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quarta-feira, 20 de abril de 2022
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Desfile no Palácio da Aclamação reúne trabalhos de 180 mulheres do Subúrbio Ferroviário de Salvador
Desenvolvimento Social 👩
Da Redação
Fruto de parceria entre a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e a Sociedade Beneficente 25 de Junho, o Motimba Mameto promove educação profissional de moda, com rendas, bordados e indumentárias afro, para 180 mulheres do Subúrbio Ferroviário de Salvador. Nesta quarta-feira (12), a segunda turma do curso – a primeira formou-se em novembro – promoverá um desfile comemorativo, às 17h, no Palácio da Aclamação (Campo Grande).
“É um projeto de capacitação e qualificação profissional que desempenha também um papel de prevenção social em áreas de vulnerabilidade, e incentiva o empreendedorismo e o empoderamento, além de fortalecer nossas tradições culturais de raiz africana”, destacou o secretário da SJDHDS, Carlos Martins. O evento também conta com exposição e comercialização das peças produzidas em sala de aula, incluindo itens de cama, mesa e banho.
O convênio, com duração de um ano, assegurou um investimento de mais de R$ 300 mil para a realização dos cursos que, além da formação técnica em corte e costura, contou com aulas teóricas, promovidas na própria sede da Sociedade Beneficente, em Plataforma. Entre os temas abordados, noções de empreendedorismo, matemática básica e relacionamento com o cliente.
O convênio, com duração de um ano, assegurou um investimento de mais de R$ 300 mil para a realização dos cursos. É um projeto de capacitação e qualificação profissional que desempenha também um papel de prevenção social em áreas de vulnerabilidade, e incentiva o empreendedorismo e o empoderamento, além de fortalecer nossas tradições culturais de raiz africana”, destacou o secretário da SJDHDS, Carlos Martins.
Da Redação
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| foto - ilustração/Ipac |
“É um projeto de capacitação e qualificação profissional que desempenha também um papel de prevenção social em áreas de vulnerabilidade, e incentiva o empreendedorismo e o empoderamento, além de fortalecer nossas tradições culturais de raiz africana”, destacou o secretário da SJDHDS, Carlos Martins. O evento também conta com exposição e comercialização das peças produzidas em sala de aula, incluindo itens de cama, mesa e banho.
O convênio, com duração de um ano, assegurou um investimento de mais de R$ 300 mil para a realização dos cursos que, além da formação técnica em corte e costura, contou com aulas teóricas, promovidas na própria sede da Sociedade Beneficente, em Plataforma. Entre os temas abordados, noções de empreendedorismo, matemática básica e relacionamento com o cliente.
Com informações da Secom Ba. 10/04/2017
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Investimento na economia brasileira alcança R$ 4,1 trilhões nos próximos 4 anos
Economia
Os dados constam de estudo do BNDES que preveem investimentos para o período. Os recursos envolvem não só financiamentos do BNDES mas também de outras fontes de fomento. No total, o estudo abrange 22 setores da economia, segundo informou o superintendente da Área de Pesquisas Econômicas do BNDES, Fernando Puga.
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Os investimentos na economia brasileira devem superar R$ 4,1 trilhões no período de 2015 a 2018, segundo estimativas divulgadas hoje (3) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O valor é 17,1% superior ao previsto para o período de 2010 a 2013, de acordo com o banco.
Os dados constam de estudo do BNDES que preveem investimentos para o período. Os recursos envolvem não só financiamentos do BNDES mas também de outras fontes de fomento. No total, o estudo abrange 22 setores da economia, segundo informou o superintendente da Área de Pesquisas Econômicas do BNDES, Fernando Puga.
A maior parte dos investimentos (R$ 1,6 trilhão) deverá ser feita no setor de agricultura e serviços. Nesse segmento, o aumento deve ser 11% em relação ao período de 2010-2013. Já o maior crescimento é esperado no setor aeroespacial (187%), segmento que deverá receber R$ 12 bilhões nos próximos quatro anos.
Outro setor que deverá concentrar boa parte dos investimentos são as residências (R$ 963 bilhões, ou seja, 19% a mais). A indústria deve receber investimentos de R$ 909 bilhões no período, ou seja, 18,5% a mais do que no período 2010-2013.
No segmento industrial, destacam-se investimentos em petróleo e gás (R$ 509 bilhões, ou seja, 42,1% a mais), demais setores (R$ 121 bilhões, ou 8% a mais) e automotivo (R$ 59 bilhões, ou 0,4%). A indústria aeroespacial deverá ter o maior crescimento entre todos: 187%, somando investimentos de R$ 12 bilhões.
O BNDES também espera quedas de investimentos em pelo menos quatro setores da indústria: sucroenergético (-40,5%), siderúrgico (-38,5%), alimentos (-15,8%) e extrativa mineral (-8%).
Já os investimentos em infraestrutura devem somar R$ 598 bilhões no período 2015-2018. A estimativa é 30,8% superior ao período 2010-2013. O setor elétrico terá investimentos de R$ 192 bilhões (crescimento de 0,5%), enquanto as telecomunicações deverão receber R$ 141 bilhões (37,8% a mais).
Os demais setores da infraestrutura deverão receber os seguintes volumes de investimentos: infraestrutura social (R$ 87 bilhões), rodovias (R$ 80 bilhões), ferrovias (R$ 45 bilhões), portos (R$ 36 bilhões) e aeroportos (R$ 16 bilhões).
O superintendente da Área de Pesquisas Econômicas do BNDES, Fernando Puga, destacou que o crescimento de 17% é importante, mas o principal destaque da pesquisa é o perfil desses investimentos, que nos próximos quatro anos deverão uma qualidade maior do que os realizados nos quatro anos anteriores.
“É uma mudança na qualidade com o investimento mais intensivo em tecnologia e menos em capital. No setor de petróleo e gás, há uma perspectiva mais desafiadora que é explorar o petróleo na camada pré-sal. Nas telecomunicações, serão investimentos pesados em 4G que requerem alta tecnologia. Na energia elétrica, teremos investimentos muito maiores nas energias novas. Temos uma mudança na qualidade dos investimentos”, disse.
Fonte - Agência Brasil 03/12/2014
Os dados constam de estudo do BNDES que preveem investimentos para o período. Os recursos envolvem não só financiamentos do BNDES mas também de outras fontes de fomento. No total, o estudo abrange 22 setores da economia, segundo informou o superintendente da Área de Pesquisas Econômicas do BNDES, Fernando Puga.
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
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| foto montagem-Pregopontocom |
Os dados constam de estudo do BNDES que preveem investimentos para o período. Os recursos envolvem não só financiamentos do BNDES mas também de outras fontes de fomento. No total, o estudo abrange 22 setores da economia, segundo informou o superintendente da Área de Pesquisas Econômicas do BNDES, Fernando Puga.
A maior parte dos investimentos (R$ 1,6 trilhão) deverá ser feita no setor de agricultura e serviços. Nesse segmento, o aumento deve ser 11% em relação ao período de 2010-2013. Já o maior crescimento é esperado no setor aeroespacial (187%), segmento que deverá receber R$ 12 bilhões nos próximos quatro anos.
Outro setor que deverá concentrar boa parte dos investimentos são as residências (R$ 963 bilhões, ou seja, 19% a mais). A indústria deve receber investimentos de R$ 909 bilhões no período, ou seja, 18,5% a mais do que no período 2010-2013.
No segmento industrial, destacam-se investimentos em petróleo e gás (R$ 509 bilhões, ou seja, 42,1% a mais), demais setores (R$ 121 bilhões, ou 8% a mais) e automotivo (R$ 59 bilhões, ou 0,4%). A indústria aeroespacial deverá ter o maior crescimento entre todos: 187%, somando investimentos de R$ 12 bilhões.
O BNDES também espera quedas de investimentos em pelo menos quatro setores da indústria: sucroenergético (-40,5%), siderúrgico (-38,5%), alimentos (-15,8%) e extrativa mineral (-8%).
Já os investimentos em infraestrutura devem somar R$ 598 bilhões no período 2015-2018. A estimativa é 30,8% superior ao período 2010-2013. O setor elétrico terá investimentos de R$ 192 bilhões (crescimento de 0,5%), enquanto as telecomunicações deverão receber R$ 141 bilhões (37,8% a mais).
Os demais setores da infraestrutura deverão receber os seguintes volumes de investimentos: infraestrutura social (R$ 87 bilhões), rodovias (R$ 80 bilhões), ferrovias (R$ 45 bilhões), portos (R$ 36 bilhões) e aeroportos (R$ 16 bilhões).
O superintendente da Área de Pesquisas Econômicas do BNDES, Fernando Puga, destacou que o crescimento de 17% é importante, mas o principal destaque da pesquisa é o perfil desses investimentos, que nos próximos quatro anos deverão uma qualidade maior do que os realizados nos quatro anos anteriores.
“É uma mudança na qualidade com o investimento mais intensivo em tecnologia e menos em capital. No setor de petróleo e gás, há uma perspectiva mais desafiadora que é explorar o petróleo na camada pré-sal. Nas telecomunicações, serão investimentos pesados em 4G que requerem alta tecnologia. Na energia elétrica, teremos investimentos muito maiores nas energias novas. Temos uma mudança na qualidade dos investimentos”, disse.
Fonte - Agência Brasil 03/12/2014
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Brasil sem Miséria deve incluir mais 600 mil famílias no ano que vem, diz ministra
CIDADANIA
Ana Cristina Campos
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Desde o início do Brasil sem Miséria, há dois anos, 22 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza no país, disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, ao abrir hoje (16) seminário sobre o programa. A ministra lembrou que 910 mil famílias foram incluídas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e no Bolsa Família nos últimos dois anos e meio.
A meta para o ano que vem é incluir mais 600 mil famílias, informou Tereza, em balanço sobre o programa, durante o 2º Seminário Nacional sobre Pactuação Federativa no Brasil sem Miséria.
Entre os dados apresentados no encontro, a ministra destacou que 13,8 milhões de famílias recebem o Bolsa Família, cujo orçamento alcança quase R$ 24 bilhões – o equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. “Os dados mostram que o Bolsa Família não só beneficia a população pobre, mas também a beneficia a economia do Brasil. ” Segundo ela, o programa tem sido a forma de a população pobre ter acesso à renda e a outros benefícios.
Tereza Campello também ressaltou que, pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec-Brasil sem Miséria), foram feitas 700 mil matrículas em 503 tipos de cursos. No programa Microempreendedor Individual, dos quase 3 milhões de beneficiários, 642 mil estão inscritos no CadÚnico. No programa Água Para Todos, criado em 2011 para universalizar o acesso à água no Semiárido, foram construídas 370,7 mil cisternas, e meta é contemplar 750 mil famílias até o ano que vem. “A população pobre trabalha e quer se engajar no Brasil que trabalha e que cresce”, afirmou.
O ministro de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri, mostrou que, para cada real investido no Bolsa Família, há retorno de R$ 1,78 para a economia. “A cada real gasto no Bolsa Família, o PIB cresce R$ 1,78 e o consumo, R$ 2,4. O Bolsa Família tem efeitos multiplicadores maiores que outros programas sociais. O programa ajudou na crise, porque faz girar a economia”, disse Neri.
Segundo ele, o programa teve impacto de 13% na redução da desigualdade social. “O Brasil reduziu a pobreza em 57,8% em oito anos, sendo que 52% desse total devem-se à redução da desigualdade e 48% ao crescimento da economia.”
No Distrito Federal (DF), há mais de 241 mil famílias inscritas no CadÚnico e 91 mil recebem o Bolsa Família. Dessas, 34 mil têm um complemento na renda de R$ 70 e recebem, no total, R$ 140. A expectativa, segundo o governador do DF, Agnelo Queiroz, é reduzir a “maior desigualdade do país”.
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Desde o início do Brasil sem Miséria, há dois anos, 22 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza no país, disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, ao abrir hoje (16) seminário sobre o programa. A ministra lembrou que 910 mil famílias foram incluídas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e no Bolsa Família nos últimos dois anos e meio.
A meta para o ano que vem é incluir mais 600 mil famílias, informou Tereza, em balanço sobre o programa, durante o 2º Seminário Nacional sobre Pactuação Federativa no Brasil sem Miséria.
Entre os dados apresentados no encontro, a ministra destacou que 13,8 milhões de famílias recebem o Bolsa Família, cujo orçamento alcança quase R$ 24 bilhões – o equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. “Os dados mostram que o Bolsa Família não só beneficia a população pobre, mas também a beneficia a economia do Brasil. ” Segundo ela, o programa tem sido a forma de a população pobre ter acesso à renda e a outros benefícios.
Tereza Campello também ressaltou que, pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec-Brasil sem Miséria), foram feitas 700 mil matrículas em 503 tipos de cursos. No programa Microempreendedor Individual, dos quase 3 milhões de beneficiários, 642 mil estão inscritos no CadÚnico. No programa Água Para Todos, criado em 2011 para universalizar o acesso à água no Semiárido, foram construídas 370,7 mil cisternas, e meta é contemplar 750 mil famílias até o ano que vem. “A população pobre trabalha e quer se engajar no Brasil que trabalha e que cresce”, afirmou.
Segundo ele, o programa teve impacto de 13% na redução da desigualdade social. “O Brasil reduziu a pobreza em 57,8% em oito anos, sendo que 52% desse total devem-se à redução da desigualdade e 48% ao crescimento da economia.”
No Distrito Federal (DF), há mais de 241 mil famílias inscritas no CadÚnico e 91 mil recebem o Bolsa Família. Dessas, 34 mil têm um complemento na renda de R$ 70 e recebem, no total, R$ 140. A expectativa, segundo o governador do DF, Agnelo Queiroz, é reduzir a “maior desigualdade do país”.
Fonte - Agência Brasil 16/09/2013
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