e de diversos especialistas da área de orçamento público. Nessa metodologia, os indicativos da Constituição Federal para garantir a viabilidade previdenciária para toda a população são seguidos à risca. Só isso já é suficiente para estabelecer que há superávit.
Além disso, o cálculo atuarial aqui leva em conta o aumento da produtividade e considera a possibilidade de programas de estímulo à produção que podem fazer a economia crescer, e com isso, a arrecadação. Ademais, uma reforma tributária progressiva vem como mais um fator que poderia alocar muito mais eficientemente os recursos públicos de modo a garantir todos os direitos constitucionais e permitir um cenário econômico mais equilibrado. Essa metodologia pode ser chamada de constitucionalista e ela demonstra como a Constituição é um instrumento importantíssimo para bloquear os ataques do Sistema da Dívida, que nesse caso tinha a forma de (contra)reforma da previdência.
Cada uma dessas duas formas de averiguar a situação financeira da previdência deve ser julgada diante dos princípios que sustentam a Constituição Federal e de todas as leis que dela devem derivar. Nesse sentido, não há dúvidas de que a metodologia que alardeia o déficit adotada pelo governo Temer e sua equipe econômica é anticonstitucionalista. É por esse motivo que certos economistas se veem na desconfortável situação de ter que dizer que o povo não cabe no “livrinho”, como alguns deles gostam de chamar nossa poderosa e inclusiva Constituição Cidadã de 1988. Poderosa e inclusiva a ponto de poder ser usada como um verdadeiro escudo contra mais um ataque que seria a aprovação da atual proposta de desmonte da previdência.
Mesmo que não tenha havido tempo de comemorar essa parcial vitória, tal fato deve nos trazer esperança e energia para encarar as próximas lutas que continuarão exigindo o máximo dessa árdua conquista jurídica cujos princípios nos guiam para a democracia.
*Tiago Camarinha Lopes é economista pela Goethe Universitat Frankfurt, Alemanha
Fonte - Portogente  05/04/2018

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Salvador é terceira capital com maior tempo em congestionamento

Trânsito  🚗🚗🚗🚕🚌

De acordo com a pesquisa, as viagens em Salvador nos horários de pico levam, em média 71% a mais de tempo do que aquelas em situação de tráfego livre. Segundo a pesquisa, as viagens em Salvador nos horários de pico levam, em média 71% a mais de tempo do que aquelas em situação de tráfego livre.

A Tarde
foto - ilustração/Pregopontocom
Salvador apareceu como a terceira capital brasileira que apresenta o maior tempo de congestionamento, segundo o Índice 99 de Tempo de Viagem.
A pesquisa é feita pelo aplicativo de transporte 99. Os dados apontam a capital baiana atrás somente de Recife e Porto Alegre, respectivamente. As maiores metrópoles do país, São Paulo e Rio de Janeiro, ocupam a quarta e quinta colocações.
De acordo com a pesquisa, as viagens em Salvador nos horários de pico levam, em média 71% a mais de tempo do que aquelas em situação de tráfego livre. Segundo a pesquisa, as viagens em Salvador nos horários de pico levam, em média 71% a mais de tempo do que aquelas em situação de tráfego livre.
O levantamento foi realizado durante o período de 1 de outubro a 31 de dezembro de 2017, com base nas corridas de táxis e 99Pop, carros particulares da empresa, nas 10 maiores capitais brasileiras, de acordo com dados do IBGE 2010.
Fonte - A Tarde  04/04/2018


Aeronáutica diz que militares não devem colocar convicções acima de instituições

Política  👀

Nestes dias críticos para o país, nosso povo está polarizado, influenciado por diversos fatores. Por isso é muito importante que todos nós, militares da ativa ou da reserva, integrantes das Forças Armadas, sigamos fielmente a Constituição, sem nos empolgarmos a ponto de colocar nossas convicções pessoais acima daquelas das instituições”, disse Rossato.

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/fab.mil
Um dia após o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, ter usado a rede social Twitter para “assegurar” que o Exército “julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade”, o Comando da Aeronáutica divulgou uma nota – assinada pelo comandante da Força, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato – na qual afirma que integrantes das Forças Armadas devem acreditar nos poderes instituídos, não se deixando empolgar “a ponto de colocar convicções pessoais acima daquelas das instituições”.
“Nestes dias críticos para o país, nosso povo está polarizado, influenciado por diversos fatores. Por isso é muito importante que todos nós, militares da ativa ou da reserva, integrantes das Forças Armadas, sigamos fielmente a Constituição, sem nos empolgarmos a ponto de colocar nossas convicções pessoais acima daquelas das instituições”, disse Rossato.
“Os poderes constituídos sabem de suas responsabilidades perante a nação e devemos acreditar neles. Tentar impor nossa vontade ou de outrem é o que menos precisamos neste momento. Seremos sempre um extremo recurso, não apenas para a guarda da nossa soberania, como também para mantermos a paz entre irmãos que somos. Acima de tudo, o momento mostra que devemos nos manter unidos, atentos e focados em nossa missão”, continua a nota.
No Twitter publicado na noite de ontem (3), Villas Bôas “assegurou” que “o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais. Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do país e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”, escreveu o comandante do Exército nas postagens.
A mensagem do comandante do Exército desencadeou uma série de pronunciamentos de agentes políticos, bem como nas redes sociais.

Leia abaixo a íntegra da nota do comandante da Aeronáutica:

Tenente-Brigadeiro Rossato emitiu esclarecimento nesta quarta-feira (04).
O Comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, emitiu, nesta quarta-feira (04/04), um esclarecimento do Comando da Aeronáutica diante das repercussões midiáticas sobre o contexto atual do país.
"O Brasil amanhece hoje prestes a viver um dos momentos mais importantes da sua história.
Hoje serão testados valores que nos são muito caros, como a democracia e a integridade de nossas instituições. Instituições essas que têm seus papéis muito bem definidos no arcabouço legal da Nação.
Num momento como este, os ânimos já acirrados intensificam-se ainda mais com a velocidade das mídias sociais, onde cada cidadão encontra espaço para repercutir a sua opinião, em prol do que julga ser o país merecedor.
Entretanto, as necessidades da Nação vão bem mais além. O Brasil merece que seus cidadãos se respeitem e sejam respeitados, que os poderes constituídos atuem em consonância com preceitos éticos e morais dos quais possamos nos orgulhar, que os cidadãos possam ir e vir em segurança, além de tantos outros direitos básicos que hoje o Brasil ainda não oferece para uma boa parte do seu povo.
Nestes dias críticos para o país, nosso povo está polarizado, influenciado por diversos fatores. Por isso é muito importante que todos nós, militares da ativa ou da reserva, integrantes das Forças Armadas, sigamos fielmente à Constituição, sem nos empolgarmos a ponto de colocar nossas convicções pessoais acima daquelas das instituições.
Os poderes constituídos sabem de suas responsabilidades perante a nação e devemos acreditar neles. Tentar impor nossa vontade ou de outrem é o que menos precisamos neste momento. Seremos sempre um extremo recurso não apenas para a guarda da nossa soberania, como também para mantermos a paz entre irmãos que somos. Acima de tudo, o momento mostra que devemos nos manter unidos, atentos e focados em nossa missão."
Fonte - Agência Brasil  04/04/2018

CBTU disponibiliza horário das viagens em novo formato no aplicativo do Facebook

Transportes sobre trilhos  🚄

O novo recurso, disponível apenas na versão mobile do aplicativo, torna prática a consulta aos horários de viagens do sistema de trens, uma vez que permite o acesso direto aos horários exclusivos da estação desejada pelo usuário.

CBTU
Divulgação/CBTU
A partir desta terça-feira, 03, a CBTU disponibiliza a grade horária do Sistema de Trens Urbanos de Natal, em novo formado, aos seus usuários, por meio do aplicativo do Facebook.
O novo recurso, disponível apenas na versão mobile do aplicativo, torna prática a consulta aos horários de viagens do sistema de trens, uma vez que permite o acesso direto aos horários exclusivos da estação desejada pelo usuário.
Para utilizá-lo basta baixar o aplicativo do Facebook no celular, acessar a página da CBTU NATAL (https://www.facebook.com/cbtunatal/) e clicar na publicação (https://www.facebook.com/cbtunatal/posts/2039799182966183) fixada no topo da página. Rapidamente será possível o acesso aos horários das 30 viagens realizadas nos ramais norte e sul do sistema ferroviário da Grande Natal.
Fonte - CBTU  04/04/2018

terça-feira, 3 de abril de 2018

Licitação do VLT de Salvador terá resultado dia 25 de abril

Transportes sobre trilhos  🚄

A abertura dos envelopes ocorrerá na sede da B3 (fusão da BM&BOVESPA e Cetip), em São Paulo, às 14h. O Governo do Estado decidiu adiar o resultado do processo licitatório em razão do grande número de consultas e dúvidas que ainda estão sendo esclarecidas pelas empresas interessadas.

Da Redação
foto - ilustração
O resultado da licitação para implantação e operação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) do Subúrbio Ferroviário de Salvador será conhecido no dia 25 de abril. A abertura dos envelopes ocorrerá na sede da B3 (fusão da BM&BOVESPA e Cetip), em São Paulo, às 14h.
O Governo do Estado decidiu adiar o resultado do processo licitatório em razão do grande número de consultas e dúvidas que ainda estão sendo esclarecidas pelas empresas interessadas. A decisão do adiamento foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) de 29 de março.

VLT
O modal irá substituir o atual Trem do Subúrbio, com cerca de 20 quilômetros de extensão e 22 estações, ligando o Comércio até a Ilha de São João, no município de Simões Filho. O valor de investimento estimado é de R$ 1,5 bilhão. As obras serão iniciadas 90 dias após a assinatura do contrato, com prazo de 24 meses para conclusão.
Com informaçôes da Secom BA  03/04/2018

Brasil se apequena no Mercosul e na sua política externa

Ponto de Vista   🚄🚃

Um país como o nosso, de dimensões continentais, acaba sendo um peso e tanto nesse desiquilíbrio latino-americano. Acabamos sendo protagonistas desse atraso regional. Atrasamos a nós mesmos em termos de desenvolvimento e irradiamos isso para o nosso entorno.No âmbito da diplomacia tupiniquim atual tem faltado visão e articulação para posicionar o Mercosul com metas de ampliação do consumo regional e como alavanca de conquista de novos mercados. 

Editor Portogente
foto - ilustração/arquivo
Especialistas têm se debruçado, com mais afinco, nos últimos tempos, sobre o calcanhar de aquiles do Brasil. A sua (pouca e ineficiente) infraestrutura tem dado o que falar. Recentemente a própria América Latina foi alvo de muitas críticas. Tal debate leva a um outro, também importante. Será que temos a verdadeira noção e o entendimento da necessidade de fazermos parte do Mercado Comum do Sul (Mercosul)?
Um país como o nosso, de dimensões continentais, acaba sendo um peso e tanto nesse desiquilíbrio latino-americano. Acabamos sendo protagonistas desse atraso regional. Atrasamos a nós mesmos em termos de desenvolvimento e irradiamos isso para o nosso entorno.
No âmbito da diplomacia tupiniquim atual tem faltado visão e articulação para posicionar o Mercosul com metas de ampliação do consumo regional e como alavanca de conquista de novos mercados. Política externa se faz com grandes pensamentos e ideias, para além de questiúnculas políticas e ideológicas. Aliás, está aí um tema importante para os candidatos à Presidência da República nas próximas eleições.
Junto a isso temos o "emagrecimento" precoce da nossa ciência e tecnologia. Sem isso, esvaziamos o nosso papel de destaque na troca de conhecimento e na constituição de um bloco de pesquisa e produção. Priorizar a tecnologia digital e biotecnologia é uma estratégia de concentrar esforços para aprimorar a produção e o fomento de novas cadeias produtivas.
Impossível otimizar a infraestrutura do Mercosul sem derrubar o estigma da sua irrelevância como bloco no contexto global. Esse é um debate que não pode esperar mais. A prioridade é dar a dimensão que amplie os focos atuais, muitos em situação de impasse, para integrarem esforços e gerarem sinergia.
Se a tendência é de enfraquecimento dos blocos de livre comércio e seu desaparecimento gradual no futuro, ao mesmo tempo eles continuam a ser atalhos para um maior grau de integração. Mercosul já nasceu integrado por suas raízes luso-espanholas.
Por fim, cabe destacar o diagnóstico sábio do engenheiro José Manoel Ferreira Gonçalves, que presidente da Frente Nacional pela Volta das Ferrovias (FerroFrente): "A infraestrutura na América Latina está ultrapassada, obsoleta, desintegrada e atrasada, em nada lembra o século XXI que vivemos. Enquanto na Europa apenas 17% das vias são ainda desnudas estradas de terra, na AL mais de 60% das estradas estão nessa situação. Mas não é só em comparação ao primeiro mundo que a região está em déficit, visto que nas economias emergentes da Ásia, por exemplo, esse total não ultrapassa 46%."
Fonte - Portogente  03/04/2018

Tráfego na BA-099 será bloqueado temporariamente, nesta terça-feira (03), para montagem de passarela

Infraestrutura  🚧

O local estará devidamente sinalizado e a operação contará com o apoio da Concessionária Litoral Norte (CLN), responsável pela gestão da Estrada do Coco, e da Polícia Militar Rodoviária. Haverá o bloqueio total do fluxo por cerca de meia hora, a partir de 0h da quarta-feira (04/04). 

Da Redação

A Concessionária Bahia Norte, responsável pelas obras de construção da Via Metropolitana, informa que, nesta terça-feira, 03 de abril, a partir das 22h, realizará o içamento da viga central da passarela que está sendo instalada na altura do Km 8,5 da BA-099. O local estará devidamente sinalizado e a operação contará com o apoio da Concessionária Litoral Norte (CLN), responsável pela gestão da Estrada do Coco, e da Polícia Militar Rodoviária. Haverá o bloqueio total do fluxo por cerca de meia hora, a partir de 0h da quarta-feira (04/04). A futura passarela tem o objetivo de proporcionar mais segurança à pedestres e motoristas ao eliminar a travessia em nível que existe no trecho onde, inclusive, havia uma faixa de pedestre.
O içamento estava previsto para o dia 21/03, quarta-feira, mas não foi possível por conta do apagão que atingiu Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, dentre outras cidades baianas.
A Bahia Norte pede atenção redobrada aos motoristas que vão passar pelo local. Observar a sinalização e reduzir a velocidade no trecho são iniciativas fundamentais para garantir uma viagem tranquila, além de gerar segurança aos funcionários envolvidos na instalação da passarela.

Via Metropolitana Camaçari-Lauro de Freitas
O trecho de 11,2Km liga a CIA-Aeroporto à Estrada do Coco e promete reduzir o tempo de deslocamento entre a capital e o Litoral Norte do estado, o que aliviará o sistema viário composto pelo trecho norte da Avenida Paralela, a Avenida Dorival Caymmi e o Complexo 2 de Julho, no município de Lauro de Freitas.
Com investimento de R$ 298 milhões, o projeto conta com pista dupla, sendo duas faixas por sentido de tráfego, canteiro central e uma praça de pedágio unidirecional, sentido Salvador. Os usuários contarão com atendimento médico pré-hospitalar, socorro mecânico, centro de controle operacional e base de apoio.
Com informações da Seinfra BA  03/04/2018

QUE CORTEM AS ÁRVORES,TAMPEM OS RIOS,MAS SALVEM O BRT

Salvador Sobre Trilhos 🚌🚗🚌🚗 

Na contramão do novo conceito urbanístico hoje disseminado e apregoado nas grandes cidades do mundo desenvolvido,onde viadutos e elevados estão sendo removidos para dar espaço a pratica da  política urbana de "cidades para pessoas" estimulando uma melhor convivência urbana e social,onde rios tamponados e poluídos estão sendo arejados,recuperados,revitalizados e voltando a fazer parte da paisagem urbana,humanizando as cidades amenizando o clima e melhorando a qualidade de vida da população,Salvador "drasticamente" anda no sentido inverso para torna-se uma cidade "cinza" e amorfa.

Salvador Sobre Trilhos*
imagem/ilustração
Se o projeto de BRT Lapa/Lip(Iguatemi)  vir a  ser concretizado na forma como foi concebido originalmente,poderá trazer consequências e sequelas lastimáveis para o futuro da cidade no plano urbano e da mobilidade,e certamente não trará nenhum benefício a cidade,por ser um projeto sem sentido e mal construído.Seria um projeto para construção de elevados e viadutos?,um projeto "cimenteiro" abrigado sobre o guarda-chuva do BRT?!. E quais as alternativas para se contrapor esse esquartejamento urbano????......  - Um projeto de BHLS (Bus with High Level of Service)um sistema mais simples com custo e tempo de implantação extremamente inferiores,além de não impactar de maneira tão severa e critica o tecido urbano o ambiente urbano e a paisagem local,corrigindo-se o trajeto e dividindo o sistema em duas linhas traria inúmeras vantagens não só para a mobilidade nas zonas de influência bem como no sistema de transportes públicos da cidade de maneira mais genérica.O sistema BHLS já adotado em varias partes do mundo e também em algumas cidades brasileiras vem substituindo os sistemas de BRT com inúmeras vantagens. O projeto que seria composto por duas linhas de BHLS, a 1ª e principal faria a ligação da Estação Metro/Rodoviária com os bairros Itaigara/Pituba utilizando a maior parte da infraestrutura já existente (faixas exclusivas de ônibus atualmente subutilizadas),a adaptação das baias e paradas de ônibus para os articulados com piso baixo,implantação de rede de semáforos inteligentes privilegiando a passagem dos ônibus e fiscalização eletrônica para coibir invasões e evasões nas faixas destinadas exclusivamente aos ônibus.Para esta linha bastaria a construção de um único viaduto (Comercial Ramos/Parque da Cidade - sentido
Itaigara).

ilustração demonstrativa
O sistema que atenderia uma demanda semelhante ao BRT e faria uma importante ligação integrando todos os bairros (residenciais e comerciais)nas bordas da Av. ACM em todo esse trajeto,com três (03) vetores importantes da cidade através da ligação com o sistema metroviário (estação Rodoviária) e outras localidades através do sistema de ônibus convencionais via integração.A 1ª ligação seria com o vetor Rodoviária/Acesso Norte/Bonocô/Lapa,a 2ª ligação seria com o vetor  Rodoviária/Acesso Norte/Pirajá/Aguas Claras,BR-324 RMS além dos bairros de Castelo Branco/Cajazeiras.A 3ª ligação seria com o vetor  Rodoviária/Av. Paralela/Mussurunga/Aeroporto/Lauro de Freitas/RMS. Uma importante demanda cruzada (em dois sentidos),seria beneficiada por esse sistema. - A 2ª linha de BHLS nos mesmos moldes da 1ª, seria a ligação Lapa/Av.Garibalde/Av.Juraci Magalhães Jr./Av.ACM sentido Itaigara/Pituba (Apenas um viaduto de cruzamento da Av.Garibalde/Av.Juraci Mag.Jr sobre a Av. Vasco da Gama seria construído).

ilustração demonstrativa
A Av. Vasco da Gama não se enquadra nesse projeto por questionamentos ref. a demandas de passageiros. Essa certamente seria uma opção mais viável,causando o mínimo de danos ao meio ambiente e ao tecido urbano da cidade com prováveis resultados positivos para a mobilidade em nossa cidade.A imposição de um projeto para a cidade,sem a participação da sociedade civil num debate franco e aberto sobre o mesmo,não trará benefícios nenhum para a cidade e para a sua população,alem dos danos que porventura causará,deixando uma herança nociva que custará muito caro para ser removida,repensada e reparada.
*Salvador Sobre Trilhos - Mobilidade e Sustentabilidade.Movimento ativista com 10 anos de atividades e atuação dedicadas aos temas.
Salvador Sobre Trilhos/Pregopontocom  03/04/2018

VEJA TAMBÉM - BRT de Salvador "Um telhado sem casa"

Rumo à escuridão: tiros contra Lula. E FHC, Moro, Dallagnol, Bretas... se calam.

Ponto de Vista  🔍

No domingo Fernando Henrique alertou em artigo: "A democracia pode morrer".Uma semana desde os tiros contra a caravana do ex-presidente Lula. E Fernando Henrique ainda não disse nada condenando diretamente o atentado a tiros.Nem mesmo se escudando no desconhecimento da origem dos tiros.O Procurador Dallagnol e o Juiz Bretas alardeiam fé cristã. Dallagnol anuncia jejum. Em resumo, pela prisão de Lula e demais após condenação na 2ª Instância.Quatro mil juízes e procuradores assinam manifesto pelas prisões. E todos sabem: 40% de 820 mil presos do Brasil seguem sem julgamento concluído ou mesmo iniciado.Que se saiba, Dallagnol, Bretas, o juiz Moro, e demais em cartaz, não disseram uma palavra condenando os tiros. Que aconteceram exatamente no Paraná.

Bob Fernandes



Imagem/YouTube

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Passageiros enfrentam fila para retornar a Salvador pelo sistema Ferry-Boat

Travessia Marítima   🚢

Segundo a ITS, concessionária que administra o sistema, o movimento intenso de pedestres e motoristas é registrado no terminal de Bom Despacho.Neste domingo, 1º, os motoristas que retornavam do feriadão para a capital baiana reclamaram da demora para o embarque.

A Tarde 
foto - ilustração/arquivo
Os usuários do sistema ferryboat que retornam do feriadão de Páscoa na manhã desta segunda-feira, 2, enfrentam filas de até 4 horas. Segundo a ITS, concessionária que administra o sistema, o movimento intenso de pedestres e motoristas é registrado no terminal de Bom Despacho, na Ilha de Itaparica. Já o Terminal de São Joaquim, em Salvador, segue com fluxo tranquilo.
Operam nesta manhã as embarcações Juracy Magalhães, Dorival Caymmi, Zumbi dos Palmares e Ivete Sangalo, com saídas de hora em hora.

Volta do feriado
Neste domingo, 1º, os motoristas que retornavam do feriadão para a capital baiana reclamaram da demora para o embarque.
Um dos usuários disse que chegou a Bom Despacho por volta das 18h e só desembarcou em Salvador 10 horas depois, por volta das 4h desta segunda. Outra motorista aguardou 5h30 dentro do pátio do terminal para conseguir embarcar no ferry Rio Paraguaçu, que saiu às 15h30.
Fonte - A Tarde  02/04/2018

Trens Urbanos novos sofrem com ação de vândalos em João Pessoa

Transportes sobre trilhos  🚄

Ações desse tipo está se tornando comum em João Pessoa. Apesar das campanhas educativas realizadas pela CBTU, vândalos insistem em depredar o patrimônio público e causar prejuízos para a população.De acordo com a Coordenadoria de Manutenção (Coman), o reparo nos VLTs levam cerca de oito dias para retornaram a operação.

CBTU
Divulgação/CBTU
Arremesso de pedras, pichações e mal uso. Essas são as principais ações que vândalos estão cometendo contra os trens da CBTU João Pessoa. No último sábado, 31 de março, quando realizava a última viagem entre Santa Rita e João Pessoa, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) 041, teve o seu para-brisa danificado por uma pedra e está temporariamente fora de circulação. Outros quatro VLTs já tiveram as telas das janelas também quebradas por pedradas e foram pichados. A CBTU gastou cerca de R$ 60 mil para repara todos os veículos depredados.
De acordo com a Coordenadoria de Manutenção (Coman), o reparo nos VLTs levam cerca de oito dias para retornaram a operação. Isso se deve aos serviços de remoção, limpeza da área, aplicação do novo para-brisa e do produto de vedação. Com isso, a população fica prejudicada por não contar com o trem caso o que esteja em operação apresente defeitos. Na ocorrência deste VLT que foi danificado no último sábado, a CBTU irá fazer a substituição do para-brisa de vidro por um de policarbonato, que é mais resistente.
Ações desse tipo está se tornando comum em João Pessoa. Apesar das campanhas educativas realizadas pela CBTU, vândalos insistem em depredar o patrimônio público e causar prejuízos para a população. Segundo o superintendente, Paulo Barreto, o grande número de usuários preserva os trens e tem se mostrado consciente na preservação do transporte. “Os nossos passageiros contribuem para a preservação dos nossos trens. São ações de vândalos que prejudicam a nossa frota e nos causam grandes prejuízos. Dinheiro que poderia ser investido em melhorias para o sistema e trens”, afirma.
A cada ato de vandalismo, a CBTU registra a ocorrência na polícia e equipes da segurança patrimonial da Companhia monitoram as áreas para evitar mais vandalismo e encontrar os responsáveis. De acordo com o artigo 163, do Código Penal brasileiro, vandalismo é crime e o autor do delito fica sujeito a prisão e multa, por danos ao patrimônio público. A pena varia de seis meses a três anos de detenção, além das agravantes.
Fonte - CBTU  02/04/2018

Necessário saber tudo sobre a Libra no Porto de Santos

Ponto de Vista  🚢

Os diálogos gravados entre o presidente da Libra e operadores políticos expõem o modo e o espírito nada republicanos que permeiam essa negociação. Ante a envergadura desses manda-chuvas, como fica a diretoria da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), administradora do Porto de Santos, em relação aos interesses desse poderoso esquema, quando desistiu da defesa da ação judicial favorável para cobrar a astronômica dívida?

Portogente
foto - ilustração/arquivo
A operação da Polícia Federal que solicitou a prisão temporária, no dia 29 de março último, dos Torrealba, proprietários do Grupo Libra, é um prenúncio da pá de cal à negociação arbitrada da dívida desta operadora portuária com o Porto de Santos.
Os diálogos gravados entre o presidente da Libra e operadores políticos expõem o modo e o espírito nada republicanos que permeiam essa negociação. Ante a envergadura desses manda-chuvas, como fica a diretoria da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), administradora do Porto de Santos, em relação aos interesses desse poderoso esquema, quando desistiu da defesa da ação judicial favorável para cobrar a astronômica dívida?
Para tanto, necessário se faz retomar à época da desistência da ação e ouvir, por exemplo, o então diretor financeiro da Codesp, senhor Alencar Severino Costa. É um ponto solto, ainda, por quais motivos o Porto de Santos desistiu de dar prosseguimento na Justiça, já com sentença vitoriosa em primeira instância, e voltar à estaca zero, "preferindo" o procedimento privado, de arbitragem, da ação que se encontrava sobre a mesa, aguardando a sentença do Desembargador Federal André Nabarrete. A sentença do juiz Wilson Zauhy tem entre os seus fundamentos que a Libra ofertou carência zero e declarou, por escrito, quando da visita técnica, que conhecia todas as características da área licitada.
Esses dados constituem base suficiente à nulidade da sentença arbitral, até porque ela pode significar uma mágica e transformar a dívida que hoje ultrapassa R$ 2,8 bilhões em poucas centenas de milhões de reais, como está ofertando e tenta demonstrar a Libra. Desde 1998, tal grupo justifica a sua inadimplência sem consistência técnica, cujos valores devidos se acumularam e foram corrigidos ao longo de todo contrato, sem que fosse pago um centavo sequer.
O rol de enrascadas que o caso promove parece se autoalimentar. A extensão deste caso da Libra ao palácio presidencial em período de campanhas eleitorais alimenta os canhões dirigidos ao projeto político de Michel Temer.
O mundo portuário sabe: até agora, a Libra não cumpriu um centavo do investimento referente à renovação contratual. Será que a operadora portuária tem caixa para honrar o que se discute na Câmara de Comércio Brasil - Canadá ( CCBC )? A judicialização em curso da negociação arbitrada, pelo que irá alegar e perguntar, vai provocar tantos outros embaraços. A questão é imaginar o que vai restar da Libra no Porto de Santos.
Fonte - Portogente  02/04/2018

domingo, 1 de abril de 2018

Movimento intenso no embarque do Ferryboat em Bom Despacho

Travessia Marítima  🚢

Ferryboat tem fluxo intenso em Bom Despacho.  O tempo médio de espera para veículos é de aproximadamente 2h30. Já para pedestres o tempo de embarque pode chegar até 1h30.

A Tarde
foto - ilustração/arquivo
O intenso fluxo de pessoas que voltam do feriadão de Semana Santa causa intensidade no terminal do ferryboat em Bom Despacho, na Ilha de Itaparica. O tempo médio de espera para veículos é de aproximadamente 2h30. Já para pedestres o tempo de embarque pode chegar até 1h30.
Segundo a ITS, empresa que administra o transporte, esse aumento de fluxo de usuários do equipamento deve permanecer até o início na noite. Para isso, o serviço vai funcionar de forma ininterrupta até as 23h30 desta segunda, 2.
Já no terminal náutico de Mar Grande, em Vera Cruz, as lanchas operam normalmente a cada 30 minutos. Se houver necessidade o tempo de saída das embarcações pode diminuir para 15 em 15 minutos. O último horário da lancha rápida saindo da ilha é 18h30 e, às 20h, em Salvador.
Fonte - A Tarde  01/04/2018