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sábado, 7 de março de 2015

VLT de Cuiabá ainda na corda bamba

Transportes sobre trilhos

MPF avalia pedir ruptura de contrato - A medida deve ser proposta com base nas informações prestadas pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), que aponta diversas falhas e atrasos.Passados mais de dois anos do início das obras, o Consórcio VLT ainda não teria entregado nem 50% dos projetos básicos e executivos 

Marcos Lemos
Da reportagem

O Ministério Público Federal analisa pedir à Justiça que determine ao governo do Estado que promova o distrato, a ruptura da licitação na modalidade RDC (Regime Diferenciado de Contratação) das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), a obra mais cara da Matriz de Responsabilidade da Copa do Mundo de 2014, orçada em R$ 1,477 bilhão e que não ficou pronta a tempo do evento.
Baseado em informações prestadas pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), de que passados mais de dois anos do início das obras do VLT, o Consórcio VLT Cuiabá formado pelas empreiteiras CR Almeida, Santa Bárbara, CAF, Magna e Astep, ainda não teria entregado nem 50% dos projetos básicos e executivos, itens considerados essenciais para a execução das obras que passaram a ter baixo teor de qualidade, justamente por falta destes projetos, entendem os procuradores da República que existem argumentos sólidos para solicitar à Justiça que determine ao Estado a ruptura do contrato.
Na última quinta-feira, o governador Pedro Taques divulgou o resultado da primeira auditoria realizada e remeteu aos órgãos de controle como os Ministérios Públicos, Federal e Estadual, os Tribunais de Contas da União (TCU) e do Estado (TCE) além da Controladoria-Geral da União (CGU), onde apontou uma série de “pontos anômalos” como declarou o secretário-controlador geral do Estado, Ciro Gonçalves, deixando tácito, irregularidades graves nas obras e na condução das mesmas perante os então gestores públicos.
Já ontem, durante a solenidade de posse para seu quarto mandato à frente do Ministério Público do Estado (MPE), o procurador-geral de Justiça, Paulo Roberto Jorge do Prado, foi enfático ao declarar que existem 32 investigações em curso a respeito das obras do VLT e prometeu surpresas para os próximos dias, ou seja, mais ações judiciais que deverão apontar para responsabilidade dos gestores e pedidos de ressarcimento público que segundo a CGE girariam em torno de R$ 148 milhões, ou menos de 10% do total da obra.
VLT sempre foi um tabu dentro do governo Pedro Taques, que apesar de recente, durante o período eleitoral assegurou que iria concluir todas as obras públicas, mas também prometeu punição aos responsáveis e não varrer nada para debaixo do tapete.
Na mesma coletiva em que foi apresentada a auditoria do VLT pela CGE, o secretário da Casa Civil, Paulo Taques, enfatizou por mais uma vez que o governo do Estado não aceitaria que demonizassem uma eventual retomada das obras do VLT, já que estudos preliminares apontam para mais de R$ 1 bilhão em recursos a serem aportados no modal e uma real probabilidade do mesmo não ficar pronto até 2018, último ano de mandato dos atuais ocupantes do Palácio Paiaguás, caso eles não disputem à reeleição ou o instituto deixe de existir como quer parte do Congresso Nacional que analisa a Reforma Política.
Caso seja realmente formalizado o pedido do MPF e a Justiça o acate, resta saber se o governo Pedro Taques faria uma nova licitação ou desistiria de uma vez do VLT que já consumiu R$ 1,066 bilhão e que dependeria apenas de obras físicas e da montagem dos equipamentos para ser concluído e começar a operar.
Fonte - Diário de Cuiabá  07/03/2015

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

VLT de Fortaleza aguarda parecer para retomada de obras

Transportes sobre trilhos

O Ramal Parangaba-Mucuripe é visto como uma importante contribuição para melhorar a mobilidade urbana em Fortaleza. Quando pronto, o sistema terá 12,7 km de extensão, sendo 11,3 km em superfície e 1,4 km em elevado.

RF
foto - ilustração
Na última segunda-feira (11/08), o Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra), recebeu proposta única para a conclusão das obras civis do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Parangaba-Mucuripe, em Fortaleza.
O consórcio VLT-Fortaleza, formado pelas empresas de engenharia Marquise e Engesol, apresentou à Comissão Central de Concorrências da Procuradoria Geral do Estado (PGE) sua proposta da licitação sob o Regime Diferencia de Contratação (RDC) para a conclusão do ramal. Foi proposto preço de R$ 162.009.997,19. A proposta e os documentos de habilitação passam por análise dos técnicos da Seinfra, que deverão emitir parecer à PGE até às 16 horas da próxima segunda-feira (18/08).
Segundo o titular da Seinfra, Adail Fontenele, as obras deverão ser retomadas em setembro deste ano e a previsão de término é dezembro de 2015. O sistema estava previsto para ser concluído antes da Copa do Mundo, mas, com obras atrasadas, teve o contrato com as construtoras suspenso no começo de junho deste ano.
O Ramal Parangaba-Mucuripe é visto como uma importante contribuição para melhorar a mobilidade urbana em Fortaleza. Quando pronto, o sistema terá 12,7 km de extensão, sendo 11,3 km em superfície e 1,4 km em elevado. O novo transporte vai trafegar em via dupla e fará conexão ferroviária entre a Estação Parangaba e o bairro do Mucuripe. O VLT cruzará 22 bairros e beneficiará cerca de 100 mil pessoas por dia, quando em operação. Estão sendo investidos no ramal recursos da ordem de R$ 276,9 milhões.
Fonte - Revista Ferroviária 14/08/2014

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Ceará marca leilão para conclusão da obra do VLT

Transportes sobre trilhos

A licitação será do tipo menor preço e a contratação será feita mediante o uso do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), que permite contratações públicas mais rápidas para obras beneficiadas com recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).

RF
foto - ilustração
O governo do Ceará, por meio da Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra), receberá no dia 11 de agosto as propostas para a conclusão das obras civis do ramal Parangaba-Mucuripe, em Fortaleza. O sistema já atinge 50% de execução e será operado por Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
A licitação será do tipo menor preço e a contratação será feita mediante o uso do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), que permite contratações públicas mais rápidas para obras beneficiadas com recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). O leilão presencial será realizado às 15h, na Comissão Central de Concorrência, situada na Procuradoria Geral do Estado – PGE.
Para basear seus preços, as empresas interessadas podem solicitar na Seinfra as planilhas de quantitativos, cronograma físico-financeiro, projetos da obra e especificações técnicas. O material, segundo a secretaria, deve ser disponibilizado também no site www.seinfra.ce.gov.br ainda hoje (23/07).
Segundo a Seinfra, uma vez escolhida a empresa, passam a ser analisados os documentos de habilitação. Se inabilitada, será vista a proposta subsequente. Os serviços de conclusão de todo o trecho do VLT devem estar prontos num prazo de 18 meses a partir da assinatura da Ordem de Serviços.
O ramal Parangaba-Mucuripe é visto como uma importante contribuição para melhorar a mobilidade urbana em Fortaleza. Quando pronto, terá 12,7 km de extensão, sendo 11,3 km em superfície e 1,4 km em elevado. O VLT cruzará 22 bairros e beneficiará cerca de 100 mil pessoas por dia.
O sistema estava previsto para ser concluído antes da Copa do Mundo, mas, com obras atrasadas, teve o contrato com as construtoras suspenso no começo de junho. A obra está orçada em R$ 276,9 milhões.
Fonte - Revista Ferroviária  23/07/2014

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Alagoas prepara licitação para VLT de R$ 1,5 bi

Transportes sobre trilhos

Folha de S. Paulo
foto - ilustração
O governo de Alagoas planeja para o início de 2014 o lançamento do edital de licitação para as obras do VLT (veículo leve sobre trilhos) que vai ligar o aeroporto de Maceió ao centro da capital.
Hoje, o trecho é um dos mais congestionados da cidade, de acordo com o secretário de Estado da Infraestrutura, Marco Fireman.
O projeto, incluindo trilhos, estações e trens elétricos, deverá custar cerca de R$ 1,5 bilhão, segundo Fireman.
Ao menos R$ 900 milhões deverão ser repassados pela União. O restante virá de contrapartida estadual e de aportes da empresa que vai operar o sistema.
A elaboração do projeto básico, que será entregue ao governo federal, foi autorizada pelo Estado nesta semana.
"Vamos trabalhar para concluir essa etapa até dezembro e abrir a licitação no início do ano, no modelo RDC [regime diferenciado de contratações]", diz Fireman.
O projeto prevê transporte sobre trilhos de 24 quilômetros de extensão, que será construído nos canteiros centrais de duas avenidas, no mesmo nível das vias.
Serão 17 estações de embarque, incluindo quatro de integração com ônibus.
"O sistema deverá transportar cerca de 200 mil passageiros por dia", afirma.
Além do VLT, o pacote inclui a construção de uma nova rodoviária nas proximidades do aeroporto, em substituição à atual, que fica perto do centro de Maceió.
"A mudança vai retirar de dentro do município os ônibus interestaduais."
A entrega das obras deverá ocorrer 24 meses após a licitação, diz Fireman.
Fonte - Revista Ferroviária  05/11/2013

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Lei de licitações do país poderá ficar mais rigorosa

Folha de S. Paulo 10/12/2012
Depois de meses de debates que envolveram a participação de 8.500 internautas por meio do portal e-Democracia, do Congresso Nacional, deve chegar nesta semana à Comissão de Constituição e Justiça um amplo e polêmico projeto de reforma da lei das licitações.
Quase 20 anos depois de sua aprovação, no auge da CPI do Orçamento, quando escândalos envolvendo empreiteiras pipocavam no país, a lei 8.666/93 não só não reduziu a corrupção como é vista como uma das principais amarras que impedem o setor público de ser mais ágil e mais eficiente.
Pelo texto a ser apresentado pelo deputado Fabio Trad (PMDB-MS), empresas ou indivíduos que fizerem doações de campanha não poderão participar de licitações na esfera de administração do político ou partido eleito.
Entre outras medidas, o projeto também acaba com a brecha das OS (Organizações Sociais) e das Oscip (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público) ao exigir que sejam submetidas ao processo licitatório para firmar contratos de gestão com a administração pública.
Exceção E Regra
Sob a justificativa de dar mais celeridade a obras essenciais, o Executivo passou por cima da lei 8.666 ao aprovar, no ano passado, o chamado RDC (Regime Diferenciado de Contratação).
Incluído de última hora em um projeto de lei de conversão de medida provisória, o RDC nasceu para acelerar obras de portos e aeroportos da Copa do Mundo de 2014.
Foi modificado posteriormente para incluir também obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e, mais recentemente, obras do sistema público de ensino. Há duas semanas, o Congresso aprovou mais uma ampliação do RDC, para abarcar obras da pasta da Saúde.
"O RDC era para ser exceção", diz o deputado Trad. "Para evitar que vire regra, estamos mudando a lei."
O projeto de lei incorpora melhorias introduzidas pelo RDC, como a inversão de fases --a qual permite que as empresas deixem para apresentar certidões e documentos de habilitação só depois de terem suas propostas técnica ou de preço aprovadas.
Mas o texto rejeita a "contratação integrada", prevista no RDC, que é um regime de execução de obras que libera o setor público de apresentar o projeto básico da obra.
Sem o projeto básico, dizem os críticos, é mais difícil calcular o preço final da obra e também fiscalizá-la.
"A contratação integrada é a institucionalização do direcionamento da licitação", afirma o advogado Augusto Neves Dal Pozzo, vice-presidente do Ibeji (Instituto Brasileiro de Estudos Jurídicos da Infraestrutura).
Durante dois meses, especialistas do Ibeji, instituto ligado à faculdade de direito da PUC-SP, ajudaram na elaboração do texto do projeto.
Foram analisadas as mais de 50 propostas de alteração da lei apresentadas nos últimos 19 anos no Congresso e também quase 5.000 proposições via e-Democracia e audiência pública. O tema foi o terceiro mais popular no portal no último ano: só ficou atrás do Marco Civil da internet e do novo Código de Processo Civil.
Para Trad, o grande desafio foi conciliar o maior rigor contra desvios com a necessidade de agilizar os processos. "Para cada dispositivo que acelera a gestão, é preciso contrapor outro que dê segurança jurídica e iniba desvios de finalidade."
Fonte - Revista Ferroviária  10/12/2012

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

NOTICIAS DE CUIABÁ - TRF suspende liminar e obras do VLT são retomadas

TRF suspende liminar e obras do VLT Cuiabá são retomadas

G1 MT27/ - 09/2012
O Tribunal Regional Federal, da 1ª Região (DF), determinou o retorno das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), em Cuiabá e Várzea Grande, na região metropolitana. O modal de transporte foi escolhido pelo governo do estado para a Copa do Mundo de 2014, mas tinha sido suspenso pelo juiz federal Marllon Souza, da 1ª Vara Federal de Mato Grosso, no dia 19. No entanto, a decisão foi revogada nesta quinta-feira (27) pelo desembargador federal Mário César Ribeiro.
Uma Ação Civil Pública interposta pelos Ministérios Públicos de âmbito estadual e federal no dia 12 de setembro, consta que há indícios de que a obra orçada em R$ 1,4 bilhão possa estar superfaturada, além de apresentar supostas irregularidades na licitação pelo Regime Diferenciado de Contratação (RDC).
A denúncia levou a suspensão das obras por duas vezes pela Justiça Federal. A ação interposta pelo governo do estado no TRF argumenta que as sucessivas decisões, ora suspendendo, ora permitindo a continuidade da obra, causam “insegurança jurídica, repercutindo sobre a viabilidade da realização da Copa do Mundo FIFA 2014 na cidade de Cuiabá”.
O desembargador federal avalia em seu despacho que debater a viabilidade da obra em pleno andamento não é oportuno. “Discutir, agora, a viabilidade do empreendimento, seja do ponto de vista dos custos operacionais, seja do ponto de vista financeiro, ou se é possível concluir a obra até a Copa do Mundo de Futebol em junho de 2014, quando elas já estão em pleno andamento, não me parece oportuno”, consta trecho da decisão.
Para o magistrado, os supostos indícios de superfaturamento, de fraude ou de decisão arbitrária na eleição do VLT devem ser apurados. Contudo, ressalta que a “decisão ora impugnada não aponta elementos suficientes para justificar medida tão drástica, prejudicando o já apertado cronograma da obra”.
Por outro lado, o juiz federal de Mato Grosso Marllon Souza avalia a questão de forma diferente e aponta ser mais temeroso liberar do que barrar as obras do modal pelos "sérios indícios de superfaturamento, irregularidades do procedimento do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), tais como a alegação de subtração de nota técnica atestando a inviabilidade da implantação do VLT em Cuiabá, bem como desrespeito aos preceitos que regem a administração pública".
No período em que Marllon Souza esteve em férias, no último mês, a suspensão das obras do VLT decidida por ele foi derrubada pelo também juiz federal Julier Sebastião da Silva. Para emitir o parecer, Julier convocou o secretário extraordinário da Copa do Mundo em Mato Grosso, Maurício Guimarães, e os representantes do consórcio VLT Cuiabá para prestar explicações sobre a viabilidade da construção do veículo que vai consumir mais de R$ 1,4 bilhão dos cofres públicos.
A competência de Julier em julgar o caso também chegou a ser questionada pelo Ministério Público em pedido de exceção de suspeição. No pedido, os órgãos colocaram em xeque a isenção do magistrado em julgar a ação por ser irmão de um servidor da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa), pasta que organiza as obras relacionadas ao Mundial de 2014, entre elas, o VLT. Julier refutou o pedido e se considerou apto a julgar a ação.

Fonte  - Revista Ferroviária 27/09/2012

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Maggi espera que denúncia do VLT 'seja falsa' e quer mudar RDC para obra não 'ter acordos'- VLT de Cuiabá


Foto: Lucas Bólico - OD
Senador Blairo Maggi 

Da Reportagem local - Jonas da Silva 
O senador licenciado Blairo Maggi (PR) espera que sejam falsas as denúncias de fraude na licitação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), feita pelo ex-assessor do governo Rowles Magalhães Pereira da Silva, pois elas poderão atrasar a obra do modal. Ao mesmo tempo, se for confirmada a fraude, o parlamentar avalia a necessidade de mudar o Regime Diferenciado de Contratações (RDC) para não permitir "acordos e acertos" de corrupção em o bras públicas.
O RDC foi aprovado para acelerar as obras da Copa do Mundo de 2014 nas 12 cidades-sede do evento, após muita discussão e polêmicas entre parlamentares no Congresso Nacional.
"Vejo como todos estão vendo, com sentimento de que se algo está errado, vai ser ruim para a cidade e o Estado", disse Maggi na visita à Arena Pantanal em Cuiabá com o candidato Mauro Mendes (PSB) nesta terça-feira. "Espero que não passe de denúncia vazia, não sei se é ou não", afirma. "Todo mundo não gostou de ouvir isso. Poderíamos ter passado sem esse tipo de situação. Não sei se são falsa ou não. Espero que sim", lamenta.
"Não conheço a forma como foi feita a condução desse proceso. É um processo novo, não sei como funciona o RDC. A forma como foi concebido, não era para permitir esse arranjo final. No RDC você faz a obra e entrega com chave na mão", explica. "Agora, se esse modelo também é passível de acordos e acertos, nós no Congresso vamos ter que fazer mudança", propõe. 

O senador licenciado afirma que é necessário aguardar a investigação dos Ministérios Públicos Estadual e Federal sobre a existência ou não de fraude na licitação para saber se a denúncia procede ou não, para depois, aí sim, "fazer um pente fino dentro do processo para fazer a mudança".

O MP abriu procedimento específico para apurar as denúncias do ex-assessor especial do vice-governador Chico Daltro (PSD), exonerado do cargo pelo governador Silval Barbosa (PMDB) e o vice nesta terça-feira, conforme publicado no "Diário Oficial do Estado". Rowles falou em pagamento de propina de R$ 80 milhões para o grupo empresarial vencedor da licitação.

Na semana passada, o juiz federal Juliera Sebastião da Silva, autorizou a continuidade da obra do VLT após os Ministérios Públicos Estadual e Federal argumetarem fraude no procedimento de escolha do modal. Uma decisão provisória (liminar) havia sido concedida pela mesma Justiça Federal no dia 7 deste mês.
Fonte  - Olhar Direto ( Cuiaba)  21/08/2012

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