quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Mamulengo de Cheiroso se apresenta no Festival de Artes Cênicas de Sergipe

Arte/Cultura

O premiado Grupo Teatral Mamulengo de Cheiroso foi fundado em 1978, desde então já participou de inúmeras mostras, encontros, festivais e seminários,  grupo foi um dos seis convidados para compor a programação do Festival Sergipano de Artes Cênicas 2015, que segue com programação gratuita até o dia 13 de setembro.

ASN
foto - Ascom/Secult
O Teatro Atheneu recebeu na última terça-feira, 08, a comédia 'O Figo da Figueira' do renomado grupo de teatro de bonecos Mamulengo de Cheiroso. Com 37 anos de história, o grupo foi um dos seis convidados para compor a programação do Festival Sergipano de Artes Cênicas 2015, que segue com programação gratuita até o dia 13 de setembro. Uma peça para chegar, sentar e se divertir.
Baseado no texto do escritor sergipano Sílvio Romero, 'O Figo da Figueira' foi adaptado ao teatro pela pesquisadora e fundadora do Mamulengo, Aglaé Fontes. “É um texto que trabalha muito o lúdico infantil, a musicalidade e as brincadeiras de roda”, explicou o ator e diretor do grupo, Augusto Barreto.
A peça conta com oito pessoas entre atores, técnicos e músicos, porém apenas três atuam. “São seis bonecos que contam, de forma cantada e bem humorada, a história de uma madrasta interesseira, Dona Ofenisia, que estava em busca de um casamento e depois de realizar tal desejo, enterra a filha em uma figueira”, relatou Augusto. Músicas antigas infantis marcaram presença na peça como 'Roda peão' e 'Pinta Lainha' e foram cantadas pelo público.
O premiado Grupo Teatral Mamulengo de Cheiroso foi fundado em 1978, desde então já participou de inúmeras mostras, encontros, festivais, seminários por todo Brasil inclusive fora dele como a participação no Festival Ibérico nas cidades de Torres Vedras, Caldas da Rainha, Lisboa, Povoa do Lanhoso. Tem como missão a promoção da cultura popular, a valorização do teatro de bonecos, a realização de conferências, oficinas e cursos para a formação de atores. “O ator só envelhece a carcaça, pois o interior continua pensando, continua jovem. Então o teatro tem essa fantasia, essa lúbrica que nos encanta e nos rejuvenesce”, conclui Augusto.
O público de estudantes da rede pública, jovens, pais e crianças, que compareceram ao teatro, interagiram a cada solicitação dos personagens e demonstraram através das palmas o quanto se divertiram com a peça. “Foi muito bom ouvir novamente músicas da minha infância sendo cantadas pelos bonecos e até meus filhos que não conhecem todas elas também se divertiram”, disse Beatriz Souza Rocha que levou os dois filhos de seis e sete anos. “Eu ri muito com os bonecos e a forma com que eles mexeram com o público”, afirmou o estudante Eduardo Santos.
O Festival Sergipano de Artes Cênicas, que engloba o V Festival de Teatro e a IX Semana de Dança, acontece até o dia 13 de setembro e é promovido pelo Instituto Banese em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com recursos do Fundo de Desenvolvimento Cultural e Artístico (Funcart). As apresentações estão distribuídas entre os teatros Atheneu, Lourival Batista, Tobias Barreto, praças e outros espaços públicos da cidade. Todos os espetáculos têm entrada franca.
Fonte - ASN/Agência Sergipe de Notícias  09/09/2015

Confira a programação aquihttp://www.agencia.se.gov.br/noticias/cultura/mamulengo-de-cheiroso-se-apresenta-no-festival-de-artes-cenicas

China aprova projetos ferroviários de 70 bilhões de yuans

Transportes sobre trilhos/Internacional

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas (NDRC, na sigla em inglês) informou que um dos projetos, que ligará a província de Yunan, no sudoeste da China, ao vizinho Laos, está avaliado em 51,6 bilhões de yuans. 

Agência Estado - RF
foto - ilustração
O órgão de planejamento econômico da China deu aprovação a dois projetos ferroviários que preveem investimentos em torno de 70 bilhões de yuans (US$ 11 bilhões), numa última tentativa de estimular gastos em infraestrutura em meio à desaceleração da economia.
A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas (NDRC, na sigla em inglês) informou que um dos projetos, que ligará a província de Yunan, no sudoeste da China, ao vizinho Laos, está avaliado em 51,6 bilhões de yuans. O outro projeto, com valor total de 18,1 bilhões de yuans, vai conectar as províncias de Hebei e Shanxi, no norte do país.
Ontem, a NDRC já havia aprovado outros seis projetos de infraestrutura.
O governo chinês tem se esforçado para ampliar os investimentos em infraestrutura, diante de novos sinais de fraqueza da economia. No segundo trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) da China teve expansão anual de 7%, o menor ritmo em seis anos. A volatilidade recente das bolsas locais e a desvalorização do yuan, anunciada na semana passada, ajudam a reforçar os temores com a economia chinesa.
Fonte - Revista Ferroviária  09/09/2015

Complexo eólico cearense terá R$ 652 milhões do BNDES

Sustentabilidade

O projeto de Itarema terá potencial instalado de 207 MW. São nove parques eólicos que serão concluídos em duas fases.O pacote de projetos aprovados inclui dois financiamentos de longo prazo (R$ 652 milhões para complexo no CE e R$ 273 mi a outro no RN) e um empréstimo-ponte de R$ 145 mi ao RS.

Diário do Nordeste
foto - Diário do Nordeste
O setor eólico é um dos poucos que realmente não vê crise e avança em número de projetos. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou três operações, no valor total de R$ 1,07 bilhão, para três complexos de energia eólica nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
São dois financiamentos de longo prazo: R$ 652,5 milhões ao Complexo de Itarema (CE) e R$ 273 milhões para o complexo Vamcruz, em Serra do Mel (RN). Ambos os projetos, estruturados na modalidade de project finance, integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O projeto de Itarema terá potencial instalado de 207 MW. São nove parques eólicos que serão concluídos em duas fases. A primeira, com quatro parques, entra em operação em fevereiro e a segunda, com cinco, em setembro de 2016.
Cada parque é uma sociedade de propósito específico (SPE), atendendo ao especificado na linha BNDES Project Finance. Para cada uma foi feita uma operação nessa modalidade, em que o pagamento é calculado com base no fluxo de caixa das empresas.
Todas as SPEs pertencem à Itarema Geração de Energia S.A., controlada integralmente pela Rio Energy Fundo de Investimento, braço para investimento em energias renováveis da Denham Capital, gestora de private equity sediada nos EUA.
Durante a construção devem ser criados 2,4 mil empregos diretos e 2,5 mil indiretos. No empréstimo foram previstos R$ 3,5 milhões para aplicação em projetos sociais no entorno do complexo eólico. Os projetos ainda serão definidos.
Já o Complexo Vamcruz, em Serra do Mel (RN), é controlado por uma holding de mesmo nome dona de quatro parques eólicos que devem gerar, no total, 93 MW. A holding é formada pela Centrais Hidroelétricas do São Francisco (Chesf), que tem 49%, pelo francês Grupo Voltalia, que tem 25,6%, e pela Encalso Construções Ltda, do Ceará, com 25,4%. Na construção, devem ser criados 60 empregos diretos e 605 indiretos.
O BNDES também aprovou empréstimo-ponte no valor de R$ 144,9 milhões para a implantação de 12 usinas eólicas e o sistema de transmissão do Complexo de Hermenegildo, nos municípios de Santa Vitória do Palmar e Chuí, no Rio do Grande do Sul.
O empréstimo-ponte visa agilizar a realização de investimentos por meio da concessão de recursos no período de estruturação da operação de longo prazo.
Fonte - Diário do Nordeste  09/09/2015

Um quarto da população da União Europeia vive em risco de pobreza, diz Oxfam

Internacional

Segundo os dados do estudo intitulado “Europa para a maioria, não para as elites”, 123 milhões de pessoas vivem atualmente em risco de pobreza na região, enquanto 342 cidadãos europeus são considerados bilionários. O estudo da Oxfam qualificou os atuais níveis de desigualdade na UE como uma “injustiça inaceitável”.

Da Agência Lusa
foto - ilustração
A Europa registou níveis “inaceitáveis” de desigualdade em 2015, com um quarto da população da União Europeia (UE) vivendo em risco de pobreza e de exclusão social. A conclusão está em um relatório da organização não-governamental Oxfam, apresentado hoje (9) em Madri.
Segundo os dados do estudo intitulado “Europa para a maioria, não para as elites”, 123 milhões de pessoas vivem atualmente em risco de pobreza na região, enquanto 342 cidadãos europeus são considerados bilionários. O estudo da Oxfam qualificou os atuais níveis de desigualdade na UE como uma “injustiça inaceitável”.
“O diagnóstico da Oxfam está correto: os níveis de pobreza e de desigualdade na Europa, agravados pela crise econômica e pelas medidas de austeridades, são inaceitáveis. É hora de se adotarem medidas com o objetivo de promover a recuperação do investimento e do emprego, bem como para cicatrizar as feridas abertas pela perda em massa de postos de trabalho, pela redução dos salários reais e pelos cortes nos serviços públicos, especialmente em países como a Grécia, Espanha e Portugal, mas também em toda a Europa”, escreveu Stephany Griffith-Jones, conceituada especialista da universidade norte-americana de Columbia, no preâmbulo do relatório.
Em 2013, cerca de 50 milhões de pessoas no bloco europeu não conseguiam satisfazer suas necessidades materiais básicas, o que representou aumento de 7,5 milhões de pessoas em relação aos dados de 2009. Este cenário atingia então 19 dos 28 Estados-membros, incluindo Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda e Itália.
No mesmo período, o número de bilionários aumentou de 145 para 222 e continuou a crescer até hoje, para os atuais 342. Cerca de 85% dos bilionários do espaço comunitário são homens com mais de 60 anos. Além disso, entre 2010 e 2013, o setor dos bens de luxo na Europa registou um aumento de 28%.
O grau de desigualdade econômica e de concentração de rendas variam em cada país do bloco, mas a Bulgária e a Grécia registram os piores resultados em quase todos os indicadores analisados para determinar o risco de pobreza.
A Grécia apresenta uma das diferenças mais amplas entre as rendas das classes mais ricas e das classes mais pobres, bem como elevada taxa de desemprego. O Reino Unido tem o nível mais elevado de desigualdade salarial.
Em contraste, os países mais igualitários da União Europeia são a Eslováquia, Malta, República Tcheca e a Eslovênia.
Os valores mais altos de pobreza na população ativa verificam-se na Romênia e na Grécia, mas os dados mostram que estão aumentando em outros países, como a Alemanha.
A diferença salarial por gênero também continua sendo uma realidade na Europa e são as mulheres da Alemanha, Áustria e República Tcheca que têm as maiores disparidades salariais na comparação com os trabalhadores do sexo masculino.
Fonte - Agência  Brasil  09/09/2015

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Entregue a 11ª contenção de encostas em cinco meses na capital baiana

Desenvolvimento Urbano

No total, até o final de 2016, estão previstas 98 intervenções em áreas de risco na capital. De acordo com o governador, esse é o começo da série de novas obras que ainda serão autorizadas.O nosso trabalho continua, pelo menos pelos próximos dois anos, para tentar dar mais segurança à população", afirmou Rui, destacando ainda que outras encostas no bairro de São Cristóvão serão incluídas em outros projetos.

Sedur

Sedur 
Em visita ao bairro de São Cristóvão, na manhã desta terça-feira (8), o governador Rui Costa entregou a décima primeira encosta recuperada em Salvador, desde o final de março, quando foi entregue a primeira, no bairro de Água Claras. No total, até o final de 2016, estão previstas 98 intervenções em áreas de risco na capital. De acordo com o governador, esse é o começo da série de novas obras que ainda serão autorizadas.
Isso porque a entrega no bairro de São Cristóvão, que beneficiou 52 famílias da localidade, acontece na véspera da liberação oficial de R$ 80 milhões do governo federal para mais investimentos desse tipo na capital baiana e no município de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A formalização do investimento será realizada na quarta-feira (9), com a presença do ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, em um encontro com o governador Rui Costa e com os prefeitos das duas cidades beneficiadas. Com esse recurso, serão autorizadas mais 17 intervenções distribuídas entre os dois municípios, sob responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder). As áreas são escolhidas por apresentarem risco muito alto aos imóveis e ameaça à vida dos moradores da região.
"Amanhã receberemos essa verba para construir e autorizar novas encostas em Salvador e em Candeias, principalmente naquelas regiões que foram atingidas por desabamentos no primeiro semestre, onde, em alguns pontos, houve mortes, como na Baixa do Fiscal e na San Martin. Ainda temos muitas áreas para recuperar e conseguir cobrir toda a cidade, mas estamos escolhendo, nessas primeiras intervenções, as áreas mais críticas. O nosso trabalho continua, pelo menos pelos próximos dois anos, para tentar dar mais segurança à população", afirmou Rui, destacando ainda que outras encostas no bairro de São Cristóvão serão incluídas em outros projetos.
Em conversa com moradores, o governador explicou a alguns representantes do bairro que, até o ano que vem devem começar as obras de macrodrenagem do rio Ipitanga, que passa pela comunidade e que, em épocas de chuvas, é motivo de alagamentos. "Temos um projeto que segue daqui até Lauro de Freitas, que custará em torno de duzentos milhões de reais e que vai resolver o problema de alagamento de parte da população que vive nessas regiões, à margem do rio e em outras localidades", explicou.
Para a aposentada Otacília Ribeiro, que mora com um dos filhos em São Cristóvão, a contenção da encosta é um sonho dos últimos 27 anos, desde que se mudou para o imóvel que ficava embaixo do barranco que foi recuperado. Há cerca de seis anos, quando estava em casa com um neto, uma chuva fez as terras deslizarem e o muro dos fundos do imóvel foi derrubado, assustando a aposentada. "Tanto tempo sem dormir, com medo de acontecer uma tragédia, e agora eu olho os fundos da minha casa e fico orgulhosa. E agradeci a todos que trabalharam aqui também, que me trataram muito bem, foram maravilhosos comigo, só tenho a agradecer", falou emocionada Otacília, que guardou um dos capacetes dos operários pendurado na parede, como recordação.
O secretário de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, destacou o caráter social da obra que trará melhoria de vida para a população da comunidade. "Além das encostas, tivemos melhorias que mostra a preocupação deste governo com as pessoas. Tivemos as escadarias, a urbanização e ainda vamos ter muito mais depois das obras de macrodrenagem que serão feitas aqui no Rio Ipitanga".
Para dar mais comodidade aos moradores da região, as obras de responsabilidade da Conder incluíram, além de contenção e estabilização de 128 metros de encosta, melhorias da infraestrutura do entorno, ações de urbanização e acessibilidade, como a construção de escada com corrimão para melhoria das vias de acesso, e drenagem, com valeta e canaletas. O investimento das intervenções no bairro foi de R$ 563 mil.

Programa
O investimento realizado no bairro de São Cristóvão faz parte do Programa de Prevenção de Desastres Naturais, que prevê construção de estruturas de contenção de encostas em 98 localidades de Salvador até o final de 2016, com investimento na ordem de R$ 156 milhões. Esses locais são regiões identificadas no Plano Diretor de Encostas da capital como zonas de risco alto ou muito alto e foram divididas em quatro etapas para construção. Os recursos fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federa
Essa é a décima primeira encosta entregue do projeto que já contemplou os bairros de Cajazeiras (Rua Marisol e Loteamento João de Barro), Águas Claras (Loteamento Nogueira), Pau da Lima (Rua São Rafael), Castelo Branco/Pau da Lima (Rua 12 de Julho) Nova Brasília/Pau da Lima (1ª Travessa Cosme e Damião), Retiro/São Caetano (Rua São Miguel), Rua 11 de Julho, em Cajazeiras e 1ª Travessa Agda Ferreira, no Pau da Lima.
Além das entregas, no último mês, o governador Rui Costa visitou e autorizou obras nos bairros de Alto da Terezinha, Lobato, Marechal Rondon, Itacaranha e São Caetano.
Fonte - Sedur Ba. 08/09/2015

Aéreas brasileiras têm uma das frotas mais jovens do mundo

Aviação comercial

Investimento em tecnologias mais novas é alternativa para evitar maiores gastos operacionais.A média é de 6,7 anos de uso, cinco anos menos que a média mundial, que é de 11,7 anos. Os dados são do Panorama Abear 2014, estudo anual que reúne indicadores operacionais das associadas.

Agência Abear
foto -  Divulgação/Tam
A frota de aeronaves das quatro maiores companhias aéreas do Brasil, fundadoras da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Avianca, Azul, Gol e Tam, está entre as mais jovens do mundo. A média é de 6,7 anos de uso, cinco anos menos que a média mundial, que é de 11,7 anos. Os dados são do Panorama Abear 2014, estudo anual que reúne indicadores operacionais das associadas.
As principais vantagens de aeronaves mais jovens são menores gastos com combustíveis e manutenção. Segundo o consultor da Diretoria de Segurança e Operações de Voo da Abear, Paulo Roberto Alonso, “esse tipo de frota traz uma série de benefícios para seus operadores, como motores mais econômicos e eficientes, menos ruidosos, com custo de manutenção mais baixo e emissão de poluentes inferior”.
Aviões novos, no entanto, têm custos de leasing (uma espécie de aluguel) e depreciação maiores do que os com mais tempo de uso. O investimento em equipamentos modernos é a alternativa mais utilizada no Brasil, pelo elevado custo que tem o querosene de aviação, em decorrência da alta tributação que sofre no país. O combustível é responsável por 38% dos custos de operação das empresas nacionais.
“A companhia avalia o cenário operacional em que atua para verificar qual prática é mais vantajosa em cada mercado. Nos Estados Unidos, por exemplo, os custos com combustível e manutenção são muito menores que os brasileiros, o que justifica que uma frota com renovação menos frequente ” afirma o consultor da Abear, Maurício Emboaba, responsável pelo estudo publicado no Panorama.
A análise teve como fonte dados da ICAO (sigla em inglês da Organização Internacional de Aviação Civil) e do portal Airfleets.net. Ela priorizou empresas de capital aberto e que fossem representativas em seu mercados de atuação.
Fonte - Agência CNT de Notícias  08/08/2015

Edifício ocupado vai de cortiço em ruínas a vencedor de prêmio internacional

Direitos Humanos

Abandonado ainda em fase de construção, o Edifício União, localizado na Rua Solon, 934, foi ocupado na década de 80 e chegou a abrigar, em seus oito andares, 72 famílias,no início do movimento de ocupação havia moradores até no poço do elevador.A história do Edifício começou a mudar em 2003 quando a professora de sociologia Maria Ruth Amaral de Sampaio,ex-diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, encontrou o prédio em uma caminhada pelo bairro onde morava. 


Fernanda Cruz 
Repórter da Agência Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil
A ocupação de um edifício abandonado no bairro do Bom Retiro, região central da capital paulista, é um dos raros casos de sucesso na área do direito à moradia.
Abandonado ainda em fase de construção, o Edifício União, localizado na Rua Solon, 934, foi ocupado na década de 80 e chegou a abrigar, em seus oito andares, 72 famílias, quase o dobro da capacidade máxima. No início do movimento de ocupação, havia moradores até no poço do elevador. Com o excesso de peso e as estruturas fragilizadas, o imóvel corria risco de desabamento.
Há 26 anos no edifício, a assistente de departamento jurídico Rosemeire Mori, 50 anos, conta que um antigo zelador do prédio vendia os espaços para as famílias que iam chegando. “Muitos não pagaram nada, outros pagaram valores variados. Aos poucos, foi enchendo até o oitavo andar”, diz.
Sem paredes divisórias, os oito andares eram grandes vãos-livres. Quem chegava ao local começava a construir apartamentos e quartinhos, conforme a necessidade. As condições de vida eram precárias, com muito lixo e entulho. “O pessoal que já estava morando embaixo, em vez de jogar o lixo para baixo, ia levando para cima [andares superiores]. Sem contar que tinha muita madeira da própria construção”, lembra Rosemeire.
Não havia energia elétrica, água e rede de esgoto. “Para tomar banho, tinha de ir para a varanda, o único lugar que a gente conseguiu puxar água. Tinha que tomar bem abaixadinha para o pessoal no ponto de ônibus em frente não me ver”, conta Rosemeire.

Marcelo Camargo/Agência Brasil
Moradora do Edifício União há 26 anos, Rosemeire Mori comemora a conquista do usucapião coletivo
Os primeiros pontos de energia eram clandestinos. “Era um fiozinho ligado direto do poste para cá e esse fiozinho puxava vários fios, um para cada apartamento. Quase todo dia estourava o transformador no poste, os vizinhos vinham aqui xingar a gente. Desligava a luz da rua, daqui a pouco, um morador eletricista ia lá e ligava de novo. E assim foi durante alguns anos. Os vizinhos querendo matar a gente”, relata.
Segundo a cabeleireira Marlene Aparecida da Silva, 51 anos, moradora do Edifício União há 25 anos, a aparência de cortiço despertava o preconceito da polícia. “Tudo o que acontecia de ruim no bairro do Bom Retiro, a polícia vinha aqui”, lembra.
Há 26 anos no prédio, o maranhense Antônio Francisco de Lima, 61 anos, diz que nos anos iniciais havia muita confusão. “Era briga o tempo todo", relata. Ele conta que várias pessoas chegaram no local com documentos falsos alegando serem donos do prédio. "Isso foi um alvoroço, mas fomos no cartório e descobrimos que [os papeis] não eram verdadeiros", lembra.
Antônio diz que arrumava seus pertences toda semana, com medo de ser despejado. "Mas eu dizia, só vou no último caminhão, acreditávamos que íamos ser donos daqui", afirma.

Marcelo Camargo/Agência Brasil
No passado, prédio era ocupado por usuário de drogas e prostitutas, lembra Antônio Francisco de Lima
Com três filhos pequenos e recém-separada do marido, a paranaense Rosemeire diz que chegou no Edifício União com apenas um colchão e uma sacola de roupas. Aos poucos, o entrosamento com os vizinhos mostrou-se fundamental para a sua permanência, já que eles a ajudavam a cuidar das crianças enquanto ela trabalhava.
A escola da Legião da Boa Vontade, uma entidade filantrópica próxima ao prédio, também foi essencial ao aceitar a matrícula da maioria das crianças moradoras da ocupação, em período integral. “Era uma tranquilidade para os pais poder sair de manhã e voltar à noite sabendo que os filhos estavam bem cuidados. Isso segurou muito a gente aqui, porque se a gente muda daqui, onde ia por nossos filhos para estudar? Quem ia cuidar deles para a gente trabalhar?”, lembra. Hoje, os filhos de Rosemeire estão na faculdade.

Recomeço
A história do Edifício União começou a mudar em 2003 quando a professora de sociologia Maria Ruth Amaral de Sampaio, ex-diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP), encontrou o prédio, em uma caminhada pelo bairro onde morava. O local virou o principal objeto de estudo do doutorado da pesquisadora.
O primeiro passo foi diminuir a quantidade de moradores – quando Maria Ruth chegou havia 64 famílias – para reduzir o risco de desmoronamento. Depois de várias conversas, a socióloga percebeu que algumas famílias gostariam de voltar aos seus estados de origem, no Norte e Nordeste do país. Foi firmado um acordo com a prefeitura que ofereceu dinheiro da passagem para que pudessem retornar.
Também havia casos de pessoas que perturbavam a ordem no local. “Para começar, tinha lá dentro tráfico de drogas, prostituição e, no meio disso, tinha famílias decentes, trabalhadoras. Eu fiz uma reunião e justamente as pessoas que eram as mais preocupantes do prédio aceitaram o dinheiro para ir embora. Eram 64 e ficaram 42, que moram lá até hoje”, lembra a socióloga.
Foi necessário refazer os pilares do andar térreo, que estavam corroídos, e ameaçavam as estruturas. Maria Ruth levou engenheiros e estudantes da Escola Politécnica da USP que orientaram os moradores nessa reforma. “Durante um ano, nos fins de semana, os engenheiros treinavam os moradores. Como era só fim de semana, esse projeto durou bastante tempo”, lembra a professora.
Para garantir a segurança estrutural do prédio, o oitavo andar foi demolido. O Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP havia recomendado a derrubada com urgência de uma parte do andar, que ameaçava ruir – o que foi feito pelos próprios moradores. “Eles fizeram essa reforma lá em cima, tinha uma parede mole, nós fomos tirando tijolo por tijolo, para não ter o risco de cair do outro lado. Fizemos uma limpeza geral. Descemos tudo o que tinha de lixo, deu uns quatro ou cinco caminhões de entulho, restos de madeira”, lembra Rosemeire.

Usucapião coletivo
Apesar de toda a ajuda que receberam e melhoria nas condições de vida no Edifício União, um fantasma ainda assombrava aquelas famílias: a reintegração de posse. “A gente sempre teve essa preocupação. E se a gente arruma tudo, reboca, faz um monte de coisa e daqui a pouco vem o juiz e a gente vai pra rua. A prioridade, antes da reforma, sempre foi o documento”, lembra Rosemeire.
Os moradores buscaram ajuda no Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos. Os advogados ingressaram na Justiça, em 2002, com o primeiro pedido de usucapião (o direito à posse de um imóvel pelo uso prolongado) para cada uma das famílias. Esse direito é concedido com mais garantia quando os ocupantes fazem melhorias no local e o Edifício União se enquadrava no requisito. Segundo os advogados do Gaspar Garcia, o antigo proprietário do imóvel morreu, sem deixar herdeiros.
As famílias criaram uma comissão com o objetivo de regularizar as dívidas do imóvel, como o da energia elétrica. A professora Maria Ruth colaborou com a doação das caixas de luz, e os moradores fizeram uma arrecadação para contratar um eletricista que estruturasse a parte elétrica e permitisse que cada morador tivesse sua própria conta de luz.
Os moradores foram ainda mais longe e quitaram os débitos atrasados, desde a década de 80, do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) – a dívida total foi parcelada e, atualmente, faltam 34 parcelas para quitação. As contas de água também foram regularizadas.
Em 2005, o Centro Gaspar Garcia entrou com o segundo pedido de usucapião, mas dessa vez coletivo, em nome de todos os moradores. Para alívio das famílias, dez anos depois, em 19 de janeiro deste ano, a Justiça determinou o usucapião coletivo – o único caso para um prédio inteiro no país, de acordo com Thiago.
Em 2008, o projeto venceu o prêmio Deutsche Bank Urban Age Award, oferecido pela London School of Economics and Political Science, que celebra soluções criativas e programas que beneficiam comunidades e residentes locais em ambientes urbanos. O Edifício União concorreu com 133 projetos e venceu o prêmio de US$ 100 mil.
A quantia continua depositada em uma conta bancária e será usada na reforma do próprio imóvel – a comissão de moradores ainda não decidiu se usará o dinheiro para consertar as escadas, melhorar a fachada ou instalar elevadores.
Fonte - Agência Brasil  08/09/2015

Congresso SAE BRASIL debate tecnologia e produtividade nos sistemas ferroviários

Transportes sobre trilhos

O painel será realizado no dia 22 de setembro, às 14h, no Auditório Jaçanã 1, Pavilhão Azul do Expo Center Norte. Presidido por Roberto Cortes, o Congresso SAE BRASIL inclui o total de 23 painéis e fóruns....

Companhia de Imprensa/ABIFER
foto - ilustração
“Produtividade e Tecnologia nos Sistemas Ferroviários” é o tema do Painel Ferroviário do 24º Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade, que ocorrerá entre 22 e 24 de setembro no Expo Center Norte, em São Paulo.
O painel será realizado no dia 22 de setembro, às 14h, no Auditório Jaçanã 1, Pavilhão Azul do Expo Center Norte. Entre os convidados estão Jorge Martins Secall, diretor técnico da Estação da Luz Participações (EDLP), empresa estruturadora de negócios, que falará sobre metrô com automação integral; Juvenal Mome, sócio-gerente da JDA Projetos e Consultoria, que vai apresentar as necessidades e oportunidades de retomada do transporte ferroviário de passageiros de médio e longo percurso no Brasil; e Rafael Batista, gerente geral de Eletroeletrônica e Projetos Especiais da MRS Logística, que destacará a ferrovia de carga com sistema de sinalização baseado em radiocomunicação com bloco fixo.
O Congresso – Presidido por Roberto Cortes, o Congresso SAE BRASIL inclui o total de 23 painéis e fóruns: três âncoras - Engenheiros-chefe, Internacional e Presidentes - e os demais painéis nas diferentes áreas: 4º Fórum R&D, Aeroespacial, Caminhões e Ônibus, Compras, Duas Rodas, Educação de Engenharia, Ferroviário, Logística, Manufatura, Máquinas Agrícolas e de Construção, Motorsport, Qualidade, Segurança Veicular, Tecnologia da Informação, Telemática e Infotainment, Veículos Elétricos e Híbridos.
Mostra Tecnológica e Papers – O Congresso apresentará ainda a Mostra Tecnológica com os mais recentes avanços e inovações da indústria automotiva, além de 144 apresentações de trabalhos técnicos (paper) inovadores nas diversas áreas da engenharia.
Na 24ª edição o evento traz novidades como o deslocamento do principal espaço de debates do Congresso para o ambiente da Mostra Tecnológica (Auditório SAE BRASIL – MWM Motores Diesel); a criação de mais uma categoria na exposição para empresas de pequeno porte, start ups e pequenas e médias associadas ao Sindipeças; HUB de Demonstração de Tecnologia - Truck & Bus; e ação dinâmica com desencarceramento de vagão de trem.
“Com foco na ciência, tecnologia e inovação na mobilidade, o Congresso SAE BRASIL reúne especialistas em áreas fundamentais desse segmento para um debate indispensável nesses dias de alta competitividade”, afirma Roberto Cortes, presidente do evento este ano.
24º Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade
“Produtividade e Tecnologia: A nova revolução na indústria da mobilidade”
Data: 22 a 24 de setembro - das 8h30 às 20h30
Local: Expo Center Norte, Pavilhão Azul – R. José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, SP

Painel Ferroviário
“Tecnologia no Aumento da Produtividade do Transporte de Passageiros e Cargas”
Data: 22 de setembro, 14h – Auditório Jaçanã 1
Fonte - ABIFER  08/09/2015

Movimento da volta do feriado foi intenso nas estradas, ferries e lanchas

Retorno a Salvador

A segunda-feira começou com movimento intenso nos dois terminais: São Joaquim e Bom Despacho. No feriado as cidades mais procuradas foram Serrinha, Ilhéus, lençóis, Juazeiro, bem como as cidades litorâneas na linha verde.Até o fim da tarde, as BRs registraram movimento intenso, mas sem retenções.

Raylanna Lima - TB
foto - ilustração/arquivo
Os baianos que fugiram da capital baiana para passar o feriado prolongado no litoral e interior do Estado começaram a retornar para Salvador já nas primeiras horas de ontem (7). A volta exigiu paciência das pessoas que estavam no terminal de Bom Despacho, visto que passageiros chegaram a esperar cerca de duas horas para embarcar com seus veículos. Situação semelhante ao terminal de Mar Grande, em Vera Cruz. Até o fim da tarde, as BRs registraram movimento intenso, mas sem retenções.
O número de pessoas circulando na Estação Rodoviária aumentou depois das 16h. “Fiz uma viagem tranquila de Cachoeira para cá [Salvador]. Só voltei no feriado porque trabalho amanhã de manhã [hoje]”, contou a funcionária pública, Rosineide Silva, 52.
De acordo com o motorista Manoel D’Hora – que faz a linha Salvador-São Félix –, apesar do grande número de veículos, a volta pra casa não apresentou nenhum congestionamento nas estradas. “As pessoas já começaram a retornar durante a tarde. Pegamos uma movimentação intensa nas estradas, mas sem retenções”, informou.
Para atender a demanda de passageiros, a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) disponibilizou cerca de 200 horários extras, além dos 540 regulares. As cidades mais procuradas foram Serrinha, Ilhéus, lençóis, Juazeiro, bem como as cidades litorâneas na linha verde.

Ferry-boat
A segunda-feira começou com movimento intenso nos dois terminais: São Joaquim e Bom Despacho. De acordo com a Internacional Travessias Salvador, administradora do sistema ferry-boat, os usuários contaram com a disponibilidade de oito embarcações, mas apenas seis estavam em operação. No decorrer do dia, mais ferries fizeram a travessia, devido ao aumento da demanda. Apesar das saídas ocorrerem a cada 30 minutos, usuários que estavam no terminal de Bom Despacho relataram que ficaram cerca de duas horas para conseguir embarcar.
No domingo, a Internacional Travessias transportou 2.489 veículos e 18.892 passageiros nos dois terminais, com a utilização de 13 horários extras. Já no sábado foram transportados 4.457 veículos e 24.184 passageiros, com uso de 30 viagens extras. A estimativa é que, até hoje, sejam transportados, entre os dois terminais, 102.308 passageiros e 13.676 veículos – 20% a mais que no mesmo período do ano passado.

Travessia
Os passageiros que optaram por deixar a capital baiana – utilizando as lanchas como transporte – enfrentaram grandes filas durante o retorno. O fluxo de pessoas foi intensificado a partir das 12h. Faltou lancha para transportar quem estava no terminal de Vera Cruz.
“Está vindo gente o tempo todo. Estamos com saídas de 15 em 15 minutos, mas às vezes falta até lancha para trazer o pessoal, porque tem que vir e ir. Mas a espera está razoável”, informou o bilheteiro, José Raimundo.
Fonte - Tribuna da Bahia  08/09/2015

Mobilidade em João Pessoa ainda é um desafio

Mobilidade

Dependendo da linha do coletivo, é difícil conseguir um assento e o jeito é ir “no aperto”.Em outros pontos da cidade, quem utiliza veículos particulares sofre com os engarrafamentos em horários de pico, como acontece nas avenidas Epitácio Pessoa e Sérgio Guerra (Bancários). 

Itabaiana Hoje
foto - ilustração
No início da manhã, sobretudo nos dias úteis da semana, dezenas de pessoas enfrentam uma verdadeira maratona para entrar nos ônibus que chegam ao Terminal de Integração de João Pessoa, no Varadouro. Dependendo da linha do coletivo, é difícil conseguir um assento e o jeito é ir “no aperto”.
Em outros pontos da cidade, quem utiliza veículos particulares sofre com os engarrafamentos em horários de pico, como acontece nas avenidas Epitácio Pessoa e Sérgio Guerra (Bancários). Na capital, obras em andamento, como o viaduto no bairro do Cristo e o alargamento da avenida Cruz das Armas, indicam alternativas para o trânsito. Porém, a melhoria é para quem se desloca com veículos automotores.
Mas e o investimento no transporte público, com “segurança e conforto”, como prega o Código de Postura da cidade? A mobilidade urbana de uma ‘cidade ideal’ parece distante de João Pessoa. Uma cidade feita para os automóveis, conforme critica o presidente do CAU/PB, Cristiano Rolim. “Até mesmo caminhar ficou mais difícil nessa cidade. A gente não tem uma legislação que determine a qualidade das calçadas, que pense na possibilidade da bicicleta como um meio de transporte efetivo e não tivemos um programa voltado para o transporte público. A gente vê uma cidade com ruas feitas para o transporte de automóvel e esse modelo está saturado”, afirmou.

O que diz a Prefeitura
O assessor jurídico da Secretaria de Planejamento da capital (Seplan), Marcelo Sant'Ana, informou que o Plano de Mobilidade Urbana da capital está em licitação e adiantou que “é um estudo extremamente complexo, que está sendo feito para garantir a inteligência no planejamento urbano”. Ele revelou ainda que nos próximos meses está prevista a entrega do viaduto da Avenida Geraldo Mariz, em Tambauzinho, e início das obras do alargamento da Beira Rio.
Já sobre o transporte público, a assessoria de comunicação da Superintendência de Mobilidade Urbana da capital (Semob) informou em nota que, nos próximos meses, serão entregues 70 novos ônibus e estão previstas novas modificações nos itinerários de algumas linhas da cidade. Contudo, não foram informados o período exato para a entrega dos novos veículos bem como as linhas que serão alteradas. A assessoria da Semob disse ainda que “está em andamento processo para substituição de vários abrigos na capital, inclusive com a ampliação de abrigos em áreas que não tinham anteriormente” e que houve ampliação da faixa exclusiva para ônibus na Avenida Epitácio Pessoa.
Fonte - Ônibus da Paraíba  08/09/2015

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Desfile do 7 de Setembro leva às ruas quase mil estudantes em Salvador

O dia da Independência

Nas sacadas das janelas dos prédios ou amontoadas nas calçadas, as pessoas acompanharam o desfile dos mais de 3.500 militares divididos nas tropas da Marinha, do Exército, Força Aérea e da Polícia Militar da Bahia,a população também assistiu á apresentação das fanfarras escolares. No total, 965 estudantes de escolas estaduais, municipais e particulares participaram das comemorações.

Secom
Secom
Salvador - Desde muito cedo as ruas do Campo Grande, em Salvador, já estavam preparadas e povoadas para o início do desfile e 7 de Setembro, nesta segunda-feira. A população não queria perder nenhum detalhe do evento cívico-militar que celebra os 193 anos da Dia da Independência do Brasil. Nas sacadas das janelas dos prédios ou amontoadas nas calçadas, as pessoas acompanharam o desfile dos mais de 3.500 militares divididos nas tropas da Marinha, do Exército, Força Aérea e da Polícia Militar da Bahia, que levou pela primeira vez ao desfile o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), antigo Comando de Operações Especiais (COE).
A população também assistiu á apresentação das fanfarras escolares. No total, 965 estudantes de escolas estaduais, municipais e particulares participaram das comemorações. Alunos de todas as idades desfilaram e levaram mensagens de patriotismo à população baiana, no evento coordenado pelo Exército Brasileiro. "Esse é o momento de comemorar as conquistas do passado, mas também de construir o futuro, através da educação e da inclusão social. Ocasião para fortalecer a democracia", afirmou o governador Rui Costa, que antes do começo do desfile participou do hasteamento das bandeiras ao som do Hino Nacional, mais uma ação patriotismo do povo brasileiro.
Muitos estudantes ensaiam para o 7 de Setembro o ano todo e a preparação contagia a família inteira. O motorista Gilson Ribeiro ficou orgulhoso do filho Iuri, que desfilou pela primeira vez pelo Colégio da Polícia Militar (CPM). Ele disse que seu primogênito quase não conseguiu dormir na última semana de tanta expectativa. "O Iuri se dedicou muito durante muito tempo. Toda hora falava de como achava que seria o desfile. E está sendo maravilhoso. Acho importante ele ter consciência da importância histórica que tem esse data".
Aluno do Colégio Manoel Novaes, única instituição de ensino estadual que oferece curso técnico de música, Davi Calmon, desfilou e se sentiu gratificado em poder participar das comemorações do 7 de Setembro. “Me sinto honrado de, mais uma vez, representar minha escola nas homenagens ao meu País", Ele vai viajar com a Fanfarra Musical da Bahia em novembro próximo para a Paraíba, onde disputa a competição Norte-Nordeste de Bandas e Fanfarras.
No evento, 740 pessoas ligadas a entidades civis realizaram o percurso do bairro do Campo Grande à Praça Castro Alves, passando por toda centenária Avenida Sete de Setembro. Caminhões de transporte de tropa, equipamentos utilizados para a patrulha no mar e uma exibição especial de motociclistas da Polícia Militar também encantaram o público ao longo do trajeto .
“Me fez voltar ao passado em que, no interior, davam uma importância maior a cidadania. Está muito lindo, chega a arrepiar. Apesar do momento que o País está passando, o brasileiro continua mostrando o amor à pátria", afirmou o analista judiciário, Roberto Arcanjo, morador do município baiano de Valente, na região do Sisal, que veio a Salvador com a família para ver o desfile cívico-militar.
Fonte - Secom Ba.  07/09/2015

Rio conscientiza motoristas de ônibus para o bom convívio com ciclistas

Trânsito

O "Motorista Amigo do Ciclista" é um programa criado pela Universidade Corporativa do Transporte, da Federação de Transporte do Estado do Rio (Fetranspor,) responsável pela educação e o treinamento dos profissionais do setor. 

Mariana Czerwonka*
Portal do Trânsito

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente criou o Programa "Rio Capital da Bicicleta. Eu apoio". O objetivo é conscientizar os motoristas de linhas de ônibus que circulam próximos das rotas da ciclovia e melhorar o convívio com os ciclistas devido ao aumento da utilização de bicicletas como meio de transporte na região.
A ação prevê palestras nas escolas, visita a um ônibus-modelo, parceria com cicloativistas para conscientização do uso da bicicleta como modal de transporte e abordagem aos pedestres, com foco na sensibilização para as regras de convivência nas ruas.
O "Motorista Amigo do Ciclista" é um programa criado pela Universidade Corporativa do Transporte, da Federação de Transporte do Estado do Rio (Fetranspor,) responsável pela educação e o treinamento dos profissionais do setor. Até hoje, 32 multiplicadores foram formados pelo programa na cidade do Rio, o que representa 8,9 mil profissionais capacitados dentro das próprias empresas. Além das aulas e do material impresso, a universidade também utiliza a tecnologia para ajudar nessa relação, com uma websérie de mesmo nome no YouTube, dedicada à convivência entre ônibus e bicicletas e o uso do simulador de direção, que traz situações envolvendo ciclistas na pista.
De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente do Rio, Altamirando Moraes, cada bicicleta na rua é um carro a menos. Isso melhora o trânsito, a qualidade e vida das pessoas e representa uma economia real. A bicicleta hoje é modal de transporte na cidade do Rio, não é mais usada apenas como lazer. Na Europa, a convivência entre ônibus, carros, motos e até metrô de superfície com a bicicleta é harmoniosa. Aqui também é possível”, disse.
Segundo a prefeitura, a cidade tem a maior malha cicloviária da América Latina, com 380 km distribuídos em todas as regiões do município. São registrados mais de 1,5 milhão de viagens por dia em pequenos deslocamentos e integração com o transporte público.
*Com informações da Agência Brasil
Fonte -  Portal do Trânsito  07/09/2015

Já é intenso o movimento de retorno na travessia Salvador-Mar Grande

Travessia Marítima

A travessia opera com 12 embarcações desde às 5h e a previsão é de o fluxo cresça ainda mais a partir do meio dia. Já para aqueles que estão saindo de Salvador com destino à Ilha de Itaparica contam com o sistema fazendo horários de saída do Terminal Náutico de 30 em 30 minutos com embarque imediato.

TB
foto - ilustração
A travessia Salvador-Mar Grande está operando com capacidade total nesta segunda-feira, feriado de 7 de Setembro, Independência do Brasil. O movimento de retorno do feriadão já é intenso no Terminal de Vera Cruz com destino à capital e os horários de saída são de 15 em 15 minutos.
A travessia opera com 12 embarcações desde às 5h e a previsão é de o fluxo cresça ainda mais a partir do meio dia. Já para aqueles que estão saindo de Salvador com destino à Ilha de Itaparica contam com o sistema fazendo horários de saída do Terminal Náutico de 30 em 30 minutos com embarque imediato.
Normalmente, o último horário do dia saindo de Mar Grande ocorre às 18h30 e de Salvador, às 20h, mas hoje o horário de funcionamento da travessia deverá ser estendido. A Astramab lembra que enquanto houver passageiros nos terminais o sistema estará funcionando. Para quem pretende embarcar hoje para o Morro de São Paulo, o movimento é tranquilo. Mas no retorno à capital, todos os catamarãs do dia vão chegar com lotação completa. Hoje, saindo de Salvador, os horários são 8h30, 9h, 10h30, 13h e 14h30.
No sentido inverso, 9h, 9h30, 11h30, 12h30 e 15h. As escunas que fazem o tour pelas ilhas da Baía de Todos vão zarpar a partir das 9h do Terminal Náutico com lotação completa.O passeio inclui paradas na Ilha dos Frades e em Itaparica.
Fonte - Tribuna da Bahia  07/09/2015

"SOMOS TODOS BRASIL"

Brasil

Esquadrilha da Fumaça pinta "Somos todos Brasil" no céu de Brasília - Esquadrilha da Fumaça volta ao céu de Brasília com os novos aviões A 29 Super Tucano

Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Com a apresentação da Esquadrilha da Fumaça, foi encerrado no fim da manhã de hoje (7) o desfile do 7 de Setembro em Brasília. Os aviões escreveram a frase "Somos todos Brasil" no céu da Esplanada dos Ministérios.
Em seguida, as aeronaves fizeram várias manobras ao fim da parada. Pouco antes, desfilaram vários grupamentos de cavalaria da Polícia Militar do Distrito Federal e dos Dragões da Independência.
Todo o desfile durou cerca de 1h40 e transcreveu com tranquilidade, apesar de protestos contra o governo que aconteciam há cerca de 2 quilômetros do local. A presidenta Dilma Rousseff chegou em carro aberto e passou toda a parada acompanhada pelo vice-presidente Michel Temer e ministros.

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Esquadrilha da Fumaça volta ao céu de Brasília com novos aviões

Esquadrilha da Fumaça volta a se apresentar no desfile do 7 de Setembro
Antonio Cruz/Agência Brasil
Dayana Vitor - Repórter da Agência Brasil
A Esquadrilha da Fumaça volta a se apresentar hoje (7), no Dia da independência, após dois anos. Em 2014, o grupo fez apenas um sobrevoo sem manobras, porque os pilotos estavam em treinamento para operar as novas aeronaves: as A 29 Super Tucano, que serão as estrelas nesta segunda-feira. A apresentação está prevista para começar após o fim do desfile terrestre, às 10h30.
Serão 30 minutos, com 50 acrobacias. Sete pilotos devem encantar o público com manobras que deixam a impressão de que o avião está descontrolado. Além da esquadrilha, haverá um desfile aéreo, sem manobras, com os caças A-1, F-5M,KC-130 Hércules, operados por outros esquadrões.
Para executar as manobras do desfile os pilotos da Esquadrilha da Fumaça treinaram por dois anos, desde que os novos aviões A 29 Super Tucano chegaram à base área de Pirassungunga, em São Paulo. As novas aeronaves substituíram as antigas, os T 27 Tucano, e tem o dobro da potência, além de equipamentos mais modernos. Para fazer a famosa fumaça da esquadrilha é colocado um óleo ecológico que é pulverizado pelos escapamentos dos aviões.
Entre as manobras deste 7 de Setembro estão o Lancevaque e o Chumboide. A primeira consiste em giros mais verticalizados e a outra tem deslocamento mais horizontal. Para o público, as manobras trazem a impressão de que o avião está descontrolado, mas os pilotos têm total controle sobre a aeronave, podendo retornar ao voo normal a qualquer momento.
O capitão Eduardo Maia Arantes, que ocupa a Posição 7 na esquadrilha e neste ano vai ser o locutor da atração no desfile de independência, conta a sensação de pilotar: “Quando se está voando é muita emoção. A primeira demonstração é a mais marcante. É preciso sempre ter muita atenção nos comandos dos voos.”
A Esquadrilha da Fumaça é composta por 13 pilotos, sendo que apenas um ocupa a primeira posição, a do líder. As demais, de dois a sete, são formadas por dois pilotos. Para fazer parte do grupamento, é necessário ter experiência em voo. A Força Aérea Brasileira exige dos interessados 1.500 horas de voo, sendo que 800 horas devem ser de instrução. Após a comprovação da experiência, o pedido para integrar a esquadrilha é encaminhado a um conselho que aceita ou não o novo membro. A partir daí, eles passam por treinamento teórico e realizam 80 missões (voos) de treinamento, antes de começar as apresentações pelo país.
Segundo o major e oficial de doutrina da Esquadrilha da Fumaça, Ubirajara Pereira Costa Júnior, que ocupa a Posição Número 3 no grupo, os pilotos têm uma rotina rígida para garantir o sucesso das apresentações. “Nós temos uma rotina militar e estudamos as manobras por dois anos. Algumas nós modificamos, outras mantemos”, explicou.
O desfile terrestre de hoje tem previsão de término para as 10h30, com o show da Esquadrilha da Fumaça. O percurso será de 2 quilômetros (km), na Via N1, sentido Palácio do Planalto, Rodoviária. Participam mais de 20 entidades e órgãos, militares e civis. A apresentação segue o modelo dos anos anteriores, com escolas, bandas e grupamentos militares.
Fonte - Agência Brasil  07/09/2015

domingo, 6 de setembro de 2015

Incêndio na Chapada dos Guimarães ainda não foi controlado

Meio ambiente

O fogo começou no final da tarde de terça-feira (1°), na Morraria do Coxipó do Ouro, entorno do Parque Nacional. Na sexta-feira (4), o fogo atingiu a Unidade de Conservação. Desde a manhã de sexta-feira os atrativos Mirante do Véu de Noiva e Cachoeirinha estão fechados à visitação, em razão de incêndio.

Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O incêndio que atinge o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, ainda não foi controlado, segundo informações da assessoria do paque. O fogo está contido numa única região e a maior parte do incêndio acontece fora da chapada.
O fogo começou no final da tarde de terça-feira (1°), na Morraria do Coxipó do Ouro, entorno do Parque Nacional. Na sexta-feira (4), o fogo atingiu a Unidade de Conservação. Desde a manhã de sexta-feira os atrativos Mirante do Véu de Noiva e Cachoeirinha estão fechados à visitação, em razão de incêndio.
O combate conta com 40 brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que controla o parque, 25 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e 20 bombeiros apoiados por dois helicópteros, além de avião do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, usado para o lançamento de água.
Fonte - Agência Brasil  06/09/2015