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quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Mais 576 estrangeiros são autorizados a deixar Gaza - Não há brasileiros na lista

 Política - Internacional  ✈ 👪

De acordo com o Itamaraty, não há nenhum cidadão brasileiro entre os 576 estrangeiros que buscam escapar à guerra entre Israel e o Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza. Segundo o embaixador Alessandro Candeas, constam da lista divulgada esta madrugada cidadãos do Azerbaijão, Barhein, Bélgica, Coréia do Sul, Croácia, Estados Unidos, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Macedônia, México, Suíça, Sri Lanka e Tchade.

Por Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil 
 Foto - Ag.Brasil/Reuters
Autoridades egípcias e israelenses autorizaram, nesta quinta-feira (2), que um segundo grupo de pessoas deixe a Faixa de Gaza e ingresse no Egito. De acordo com o Itamaraty, não há nenhum cidadão brasileiro entre os 576 estrangeiros que buscam escapar à guerra entre Israel e o Hamas, grupo que controla a Faixa de Gaza. Segundo o embaixador Alessandro Candeas, constam da lista divulgada esta madrugada cidadãos do Azerbaijão, Barhein, Bélgica, Coréia do Sul, Croácia, Estados Unidos, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Macedônia, México, Suíça, Sri Lanka e Tchade. Só o grupo norte-americano inclui 400 dos 576 contemplados nesta segunda lista. A lista anterior foi divulgada no início da madrugada desta quarta-feira (1º), dia em que o primeiro grupo autorizado a deixar Gaza cruzou a fronteira para o Egito. Além de 500 pessoas portadoras de passaportes estrangeiros, integravam este primeiro grupo 81 moradores de Gaza feridos que foram transportados em ambulâncias através da passagem de Rafah. A assessoria do Itamaraty informou à Agência Brasil que, neste momento, não há como prever em quanto tempo os 34 brasileiros que pediram auxílio ao governo brasileiro serão autorizados a deixar Gaza, já que os critérios de seleção são aplicados pelas autoridades locais. O governo brasileiro, contudo, segue contatando lideranças regionais a fim de tentar agilizar a repatriação dos brasileiros e de seus parentes de outras nacionalidades. Os 34 brasileiros estão abrigados nas cidades de Khan Younes e Rafah, próximas à fronteira com o Egito. Segundo o Itamaraty, o esquema de resgate prevê auxílio desde a saída da Faixa de Gaza – com equipes e ônibus de prontidão, medicamentos e alimentação – até o embarque no Aeroporto do Cairo, onde um aeroporto da Força Aérea Brasileira (FAB) os aguarda. No início da manhã desta quinta-feira (2), um grupo de 30 brasileiros, além de uma jordaniana e um palestino casados com brasileiros, desembarcaram em território brasileiro vindos da Cisjordânia.
Fonte - Agência Brasil 02/11/2023

ENTENDA O QUE FOI A NAKBA, A CATÁSTROFE DO POVO PALESTINO 
Link para a matéria da Agência Brasil - https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-11/entenda-o-que-foi-nakba-catastrofe-do-povo-palestino - 04/11/2023

domingo, 3 de agosto de 2014

Ban Ki-moon - Ataque contra escola é um ato criminoso

Internacional

Ban afirmou que o ataque deste domingo "é mais uma violação flagrante do direito internacional humanitário....

ONU
foto - ilustração
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disse que o ataque que matou 10 pessoas em uma escola da organização na Faixa de Gaza é um "ultraje moral e um ato criminoso".
Ban afirmou que o ataque deste domingo "é mais uma violação flagrante do direito internacional humanitário, o que exige claramente a proteção vinda de ambas as partes de civis palestinos, funcionários e instalações da ONU, entre outras instalações civis".
Em um comunicado, o chefe da ONU disse que o ataque "devem ser rapidamente investigado e os responsáveis responsabilizados. É um ultraje moral e um ato criminoso".
Fonte - Diário de Pernambuco  03/08/2014

terça-feira, 29 de julho de 2014

Mercosul exige cessar-fogo na Faixa de Gaza

Internacional

O presidente venezuelano fez as declarações antes de começaram as deliberações públicas da Cúpula do Mercosul, aberta nesta terça-feira na Casa Amarela, sede da Chancelaria venezuelana.
Além de Maduro, participam do encontro de Caracas os presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, do Brasil; Dilma Rousseff, do Uruguai; José Mujica, do Paraguai; Horacio Cartes, e da Bolivia, Evo Morales.

Da Agência Brasil
Edição: Nádia Franco
Ag.Brasil
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, informou que os presidentes dos países do Mercado Comum do Sul (Mercosul) propuseram hoje (29), em reunião privada durante a 46ª cúpula do bloco, a divulgação de um comunicado expressando posição contra os ataques de Israel à população palestina e exigindo um cessar-fogo na Faixa de Gaza.
Maduro destacou que há um profundo sentimento de solidariedade com o povo palestino e que há consenso quanto à necessidade de um cessar-fogo imediato na região e de retomada das conversações de paz.
O presidente venezuelano fez as declarações antes de começaram as deliberações públicas da Cúpula do Mercosul, aberta nesta terça-feira na Casa Amarela, sede da Chancelaria venezuelana.
Além de Maduro, participam do encontro de Caracas os presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, do Brasil; Dilma Rousseff, do Uruguai; José Mujica, do Paraguai; Horacio Cartes, e da Bolivia, Evo Morales.
Segundo o primeiro-ministro de Israel, Benjamín Netanyahu, o objetivo da ofensiva israelense, que teve início há cerca de 20 dias, é destruir os túneis da froneira supostamente usados pelo movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Até agora, o número de mortos no conflito passa de 1.000, entre os quais há crianças e civis.
Com informações da Agência Venezuelana de Notícias
Fonte - Agência Brasil  29/07/2014

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Conselho de Segurança da ONU pede cessar-fogo humanitário imediato em Gaza

Internacional

As 15 nações apelaram ao “respeito pleno do direito humanitário internacional, sobretudo no que diz respeito à proteção dos civis” e enfatizaram que “as instalações civis e humanitárias, incluindo as da ONU, devem ser respeitadas e protegidas”. Há três dias, um bombardeio atingiu uma escola da ONU em Gaza. 

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil 
Com informações da Agência Lusa
foto - ilustração
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) formalizou na madrugada de hoje (28), em Nova York, uma declaração apelando para um “cessar-fogo humanitário imediato e incondicional” entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza. Aprovada por unanimidade pelos 15 membros do conselho, a declaração pede para as partes envolvidas no conflito “aplicarem totalmente” o cessar-fogo durante a celebração do fim do Ramadã, esta semana, e estenderem para além desse período, buscando uma negociação da paz na região.
As 15 nações apelaram ao “respeito pleno do direito humanitário internacional, sobretudo no que diz respeito à proteção dos civis” e enfatizaram que “as instalações civis e humanitárias, incluindo as da ONU, devem ser respeitadas e protegidas”. Há três dias, um bombardeio atingiu uma escola da ONU em Gaza. A declaração também cobra de ambas as partes o “esforço de implementar um cessar-fogo duradouro e totalmente respeitado, baseado na iniciativa de mediação egípcia”.
O Conselho de Segurança também ressaltou a necessidade de fornecimento imediato de assistência humanitária à população da Faixa de Gaza, com o aumento das contribuições dos países ao Alto Comissáriado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Além dos cinco membros permanentes (Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido e França), os dez membros eleitos que compõem o conselho atualmente são: Argentina, Austrália, Chade, Chile, Coreia do Sul, Jordânia, Lituânia, Luxemburgo, Nigéria e Ruanda.
O Conselho de Segurança é o único órgão do sistema internacional capaz de adotar decisões obrigatórias para todos os Estados-Membros da ONU, podendo, inclusive, autorizar intervenção militar para garantir a execução de suas resoluções. Dos 15 países do conselho, cinco são membros permanentes – Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China – e dez são rotativos, ficando dois anos no órgão e sendo substituídos. O voto negativo de apenas um membro permanente configura veto a uma eventual resolução do conselho.
A declaração foi divulgada logo depois da reunião de emergência, ocorrida à meia-noite (1h no horário de Brasília), entre os 15 países-membros do Conselho de Segurança. Desde o início do mais recente conflito entre Israel e o Hamas, mais de mil palestinos e 43 soldados israelenses morreram.
Fonte - Agência Brasil  28/07/2014

sábado, 26 de julho de 2014

Mais de 30 de brasileiros permanecem em Gaza

Internacional

A Cruz Vermelha Internacional informou que a falta de água e a destruição da rede de esgoto afetam muito a população 

Danilo Macedo 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
Desde o início do mais recente confronto entre Israel e o grupo islâmico Hamas, na Faixa de Gaza, iniciado no dia 8 de julho, 15 brasileiros deixaram a região dos conflitos e 31 permanecem em suas casas. De acordo com o Escritório de Representação do Brasil na Autoridade Nacional Palestina, em Ramala, na Cisjordânia, os que continuam na zona de conflito alegam motivos pessoais, familiares, não ter para onde ir e até medo de sair de casa.
Entre os que deixaram Gaza, 12 brasileiros – sendo 11 de duas famílias, primas entre si, e uma mulher cuja família já estava no Cairo – atravessaram a fronteira para o Egito. Uma freira brasileira foi para Belém, na Cisjordânia, e mais duas mulheres, mãe e filha, serguiram para a Jordânia. Quando o conflito se iniciou, a representação brasileira entrou em contato com os brasileiros na região e, em seguida, com a Organização das Nações Unidas (ONU) e as autoridades dos países para onde os brasileiros pretendiam se deslocar.
Entre os brasileiros, poucos são nascidos no Brasil e os outros herdaram a cidadania brasileira por serem filhos de brasileiros ou de palestinos que viveram no Brasil e conquistaram a cidadania depois de um tempo. Com exceção das duas mulheres que foram para Amã, na Jordânia, os demais brasileiros tiveram de se deslocar por conta própria até a fronteira. Mãe e filha tiveram auxílio da ONU e foram transportadas em um comboio com vários estrangeiros. Todos os deslocamentos são feitos em “janelas de oportunidade” ou “tréguas humanitárias”, como são chamados os curtos períodos de cessar-fogo.
Vários relatos, no entanto, indicam que muitos estrangeiros, incluindo brasileiros que permanecem em Gaza, têm medo de sair de casa até mesmo para deixar a região. O risco de se tornarem alvos existe. Das mais de 950 mortes registradas até o 19º dia do conflito, mais de 70% referem-se a civis, segundo a ONU. Escolas e igrejas, que servem de refúgio, estão lotadas. Com 41 quilômetros (Km) de cumprimento e de 6 km a 12 km de largura, a Faixa de Gaza tem área total de 365 km², quatro vezes menor do que o município de São Paulo.
Com pouco mais de 1,8 milhão de habitantes, a área tem densidade de aproximadamente 5 mil pessoas por quilômetro quadrado. Para piorar a situação de muitas pessoas em um pequeno território, cerca de 40% dele foi declarado passível de ataques pelo governo de Israel, que despeja folhetos e manda mensagens de celular para milhares de pessoas deixarem suas casas, se não quiserem sofrer “as consequências”. A Cruz Vermelha Internacional informou que a falta de água e a destruição da rede de esgoto afetam muito a população.
Do lado de Israel, alguns foguetes também já levaram medo a Tel Aviv, a segunda cidade mais populosa do país. O governo do país afirmou que, se não tivesse desenvolvido um sofisticado sistema antimísseis, centenas de pessoas também teriam morrido em Israel no conflito. Até o momento, 37 soldados israelenses morreram em combate, além de dois civis e um trabalhador rural tailandês, que foram atingidos por tiros de morteiro em território israelense.
Fonte - Agência Brasil 26/07/2014

terça-feira, 22 de julho de 2014

Gaza: ofensiva israelense matou 589 pessoas, líderes mundiais tentam cessar-fogo

Internacional

O secretário de Estado norte-americano chegou na segunda-feira (21) à noite ao Cairo, capital egípcia, onde encontrará o secretário-geral da ONU para tentar encontrar uma solução para o conflito, que também matou 27 soldados e dois civis israelenses.

Da Agência Lusa
foto - ilustração
O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e o chefe da diplomacia norte-americana, John Kerry, tentam hoje (22) estabelecer um cessar-fogo entre Israel e Palestina, após duas semanas de ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza, que já provocou a morte de 589 palestinos.
O secretário de Estado norte-americano chegou na segunda-feira (21) à noite ao Cairo, capital egípcia, onde encontrará o secretário-geral da ONU para tentar encontrar uma solução para o conflito, que também matou 27 soldados e dois civis israelenses.
Hoje de manhã, pelo menos seis pessoas, incluindo uma mulher grávida e uma criança, foram mortas pelo Exército israelense durante ofensiva na Faixa de Gaza. "Nós vamos continuar esta operação para lutar contra o terrorismo”, declarou Peter Lerner, um porta-voz do Exército de Israel.
Os meios de comunicação palestinos comentaram, na noite de segunda-feira, sobre uma possível trégua humanitária de algumas horas hoje, para permitir que moradores da Faixa de Gaza conseguissem mantimentos mas, até o momento, esta trégua não foi confirmada.
Em Doha, capital do Catar, onde se encontraram na segunda-feira, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, e o chefe do Hamas, Khaled Mechaal, apelaram pelo fim “da agressão israelense” contra a Faixa de Gaza e o levantamento do bloqueio instituído desde 2006.
“O Hamas e o presidente Abbas estão de acordo que todas as organizações palestinas devem trabalhar em conjunto a favor de um cessar-fogo”, disse um negociador do movimento nacionalista Fatah, Azzam Al Ahmad.
“É preciso, primeiro, um cessar-fogo e depois continuaremos a discutir com o Egito e todas as partes regionais e internacionais, até que nós concretizemos o conteúdo do acordo de paz final”, explicou Al Ahmad.
As Forças Armadas israelenses lançaram no dia 8 de julho uma operação aérea, batizada de Margem Protetora, e estendeu para uma ofensiva terrestre no dia 17, com o objetivo de neutralizar o movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Fonte - Agência Brasil  22/07/2014

sábado, 19 de julho de 2014

Mais de 300 palestinos morreram em 12 dias de ofensiva israelense em Gaza

Internacional

Somente nas primeiras 24 horas da incursão terrestre, mais de 70 palestinos morreram nos ataques, concentrados nos bairros do Norte e do Sul da Faixa de Gaza.

Da Télam
foto - ilustração
Em 12 dias de ofensiva israelense na Faixa de Gaza, 330 palestinos morreram e mais de 2.400 ficaram feridos. As vítimas, em sua maioria, são civis.
Segundo fontes médicas, o número de mortes aumentou muito desde a noite de quinta-feira (17), quando o Exército de Israel iniciou uma ofensiva terrestre, que se soma aos bombardeios da Aviação e da Marinha de Guerra.
Somente nas primeiras 24 horas da incursão terrestre, mais de 70 palestinos morreram nos ataques, concentrados nos bairros do Norte e do Sul da Faixa de Gaza.
Na noite passada, a violência foi particularmente intensa nos bairros de Beit Lahia e Beit Janun, onde um obus das forças israelenses matou oito pessoas de uma mesma família. No Sul da Faixa de Gaza, uma das áreas mais castigadas por terra, mar e ar, três pessoas morreram em um bombardeio noturno.
Na localidade de Jan Yunis, também no Sul da região, quatro pessoas morreram e cinco ficaram feridas na noite de ontem (18). Em Rafah, perto da fronteira com o Egito, os mortos em ataques israelenses chegaram a uma dezena.
As crianças, que são quase metade da população da Faixa de Gaza, também são vítimas do conflito entre os israelenses e palestinos: cerca de 80 menores de idade morreram desde que começaram as hostilidades.
Fonte - Agência  Brasil  19/07/2014

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Palestinos contabilizam 24 mortos desde início da ofensiva terrestre israelense

Internacional

Entre as vítimas palestinas, três adolescentes, de idades entre os 12 e 16 anos, foram mortos hoje (18) por tiros de tanques israelenses perto de Beit Hanun, no Norte da Faixa de Gaza, segundo o porta-voz dos serviços de emergência local, Ashraf Al Qudra.

Da Agência Lusa 
foto - ilustração
Vinte e quatro palestinos foram mortos desde o início da ofensiva terrestre lançada na quinta-feira (17) por Israel em Gaza, elevando para 265 o número de mortos palestinos no décimo primeiro dia da operação israelense. Um soldado israelense foi morto no curso desta ofensiva, tornando-se a décima segunda vítima de Israel, desde o início das hostilidades.
Entre as vítimas palestinas, três adolescentes, de idades entre os 12 e 16 anos, foram mortos hoje (18) por tiros de tanques israelenses perto de Beit Hanun, no Norte da Faixa de Gaza, segundo o porta-voz dos serviços de emergência local, Ashraf Al Qudra.
Cinco pessoas, entre os quais um bebê de cinco meses, foram mortos por tiros israelenses em incidentes na cidade de Rafah, no Sul de Gaza. Segundo o centro palestino para os direitos humanos, situado em Gaza, os civis representam mais de 80% por cento das vítimas da ofensiva lançada por Israel para tentar acabar com os lançamentos de mísseis da milícia muçulmana Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Pelo menos 1.920 palestinos foram feridos desde o início da operação israelense, em 8 de julho. Cerca de 1.164 mísseis foram lançados em direção a Israel desde o início das hostilidades e 320 foram interceptados pelo Sistema de Defesa Antimísseis conhecido como Redoma de Ferro, segundo o exército israelense.
Fonte - Agência Brasil  18/07/2014