Mostrando postagens com marcador TIM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TIM. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Mussurunga ganha metrô e novo terminal de ônibus até fim do mês

Mobilidade  🚏  🚇

O novo terminal de ônibus, que vai reunir no mesmo espaço os ônibus municipais e intermunicipais, foi completamente reformado e ampliado pelo Governo do Estado. O presidente da Companhia de Transportes da Bahia, Eduardo Copello, lembra que o terminal estava com a área em situação precária. “Foi feita a reforma completa, telhado, pisos e toda a parte funcional.

Da Redação
foto -  Mateus Pereira/GOVBA
TIM/Terminal de Integração Mussurunga
De um lado e a estação do metrô, do outro o terminal de ônibus, quando os dois equipamentos localizados na Av. Paralela em Mussurunga, forem entregues e entrarem em serviço iniciando a operação integrada, ônibus/Metrô - Metrô/ônibus até o fim do mês de setembro, os usuários terão mais facilidade para cumprir os trajetos que percorrem diariamente.
O novo terminal de ônibus, que vai reunir no mesmo espaço os ônibus municipais e intermunicipais, foi completamente reformado e ampliado pelo Governo do Estado. O presidente da CTB (Companhia de Transportes da Bahia), Eduardo Copello, lembra que o terminal estava com a área em situação precária. “Foi feita a reforma completa, telhado, pisos e toda a parte funcional. Hoje é dotado de banheiros limpos, com vigilância, sinalização e tudo o que é necessário para o bom funcionamento e a orientação dos passageiros”, explica Copello.

Melhoria do trânsito
Com a entrada em operação dos 7,5km do 3º trecho da linha 2 do metrô chegando a estação de Mussurunga,integrada ao sistema de ônibus urbanos e metropolitanos,a expectativa é que haja uma diminuição no fluxo viário na Av. Paralela com a migração de boa parte dos usuários do transporte individual para o novo sistema de transporte público,em função das múltiplas vantagens oferecidas pelo mesmo,rapidez,conforto,segurança e agilidade.

Acessibilidade
O Presidente da CTB,Eduardo Copello,acrescenta que as pessoas que chegarem de ônibus terão acesso ao metrô por meio da passarela, fazendo a integração e atendendo a toda a região. Serão beneficiados não apenas moradores de bairros como Mussurunga e Itapuã, como também de cidades vizinhas da região metropolitana, que chegam pela CIA-Aeroporto e pelo Litoral Norte.
Com a entrega das estações até Mussurunga, serão 17 quilômetros de trilhos, com 11 estações na Linha 2 desde o Acesso Norte, atendendo praticamente toda a Avenida Paralela. “O que também permite, com as integrações, que as pessoas possam usar um transporte coletivo de qualidade, deixando os carros em casa e minimizando os engarrafamentos na Avenida Paralela. Este é um ganho de qualidade de vida espetacular proporcionado pelo projeto do metrô”, ressalta Copello.
Com informações da Sedur Ba.  06/09/2017

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A VIVO, A TIM E A GVT.

Economia

As únicas nações que escapam disso, dessa verdadeira escravidão digital, são aquelas que mantiveram suas próprias telecoms - grandes companhias de telecomunicações - nas mãos do estado, como fez a China, por exemplo, dona da maior empresa de telecomunicações do mundo, condição da qual o Brasil abdicou ao esquartejar e vender, majoritária e criminosamente a estrangeiros, a área de prestação de serviços da Telebras, no final dos anos 1990.

Mauro Santaiana
Mauro Santayana
(Hoje em Dia) - Disposta a consolidar, a ferro e fogo, seu controle sobre o mercado brasileiro de telecomunicações, a Telefónica da Espanha, dona da Vivo, volta agora sua cobiça para a GVT.
Segundo anunciado pela imprensa europeia, a empresa ofereceu ontem à Vivendi francesa, pouco mais de 20 bilhões de reais pelas operações da GVT no Brasil.
Antes, já tentara tomar, indiretamente, parte do controle da TIM, com a compra de participação acionária em sua matriz. As ligações entre a Telefónica e a Telecom Itália, que estaria também interessada na compra da GVT, são apenas a ponta do iceberg do mercado mundial de telecomunicações: um negócio gigantesco, no qual meia dúzia de sujeitos, donos de meia dúzia de grandes empresas privadas, explora centenas de milhões de consumidores, levando dinheiro, a cada vez que eles usam um telefone fixo, um computador, um celular ou uma televisão.
As únicas nações que escapam disso, dessa verdadeira escravidão digital, são aquelas que mantiveram suas próprias telecoms - grandes companhias de telecomunicações - nas mãos do estado, como fez a China, por exemplo, dona da maior empresa de telecomunicações do mundo, condição da qual o Brasil abdicou ao esquartejar e vender, majoritária e criminosamente a estrangeiros, a área de prestação de serviços da Telebras, no final dos anos 1990.
A Telefónica ganhou, líquidos, no primeiro semestre de 2014, dois bilhões e seiscentos e cinquenta milhões de reais no Brasil, triplicando, entre abril e junho, os lucros do primeiro trimestre, que foram de 660 milhões de reais. Além dos bilhões que envia todos os anos para a Espanha, a empresa, que deve centenas de milhões de reais ao BNDES, ainda cobra “juros” sobre o capital de sua subsidiária brasileira, que pelo que se prevê, chegarão, em 2015, a quase 100 milhões de euros.
É preciso lembrar ao CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica, ao Congresso, à imprensa e à sociedade, que, na área de telecomunicações, o que o Brasil precisa não é de uma situação de virtual cartel, com grandes empresas estrangeiras controlando cada vez mais nosso mercado, mas de novos concorrentes, que possam oferecer serviços melhores e a um custo menor para um público que já paga, por péssimos serviços, segundo organizações internacionais, das maiores tarifas de telefonia celular do mundo.
No Brasil, o que precisávamos, desde o início, era de uma empresa privada 100% nacional que pudesse fazer isso, ou que a TELEBRAS tivesse sido mantida no mercado para fazer frente aos espanhóis, italianos e mexicanos que para aqui vieram na década de noventa.
A compra da GVT pela Telefónica, caso seja concretizada, evidenciará duas coisas: a irresponsável entrega do mercado nacional para uma empresa estrangeira, e a total inexistência, no Brasil, de uma política de defesa da concorrência digna desse nome.
Fonte - Blog Mauro Santayana  06/08/2014

sábado, 20 de outubro de 2012

UM MAL NECESSÁRIO........

“Um mal necessário” – O mundo do World of Warcraft


Por Laerte Braga(*), especial para sua coluna no QTMD?

O ministro Marco Aurélio Mello – Supremo Tribunal Federal – afirmou que a ditadura militar “foi um mal necessário”. Segundo ele, pelo que se antevia e pior, disse que foi preferível não esperar o que poderia ou não acontecer.
Inimigo visceral de Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa com os quais travava tertúlias jurídico/acadêmicas as mais enfadonhas possíveis, além do habeas corpus que permitiu a Salvatore Cacciola fugir do Brasil para a Itália, num dado momento associou-se ao mau humor de Joaquim Barbosa (mesmo levantando duvidas sobre a condição do colega ser presidente da Corte) e juntou-se a Gilmar Mendes na defesa da “democracia”.
Foi o que veio. O que poderia ter acontecido seria bem melhor.
O Supremo, àquela época, entre outros, tinha Evandro Lins e Silva, Ribeiro da Costa, Hermes Lima e Victor Nunes Leal. Mais ou menos o primeiro colocado versus aquele na zona do rebaixamento. Diferença abissal.
Quando o Parlamento francês proibiu o uso da burca por ofender as tradições libertárias da França, não se imaginou que duas mil mulheres muçulmanas deixariam de ir às ruas. Confinadas pela liberdade. Slavoj Zizek, em VIVENDO NO FIM DOS TEMPOS fala do poder do olhar. O que emana da burca, dos olhos de uma mulher que emergem e fitam através da burca.
É o mundo da hipocrisia, do politicamente correto, que o digam milhões de gregos desempregados, ou com suas pensões e aposentadorias reduzidas para salvar bancos europeus e a senhora Ângela Merkel atribuindo a si e a seu país o direito de intervir onde houver desrespeito às políticas econômicas traçadas pela Comunidade Européia.
A linha Maginot caiu mais uma vez. Paris está ocupada. Não foi salva nem pela decisão de De Gaulle de transformar La France em Le France, ou pela de Mitterand de salvar a língua evitando a invasão das legiões MacDonalds.
Haja brioche, já que não há mais guilhotina, triste papel do Hollande. Virou um Sarkozy antes mesmo de conhecer o palácio inteiro. “A quem me reporto?” “Ao general Franz qualquer coisa”.
Colleen Lachowicz, candidata democrata ao Senado no estado do Maine foi acusada pelos seus rivais republicanos de ter dupla personalidade. Assistente social, dedica seu tempo livre a jogar World of Warcraft, um vídeo game popular em todo o país. Aquele negócio de sair matando Deus e o mundo e no fim acumular pontos para ganhar novas vidas, algo por aí.
Republicanos preferem o jogo ao vivo. Um piloto de um caça não vê sangue quando a bomba que despeja sobre a Líbia, ou o Iraque, ou o Afeganistão, vê apenas os “monstros” sendo abatidos.
A crítica a Colleen pode garantir sua cadeira no Senado. É que milhões de norte-americanos jogam o jogo e entupiram a caixa de mails da candidata em solidariedade, dentre eles a atriz Jodie Foster. E, lógico, a reação das empresas que produzem jogos assim.
Quadro pior é o da TIM, quadrilha que opera parte dos serviços de telefonia móvel no Brasil, especializada em assaltar seus usuários. Decidiu que seus funcionários não podem ir ao banheiro em horários que julgarem necessários, mas nos determinados pela empresa. E porta transparente para o caso de demora. O supervisor vai e dá uma bronca daquelas.
A Justiça do Trabalho condenou a empresa a indenizar uma funcionária em 10 mil reais, mas o TRT – TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO – reduziu a indenização para mil reais e o TST, o superior, manteve a dupla humilhação. Horário para as necessidades fisiológicas e indenização medíocre. Dinheiro que a TIM tira, como qualquer operada de telefonia fixa ou móvel, em segundos, no roubo costumeiro em cima de usuários.
A ANATEL? O que é isso? Um monstro pré-histórico que sobreviveu ao período jurássico, ou uma dessas modernidades tucanas, gerenciamento tucano, agora com corroboração petista?
Empresas de supermercados têm a mesma prática e muitas delas mantêm cárceres privados, ou submetem trabalhadores a revistas humilhantes.
O tal do desenvolvimento econômico. A escravidão tomando outras formas, já que nunca deixou de existir. A luta de classes é uma realidade que tem sido permanente.
Que o diga o ministro Marco Aurélio Mello e seu “mal necessário”.
Sentença política e histórica de um ministro da Corte Suprema, num processo político que vai se tornando cada vez mais estranho, cada vez mais com cheiro de golpismo.
O que será que vem por aí?
Outro desses supremos magistrados já havia emitido sua opinião contra governos de coalisão.
O jornalista Paulo Francis escreveu que os meninos e jovens norte-americanos crescem em frente a computadores e máquinas de jogos matando monstros árabes, negros, latinos, o que é um passo para que, mais tarde, pilotando aviões da força aérea de seu país matem crianças em nome da democracia.
Entre eles mesmos. Mitt Romney, um fugitivo dum manicômio qualquer (mas não rasga nota de dólar) não declarou que 47% do cidadãos do seu país vivem “encostados” nos recursos públicos?
É candidato a presidente e na festa para arrecadar fundos de campanha um casal doador queria saber se havia entrada vip, pois não se misturava a milionários comuns.
Não existe mal necessário. Pelo simples fato que mal não é necessário.
Existe capitalismo e sua hipocrisia. Não é diferente nem nos EUA, nem na Alemanha do novo Reich, ou na França dos novos colaboracionistas.
Mas milhões de gregos, espanhóis, portugueses desempregados e palestinos assassinados diariamente no afã de garantir o poder do maior conglomerado terrorista que já se conheceu em toda a história. ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
Obama em todo caso sabe fazer cerveja e tem usado a Casa Branca para experiências assim. O outro prefere paraísos fiscais para seu rico dinheirinho.
E tome bomba. Começa lá no World of Warcraft.

*Laerte Braga é jornalista e colaborador do “Quem tem medo da democracia?”, onde mantém a coluna “Empodera Povo“.
Fonte - Do blog Quem tem medo da democracia  20/10/2012