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quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Mais 576 estrangeiros são autorizados a deixar Gaza - Não há brasileiros na lista

 Política - Internacional  ✈ 👪

De acordo com o Itamaraty, não há nenhum cidadão brasileiro entre os 576 estrangeiros que buscam escapar à guerra entre Israel e o Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza. Segundo o embaixador Alessandro Candeas, constam da lista divulgada esta madrugada cidadãos do Azerbaijão, Barhein, Bélgica, Coréia do Sul, Croácia, Estados Unidos, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Macedônia, México, Suíça, Sri Lanka e Tchade.

Por Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil 
 Foto - Ag.Brasil/Reuters
Autoridades egípcias e israelenses autorizaram, nesta quinta-feira (2), que um segundo grupo de pessoas deixe a Faixa de Gaza e ingresse no Egito. De acordo com o Itamaraty, não há nenhum cidadão brasileiro entre os 576 estrangeiros que buscam escapar à guerra entre Israel e o Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza. Segundo o embaixador Alessandro Candeas, constam da lista divulgada esta madrugada cidadãos do Azerbaijão, Barhein, Bélgica, Coréia do Sul, Croácia, Estados Unidos, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Macedônia, México, Suíça, Sri Lanka e Tchade. Só o grupo norte-americano inclui 400 dos 576 contemplados nesta segunda lista. A lista anterior foi divulgada no início da madrugada desta quarta-feira (1º), dia em que o primeiro grupo autorizado a deixar Gaza cruzou a fronteira para o Egito. Além de 500 pessoas portadoras de passaportes estrangeiros, integravam este primeiro grupo 81 moradores de Gaza feridos que foram transportados em ambulâncias através da passagem de Rafah. A assessoria do Itamaraty informou à Agência Brasil que, neste momento, não há como prever em quanto tempo os 34 brasileiros que pediram auxílio ao governo brasileiro serão autorizados a deixar Gaza, já que os critérios de seleção são aplicados pelas autoridades locais. O governo brasileiro, contudo, segue contatando lideranças regionais a fim de tentar agilizar a repatriação dos brasileiros e de seus parentes de outras nacionalidades. Os 34 brasileiros estão abrigados nas cidades de Khan Younes e Rafah, próximas à fronteira com o Egito. Segundo o Itamaraty, o esquema de resgate prevê auxílio desde a saída da Faixa de Gaza – com equipes e ônibus de prontidão, medicamentos e alimentação – até o embarque no Aeroporto do Cairo, onde um aeroporto da Força Aérea Brasileira (FAB) os aguarda. No início da manhã desta quinta-feira (2), um grupo de 30 brasileiros, além de uma jordaniana e um palestino casados com brasileiros, desembarcaram em território brasileiro vindos da Cisjordânia.
Fonte - Agência Brasil 02/11/2023

ENTENDA O QUE FOI A NAKBA, A CATÁSTROFE DO POVO PALESTINO 
Link para a matéria da Agência Brasil - https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-11/entenda-o-que-foi-nakba-catastrofe-do-povo-palestino - 04/11/2023

domingo, 3 de agosto de 2014

Ban Ki-moon - Ataque contra escola é um ato criminoso

Internacional

Ban afirmou que o ataque deste domingo "é mais uma violação flagrante do direito internacional humanitário....

ONU
foto - ilustração
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disse que o ataque que matou 10 pessoas em uma escola da organização na Faixa de Gaza é um "ultraje moral e um ato criminoso".
Ban afirmou que o ataque deste domingo "é mais uma violação flagrante do direito internacional humanitário, o que exige claramente a proteção vinda de ambas as partes de civis palestinos, funcionários e instalações da ONU, entre outras instalações civis".
Em um comunicado, o chefe da ONU disse que o ataque "devem ser rapidamente investigado e os responsáveis responsabilizados. É um ultraje moral e um ato criminoso".
Fonte - Diário de Pernambuco  03/08/2014

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Conselho de Segurança da ONU pede cessar-fogo humanitário imediato em Gaza

Internacional

As 15 nações apelaram ao “respeito pleno do direito humanitário internacional, sobretudo no que diz respeito à proteção dos civis” e enfatizaram que “as instalações civis e humanitárias, incluindo as da ONU, devem ser respeitadas e protegidas”. Há três dias, um bombardeio atingiu uma escola da ONU em Gaza. 

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil 
Com informações da Agência Lusa
foto - ilustração
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) formalizou na madrugada de hoje (28), em Nova York, uma declaração apelando para um “cessar-fogo humanitário imediato e incondicional” entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza. Aprovada por unanimidade pelos 15 membros do conselho, a declaração pede para as partes envolvidas no conflito “aplicarem totalmente” o cessar-fogo durante a celebração do fim do Ramadã, esta semana, e estenderem para além desse período, buscando uma negociação da paz na região.
As 15 nações apelaram ao “respeito pleno do direito humanitário internacional, sobretudo no que diz respeito à proteção dos civis” e enfatizaram que “as instalações civis e humanitárias, incluindo as da ONU, devem ser respeitadas e protegidas”. Há três dias, um bombardeio atingiu uma escola da ONU em Gaza. A declaração também cobra de ambas as partes o “esforço de implementar um cessar-fogo duradouro e totalmente respeitado, baseado na iniciativa de mediação egípcia”.
O Conselho de Segurança também ressaltou a necessidade de fornecimento imediato de assistência humanitária à população da Faixa de Gaza, com o aumento das contribuições dos países ao Alto Comissáriado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Além dos cinco membros permanentes (Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido e França), os dez membros eleitos que compõem o conselho atualmente são: Argentina, Austrália, Chade, Chile, Coreia do Sul, Jordânia, Lituânia, Luxemburgo, Nigéria e Ruanda.
O Conselho de Segurança é o único órgão do sistema internacional capaz de adotar decisões obrigatórias para todos os Estados-Membros da ONU, podendo, inclusive, autorizar intervenção militar para garantir a execução de suas resoluções. Dos 15 países do conselho, cinco são membros permanentes – Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China – e dez são rotativos, ficando dois anos no órgão e sendo substituídos. O voto negativo de apenas um membro permanente configura veto a uma eventual resolução do conselho.
A declaração foi divulgada logo depois da reunião de emergência, ocorrida à meia-noite (1h no horário de Brasília), entre os 15 países-membros do Conselho de Segurança. Desde o início do mais recente conflito entre Israel e o Hamas, mais de mil palestinos e 43 soldados israelenses morreram.
Fonte - Agência Brasil  28/07/2014

domingo, 27 de julho de 2014

Tragédia palestina e a vitória dos "anões diplomáticos" sobre Israel na ONU

Política

Com acesso a drones e a sofisticados satélites de vigilância norte-americanos, e a compra de espiões em território “controlado” pelo Hamas – traidores e mercenários existem em todos os lugares - Israel poderia, se quisesse, capturar ou eliminar, com facilidade, em poucos meses, os responsáveis pelo lançamento de foguetes contra seu território, assim como alega contar com eficaz escudo que o protege da maioria deles.

Mauro Santayana
Mauro Santayana
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel,Yigal Palmor, deve estar achando o máximo ter sido repentinamente elevado, pela rançosa e entreguista direita latino-americana - como o Sr. Andrés Oppenheimer - à condição de “superstar”, depois de ter chamado o Brasil de “anão diplomático” e de ter nos lembrado, com a autoridade moral de um lagarto, que “desproporcional é perder de 7 x 1”, referindo-se à Copa do Mundo, e não, matar e ferir mais de 3.000 pessoas e desalojar quase 200.000, para “vingar” um número de vítimas civis que não chegam a cinco.
Com acesso a drones e a sofisticados satélites de vigilância norte-americanos, e a compra de espiões em território “controlado” pelo Hamas – traidores e mercenários existem em todos os lugares - Israel poderia, se quisesse, capturar ou eliminar, com facilidade, em poucos meses, os responsáveis pelo lançamento de foguetes contra seu território, assim como alega contar com eficaz escudo que o protege da maioria deles.
O governo de Telaviv - e o Mossad - não o faz porque não quer. Prefere transformar sua resposta em expedições punitivas não contra os responsáveis pelos projéteis, mas contra todo o povo palestino, matando e mutilando - como fizeram os nazistas com os próprios judeus na Segunda Guerra Mundial- milhares de pessoas, apenas pelo fato de serem palestinos.
Essa atitude, no entanto, não impediria que surgissem novos militantes dispostos a encarar a morte, para continuar afirmando – pelo único meio que bélico lhes restou - que a resistência palestina continua viva.
Do meu ponto de vista, nesse contexto de cruel surrealismo e interminável violência do confronto, para chamar a atenção do mundo, os palestinos, principalmente os que não estão ligados a grupos de inspiração islâmica, deveriam não comprar mais pólvora, mas tecido.
Milhares e milhares de metros de pano listrado, como aqueles que eram fabricados por ordem do KonzentrationslagerInspetorate, e das SS, na Alemanha Nazista, para vestir entre outros, os prisioneiros judeus dos campos de extermínio.
Os milhões de palestinos que vivem na Cisjordânia e na Faixa de Gaza poderiam - como fez Ghandi na Índia - adotar a não violência, raspar as suas cabeças, as de suas mulheres e filhos, como raspadas foram as cabeças dos milhões de judeus que pereceram na Segunda Guerra Mundial, tatuar em seus braços, com números e caracteres hebraicos, a sua condição de prisioneiros do Estado de Israel, costurar, no peito de seus uniformes,o triângulo vermelho e as três faixas da bandeira palestina, para ser bombardeados ou morrer envoltos na mesma indumentária das milhões de vítimas que pereceram em lugares como Auschwitz, Treblinka e Birkenau.
Quem sabe, assim, eles poderiam assumir sua real condição de prisioneiros, que vivem cercados dentro de campos e de guetos, por tropas de um governo que não é o seu, e que, em última instância, controla totalmente o seu destino.
Quem sabe, despindo-se de suas vestimentas árabes, das barbas e bigodes de seus homens, dos véus e longos cabelos de suas mulheres, despersonalizando-se, como os nazistas faziam com seus prisioneiros, anulando os últimos resquícios de sua individualidade, os palestinos não poderiam se aproximar mais dos judeus, mostrando-lhes, aos que estão do outro lado do muro e aos povos do resto do mundo - com imagens semelhantes às do holocausto – que pertencem à mesma humanidade, que são, da mesma forma, tão vulneráveis à doença, aos cassetetes, às balas, ao desespero, à tristeza e à fome, quanto aqueles que agora os estão bombardeando.
As razões da repentina e grosseira resposta israelense contra o Brasil - que ressaltou, desde o início, o direito de Israel a defender-se - devem ser buscadas não no “nanismo” diplomático brasileiro, mas no do próprio governo sionista.
É óbvio, como disse Yigal Palmor, que no esporte bretão 7 a 1 é um número desproporcional e acachapante.
Já no seu campo de trabalho - a diplomacia –como mostrou o resultado da votação do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que aprovou, há três dias, a investigação das ações israelenses em Gaza, os “anões” diplomáticos -entre eles o Brasil,que também votou contra a posição israelense - ganharam por 29 a 1, com maioria de países do BRICS e latino-americanos. Só houve um voto a favor de Telaviv, justamente o dos EUA.
Concluindo, se Palmor – que parece falar em nome do governo israelense, já que até agora sequer foi admoestado - quiser exemplo matemático ainda mais contundente, bastaria lembrar-lhe que, no covarde “esporte” de matar seres humanos indefesos – entre eles velhos, mulheres e crianças – disputado pelo Hamas e a direita sionista israelense, seu governo está ganhando de goleada, desde o início da crise, pelo brutal - e desproporcional placar - de quase 300 vítimas palestinas para cada civil israelense.
Fonte - Jornal do Brasil   27/07/2014

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasil mantém condenação "a uso desproporcional da força" por Israel em Gaza

Internacional

“Condenamos a desproporcionalidade da reação de Israel, com a morte de cerca de 700 pessoas, dos quais mais ou menos 70% são civis, e entre os quais muitas mulheres, crianças e idosos. Realmente, não é aceitável um ataque que leve a tal número de mortes de crianças, mulheres e civis", disse o ministro.

Flávia Albuquerque e Bruno Bocchini 
Repórteres da Agência Brasil 
Chanceler reage a críticas israelenses e diz que
Brasil não é anão diplomático
 Antonio Cruz/Agência Brasil
O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, defendeu hoje (24) a posição do governo brasileiro que, em nota divulgada ontem (23), condenou “energicamente o uso desproporcional da força” por Israel em conflito na Faixa de Gaza.
“Condenamos a desproporcionalidade da reação de Israel, com a morte de cerca de 700 pessoas, dos quais mais ou menos 70% são civis, e entre os quais muitas mulheres, crianças e idosos. Realmente, não é aceitável um ataque que leve a tal número de mortes de crianças, mulheres e civis", disse o ministro. "E é sobre esse fato que essa nova nota fala”, ressaltou Figueiredo, após participar, em São Paulo, de evento na Fundação Getulio Vargas.
O ministro lembrou que, na semana passada, o Itamaraty já havia divulgado nota condenando o movimento islâmico Hamas pelos foguetes lançados contra Israel, e também Israel pelo ataque à Faixa de Gaza. “Israel se queixa que, na última nota, não repetimos a condenação que já tínhamos feito. A condenação que já tínhamos feito continua somos absolutamente contrários ao fato de o Hamas soltar foguetes contra Israel. Isso se mantém. Não há dúvida. Não pode haver dúvida disso”, afirmou Figueiredo.
Ele acrescentou que a última nota do Itamaraty não omite nada que foi dito antes. "Ao contrário,a gente pede o cessar-fogo imediato. Cessar-fogo quer dizer o quê? [Cessarem] os ataques das duas partes. Não há cessar-fogo unilateral, não é isso que a gente pede. A gente pede que as duas partes parem os ataques. Isso permanece.”
Figueiredo rebateu ainda afirmação do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, que, segundo o jornal The Jerusalem Post, classificou o Brasil de "anão diplomático", apesar de sua posição econômica e cultural. “O que eu li é que o Brasil é um gigante econômico e cultural, e é um anão diplomático. Eu devo dizer que o Brasil é um dos poucos países do mundo, um dos 11 países do mundo, que têm relações diplomáticas com todos os membros da ONU [Organização das Nações Unidas]. E temos um histórico de cooperação pela paz e ações pela paz internacional. Se há algum anão diplomático, o Brasil não é um deles, seguramente”, reagiu o chanceler.
Segundo Figueiredo, as declarações do porta-voz da Chancelaria israelense não devem, porém, estremecer as relações de amizade entre os dois países. “Países têm o direito de discordar. E nós estamos usando o nosso direito de sinalizar para Israel que achamos inaceitável a morte de mulheres e crianças, mas não contestamos o direito de Israel de se defender. Jamais contestamos isso. O que contestamos é a desproporcionalidade das coisas”, destacou.
O chanceler também defendeu a posição brasileira assumida no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. O Brasil votou favoravelmente à condenação da atual ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza e à criação de uma comissão internacional para investigar todas as violações e julgar os responsáveis.
“A maioria apoiou, inclusive a América Latina inteira. Nós estamos junto da nossa região e apoiamos, neste caso, uma investigação internacional independente para determinar o que aconteceu, o que está acontecendo. Eu acho razoável haver essa investigação internacional independente, e foi a favor disso que nós nos manifestamos.”
Fonte - Agência Brasil  24/07/2014

terça-feira, 22 de julho de 2014

Gaza: ofensiva israelense matou 589 pessoas, líderes mundiais tentam cessar-fogo

Internacional

O secretário de Estado norte-americano chegou na segunda-feira (21) à noite ao Cairo, capital egípcia, onde encontrará o secretário-geral da ONU para tentar encontrar uma solução para o conflito, que também matou 27 soldados e dois civis israelenses.

Da Agência Lusa
foto - ilustração
O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e o chefe da diplomacia norte-americana, John Kerry, tentam hoje (22) estabelecer um cessar-fogo entre Israel e Palestina, após duas semanas de ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza, que já provocou a morte de 589 palestinos.
O secretário de Estado norte-americano chegou na segunda-feira (21) à noite ao Cairo, capital egípcia, onde encontrará o secretário-geral da ONU para tentar encontrar uma solução para o conflito, que também matou 27 soldados e dois civis israelenses.
Hoje de manhã, pelo menos seis pessoas, incluindo uma mulher grávida e uma criança, foram mortas pelo Exército israelense durante ofensiva na Faixa de Gaza. "Nós vamos continuar esta operação para lutar contra o terrorismo”, declarou Peter Lerner, um porta-voz do Exército de Israel.
Os meios de comunicação palestinos comentaram, na noite de segunda-feira, sobre uma possível trégua humanitária de algumas horas hoje, para permitir que moradores da Faixa de Gaza conseguissem mantimentos mas, até o momento, esta trégua não foi confirmada.
Em Doha, capital do Catar, onde se encontraram na segunda-feira, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, e o chefe do Hamas, Khaled Mechaal, apelaram pelo fim “da agressão israelense” contra a Faixa de Gaza e o levantamento do bloqueio instituído desde 2006.
“O Hamas e o presidente Abbas estão de acordo que todas as organizações palestinas devem trabalhar em conjunto a favor de um cessar-fogo”, disse um negociador do movimento nacionalista Fatah, Azzam Al Ahmad.
“É preciso, primeiro, um cessar-fogo e depois continuaremos a discutir com o Egito e todas as partes regionais e internacionais, até que nós concretizemos o conteúdo do acordo de paz final”, explicou Al Ahmad.
As Forças Armadas israelenses lançaram no dia 8 de julho uma operação aérea, batizada de Margem Protetora, e estendeu para uma ofensiva terrestre no dia 17, com o objetivo de neutralizar o movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Fonte - Agência Brasil  22/07/2014

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Conselho de Direitos Humanos da ONU terá reunião extraordinária sobre Gaza

Internacional

O anúncio foi feito na sequência do dia mais sangrento do conflito entre Israel e o movimento de resistência islâmica, Hamas. Ontem (20), mais de 150 palestinos e 13 soldados israelenses morreram.

Da Agência Lusa
Bombardeio na Faixa de Gaza
Divulgação/Agência Lusa
O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU) anunciou hoje (21) a realização de um encontro extraordinário na quarta-feira (23) para debater a operação militar de Israel na Faixa de Gaza. O anúncio foi feito na sequência do dia mais sangrento do conflito entre Israel e o movimento de resistência islâmica, Hamas. Ontem (20), mais de 150 palestinos e 13 soldados israelenses morreram.
A reunião foi um pedido do Egito, em nome dos Estados árabes; do Paquistão, em nome da Organização de Cooperação Islâmica; e dos palestinos. Em uma sessão de emergência sobre o conflito em Gaza, ontem, o Conselho de Segurança da ONU pediu cessar-fogo imediato.
Pelo menos 509 palestinos morreram e mais de 3.150 ficaram feridos desde o início da Operação Margem Protetora – para acabar com os disparos de foguetes em território israelense, no dia 8 de julho. Do lado de Israel, 20 pessoas morreram, incluindo dois civis.
Israel acusou repetidamente o Conselho dos Direitos Humanos, integrado por 47 países, de ter uma posição favorável aos palestinos.
Fonte - Agência Brasil  21/07/2014

sábado, 19 de julho de 2014

Mais de 300 palestinos morreram em 12 dias de ofensiva israelense em Gaza

Internacional

Somente nas primeiras 24 horas da incursão terrestre, mais de 70 palestinos morreram nos ataques, concentrados nos bairros do Norte e do Sul da Faixa de Gaza.

Da Télam
foto - ilustração
Em 12 dias de ofensiva israelense na Faixa de Gaza, 330 palestinos morreram e mais de 2.400 ficaram feridos. As vítimas, em sua maioria, são civis.
Segundo fontes médicas, o número de mortes aumentou muito desde a noite de quinta-feira (17), quando o Exército de Israel iniciou uma ofensiva terrestre, que se soma aos bombardeios da Aviação e da Marinha de Guerra.
Somente nas primeiras 24 horas da incursão terrestre, mais de 70 palestinos morreram nos ataques, concentrados nos bairros do Norte e do Sul da Faixa de Gaza.
Na noite passada, a violência foi particularmente intensa nos bairros de Beit Lahia e Beit Janun, onde um obus das forças israelenses matou oito pessoas de uma mesma família. No Sul da Faixa de Gaza, uma das áreas mais castigadas por terra, mar e ar, três pessoas morreram em um bombardeio noturno.
Na localidade de Jan Yunis, também no Sul da região, quatro pessoas morreram e cinco ficaram feridas na noite de ontem (18). Em Rafah, perto da fronteira com o Egito, os mortos em ataques israelenses chegaram a uma dezena.
As crianças, que são quase metade da população da Faixa de Gaza, também são vítimas do conflito entre os israelenses e palestinos: cerca de 80 menores de idade morreram desde que começaram as hostilidades.
Fonte - Agência  Brasil  19/07/2014

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Palestinos contabilizam 24 mortos desde início da ofensiva terrestre israelense

Internacional

Entre as vítimas palestinas, três adolescentes, de idades entre os 12 e 16 anos, foram mortos hoje (18) por tiros de tanques israelenses perto de Beit Hanun, no Norte da Faixa de Gaza, segundo o porta-voz dos serviços de emergência local, Ashraf Al Qudra.

Da Agência Lusa 
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Vinte e quatro palestinos foram mortos desde o início da ofensiva terrestre lançada na quinta-feira (17) por Israel em Gaza, elevando para 265 o número de mortos palestinos no décimo primeiro dia da operação israelense. Um soldado israelense foi morto no curso desta ofensiva, tornando-se a décima segunda vítima de Israel, desde o início das hostilidades.
Entre as vítimas palestinas, três adolescentes, de idades entre os 12 e 16 anos, foram mortos hoje (18) por tiros de tanques israelenses perto de Beit Hanun, no Norte da Faixa de Gaza, segundo o porta-voz dos serviços de emergência local, Ashraf Al Qudra.
Cinco pessoas, entre os quais um bebê de cinco meses, foram mortos por tiros israelenses em incidentes na cidade de Rafah, no Sul de Gaza. Segundo o centro palestino para os direitos humanos, situado em Gaza, os civis representam mais de 80% por cento das vítimas da ofensiva lançada por Israel para tentar acabar com os lançamentos de mísseis da milícia muçulmana Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Pelo menos 1.920 palestinos foram feridos desde o início da operação israelense, em 8 de julho. Cerca de 1.164 mísseis foram lançados em direção a Israel desde o início das hostilidades e 320 foram interceptados pelo Sistema de Defesa Antimísseis conhecido como Redoma de Ferro, segundo o exército israelense.
Fonte - Agência Brasil  18/07/2014

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

ONU volta a pedir o fim do embargo a Cuba

Internacional

Apenas Estados Unidos e Israel foram contrários

DR 
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A Assembleia Geral da ONU renovou pelo 22º ano consecutivo o pedido aos Estados Unidos para pôr fim ao embargo a Cuba. A resolução solicitando o encerramento das sanções foi aprovada por 188 países, tendo a negativa norte-americana e de Israel e as abstenções de Palau, Micronésias e Ilhas Marshall.
O fim do embargo é defendido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). A agência da ONU destaca que as sanções refletem na área social e na economia de Cuba. Da mesma forma, a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal) destaca que as sanções dificultam a modernização e as mudanças cubanas.
A Cepal avalia que, em 2012, os Estados Unidos não fizeram qualquer esforço para diminuir o impacto do bloqueio. Os danos acumulados desde 1962, ano em que foi decretado o embargo, são calculados em US$ 1 bilhão.
Fonte  -Diário da Russia  30/10/2013