UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Em Brasília, Sedur discute projetos de mobilidade para Salvador e RMS

Mobilidade  🚇

No encontro, o secretário discutiu projetos de mobilidade urbana para Salvador e Região Metropolitana. Brito apresentou ao representante do Governo Federal, algumas possibilidades e estudos de ampliação da malha metroviária e de alta capacidade especialmente a partir da Estação Aeroporto, em Lauro de Freitas, apontando para uma ampliação do sistema de mobilidade daquela região, a partir da integração de novos modais com a criação de outros polos de desenvolvimento urbano.

Da Redução
foto - ilustração
O titular da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Sérgio Brito, se reuniu, nesta sexta-feira, em Brasília com o Secretário Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos, Jean Carlos Pejo, que preside o órgão do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). No encontro, o secretário discutiu projetos de mobilidade urbana para Salvador e Região Metropolitana. Brito apresentou ao representante do Governo Federal, algumas possibilidades e estudos de ampliação da malha metroviária e de alta capacidade especialmente a partir da Estação Aeroporto, em Lauro de Freitas, apontando para uma ampliação do sistema de mobilidade daquela região, a partir da integração de novos modais com a criação de outros polos de desenvolvimento urbano.
“Foi uma conversa informal, mas muito produtiva. Apresentei ao secretário Jean Carlos tudo que vem sendo feito com muita excelência pelo Governo do Estado na mobilidade urbana de Salvador e Região Metropolitana, e pude destacar projetos que estão sendo analisados pela equipe técnico do Governo do Estado, para implantação e expansão de modais a partir da região de Lauro de Freitas, pensando na RMS como um todo e nos seus potenciais. Temos polos consolidados naquela região, desde Itinga, ainda em Lauro, até Camaçari, com suas praias, como o Polo Industrial e sua grande demanda. Então temos muito a fazer e planejar , e certamente contanto com o apoio em áreas essenciais como a mobilidade urbana, a nossa Bahia tem muito a ganhar”, destacou Sérgio Brito.
Sérgio Brito e Jean Carlos e Pejo ainda trataram em relação a investimentos através do programa Avançar Cidades, programa do Governo Federal onde estados e municípios devem apresentar às instituições financeiras projetos básicos de empreendimentos, além de documentação e análises de risco e de engenharia. Os projetos selecionados terão até um ano para contratar a proposta com o agente financeiro. Os recursos disponibilizados para o Avançar Cidades – Mobilidade Urbana são de financiamento, oriundos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Em 2019 estão previstos quase R$ 120 milhões.
Com informações da Sedur BS  24/05/2019

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Obras de mobilidade no Piauí somam R$ 460 milhões

Infraestrutura  🚗  🚇

Na capital, os investimentos somam mais de R$ 390 milhões em obras concluídas e em andamento: os Veículos Leves sobre Trilhos, o Rodoanel, o acesso do Rodoanel à Usina Santana, as obras do Complexo Ponte JK. Além da capital, foram feitas obras de pavimentação no interior ao longo dos últimos quatro anos, totalizando investimentos superiores a R$ 60 milhões

Meio Norte
foto - ilustração/arquivo
Durante mensagem do governador do Piauí Wellington Dias (PT) na segunda-feira, 04 de fevereiro, apontou-se para a cartilha de obras do Poder Executivo nos próximos anos; abrangendo tanto investimentos 100% públicos como os oriundos de parcerias público-privadas, o montante em aplicação atualmente atinge a marca de R$ 460 milhões.
Fora tal demonstrativo, ao fazer um balanço dos últimos quatro anos os valores sobem para R$ 860 milhões. A maior parte das ações engloba o Rodoanel de Teresina e a revitalização do Metrô, com a chegada dos Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs).
Na capital, os investimentos somam mais de R$ 390 milhões em obras concluídas e em andamento: os Veículos Leves sobre Trilhos, o Rodoanel, o acesso do Rodoanel à Usina Santana, as obras do Complexo Ponte JK, que incluiu a construção de praças, dos acessos da ponte do meio e implantação do passeio central, a pavimentação nos bairros Parque Piauí, Redenção, Vila Nova, Uruguai, Nossa Senhora de Fátima, Horto Florestal, Eduardo Costa, Tabuleta, Parque Sul, Bela Vista, São Pedro, Matinha, Piçarreira, Parque Eliane e Vila Irmã Dulce.
Além da capital, foram feitas obras de pavimentação no interior ao longo dos últimos quatro anos, totalizando investimentos superiores a R$ 60 milhões, favorecendo cidades como Parnaíba, Campo Maior, Altos, Piripiri, Piracuruca, Corrente, Oeiras, Valença, Cocal dos Alves, dentre outras.

Na educação, Piauí tem 115 obras em execução
Além das obras de mobilidade, uma série de outras áreas tem investimentos prospectados pelo Poder Executivo. Em 2018, o Governo do Estado do Piauí investiu num conjunto de 176 obras executadas pelos mais diversos órgãos da administração pública estadual, que atuaram de modo eficiente para a expansão de malhas viárias urbanas, melhorando a mobilidade e impactando na qualidade de vida das populações beneficiadas. Estradas vicinais e estaduais foram pavimentadas, restauradas e melhoradas. Escolas foram ampliadas e recuperadas, além de melhorias em redes elétricas e a construção de sistemas de abastecimento de água. Somente na área da Educação, foram concluídas 35 obras em 2018. Há ainda 115 obras em execução em todo o Estado entre novas escolas, reformas, quadras esportivas e outras ações que totalizam um investimento de mais de R$ 52 milhões.
Fonte - Revista Ferroviária  05/02/2019

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Em São Paulo, Rui Costa compartilha experiência de obras de mobilidade na Bahia

Mobilidade  🚇

Rui foi o único governador da região nordeste a participar do evento que reuniu urbanistas, consultores, secretários estaduais e municipais de transportes, além de representantes de institutos ligados ao setor. Ao lado do secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni; do urbanista e consultor de trânsito e transporte, Flamínio Fichmann; e do presidente da divisão de mobilidade urbana da CCR, Leonardo Vianna, o governador explicou o modelo adotado na Bahia.

Da Redação
foto -  Eudes Benício/GOVBA
Os principais projetos de transporte e deslocamentos em vias urbanas na Bahia foram apresentados pelo governador Rui Costa nesta segunda-feira (22), durante o 2º Seminário de Mobilidade Urbana, realizado pelo jornal Folha de São Paulo, na capital paulista. Rui foi o único governador da região nordeste a participar do evento que reuniu urbanistas, consultores, secretários estaduais e municipais de transportes, além de representantes de institutos ligados ao setor.
Ao lado do secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni; do urbanista e consultor de trânsito e transporte, Flamínio Fichmann; e do presidente da divisão de mobilidade urbana da CCR, Leonardo Vianna, o governador explicou o modelo adotado na Bahia. “É preciso acertar na modelagem, o atual não atende ao interesse dos brasileiros. Acreditamos que adotamos o mais eficaz, mas que ainda enfrenta resistência, que é a PPP – Parceria Público Privada, com riscos compartilhados para quem vai executar as obras, inclusive pelo não cumprimento dos cronogramas. Desta forma, a empresa vencedora busca o melhor resultado através da eficiência”, reforça.
Rui também defendeu um pacto de Estado para atrair investidores nacionais e internacionais e criticou a realidade existente no país atualmente. “O que se faz hoje é pacto de Governo e não de Estado. Isso não avança. O mercado reage mal e o país não avança”, disse. Para ele, um dos grandes males do Brasil é a insegurança jurídica.
Rui Costa encerrou sua participação reforçando que o conceito de mobilidade urbana é mais amplo que apenas oferecer transporte público. “Temos que enxergar que nos grandes centros a mobilidade urbana promove não apenas a melhoria da qualidade de vida, mas também um novo vetor de desenvolvimento e geração de emprego e renda para as pessoas”. O posicionamento do governador baiano foi elogiado pelo presidente do metrô de São Paulo, Paulo Menezes, que também destacou que “a Bahia é um exemplo de projeto metroviário bem sucedido no Brasil”.
Durante o evento, Rui anunciou que até o dia 30 de janeiro será publicado o edital de licitação do trecho do VLT, que liga o Comércio até Paripe, com aproximadamente 19 quilômetros de extensão.
Entre as principais obras de mobilidade urbana na Bahia está o metrô Salvador-Lauro de Freitas. Além disso, em breve será entregue a Via Barradão e, ainda no primeiro trimestre do ano, a entrega de mais um trecho da Linha Azul, na capital.
Com informações da Secom BA  22/01/2018

terça-feira, 18 de julho de 2017

Obras de mobilidade urbana contribuem para geração de emprego na Bahia

Mobilidade  🚇 🚄

Os dados foram apresentados pela Companhia Estadual de Transportes da Bahia (CTB) na manhã desta terça-feira (18), durante a reunião do Conselho Estadual Tripartite de Trabalho e Renda (CETER-BA), que abordou os reflexos dos investimentos do Governo Estado em mobilidade urbana na geração de emprego. 

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
As obras do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas geraram 8 mil vagas de trabalho no período de pico. A operação do metrô, por sua vez, emprega atualmente cerca de 1.200 trabalhadores. Os dados foram apresentados pela Companhia Estadual de Transportes da Bahia (CTB) na manhã desta terça-feira (18), durante a reunião do Conselho Estadual Tripartite de Trabalho e Renda (CETER-BA), que abordou os reflexos dos investimentos do Governo Estado em mobilidade urbana na geração de emprego.
Presidente do conselho, a secretária do Trabalho, Emprego e Renda, Olívia Santana, destacou que o debate faz parte da estratégia de levar aos conselheiros informações qualificadas sobre as principais ações do Governo do Estado. Na reunião anterior, o tema foi a política de desenvolvimento econômico da Bahia.
“Dessa vez, propomos uma discussão sobre mobilidade urbana, abordando os impactos imediatos e as perspectivas em longo prazo das intervenções que estão sendo realizadas em Salvador. É uma matéria que diz respeito à vocação do próprio conselho, composto por representantes do governo, dos trabalhadores e do segmento empresarial, pois são obras estruturantes que trazem oportunidades de geração de emprego e renda e novas perspectivas de negócios”, explica.
Atualmente, 21km de extensão do metrô já estão em funcionamento, atendendo uma média de 120 mil passageiros por dia. Depois de pronto, o Sistema Metroviário ligará as duas principais saídas da capital baiana: por Lauro de Freitas e pela BR-324. Serão quase 42 quilômetros de extensão, com um raio de abrangência que atingirá todo o miolo da cidade, envolvendo os bairros nos entornos da Avenida Paralela e da BR-324.

imagem - ilustração/arquivo
VLT
Além da obra do metrô, o encontro também discutiu a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que irá substituir o trem do subúrbio. Com um investimento inicial de R$ 1,55 bilhões do Governo do Estado, o VLT vai ligar a região da Avenida São Luís, em Paripe, ao Comércio. A obra está em fase de licitação e, quando iniciada, deve oferecer cerca de 4 mil postos de trabalho. Estima-se que em funcionamento, o VLT vai empregar mais de 500 profissionais. Já estão sendo desenvolvidos estudos para implantação do VLT Metropolitano que vai atender os municípios de Simões Filho, Camaçari, Dias D’Ávila e Candeias.
Para o presidente da CTB, Eduardo Copello, esse conjunto de ações faz parte da decisão do Governo de utilizar o transporte como indutor de desenvolvimento. “Todas essas obras de mobilidade urbana têm um impacto enorme na vida das pessoas e na economia, gerando empregos diretos e indiretos, ganhos de produtividade, valorização imobiliária, e novas centralidades no entorno das estações, com a instalação de empresas e empreendimentos comerciais”, destacou.
Com informações da Setre Ba.   18/07/2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Operação Lava-Jato trava obras de mobilidade urbana em todo o país.

Mobilidade  🚌 🚇

Lista inclui grandes empreendimentos de mobilidade urbana, como obras de metrô, corredores de ônibus e rodovias R$ 90 bilhões em obras paradas em todo o país, e sem previsão de retomada. Este é o estrago causado pela Operação Lava Jato que inclui grandes empreendimentos de mobilidade urbana, como metrôs e corredores de ônibus, além de rodovias. A lista inclui também outros setores da economia, como universidades, centros de saúde, instalações industriais e investimentos da Petrobrás.

Diário do Transporte - RF
foto - ilustração
Dentre várias obras importantes, Lava Jato paralisou projetos que somam mais de R$ 90 bilhões em todo o Brasil. Lista inclui grandes empreendimentos de mobilidade urbana, como obras de metrô, corredores de ônibus e rodovias R$ 90 bilhões em obras paradas em todo o país, e sem previsão de retomada. Este é o estrago causado pela Operação Lava Jato que inclui grandes empreendimentos de mobilidade urbana, como metrôs e corredores de ônibus, além de rodovias. A lista inclui também outros setores da economia, como universidades, centros de saúde, instalações industriais e investimentos da Petrobrás.
Apesar dos projetos terem sido paralisados por diferentes motivos, como suspeição de sobrepreço, divergências em relação ao valor das obras e falta de financiamento ou recursos próprios, todos eles guardam em comum um fato único: as empreiteiras envolvidas no maior escândalo de corrupção do País. O levantamento das obras, feito pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), é matéria do jornal O Estado de SP deste domingo (18).
Dentre as obras de mobilidade urbana o levantamento cita o BRT Via Livre Leste-Oeste (liga o Centro do Recife ao município de Camaragibe, na Região Metropolitana) e o Ramal da Copa, em Pernambuco. O consórcio construtor, formado pelas empreiteiras Mendes Júnior e Servix, abandonou as obras. Segundo a Secretaria de Cidades de Pernambuco, dos R$ 168,6 milhões do projeto, R$ 136 milhões já foram investidos. Novas empresas estão sendo contradas, e os serviços estão sendo retomados aos poucos.
Mas para o presidente da consultoria Inter.B, Claudio Frischtak, ouvido pelo Estadão, dois dos maiores símbolos da paralisia dos investimentos são a Linha 6 do metrô de São Paulo e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). “São dois desastres”, afirma Frischtak

BRT Leste-Oeste de Recife
As seis estações do BRT de Recife, localizadas ao longo da avenida Conde da Boa Vista, no Centro da cidade, estão há dois anos e meio com as obras paralisadas. Em maio informávamos que esta situação estava prestes a mudar, segundo prometia a Secretaria Estadual das Cidades (Secid).
As estações integram o Corredor Leste-Oeste, que deveria ter sido finalizado para a Copa de 2014. A construtora responsável, envolvida na Operação Lava Jato, abandonou os canteiros de obras do Corredor ainda em novembro daquele ano.
No site do Governo de Pernambuco, o Corredor Via Livre Leste/Oeste promete possibilitar que os passageiros do município de Camaragibe se desloquem até o Centro do Recife através de três linhas de BRT em operação. “Este corredor conta atualmente com 15 estações em funcionamento e atende uma demanda de 50 mil usuários por dia. A expectativa é que esse número chegue a 180 mil pessoas/dia quando o corredor estiver operando em sua totalidade com oito linhas e 26 estações”.

Linha 6 -Laranja do Metrô de São Paulo:
As obras da Linha 6-Laranja (Brasilândia – São Joaquim), que envolvem R$ 9,9 bilhões de investimentos, estão paradas desde o ano passado. As empreiteiras que compõem o consórcio construtor estão envolvidas na Operação Lava Jato – Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC.
Sem conseguir fechar o financiamento com o BNDES para continuar a construção, as obras foram paralisadas no dia 5 de setembro de 2.016, segundo as empresas “devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.” Detalhe: a obra estava com apenas 15% do projeto executado.
As obras da Linha 6-Laranja (Brasilândia – São Joaquim), que envolvem R$ 9,9 bilhões de investimentos, estão paradas desde o ano passado. As empreiteiras que compõem o consórcio construtor estão envolvidas na Operação Lava Jato – Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC.
Sem conseguir fechar o financiamento com o BNDES para continuar a construção, as obras foram paralisadas no dia 5 de setembro de 2.016, segundo as empresas “devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.” Detalhe: a obra estava com apenas 15% do projeto executado.
O governo Alckmin diz aguardar uma solução até o início do mês de julho quando, caso isso não ocorra, dará início a um processo de rescisão contratual. Mas a novela vem se arrastando desde o ano passado.

Linha 6 -Laranja: De promessa em promessa,a obra não tem mais prazo visível de conclusão
Em setembro de 2016 o Governo de São Paulo já anunciava que poderia decretar a caducidade do contrato de concessão firmado com a concessionária Move São Paulo. À época, autoridades do Estado diziam que iriam tentar evitar a medida por meio de negociação com o BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, para conseguir um empréstimo de longo prazo.
No mesmo mês de setembro de 2016 o secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, descartou procurar empréstimos em outras fontes que não o BNDES: “São R$ 550 milhões que foram sacados, R$ 325 milhões de capital de giro. O BNDES já começou o financiamento, vemos com bastante dificuldade neste momento a possibilidade de outros órgãos internacionais, mesmo porque o financiamento não é do governo”, disse ele.
Numa sequência de anúncios que, a cada vez, jogavam a conclusão da obra para datas mais distantes, em junho de 2016 o Governador Alckmin já informava que a Linha 6 só iria ficar pronta em 2021, ou seja, um ano a mais em relação a última promessa, que foi 2020.
No site da Concessionária Move São Paulo estão citados os benefícios que a Linha 6-Laranja trará para a cidade quando concluída:
O tempo médio de viagem para todo o trecho da Linha 6-Laranja, que atualmente é feito de ônibus em 1h30, será realizado em cerca de 23 minutos.
Com o início da operação, previsto para 2020, o deslocamento para quem reside na região noroeste da cidade e precisa se dirigir à região central será muito mais rápido e seguro.
Com as integrações com outras linhas de metrô e trem ficará mais fácil, cômodo e econômico se deslocar para as outras regiões da cidade.
Integração com Metrô
Estações Higienópolis-Mackenzie (Linha 4-Amarela) e São Joaquim (Linha 1-Azul)
Integração com Trem
Estação Água Branca (Linha 7-Rubi e Linha 8-Diamante)

Promessas e previsões da Secretaria de Transportes Metropolitanos para a Grande São Paulo
Em matéria publicada pelo Diário do Transporte nesta sexta-feira (dia 16 de junho), citávamos que praticamente todos os planos de transporte da Grande São Paulo estão em atraso. E citávamos: “Um dos casos mais indefinidos é o da linha 6-Laranja do Metrô. Terminou nesta quinta-feira, 15 de junho de 2017, o prazo dado pelo Governo do Estado de São Paulo para que o ‘Consórcio Mova-se’ encontrasse uma solução para conseguir financiamento do BNDES para a obra. E não há resposta ainda.”

Leia o trecho da matéria sobre a obra do Metrô que não tem data para ser concluída:
“Linha 6-Laranja Metrô: A ligação entre a região de Brasilândia e a estação São Joaquim na região central de São Paulo, que deve atender a mais de 630 mil pessoas por dia é uma das mais indefinidas. O secretário de Transportes Metropolitanos disse no evento sobre mobilidade da UITP no dia 13 de junho que “o governo está fazendo todo o esforço para a PPP [Parceria Público Privada] ser retomada”. Terminou nesta quinta-feira, 15 de junho de 2017, o prazo dado pelo Governo do Estado de São Paulo para que o “Consórcio Mova-se” encontrasse uma solução para conseguir financiamento do BNDES para a obra. As intervenções estão paralisadas desde porque o consórcio Move São Paulo, que venceu a licitação, suspendeu os trabalhos alegando falta de recursos. O consórcio está com dificuldades de obter financiamento pelo BNDES e é formado pela Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC Engenharia, toda citadas na Operação Lava Jato. Conforme noticiou o Diário do Transporte, em primeira mão, no dia 08 de março, o prazo final dado pelo Governo do Estado foi 15 de junho, podendo assim, haver nova licitação. O Move São Paulo solicitou empréstimo de R$ 5,5 bilhões. Por causa da paralisação das obras, o Governo do Estado de São Paulo pediu anuência da Assembleia Legislativa e levará a solicitação ao BNDES de remanejamento de R$ 200 milhões, que estavam previstos para linha 6-Laranja, para linha 5- Lilás, prevista para se prolongar até a Chácara Klabin. A linha 5 já opera entre Capão Redondo e Adolfo Pinheiro.
A previsão inicial para inauguração da linha 6 era 2020. A data agora é uma incerteza.
Considerada a linha das universidades, por atender regiões onde estão vários estabelecimentos de ensino, a linha 6-Laranja deve ter integração com a linha 1-Azul e 4-Amarela do metrô e 7-Rubi e 8-Diamante, da CPTM.
Até o momento, foram gastos R$ 1,7 bilhão no empreendimento.”
Fonte - Revista Ferroviária  18/06/2017

terça-feira, 25 de abril de 2017

Via Expressa da Av. Tancredo Neves é interditada para montagem de peças de passarela

Mobilidade  🚇

O bloqueio terá início às 23 horas, se estendendo até 5h do dia seguinte com a interdição da Via Expressa entre a Madeireira Brotas e o Viaduto Raul Seixas nas noites de 25 e 26 de abril (terça e quarta-feira).

Da Redação
divulgação/CCR
A CCR Metrô Bahia e o Consórcio Mobilidade Bahia informam que, para montagem de pilares da passarela da Estação Rodoviária, realizarão a interdição da Via Expressa entre a Madeireira Brotas e o Viaduto Raul Seixas nas noites de 25 e 26 de abril (terça e quarta-feira). O bloqueio terá início às 23 horas, se estendendo até 5h do dia seguinte. Os motoristas que trafegarem pelo local poderão acessar o viaduto Raul Seixas nas proximidades da Rodoviária.
Com informações da CCR Metrô Bahia  25/04/2017

quinta-feira, 23 de março de 2017

Teremos a melhor mobilidade urbana do país”,afirma Rui Costa governador da Bahia

Mobilidade/Salvador  🚏  🚇

“Eu posso afirmar que nós teremos a melhor mobilidade urbana do país, após a conclusão dessas obras. O prazo tanto do metrô quanto do sistema viário está antecipado. Nós vamos continuar com esse ritmo. O compromisso da concessionária é concluir o Terminal de Pituaçu em julho, assim como o trecho da [Avenida] Gal Costa que vai até a rotatória. Além disso, são três novos viadutos na Avenida Paralela, para dar mais mobilidade, ou seja, facilitar o tráfego e também viabilizar a obras do metrô”, comentou Rui.

Da Redação
foto -  Manu Dias/GOVBA
Visita ao canteiro de obras do Terminal de Integração ônibus
Metrô de Pituaçu
O governador Rui Costa visitou, nesta quinta-feira (23), as obras da Linha 2 do metrô, na Avenida Paralela. Rui iniciou a visita técnica no Terminal de Ônibus de Pituaçu, que será o maior desse segundo trecho do sistema metroviário. Em seguida, o governador foi ao elevado de Alphaville. Depois, conheceu as obras do retorno de Stella Maris, passou pelo Terminal Mussurunga e finalizou no retorno da Avenida Paralela, em frente ao Instituto Anísio Teixeira (IAT).
Passando por reforma, que deve ser concluída em agosto, o Terminal Mussurunga terá sua área ampliada em 23%, oferecendo mais conforto para os usuários. Futuramente interligado à Estação Pituaçu do Metrô por meio de passarela, o terminal terá 43,9 mil metros quartados de área construída distribuídos em quatro pavimentos.

 foto - Manu Dias/GOVBA
 Terminal de Integração ônibus/Metrô de Pituaçu
“Eu posso afirmar que nós teremos a melhor mobilidade urbana do país, após a conclusão dessas obras. O prazo tanto do metrô quanto do sistema viário está antecipado. Nós vamos continuar com esse ritmo. O compromisso da concessionária é concluir o Terminal de Pituaçu em julho, assim como o trecho da [Avenida] Gal Costa que vai até a rotatória. Além disso, são três novos viadutos na Avenida Paralela, para dar mais mobilidade, ou seja, facilitar o tráfego e também viabilizar a obras do metrô”, comentou Rui.

foto - Camila Souza/GOVBA
Visita ao canteiro de obras do Terminal de Integração
 ônibus/Metrô de Mussurunga
O Terminal de Mussurunga será interligado à estação do metrô por meio de passarela, que poderá ser acessada por escada rolante, escada fixa ou elevador. Trinta e duas câmeras integradas ao Centro de Controle Operacional (CCO) da CCR Metrô Bahia farão o monitoramento contínuo do espaço, com incremento de quase 60% no número atual de câmeras. Operando de forma totalmente integrada, a estação e o terminal atenderão aos moradores de Mussurunga, São Cristóvão, Jardim das Margaridas, Itinga, Itapuã e outras localidades do entorno.
Seguindo o padrão dos terminais administrados pela CCR, o espaço terá piso tátil, guaritas de entrada e saída, sala de primeiros socorros e sanitários para pessoas com deficiência (PCD), além de sanitários comuns. A dona de casa, Balbina Santos, que é cadeirante, aguarda entusiasmada para utilizar os serviços. Para ela, que faz o trajeto Mussurunga-Pirajá para realizar sessões de fisioterapia, o novo modal deve proporcionar mais conforto e segurança nas viagens.
“Vai ser muito bom para as pessoas porque reduz o tempo de viagem. Para uma pessoa que utiliza cadeira de rodas, como eu, vai representar ainda mais. O metrô têm menos obstáculos e ainda conta com uma equipe de profissionais que nos garante assistência”, afirma Balbina.
Com informações da Secom Ba.  23/03/2017


foto -  Manu Dias/GOVBA

Visita ao canteiro de obras do Terminal de Integração ônibus/Metrô de Pituaçu



terça-feira, 23 de agosto de 2016

Governo da Bahia entrega sistema viário Águas Claras/Cajazeiras em setembro

Infraestrutura Urbana

O novo sistema viário é formado por uma via marginal à BR-324, com extensão de 1,9 quilômetro incluindo um viaduto sobre a Rua Celika Nogueira, e um conjunto de vias totalizando 4,2 quilômetros, dispondo de alças de acesso à BR-324 e um acesso ao sistema de transporte (BRT), além de ciclovia, passeios com piso tátil, escadas, passagem para pedestres, sinalização e paisagismo.

Da Redação

Secom Ba.
O novo sistema viário Águas Claras/Cajazeira está em fase de conclusão e deve ser entregue pelo Governo do Estado em setembro. Executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), a obra integra a futura Avenida 29 de Março, via responsável pela ligação entre a Avenida Orlando Gomes, já duplicada pelo Governo, e a BR-324. Essas intervenções urbanas fazem parte da Linha Vermelha, corredor que vai ligar os bairros de Piatã e Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador.
As novas vias, a serem inauguradas pelo governador Rui Costa no próximo mês, vão desafogar o trânsito na região e faz parte das ações do plano de mobilidade do Governo do Estado, desenvolvido para a capital andar melhor. Nesta etapa da obra em Águas Claras, a Conder, empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), trabalha na finalização dos serviços de urbanização e infraestrutura.
Com investimento de R$ 50 milhões, oriundos do governo federal, por meio do Ministério das Cidades, e contrapartida estadual, o novo sistema viário é formado por uma via marginal à BR-324, com extensão de 1,9 quilômetro incluindo um viaduto sobre a Rua Celika Nogueira, e um conjunto de vias totalizando 4,2 quilômetros, dispondo de alças de acesso à BR-324 e um acesso ao sistema de transporte (BRT), além de ciclovia, passeios com piso tátil, escadas, passagem para pedestres, sinalização e paisagismo.
Segundo o diretor de Obras Estruturantes da Conder, Sérgio Silva, aproximadamente 90% dos serviços já estão concluídos e vão beneficiar quem mora e trafega por Águas Claras e também milhares de baianos, que utilizam diariamente a BR-324, além de facilitar o acesso a Cajazeiras, à Via Regional e à BA-528 (Estrada do Derba).
“Com a entrada em operação desse trecho, conseguiremos resolver o problema crônico dos engarrafamentos no local, criando alternativas para o fluxo de veículos que disciplinam o trânsito”, ressalta Silva. Ele cita ainda a valorização dos imóveis na lista dos benefícios trazidos pelas novas vias.
A expectativa é que essa região da capital se transforme em um grande ponto de integração dos diferentes modais de transporte, uma vez que, recentemente, foi lançada a licitação para a ampliação da Linha 1 do metrô até Águas Claras-Cajazeiras.
Com informações da Secom Ba. 23/08/2016

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Obras do Programa Mobilidade Salvador seguem em ritmo acelerado

Mobilidade

Assim como a nova Avenida Pinto de Aguiar, o trajeto é parte do Corredor Transversal I (Linha Azul), que ligará Patamares ao Subúrbio Ferroviário e terá, no total, 13 quilômetros de extensão.A obra consistiu na perfuração de uma parte da rocha, feita por uma perfuratriz hidráulica de origem finlandesa. Em seguida, os buracos feitos pela máquina foram carregados com explosivos e detonados.

Da Redação
foto - Alberto Coutinho/Gov.Ba
Foi finalizada nesta quarta-feira (20), na Avenida Suburbana, em Salvador, a escavação em rocha de um dos túneis que farão ligação com a Avenida Gal Costa, seguindo até o bairro do Lobato. Assim como a nova Avenida Pinto de Aguiar, o trajeto é parte do Corredor Transversal I (Linha Azul), que ligará Patamares ao Subúrbio Ferroviário e terá, no total, 13 quilômetros de extensão.
A obra consistiu na perfuração de uma parte da rocha, feita por uma perfuratriz hidráulica de origem finlandesa. Em seguida, os buracos feitos pela máquina foram carregados com explosivos e detonados. 

foto - Alberto Coutinho/Gov.Ba
O processo de detonações produz até 300 toneladas de pedras, retiradas do túnel por caminhões. Segundo o engenheiro responsável pela operação, Fabrício Vieira, a entrega dos túneis finalizados está prevista para o mês de outubro. “Esse tipo de rocha só nos permite avançar com segurança cerca de 2 metros a cada dez horas. Hoje finalizamos o primeiro túnel e vamos iniciar as obras do segundo, que devem ser finalizadas em cerca de 20 dias”.

Mais mobilidade
Outras obras do programa Mobilidade Salvador incluem a requalificação do trecho entre Pirajá e a Avenida Suburbana, além da construção de nove viadutos. A construção de ciclovias e a macrodrenagem dos rios Camarajipe e Pituaçu também integram o projeto.
Já com o Corredor Transversal II (Linha Vermelha), o objetivo é ligar a orla atlântica e a BR-324, por meio das avenidas Orlando Gomes, já entregue, e 29 de Março, em execução, passando pelo Parque Tecnológico, na Paralela, e a Via Regional, chegando até Águas Claras e totalizando 12 quilômetros de extensão. O projeto também inclui a construção de seis viadutos, cinco pontes e onze quilômetros de ciclovia.
Com informações da Secom Ba.  20/07/2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

Obras de mobilidade para Olimpíadas serão marco para o Rio de Janeiro, afirma ministro

Transportes sobre trilhos

As obras fazem parte dos empreendimentos que o governo federal investe para o legado das Olímpiadas. O VLT deverá será inaugurado em abril, com 18 estações, e vai ligar o aeroporto Santos Dumont à Rodoviária. Também serão inauguradas, nos próximos meses, cinco estações da Linha 4 do metrô, que interligarão Ipanema e Barra da Tijuca.

Ministério das Cidades

O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, vistoriou hoje (07) as obras do VLT - Veículo Leve sobre Trilhos e da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro. As obras fazem parte dos empreendimentos que o governo federal investe para o legado das Olímpiadas. O VLT deverá será inaugurado em abril, com 18 estações, e vai ligar o aeroporto Santos Dumont à Rodoviária. Também serão inauguradas, nos próximos meses, cinco estações da Linha 4 do metrô, que interligarão Ipanema e Barra da Tijuca. Para Kassab, essas obras serão um marco na melhoria da qualidade de vida da população do Rio de Janeiro.
Durante a visita, acompanhado do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o ministro falou da importância do VLT para a cidade. “É evidente que, com a conclusão dessas intervenções, Rio de Janeiro se transformará, não apenas por causa do VLT, mas com a reurbanização. O município vive uma situação diferenciada graças à visão do Eduardo Paes e do governador Pezão. O que vemos hoje é um canteiro de obras com prazo justo e em sintonia com o governo federal”, afirmou.
Segundo Kassab, o governo federal dá todo o apoio, inclusive com recursos financeiros. “As parcerias são importantes e no VLT tem capital da União, da prefeitura e de empresas, num modelo de parceria moderna. O cronograma está dentro do esperado, e o profissionalismo das nossas equipes criou uma eficiência que vai deixar um grande legado para a cidade, não apenas para as Olimpíadas, mas para toda a população”, explicou.
Legado – Mais tarde, ao visitar a Linha 4 da Estação do Metrô, acompanhado do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, o ministro das Cidades lembrou que essa obra é a mais emblemática de todas, em relação ao legado para a cidade. O governador Pezão reconheceu o esforço do governo federal e destacou as parcerias. “A obra é praticamente uma cidade embaixo da terra. O metrô está sendo construído num prazo relativamente curto graças ao governo federal. Tenho certeza que faremos mais parcerias para investir em obras públicas fundamentais para a população”, concluiu.

VLT – O VLT ligará o Centro e a região portuária em 28 Km e 32 paradas. A sua operação será 24 horas por dia nos sete dias da semana. O projeto fortalece o conceito de transporte público integrado ao conectar metrô, trens, barcas, teleférico, BRTs, redes de ônibus convencionais e aeroporto (Santos Dumont). O sistema terá capacidade de transportar 300 mil passageiros por dia. A implantação do novo meio de transporte tem custo avaliado em R$ 1,157 bilhão, sendo R$ 532 milhões com recursos federais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Grandes Cidades por meio de recursos do Orçamento Geral da União (OGU), e R$ 625 milhões viabilizados por meio de uma parceria público-privada (PPP) da Prefeitura do Rio.
A distância média entre as paradas será de 400 metros. Serão 32 trens e cada composição comporta 420 passageiros, e o tempo máximo de espera entre um trem e outro vai variar de 3 a 15 minutos, de acordo com a linha. Os trens não têm fios superiores em rede aérea e são alimentados por duas fontes de energia: um terceiro trilho energizado e supercapacitores.
As estações e pontos de parada serão dotados de plataformas acessíveis a todos os usuários de forma fácil, segura e confortável. As plataformas contarão com linha de piso tátil (próprio para portadores de deficiência visual) em toda a sua extensão e rampas de acesso suaves e antiderrapantes.

Linha 4 – A Linha 4 que ligará Ipanema a Barra da Tijuca vai transportar mais de 300 mil pessoas por dia e retirar das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Com a nova linha, o passageiro poderá utilizar todo o sistema metroviário da cidade com uma única tarifa. Serão seis estações (Jardim Oceânico, São Conrado, Gávea, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz) e aproximadamente 16 quilômetros de extensão. O projeto é o maior legado em transporte e mobilidade urbana dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
Fonte - Ministério das cidades  08/03/2016

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Apesar da crise, obras de mobilidade não podem parar

Transportes sobre trilhos

Avaliação é do presidente da ANPTrilhos, Joubert Flores. Ele destaca necessidade de intervenções para melhorar a qualidade de vida nas cidades.Ele falou sobre o desafio de expandir a infraestrutura metroferroviária e destacou a necessidade de manter a execução de obras, apesar da crise econômica e das dificuldades enfrentadas por empreiteiras....

Natália Pianegonda
Agência CNT de Notícias
foto -Julio Fernandes/Agência Full Time
O presidente da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), Joubert Flores, concedeu entrevista à Agência CNT de Notícias. Ele falou sobre o desafio de expandir a infraestrutura metroferroviária e destacou a necessidade de manter a execução de obras, apesar da crise econômica e das dificuldades enfrentadas por empreiteiras, envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobrás. Flores também fez uma avaliação dos cinco anos de atuação da entidade.

O número de viagens individuais tem crescido de forma mais rápida que a expansão da infraestrutura. Quais os projetos que a ANPTrilhos considera necessários para atender a esse incremento na demanda?
Apesar de no ano passado não termos tido um crescimento do número de passageiros igual ao que conseguimos nos anos anteriores (em 2014, a elevação foi de 4%, frente a uma média de 10% registrada anteriormente), historicamente as redes não crescem mais que 3% ao ano. Então, a demanda de passageiros cresce mais que a oferta de lugares. Qual a leitura que fazemos disso? Em primeiro lugar, que existe interesse e necessidade de viagens. Hoje nós temos cidades onde se aglomera mais de 80% da população do Brasil, mas sem infraestrutura de transporte de massa e de alta capacidade, para que exista um sistema integrado, para que viagens mais longas sejam feitas em um sistema de trilhos, com menor tempo e maior segurança, alimentado por modais de transporte de menor capacidade. Vemos que em alguns lugares, como São Paulo e Rio de Janeiro há muitos projetos, se investiu muito nas redes (no Rio, por exemplo, o incremento chegará a 30% da rede que originalmente operávamos). Mas isso ainda não é suficiente. Até a situação econômica fez com que as obras sofressem uma diminuição de ritmo. Além disso, existem, no Brasil, inúmeras cidades com mais de um milhão de habitantes em que precisaria expandir ou implementar o sistema. São cerca de 20 projetos em andamento, alguns iniciados para a Copa do Mundo. Devemos preservar esses investimentos, para que não se percam. E existem outros 18 projetos com forte potencial para serem executados.

A maior parte dos municípios não conseguiu cumprir o prazo de entrega dos planos de mobilidade urbana. E sabemos que os projetos de implantação de metrô são de longo prazo, exigem planejamento por parte das administrações públicas e eficiência na execução dos projetos. Sendo assim, quais os desafios que enfrentamos, no país, para garantir que isso ocorra?
O investimento para implantar uma rede dessas não é pequeno. Mas ele tem que ser olhado do ponto de vista de todo ciclo de vida desse investimento. De maneira nenhuma o fato de operarmos trilhos nos transforma em inimigos de outro modal. A cidade, para ter mobilidade, e no fundo é o que todo mundo quer, tem que ter transportes integrados. Cada corredor deve ser alimentado de acordo com a demanda. Não vai valer a pena você instalar um metrô, que é mais caro, onde o ônibus, que é mais barato, pode atender à população de forma organizada. Mas não adianta achar que um sistema de BRT vai ter a mesma capacidade que um de metrô, que pode transportar ente 60 mil e 80 mil passageiros por hora, por sentido. E, apesar de o investimento não ser baixo, o que se pode fazer para torná-lo mais eficiente é um planejamento adequado.
A gente tem, no Brasil, pouco planejamento. Se as obras tivessem um projeto de engenharia mais adequado, o risco seria menor, porque teriam menos surpresas, tanto na questão geográfica, topológica, com todos sistemas avaliados. Como começamos primeiro, para encontrar as dificuldades depois, o valor planejado sempre ultrapassa o que estava previsto. Mas tem que ter outro entendimento, que é o seguinte: apesar de o investimento inicial ser maior, você tem um custo de investimentos ao longo do ciclo de vida que compensa isso, no sistema sobre trilhos. Porque você vai criar um sistema em que a manutenção da rede é um custo da operadora, diferente dos demais. Além disso, o trem é um ativo mais caro, mas mais durável. A carcaça de aço inox pode durar até 60 anos. Além da capacidade e do custo do ciclo de vida, também tem que levar em consideração a questão da sustentabilidade, uma vez que tem baixa emissão de carbono e baixíssimo nível de acidentes.

Segundo levantamento da ANPTrilhos, existem 20 projetos já contratados ou em execução para construção de mais 336 quilômetros de trilhos. Qual a expectativa da entidade para conclusão e início das operações desses trechos? De alguma forma, a crise econômica e os casos de corrupção, envolvendo grandes empreiteiras, pode afetar essas iniciativas?
Muitas dessas obras são feitas por grandes empreiteiras. Elas sofreram atrasos. Mas intervenções dessa natureza causam transtornos. Então, dificilmente você pode parar, porque senão a população vai conviver demais. Então, apesar de toda essa dificuldade, as obras devem ser concluídas e esperamos que os governos tenham esse entendimento. Se você faz uma paralisação completa, o custo vai tornar o projeto mais caro. Mesmo que atrasando, é mais ideal concluir, para que você possa entregar o resultado para a população.

Entre as propostas do setor de medidas que podem ser tomadas pelo poder público está a criação de um fundo de investimentos para projetos. Como esse fundo pode ser estruturado e de que maneira poderia ser utilizado pelos municípios?
A gente tem que olhar o que deu certo em outros lugares. A maioria das regiões metropolitanas fora do Brasil têm uma agência, que é autoridade no transporte. Porque não adianta você pensar na mobilidade de grandes cidades sem pensar nas pessoas que moram no entorno dela e que se deslocam para trabalhar. Então, ter algo que atenda toda a comunidade é muito importante. Nesses lugares, o custo de implantação não está associado a um estado ou municípios. Essas agências têm participação federal, da província ou do estado e dos municípios. O fundo tem origem nas três esferas e com algo diferente daqui. No Brasil, quando o estado consegue verba do governo federal, toma emprestado e tem que pagar, depois. Lá fora, a destinação é a fundo perdido. E os projetos representam melhoria na qualidade de vida da população. Então, a criação desse fundo é fundamental. Outra questão importante é a energia, insumo cujo valor, no último ano, quase dobrou. O custo, que era 2% para as empresas, hoje é de 20%, na média. Ninguém pensa em ignorar a dificuldade que o setor de energia enfrenta. Mas o serviço público de transportes tem que ser encarado como algo especial nesse contexto.

Como a questão da qualificação da mão de obra impacta no setor? Há necessidade de se ampliar a formação de profissionais para atuarem nas empresas que operam metrôs? Isso ocorre nas próprias empresas? O sistema poderia ganhar mais eficácia e eficiência com a oferta de cursos técnicos ou de programas de especialização voltados para a área?
O fato de termos ficado muito tempo sem investimentos no setor metroferroviário, inclusive ferroviário de cargas, provocou uma baixa na formação profissional. Em 10, 12 anos, reativamos isso, formamos gente. Muitas empresas têm algum tipo de universidade corporativa ou que dá capacitação específica para as tecnologias que usa. Mas é importante que, na graduação normal, os engenheiros também estudem sobre ferrovia, assim como mecânicos e eletricistas aprendam sobre manutenção, sem entender isso como formação específica. Existem escolas técnicas dedicadas ao setor, mas não podemos esquecer que, quando a pessoa faz um curso dessa natureza, ela aprende conceitos. O sistema que cada empresa usa é particular. Assim, você contrata a pessoa e ela só tem que entender esse sistema, já que ela teria o conceito a partir da formação acadêmica.

A ANPTrilhos está completando cinco anos. Quais as conquistas obtidas pela entidade e os desafios a curto e médio prazo?
Cinco anos é um período relativamente curto, mas conseguimos atingir alguns objetivos. Conseguimos congregar todas as operadoras de passageiros sobre trilhos. Com isso, mais de 99% dos passageiros que são transportados por trilhos no Brasil fazem parte do grupo de associadas. Também conseguimos nos tornar conhecidos e criar representatividade, de maneira que já temos contato estreito com poderes institucionais que têm atuação vinculada diretamente a nós. Eu digo Ministério das Cidades, nas comissões parlamentares de viação e transporte, por exemplo. Acho que conseguimos em relativamente pouco tempo cumprir esse papel. Nosso objetivo é mostrar para os tomadores de decisão a importância do modal sobre trilhos como estruturador e organizador do transporte nas cidades. E a gente tem conseguido fazer isso.
Fonte - Agência CNT de Notícias  05/08/2015

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Obras de mobilidade vão mudar vida de moradores do subúrbio de Salvador, diz secretário

Mobilidade

“As obras da Linha Azul e Linha Vermelha vão mudar a vida das pessoas que vivem nessas localidade gerando mais celeridade para que essas pessoas cheguem ao trabalho ou a outros locais em dias de folga”, explicou Martins.

Sedur
O apresentador Almir Santana entrevista
 o secretário estadual  de Desenvolvimento
 Urbano, Carlos Martins
Bahia - A melhoria substancial na qualidade de vida das pessoas que moram na região do Subúrbio Ferroviário foi apontada pelo secretário estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Carlos Martins, como um dos principais ganhos com as obras de mobilidade urbana que estão em curso em Salvador.
O secretário concedeu, na manhã de hoje, uma entrevista para TV Baiana, emissora afiliada da TV Cultura. “As obras da Linha Azul e Linha Vermelha vão mudar a vida das pessoas que vivem nessas localidade gerando mais celeridade para que essas pessoas cheguem ao trabalho ou a outros locais em dias de folga”, explicou Martins.
A Linha Azul é formada pelas avenidas Pinto de Aguiar e a Gal Costa. Com investimento de R$ 647 milhões e 12,7 km de extensão, a via ligará o bairro de Patamares, na orla atlântica, ao bairro do Lobato, no subúrbio ferroviário. Já a Linha Vermelha é formada pelas avenidas Orlando Gomes, em obras de ampliação, e 29 de Março, em obras de construção, ligando o bairro de Paripe até Piatã. . Além disso, está em processo de licitação a obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que substituirá os antigos trens do subúrbio. “Atualmente, o sistema de trens atende até 15 mil pessoas com o VLT esse número deve chegar a 50 mil”, apontou.
O secretário lembrou ainda das obras do metrô de Salvador que seguem em ritmo acelerado. No próximo dia 9, será entregue a Estação Bom Juá. Em junho, é a vez de a Estação Pirajá iniciar a operação para população. Com a entrega dessas duas estações, a Linha 1 do metrô será completamente concluída.“Todas essas obras de mobilidade estão com recursos garantidos para finalização”, garantiu Martins. Ele citou ainda o investimento do estado em obras para contenção de encostas. O projeto prevê a construção de 98 obras de contenção com investimento na casa de R$156 milhões. “Nós analisamos os pontos mais críticos da cidade e vamos fazer essas obras”, finalizou o secretário.
Fonte - Ascom Sedur  01/04/2015

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Inaugurada hoje(18) a nova Av.Pinto de Aguiar em Salvador

Mobilidade

Inaugurada hoje a obra de duplicação e modernização da Av.Pinto De Aguiar em Patamares que será ligada a Av. Gal Costa por túneis já em construção. 

Da Redação
Com Informações de A.Luis
foto - Pregopontocom
A nova Av. Pinto de Aguiar foi inaugurada hoje pela manhã com a presença do Governador da Bahia J.Wagner e demais autoridades além da presença de convidados e da Imprensa.
A  Av. que foi toda duplicada e modernizada, conta agora com duas pistas com 03 faixas cada uma,sendo que uma delas será exclusiva para o transporte público,iluminação no canteiro central, retornos com vias de acesso laterais,ciclovia em toda a sua extensão,vários conjuntos de semáforos nos cruzamento,travessias de pedestres e ciclistas,além de sinalização horizontal e vertical.
Estão ainda em faze de construção os dois túneis que irão interligar a nova via a Av.Gal Costa que também será duplicada e modernizada.
A Av. já entregue ao tráfico faz parte do conjunto de obras do Governo do Estado para melhorar a atual conjuntura da mobilidade e a fluidez do trânsito na cidade de Salvador.
Pregopontocom 18/09/2014

Galeria de fotos

foto - Pregopontocom
foto - Pregopontocom


foto - Pregopontocom  (projeto)


foto - Pregopontocom (entrada do Túnel)
foto - Pregopontocom


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Obras de mobilidade melhoram trânsito na Avenida Paralela

Mobilidade

Pedro e milhares de motoristas que circulam pela capital baiana já conseguem sentir o trânsito mais livre na Avenida Paralela, mesmo durante os horários de pico, depois das recente conclusão das obras de mobilidade urbana. A mais recente delas, o viaduto batizado elogiado pelo bancário, liga o bairro do Imbuí à Paralela, sentido Centro, também provocou uma significativa redução do tráfego de veículos para quem segue no sentido aeroporto.

TB
foto - Pregopontocom
O bancário Pedro Santana, 34 anos, diz ter ganhado cerca de 40 minutos diários desde a inauguração do Viaduto Governador Eduardo Campos, no dia 18 de agosto. “Percebi a redução no tempo de deslocamento da minha casa [no Imbuí] até o trabalho [na avenida ACM] no dia seguinte à entrega da nova via e, desde então, aproveito para usar a esteira que estava parada em casa. O fluxo de carros na avenida Paralela, no sentido Centro, está mais livre porque o retorno foi antecipado com o viaduto, está perfeito”, analisa.
Pedro e milhares de motoristas que circulam pela capital baiana já conseguem sentir o trânsito mais livre na Avenida Paralela, mesmo durante os horários de pico, depois das recente conclusão das obras de mobilidade urbana. A mais recente delas, o viaduto batizado elogiado pelo bancário, liga o bairro do Imbuí à Paralela, sentido Centro, também provocou uma significativa redução do tráfego de veículos para quem segue no sentido aeroporto.
A nova construção e a via marginal à Paralela, também liberada no último dia 18 de agosto, fazem parte do Complexo Viário Imbuí-Narandiba, que em setembro será reforçado com a inauguração de mais um viaduto, desta vez ligando as pistas no sentido centro da Avenida Paralela ao bairro do Imbuí. “Na volta do Barradão para casa, ainda preciso fazer o retorno na Luís Eduardo Magalhães. Quando o último viaduto da Paralela for concluído, aí vou ficar completamente feliz”, pondera Pedro Santana, que também comemora a valorização do seu imóvel: “Depois que tudo estiver pronto, vou avaliar se aproveito o aumento dos preços dos imóveis na região e vendo meu apartamento”, brinca.

Mobilidade Salvador
Todo o complexo envolve um total de três viadutos, dois já inaugurados, de Narandiba e Eduardo Campos, e o terceiro que será entregue no próximo mês, além de vias marginais entre o CAB e a Avenida Luís Eduardo Magalhães, e o Imbuí em direção ao supermercado Extra, já em operação.
Todas essas obras, de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), fazem parte do Programa Mobilidade Salvador, do governo do Estado, que prevê diversas intervenções que melhorem as condições de tráfego na capital baiana. Entre essas ações estão o acesso direto à BR-324, construído na Avenida Luís Eduardo Magalhães, logo após o viaduto da Baixinha de Santo Antônio; a Via Expressa Baía de Todos os Santos e a Linha 1 do metrô, no trecho Lapa-Retiro.
Em complemento às obras já entregues, estão em andamento os corredores de tráfego que vão ligar o subúrbio e a BR-324 à orla da capital, outro trecho da Linha 1 do metrô, do Retiro até Pirajá, e ainda serão executadas da Ligação Paralela-Barradão e da Linha 2 do Metrô de Salvador.
Fonte - Tribuna da Bahia  03/09/2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Governador JW inaugura viaduto de Narandiba na Av.Paralela

Mobilidade

Governador Jaques Wagner inaugurou hoje as 8:00 hs e entregou ao tráfego o viaduto de Narandiba no bairro do Imbui que encurtara o caminho para os bairros do Cabula e Narandiba.

Da Redação
O Governador do Estado inaugurou hoje por volta da 8:00 hs o viaduto de Narandiba que liga a pista da Av. Paralela sentido Aeroporto,o bairro do Imbui e Av.Jorge Amado com os bairros de Narandiba e do Cabula, acabando com a antiga  necessidade dos veículos que se dirigem a aos mesmo de terem que  fazer  o retorno no viaduto do CAB.A solenidade simples contou com a presença de vários secretários e autoridades, dos candidatos Otto Alencar ao senado,Rui Costa ao governo,da imprensa, alem de algumas entidades e de trabalhadores participaram da obra.Após a cerimônia a obra foi entregue ao público que já começou a utilizar a nova via
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quarta-feira, 19 de março de 2014

Jaques Wagner anuncia R$ 1,3 bilhão para mobilidade urbana em Salvador

Mobilidade

Além dos novos corredores, o governador cantou a pedra de quando o metrô começa a circular: junho deste ano. O chefe do Executivo baiano disse acreditar que a ampliação do itinerário deverá sair até 2015. Ele também lembrou das obras que acontecem na região da Paralela.

Victor Pinto -TB
TB
O governador Jaques Wagner (PT) garantiu presentear Salvador com novidade no quesito mobilidade urbana. O pacote anunciado ocorre em comemoração ao aniversário de 465 anos de fundação da capital do estado, que acontece no próximo dia 29. Durante entrevista no seu programa de rádio semanal, Conversa com o Governador, o petista destacou que liberará R$ 1,3 bi em obras. As intervenções do estado vão girar em torno dos bairros populares, como a construção de vias de acesso a pontos estratégicos, a exemplo da Orla à Av. Suburbana, além de investimentos no metrô soteropolitano.
“Em primeiro lugar, eu quero deixar, desde já, meus parabéns a todos os soteropolitanos por mais um aniversário de nossa querida capital. Vamos assinar ordem de serviço para dois corredores transversais fundamentais, que vão ligar a Suburbana e a BR-324 até a Orla Atlântica, com um prazo de três anos de execução. O primeiro vai ter treze quilômetros, que vai ligar a nossa Orla até a Avenida Suburbana, no trecho Lobato, passando pelo Alto do Cabrito, pela Capelinha e Pirajá, fazendo a interligação da Pinto de Aguiar com a Gal Costa. Então, só para você ter uma ideia da dimensão dessa obra, alguém poderá sair da Suburbana, na altura do Lobato, e vim chegar aqui em Patamares, através da Pinto de Aguiar, na praia, na orla de Salvador”, anunciou.
A mobilidade norteou a campanha municipal de Salvador em 2012 e a ideia de Wagner é de se aproximar da capital, tida pela oposição como abandonada pelo petista, para assim poder melhorar sua imagem junto a Salvador e conseguir angariar votos ao seu candidato à sucessão, o secretário da Casa Civil, Rui Costa (PT).
Além dos novos corredores, o governador cantou a pedra de quando o metrô começa a circular: junho deste ano. O chefe do Executivo baiano disse acreditar que a ampliação do itinerário deverá sair até 2015. Ele também lembrou das obras que acontecem na região da Paralela.
“E temos também outras obras de mobilidade – o próprio metrô – que roda agora 11, 12 de junho no seu primeiro trecho, que sai da Lapa até o Retiro e depois do Retiro, logo em seguida, vamos completá-lo até Pirajá, previsto já para janeiro de 2015, e finalmente a conclusão de toda a linha 2 para abril de 2017. Além disso, todo o povo de Salvador está vendo aí a obra do governo do Estado – o Complexo Viário Imbui– Narandiba, que são dois grandes viadutos, 60% da obra já está executada. Eu espero entregá-la em julho de 2014, além da Pinto de Aguiar que a gente está fazendo também toda a duplicação com seis pistas, sendo duas para transporte exclusivo coletivo e BRT, e 50% da obra já está pronta, e devemos entregar em junho de 2014”, disse.
O petista finaliza o programa avaliando que “são obras extremamente importantes, e quando todas elas estiverem concluídas – algumas já vão ser entregues agora – o conjunto delas mais o metrô, eu não tenho dúvida que o governo do Estado estará dando o maior dos presentes a Salvador”.
Fonte - Tribuna da Bahia  19/03/2014

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Obras de mobilidade retiradas de lista de prioridades para a Copa poderão ter acesso a crédito oficial

Metrofor
Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – As obras de mobilidade urbana que vierem a ser retiradas da Matriz de Responsabilidade, lista que reúne empreendimentos prioritários para a Copa do Mundo de 2014, poderão continuar a ter acesso às linhas oficiais de crédito, autorizou hoje (31) o Conselho Monetário Nacional (CMN). De acordo com a equipe econômica, a decisão permitirá a continuidade dos empreendimentos, mesmo que eles sejam removidos da lista.
“Algumas obras podem vir a ser excluídas da Matriz [de Responsabilidade], mas são consideradas importantes para a mobilidade urbana e serão mantidas dentro do descontingenciamento de crédito para o setor público”, justificou o secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira.
Com a medida, as prefeituras e os governos estaduais responsáveis pelas obras poderão continuar a ter acesso à linha de crédito de R$ 8 bilhões com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) que financiam os empreendimentos. Em tese, os estados e municípios também poderão contratar outros empréstimos, internos e externos, para as obras.
O secretário não quis especificar que projetos estão passíveis de serem retirados da Matriz de Responsabilidade. Ele informou apenas que os empreendimentos cuja permanência na lista está em discussão somam R$ 500 milhões e dizem respeito a obras de metrô, corredores de ônibus expresso e complexos rodoviários. “Como os projetos ainda não foram excluídos, estaria levantando uma suspeita ou uma ilação sobre uma coisa que não é concreta”, disse.

Oliveira esclareceu que a decisão beneficia apenas os projetos que ainda estão na Matriz de Responsabilidade. Obras como o veículo leve sobre trilho (VLT) de Brasília, que já foram excluídas da lista, não poderão voltar a ter acesso às linhas de crédito.
O CMN também simplificou a contratação de empréstimos do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Agora, os bancos que operam as linhas de crédito do PSI poderão emprestar com recursos próprios e pedir que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) faça o ressarcimento posteriormente. Segundo Oliveira, o procedimento traz mais agilidade na concessão de financiamentos.
“Antes, os bancos tinham que esperar o BNDES definir os limites para poderem emprestar. Agora, eles podem começar a emprestar com recursos próprios antes de os limites serem repassados. Na prática, isso queima uma etapa do processo”, explicou o secretário executivo adjunto da Fazenda.
Criado em 2009, o PSI engloba uma série de linhas de crédito com recursos do BNDES para a compra de máquinas e equipamentos, exportação e investimentos em inovação e tecnologia. Para este ano, o PSI tem orçamento de R$ 100 bilhões.

Fonte - Agência Brasil 31/01/2013

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Transporte públicos apresentam problemas para Copa

Foto Ilustração - Pregopontocom
Transporte urbano para Copa apresentam problemas

Folha de S. Paulo 02/12/2012
As obras de mobilidade urbana também enfrentam atrasos graves. As seis cidades-sede previam ter concluído até o evento-teste a maior parte dos seus novos sistemas de transporte urbano --VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) e BRTs (ônibus em corredores exclusivos).
A previsão é que em quatro cidades não haverá nenhum dos sistemas previstos em operação. Em duas, Brasília e Salvador, os governos desistiram das obras previstas e os principais sistemas informados no compromisso de 2010 não estarão disponíveis nem para a Copa-2014.
Das cinco obras que, segundo as previsões oficiais, ainda podem ficar prontas para a Copa das Confederações, quatro são em Belo Horizonte e uma em Recife.
Na capital pernambucana a intervenção é pequena, a reforma de um terminal de ônibus, e terá pouca influência no evento. Os três BRTs só ficam prontos após o evento-teste. Na capital mineira, as quatro obras que podem ficar prontas também terão pequena influência no evento.
Além de atrasar, as obras estão em média 10% mais caras. As 28 remanescentes do projeto original estão orçadas agora em R$ 5,4 bilhões, ante R$ 4,9 bilhões em 2010 (os preços são baseados em 2010).
Fonte - Revista Ferroviária  02/12/2012