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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Ônibus começam a circular sem cobrar passagem em Maricá

Transportes

Os ônibus circularão com intervalos de 20 minutos entre as 5h e as 22h, e de hora em hora durante a madrugada. No itinerário, estão paradas no fórum da cidade, em unidades de saúde e na prefeitura.As linhas que existem atualmente, da Viação Nossa Senhora do Amparo, não serão extintas, mas a intenção da prefeitura é criar um sistema de transporte independente delas

Vinicius Lisboa
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
As quatro primeiras linhas de ônibus com tarifa zero começaram a circular hoje (18) em Maricá, o terceiro município do estado do Rio de Janeiro a oferecer transporte público sem a cobrança de passagens. Inicialmente, o serviço terá dez veículos e ligará os bairros de Recanto e Ponta Negra, nas extremidades do município.
Os ônibus circularão com intervalos de 20 minutos entre as 5h e as 22h, e de hora em hora durante a madrugada. No itinerário, estão paradas no fórum da cidade, em unidades de saúde e na prefeitura.
As linhas que existem atualmente, da Viação Nossa Senhora do Amparo, não serão extintas, mas a intenção da prefeitura é criar um sistema de transporte independente delas. "Esse é o corredor principal da cidade e a ligará de ponta a ponta, atendendo a 70% da população. Uma pessoa que sai do Distrito de Itaipuaçu, por exemplo, teria que pegar três ônibus para chegar em algumas partes da cidade, pagando R$ 2,70 em cada um", diz o prefeito Washington Quaquá, que pretende contratar vans até o fim de 2015 para alimentar esse corredor principal.
Quaquá criticou a qualidade do serviço da empresa de ônibus privada que atua há 40 anos em Maricá, e disse que a prefeitura pretende entrar na Justiça para cobrar melhorias. "Eles não cumprem o contrato. Os ônibus são horrorosos". A Agência Brasil não conseguiu contato com a assessoria de imprensa da Viação Nossa Senhora do Amparo, e o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro não se pronunciou sobre o assunto.
Para a auxiliar de odontologia Priscila Silva, de 29 anos, o estado de conservação dos ônibus na cidade não chega a ser um problema. Na visão dela, o cidadão do município sofre mais com a demora: "moro em Itaipuaçu, e ônibus para o centro de Maricá demora demais. Às vezes, não passa nenhum. E, depois, vêm cinco de uma vez. É mal organizado", critica Priscila.
Acostumada a ir para o trabalho a pé, a professora Jane Maria, de 38 anos, também enfrenta demora quando precisa pegar ônibus. Para ela, faltam opções de transporte na cidade: "essa [linha de ônibus] que será inaugurada hoje vai facilitar, porque antes não tinha ônibus por esse caminho, mas o que precisamos mesmo é de ônibus intermunicipal, para Araruama, as cidades da Baixada Fluminense e outros municípios", diz ela, que desconfia do serviço gratuito. "Não precisava ser gratuito, podia ter um valor simbólico. Será que vai dar para manter essas linhas?"
Quaquá afirma que o serviço custará R$ 700 mil por mês à prefeitura e, depois que for complementado pelas vans, R$ 1,3 milhão. Ele acrescenta que só a prefeitura vai economizar R$ 400 mil em vale-transporte dos funcionários e que as empresas da cidade também vão se beneficiar disso.
O projeto prevê a criação de câmaras populares para avaliar a qualidade do serviço, além de avaliações periódicas de desempenho. Para prestar o serviço, o município criou uma autarquia, a Empresa Pública de Transportes, e contratou 30 motoristas de ônibus por meio de concurso público, em caráter temporário, por 12 meses. Somando outros profissionais, a autarquia tem 45 funcionários. De acordo com a prefeitura, foram investidos R$ 4,8 milhões.
Os ônibus são equipados com ar-condicionado, acesso para cadeirantes por elevadores e internet sem fio. O itinerário e as paradas são informados por meio de aviso em áudio e telões, para portadores de necessidades especiais. O sistema começou em Silva Jardim em fevereiro de 2014 e é usado por 2 mil pessoas por dia. Na cidade de Porto Real, no sul do estado, a tarifa zero existe desde 2008 e custa R$ 200 mil por mês à prefeitura, o que equivale a 2% da receita municipal. Oito ônibus transportam diariamente 5 mil pessoas.
Com quase 150 mil habitantes, Maricá vai ser a maior cidade do estado do Rio a ter transporte com tarifa zero. Segundo a comerciante Margareth Xavier, de Silva Jardim, a medida agradou aos moradores da cidade e fez diferença também para o comércio: "Clientes de bairros mais distantes passaram a comprar na minha loja. Os moradores dos distritos agora vêm mais para a cidade", disse ela.
Fonte - Agência Brasil  18/12/2014

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Usuário passa sufoco para desbloquear o Salvador Card

Salvador

Os usuários do Salvador Card que tiveram o cartão bloqueado na última sexta-feira, 3, devido a uma falha no sistema, enfrentaram dificuldades ao tentar resolver o problema. - Nesta terça, centenas de pessoas aguardam por atendimento nos postos localizados no Iguatemi, Comércio e Estação da Lapa.

Luiza Cadidé - A Tarde
Joá Souza | Ag. A TARDE
No posto da Av. Antônio Carlos Magalhães também foi grande a irritação dos que buscaram atendimento
Os usuários do Salvador Card que tiveram o cartão bloqueado na última sexta-feira, 3, devido a uma falha no sistema, enfrentaram dificuldades ao tentar resolver o problema.
Nesta terça, centenas de pessoas aguardam por atendimento nos postos localizados no Iguatemi, Comércio e Estação da Lapa. Na segunda, 6, parte delas relatou ter esperado mais de duas horas para resolver a situação.
"Cheguei aqui (no Comércio) às 13h e até agora (15h desta segunda) não consegui resolver o problema. Estou com receio de atrasar no trabalho", contou o promotor de vendas Daniel Lima.
Segundo Lima, no Posto do Comércio, a falta de funcionários para orientar os usuários levou à desorganização das filas, provocando indignação nos usuários e uma pequena manifestação que precisou ser contida por policiais militares.
No posto do Iguatemi, a situação era semelhante. Duas filas divididas entre usuários do vale transporte (destinado a empresas) e estudantes se estendiam para fora da unidade de atendimento.
As duas atendentes do posto, deslocadas para ajudar os usuários nas filas, não conseguiam atender à demanda, ocasionando mais desorganização, com pessoas entrando em filas erradas.
No posto da Estação da Lapa, a situação estava mais tranquila. A auxiliar de telemarketing Juliana Raquel Santos, de 30 anos, esperou cerca de 40 minutos para ser atendida. De acordo com ela, o problema detectado na sexta causou constrangimento. "Tiveram que pagar a passagem do ônibus para mim. Passei uma vergonha", disse.
A gerente de comercialização e atendimento do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Setps), Cátia Azevedo, conta que cerca de mil pessoas foram atendidas desde o dia 3, para desbloquear o cartão. Porém não soube informar quantos foram prejudicados.

Ressarcimento
Sobre o ressarcimento àqueles que precisaram pagar pela passagem de ônibus, Cátia explica como prosseguir: "Um relatório mostra as pessoas que tentaram usar o cartão, mas foram impedidas pelo bloqueio. Este usuário deve ir a um dos postos para desbloquear e pedir o reembolso, que pode ser em créditos ou em dinheiro".
A gerente disse que os três postos funcionam até as 20h, mas o horário pode ser estendido para suprir a demanda dos prejudicados.
Fonte - A Tarde  07/10/2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Passagem para usuários do VLT na Baixada Santista custará R$3,20

Transportes sobre trilhos

VLT será integrado a linhas de ônibus e bicicletários - O usuário que fizer a integração com ônibus municipais pagará R$ 3,40 pelo bilhete.

A Tribuna online

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) já definiu o valor da tarifa do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na região: R$ 3,20. O usuário que fizer a integração com ônibus municipais pagará R$ 3,40 pelo bilhete.
Os valores estão previstos no edital da licitação, publicado sexta-feira (3), para a concessão patrocinada – modalidade em que o Estado complementa o valor da tarifa ao concessionário – Sistema Integrado Metropolitano da Região Metropolitana da Baixada Santista (SIM RMBS).
A empresa vencedora da concorrência será responsável pela prestação dos serviços públicos de transporte coletivo nas nove cidades da região, inclusive pelos ônibus, que hoje totalizam uma frota de 514 veículos, distribuídos entre 62 linhas que atendem 223 mil usuários.
O documento também afirma que, nos casos de integração entre os transportes metropolitanos, a tarifa não poderá ser superior à cobrada para um deslocamento realizado somente por linha de ônibus.
Por questão de segurança, as estações de parada do modal não terão bilheteria. Haverá uma rede credenciada para comercializar o bilhete de transporte.

Etapa
As empresas interessadas em participar do certame devem entregar os envelopes com as propostas em uma sessão pública, que acontecerá no dia 25 de novembro.
O investimento privado previsto é de R$ 666 milhões e inclui a implantação de equipamentos e sistemas, bilhetagem eletrônica, aquisição de frota de ônibus e material rodante adicional para operar no trecho Barreiros – Samaritá do VLT, em São Vicente. O valor total do contrato, com valores da projeção da contraprestação e receitas, é de R$ 4,8

Teste
Os primeiros testes do VLT começaram no final de agosto e devem se estender até o primeiro trimestre de 2015, quando está previsto o início da operação comercial do modal, no primeiro trecho, entre as cidades de Santos e São Vicente.

Pioneiro
O VLT entre os dois municípios - Santos e São Vicente - *é inédito no País. Será composto por 22 composições, três delas fabricadas na Espanha, e as outras 19 no Rio de Janeiro. Cada composição transportará 400 passageiros, dos quais 72 sentados.
Fonte - STEFZS  05/10/2014

(*) Grifo nosso - Será que esqueceram o VLT de Cuiabá que ligará a capital a vizinha cidade de Várzea Grande?.......

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Aumento da tarifa de ônibus no estado de São Paulo não é divulgado pela mídia

Política

O governador Alckmin pediu e conseguiu silenciar toda a mídia amiga ou comprada. Grande parte dos usuários desses coletivos são exatamente de pessoas mais pobres que saem e voltam de cidades vizinhas à capital para trabalhar e estudar.

Sugerido por Pedro Penido dos Anjos
Marco St
foto - ilustração
A pergunta de hoje é:
Por que nem a Folha ou qualquer outro jornal, não informou até agora o aumento dos ônibus metropolitanos e inter-municipais dados pelo governador de S.Paulo ontem dia 15?
Fui ao google (por volta das 12h00) e nada achei lá. Apenas blogs anunciaram.
O governador Alckmin pediu e conseguiu silenciar toda a mídia amiga ou comprada.
Grande parte dos usuários desses coletivos são exatamente de pessoas mais pobres que saem e voltam de cidades vizinhas à capital para trabalhar e estudar.
Até sexta os preços cobrados variavam de R$3,15 a R$5,00. Esses valores serão acrescidos de mais 7% a partir de hoje.
O aumento que o Haddad queria dar em Junho de 2013 e que "irritou" o MPL era de R$3,00 para R$3,20.
Todo mundo sabe o que aconteceu.
Agora com Alckmin, não há MPL, FIESP, manifestações, black blocs. Nem manchetes escandalosas. Nada.
Só amanhã os usuários irão ficar sabendo deste aumento quando subirem nos ônibus.
Esse serviço não foi prestado aos cidadãos de SP pela imprensa.
Fonte - Luis Nassif  16/02/2014

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Tarifa de ônibus cai de R$ 2,50 para R$ 2,35 em Feira

Luiz Tito/Ag. A Tarde
A Tarde
Da Redação
Usuários do transporte público pagarão 6% a menos na passagem
O valor da passagem de ônibus de Feira de Santana (distante a 108 km de Salvador) reduzirá de R$ 2,50 para R$ 2,35 a partir do dia 12 de agosto. O anúncio da redução do preço foi feito pelo prefeito da cidade, José Ronaldo de Carvalho, em entrevista coletiva no fim da tarde desta quinta-feira, 1º. A redução é de 6% - pouco maior do que a inflação de 2012.
Esta foi a segunda medida adotada pela prefeitura que beneficia os passageiros do sistema de transporte público. A primeira foi determinar a redução à metade da tarifa aos domingos e feriados.
O prefeito afirmou que o novo valor da passagem é uma decisão de governo e que foi tomada com base em estudos que lhe foram apresentados pelo Grupo de Trabalho, formado por representantes do município, do Grupo de Trabalho de Mobilidade da UEFS, OAB e do Ministério Público.
Segundo o prefeito, as empresas do setor de transporte terão mais de uma semana para fazer as devidas adaptações. A desoneração de alguns custos das empresas, determinada pelo Governo Federal, como o PIS e o COFINS, será uma maneira de compensação.
O prefeito José Ronaldo informou que uma empresa será contratada para continuar com os estudos sobre a nova metodologia de cálculo para futuros valores das passagens do sistema de transporte de massa local. Ele também disse que vai ser realizada, no dia 26, a licitação para definir a empresa que vai elaborar o projeto executivo para o BRT, sigla em inglês para Transporte Rápido de Ônibus. Segundo a prefeitura, o investimento será de mais de R$ 90 milhões.
O secretário de Planejamento, Carlos Brito, afirmou que foram feitas várias simulações, tendo com base informações de custos operacionais das empresas. "Elas não terão prejuízo", assegurou. "Terão que melhorar a gestão".
Fonte - A Tarde 01/08/2013

segunda-feira, 22 de julho de 2013

VLT da Baixada Santista custará o mesmo que o ônibus

Diário do Litoral
foto - ilustração


"O VLT vai custar o que custa a passagem hoje. Não tem alteração de preço. Exatamente a passagem do ônibus hoje". A declaração foi pelo presidente da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), Joaquim Lopes, durante vistoria nas obras do trecho Barreiros-Conselheiro Nébias do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), em São Vicente.
Lopes acompanhou, no último final de semana, o secretário-executivo de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Julio dos Santos, durante visita ao canteiro de obras instalado na Linha Amarela (Av. Martins Fontes), encerrando a visita no local onde será construído o Terminal Barreiros.
Fonte - Revista Ferroviária  - 22/07/2013

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Novo protesto contra aumento da tarifa de ônibus reúne milhares na Capital do Rio Grande do Sul


Manifestantes comemoraram liminar que determina valor da passagem de R$ 2,85.

Correio do Povo – Tiago Medina
Mais uma vez manifestantes realizaram protesto contra o aumento da passagem de ônibus em Porto Alegre. No final da tarde desta quinta-feira, centenas deles se concentraram em frente à sede da Prefeitura Municipal, apesar da chuva. Diferentemente das duas últimas manifestações, não houve clima de confronto. A porta da prefeitura permaneceu fechada, sem a escolta de guardas municipais ou de policiais. A área estava isolada com cordas.
Portando instrumentos de percussão e sopro, e logo depois um megafone, as pessoas comemoraram ao saber da liminar da Justiça determinando que a tarifa volte para R$ 2,85. Antes de seguir a caminhada pelo Centro, parte do grupo subiu as escadas da sede do Executivo e acendeu um sinalizador, sempre gritando palavras de ordem contra o aumento e o prefeito José Fortunati.
Apesar da chuva, manifestação aumenta:
Depois que seguiram a caminhada, começando pelas avenidas Siqueira Campos e Júlio de Castilhos, a chuva apertou. Porém, o número de participantes do protesto aumentou consideravelmente. A ideia era a de seguir o mesmo trajeto feito no protesto de segunda-feira, que reuniu cerca de 4 mil pessoas. “Pode chover, pode molhar, mas o aumento eu não vou pagar”, “Com chuva, com vento, não pare o movimento” foram palavras de ordem gritadas seguidamente.
O carro de som que levava o megafone falava às pessoas que estavam nas paradas de ônibus para que não pagassem R$ 3,05. O valor da tarifa voltará aos R$ 2,85 apenas quando a liminar entrar em vigor, no momento em que a prefeitura for intimada, conforme explicou o vereador Pedro Ruas. O discurso, porém, enfatizava que “a luta continua até que a passagem seja de R$ 2,60”.
A ideia do grupo era a de seguir o mesmo trajeto de segunda-feira, cruzando o Túnel da Conceição e depois tomando a rota do Largo Zumbi dos Palmares. A Brigada Militar acompanha a caminhada atrás da multidão. O trânsito na região ficou caótico.
Reajuste polêmico:
Em vigor há pouco mais de dez dias, o reajuste das passagens foi motivo de uma série de protestos em Porto Alegre. Na segunda-feira passada, cerca de 4 mil participantes percorreram as ruas do Centro. Na semana passada, a manifestação dos estudantes acabou em confusão, e diversas vidraças da prefeitura foram quebradas e a porta danificada, inclusive com uma pichação contra a passagem perto da entrada. De acordo com o Executivo, os prejuízos aos cofres públicos passam de R$ 32 mil.
Fonte - São Paulo Trem Jeito  04/04/2013

quarta-feira, 20 de março de 2013

Rui Costa - Secretário da Casa Civil do Estado fala sobre impasse com o metrô de Salvador

Metrô de Salvador
“Eu não consigo entender a resistência da prefeitura”.O secretário da Casa Civil do Estado garante que “A proposta da prefeitura de cobrar R$1,40 pela tarifa de ônibus e acrescentar a tarifa do metrô no bolso da população inviabiliza o sistema.

Varela Notícias

Uma divergência entre a prefeitura de Salvador e o governo do Estado sobre a tarifa dos ônibus que farão a integração com o metrô está impedindo as negociações da transferência do sistema de transporte para o Estado.
O secretário da Casa Civil do Estado garante que “A proposta da prefeitura de cobrar R$1,40 pela tarifa de ônibus e acrescentar a tarifa do metrô no bolso da população inviabiliza o sistema. Na nossa proposta, a passagem do ônibus alimentador sairia por R$ 0,95. É uma falsa polêmica afirmar que o usuário de ônibus vai subsidiar o metrô. Ao contrário, o preço das tarifas será subsidiado pelo governo e o povo vai ter o modelo mais barato, economizando mais de R$ 0,50 por viagem”.
“Nós não queremos nenhum centavo de contribuição do sistema de ônibus para o metrô. O metrô não precisará de um centavo sequer do sistema de ônibus”, afirmou
. Tentando explicar o posicionamento do Governo do Estado no impasse do metrô, Costa afirmou que o motivo do desentendimento com a prefeitura é a integração com o sistema de ônibus. “Já tínhamos chegado ao acordo de termos as linhas alimentares do metrô. A topografia da cidade é acidentada e não permite que o metrô seja próximo à residência das pessoas e as pessoas precisam chegar às estações e em outros pontos As outras linhas continuariam como estão, só não teriam linhas paralelas ao do metrô. A prefeitura não teria ônus nenhum com isso”, afirmou.
O secretário disse ainda que a posição da prefeitura em relação à integração entre ônibus e metrô mudou este ano. “Quando chegou no final de janeiro, tivemos novas reuniões e a prefeitura manifestou que gostaria de ter a integração. Em muitos lugares onde foi implantado o metrô, só houve a integração anos depois. Nós chegamos a oferecer ‘então daqui a seis anos quando tiver tudo funcionando normal, é o tempo de maturar o sistema, o governador e o prefeito à época, sentam e fazem a integração do sistema’. Eu não consigo entender a resistência da prefeitura”, disse.
Fonte - Varela Noticias  20/03/2013

Comentário Pregopontocom:
Resistência???!!...ou uma manobra arquitetada com um provável objetivo de defender os interesses do "óligopólio dos donos de ônibus" além de criar um fato político negativo para usa-lo na campanha da próxima eleição para Gov. do Estado???...quais seriam na verdade as reais pretensões do atual prefeito????????