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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Ibama prevê que Belo Monte comece a gerar energia em março de 2016

Meio ambiente

O diretor de Licenciamento Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Thomaz Miazaki de Toledo, disse hoje (24) que a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, deve começar a gerar energia em março de 2016 na casa de força principal.

Ana Cristina Campos
Repórter da Agência Brasil

Adiar a concessão da licença de operação à Usina Belo Monte seria atentar contra a “modicidade tarifária”, porque gerar energia térmica é mais caro, diz a presidenta do Ibama, Marilene Ramos Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O diretor de Licenciamento Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Thomaz Miazaki de Toledo, disse hoje (24) que a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, deve começar a gerar energia em março de 2016 na casa de força principal. Segundo Toledo, o enchimento do primeiro reservatório ocorrerá nos próximos 50 dias.
O instituto concedeu nesta terça-feira licença de operação à empresa Norte Energia e autorizou o enchimento do reservatório da usina, que está em construção há quatro anos e cinco meses no Rio Xingu.
A presidenta do Ibama, Marilene Ramos, disse que mais de 90% das condicionantes ambientais foram cumpridas no projeto. “Postergar a licença de operação seria penalizar o Brasil porque essa usina possibilitará, quando estiver funcionando plenamente, o desligamento de 19 usinas termelétricas que emitem 19 milhões de toneladas de carbono equivalente ao ano.”
Marilene destacou que adiar a concessão da licença seria atentar contra a “modicidade tarifária”, pois a geração de energia térmica é mais cara.
Segundo a presidenta do Ibama, esta é apenas mais uma etapa do licenciamento ambiental. “Qualquer descumprimento das condicionantes ensejará medidas contra a Norte Energia. Isso vale para o reassentamento da população, a pesca, o componente indígena”, disse Marilene. Ela acrescentou que o Ibama tem uma equipe fixa em Altamira para fazer o acompanhamento das exigências estabelecidas e que essa turma deve ficar no local, a princípio, por três meses.
Toledo reforçou que o licenciamento ambiental do empreendimento não se encerra com a licença de operação. “É apenas uma etapa do processo. A partir do enchimento do reservatório, vamos passar para uma nova fase do projeto em que novos impactos passarão a ocorrer. Há uma série de obrigações que a Norte Energia terá que cumprir no âmbito da licença de operação.”
Em nota, a Norte Energia informa que Belo Monte terá capacidade instalada de 11.231 megawatts (MW), energia suficiente para abastecer até 60 milhões de pessoas. Em leilão realizado em 2010, 70% da energia da hidrelétrica foi vendida para concessionárias de distribuição de energia elétrica e vai ser distribuída em 17 estados, segundo a empresa.
“Para o cumprimento do projeto básico ambiental, foram investidos cerca de R$ 4 bilhões em ações socioambientais nos cinco município da área de influência direta de Belo Monte: Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu”, acrescenta a nota da empresa.
Fonte - Agência Brasil  24/11/2015

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Metrô de São Paulo começa a readmitir trabalhadores dispensados após greve

São Paulo

Em telegrama, empresa convida dez dos 40 metroviários demitidos para fazer exame médico e receber instruções sobre reintegração. Justiça obrigou companhia a voltar atrás - Demitidos em assembleia da categoria após greve. Para juiz, Metrô não tem provas

Tadeu Breda, da RBA 
foto - ilustração
São Paulo – O Metrô de São Paulo começou hoje (4) a enviar telegramas aos primeiros dez trabalhadores demitidos após a greve da categoria, em junho, mas que uma decisão liminar publicada na segunda-feira (1º) ordenou que fossem readmitidos em até cinco dias. A correspondência informa os metroviários sobre data para realização de exame médico, que deverá ser feito amanhã (5) no período da manhã. O comunicado também instrui os funcionários a se dirigirem, no mesmo dia, a uma das sedes administrativas da empresa para receberem orientações sobre a reintegração.
A readmissão de dez dos 40 trabalhadores sumariamente dispensados após a paralisação foi decidida pelo juiz Thiago Melosi Sória, titular da 34ª Vara do Trabalho de São Paulo, em 27 de agosto. Inicialmente, 42 metroviários foram dispensados, mas dois acabaram readmitidos apenas um mês após a greve, depois que os diretores do Metrô reconheceram tê-los dispensado por engano. Após analisar as alegações da empresa para embasar os desligamentos e contrastá-las com depoimentos de testemunhas, perícias e imagens do circuito interno de segurança das plataformas, o magistrado chegou à conclusão de que não há evidências suficientes para sustentar as demissões.
Melosi Sória enxergou “vício formal” nas demissões e constatou que as provas produzidas pelo Metrô “não revelam a prática das faltas graves atribuídas aos empregados dispensados”. Nos telegramas de demissão, a empresa atribui as demissões a supostas infrações à Lei de Greve, como realização de piquetes, e ao Código Penal, como atentado ao sistema de transporte. De acordo com a companhia, os metroviários demitidos impediram fechamento de portas dos trens, depredaram estações e bloquearam a entrada de outros em serviço. O Sindicato dos Metroviários de São Paulo nega as denúncias desde o momento das demissões. E a justiça agora lhe deu razão.
“Analisando a gravação de vídeo que registrou a conduta dos substituídos, vejo que, embora os trabalhadores estivessem na plataforma, não aparecem impedindo o fechamento das portas do trem”, reconhece o juiz Melosi Sória. “Tanto as imagens quanto a gravação de áudio da conversa entre os operadores em serviço e os depoimentos testemunhais prestados no inquérito policial não trazem a individualização da conduta de cada trabalhador dispensado.” O magistrado argumenta ainda que as testemunhas indicadas pelo Metrô disseram que não houve violência ou dano ao patrimônio da empresa, como alegou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) ao anunciar os desligamentos.
“A simples presença de uma pessoa no local em que houve a prática de um ato grave não pode ter o efeito de se fazer presumir a participação nesse ato”, ponderou o juiz da 34ª Vara do Trabalho de São Paulo. “Essa participação deve ser descrita individualmente para que se possa examinar a extensão e gravidade do comportamento de cada pessoa envolvida e sua aptidão para levar à punição disciplinar.” Para o magistrado, o direito dado ao empregado de se defender pressupõe a obrigação da empregadora de expor os fatos que levaram à dispensa por justa causa, sob pena de impedir a defesa.”
Questionado pela RBA na última sexta-feira (29), Geraldo Alckmin, que é candidato à reeleição, disse que irá recorrer das dez readmissões. E pareceu desconhecer o teor do despacho ao insistir que a greve da categoria foi abusiva. “Defendemos que não sejam readmitidos”, emendou. “Tivemos um movimento grevista violento. Também houve grande prejuízo à população”, completou, sem mencionar o rechaço do governo à proposta do Sindicato dos Metroviários, que então queria abrir as catracas em vez de paralisar o serviço, justamente para não prejudicar os passageiros.
Procurado, o Metrô não respondeu às perguntas da reportagem. Em nota, disse apenas que “adotará as medidas jurídicas cabíveis”.
Fonte - RBA (Rede Brasil Atual)  04/09/2014

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Prefeitura começa trabalho de demolição do viaduto que desabou em BH

Belo Horizonte

A previsão é que o trabalho termine em até 48 horas, desde que o monitoramento de segurança não indique a necessidade de sua parada, segundo informou Alexandre Lucas Alves, coordenador municipal da Defesa Civil de Belo Horizonte. 

Elaine Patricia Cruz 
Repórter da Agência 
A demolição do Viaduto Guararapes vai preservar
 um trecho da obra para os trabalhos da perícia
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Os trabalhos de demolição do Viaduto Guararapes, que caiu na última quinta-feira (3) em Belo Horizonte, tiveram início por volta das 9h30 de hoje (7). A previsão é que o trabalho termine em até 48 horas, desde que o monitoramento de segurança não indique a necessidade de sua parada, segundo informou Alexandre Lucas Alves, coordenador municipal da Defesa Civil de Belo Horizonte. A demolição, autorizada pela Justiça, vai preservar uma parte da obra para os trabalhos de perícia.
Em entrevista na manhã de hoje (7) à Agência 
Brasil, no local onde está ocorrendo a demolição, o coordenador informou que os trabalhos estão levando em conta a segurança das operações, dos vizinhos e dos trabalhadores.
“Os dois viadutos [do complexo viário em construção, um dos quais desabou] estão sendo monitorados de meia em meia hora, para ver se houve algum movimento. Nossa preocupação não é com o tempo, mas com a segurança e a garantia da produção de provas que a perícia criminal precisa”, falou ele.
A técnica escolhida pelos especialistas para a demolição utiliza o rompedor hidráulico, também conhecido como martelo hidráulico ou picão, que vai perfurando o concreto.
Segundo Alves, os moradores do entorno estão tendo a segurança preservada. “Sempre é uma operação de risco. Mas é um risco monitorado. Por isso, estamos com equipes da Defesa Civil dentro dos prédios, monitorando em tempo real as consequências do trabalho de demolição nessas edificações para que, caso haja alguma deformidade ou necessidade, nós interrompamos as operações para garantir a segurança”, explicou.
O Viaduto Guararapes estava sendo construído sobre a Avenida Pedro I, uma das principais vias de ligação com o Aeroporto Internacional de Confins e também com o Estádio Mineirão, local onde o Brasil enfrenta a Alemanha amanhã (8) às 17h pelas semifinais da Copa do Mundo. Por causa do acidente, que obstruiu a avenida, e também para evitar problemas de mobilidade urbana na chegada ao local do jogo, a prefeitura de Belo Horizonte decretou feriado na capital para esta terça-feira.
De acordo com Alves, como os trabalhos têm previsão de término em até 48 horas e não serão acelerados em função da partida no Mineirão. “Não estamos preocupados com o jogo da Copa do Mundo. Estamos preocupados com a segurança dos trabalhos de operação e a garantia da prova da perícia”, falou.
O acidente aconteceu por volta das 15h de quinta-feira. O viaduto em obras despencou e atingiu um micro-ônibus, um carro e dois caminhões. Duas pessoas morreram e 23 pessoas ficaram feridas no acidente, de acordo com o número definitivo de vítimas divulgado pela prefeitura.
Alves disse à Agência Brasil que, no acidente, nenhum prédio próximo ao viaduto foi abalado. “Vistoriamos os prédios vizinhos e nenhum apartamento apresentou danos. Estamos em contato permanente com uma comissão de moradores”, falou ele.
Inicialmente prevista para ser entregue em junho, a obra estava em fase de acabamento, com previsão de ser concluída no final deste mês. As obras do sistema BRT (sigla em inglês para Transporte Rápido por Ônibus) em Belo Horizonte, estão sendo executadas pela Cowan, incluindo a do viaduto acidentado. Em nota, a construtora garantiu que todos os procedimentos e material usado passaram pelos testes obrigatórios sem apresentarem qualquer problema, atendendo a todas as normas vigentes.
Previsto para ser entregue em junho, o Viaduto Guararapes estava em fase de acabamento e deveria ser concluído no fim deste mês. No início de fevereiro, outro viaduto do mesmo complexo viário, o Montesi, teve que ser interditado devido a um problema estrutural – parte da construção se deslocou lateralmente, cerca de 30 centímetros, em relação à estrutura. Após o desabamento, a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura anunciou que todos os viadutos que fazem parte do sistema BRT passarão por inspeções.
Fonte - Agência Brasil  07/07/2014

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Operação do VLT pode começar apenas por São Vicente

Transportes sobre trilhos

A expectativa de avançar os trabalhos em Santos pode ser resolvida em conversas nesta semana. EMTU e Prefeitura precisam se entender quanto à interdição de vias importantes para a execução das obras do VLT – principalmente os trechos que cruzam os canais.

A Tribuna
foto - ilustração
Não é o que esperamos, mas já chegamos a conversar sobre essa possibilidade”. É com certa resignação que o gerente de Projeto e Implantação de Sistema da EMTU, Carlos Romão Martins, comenta a possibilidade de a operação comercial do VLT começar apenas por São Vicente. Com 85% das obras concluídas, o trajeto vicentino está muito mais avançado que o trecho santista.
A expectativa de avançar os trabalhos em Santos pode ser resolvida em conversas nesta semana. EMTU e Prefeitura precisam se entender quanto à interdição de vias importantes para a execução das obras do VLT – principalmente os trechos que cruzam os canais.
O descarregamento do primeiro trem do VLT ocorreu na manhã desta terça-feira na estação da Linha Amarela, em São Vicente, próxima ao cruzamento com a Rua Amador Bueno da Ribeira.
“Nos canais 1, 2 e 3, nas vias permanentes, nós não conseguimos fazer praticamente nada ainda. Estamos discutindo a menor interferência no tráfego. A Prefeitura sinaliza a intenção de fazer um trecho de cada vez. Mas nós entendemos que precisamos fazer a obra avançar com uma logística adequada. Ou seja, ela precisa vir num ritmo e em sequência”, afirma Romão, citando que serão feitas nove pontes nesses locais.
Caso o desejo da Prefeitura prevaleça, a EMTU cogita prorrogar o prazo de conclusão. A obra, prevista para junho, poderá avançar até dezembro de 2015. “É uma situação complicada, pois os pátios ficam em Santos e, a partir do final deste ano, vamos receber duas composições completas por mês”.
A assessoria de imprensa da Prefeitura de Santos afirma que o cronograma de obras depende da EMTU. Citou, porém, que cada etapa de interdição é planejada pela CET para que haja o mínimo de transtorno ao trânsito. A população, segundo o órgão, será avisada previamente das mudanças viárias, e a intenção é que os impactos viários sejam mínimos.
No trecho vicentino, medidas radicais foram tomadas nos últimos meses, gerando reclamações e contratempos no trânsito. A principal delas foi a derrubada do viaduto da Avenida Antônio Emmerich. Também se fecharam os cruzamentos das Ruas Campos Salles, Ipiranga e XV de Novembro, ligados ao Centro.
Fonte - Revista Ferroviária  28/05/2014

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Governo da Bahia reajusta gratificação de policiais militares

Bahia

Primeiros tenentes ganharão reajuste na CET de 110% para 125% - Divulgada nesta sexta-feira, 23, a medida, segundo o Governo, aumentará em R$ 55,1 milhões as despesas com pessoal. O benefício foi validado em resolução do Conselho de Política de Recursos Humanos (Cope).

A Tarde
Da Redação
Lúcio Távora | Ag. A TARDE
O Governo do Estado começa a pagar, a partir de junho, até 28% de CET (Condições Especiais de Trabalho) para 27.745 praças da Polícia Militar. A gratificação é concedida a servidores com jornada prolongada ou que estejam atuando em projetos especiais. Divulgada nesta sexta-feira, 23, a medida, segundo o Governo, aumentará em R$ 55,1 milhões as despesas com pessoal. O benefício foi validado em resolução do Conselho de Política de Recursos Humanos (Cope).
Também serão contemplados, de acordo com o Governo, 2,3 mil policiais - entre soldados, cabos, sargentos e subtenentes - que não recebiam gratificação e passarão a ganhar, no percentual de 25%. Estes profissionais trabalham na área administrativa da corporação. O percentual da área operacional - que envolve 17,2 mil policiais - será de 45%, enquanto os primeiros tenentes ganharão reajuste na CET de 110% para 125%.
Em novembro, será antecipada a GAP V (Gratificação por Atividade Policial). Com esta medida, o soldado passa a receber R$ 3.328,95; cabo, R$ 3.550,86; 1° sargento, R$ 3.871. Em 2014, somando-se o reajuste geral dos servidores públicos, a antecipação da GAP V e a CET, os soldados terão ganho médio de 17,72%, diz o Governo.
Outro benefício é a concessão do Prêmio por Desempenho Policial (PDP), em abril deste ano, a cerca de 27 mil profissionais que trabalham em 29 Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisps) do estado. No total, o pagamento do incentivo, que integra o programa Pacto pela Vida, somou R$ 40,5 milhões. O benefício contemplou delegados, oficiais, peritos e analistas técnicos (R$ 4 mil) e investigadores, escrivães, praças e peritos técnicos (R$ 2,8 mil).
Fonte - A Tarde  23/05/2014

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Ônibus anfíbio de turismo começa a receber passageiros no Rio

Turismo

Projeto de empresários brasileiros, o veículo percorre água e asfalto

Vinícius Lisboa 
Repórter da Agência Brasil 

As árvores do Aterro do Flamengo e as águas da Baía de Guanabara podem ser vistas em um único passeio partir de hoje (1º), e só quem precisará trocar de assento é o motorista, que cede lugar ao marinheiro quando o ônibus anfíbio Duck Copacabana desce a rampa da Marina da Glória e entra no mar. Projeto de empresários brasileiros, o veículo é o primeiro do Brasil a percorrer água e asfalto em um trajeto turístico.
"Tivemos a ideia quando fizemos o passeio em Boston. Conversando, até pensamos em comprar um lá fora, mas achamos melhor fazer aqui mesmo. Somos engenheiros", conta Ilídio Soares, um dos sócios da Duck Tour Brasil. "Isso há cinco anos. Começou como uma brincadeira, para a gente mesmo andar."
O passeio custa R$ 100 por pessoa e dura uma hora e meia. O valor supera os R$ 55 dos Trens do Corcovado, e os R$ 62 do Bondinho do Pão de Açúcar. Cariocas com comprovante de residência, crianças de até 10 anos e idosos pagam meia. Como o ônibus só tem 28 lugares, a empresa recomenda que os interessados cheguem antes da hora do passeio. O primeiro horário do dia é às 10h, e, o último, às 17h.
O percurso começa no bairro da Urca, bem em frente à Estação do Bondinho. De lá, o ônibus de 3,70 metros de altura contorna a Enseada de Botafogo e entra no Aterro do Flamengo, passando apenas 20 centímetros abaixo das passarelas do parque. Pelas janelas, passam algumas das paisagens mais características da cidade, como o Cristo Redentor, o vai e vem dos teleféricos entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar e o paisagismo de Burle Marx. Quando passa para o mar, o veículo sai da Marina da Glória e faz uma volta que mostra, além das montanhas do Rio, a orla de Niterói ao longe, os aviões que pousam e decolam no Aeroporto Santos Dumont e a Praia do Flamengo.
O ônibus não tem ar-condicionado, e Ilídio defende a opção afirmando que as janelas garantem a brisa e colocam o passageiro em contato com a paisagem: "Faz parte da aventura". Na primeira parte da viagem, por terra, a velocidade pode passar dos 60 quilômetros por hora, mas, na segunda, o ônibus passeia a 3,5 nós, o que equivale a cerca de seis quilômetros por hora.
"A ideia é que as pessoas possam fotografar e contemplar bastante", diz Paulo Vasconcellos, que também é sócio da empresa. Na descida e na subida pela rampa, a transição é suave, e a sensação é a de uma ladeira comum.
Para oferecer o serviço, os empresários tiveram que registrar o veículo no Departamento de Trânsito (Detran) e na Capitania dos Portos. A autorização para navegar levou oito meses para ficar pronta: "Eles exigiram muito porque é um veículo novo e quiseram ter certeza. Testaram de todas as formas e inclinações", diz Ilídio Soares.
O empresário explica porque considera o Duck Copacabana seguro: "Compramos um chassi de ônibus, transformamos com tração nas quatro rodas para ter mais capacidade de subir rampas, e, a partir daí desenvolvemos novas técnicas. Ele é todo seccionado e tem quatro compartimentos estanques. Se der algum furo, ele é bem seguro. Os compartimentos estanques têm isopor naval. Se furar, não enche de água. Continua com uma flutuabilidade muito grande". O grupo pensa em expandir o serviço em números de ônibus e já trabalha no desenvolvimento de um carro de passeio com as mesmas capacidades.
Com toda a família, Patrícia Schimitt elogiou o investimento depois de participar de um passeio experimental nessa sexta-feira (31): "É uma vista privilegiada e não habitual até para o carioca. A cidade está precisando de mais atrações diferentes. Vêm a Copa do Mundo e as Olimpíadas e a gente tem que caprichar, porque vamos viver disso."
Durante seu passeio de bicicleta pela Urca, Graça Mendes, de 58 anos, dona de um bar na Lapa, já tentava se informar para fazer o passeio: "Esse é o sonho de todo mundo que é da minha época e via o James Bond entrar na água com aqueles carros".
Fonte - Agência Brasil  01/02/2014

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Plataforma P-55 começa a operar no Campo de Roncador

Economia

Vitor Abdala
Agência Brasil
Rio de Janeiro – A plataforma P-55, da Petrobras, entrou em operação ontem (31) no Campo de Roncador, na Bacia de Campos. Segundo a empresa, a plataforma pode processar 180 mil barris de petróleo e comprimir 6 milhões de metros cúbicos de gás natural.
No Campo de Roncador, estão em operação duas plataformas (P-52 e P-54). Uma quarta, a P-62, deixou o estaleiro em Ipojuca, em Pernambuco e está sendo levada para a Bacia de Campos.
De acordo com a Petrobras, a obra da P-55 integra o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. A construção e a integração dos módulos da plataforma foram feitos no Brasil. A unidade teve índice de conteúdo local de 79%.

foto - ilustração
Fonte - EBC  01/01/2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Marco Civil da Internet começa a ser discutido esta semana

 Internet

Priscilla Mazenotti 
Radioagência Nacional

Comissão Geral da Câmara dos Deputados
 vai debater, a partir da quarta-feira (6),
 regulamentação do uso da plataforma no Brasil. 




Veja aqui a matéria

Fonte - Portal EBC 04/11/2013