Mostrando postagens com marcador trem metropolitano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trem metropolitano. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de novembro de 2019

MONOTRILHO de Salvador chega em 2020 para melhorar a mobilidade dos moradores do Subúrbio Ferroviário

Transportes sobre trilhos  🚄

Segundo a Sedur, o Monotrilho substituirá o atual sistema de trens que faz o trajeto entre a Estação da Calçada ao bairro de Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. A intenção do governo é beneficiar mais de 600 mil moradores da região. O Monotrilho pretende ligar o bairro do Comércio, em Salvador, à Ilha de São João, no município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador.

Bahia.ba
foro - ilustração/arquivo
Que Salvador e a Região Metropolitana estão com uma cara nova todos já sabem, mas o governo do Estado tem feito muito mais pela mobilidade do povo baiano nos últimos anos. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur), já foram investidos mais de R$ 10 bilhões, entre obras concluídas e em andamento, na mobilidade urbana do estado. O próximo passo é implantar o Monotrilho do Subúrbio, que substituirá os antigos trens que fazem a ligação entre os bairros Calçada e Paripe.
De acordo com a superintendente de Mobilidade Urbana da Sedur, Grace Gomes, desde a implantação do Plano Estadual de Mobilidade Urbana pelo Governo do Estado, diversas vias e melhorias na mobilidade urbana de Salvador e Região Metropolitana, já foram concretizadas. Entre elas estão a Via Expressa Baía de Todos os Santos, o Complexo Viário Imbuí – Narandiba, a Estrada do Curralinho e a Ligação Viária BR-324 – Avenida Luis Eduardo Magalhães.
“Somente no Governo Rui Costa, a mobilidade urbana da RMS chegou a 33 km de linhas de metrô e novas vias, como a Via Barradão, a Via Metropolitana – já concluídas – e as Linhas Azul e Vermelha – com trechos em operação e que serão concluídos em 2020. Além disso, foram realizadas obras estruturantes para o sistema metroviário, como a Via Expressa da região de Pernambués e os viadutos de retorno da Avenida Paralela e de Lauro de Freitas”, afirma a superintendente.
Segundo ela, as obras vão além de Salvador e Região Metropolitana. “Essas obras de mobilidade também chegaram ao interior do estado, como em Feira de Santana, nossa segunda maior cidade, que recebeu investimentos de mais de R$ 27 milhões para a implantação da Avenida Nóide Cerqueira, ligando a BR-324 até a Avenida Getúlio Vargas”, pontuou Grace.
De acordo com Grace, as melhorias da mobilidade do Estado refletem também na cultura do povo baiano. Ela afirma que apesar de Salvador ser uma cidade de geografia complexa e com diferentes nuances topográficas, por muitos anos teve o transporte rodoviário como o principal modal. “Após a chegada do metrô, a população passou a enxergar um novo jeito de se movimentar dentro da cidade. “Existe uma mudança de cultura também, que a partir da chegada do metrô permite essa interoperacionalidade de você poder, com um só cartão usar diversos modais, a partir da integração. Também a mudança que o metrô traz a partir da qualidade do seu serviço de excelência, de qualidade, pontualidade, segurança. Então, as melhorias promovidas pelo Governo do Estado vão desde as obras em si até essa mudança de perspectiva.”, concluiu Grace.

Salvador sobre os trilhosA implantação do metrô em Salvador é considerada, pela Sedur, um marco na histórico da mobilidade baiana. Segundo o órgão, foram investidos R$ 3,6 bilhões para a conclusão da Linha 1 e implantação da Linha do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. Com 20 estações em operação e aproximadamente 33 quilômetros de extensão, o sistema transporta em médica 370 mil usuários por dia. De acordo com os dados da Sedur, desde o início das operações, mais de 200 milhões de pessoas já foram transportadas.
O próximo passo do governo do Estado é implantar o Monotrilho do Subúrbio. Segundo a Sedur, ele substituirá o atual sistema de trens que faz o trajeto entre a Estação da Calçada ao bairro de Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. A intenção do governo é beneficiar mais de 600 mil moradores da região. O Monotrilho pretende ligar o bairro do Comércio, em Salvador, à Ilha de São João, no município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador.
A assinatura da ordem de serviço para a construção do modal está prevista para o início de dezembro. Segundo o governo, a previsão de funcionamento da fase 1, que tem 19,2 quilômetros de extensão e 21 estações, já é em 2020. Essa primeira fase deve ligar o Comércio a Cidade baixa de Salvador, atravessando o subúrbio e chegando até a Ilha de São João, em Simões Filho. Já a segunda fase, contará com mais cinco estações, ligando a região de São Joaquim ao Acesso Norte, onde acontecerá a integração com o metrô.
A capacidade de transporte diário do Monotrilho é de 156 mil usuários. Segundo o Governo do Estado, o modal será rápido, seguro e movido à propulsão elétrica. Não terá a emissão de agentes poluentes prejudiciais ao meio ambiente e ainda será equipado com sistema de ar-condicionado e Wi-Fi para conforto dos passageiros.
Fonte - ANPTrilhos  18/11/2019

sábado, 26 de agosto de 2017

Mobilidade inteligente

Mobilidade  🚌<>🚇<>🚄

Nos tempos atuais as pessoas demandam rastreamento e previsibilidade. Onde está meu produto agora. Onde está o ônibus ou o trem que vou tomar agora? Como está o tráfego em meu caminho agora? A sociedade da informação em que vivemos demanda respostas pragmáticas e, fundamentalmente, rápidas.

Jorge Martins Secall* - Portogente
foto - ilustração
Da mesma forma que conceitos estão sendo transformados pela nossa atual era da informação, mobilidade deixou de ser uma terminologia técnica e se tornou necessidade essencial da sociedade, seja na locomoção de pessoas ou de coisas.
Isso está no cerne da discussão que propomos: a maior preocupação das pessoas pode ser resumida no conceito de transporte porta a porta: Quanto levarei da cadeira em minha casa até a minha cadeira no escritório? Este tempo é previsível? Confiável? Quanto tempo levará o produto que acabei de comprar na internet para estar em minhas mãos?
Nos tempos atuais as pessoas demandam rastreamento e previsibilidade. Onde está meu produto agora. Onde está o ônibus ou o trem que vou tomar agora? Como está o tráfego em meu caminho agora? A sociedade da informação em que vivemos demanda respostas pragmáticas e, fundamentalmente, rápidas.
Por outro lado os técnicos, imersos em suas tecnicalidades, têm a tendência de defender seus pontos de vista como ideias únicas. Somos frequentemente inundados com debates acalorados do tipo o BRT é melhor do que o metrô, ou os VLTs é que funcionam e os monotrilhos são uma experiência para parques de diversões. Discussões que não logram sucesso no lugar comum, nem na engenharia.
Para conduzir o raciocínio de aqui por diante vamos assumir que, em seus fundamentos, a logística de cargas e o deslocamento de pessoas sejam situações análogas. Isso posto, há duas maneiras distintas de considerar sistemas de transportes: uma é a demanda reativa e a outra é a demanda induzida.
Na ação reativa as pessoas e os bens já estão em seus lugares e as necessidades de deslocamento podem ser mapeadas. Para passageiros realizam-se as pesquisas de origem-destino. Para as mercadorias, sejam commodities ou cargas gerais, estabelecem-se centros de atração e se avaliam suas capacidades de captação.
A partir desses dados são estabelecidas as demandas esperadas e é possível fazer projeções temporais com elas, em horizontes pré-estabelecidos. Uma vez conhecidas as demandas é possível dimensionar sistemas de transporte capazes de atendê-las e, só nesse momento, eleger os mais adequados. Uma vez escolhido o modelo físico é que passa a fazer sentido escolher entre os diversos modais possíveis.
Se a demanda projetada é de 60 mil passageiros/hora/sentido há poucas situações que não demandem uma linha de metrô pesado. Demandas inferiores a dois ou três mil passageiros por hora/sentido podem perfeitamente ser atendidas por peruas, micro-ônibus, carros particulares ou bicicletas. Cada modal tem espaço na matriz de transporte, se esta for cuidadosamente planejada.
Na logística de cargas as ferrovias, hidrovias, navegação de cabotagem ou simples caminhões também têm todos o seu espaço dentro de um planejamento adequado. Entretanto, não há sentido algum em transportar eletrodomésticos fabricados no Paraná para o Ceará em pequenos caminhões. Nem em fazer um trem de alta velocidade entre São Paulo e Campinas.
Guardadas as proporções, esses sistemas reativos têm sido utilizados historicamente no Brasil com relativo sucesso. Sua maior deficiência talvez esteja na consideração sempre muito primitiva das demandas induzidas, aquelas produzidas pelo próprio sistema de transporte.
foto - ilustração
Por exemplo, se um trem intercidades for concebido conectando o metrô de metrópoles como São Paulo ou o Rio – polos de atração de trabalho – aos subúrbios distantes, com boa qualidade de vida, há uma importante possibilidade de que pessoas se mudem para essas áreas em busca de melhores condições para viver. Assim, se uma ferrovia de carga for implantada em área de produção rural é provável que produtores se mudem para lá em busca de condições mais adequadas para o escoamento de seus produtos.
A conclusão a que se chega, e que tem sido esquecida pelos planejadores de transporte do nosso País, é a de que se os vetores de transporte têm a capacidade de induzir modificações no ambiente, estes podem, ao mesmo tempo, a ser usados como vetores de indução do planejamento organizado dos municípios, dos estados e do País.
O uso inteligente do transporte permite, no médio e longo prazo, soluções como centros de trabalho e de moradia onde não há nada, conectados por uma linha de metrô, por exemplo. Pessoas e empresas serão atraídas para esses polos e serão criados bolsões de desenvolvimento coordenado e sustentável. Na logística de mercadorias o raciocínio é o mesmo.
As reações das pessoas e da cadeia logística são motivadas exclusivamente pela disponibilização de meios capazes de fazer a vida mais lógica, organizada e sustentável. Essas situações são inevitavelmente mais baratas no custo ponderado, e este é outro fator fundamental na motivação dos processos migratórios.
Não resta dúvida de que o emprego correto e organizado desses mecanismos pode levar à transformação efetiva dos espaços, induzindo o desenvolvimento e o planejamento sustentado, e o futuro trará certamente maiores transformações nos espaços.
Não é preciso um grande exercício de reflexão para entender que é isso o que deseja uma sociedade que considera com naturalidade a introdução de veículos autônomos como os da Google ou Uber no horizonte alcançável por todos nós.
Se o conservadorismo não for abandonado no planejamento e no projeto dos meios de transporte estes serão ultrapassados por visões modernas, muito mais centradas nas necessidades das pessoas do que nos meios em si mesmos.
*Jorge Martins Secall é consultor especializado em sistemas ferroviários
Fonte - Portogente  25/08/2017

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Prefeitos reclamam das deficiências do Move (BRT) na Grande BH

Mobilidade

A principal queixa é que eles estão sendo excluídos dos debates sobre o transporte público promovidos pelo governo de Minas e a prefeitura da capital.Os prefeitos afirmam que o Move foi implantado em 2014 sem que a população da região metropolitana fosse ouvida e, até hoje, há estações inacabadas. Para o prefeito de Lagoa Santa, Fernando Pereira Gomes Neto, “está tudo errado”. “O sistema de transporte coletivo não pode ser refém das empresas”, critica.

Ricardo Rodrigues - Hoje em Dia
Frederico Haikal/Hoje m Dia
Mudanças urgentes no Move Metropolitano foram solicitadas por prefeitos ao secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Murilo Valadares, em encontro na Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Granbel). A principal queixa é que eles estão sendo excluídos dos debates sobre o transporte público promovidos pelo governo de Minas e a prefeitura da capital.
Os prefeitos afirmam que o Move foi implantado em 2014 sem que a população da região metropolitana fosse ouvida e, até hoje, há estações inacabadas. Para o prefeito de Lagoa Santa, Fernando Pereira Gomes Neto, “está tudo errado”. “O sistema de transporte coletivo não pode ser refém das empresas”, critica. Gomes afirma que a viagem de Lagoa Santa a BH ficou mais demorada com o Move, pois os passageiros só podem pegam o ônibus articulado na estação Vilarinho, em Venda Nova. Antes, podiam embarcar no coletivo no bairro Morro Alto, em Vespasiano. “Queremos uma plataforma de embarque no ponto central de Lagoa Santa. A prefeitura faz as obras estruturais e o Estado complementa”, propôs.
Prefeito de Vespasiano e presidente da Granbel, Carlos Murta defende o trem metropolitano. “Precisamos de alternativas para baratear e encurtar o tempo de viagem”, disse.

Falhas
Usuários do Move apontam deficiências, como a falta de vigilância nas estações, localizadas longe de onde residem. “Quem usa o transporte coletivo precisa de rapidez, pontualidade e tarifa barata”, aponta a auxiliar de serviços gerais Irene Lopes, de 59 anos, moradora de Jaboticatubas. “O tempo de espera e de viagem é grande com o Move. Não dá para conviver com um serviço ruim e caro. O povo precisa reclamar mais”, diz o comerciário Tiago Santos, de 37, que mora em Betim e trabalha em BH. Moradora de Santa Luzia, a estudante Mariana Freitas, de 19, afirma que, com o Move, foi extinta a linha direta de Santa Luzia a Belo Horizonte. “Isso prejudicou muita gente”.
A Secretaria de Estado de Obras Públicas (Setop) informou que, com a implantação do Move Metropolitano, as linhas para BH passaram a operar como alimentadoras (bairros/terminais), e 180 foram retiradas do centro da capital.

Diagnóstico aponta redução de usuários do transporte coletivo nas cidades vizinhas a BH
Só 24% dos moradores usam o transporte coletivo, índice que vem reduzindo nos últimos anos, como mostra o diagnóstico do sistema de transporte sobre rodas na Região Metropolitana de Belo Horizonte, apresentado aos prefeitos pela Setop. São 10,1 milhões de viagens por dia na RMBH, onde vivem 5,2 milhões de habitantes, e 4,5 milhões de viagens diárias na capital, onde residem 2,7 milhões de pessoas.
O estudo, feito com base em dados da Pesquisa Origem e Destino 2012, deve ser concluído até outubro. O secretário Murilo Valadares afirma que o trem metropolitano deve sair do papel a partir das mudanças propostas no redesenho do transporte na RMBH. Sobre a ampliação do metrô, disse que “está sendo negociado” com o governo federal”.
Segundo ele, o sistema será discutido com prefeitos e usuários, focando a integração dos modais (ônibus circulares e metrô), tarifas diferenciadas e locais das estações. O primeiro alvo do novo modelo será o sistema Move, com ônibus articulados. 

“A melhor solução é ter metrô e trem metropolitano. 
Ônibus virou coisa do século passado” Tiago dos Santos, comerciário que mora em Betim. “Quem usa o transporte coletivo precisa de rapidez, pontualidade e tarifa mais barata, porque o salário óh...” Irene Lopes, auxiliar de serviços que mora em Jaboticatubas. “Se não fizermos pressão, não sairá uma solução que agrade a maioria dos usuários do transporte público” Mariana Freitas, estudante que mora em Santa Luzia.
Fonte - Hoje em Dia /R7  27/08/2015

VEJA Aqui - A Mobilidade vai além do BRT

segunda-feira, 1 de junho de 2015

RM de Salvador poderá ter malha ferroviária de 140 quilômetros

Transportes sobre trilhos

A viabilidade dessa integração ficou evidenciada durante uma inspeção realizada pelo vice-governador e secretário do Planejamento, João Leão, no trecho da Ferrovia Centro Atlântica (FCA), localizado entre Simões Filho e Dias D’Ávila. A comitiva que realizou a vistoria técnica foi integrada também por representantes da FCA, da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) e o prefeito de Camaçari, Ademar Delgado. O clima foi de entusiasmo, pois foi constatada a viabilidade do projeto com a realização de alguns ajustes.

Secom
foto - ilustraão
Um dos objetivos do governador Rui Costa é interligar a Região Metropolitana de Salvador (RMS) com uma malha ferroviária para o transporte de passageiros, que terá aproximadamente 140 quilômetros de extensão, com a integração entre o metrô (linhas 1 e 2), o trem do subúrbio (futuro Veículo Leve sobre Trilhos - VLT) e o trem metropolitano, o qual atravessa os municípios de Simões Filho, Dias D’Ávila, Candeias e Camaçari.
A viabilidade dessa integração ficou evidenciada durante uma inspeção realizada pelo vice-governador e secretário do Planejamento, João Leão, no trecho da Ferrovia Centro Atlântica (FCA), localizado entre Simões Filho e Dias D’Ávila. A comitiva que realizou a vistoria técnica foi integrada também por representantes da FCA, da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) e o prefeito de Camaçari, Ademar Delgado. O clima foi de entusiasmo, pois foi constatada a viabilidade do projeto com a realização de alguns ajustes.
Isso porque a infraestrutura e as condições da malha ferroviária, atualmente usada pela FCA exclusivamente para o transporte de cargas, estão relativamente preservadas, necessitando de algumas intervenções para adequação. A vistoria foi realizada na última sexta-feira (29). Entre as intervenções, será necessária a reconstrução do trecho ferroviário entre Mapele e Paripe, que fará a interligação entre o trem metropolitano e o futuro VLT, o qual, por sua vez, chegará à Av. França, no Comércio.
Com isso, estaria formado o modal ferroviário de passageiros da RMS, aproveitando a malha ferroviária existente, mas que se encontra ociosa. A ideia é que num curto espaço de tempo sejam feitas melhorias que permitam o uso de um trem experimental em Camaçari. O trem metropolitano é parte de um projeto mais amplo, do trem regional, resultado de um trabalho desenvolvido pela Escola Polítécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba). O estudo, já aprovado pelo Ministério dos Transportes, concluiu pela viabilidade do projeto. O trem regional contempla a ligação Conceição de Feira (Feira de Santana)-Salvador-Alagoinhas.
Fonte - Secom Ba. 01/06/2015

sábado, 20 de setembro de 2014

Suzano quer trem de passageiros no Distrito de Palmeiras

Trem Metropolitano

A possibilidade de implantação do serviço de trens para passageiros chegou até mesmo às discussões da Câmara de Suzano.

Por Renato Lobo
Via Trolebus

Não é nova a reivindicação por parte de moradores do bairro de Cesar de Souza, na cidade de Mogi das Cruzes, em ter um serviço de trem metropolitano, onde é proposto uma extensão operacional após a estação Estudantes na Linha 11- Coral da CPTM.Agora, uma nova frente de moradores pede também uma extensão operacional na cidade de Suzano.
De acordo com o jornal “Diário de Suzano”, a possibilidade de implantação do serviço de trens para passageiros chegou até mesmo às discussões da Câmara de Suzano. Os vereadores aprovaram uma moção de apelo, que será encaminhada ao deputado estadual Estevam Galvão,solicitando ajuda dele para encaminhar à CPTM um pedido de estudo de implantação de trem para passageiros nos trilhos de carga.O documento é de autoria do parlamentar Bento Moura dos Santos,o Russo.
Os bairros contemplados seriam o Jardim Maitê e Distrito de Palmeiras, região que hoje são cortadas pelo Ramal Suzano-Ribeirão Pires, que liga a região até Rio Grande da Serra. Estima-se que mais de 90 mil pessoas possam ser beneficiadas com a possível ligação, e que já se deslocam dos bairros até o centro da cidade.

Entraves
Mas a ideia não é tão simples assim. A MRS Logística, empresa que opera os trens cargueiros que passam pela região, confirmou ao jornal que “faz parte do nosso compromisso, no escopo de nossa concessão pública, assegurar esta passagem”. No entanto, a concessionária afirmou que, como o contrato prevê somente a operação de trens de carga, o que pode ser feito é ceder a linha em dois horários estipulados pela CPTM, que teria de disponibilizar os trens de passageiros.
Já a CPTM informou ao jornal que há existe uma incompatibilidade dos sistemas do trens de carga e passageiros, uma vez que os trens da companhia são elétricos. “A MRS teria de eletrificar os trilhos dela para que o trem da CPTM possa funcionar. Os sistemas são incompatíveis. Não há estudo para isso. Se fizéssemos isso iríamos retroceder”. O órgão estadual informou ainda que esse tipo de serviço não é disponibilizado em nenhuma cidade do Estado.
Fonte - STEFZS  20/09/2014 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Audiência na Bahia debate viabilidade de trem regional

Trem Regional /Bahia

Trem regional entre Salvador e Alagoinhas envolveria área onde demanda diária de passageiros é superior a 116 mil pessoas.

RF
foto - Pregopontocom
A implantação de um sistema ferroviário de passageiros de interesse regional na ligação Conceição da Feira – Salvador – Alagoinhas, no estado da Bahia, estará em debate na próxima terça-feira (23).
Na audiência, a Universidade Federal da Bahia irá apresentar o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Financeira, Social e Ambiental (EVTEA) da obra, que foi realizado por meio de convênio com o Ministério dos Transportes. O trem regional entre essas localidades abrange uma área onde a demanda diária de passageiros é superior a 116 mil pessoas, e a linha deverá ter 225 quilômetros de extensão. O estudo considerou a reutilização da malha ferroviária existente com requalificação da infraestrutura para o transporte de passageiros. A recuperação dos trechos estudados dará condições de operação com conforto, segurança e menor tempo de viagem.
A audiência pública será realizada na Escola Politécnica da UFBA, às 9h de 23/09. Todos os interessados em contribuir com subsídios e informações adicionais para o aprimoramento do estudo poderão participar dos debates. O credenciamento dos participantes será a partir das 8h30, no auditório Leopoldo Amaral, 6º andar da Escola Politécnica da UFBA, na rua Aristides Novis, nº 02, Federação, Salvador (BA).
Fonte - Revista Ferroviária  18/09/2014

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Rui se eleito promete elevar para 41 km a extensão do projeto do metrô de Salvador

Transportes sobre trilhos

“Após anos de má gestão e acusações de corrupção, o Governo do Estado da Bahia, em apenas 11 meses, botou o metrô para funcionar. O metrô de Salvador terá 41,4 km de extensão, 22 estações, chegará até Cajazeiras e Lauro de Freitas e estará entre os três maiores do país”, garantiu o petista.

Victor Pinto TB
foto arquivo - Pregopontocom
Por mais de uma década, o metrô de Salvador ganhou a denominação de metrô “calça curta” por ter um circuito de apenas 6 km, ligando a Lapa à Rótula do Abacaxi. Depois que o Governo do Estado assumiu a operação, concluiu a obra e já elevou o percurso para quase 8 km, indo até o Retiro, e anuncia, até janeiro, sua chegada a Pirajá. Agora, o candidato petista à sucessão estadual, apelidado pela presidente Dilma Rousseff (PT) como o pai do PAC na Bahia, Rui Costa, ainda mais otimista, promete elevar, se eleito, para 41 km a extensão de todo o projeto, podendo assumir o posto de “calça comprida”.
“Após anos de má gestão e acusações de corrupção, o Governo do Estado da Bahia, em apenas 11 meses, botou o metrô para funcionar. O metrô de Salvador terá 41,4 km de extensão, 22 estações, chegará até Cajazeiras e Lauro de Freitas e estará entre os três maiores do país”, garantiu o petista.
Antes vinculado à prefeitura e após pouco mais de uma década sem rodar nos trilhos, o metrô de Salvador só passou a circular com os investimentos do governo do estado tendo a Copa do Mundo como estopim. Atualmente, os trens circulam, gratuitamente, entre o Terminal da Lapa e o Acesso Norte, passando por Brotas e Campo da Pólvora. A próxima etapa seguirá até o Retiro e aumentará o percurso para 8km.
foto arquivo - Pregopontocom
As principais obras de mobilidade da capital também estão na mira de Costa. Entre elas está a integração entre as cidades de Simões Filho, Candeias, Dias D’Ávila e Camaçari com a capital por meio sistema VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) numa interligação com o metrô.
“A estação do metrô Águas Claras/Cajazeiras será o ponto de encontro entre o VLT. Quem mora nas cidades da Região Metropolitana e trabalha em Salvador terá o tempo do percurso casa/trabalho cronometrado”, disse.
No plano ferroviário, o petista vai implantar um ramal de passageiros entre Salvador e Feira de Santana e recuperar a ligação entre Dias D’Ávila e Alagoinhas. A revitalização do ramal ferroviário Belo Horizonte / Feira de Santana / Aratu (antiga FCA) criará corredores de exportação para a produção de minérios do Sudoeste, para os grãos do Oeste do Estado e da região Centro-Oeste, além da produção da região do Norte de Minas Gerais.
“Vamos ter um ramal conectando Feira ao Porto de Aratu, e queremos usar esse ramal para o transporte de pessoas, em um percurso de 150 quilômetros, conectando com a estação de metrô em Águas Claras. Quando foi que a RMS teve um planejamento, um projeto estruturante como esse?”, questionou.
Economia - Ontem, durante encontro promovido pelas federações da Agricultura e Pecuária (Faeb), do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) e das Indústrias (Fieb), Costa ouviu as propostas e prioridades específicas de cada setor, como contribuição para uma agenda positiva de desenvolvimento econômico. O petista se comprometeu em descentralizar as atividades econômicas.
Fonte - Tribuna da Bahia  01/08/2014

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Bahia quer reativar Trem do Subúrbio

 Correio da Bahia

Pregopontocom
O governo do Estado vai apresentar ao governo federal, em Brasília, uma proposta para reativar o trem do Subúrbio Ferroviário. Após reunião realizada nesta terça-feira na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa afirmou a necessidade de transformar o trem do Subúrbio em metropolitano.
Na reunião desta terça, Rui Costa apresentou a demanda ao diretor geral Jorge Luiz Macedo Bastos: “O objetivo é criar alternativas de mobilidade que permitam aos moradores de bairros populosos da capital o acesso a oportunidades de trabalho nos polos desenvolvidos de municípios da região metropolitana de Salvador, como o polo Petroquímico de Camaçari, disse o secretário.
O trem do subúrbio pode então passar a ligar Salvador aos municípios de Candeias, Camaçari, Dias D’Ávila e Simões Filho. Ainda serão realizados estudos de viabilidade para as linhas de trem e analisará demandas de carga e de passageiros pela ANTT.
Fonte - Revista Ferroviária 01/052013