UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Abandono do polo naval de Rio Grande do Sul

Economia  🚢

Sem a presença de algum representante do primeiro escalação do governo de José Ivo Sartori (PMDB), os participantes descreveram um cenário de abandono, com dezenas de milhares de empregos perdidos e transformação em sucata de plataformas que seriam utilizadas para a exploração de petróleo. Em diversos momentos, o que ocorreu na região foi descrito como um "crime contra a nação" ou "crime lesa pátria", isto é, contra a soberania nacional.

Sul 21
foto - ilustração
Em audiência pública realizada na manhã de segunda-feira (28/08), na Plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, a Frente Parlamentar em Defesa do Polo Naval de Rio Grande, proposta pelo deputado estadual Nelsinho Metalúrgico (PT), debateu a situação do indústria naval desenvolvida no Estado e seus impactos em Rio Grande, São José do Norte e outros municípios cujas empresas eram fornecedoras de equipamentos para o polo.
Sem a presença de algum representante do primeiro escalação do governo de José Ivo Sartori (PMDB), os participantes descreveram um cenário de abandono, com dezenas de milhares de empregos perdidos e transformação em sucata de plataformas que seriam utilizadas para a exploração de petróleo. Em diversos momentos, o que ocorreu na região foi descrito como um "crime contra a nação" ou "crime lesa pátria", isto é, contra a soberania nacional.
A frente parlamentar foi lançada em 18 de abril deste ano, como um "pedido de socorro" para salvar os empregos e empresas locais. Presente na ocasião, o prefeito de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer, diz que pouco ou nada avançou desde então. Pelo contrário, na verdade, com a notícia de que a plataforma P-72 será "picotada" e vendida a preço de sucata, a P-73 será abandonada e a P-71, que está em estágio avançado e conclusão e sobre a qual havia uma expectativa de que pudesse ser concluída, também terá como destino virar ferro velho. "Existe um cenário de decisão política nacional, uma mudança na política industrial, inclusive na própria Petrobras, acompanhando uma visão de país como Nigéria, Angola, que são meros produtores de petróleo. Ao contrário de outros, como Canadá, México, Noruega e outros tantos que utilizam o petróleo para o desenvolvimento do país", diz.


Durante a audiência, Lindenmeyer e outros participantes lembraram que a Noruega, a partir da receita do petróleo, criou um fundo soberano que hoje tem R$ 900 bilhões em reservas e tem como um de seus objetivos financiar a educação e saúde da população local quando acabar os recursos do petróleo. "O Brasil está fazendo uma mudança de 180 graus na sua política industrial, com três grandes estaleiros consolidados entre Rio Grande e São José Norte, com capacidade de absorção de 30 mil empregos diretos, com capacidade de geração de seis a sete indiretos para cada emprego direto. Então, não é um problema de Rio Grande ou São José do Norte, mas de toda uma cadeia fornecedora de bens, da indústria nacional brasileira, que para construção de plataformas têm um crescimento de valor agregado extraordinário. O que está sendo dito para o país é que o tamanho do Brasil é para ser 'Agro, tech e pop', ou seja, a indústria é para fornecer implementos agrícolas e pouco mais do que isso. O resto é papel lá fora. Do meu ponto de vista, essa mudança é um crime a nação brasileira e Rio Grande e São José do Norte estão recebendo impacto direto através do desemprego, da fome, de pessoas que se qualificaram pelo Prominp, pelo Pronatec, de estaleiros que tiveram tiveram a curva de aprendizagem com equipamentos de última geração e logo ali adiante estarão com os canteiros parados, só com pessoal empregado para manutenção ou para picotar equipamentos", diz Lindenmeyer.
Segundo o prefeito, no pico do polo naval, entre 21 e 23 mil trabalhadores estavam empregados diretamente na indústria naval. Hoje, há cerca de 2 mil trabalhadores e a expectativa é de que, em quatro meses, esse número será reduzido para cerca de 400. Ele cobra que o governo do Estado assuma a linha de frente da luta pelo polo naval, especialmente porque foram investidos mais de 6 bilhões de dólares na indústria do Estado, o que inclui empresas de Marau, Nova Hamburgo, Caxias, Charqueadas, Canoas, Passo Fundo, entre outras cidades, que forneciam bens para essa industria. "Infelizmente, o impacto que está sendo gerado é debastador. Nós saímos de um orçamento, em 2009, de pouco mais de R$ 200 milhões, para que, no ano passado, tivéssemos alcançado pouco mais de R$ 700 milhões. Somente nesse ano, nós teremos uma retração que significará entre R$ 50 e R$ 70 milhões a menos para os cofres públicos", diz o prefeito, acrescentando que o Estado tem atuado de "forma acanhada" e que o governador José Ivo Sartori deveria estar na linha de frente da questão, o que não ocorre.
Lindenmeyer ainda critica o fato de que, em nome do combate à corrupção, quebrou-se a indústria naval brasileira. "Vemos a Samsung na Coreia do Sul participando de um escândalo, mas pergunta: vão derrubar a Samsung? Ou os EUA quando teve a crise imobiliária derrubou o país? Não, o estado foi para a linha de frente reverter o quadro. Aqui não, parece que querem a Petrobras, com a Eletrobras, então é um cenário realmente difícil e na carona temos que ficar atentos a própria Caixa, Banco do Brasil, BNDES, é uma política que, do meu ponto de vista, é um atentado à nação brasileira".
Fonte - Portogente  29/08/2017

terça-feira, 13 de junho de 2017

Projeto de expansão do Trensurb prevê aeromóvel em cidades da região

Transportes sobre trilhos  🚄

Uma linha de aeromóvel ligará o Centro de Novo Hamburgo até o bairro Canudos, o mais populoso do Município. A proposta é de que o trecho tenha quatro quilômetros, com dois terminais e duas estações.

Diário de Canoas - Abifer
foto - ilustração/arquivo
O projeto de expansão do Trensurb prevê ampliação dos atuais 46 quilômetros para cerca de 115 quilômetros, com o uso de linhas do Aeromóvel em novos trechos entre Porto Alegre e Novo Hamburgo e também em Cachoeirinha, Gravataí, Alvorada e Viamão, cidades hoje fora do sistema.
A proposta faz parte de um estudo da empresa Aeromóvel do Brasil e da China Railway First Group Engenharia (CREC) entregue, nesta segunda-feira (12), ao secretário-executivo do Ministério das Cidades, Marco Aurélio de Queiroz Campos, em reunião na Casa Civil da Presidência da República.
“Voltamos ao assunto já abordado em janeiro e com os chineses, que são os investidores, reafirmando o interesse em discutir com o governo na esfera do investimento e aumento do negócio”, resume o diretor-executivo da Aeromóvel do Brasil, Marcos Coester, que participou da reunião acompanhado dos representantes da CREC no Brasil, Zheng Jianya e Song Jingjing.
Segundo Coester, a perspectiva é de avanços na negociação nos próximos meses, visto o governo federal aguardar pelo término de um estudo de “valuation” da Trensurb, ou seja, uma avaliação da estatal quanto a preço, fluxo de caixa e gargalos da atual estrutura, que deverá estar concluído em prazo de 180 dias. “E esse é um ponto que também precisa ficar claro até para quem tem intenção de investir na Trensurb”, observa Coester, entendendo que a discussão também precisará começar a envolver o governo gaúcho e os próprios municípios para avançar.

Até Canudos
Uma linha de aeromóvel ligará o Centro de Novo Hamburgo até o bairro Canudos, o mais populoso do Município. A proposta é de que o trecho tenha quatro quilômetros, com dois terminais e duas estações. A estimativa é de que mais de 65 mil pessoas usem por dia o aeromóvel. O veículo tem capacidade para 300 pessoas e trafega a 40 km/h.
Fonte - Abifer  13/06/2017

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Governo do Rio Grande do Sul decreta estado de calamidade financeira

Economia $

De acordo com a publicação, a decisão foi tomada considerando que “a crise da economia brasileira está atingindo fortemente a capacidade de financiamento do setor público”.O decreto diz também que “a queda estimada do Produto Interno Bruto (PIB), considerados os anos de 2015 e 2016, chegará a mais de 7%, com trágicas consequências para a arrecadação de tributos”.

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Ag.Brasil
O governo do Rio Grande do Sul decretou hoje (22) estado de calamidade financeira na administração pública estadual, conforme decreto publicado no Diário Oficial do Rio Grande do Sul.
De acordo com a publicação, a decisão foi tomada considerando que “a crise da economia brasileira está atingindo fortemente a capacidade de financiamento do setor público”.
O decreto diz também que “a queda estimada do Produto Interno Bruto (PIB), considerados os anos de 2015 e 2016, chegará a mais de 7%, com trágicas consequências para a arrecadação de tributos”.
Ainda segundo o texto, a decisão levou em conta a necessidade de ações, no curto prazo, para fazer frente à crise e garantir a continuidade da prestação de serviços públicos essenciais, notadamente nas áreas da segurança pública, da saúde e da educação.
A publicação define que secretários de estado e dirigentes máximos de órgãos e entidades da administração pública estadual, sob a coordenação da Secretaria da Casa Civil, ficam autorizados a adotar medidas excepcionais necessárias à racionalização de todos os serviços públicos, salvo aqueles considerados essenciais.
O decreto entra em vigor hoje.
Fonte - Agência Brasil  22/11/2016

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Municípios atingidos por temporais no RS chegam a 163

Rio Grande do Sul

Desse total, 135 decretaram situação de emergência em razão de enxurradas, inundações e alagamentos. Dois estão em estado de calamidade pública.

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Defesa Civil auxilia municípios do Rio Grande do Sul
 atingidos pela chuva
Sacha Rochele/Defesa Civil RS/Divulgação
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou hoje (11) que chega a 163 o número de municípios afetados pela chuva em todo o estado. Desse total, 135 decretaram situação de emergência em razão de enxurradas, inundações e alagamentos. Dois estão em estado de calamidade pública.
De acordo com o boletim, 1.139 pessoas estão desabrigadas e 13.272, desalojadas. Até o momento, os temporais na região causaram a morte de duas pessoas: José Lindomar da Silva, no município de Jacutinga, e Eracildo Luiz Assmann, em Arroio do Tigre. Paula Thon, 23 anos, continua desaparecida em Arroio do Tigre, onde os bombeiros fazem buscas.
A expectativa – com base na previsão do tempo para os próximos cinco dias e no relatório do Departamento de Recursos Hídricos do RS – é que o nível do Rio Uruguai na região de São Borja, Itaqui e Uruguaiana baixe gradativamente.
Fonte - Agência Brasil  11/07/2014

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O Aeromóvel pode chegar em Canoas (RS)

Aeromóvel

Durante a reunião na Cics foi dado um passo que pode agilizar as negociações e garantir os recursos: a assinatura de um contrato com a Empresa Aeromóvel Brasil para a elaboração de um anteprojeto

Correio de Notícias
foto - ilustração/arquivo
Canoas - Na última reunião mensal do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Conselhão), na manhã desta quarta-feira, 15, o prefeito Jairo Jorge deu uma boa notícia sobre o aeromóvel que ligará Mathias Velho e Guajuviras. Durante a reunião na Cics foi dado um passo que pode agilizar as negociações e garantir os recursos: a assinatura de um contrato com a Empresa Aeromóvel Brasil para a elaboração de um anteprojeto. Com isso, o prefeito Jairo reiterou a previsão de operação do aeromóvel em 2016. Na primeira etapa o transporte segue por seis quilômetros entre a estação Mathias Velho da Trensurb e o Guajuviras e as obras podem iniciar em 2014.
Ao custo de 1,1 milhão de reais, o estudo ajudará na captação de financiamento a partir de março. A expectativa do prefeito Jairo Jorge é de que a assinatura dê celeridade ao processo de construção do primeiro trecho. "No mês de março pretendemos entregar o anteprojeto ao Governo Federal, para que sejam liberados os recursos, já aprovados pelo PAC da Mobilidade para o aeromóvel, para início de funcionamento em 2016. A utilização nesse primeiro trecho mostrará os benefícios desse modelo no transporte de massa, que possui tecnologia 100% brasileira e ambientalmente sustentável", salienta. Além de Jairo, assinou o contrato o diretor-presidente d Coester Automação S.A, Oskar Coester.
O vereador Ivo Fiorotti comemorou a boa notícia sobre o aeromóvel para Canoas. Pois, esta é uma de suas importantes bandeiras de luta, por considerar o aeromóvel de grande valia para Canoas, especialmente os bairros Mathias Velho e Guajuviras. Ainda em dezembro de 2011, o vereador Fiorotti encaminhou uma indicação à Trensurb S/A e o Ministério das Cidades, solicitando um estudo sobre a viabilidade da construção de uma via elevada de Aeromóvel na estação Mathias Velho do Trensurb, interligando o metrô com as regiões Leste e Oeste da cidade, onde estão situados os bairros mais populosos de Canoas, Mathias Velho e Guajuviras. Em 2012 foi assinado o termo de cooperação para a elaboração de projeto técnico e durante o ano Fiorotti liderou uma comissão de vereadores que acompanhou de perto o processo do aeromóvel.
O projeto do aeromóvel em Canoas está dividido em três etapas: a linha 1 ligará o Trensurb ao Guajuviras, a linha 2 irá do Trensurb ao Mathias Velho e a linha 3 da Boqueirão até o bairro Marechal Rondon, passando pelo shopping que será construído na região neste ano.
A linha 1 percorrerá basicamente as avenidas Boqueirão e 17 de Abril. Ao contrário do aeromóvel já em operação no Aeroporto Internacional Salgado Filho - o primeiro do Brasil -, este terá duas vias, permitindo o trânsito das composições simultaneamente nos dois sentidos.
O trajeto será de seis quilômetros, começando na estação Mathias Velho do Trensurb. Estão previstas nove estações. Os veículos andarão a uma velocidade média de 60 quilômetros por hora. A capacidade será de 300 passageiros por viagem e até 60 mil por dia. Seis veículos irão operar ao mesmo tempo e um ficará como reserva.
Fonte - São Paulo Trem Jeito 14/02/2014

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Aeromóvel bate recorde de usuários em dia de operação especial

Aeromóvel

Revista Expansão
foto - ilustração
A fim de contribuir para a mobilidade dos usuários do Aeroporto Salgado Filho, a Trensurb estendeu o funcionamento da conexão metrô-aeroporto via tecnologia aeromóvel na segunda-feira (11).
“Na operação do dia de ontem ficou evidenciado que com o transtorno ocorrido em função da chuva, os usuários procuravam intensivamente o aeromóvel”, afirma o engenheiro Sidemar Francisco da Silva, responsável da Trensurb pelo trabalho de pesquisa e implantação da tecnologia aeromóvel.
Ao longo do dia, 2.726 pessoas utilizaram a linha do aeromóvel, em um total de 108 viagens, um recorde até aqui – o maior número de usuários havia sido em 14 de outubro: 1.719. A média de passageiros transportados normalmente durante o período de operação assistida do sistema é de cerca de 1.400 pessoas por dia em 72 viagens.
“Em caráter extraordinário, realizamos uma operação com horário estendido e sacrificamos os trabalhos de testes em função de atender uma situação excepcional que estava acontecendo na cidade”, explica o engenheiro Sidemar.
A partir da próxima segunda-feira (18), a Trensurb amplia o horário de funcionamento da linha aeromóvel. Hoje, o sistema opera, ainda sob supervisão da empresa contratada Aeromovel Brasil S.A. para a realização de testes e ajustes, em dias úteis, das 10h às 16h. No dia 18, o aeromóvel começa a funcionar das 6h30 às 16 horas, ainda em dias úteis somente.
A operação assistida seguirá acontecendo com o veículo A100, sem cobrança de passagem. O A200, com capacidade para 300 passageiros, continua na fase de testes estáticos e, na próxima semana, deve começar a circular na via para os testes dinâmicos, ainda sem passageiros e fora do horário de operação aberta ao público. A definição da data de início da operação comercial depende do andamento desses testes.
Fonte - Abifer  14/11/2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Porto Alegre - Proposta para metrô sai nesta segunda

Proposta para metrô de Porto Alegre sai nesta segunda

Jornal do Comércio

A prefeitura de Porto Alegre anuncia, na manhã desta segunda-feira, a proposta escolhida para o metrô da Capital. Dois consórcios que manifestaram interesse foram habilitados e entregaram seus estudos em 7 de fevereiro. Desde então, um grupo de oito técnicos das secretarias da Fazenda, Gestão, Procuradoria-Geral do Município e da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) passaram a se reunir diariamente no Escritório do MetroPoa, na avenida Padre Cacique, para analisar centenas de páginas de documentos e definir o melhor projeto.
O consórcio Odebrecht Transportes Participações Ltda e a empresa Bustren P. M. seguiram as diretrizes estabelecidas pela administração municipal para a implantação de um trem subterrâneo para transportar passageiros ao longo de 14,88 quilômetros, entre a Fiergs e a Rua da Praia, na Esquina Democrática. Agora, será conhecido o modelo mais adequado na visão da prefeitura.
Depois do resultado que será divulgado hoje, os próximos passos são a realização de uma audiência pública e o lançamento do edital para construir a obra, orçada em R$ 2,4 bilhões. Os trabalhos devem iniciar no começo de 2014. O prefeito José Fortunati (PDT) ressalva que o Executivo municipal não precisa, necessariamente, seguir toda a proposta, isto é, pode fazer adequações que julgar necessárias.
A Parceria Público Privada (PPP) estabelece que, além de executar a empreitada, o consórcio vencedor também terá a responsabilidade de administrar o metrô pelos próximos 25 a 30 anos, como informa o secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt (PDT). “Isso faz parte da PPP. Por isso se pediu um consórcio com capacidade construtiva e ,depois, capacidade de gestão, para um período de 25 ou 30 anos. Isso está dentro do cálculo de viabilidade econômica”, explica Urbano.
A equação começa com aportes públicos. O governo federal entrará com R$ 1 bilhão do orçamento geral da União, o governo do Estado aplicará outros R$ 300 milhões e a prefeitura mais R$ 600 milhões. Além disso, estão previstas isenções fiscais de R$ 265 milhões, entre ICMS e ISSQN.
Ainda entra no cálculo os R$ 323 milhões restantes para concluir a obra, que virão da empresa. Também se projeta a receita que entrará com a operação - 312 mil passageiros ao dia, pagando uma passagem equivalente a dos ônibus (hoje em R$ 2,85), o tempo de exploração e o custo do projeto. A prefeitura deixou em aberto ao parceiro privado, por exemplo, o número de estações.
A ideia original eram 13 paradas, mas pode entrar uma 14ª estação na avenida D. Pedro II, se for viável economicamente. “Nós temos um plano original, que vinha da Fiergs, com 13 estações até o Centro. Agora, evidentemente, isso vai ser adequado conforme a localização da demanda, para mais ou menos estações. Até porque temos um limitador de valores”, observa Urbano. Entre os requisitos técnicos, foram considerados a tecnologia do trem, que deve ser leve e veloz, confortável, com capacidade para 1.080 passageiros, e o modelo das estações.
Vinda da presidente a Porto Alegre acelerou processo
A visita da presidente Dilma Rousseff (PT) a Porto Alegre acelerou o processo de divulgação da vencedora entre as propostas para o projeto do metrô. “Eu fico muito feliz, prefeito, quando o senhor fala que, aqui, nós estamos mudando as condições de mobilidade da cidade do meu neto. Mas tenho muito interesse no metrô. Nós temos grandes problemas de trafegabilidade, as pessoas ficam muito tempo dentro dos ônibus, indo para o trabalho. Temos de fazer metrô porque é a única forma racional de transporte coletivo de massa que está à altura do nosso País”, discursou Dilma na sexta-feira, durante formatura de 2,3 mil alunos do Pronatec.
Até então, a informação oficial da prefeitura era de que não havia data para divulgar qual era a proposta vencedora. O prazo original de 7 de abril havia sido descartado pela complexidade da análise. Trabalhava-se com o final do primeiro semestre.
Apesar disso, a entrevista coletiva do prefeito José Fortunati (PDT) no Tá na Mesa da Federasul, em 27 de março, dava sinais de que a escolha técnica já havia sido feita. Ou seja, o empecilho para o processo deveria ser outro.
Parece que o momento adequado dependia de algum ajuste com o governo federal, já que, no mesmo dia em que a presidente teve agenda na Capital, a prefeitura de Porto Alegre anunciou que divulgaria os resultados.
Corredores de ônibus da Farrapos e Assis Brasil deverão ser extintos
A proposta para a linha 1 do metrô de Porto Alegre, entre a Fiergs, na Assis Brasil, e a Rua da Praia, na Esquina Democrática, dialoga com outros modais de transporte coletivo, especialmente o de ônibus. Por isso, não estão previstos BRTs nas avenidas Assis Brasil e Farrapos, por onde deve passar o metrô. Os corredores de ônibus dessas vias serão extintos após a implantação do trem subterrâneo para passageiros.
Um dos itens previstos na proposta de manifestação de interesse é a recuperação paisagística dessas áreas, que não terão mais as estações na superfície. Permanecerão apenas linhas específicas dos bairros. Esse processo deve ocorrer, também, na próxima década, na área da linha 2 do metrô.
Fonte - Revista Ferroviária  15/04/2013

segunda-feira, 11 de março de 2013

Trens de passageiros mais pertos de voltar ao RS

Transportes sobre trilhos

O coordenador da Comissão Especial para o Plano de Revitalização das Ferrovias e Trem Regional da Serra Gaúcha e vice-prefeito de Caxias do Sul, Antonio Feldmann, informa que a audiência pública para a divulgação do estudo quanto ao empreendimento na Serra acontecerá em abril.

Jornal do Comércio

A reativação do transporte ferroviário de passageiros no Rio Grande do Sul está próxima de se tornar realidade. Os estudos sobre as ligações por trens entre os municípios de Caxias do Sul e Bento Gonçalves e entre Pelotas e Rio Grande passarão por fases cruciais nos próximos meses.
O coordenador da Comissão Especial para o Plano de Revitalização das Ferrovias e Trem Regional da Serra Gaúcha e vice-prefeito de Caxias do Sul, Antonio Feldmann, informa que a audiência pública para a divulgação do estudo quanto ao empreendimento na Serra acontecerá em abril. Resta apenas definir o dia. Ele ressalta que será a primeira vez que será apresentado o trabalho de viabilidade técnica realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e contratado pelo Ministério dos Transportes.
“Há uma grande expectativa da comunidade sobre o resultado do levantamento que deve apontar a viabilidade e sugerir o traçado, as condições do transporte, tipos de trem etc”, diz Feldmann. O vice-prefeito salienta que o transporte ferroviário de passageiros é uma bandeira histórica da região e acredita que a retomada na Serra possa sinalizar com uma linha até Porto Alegre.
O vice-prefeito prevê que haverá demanda tanto de turistas quanto de passageiros regulares, moradores da redondeza. Ele argumenta que a região tornou-se uma conurbação, com a aproximação da malha urbana de vários municípios. Feldmann detalha que o próximo passo depois da audiência será elaborar o projeto-executivo. Posteriormente, relata o vice- prefeito, a expectativa é de que o governo federal implante a malha férrea, com recursos do Bndes e do plano de revitalização das ferrovias, e ceda a operação à iniciativa privada. Inicialmente, a perspectiva é de que sejam viabilizados 65 quilômetros de ferrovias entre as duas cidades.
Já entre Pelotas e Rio Grande, deverão ser instalados 52 quilômetros de trilhos. De acordo com informação do Ministério dos Transportes, o estudo sobre esse trecho, que também está sendo elaborado pela UFSC, ficará pronto em julho. O deputado federal Fernando Marroni (PT) diz que recentemente conversou com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Oliveira Passos, e ele adiantou que, com os estudos concluídos, a intenção do governo é dar andamento à licitação da concessão.
Marroni afirma que não tem dúvidas quanto à viabilidade econômica, ambiental e técnica do projeto. Ele enfatiza que os alunos das universidades da região e o grande fluxo de trabalhadores, principalmente com o desenvolvimento do polo naval, garantirão demanda para essa rota. Ainda tratando sobre transportes, o parlamentar revela que o ministro informou que em breve deverá ser feito o estudo de viabilidade da travessia a seco de Rio Grande a São José do Norte.
Fonte - São Paulo Trem Jeito 11/03/2013

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Boates, trilhos e tragédias‏


São Paulo Trem Jeito
Interessante o nosso país. Tem que ocorrer uma tragédia no atacado, e com repercussão internacional, para que políticos, imprensa e judiciário aproveitem os holofotes para demonstrar uma indignação que nunca nem mesmo esboçam diante das tragédias no varejo. “Pontual”, dizem com muxoxo, e jogam na gaveta do esquecimento um a um dos casos “isolados”.
Cínicos e hipócritas aproveitam, agora, os episódios de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, para falar da necessidade de uma política nacional de prevenção contra incêndios em casas noturnas e congêneres. Para aplacar a sensação de injustiça e de impunidade, que toma o espírito de nosso povo, jogam na cadeia dois ou três “culpados” evidentes, e tentam com isso ocultar os verdadeiros responsáveis (e não meramente “culpados”) pela tragédia, a saber, os poderes que tinham por dever normatizar, fiscalizar e disciplinar medidas de segurança em locais de concentração pública.
Estão agora preocupados com boates, casas de espetáculos e até mesmo com igrejas. Estará alguém preocupado com trens metropolitanos de passageiros? Será que sabem que um único trem transporta, em certos horários, algo em torno de duas mil vidas por viagem? Têm ideia do que pode acontecer em caso de incêndio em um único dos oito carros de um trem novo? Quais são as medidas de segurança do fabricante do trem e da concessionária – a CPTM – para impedir essa possibilidade? Não sabemos. Alguém sabe? Está explícito em algum lugar?
Alguém tem ideia dos riscos que correm passageiros quando, por falta da chegada de socorro em tempo “conhecido”, precisam saltar do trem avariado para a via, e seguir a pé até a próxima estação? Quais são as obrigações da CPTM quando dessas ocorrências? Quanto tempo tem a CPTM por obrigação, em caso de avaria do trem no trajeto, para providenciar reboque e levar a composição e respectivos passageiros até um lugar seguro? Alguém sabe? Não sabemos. Onde isso está explícito no “contrato” de viagem com os passageiros?
Aliás, quais são os direitos dos passageiros? uma vez que só as obrigações estão publicadas em trens e estações. Não sabemos.
Alguém tem ideia do que pode acontecer caso ocorra um incêndio em alguma estação – em especial em certos horários -, com centenas e centenas de passageiros nas plataformas? Quais são as medidas de segurança da CPTM previstas para essa eventualidade? Existem? Ela mesma determina tais medidas? Quem fiscaliza, quem disciplina? Não sabemos. O usuário sabe? Quem sabe?
Sabe-se, por um “especialista”, e que dirige uma empresa que vende serviços para a CPTM, que o “sistema” dos trens, em caso de colisão, “assegura” que o choque ocorra a uma velocidade máxima de 20 km/hora. Imaginando um trem transportando centenas de pessoas de diferentes idades, condições físicas, e nas mais diferentes posições dentro da composição, o que representa um choque brusco a 20 km/hora? Diz o “especialista” que pode gerar “desconforto”. Será mesmo? Quais as evidências dessa afirmação tão categórica? Quem decidiu o limite de 20 km/hora como padrão de aceitabilidade para colisão?
Como ferroviários – e pouco ilustrados sobre assuntos tão “específicos” -, não temos respostas para essas questões. Menos ainda os passageiros, certamente.
O que sabemos é o seguinte: estamos no mínimo há dois anos gritando que se faz necessária a criação de normas claras, explícitas e públicas de garantia de segurança para os passageiros de trens metropolitanos, uma vez que não dá mais para conviver com a “culpa” recaindo sobre ferroviários, usuários, e até mesmo sobre supostos vândalos e sabotadores nunca identificados, enquanto sobre a empresa não recai nenhuma responsabilidade.
Caso ocorra nos trilhos algo assemelhado ao episódio de Santa Maria,  não será mera “fatalidade”.

Éverson Paulo dos Santos Craveiro – Presidente do SINFERP
Do Blog São Paulo Trem Jeito via e-mail  29/01/2013

Comentário Pregopontocom :
Mais do que pertinente esse "desabafo" é também um alerta que traz a tona a dura realidade que provavelmente muitos fingem não ver, por omissão ou comodismo.Fatos dessa natureza,iguais ao ocorrido no Rio grande do Sul,tornam-se sempre um prato cheio para mídia,(principalmente quando ha escassez de grandes "manchetes") e para os notórios e conhecidos "especialistas do fato consumado" a desfilarem nos noticiários diversos,como sempre com suas ecléticas e teóricas explicações salvadoras para a tragédia  consumada....depois de espremido até a ultima gota e devidamente esgotado,o assunto cai na gaveta do esquecimento ou em alguma prateleira de algum arquivo perdido no tempo....

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Dilma assina ordem para compra de novos trens para a Trensurb (RS)


Diário de Canoas – 23/12/2012
Contrato prevê 15 veículos para 2014, todos com ar condicionado e gasto energético até 20% inferior.
Porto Alegre - Na manhã de sábado, 22, o diretor-presidente da Trensurb, Humberto Kasper, acompanhou o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, para participar do ato de assinatura da Ordem de Serviços visando a compra dos novos trens para a empresa. A assinatura foi realizada durante o evento de inauguração do sistema Marrecas, em Caxias do Sul com a presença da presidente Dilma Rousseff, do governador Tarso Genro e do presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia.
Os novos trens
A fabricação dos novos trens será de responsabilidade das empresas Alstom e CAF reunidas no consórcio FrotaPOA e vencedoras da licitação. Elas deverão fornecer 15 trens de quatro carros cada um, incluindo projeto, equipamentos, sobressalentes, materiais, mão-de-obra para montagem e testes, transporte, treinamento e garantia.
Os novos veí­culos contarão com sistema de ar condicionado automatizado, passagem entre os carros, oito monitores de TV por carro e gasto energético até 20% inferior aos trens atuais. A entrega do primeiro veí­culo está prevista para maio de 2014, antes da Copa do Mundo no Brasil - Os truques dos trens serão fabricados pela CAF, em Hortolândia (SP), e o restante do equipamento pela Alstom, em São Paulo (SP).

Fonte - São Paulo Trem Jeito 23/12/2012

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Porto Alegre estuda projeto de bonde turístico


Jornal do Comércio 14/12/2012
Foi apresentado nesta sexta-feira (14), na Câmara de Vereadores, pela Secretaria Municipal de Turismo (SMTUR), o estudo de viabilidade para implantação do Bonde Histórico em Porto Alegre. Entre as opções avaliadas, foi escolhido um percurso de 3,8 quilômetros para a linha turística, com paradas ao longo do percurso e seis viagens diárias por veículo, de terças a domingos. O trajeto tem saída do antigo Abrigo de Bondes, ao lado do Largo Glênio Peres, seguindo pela rua Sete de Setembro com retorno ao ponto de partida pela avenida Duque de Caxias e rua Vigário José Inácio.
Entre as três opções de veículos para a operação, a escolha foi pela restauração de dois bondes originais, de propriedade da prefeitura, com modernização do sistema de alimentação dos veículos utilizando motores a bateria, de baixo consumo de energia e menor custo que o sistema tradicional, que utiliza cabo aéreo.
Realizado pelo consórcio formado pelas empresas Quanta Consultoria Ltda e a Água & Solo Estudos e Projetos, vencedor da licitação feita pela SMTUR no valor de R$ 308.693,00, o estudo de viabilidade técnica e socioeconômica traçou um roteiro que passará por 19 atrativos do Centro Histórico. O trajeto apontado foi indicado como preferido por 73% dos turistas e moradores da Capital ouvidos em pesquisa realizada pelo consórcio.
O estudo de viabilidade, iniciado em julho deste ano, ainda avaliou o impacto ambiental do projeto, as possíveis alterações de trânsito bem como a integração da linha do Bonde Histórico com as demais iniciativas de revitalização do Centro Histórico e com os outros modais turísticos existentes, como o city tour Linha Turismo, que tem pontos de parada no Centro Histórico, e os passeios de barco no Guaíba que parte do Cais Mauá e Cais da Usina do Gasômetro.
O consórcio buscou referências em cidades como Santos (SP), Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ) e Lisboa (Portugal), que contam com linhas de bonde de uso exclusivamente turístico ou combinado como transporte urbano. Para Porto Alegre, a proposta é de transporte unicamente turístico para o Bonde Histórico. A tarifa sugerida pelo estudo de viabilidade para os passeios de bonde é de R$ 20 para uma ocupação de 33% dos 32 assentos mais os espaços reservados para cadeirantes e pessoas obesas.
De acordo com o secretário municipal de Turismo, Luiz Fernando Moraes, o próximo passo será o lançamento de edital de licitação para a contratação do projeto executivo que dará base técnica para a implantação do projeto, definindo também seu custo final estimado em R$ 25 milhões pelo estudo de viabilidade.
Fonte - São Paulo Trem Jeito  17/12/2012

terça-feira, 16 de outubro de 2012

TTrans conclui primeiro aeromóvel de Porto Alegre

Foto - Portoimagem
16/10/2012
A Trans Sistemas de Transportes S.A (T´Trans) conclui nesta semana o primeiro veículo do aeromóvel de Porto Alegre. Serão dois veículos totalmente automatizados, sem condutor. Um será o modelo A-100, com 14,5 metros e capacidade para 150 passageiros, e o outro modelo articulado A-200, com 26 metros e capacidade para 300 passageiros.O primeiro modelo que ficará pronto é o A-100. A T´Trans está concluindo a montagem elétrica pneumática dos sistemas que compõem o veículo. O segundo veículo está em fase inicial de fabricação da carroceria em fibra reforçada e já está com a parte estrutural metálica (estrados e truques) concluída.
O Aeromóvel é um sistema desenvolvido pelo Grupo Coester, de São Leopoldo (RS), que funciona em via elevada e utiliza propulsão pneumática - o ar é soprado por ventiladores industriais de alta eficiência energética, por meio de um duto localizado dentro da via elevada. O vento empurra uma aleta (semelhante a uma vela de barco) fixada por uma haste ao veículo, que se movimenta sobre rodas de aço em trilhos.
O projeto básico da estrutura dos veículos foi desenvolvido pela Coester. A T´Trans executou o detalhamento do projeto básico, desenvolveu e qualificou fornecedores, construiu a carroceria em fibra de vidro e fabricou as partes (estrado e truques), na sua fábrica em Três Rios (RJ).
Os veículos vão operar na linha elevada de 998 metros que ligará a Estação Aeroporto da Trensurb ao Terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho, na capital gaúcha. A obra de R$ 29,9 milhões está prevista para ser concluída até o final deste ano.
Fonte - Revista Ferroviária 16/10/2012


Fotos Trensurb


Dados gerais
Extensão: 998 metros em via elevada.
Terminais: dois (um na Estação Aeroporto da Trensurb, outro no Terminal 1 do Aeroporto Salgado Filho).
Veículos: dois (um com capacidade para 150 passageiros e outro para 300).
Tempo estimado do percurso total: 90 segundos.
Investimento estimado: R$ 33,8 milhões. Recursos do Governo Federal.
Prazo estimado para conclusão: segundo semestre de 2012.
Demanda prevista do sistema: 7.756 passageiros por dia.
Execução das obras: Aeromovel Brasil S.A. (pacote tecnológico), Premold S.A. (via elevada), T'Trans (veículos) e Rumo Engenharia Ltda. (estações).
Principais benefícios
Economia
Integração metrô-Aeromovel gratuita para os usuários;
Tecnologia de construção e operação 100% nacional;
Baixo custo de energia.
Segurança
Veículos totalmente automatizados, sem condutores a bordo;
Sistema de propulsão a ar movido por ventiladores elétricos.
Conforto
Sistema de freio pneumático de alta confiabilidade, mais conforto no deslocamento;
Veículos silenciosos, sem ruído de motores e com design moderno;
Acessibilidade universal, com espaço para cadeirantes e idosos;
Qualidade no transporte ao aeroporto para quem está na Região Metropolitana;
Melhoria da infraestrutura de transporte para acesso ao aeroporto e para a Copa do Mundo de Futebol de 2014.
Rapidez
Ligação direta da Estação Aeroporto ao Aeroporto Salgado Filho;
Apenas duas estações de embarque com alta frequência de serviço;
Evita perda de tempo em filas e engarrafamentos.
Meio ambiente
Tecnologia "limpa", com motores elétricos e sem a emissão de poluentes gasosos;
Estruturas elevadas e menos espessas, com design moderno e sem poluição visual;
Motores dispostos em casas de máquinas acusticamente isoladas, evitando poluição sonora;
Projeto com total atendimento às legislações ambientais vigentes.
Fonte - Trensurb