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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A Škoda fornecerá VLTs para cidade de Eskisehir na Turquia para operar sem catenária

Transporte sobre trilhos

A Škoda venceu a fabricante turca Bozankaya,para fornecer os bondes para única rede de VLTs eléctricos com bitola métrica da Turquia.Os bondes com piso baixo,ForCity clássicos,serão equipados com baterias,que permitirão a operação (fora da rede) sem catenária.

Da Redação
foto - Railway Gazette
A fabricante checa Škoda Transportation,anunciou em 5 de setembro,que ira fornecer para a cidade turca de Eskisehir,14 composições de VLTs eléctricos capazes de operar (fora da rede) sem catenária.Os trens deverão ser entregues no prazo de 19 meses após a assinatura do contrato,estimado em € 26m.A Škoda venceu a fabricante turca Bozankaya,para fornecer os bondes para única rede de VLTs eléctricos com bitola métrica da Turquia.Os bondes com piso baixo,ForCity clássicos,serão equipados com baterias,que permitirão a operação fora da rede em uma parte da linha planejada para operar sem catenária.Os bondes serão unidirecionais e terão de 30 m de comprimento com capacidade para 276 passageiros.Os VLTs com quatro conjuntos de portas duplas e duas portas simples,serão equipados com sistema de ar-condicionado.
A Škoda também já forneceu 72 bondes para a cidade de Konya,dos quais 12 estão equipados para operar sem catenárias.
Eskişehir é uma cidade na região noroeste da Turquia,é a capital da província com o mesmo nome e faz parte da Região da Anatólia Central,o seu sistema de transportes é composto por Bondes (VLT) e ônibus,
Com informações da Railway Gazette 05/09/2016

domingo, 17 de julho de 2016

Turquia amplia a repressão contra autores da tentativa de golpe

Internacional

Entre os presos está o general Bekir Ercan Van, comandante de uma base aérea turca usada por forças norte-americanas para lançar ataques sobre terroristas no Iraque e na Síria. Também foi preso o general Ozhan Ozbakir, comandante de uma guarnição no sudoeste da Turquia.

José Romildo
Correspondente da Agência Brasil

foto - ilustração/Web
O presidente turco, Tayyip Erdo an, prometeu hoje (17) “limpar” os postos e cargos do governo ocupados por dissidentes, comandantes militares e soldados identificados com a tentativa de golpe de Estado, ocorrida sexta-feira (14). O governo confirmou que, até o momento, mais de 6 mil pessoas foram presas.
Entre os presos está o general Bekir Ercan Van, comandante de uma base aérea turca usada por forças norte-americanas para lançar ataques sobre terroristas no Iraque e na Síria. Também foi preso o general Ozhan Ozbakir, comandante de uma guarnição no sudoeste da Turquia.
Segundo o presidente Erdogan, o objetivo da limpeza é retirar de suas funções todos os servidores civis e militares que apoiam o clérigo Fethullah Gulen, residente nos Estados Unidos, acusado pelo governo turco de ter orquestrado a tentativa de golpe. O presidente turco disse que o “grupo Gullen” é o responsável pela o que ele chamou de “ruína” das forças armadas.
Erdo an também disse que a Turquia vai solicitar ao governo norte-americano a extradição do clérigo, que vive no estado americano da Pensilvânia.
As relações turco-americanas passam por momento de estremecimento depois das acusações do presidente Erdogan de que o clérigo estaria por trás do golpe de estado. Por causa disso, o Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou um comunicado negando qualquer ligação do governo norte-americano com os eventos.
"Insinuações públicas ou reclamações sobre qualquer papel dos Estados Unidos na fracassada tentativa de golpe são totalmente falsas e prejudiciais para as nossas relações bilaterais", disse o Departamento de Estado, na mensagem.
Segundo o secretário de Estado, John Kerry, a Turquia deve produzir provas da culpabilidade de Gülen. E acrescentou: “Gostaríamos de convidar o governo da Turquia, como sempre fazemos, para nos apresentar qualquer evidência legítima” que permita iniciar uma investigação a respeito.
Fonte - Agência Brasil 17/07/2016

sábado, 16 de julho de 2016

Turquia afasta 2.745 juízes em todo país, após tentativa de golpe

Internacional

Segundo a agência estatal de notícias Anadolu,a decisão tem como objetivo adotar medidas disciplinares contra os suspeitos de ligação com o clérigo muçulmano Fethullah Gülen,acusado pelo presidente Recep Tayyip Erdogan de estar por trás da revolta da última sexta-feira (15).

Da Agência Brasil*
Tolga Bozoglu/EPA/Agência Lusa
Algumas horas depois da tentativa fracassada de golpe de Estado na Turquia, o órgão de controle de magistrados e procuradores removeu do cargo 2.745 juízes de todo o país.
Segundo a agência estatal de notícias Anadolu, a decisão tem como objetivo adotar medidas disciplinares contra os suspeitos de ligação com o clérigo muçulmano Fethullah Gülen, acusado pelo presidente Recep Tayyip Erdogan de estar por trás da revolta da última sexta-feira (15).
Fethullah Gülen lidera o movimento que leva seu nome Gülen (ou Hizmet) e que se diz laico, mas prega uma versão moderada do Islamismo. Segundo Erdogan, membros do Hizmet estão infiltrados em todos os aparatos do Estado.
O clérigo apoiou o presidente até 2013, mas a aliança foi rompida após o governo ter fechado diversas escolas gülenistas na Turquia. Gülen, que vive em exílio voluntário nos Estados Unidos, nega "categoricamente" qualquer participação no golpe.
"Condeno nos termos mais fortes a tentativa de golpe de Estado militar na Turquia. O governo deve ser conquistado por meio de um processo de eleições livres e justas, não pela força", declarou o Fethullah Gülen em um comunicado.
As autoridades turcas prenderam pelo menos 10 juízes da Suprema Corte da Justiça administrativa, também por suspeita de ligação com Gülen. Há temores de que a tentativa de golpe no país sirva como combustível para Erdogan acelerar seu processo de concentração de poder e de repressão a adversários. Seu grande objetivo é transformar a Turquia em uma república presidencialista - hoje ela é parlamentarista.
A revolta terminou com mais de 2,8 mil militares presos e pelo menos 265 mortos, sendo 104 pessoas descritas como "golpistas" e 161 pessoas que estavam entre a multidão de civis e policiais contrários ao golpe, que foram às ruas defender a permanência do presidente turco Tayyip Erdogan.
Alguns homens detidos disseram em interrogatório que acreditavam estar participando de um "exercício", e não de um golpe. Eles afirmaram que só entenderam do que se tratava quando viram cidadãos tentando subir em tanques de guerra.
Segundo o primeiro-ministro Binali Yildirim, o governo estuda até mudar a legislação para introduzir a pena de morte no país. "Discutiremos com outros líderes dos partidos quais medidas devemos adotar para evitar tentativas [de golpe] no futuro", afirmou
*Com informações da Ansa
Fonte - Agência Brasil  16/07/2016

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Hyundai Rotem fornecera novos trens para o metrô de Istambul

Transportes sobre trilhos

A proposta da empresa coreana foi selecionado pelo Município de Istambul,os carros estão sendo construído em Adana pela joint venture da Hyundai Rotem em parceria local  com a TÜVASAS Eurotem

Railway Gazette

A Hyundai Rotem foi escolhida para fornecer 17 trens de metrô com quatro carros para operar Linha M2 de Istambul (Turquia) com um contrato de 5m 77 € . A proposta da empresa coreana foi selecionado pelo Município de Istambul, antes de uma proposta com preços da lowed CNR Changchun.
Os carros estão sendo construído em Adana pela joint venture da Hyundai Rotem em parceria local  com a TÜVASAS Eurotem. As entregas devem começar no final de 2017. As composições deverão ser equipadas para a operação driverless, embora o sistema não esteja sendo utilisado atualmente  na linha 19/ 5km.
Fonte - Railway Gazette  06/01/2015

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Turquia inaugura túnel que liga Europa à Ásia

Ferrovias

Murad Sezer/Reuters
Engenheiro faz uma vistoria em carro do trem turco que atravessará o túnel 

Com 13 quilômetros de extensão e a 62 metros da superfície, o Marmaray é a construção do gênero mais profunda do mundo

Agência Estado
A Turquia inaugurou ontem um túnel que era um sonho de muitos governantes do país desde que um sultão otomano propôs uma passagem sob a água em 1860, ligando o território europeu ao asiático em Istambul como parte de uma aposta para transformar a cidade num centro internacional.
Com 13 quilômetros de extensão, 62 metros abaixo da superfície e investimento de 5,5 bilhões de liras (cerca de R$ 6 bilhões), o projeto Marmaray, que atravessa o Estreito do Bósforo, é o túnel ferroviário submerso mais profundo do mundo, permitindo a travessia de trens de carga e de passageiros, além do metrô.

Governo turco espera alavancar economia
O impulso desenvolvimentista do governo turco gerou um boom na infraestrutura e a construção que ajudou o primeiro-ministro, Recep Erdogan, a triplicar o tamanho da economia da Turquia desde que seu partido assumiu o poder, em 2002.
O premiê turco pretende repetir o feito e elevar o PIB do país para US$ 2 trilhões, transformando a Turquia numa das dez maiores economias do mundo quando a república completar 100 anos, em 2023.
São esperados mais de US$ 400 bilhões em enormes projetos de infraestrutura para ajudar a ancorar o crescimento do PIB da Turquia ao longo da próxima década. As ambições do governo incluem um dos maiores aeroportos do mundo, um canal ao longo do lado europeu da cidade que conecte o Mar Negro ao Mar de Mármara para navegação comercial, três usinas nucleares e um projeto de renovação urbana para proteger a cidade contra terremotos.
Analistas alertam que pressões financeiras e políticas crescentes poderão prejudicar a capacidade do governo financiar tais projetos, com a economia desacelerando e um número cada vez maior de riscos ao cenário.

Artefatos
A ferrovia, que foi atrasada em quatro anos à medida que as escavações encontraram artefatos de 8 mil anos, vai transportar até 1,5 milhão de passageiros por dia entre a Europa e a Ásia numa viagem de apenas quatro minutos, reduzindo o congestionamento crônico no tráfego de Istambul, de acordo com estimativas do governo turco.
O túnel foi construído por um consórcio de empresas japonesas e turcas, liderado pela Taisei e financiado a uma taxa de juros de 0,75% pela Agência de Cooperação Internacional do Japão.
A obra vem sendo saudada pelo Partido da Justiça e Desenvolvimento, do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, como a mais recente de uma série de projetos de infraestrutura de larga escala que se tornaram a marca da história de sucesso do governo, há dez anos no poder.

Cunho eleitoral
Ao inaugurar o que chamou de “projeto do século” no 90.º aniversário da República Turca, o governo também apresentou suas credenciais para a campanha eleitoral do próximo ano. Como parte do esforço para estabelecer a Turquia como uma força regional, as autoridades apresentam o túnel como a ligação que conecta Pequim a Londres, tornando a obra crucial não apenas para Istambul como também para a humanidade.


Conquista
“Hoje, com este grande projeto, estamos enriquecendo nossa república e também fornecendo o que uma república democrática pode conquistar com estabilidade, confiança, irmandade e solidariedade. Marmaray está unindo pessoas, nações, países e até mesmo continentes”, disse o primeiro-ministro Erdogan para as autoridades presentes à inauguração e para os milhares de turcos que saudavam o líder local em Uskudar, a primeira parada do túnel no lado asiático
Fonte - Gazeta do Povo 30/10/2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

PROTESTOS NA TURQUIA EM ISTAMBUL - O governo reage com violência


Christian Arroz
em
Mundo
Protestos  na Praça Taksim fotos que mostram gravidade dos protestos

Nota do Editor : Uma versão anterior deste artigo continha gráfico, mas as imagens não foram confirmados por PolicyMic Não foi possível confirmar como verdadeiras. Por isso substituímos as fotos nesta versão.

Os manifestantes inundaram a Praça Taksim sexta-feira, em Istambul, depois de táticas policiais de mão pesada e crescente insatisfação com o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan, que alguns dizem que está se tornando cada vez mais autoritário.
taksim, square, protests:, peaceful, protesters, face, massive, police, brutality,, repression,

A grande mídia ainda tem que destacar os protestos. Enquanto isso, a brutalidade policial continua como mais de 900 pessoas foram presas e várias foram mortas.
Aqui estão treze fotos do Twitter que mostram por que devemos ofender com mídia para não cobrindo o que poderia tornar-se um evento histórico.
Turquia a juventude pede a renúncia do primeiro-ministro e seu regime corrupto.
Protestos contra o governo de ontem em Istambul que rapidamente se espalhou para quase todas as principais cidades da Turquia, totalizando mais de 90 manifestações até agora. A maioria dos manifestantes são jovens que estão preocupados de que o governo do primeiro-ministro está se tornando tanto mais autoritário e mais islâmico, ameaçando estado secular da Turquia. Seus temores não são infundados. Erdogan está no poder desde 2002, mais do que tempo suficiente para ele para extrapolar a sua influência, e só recentemente, o seu governo aprovou uma nova lei que restringe o horário de consumo de álcool durante a noite, quase certamente empatado com noções islâmicas de decoro.
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Protestos de sexta-feira começou no dia-a relativamente menor questão de Gezi Parque . Como um dos últimos espaços verdes remanescentes em Istambul, muitos querem o parque para ficar, bem, um parque. No entanto, Erdogan e seu governo tem planos para reconstruir a área em um shopping center gigante, e eles ignoraram o clamor público contra a demolição do parque.Juventude turca começou pacificamente protestando contra a reurbanização planeja esta manhã com cânticos e leituras de livros no espaço público, mas à medida que mais pessoas reunidas, o protesto (ainda calmo) começou a ter mais de um tema anti-Erdogan. E isso é quando a polícia chegou, transformando um protesto pacífico no que já está sendo chamado de Sexta-Feira Sangrenta.
Fonte - http://www.policymic.com 02/06/2013
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