Mostrando postagens com marcador funcionamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador funcionamento. Mostrar todas as postagens

sábado, 30 de maio de 2015

Obras interrompem funcionamento da linha sul do metrô de Fortaleza

Transportes sobre trilhos

O motivo da paralisação será o desligamento da rede de energia elétrica nas proximidades da estação Alto Alegre, para que seja iniciada a operação de concretagem da laje do viaduto Linha Leste Tronco Sul, na obra de duplicação do Anel Viário de Fortaleza. 

Informações - G1 

A linha sul do metrô de Fortaleza estará com as operações suspensas neste sábado (30). De acordo com a Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), o motivo da paralisação será o desligamento da rede de energia elétrica nas proximidades da estação Alto Alegre, para que seja iniciada a operação de concretagem da laje do viaduto Linha Leste Tronco Sul, na obra de duplicação do Anel Viário de Fortaleza. As atividades do metrô retornarão à normalidade na segunda-feira (1º).
Por causa da limitação da área de trabalho, para que a obra seja realizada será necessário o posicionamento dos equipamentos - bomba estacionária e caminhão-betoneira - sobre o viaduto da rodovia, ocupando meia pista do Anel Viário. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF-CE), será utilizado o sistema Pare/Siga para orientar o tráfego.
O trecho que terá o tráfego interrompido em uma das vias fica nas proximidades do quilômetro 15 do Anel Viário. A PRF-CE estará presente no local para orientação e controle do tráfego para minimizar os transtornos aos cidadãos que se utilizam daquela rodovia.
Fonte - Meu Transporte  30/05/2015

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Lei da Mídia Democrática é debatida em audiência pública em SP

Comunicação

“Esse é um tema caro para a nossa democracia, mas o Poder Legislativo se omite, há décadas, em regulamentar a Constituição brasileira nesses artigos. Há uma conivência com poder midiático. Diversos parlamentares são concessionários de rádio e TV e lhes interessa que esses artigos não sejam regulamentados.

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A proposta de projeto de lei (PL) que regulamenta o funcionamento de meios de comunicação, conhecida como Lei da Mídia Democrática, foi debatida hoje (21) em audiência pública no Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo. A nova lei, proposta por iniciativa popular, terá de reunir cerca de 1,3 milhão de assinaturas para ser validada e começar a tramitar no Congresso Nacional.
“Esse é um tema caro para a nossa democracia, mas o Poder Legislativo se omite, há décadas, em regulamentar a Constituição brasileira nesses artigos. Há uma conivência com poder midiático. Diversos parlamentares são concessionários de rádio e TV e lhes interessa que esses artigos não sejam regulamentados. Sem regras, a comunicação pode seguir da forma que ela é hoje”, disse Pedro Ekman, do Coletivo Intervozes e integrante da Executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), que coordena a campanha pela aprovação da nova Lei.
“O Poder Executivo também se omite em produzir a lei e em fiscalizar. Há uma conivência em relação a uma série de situações irregulares na comunicação social, na comunicação brasileira hoje”, acrescentou.
De acordo com a proposta, fica proibida a concessão de meios de comunicação a pessoas com cargo eletivo – como deputados e senadores – e a grupos ligados a igrejas. Também é vedada a manutenção de mais de cinco canais de comunicação a uma mesma empresa.
“Esse é um projeto da sociedade brasileira, não é o projeto do governo federal ou de um partido. É um projeto elaborado pela sociedade brasileira. É de elevado interesse dos empresários, mas eles se recusam a fazê-lo porque os interesses privados que eles defendem hoje estão garantidos sem regulamentação legal”, diz Ekman.
O texto também regulamenta o que são os três sistemas de comunicação estabelecidos pela Constituição: o privado, o público e o estatal. O privado é o sistema de propriedade privada de natureza institucional e formato de gestão restritos; o público, que tem caráter público ou associativo, gerido de forma participativa, com a possibilidade de acesso dos cidadãos e estruturas submetidas a regras democráticas; e o estatal – responsável por transmitir os atos dos Três Poderes e de instituições vinculadas ao Estado.
“Os empresários sempre reagem a esse debate como se fosse uma tentativa de cerceamento de liberdade de expressão, de censura, quando, na verdade, nós estamos aqui para exercitar a liberdade de expressão, o debate democrático e colocar as nossas diferenças de opinião em cima da mesa para poder chegar a uma solução”, disse o integrante do Intervozes.
Em relação ao conteúdo, a proposta propõe o controle dos conteúdos veiculados, por meio da participação popular em audiências públicas, do fomento à cultura e à diversidade e da criação do Conselho Nacional de Políticas de Comunicação (CNPC).
O conselho seria formado por representantes do Executivo, do Legislativo, do Ministério Público, de prestadores de serviço de comunicação eletrônica, de entidades de trabalhadores, da comunidade acadêmica, de instituições científicas, de organizações da sociedade civil e de movimentos sociais.
“Alguns artigos [em vigor sobre comunicação social] que tratam dessa questão [comunicação] foram produzidos durante a ditadura. Isso já diz muita coisa. Agora está mais do que na hora de a gente começar a pensar nesses problemas, de que a legislação está defasada”, disse Karina Ferreira, da organização não governamental (ONG) Artigo 19.
Para a proposta virar projeto devem ser reunidas assinaturas de 1% do eleitorado nacional, com o mínimo de 0,3% dos eleitores de cinco unidades da Federação. Dessa forma, por meio da iniciativa popular, o cidadão dá o seu aval ao projeto em questão, expressando diretamente a sua vontade, por meio da validação da assinatura com os respectivos números de título de eleitor, zonas e seções eleitorais. O texto está disponível, na íntegra, na página da campanha de coleta de assinaturas na internet.
“Gostaria de registrar a adesão do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação [EBC], da qual sou presidente, à campanha pela lei de mídia democrática. Acredito que essa mobilização tem de ser levada aos candidatos à Presidência da República. O compromisso desses candidatos é fundamental para possibilidade de aprovação de uma lei nesse sentido”, disse Ana Luiza Fleck.
Para a audiência pública no MPF, além das diversas organizações da sociedade civil proponentes do Projeto de Lei de Iniciativa Popular, foram convidados – e não compareceram – representantes das empresas concessionárias de radiodifusão, do Ministério das Comunicações e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Fonte - Agência Brasil  21/02/2014

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Veja como funciona o sistema de segurança ASFA da RENFE ferrovia e do TAV envolvido no acidente em Santiago de Compostela

Veja nesse vídeo como funciona o sistema de segurança eletrônico ASFA da RENFE  espanhola usado na ferrovia e no trem TAV envolvido no acidente em Santiago de Compostela



A Revista Ferroviária apurou que o trecho do acidente é operado com o sistema de sinalização ASFA (Anuncio de Senales y frenado Automatico – Anuncio de Sinais e Frenagem Automática), que não aplicou a emergência. Com o uso do ASFA, o condutor tem o plano de viagem e segue as indicações das balizas instaladas ao longo da via. - Segundo um blog espanhol de debates sobre ferrovias, nos quatro quilômetros anteriores a estação o ASFA não estaria instalado, inclusive na curva onde houve o acidente, e o sistema passa para manual, provavelmente estando a partir daí no controle do maquinista.
"O ASFA é um sistema de proteção automática de trens e anúncio de sinais na cabine. Ele foi desenvolvido pela Dimetronic (que faz parte da Invensys, comprada pela Siemens no ano passado) para ajudar a condução de trens , antecipando na cabine toda a sinalização presente na linha, evitando situações de perigo devidas a má visibilidade, excesso de velocidade e erros humanos.
Segundo um blog espanhol de debates sobre ferrovias, nos quatro quilômetros anteriores a estação o ASFA não estaria instalado, inclusive na curva onde houve o acidente, e o sistema passa para manual, provavelmente estando a partir daí no controle do maquinista.
O trem que descarrilou na Espanha foi um S730 Alvia, fabricado pelo consórcio Talgo-Bombardier. O trem funciona com uma locomotiva diesel-elétrica, que roda nas bitolas de 1,668 m e 1.435m."
Fonte - Informações da Revista Ferroviária 26/07/2013

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Câmara analisa projeto que exige ônibus e metrô por 24 h

Portal Transporta Brasil
A Câmara está analisando um Projeto de Lei que obriga o funcionamento por 24 horas dos serviços de ônibus em cidades com mais de 300 mil habitantes, e de metrôs e trens de regiões metropolitanas.
Foto - ilustração
Segundo o deputado Ricardo Izar (PSD-SP), autor do projeto, a aprovação da Lei Seca (11.705/08) tornou
ainda mais urgente dar uma alternativa para que cidadãos possam ir a suas casas à noite sem o uso de automóveis.
“Essa proibição não pode vir desacompanhada de uma solução para o transporte das pessoas nos grandes centros urbanos. O Estado tem o dever de oferecer uma alternativa acessível à grande massa da população”, disse.
De acordo com a proposta, os metrôs e trens devem funcionar em período integral apenas nos finais de semana, com intervalo de até meia hora entre as partidas, da meia noite às 4 horas da manhã. Durante a semana, Izar lembra que é necessário o desligamento da rede durante a madrugada para reparos e manutenção.
Já a obrigação para ônibus valeria para todos os dias da semana, com regras que devem ser definidas por regulamentação local, de responsabilidade dos municípios.
Governos estaduais e municipais terão prazo de 120 dias após a aprovação dessa lei para passarem a cumpri-la.
A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Viação e Transportes; de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte - Revista Ferroviária  24/07/2013

domingo, 7 de abril de 2013

Trens de São Paulo ( CPTM ) voltam a operar após principio de incêndio no CCO

Todas as linhas de trem de São Paulo já voltaram a operar

Bruno Bocchini
Foto - ilustração
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Todas as linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) de São Paulo voltaram a operar. Até o fim da tarde, apenas as linhas 11 e 12 continuavam paradas, mas o funcionamento já foi restabelecido. O problema ocorreu por causa de um princípio de incêndio no Centro de Controle de Operações da CPTM, na Estação Brás.

Com a ausência dos trens, os passageiros foram obrigados a optar pelo metrô ou pelo ônibus. No entanto, nem todos tinham bilhetes apropriados, o que causou filas enormes nos guichês.
Fonte - Agência Brasil  06/04/2013