UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM,EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
Mostrando postagens com marcador greve no metrô. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador greve no metrô. Mostrar todas as postagens

sábado, 30 de abril de 2022

Metroviários de BH mantêm greve até confirmarem reunião com o Governo

Transportes sobre trilhos  🚇

De acordo com o Sindmetro, embora não esteja confirmado, há um indicativo de que pode ocorrer nos próximos dias uma reunião com representantes do Programa de Parceria e Investimentos do Governo Federal, que trata da privatização do metrô

Estado de Minas
foto - ilustração arquivo
Os metroviários de Belo Horizonte decidiram, na noite desta quarta-feira (27/4), manter a greve e permanecer como estão até que seja confirmada uma notícia repassada à categoria no fim da assembleia na Estação Central. De acordo com o Sindmetro, embora não esteja confirmado, há um indicativo de que pode ocorrer nos próximos dias uma reunião com representantes do Programa de Parceria e Investimentos do Governo Federal, que trata da privatização do metrô. Há uma possibilidade de os trabalhadores serem mantidos em seus postos de trabalho na CBTU por pelo menos um ano. Essa foi a informação recebida nesta noite pela categoria, mas como não é oficial, os trabalhadores manterão a greve. Até o momento, o metrô está funcionando das 10h às 17h, todos os dias, com horário reduzido. A greve dos metroviários começou em 21 de março e continua sem previsão para terminar. O movimento é do Sindicato dos Empregados em Transportes Metroviários e Conexos de Minas Gerais (Sindimetro-MG), que exige a garantia do emprego dos 1,6 mil servidores concursados depois da privatização do metrô. A privatização do metrô de Belo Horizonte é uma iniciativa do governo Bolsonaro que pretende leiloar serviço de responsabilidade da CBTU, empresa pública federal. O pregão está marcado para o dia 28 de julho deste ano. De acordo com o Sindimetro, o governo não quer dialogar com a categoria e, por isso, os trabalhadores seguem em paralisação. Esta é a maior greve do metrô de BH desde 2012, que durou 37 dias.  https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2022/04/27/interna_gerais,1362787/metroviarios-de-bh-mantem-greve-ate-confirmarem-reuniao-com-o-governo.shtml
Fonte - Revista ferroviária 28/04/2022

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Metrô do Distrito Federal entra em greve por tempo indeterminado

Transportes sobre trilhos  🚇

A categoria argumenta que a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal não tem cumprido integralmente o acordo coletivo de trabalho firmado.Enquanto a greve perdurar, os horários de funcionamento serão reduzidos. De segunda-feira a sexta-feira, os trens circularão das 5h30 às 10h30 e das 16h30 às 21h30. Aos sábados, das 5h30 às 10h30 e das 14h30 às 19h30. Aos domingos, o serviço ficará suspenso.

Letycia Bond
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
Funcionários do metrô do Distrito Federal iniciaram uma greve, na manhã de hoje (2), por tempo indeterminado. A categoria argumenta que a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal não tem cumprido integralmente o acordo coletivo de trabalho firmado.
Enquanto a greve perdurar, os horários de funcionamento serão reduzidos. De segunda-feira a sexta-feira, os trens circularão das 5h30 às 10h30 e das 16h30 às 21h30. Aos sábados, das 5h30 às 10h30 e das 14h30 às 19h30. Aos domingos, o serviço ficará suspenso. No entanto, pela manhã, no horário de pico, 18 dos 24 trens estavam operando.
Segundo Renata Strafaci, secretária de Comunicação e Mobilização do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (SindMetrô-DF), a empresa havia se comprometido a efetivar, este ano, o reajuste salarial tendo como parâmetro o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que mede a variação dos preços da cesta de compras de famílias com renda de até cinco salários mínimos.
Os metroviários pedem o pagamento do valor retroativo do INPC de 2015, de forma que não haja mais perda salarial decorrente de efeitos da inflação. "Há anos estamos sem nenhum aumento. No ano passado, recebemos o [INPC retroativo] de 2014. A Justiça mandou pagar até dezembro. Botaram no orçamento de 2019, está no orçamento e a empresa disse que não vai pagar."
A categoria pede ainda contratações de novos empregados e treinamentos. De acordo com Renata, estima-se que a lacuna será de 450 pessoas diante das novas inaugurações de estações. Atualmente, o metrô atende a cerca de 160 mil usuários por dia.
"A gente sabe que, hoje, os trens são muito sucateados. Temos dois tipos de funcionário, os concursados e os que fazem a manutenção dos equipamentos, que são terceirizados. É com essa parte que a gente fica muito preocupada, porque não é fiscalizada 100%. A gente não tem como estar ali cobrando, ter certeza de que as peças estão sendo disponibilizadas. A gente sente o sucateamento”.
Em nota, a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal disse lamentar a decisão do SindMetrô-DF de abandonar as negociações e que o governo do Distrito Federal buscou "realizar um acordo que evitasse a paralisação, atendendo à solicitação do sindicato em manter o Acordo Coletivo de Trabalho 2017/2019, na íntegra, até 2020".
"A direção da empresa mantém permanente o diálogo com os empregados e informa que fará todos os esforços para manter os serviços com o mínimo de trens previstos para o horário de pico que possa garantir a segurança dos usuários e funcionários, de maneira que seja possível minimizar os transtornos decorrentes deste movimento", acrescentou a companhia.
Fonte - Agência Brasil  02/05/2019

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Greve do metrô paralisa parcialmente linhas em São Paulo

Transportes sobre trilhos  🚇

Os grevistas são contra a concessão à iniciativa privada das linhas 5-Lilás e 17-Ouro, cujo leilão está marcado para amanhã (19). Com a greve, usuários que dependem do transporte público formam longas filas nos pontos de ônibus.

Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
A paralisação de 24 horas dos metroviários afeta parcialmente a operação do metrô hoje (18) na cidade de São Paulo. Os grevistas são contra a concessão à iniciativa privada das linhas 5-Lilás e 17-Ouro, cujo leilão está marcado para amanhã (19). Com a greve, usuários que dependem do transporte público formam longas filas nos pontos de ônibus.
Segundo o metrô, a linha 15-Prata é a única totalmente paralisada. Na linha 1-Azul, a operação é feita entre as estações Ana Rosa e Luz. A linha 2-Verde funciona no trecho entre Paraíso e Vila Madalena. A linha 3-Vermelha tem operação entre as estações Bresser-Mooca e Marechal Deodoro. Na linha 5-Lilás, o funcionamento abrange o trecho entre Capão Redondo e Adofo Pinheiro. A Linha 4-Amarela, concedida à iniciativa privada, funciona normalmente.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) liberou os veículos de passeio do rodízio, mas manteve as restrições para caminhões e fretamento. A Zona Azul (cobrança para estacionamento em vias públicas) também está liberada hoje. A São Paulo Transporte (SPTrans) colocou a frota total de ônibus nas ruas e estendeu itinerários das linhas para facilitar a chegada à região central.
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) concedeu ontem, parcialmente, o pedido de liminar do metrô. Foi determinado que 80% da frota devem circular nos horários de pico (das 6h às 9h e das 16h às 19h) e 60% nos demais intervalos. A liminar também fixa uma multa de R$100 mil para o descumprimento.
O metrô lamentou a greve e informou que os funcionários grevistas serão descontados nos salários. Em nota, a companhia argumenta que a concessão das linhas à iniciativa privada é parcial e que não se trata de privatização. Além disso, lembrou que não fez demissões. “Ao contrário, o governador Geraldo Alckmin autorizou a contratação de 214 novos técnicos para a operação de suas linhas, sendo 206 de aproveitamento dos candidatos aprovados em concursos públicos e oito novos oficiais de logística e almoxarifado. Essas vagas, somadas às já autorizadas em 2017, ultrapassam 500 novos empregados”.
Fonte - Agência Brasil  18/01/2018

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Mesmo com decisão do TRT/10, metrô amanhece fechado no 13º dia de greve

Transportes sobre trilhos  🚇

Assim como na segunda-feira (20/11), nenhuma das 24 estações do Metrô/DF abriu. As portas fechadas contrariam a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT/10), que determinou o funcionamento de, ao menos, 90% do serviço.

Correio Braziliense - RF
foto - ilustração/arquivo
O embate entre sindicato e governo continua a causar transtornos ao brasiliense. A greve dos metroviários chegou, nesta terça-feira (21/11), ao 13º dia. Assim como na segunda-feira (20/11), nenhuma das 24 estações do Metrô/DF abriu. As portas fechadas contrariam a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT/10), que determinou o funcionamento de, ao menos, 90% do serviço.
Na noite de segunda-feira, o Sindicato dos Metroviários (Sindmetrô) pediu ao TRT/10 para enviar ao trabalho menos servidores do que o estipulado pelo tribunal. No entanto, o desembargador Pedro Luís Vincentin Foltran manteve o mínimo de 90% no funcionamento.
Mesmo com a população obrigada a desembolsar mais dinheiro para não ter de cancelar compromissos, o jogo de empurra entre o Sindmetrô e a estatal parece longe do fim. O Metrô/DF alega que apenas 19 dos 110 funcionários escalados para hoje apareceram para trabalhar, o que é insuficiente para colocar os trens em circulação.
A categoria, no entanto, acusa "falta de diálogo" por parte da empresa, que teria "se recusado a negociar escala de trabalho e operação de greve".
Dos 13 dias de greve, este é o quinto em que nenhuma estação funciona, o quarto consecutivo. Somente em 12 de novembro, data da aplicação da segunda prova do Exame Nacional do Ensino Médio, o metrô abriu normalmente.

Trânsito amanhece complicado

Com o transporte público em pane, vias importantes que cortam o Distrito Federal registram engarrafamento nas primeiras horas desta manhã. O trânsito ficou quase parado na DF-079 (Park Way) e na BR-070 (Taguatinga, altura do Cemitério).
Houve lentidão na BR-040, na DF-001 e na EPTG e na Via Estrutural. No Setor Policial Sul, um acidente sem gravidade também complicou o trânsito na pista que une o final da Asa Sul às rodovias de ligação à parte Oeste do DF.
Para aliviar o prejuízo causado pela greve, tanto o Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF) quanto o Departamento de Trânsito do DF (Detran/DF) liberaram as faixas exclusivas para os ônibus nas cidades. A medida vale até as 23h59 desta terça-feira. A única exceção é a faixa do BRT, que, sob hipótese alguma, pode ter tráfego de carros.
Fonte - Revista Ferroviária  21/11/2017

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Metroviários do DF retomam greve e metrô vai parar fora dos horários de pico

Transportes sobre trilhos  🚇

O serviço deve ser completamente interrompido entre as 10h e as 16h30. Às 20h30, os veículos deixam de circular.A estatal informou que há gerentes e supervisores conduzindo locomotivas. Todos têm curso de treinamento de pilotagem.

Correio Braziliense - RF
foto - ilustração/arquivo
O Sindicato dos Metroviários (Sindmetrô) retomou a greve nesta segunda-feira (13/11). 18 dos 24 trens estão em circulação nas 24 estações do metrô nos horários de pico. Até o momento, não há registro de paradas fechadas para embarque. O serviço deve ser completamente interrompido entre as 10h e as 16h30. Às 20h30, os veículos deixam de circular.
Por decisão judicial, ao menos 22 trens deveriam circular. Porém, o Metrô/DF disse, por meio da assessoria, que o sindicato precisa disponibilizar pilotos para garantir o funcionamento. A estatal informou que há gerentes e supervisores conduzindo locomotivas. Todos têm curso de treinamento de pilotagem.
O Sindmetrô, porém, alega que apenas fornece os servidores. "Quem decide quantos trens vão circular é a empresa", declarou o secretário de Assuntos Jurídicos do sindicato, Leandro Martins dos Santos.
Ainda não há previsão de término da greve, que já dura cinco dias. A única interrupção no movimento ocorreu ontem, quando os metroviários decidiram voltar ao trabalho para não prejudicar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Fonte - Revista Ferroviária  13/11/2017

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Metroviários de Brasília entram em greve nesta quinta-feira

Transportes sobre trilhos  🚇

Eles reivindicam um reajuste salarial de 8,41%, tendo como referência o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que mede a variação dos preços da cesta de compras de famílias com renda de até cinco salários mínimos.

Letycia Bond
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
Os funcionários do metrô do Distrito Federal, que transporta, diariamente, uma média de 150 mil passageiros, iniciaram, na manhã de hoje (9), uma greve por período indeterminado. Eles reivindicam um reajuste salarial de 8,41%, tendo como referência o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que mede a variação dos preços da cesta de compras de famílias com renda de até cinco salários mínimos.
Os metroviários também pedem que 621 candidatos aprovados no último concurso sejam convocados. O processo seletivo ocorreu em 2016 e teve sua validade estendida até o final de 2018.
Em nota, além de destacar perdas salariais acumuladas por três anos, o sindicato da categoria declarou que tem arcado com "um alto preço pela corrupção e desgoverno, sem contar com as recentes mudanças nas leis trabalhistas".
Uma decisão judicial estabeleceu que o metrô deve funcionar hoje com 90% de sua capacidade nos horários de pico (das 6h às 10h e de 16h30 as 20h30), podendo reduzir para 60% nos demais horários.
A Justiça também determinou que o metrô deve circular normalmente, com 100% de sua capacidade, no período de 8h30 as 19h do próximo domingo (12), dia de aplicação de provas do Exame Nacional do Ensino Médio. A multa fixada para o caso de descumprimento é R$ 100 mil por dia.
O metrô conecta Brasília às regiões administrativas de Ceilândia e Samambaia, passando pela Asa Sul, Setor Policial Sul, Estrada Parque Indústria e Abastecimento, Guará, Park Way, Águas Claras e Taguatinga.
Fonte - Agência Brasil  09/11/2017

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Funcionários do Metrô-DF decidem entrar em greve na quinta-feira (9)

Transportes sobre trilhos  🚇

A categoria informou que o movimento será por tempo indeterminado ou até o GDF responder às demandas acertadas no acordo assinado em 2015.De acordo com o Sindicado Sindmetrô-DF, as principais demandas são: reajuste salarial de 8,4%, com retroativo, e a contratação de 631 metroviários que passaram no último concurso – 331 para entrada imediata e 300 para o cadastro de reserva.

Jornal de Brasília - RF
foto - ilustração/arquivo
Os funcionários do Metrô-DF entrarão em greve a partir da 0h desta quinta-feira (9). A decisão foi tomada na noite deste domingo (5) em uma assembleia realizada na Estação Praça do Relógio, em Taguatinga. A categoria informou que o movimento será por tempo indeterminado ou até o GDF responder às demandas acertadas no acordo assinado em 2015.
De acordo com o Sindicado dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (Sindmetrô-DF), as principais demandas são: reajuste salarial de 8,4%, com retroativo, e a contratação de 631 metroviários que passaram no último concurso – 331 para entrada imediata e 300 para o cadastro de reserva.
A diretora de comunicação do Sindmetrô-DF, Renata Campos, afirma que a promessa do GDF para conceder as demandas estava vinculada à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Assim, como o DF deixou o limite prudencial da Lei em outubro, a alegação era que os acertos deveriam ser cumpridos, mas até o momento não houve nenhuma resposta do Executivo.
Por nota, a direção do Metrô-DF informou que vai analisar a decisão da assembleia e tomar as providências necessárias.
Fonte - Revista Ferroviária  05/11/2017

terça-feira, 14 de março de 2017

Metroviários prometem greve geral em BH e transporte pode parar na próxima quarta

Transportes sobre trilhos  🚇

A decisão foi tomada em assembleia geral da categoria. Na quarta, também está prevista uma passeata pelas ruas da cidade.

Portal Hoje em Dia - RF
foto - ilustração/arquivo
Os metroviários de Belo Horizonte anunciaram greve para a próxima quarta-feira (15), aderindo ao movimento nacional contra a Reforma da Previdência, quando diversos movimentos sociais prometem manifestações e paralisações em várias partes do Brasil.
A decisão foi tomada em assembleia geral da categoria. Na quarta, também está prevista uma passeata pelas ruas da cidade.
A assessoria de comunicação da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que vai cobrar o cumprimento da escala reduzida, conforme estabelecido em lei.
Fonte - Revista Ferroviária  13/03/2017

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Greve no Metrô de Londres

Transportes sobre trilhos  🚇

Greve do metro semeia caos em Londres.Londres teve um início de semana caótico devido a uma greve do metro. A paralisação começou ao fim da tarde de domingo.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Metroviários da Trensurb poderão entrar em greve nos próximos dias

Transportes sobre trilhos

Decisão será tomada em assembleia na próxima quinta-feira, na sede do sindicato.Sem reposição da inflação nos salários, metroviários podem paralisar atividades

Da Redação
foto - ilustração
Os metroviários podem entrar em greve nos próximos dias.A decisão será tomada em assembleia nesta quinta-feira (14), às 15h30min, na sede do sindicato, em Porto Alegre. Em campanha salarial, a categoria exige a reposição da inflação medida pelo IPCA nos salários ( 9,28%). De modo intransigente, a Trensurb oferece 8,28%.
Em reunião com a Cotrem (Comissão de Operadores de Trem) na tarde de segunda-feira (11), o sindicato obteve total apoio dos operadores. Os pilotos deixaram claro que sem a reposição da inflação nos salários os operadores seguirão a decisão da assembleia.
“Não acredito que a empresa irá prejudicar um serviço utilizado por milhares de pessoas em razão de um valor tão pequeno. Não queremos aumento de salários. Estamos pedindo apenas o reajuste com base na inflação”, afirma o presidente do Sindimetrô/RS, Luis Henrique Chagas.
Com informações do Sindimetrô/RS  12/07/2016

terça-feira, 31 de maio de 2016

Metroviários de São Paulo sem acordo podem entrar em greve amanhã

Transportes sobre trilhos

Os trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Metroviários, pedem reposição de 10,82% além de 6,59% de aumento real. Na reunião de hoje, o Metrô ofereceu aos trabalhadores o índice sugerido pelo Ministério Público do Trabalho na audiência passada, de 10,03% de reajuste referente à inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe). 

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Após mais de três horas de reunião, terminou sem acordo a audiência de conciliação entre sindicatos e representantes do Metrô de São Paulo, realizada na tarde de hoje (31) no Tribunal Regional do Trabalho da 2a Região (TRT-2).
Os trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Metroviários, pedem reposição de 10,82% além de 6,59% de aumento real. Na reunião de hoje, o Metrô ofereceu aos trabalhadores o índice sugerido pelo Ministério Público do Trabalho na audiência passada, de 10,03% de reajuste referente à inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe). No entanto, ofereceu o reajuste de forma parcelada: metade seria paga agora em maio e, o restante, em novembro, o que foi rejeitado pelos metroviários.
Durante a reunião, foi proposto que o Metrô pagasse imediatamente os 7,5% de reajuste que a companhia tinha oferecido na audiência passada, deixando o restante, 2,53% para novembro. A companhia relutou. O tribunal permitiu, então, que a companhia desse, até as 18h30 de hoje, a resposta aos metroviários, momentos antes do início da assembleia na qual a categoria deve decidir se aceita essa proposta ou se entra em greve a partir de amanhã (1º).
"Até agora, não houve acordo. A empresa fez uma proposta que, na nossa opinião, continua bem ruim. Eles propuseram pagar a inflação do período (10,03%) pelo IPC da Fipe em duas parcelas, ou seja, você recebe a inflação do que já ocorreu e joga ainda para o futuro. É muito ruim uma proposta dessas. Além disso, nosso acordo coletivo teve o que chamamos de 'vários bodes', que eles põem para depois tirar, para dizer que são bonzinhos e mantiveram a redução do nosso 13º [salário], porque temos uma antecipação disso em janeiro, na metade do valor, e eles continuam insistindo em retirar essa antecipação", disse o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior.
Caso os trabalhadores decidam, em assembleia, deflagrar a greve a partir de amanhã, o tribunal determinou o funcionamento de pelo menos 80% do serviço nos horários de pico e de 60% nos demais horários, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.
Segundo Altino, os trabalhadores não tinham intenção de deflagrar a greve. "Não gostaríamos de fazer a greve, nem de pagar multa nenhuma, mas trabalhamos no mundo real. Não há como cumprir essas metas porque isso não cumprimos nem normalmente: para começar há vários trens parados no Metrô sem funcionários. Queria que o Metrô colocasse esses trens para funcionar para dar os 80%. Propusemos a catraca livre [mas não houve acordo]", acrescentou o sindicalista.
De acordo com o relator, desembargador Willy Santilli, a audiência ocorreu de forma positiva, embora não tenha havido acordo. "Todos foram educados, cooperativos, mas houve um conflito de interesse", disse Santilli.
Para o desembargador, não há como impedir que uma greve da categoria seja deflagrada. "A sociedade democrática tem que conviver com a greve. O mundo inteiro faz isso. Vivemos em uma sociedade democrática e temos que conviver com isso. A greve causa prejuízo para todo mundo. Para a empresa, para o trabalhador e para a população, mas é um instrumento fundamental para as pessoas conseguirem modificar suas vidas", disse Santilli aos jornalistas.
Ninguém do Metrô falou com jornalistas após a audiência.
Fonte - Agência Brasil  31/05/2016

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Metroviários de São Paulo podem entrar em greve na terça (24)

Transportes sobre trilhos

A entidade fez críticas ao governo estadual. “O Metrô se recusa a negociar com os trabalhadores, por isso uma ampla mobilização denunciando os ataques do governo Alckmin que não negocia com os trabalhadores”, informou a categoria por meio de nota.

Viatrolebus
foto - ilustração
O sindicato dos Metroviários de São Paulo aprovaram em assembleia realizada nesta quinta-feira, 19 de Maio, o estado de greve, com a possibilidade de paralisação total no próximo dia 24, terça-feira, com duração de 24 horas. O grupo reivindica reajuste salarial.
A entidade fez críticas ao governo estadual. “O Metrô se recusa a negociar com os trabalhadores, por isso uma ampla mobilização denunciando os ataques do governo Alckmin que não negocia com os trabalhadores”, informou a categoria por meio de nota.
Os metroviários pedem 10,82% de reposição de inflação mais 6,59% de aumento real; Vale Alimentação de R$ 487,27 e Vale-Refeição de R$ 34,33.
Caso os trabalhadores decidam pela greve, as Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-lilás e 15-Prata seriam afetadas. A linha 4-Amarela operaria normalmente já que é administrada pela iniciativa privada. Cerca de 3,5 milhões de passageiros podem ser afetados.
Uma assembleia está marcada para a segunda-feira, 23 de Maio, entre os metroviários para decisão final sobre a paralisação.

Greve na CPTM
Os ferroviários da CPTM devem decidir também no dia 23, sobre uma eventual paralisação no dia seguinte, mesma data marcada pelos metroviários. A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos ofereceu reajuste de 10,44%. A categoria pede 11,08%.
Fonte - Viatrolebus  20/05/2016

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Em greve, metroviários do Recife mantêm circulação do metrô em horário de pico

Transportes sobre trilhos

De acordo com o diretor de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Metroviárias e Conexos do Estado de Pernambuco (Sindmetro-PE), Levi Arruda, o metrô vai funcionar entre 5h e 9h e das 16h às 20h, considerados horários de pico. “Os funcionários estão, na prática, trabalhando em horário reduzido, para garantir a manutenção dos serviços que signifique pelo menos 30% do sistema”, justificou.

Sumaia Villela
Correspondente da Agência Brasil

foto - ilustração
Metroviários da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) estão em greve nacional a partir de hoje (16). A empresa opera sistemas de transporte de passageiros (metrô, trem ou VLT) nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Recife, Maceió, João Pessoa e Natal. A mobilização varia em cada estado e na capital pernambucana, que tem a maior base da CBTU no país, com 2 mil funcionários, o serviço será mantido nos horários de maior movimento.
De acordo com o diretor de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Metroviárias e Conexos do Estado de Pernambuco (Sindmetro-PE), Levi Arruda, o metrô vai funcionar entre 5h e 9h e das 16h às 20h, considerados horários de pico. “Os funcionários estão, na prática, trabalhando em horário reduzido, para garantir a manutenção dos serviços que signifique pelo menos 30% do sistema”, justificou.
Na manhã de hoje, sindicalistas e a direção da companhia estão reunidos para continuar as negociações. A principal pauta é salarial. A greve foi aprovada em assembleia dos trabalhadores diante do impasse nas negociações com a direção da CBTU. A companhia ofereceu 5,5% de aumento, mas os trabalhadores pedem a reposição inflacionária de 10,25%. Pedem também outras reivindicações, como a manutenção do Vale Cultura e a denúncia das condições atuais da empresa. “Tivemos um corte de 38% no orçamento da CBTU no Recife”, citou o dirigente sindical.
Sindicalistas de Pernambuco foram a Brasília participar de reunião com o presidente da CBTU, Marco Fireman, que ocorre nesta manhã. O encontro foi solicitado pela direção da companhia, para retomar o diálogo com os trabalhadores. O movimento grevista também tenta marcar uma reunião com o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), ainda para esta segunda-feira.
Às 18h haverá uma assembleia da categoria no Recife para definir se a greve será mantida.
Fonte - Agência Brasil  16/05/2016

sábado, 16 de abril de 2016

Metroviários de Brasília decidem paralisar atividades no domingo

Transportes sobre trilhos

Diante da paralisação, um plano alternativo será posto em prática pelo Metrô-DF para que os trens circulem.De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal, a paralisação de 24 horas foi aprovada ontem (16) em assembleia geral.

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Metroviários do Distrito Federal decidiram paralisar as atividades amanhã (17), dia de votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal, a paralisação de 24 horas foi aprovada ontem (16) em assembleia geral.
“Um dos motivos da paralisação é a enorme falta de empregados pela qual o Metrô-DF passa, mesmo com mais de 800 aprovados aguardando convocação. A este motivo se soma a falta de segurança que existe no sistema metroviário atualmente, que tem resultado em inúmeros incidentes”, informou o sindicato.
Ainda de acordo com o comunicado, a previsão feita pelo sindicato é que, amanhã, a situação na capital será crítica em razão de possíveis confrontos entre grupos pró e contra o impeachment de Dilma, o que poderá resultar em vandalismos, saques e depredações. “A categoria metroviária teve a coragem que deveria partir do Metrô-DF de não realizar uma operação em condições críticas, colocando em risco a vida de seus empregados e usuários”, destacou a nota.
A assessoria de imprensa do Metrô-DF informou que já há um plano alternativo para atender à população diante do anúncio de paralisação por parte dos metroviários. A estratégia inclui ações como a diminuição de estações em funcionamento e a liberação de catracas, caso haja necessidade.
O órgão garantiu que o metrô vai funcionar amanhã, das 11h às 23h, sendo que, a partir das 20h, apenas a estação central ficará aberta para embarque e desembarque. Depois desse horário, as demais estações funcionarão somente para desembarque de passageiros.
Fonte - Agência Brasil  16/04/2016

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Paralisação afeta milhões de passageiros do metrô de Londres

Transportes sobre trilhos

Os representantes do metrô de Londres, o mais antigo do mundo, disseram que as composições ficarão paradas o dia todo por causa da paralisação. A greve acontece em resultado de uma discórdia em relação aos planos de novos serviços noturnos.

Reuters - Correio do Brasil

Uma paralisação de 24 horas de funcionários e condutores do metrô travou a capital britânica nesta quinta-feira e fez milhões de londrinos passarem apuros para chegar ao trabalho.
Os representantes do metrô de Londres, o mais antigo do mundo, disseram que as composições ficarão paradas o dia todo por causa da paralisação. A greve acontece em resultado de uma discórdia em relação aos planos de novos serviços noturnos.
Os usuários que normalmente usam os trens subterrâneos tiveram que caminhar, usar bicicletas, disputar táxis ou se espremer em ônibus lotados. Muitos simplesmente ficaram em casa.
O ‘tube’, como o metrô é conhecido localmente, transporta quatro milhões de passageiros por dia, e mais de 535 trens operam nos horários de pico. Os representantes de transporte da cidade afirmaram ter aumentado os serviços de balsas e acionado 200 ônibus adicionais para lidar com o aumento da demanda.
Mas enormes filas nos pontos de ônibus serpenteavam pelas ruas nas proximidades das principais estações de metrô da capital.
Membros de quatro sindicatos de metroviários que representam funcionários que vão de condutores a gerentes se juntaram à paralisação, insatisfeitos com os salários e os termos oferecidos pelo metrô londrino para implementar o serviço 24 horas nos finais de semana em algumas linhas, que deve estrear em setembro.
O prefeito de Londres, Boris Johnson, afirmou que a ação é política, acusando os sindicatos de não terem interesse em fazer um acordo.
Fonte - Correio do Brasil  09/07/2015

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Metrô de Lisboa entra em greve por 24 horas

Internacional

Os trabalhadores protestam contra a possibilidade de privatização dos serviços e a falta de diálogo sobre condições de trabalho.

Giselle Garcia
Correspondente da Agência Brasil/EBC
foto-ilustração/jn.pt
As estações de metrô da capital portuguesa amanheceram fechadas nesta segunda-feira (22), na oitava paralisação dos trabalhadores este ano. A greve, que conta com 100% de adesão, de acordo com a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), continuará até as 6h30 de amanhã (23).
Os trabalhadores protestam contra a possibilidade de privatização dos serviços e a falta de diálogo sobre condições de trabalho.
Por causa da greve, os usuários tiveram dificuldade de chegar ao trabalho esta manhã. É o caso de Dalila Moura, que desta vez teve que optar pelo ônibus. “À tarde, vai ser ainda pior”, disse ela. Quem deixou as compras de Natal para a última hora, também terá que buscar outros meios de transporte.
A companhia de ônibus Carris, na tentativa de minimizar os efeitos da greve para os cidadãos, aumentou o número de veículos que atendem a algumas linhas.
Com muitas pessoas de férias ou fora da cidade por causa do feriado, o trânsito, até agora, não foi afetado.
Fonte - Agência Brasil 22/12/2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Sem acordo, metroviários de São Paulo decidem em assembleia se vão parar

São Paulo

De acordo com o presidente do sindicato da categoria, Altino Melo Prazeres Júnior, a categoria não aceitará uma proposta com reajuste inferior a dois dígitos, ou seja, menos de 10%. Os metroviários reivindicam 16,5% de reajuste salarial. “Espero que o governador Geraldo Alckmin pense e, até a hora da assembleia, faça uma proposta possível de aceitarmos. Menos de dois dígitos não dá. Fora isso, há outros fatores a serem negociados.”

Flávia Albuquerque
foto - ilustração
Terminou sem acordo a reunião entre representantes do Sindicato dos Metroviários de São Paulo e representantes do Metrô, apesar de a empresa ter elevado a proposta de reajuste que daria aos trabalhadores para 8,7%. A reunião foi na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), no centro da capital paulista, e os metroviários saíram do local prometendo greve a partir das 4h ou 5h de amanhã (5). A paralisação ainda será discutida em assembleia às 18h30.
De acordo com o presidente do sindicato da categoria, Altino Melo Prazeres Júnior, a categoria não aceitará uma proposta com reajuste inferior a dois dígitos, ou seja, menos de 10%. Os metroviários reivindicam 16,5% de reajuste salarial. “Espero que o governador Geraldo Alckmin pense e, até a hora da assembleia, faça uma proposta possível de aceitarmos. Menos de dois dígitos não dá. Fora isso, há outros fatores a serem negociados.”
Melo disse ainda que a categoria concordaria em não fazer a greve, caso o governo estadual aceite liberar a catraca. “O governo está colocando que não quer ter prejuízo, mas, de alguma forma, o Metrô vai parar”. Ele alertou que, mesmo com número reduzido de funcionários trabalhando, o Metrô terá problemas. A greve será feita por tempo indeterminado e os trabalhadores farão assembleias todas as noites para decidir a continuidade.
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo representa os funcionários do Metrô nas linhas 1, 2, 3 e 5 da capital paulista e aprovou a greve em assembleia no último dia 27. A categoria pretendia trocar a greve por catraca livre, mas o governo estadual rejeitou a ideia.
O presidente do Metrô, Luiz Antonio de Carvalho Pacheco, afirmou, após a reunião, que a companhia não consegue atingir o índice solicitado pelos metroviários. Segundo Pacheco, o reajuste de 8,7%, somado ao dos vales refeição e alimentação, representa um aumento total de 10% a 13%.
“O sindicato quer também outras cláusulas sociais e o Metrô avançou naquilo que é possível avançar. Começamos com uma proposta de 5,2%, elevamos para 7,8% e chegamos a 8,7%. Concordamos em fazer aumento dos vales alimentação e refeição”, destacou Pacheco.
Sobre a possibilidade de liberar as catracas, o presidente da companhia ressaltou que não há sentido em fazer isso porque a bilhetagem é a única fonte de receita do Metrô. Ele disse que a liberação das catracas geraria prejuízo não só para o Metrô, mas também para os funcionários. “O estado de São Paulo investe R$ 5 bilhões por ano na expansão, e o Metrô faz a operação por meio da venda dos bilhetes. Se estamos negociando melhores condições salariais, é um contra senso perder receita”.
No início da manhã, os metroviários fizeram um ato público na Estação Sé e distribuíram panfletos para a população alertando sobre a greve. A Linha 4-Amarela não vai parar porque é representada por um sindicato diferente.
Fonte - Agência Brasil  04/06/2014