Mostrando postagens com marcador Roma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roma. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Nos Trilhos de Roma

Ponto de Vista  🚄  🚇

Hoje, a capital romana é a terceira cidade mais visitada da União Europeia, depois de Londres e Paris e recebe uma média de 10 milhões de turistas por ano.Caminhar pelas ruas estreitas da “Cidade Eterna” revelou-se para mim, por meio das obras de arte de praticamente todos os períodos arquitetônicos, um gigantesco tesouro. Um verdadeiro tesouro a céu aberto!

Vicente Vuolo*
foto - ilustração/Pregopontocom
Minha viagem pela Itália chega a Roma, uma das cidades mais importantes para a humanidade, pelo que representa no desenvolvimento da história e da cultura mundial e na construção da Civilização Ocidental.
Seu passado incomparável abrange mais de 2.500 anos, desde a fundação lendária em 753 a.C. por Rômulo, que segundo a tradição romana, foi o primeiro rei de Roma.
Hoje, a capital romana é a terceira cidade mais visitada da União Europeia, depois de Londres e Paris e recebe uma média de 10 milhões de turistas por ano.
Caminhar pelas ruas estreitas da “Cidade Eterna” revelou-se para mim, por meio das obras de arte de praticamente todos os períodos arquitetônicos, um gigantesco tesouro. Um verdadeiro tesouro a céu aberto!
A arquitetura da Roma imperial é uma combinação dos estilos etrusco e grego clássico que se desenvolveu aos poucos e deu origem às novas linhas romanas baseadas em arcos, abóbadas e domos.
A primeira pausa da caminhada foi na Fonte de Trevi, encostada na fachada do Palácio Poli, hoje museu. A maior e mais famosa fonte de construção barroca, criada por Nicola Salvi, foi concluída em 1762. No centro está a figura de Netuno, com dois tritões: um tentando domar um cavalo-marinho rebelde e outro conduzindo um animal mais tranquilo, em uma referência às diferentes condições do mar. O monumento foi o cenário de vários filmes da Itália e de Hollywood. Em 2016, foram recolhidos um milhão e meio de euros em moedas atiradas para a fonte para a realização de um desejo.
No percurso pela importante Via del Corso, uma parada para saborear o delicioso sorvete italiano, que para muitos, é o melhor do mundo. Mais à frente, depois de cruzar a Piazza Venezia, já na Via del Fori Imperiali, finalmente, adentrei no centro simbólico do mundo romano, tendo a direita o Fórum Romano e, no final da avenida, o Coliseu.
Para perceber melhor o conjunto do Fórum Romano, construído em 179 a.C., pude observá-lo do alto do monte Capitolino, antes de percorrer suas vias emaranhadas, repletas de ruínas de templos, arcos e basílicas. Pelo trajeto da Via Sacra que atravessa o Fórum, seguiam os religiosos e as procissões trinfais em direção ao Templo de Júpiter, no Campidoglio.
O próximo passo foi chegar ao Coliseu. Fiquei impressionado, por dentro e por fora, com a sua grandiosidade, poderia abrigar entre 50 e 80 mil espectadores. Embora parcialmente arruinado por causa de danos causados por terremotos e saques, o Coliseu é ainda o maior e mais famoso símbolo do Império Romano. É uma das atrações turísticas mais populares de Roma e tem também conexões com a Igreja
Católica Romana, pois a cada Sexta-Feira Santa, o Papa guia a Via Crúcis que começa na área em torno do Coliseu.
E foi nos arredores dessa belíssima arena, observando o Arco di Constantino e, depois, em direção ao Circo Massimo (um antigo estádio utilizado para corrida de bigas que podia acomodar cerca de 150 mil espectadores) que me deparei, para a minha alegria, com o Veículo Leve sobre Trilhos deslizando nos trilhos de Roma. O VLT tem grande importância na “Cidade Eterna”, isto porque todas as vezes que se iniciam as escavações para uma nova linha de metrô, se encontram algumas ruínas, pedaços de algum Sítio Arqueológico. Ou seja, paralisa toda a obra. Por isso, o metrô de Roma possui apenas 60 km de trilhos.
Para combater o trânsito caótico, barulho de buzinas e estresse no trânsito, o metrô de superfície ou VLT foi a solução encontrada. Com 6 linhas: (2) Piazza Mancini – Piazza le Flamínio; (3) Piazza Thorwaldsen (Trastevere); (5) Giovanni Amendola – Piazza dei Gerani; (8) Torre Argentina (Trastevere); (14) Giovanni Amendola – Palmiro Togliatti; e (19) Piazza Risorgimento – Piazza dei Gerani, formando 40 km de extensão, o VLT se desponta como um transporte limpo e ágil.


Uma inspiração para nossa Cuiabá. Um transporte de massa, que se adapta ao volume de tráfego e horário e, ao mesmo tempo, impacta muito pouco a arquitetura e o meio ambiente, em custo muito inferior ao metrô. Mas aqui talvez faltem líderes de visão. Uma pena!
*Vicente Vuolo é Economista e Cientista Político
Por Vicente Vuolo via e mail  05/12/2019

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Linha C do metrô de Roma e conectada as outras linhas da rede

Transportes sobre trilhos  🚇

A primeira fase da Linha C entre o Monte Compatri-Pantano e o Parco di Centocelle foi inaugurada em 2014, levando-a ao alinhamento da superfície de uma antiga rota de bonde interurbano. A seção de túneis entre Parco di Centocelle e Lodi foi comissionada no ano seguinte.

Metro Report
foto - ilustração
A linha C do metrô Roma foi conectada a rede existente de metrô da cidade em 12 de maio com a abertura da extensão da estação de Lodi para San Giovanni, onde feita a conexão com a Linha A.
A primeira fase da Linha C entre o Monte Compatri-Pantano e o Parco di Centocelle foi inaugurada em 2014, levando-a ao alinhamento da superfície de uma antiga rota de bonde interurbano. A seção de túneis entre Parco di Centocelle e Lodi foi comissionada no ano seguinte. A última extensão e composta por uma linha de 19,1 km com 22 estações. Os serviços são operados com uma frota de 30 trens de seis carros fornecidos pela AnsaldoBreda.
Uma extensão adicional de San Giovanni para o Coliseu, com uma estação intermediária, está atualmente em construção.
Fonte - Metro Report Internacional  14/05/2018

sábado, 2 de dezembro de 2017

O operador italiano NTV confirma a estréia dos novos trens Italo Evo em Dezembro

Transporte sobre trilhos  🚅

Cidades italianas atendidas por linhas de trens de alta velocidade (TAV) da operadora Nuovo Transporto Viaggiatori (NTV),terão o numero de viagens ampliadas e novos serviços com a entrada oficial em operação das 17 novas composições de trens italo Evo da Alstom,agora em Dezembro 

Da Redação
foto - ilustração
O operador privado de trens de alta velocidade (TAV) Nuovo Transporto Viaggiatori (NTV) anunciou em 29/11  que os quatro primeiros trens das 17 composições italo Evo entrarão oficialmente em serviço no dia 7 de dezembro. O anúncio foi feito durante uma apresentação de uma composição Evo em Roma, quando os convidados  viajaram no trem num trecho entre as estações Termini e Tiburtina.
A NTV também anunciou que está aumentando o número de serviços entre Roma e Milão de 40 a 50 trens por dia, com saídas de meia hora em ambas as direções durante a maior parte do dia. Haverá um serviço sem escalas adicional que sairá de Milão às 06h00 e chegando a Roma em 08.59, bem como um serviço 20.35 da Milano Centrale com destino a Roma Termini às 00.05.  A NTV está divulgando também mais outros serviços, Roma/Firenze e lançando conexões Italobus para resorts de esqui no norte da Itália, de Verona e Torino.
A entrega da frota completa das composições Italo Evo da Alstom, permitirá que a NTV opere serviços adicionais durante o ano de 2018, inclusive na rota  Torino/Milano/Venezia.
Os 17 novos trens Italo Evo aumentarão o numero de trens da frota da NTV em 65%, permitindo oferecer viagens mais frequentes e mais conexões, lançando novas rotas e atendendo mais estações ".
Com informações da Railway Gazette  01/12/2017

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Terremoto na Itália - Passa de 120 o número de mortos na tragédia

Terremoto

O terremoto, de magnitude 6,0, destruiu parcialmente pelo menos três vilarejos em uma área montanhosa a nordeste de Roma e também deixou pelo menos 368 feridos,há pelo menos 120 vidas destruídas

Sputnik
Sputnik
O forte terremoto que abalou a região central da Itália nesta quarta-feira (24) fez pelo menos 120 vítimas mortais e destruiu quase que completamente vários vilarejos, onde as buscas por possíveis sobreviventes presos em escombros continua noite adentro.
"Há pelo menos 120 vidas destruídas e isso não é uma conta definitiva", disse no início da noite o líder italiano Matteo Renzi, em entrevista coletiva.
O terremoto, de magnitude 6,0, destruiu parcialmente pelo menos três vilarejos em uma área montanhosa a nordeste de Roma e também deixou pelo menos 368 feridos, disse Renzi.
As declarações do premiê foram dadas pouco depois de ele visitar Amatrice, um dos lugares mais afetados, onde se reuniu com as equipes de resgate.
Dezenas de voluntários, bombeiros e membros da guarda de proteção civil se preparam para virar a noite em escavações na esperança de encontrar mais sobreviventes.
Acampamentos foram instalados na proximidade dos lugares mais afetados para acomodar cerca de 2.500 pessoas que ficaram desabrigadas devido à tragédia.
Fonte - Sputnik  24/08/2016

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Obras do metrô de Roma revelam maior depósito hídrico do Império Romano

Internacional

O depósito foi descoberto no bairro de San Giovanni, no "interior de uma empresa agrícola de Roma Imperial", segundo confirmou a responsável científica pelas escavações arqueológicas na zona, Rossella Rea.

EFE
foto-ilustração/controversia
Um depósito hídrico capaz de armazenar mais de quatro milhões de litros de água, "o maior descoberto até agora" da época do Império Romano, foi encontrado nos trabalhos de escavação para a terceira linha de metrô de Roma, informaram os responsáveis nesta quarta-feira (3).
O depósito foi descoberto no bairro de San Giovanni, no "interior de uma empresa agrícola de Roma Imperial", segundo confirmou a responsável científica pelas escavações arqueológicas na zona, Rossella Rea.
Para Rea, trata-se de um depósito "tão grande que excede o perímetro do lugar", por isso não foi possível "descobri-lo totalmente".
As arqueólogas Francesca Montella e Simona Morretta explicaram que o depósito "podia conservar mais de quatro milhões de litros de água".
"O depósito mede cerca de 35x70 metros e parece provável que sua função principal foi servir como reserva para a água destinada aos cultivos, mas também ser um espaço para fazer frente às inundações do rio próximo", explicaram as arqueólogas.
"As obras da nova estação de metrô permitiram ampliar o campo das investigações arqueológicas, algo que de outra maneira não teria sido possível. É a oportunidade de conhecer a história do território e do ser humano presente nesta zona desde finais do século VII a. C.", disse Rea.
Além disso, a responsável científica pelas escavações arqueológicas afirmou que "as informações históricas que Roma tinha até agora sobre o bairro de San Giovanni eram poucas".
Já no restante da capital foram descobertas "estruturas republicanas e imperiais existentes até finais do século III" que se ocultavam sob terra e que saíram à luz graças a obras e escavações recentes.
Fonte - Revista Ferroviária  03/12/2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Construção do metrô de Roma: uma história sem fim

Roma-Itália

O trânsito caótico e a falta de uma ambiciosa rede de metrô que o alivie se somam, entre outros, aos principais problemas de mobilidade na cidade de Roma, um feito que os turistas constatam e os moradores sofrem diariamente.

Exame
Roma Itália / foto ilustração - Pregopontocom
A capital da Itália conta com duas linhas de metrô transversais e uma terceira em construção cujas obras, envoltas em várias polêmicas sobre o custo, o impacto ambiental e os contínuos atrasos, começaram há oito anos e mal chegaram à metade do previsto.
O trânsito caótico e a falta de uma ambiciosa rede de metrô que o alivie se somam, entre outros, aos principais problemas de mobilidade na cidade de Roma, um feito que os turistas constatam e os moradores sofrem diariamente.
Duas linhas de metrô conectam, por enquanto, diferentes pontos da capital italiana com uma única opção de troca na estação Termini com as frequentes multidões em torno desse ponto da rede.
As obras da linha C do metrô chegaram à metade oito anos após o início, o dobro do tempo previsto, e após 24 anos do primeiro e diferente projeto original. Essa linha ligará, por exemplo, o bairro de São João de Latrão - onde os trabalhos estão mais avançados - ao Coliseu e à Praça de São Marcos.
Uma série de despropósitos atravancaram em várias ocasiões os trabalhos de construção, assim como a duplicação do custo, orçado inicialmente em 2,6 bilhões de euros e que já passou de 5 bilhões.
Um dos últimos episódios aconteceu em 17 de julho, quando o prefeito de Roma, Ignazio Marino, cancelou o contrato com a empresa Roma Metropolitane, até então responsável pelas linhas da capital, por má gestão das obras que já são investigadas pela Procuradoria de Roma.
O órgão também indaga sobre um incidente no metrô em 15 de julho, quando uma barra de aço se desprendeu sobre a cabine de um maquinista da linha A perto da parada Flaminio, junto à Praça di Popolo.
O prefeito garantiu que a abertura da nova linha C acontecerá no próximo dia 11 de outubro no trajeto Pantano-Centocelle, dois pontos da cidade; uma data que deixa em dúvida a associação Italia Nostra.
Por tudo isso e ao considerar que esses trabalhos podem prejudicar o patrimônio histórico de monumentos emblemáticos como o Coliseu ou a integridade dos restos arqueológicos dos Fóruns imperiais, a Justiça solicitou um novo relatório de impacto ambiental para desviar o trajeto da nova linha para o Circo Maximo.
Em entrevista coletiva, a vice-presidente da Italia Nostra, Mirella Belvisi, advertiu que se a linha passar por esses pontos, do Coliseu à Praça de São Marcos, "haverá problemas gravíssimos".
Ela apontou, no entanto, que a passagem pelo outro lado, pelo Circo Maximo, representaria "uma diminuição muito grande dos custos".
Nicola Scalzini, conselheira dessa associação e ex-subsecretária de Estado de Trabalho, propôs desviar a nova linha para a estação de Pirâmide, onde fica a estação Ostiense que liga Roma à marítima cidade de Ostra e ao aeroporto de Roma.
Com um cargo de responsabilidade na construção da linha há dois anos, o engenheiro Gaetano Tancredi, é crítico sobre o desenrolar das obras.
"O projeto é mal feito, foi mal desenvolvido e nunca foi discutido nada a respeito".
Tancredi pôs em dúvida a data de abertura anunciada pelo prefeito e alertou dos riscos de construir uma estação no Castelo Sant"Angelo. Segundo ele, seria uma "operação de alto risco" que espera que não seja feita porque seria preciso escavar sob o Rio Tibre muito perto da margem.
A história da construção do metrô de Roma ainda tem muitos capítulos pela frente, problemas políticos e econômicos à parte, pela grande quantidade de detalhes arqueológicos que o subsolo de uma cidade conhecida como "eterna" ainda esconde.
Fonte - Revista Ferroviária  03/09/2014

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Roma e a vez do pedestre passar

Mobilidade

Roma: com proibição do carro, é a vez do pedestre passar 
“Eu não acho que qualquer outra cidade no mundo teria transformado o Coliseu, provavelmente o mais famoso monumento do planeta, em uma rotatória” – Ignazio Marino, prefeito de Roma

A avenida Fori Imperiali tomada por carros, quando ainda eram permitidos.
 Em agosto, o local foi devolvido para os pedestres. (Foto: Peter Carr) 

Luísa Zottis
10/10/2013
Por décadas, parte da história de Roma foi tomada por carros e as icônicas vespas, circulando livremente pela avenida Fori Imperiali, que liga a Piazza di Venezia ao Coliseu. Mas, em agosto deste ano, esse cenário típico de um filme italiano mudou. O prefeito da cidade, Ignazio Marino, baniu de vez os automóveis do local.
O espaço, tomado pela memória da época imperial e pela névoa cinza da poluição, foi finalmente devolvido às pessoas, quebrando um paradigma de trinta anos – quando a discussão de restringir ou não os carros começou.
Alguns ainda acreditam que uma só para pedestres é ruim para a “mobilidade” e para o comércio local, numa cidade onde 970 em cada mil adultos têm carro e a velocidade média é de 15km/h. Enquanto isso, os apaixonados por cidades e mobilidade urbana já podem usufruir, e um local seguro, saudável e mais humano.
Se a cidade é o reflexo de seus governantes, tudo indica que os habitantes de Roma e, por que não, do mundo todo – já que a cidade é uma vitrine global – podem celebrar. Marino, eleito há apenas dois meses, chegou à posse pedalando. E assim continua fazendo.
nova Fori Imperiali: paraíso do pedestre.
 (Foto: reprodução/Tumblr) 
E sua ambição não estaciona no Coliseu. Ele pretende banir os automóveis do entorno local e transformar a região no maior polo arqueológico do mundo. É bom lembrar que a Fori Imperiali (o foco da transformação), que era exclusiva aos pedestres somente nos domingos, ainda permite a passagem de ônibus e bicicletas.
“Temos que escolher se queremos carros ou valorizamos nossos monumentos”, ressaltou o prefeito à agência Reuters. E mais do que conservar a história, a medida preserva a segurança e a saúde das pessoas que circulam no local. Menos carros significa ar mais limpo, cidade mais segura e mais pessoas nas ruas.
É vontade de trabalhar, sem medo da rejeição e pensando no bem da cidade que o prefeito de Roma está deixando, sem dúvidas, um novo legado para o antigo império romano.

Fontes: New York Times, NBC News, Sunday Times
Fonte - The City Fix Brasil

segunda-feira, 28 de março de 2011

VAMOS PEDALAR

Ciclovias
                                                                                                                                                      
Não basta apenas criar ciclovias que enfeitem ou tomem espaços nas vias publicas sem o menor objetivo,é preciso que as mesmas sejam planejadas e pensadas com a finalidade de produzir efeitos positivos,observando-se critérios de origem e destino e a sua integração com outros modais de transportes,para que elas sejam uteis e cumpram verdadeiramente a sua finalidade e o seu papel.

Da Redação
ciclofaixa Paris/foto - Pregopontocom
A Bicicleta como uma boa alternativa para a complementação da Mobilidade Urbana Sustentável, pode e deve ser adotada principalmente por se tratar de um veiculo não poluente de baixo custo e que ocupa pouco espaço nas vias publicas, mais é preciso que esse modelo tenha a necessária atenção por parte das autoridades de transito,com criação
de campanhas educativas para que os ciclistas tomem conhecimento das regras básicas de transito e saibam como se comportar nas vias publicas e os motoristas saibam respeita-lo para que os mesmos possam pedalar com toda tranqüilidade e segurança.Não basta apenas criar ciclovias que enfeitem ou tomem espaços nas vias publicas sem o menor objetivo,é preciso que as mesmas sejam planejadas e pensadas com a finalidade de produzir efeitos positivos,observando-se critérios de origem e destino, e a sua integração com outros modais de transportes,para que elas sejam uteis e cumpram verdadeiramente a sua finalidade e o seu papel.

Táxi triciclo Lyon/foto Pregopontocom
Lyon França/foto - Pregopontocom











Estação de bicicleta Vélo'v  Lyon
foto - Pregopontocom
Além disso a instalação de bicicletarios nos principais terminais de ônibus e estações  de trem para que os Usuários possam usar as suas Bicicletas como complementação do transporte principal, e a implantação de estações automáticas para aluguel de bicicletas possibilitando a entrega da mesma em qualquer outra estação em outro ponto da cidade,com o uso de cartão eletrônico seria um grande passo para utilização desse veiculo de maneira mais fácil, democrática  e inserindo-o de maneira definitiva e positiva no contesto da Mobilidade Urbana Sustentável.


Ciclofaixa Lyon França
foto - Pregopontocom
Estação de Bicicletas Vélo'v Lyon
foto-Pregoponto


Faixa exclusiva ônibus e bicicletas/França
foto - Pregopontocom

Pregopontocom  28/03/2011