Mostrando postagens com marcador queda de demanda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador queda de demanda. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Nova perda de demanda no sistema de Metrô do Recife

Transportes sobre trilhos   🚇

Os números têm sido acompanhado e contabilizados pela Coordenadoria Operacional de Planejamento de Transporte – COPET, que faz parte da Gerência Regional I de Planejamento – GIPLA.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A CBTU Recife contabilizou nova perda de demanda no primeiro fim de semana de acirramento nas regras de distanciamento social na Região Metropolitana de Recife. Os números têm sido acompanhado e contabilizados pela Coordenadoria Operacional de Planejamento de Transporte – COPET, que faz parte da Gerência Regional I de Planejamento – GIPLA.
“Diante desse cenário de pandemia decorrente do Coronavírus, a COPET vem fazendo um estudo diário do comportamento da demanda do metrô, inclusive comparando-a com os números de casos já confirmados no Estado de Pernambuco, a fim de verificar as possíveis perdas em sua demanda, decorrentes do maior isolamento social”, explica a coordenadora de planejamento de transporte, Tarciana Buonora.

divulgação/CBTU
Em comparação ao sábado, houve uma redução percentual de 24,7% ou 10.353 passageiros em número bruto na demanda total do dia 16/05 quando comparada a demanda do dia 09/05. O total de pagantes também caiu em 28,0% ou 2.753 passageiros neste mesmo dia. Já em relação ao domingo, dia 17/05, essa redução foi um pouco maior em termos percentuais, sendo de 28,2% ou 7.076 passageiros a menos na demanda total quando comparada a demanda do dia 10/05, quer dizer, antes das normas de isolamento mais rigorosas. O total de pagantes também teve uma queda de 29,2%, uma perda de demanda de 1.714 em números brutos de passageiros.
Com informações da CBTU  22/05/2020

divulgação/CBTU


quinta-feira, 30 de abril de 2020

Linha 2-Verde foi a mais afetada no Metrô de São Paulo por conta do início da quarentena

Transporte sobre trilhos  🚇

Agora, finalmente, as informações mais detalhadas divulgados pelo Metrô(SP), ViaQuatro e ViaMobilidade foram liberadas, trazendo mais luz para o fenômeno. E a primeira constatação é que a Linha 2-Verde foi a mais afetada em março, mês em que entraram em vigor as regras de restrições de deslocamentos.

Metrô CPTM
foto - ilustração/Pregopontocom
Linha 2 Verde SP
O início da vigência da quarentena em São Paulo, por conta da pandemia do coronavírus, tem afetado o transporte sobre trilhos de forma brutal, mas até hoje os dados informados pelo governo têm sido genéricos. Agora, finalmente, as informações mais detalhadas divulgados pelo Metrô, ViaQuatro e ViaMobilidade foram liberadas, trazendo mais luz para o fenômeno. E a primeira constatação é que a Linha 2-Verde foi a mais afetada em março, mês em que entraram em vigor as regras de restrições de deslocamentos. Com seus 14 km de extensão e uma função integradora importante, a Linha 2 viu seu movimento cair para apenas 515 mil usuários por dia, 38% menos que em fevereiro. Uma das explicações para isso está no fato de o ramal ter experimentado um crescimento antes da crise causada pelo vírus Covid-19 e motivado pela entrada de mais passageiros oriunda da Linha 15-Prata. Prova disso é que em fevereiro passaram em média por ela 826 mil pessoas, uma das maiores marcas da sua história.
Por outro lado, o ramal menos afetado no mês passado foi a Linha 5-Lilás, que também alimenta a Linha 2 na estação Chácara Klabin. Operada pela ViaMobilidade, a linha viu seu movimento cair 29%, de uma média de 587 mil pessoas para 419 mil em março. A segunda que menos perdeu movimento foi a Linha 4, com queda de 32%.
Por conta das mudanças de trajetos causada pela quarentena, a Linha 3-Vermelha recuperou a liderança na rede metroferroviária, com média diária de 939 mil passageiros, cerca de 20 mil pessoas a mais que a Linha 1-Azul, a mais movimentada do ano. Já o monotrilho da Linha 15 permaneceu fechado durante esse período por problemas causados pelo estouro de um pneu em fevereiro.

Um terço a menosNo total, as seis linhas de metrô de São Paulo tiveram uma redução de usuários diários de 35% no mês passado. Isso significou que 1,77 milhão de viagens deixaram de ser realizadas diariamente, um enorme impacto na receita tarifária dessas empresas. Para o Metrô, o prejuízo foi maior: a companhia perdeu 1,36 milhão de passageiros por dia enquanto as concessionárias ViaQuatro e ViaMobilidade, ambas tendo como sócio principal a CCR, perderam juntas 410 mil usuários, ou 25% da soma total.
Os números de abril devem mostrar uma situação ainda mais precária já que no mês passado a quarentena passou a vigorar em 24 de março.
Fonte - Revista Ferroviária  29/04/2020

sábado, 2 de agosto de 2014

Brasileiro anda cada vez menos de ônibus

Mobilidade

Queda na utilização se deve, principalmente, à migração das pessoas para os transportes individuais motorizados....   - Por que razão e motivos???????!!!!

Ultima Hora
FOTO: NATINHO RODRIGUES
Apesar de criticar falta de investimentos públicos,
associação avalia que avanços, como os BRTs,
 já começam a apresentar resultados
Brasília. Balanço divulgado ontem pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) contabiliza que, em 2013, 175 milhões de passageiros deixaram de usar ônibus nas nove capitais mais populosas do País (Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e São Paulo). Ou seja: 560 mil passagens deixaram de ser vendidas a cada dia, na comparação com o ano anterior.
Isso corresponde a uma redução de 1,4% no número de passageiros transportados, entre 2012 e 2013. Esse percentual sobe para 30% se o recorte for entre 1995 e 2013. De acordo com a NTU, essa queda se deve, principalmente, à migração das pessoas para os transportes individuais motorizados e ao alto custo do diesel, repassado ao valor da tarifa.
Na opinião do presidente da NTU, Otávio Cunha, não é a má qualidade do transporte público o que tem resultado nessa diminuição da demanda por ônibus - e na consequente migração das pessoas para os automóveis. "É a baixa demanda o que tem resultado na má qualidade do transporte público", garante. A baixa qualidade do transporte tem, segundo ele, suas explicações.
"Em primeiro lugar, faltou ao governo federal o estabelecimento de políticas públicas de transportes. Falta inteligência para pensar o transporte e também investimento e capacitação profissional", disse ele.

Velocidade média cai
O resultado dessa falta de políticas públicas para o setor, acrescenta o presidente da NTU, "é a queda da velocidade operacional, o aumento do custo dos insumos e a competição com transporte individual. Nesse cenário, a velocidade média das viagens caiu em 50% nos últimos dez anos, passando de 25 quilômetros por hora (km/h) para 12 km/h", completou. Segundo o diretor administrativo da NTU, "as pessoas colocam o empresário como vilão por tentar aumentar a tarifa". Mas, de acordo com ele, o aumento de tarifa serve para "manter o mesmo nível do transporte público". Segundo Cunha, as empresas fazem o que podem na gestão interna. "O que acontece é que a crise está muito mais motivada pela falta de políticas públicas", criticou.
Apesar da crítica, a diretoria da NTU avalia que os recentes investimentos em infraestrutura para mobilidade começam a apresentar resultados. "Os corredores (exclusivos para transporte público) recentes darão melhorias significativas ao transporte. A partir de 2016 veremos resultados muito significativos".
Fonte - Diário do Nordeste 02/08/2014

COMENTÁRIO Pregopontocom

""Na opinião do presidente da NTU, Otávio Cunha, não é a má qualidade do transporte público o que tem resultado nessa diminuição da demanda por ônibus - e na consequente migração das pessoas para os automóveis. "É a baixa demanda o que tem resultado na má qualidade do transporte público", garante. A baixa qualidade do transporte tem, segundo ele, suas explicações.""

Pregopontocom - No mínimo a explicação desse SR. é uma justificativa totalmente falsa e tendenciosa,quando inverte a lógica verdadeira e subverte ordem natural do problema, ou seja na verdade atua como autêntico lobista.Afirmar que a queda da qualidade do (péssimo) transporte por ônibus e o resultado da queda da demanda de passageiros só pode estar fazendo uma piada de muito mau gosto ou desprezando totalmente a inteligência dos demais.Não Sr....não é nada disso....a queda na demanda de passageiros no transporte por ônibus dar-se em função justamente por razões contrarias a tudo que o Sr. afirma.Os passageiros se afastam na medida em que esse sistema se deteriora na qualidade do serviço prestado,em razão do preço cobrado por ele (a tarifa),na qualidade do equipamento usado bem como a falta de vontade dos donos de ônibus em investir na modernização da atual frota em circulação com novas tecnologias já disponíveis,a exemplo de ônibus com piso baixo,câmbio eletrônico automático,suspensão pneumática,propulsores traseiros ou centrais e até ar refrigerado ou ventilação forçada.Investir em tecnologia de bordo com sistemas de monitoramento e informação para os passageiros,implantar o uso do bilhete único (integrado com todos os modais) por tempo de permanência no sistema (por hora) com a inclusão de bilhetes eletrônicos avulso além dos cartões mensais,e a integração física e tarifária com todo o sistema existente.Em vez disso insistem, com algumas exceções, em continuar utilizando ônibus montados em plataformas de caminhão,com motores dianteiros,duros,barulhentos, desconfortáveis e com difícil acessibilidade pára todos os usuários.Além disso o fato da grande maioria dos ônibus serem mecânicos e não automáticos,tornam a jornada dos seus condutores mais dolorosa e extremamente exaustiva.Investir em capacitação profissional é obrigação única e exclusiva dos "empresários" do setor que se utilizam da mão de obra,pois são empresas privadas e não públicas.
Quanto aos custos das empresas,eles são fixos e não variam em função do numero de passageiros transportados a exemplo das empresas aéreas,que com tarifas mais baratas atraem mais passageiros que ocupam os assentos vazios.E muito fácil querer,nesse caso do transporte por ônibus,transferir toda a responsabilidade para o poder público ao tempo em que os donos de ônibus não investem um centavo sequer em infraestrutura viária,ou não dão nenhuma contrapartida,achando tudo pronto e sempre disponível para o uso inteiramente free cabendo todo o ônus de custeio de construção e manutenção ao poder público.O mais interessante é que sempre se queixam do valor da tarifa,e folgam em dizer que quase não tem lucros,alguns chegam até alegar prejuízos,mais no entanto nenhum deles quer lagar o "osso",ou seja desistir do negócio,mudar de ramo,brigam desesperadamente pela sua permanência no sistema e "investem" pesado nisso. Dizer que o aumento da tarifa serve apenas para manter o nível do transporte público,por ônibus,...que nível????...ao que se sabe serve apenas para manter o bom nível de lucros dos donos de ônibus que choram e choram de barriga cheia......
Sinto muito lhe informar Sr. mais a verdade é que ônibus,principalmente os de péssima qualidade usados nas cidades do país,infelizmente não retiram passageiros do transporte individual que oferece ao seu proprietário comodidade,conforto,ar condicionado,som,flexibilidade de horários,ainda que tenham que enfrentar diariamente o caos urbano dos estressantes congestionamentos,mais mesmo assim preferem conviver com todo esse transtorno,pelo menos com mais conforto,do que ter mofar horas nos pontos para andar ensardinhados e em pé em latas velhas quentes,barulhentas e horários duvidosos.O poder público comete um erro sim, em demorar para investir com mais intensidade e mais rapidez em sistemas troncais de transportes de massa como trens,metrôs e VLTs,e também em sistemas hidroviários e de transportes verticais além de sistemas cicloviários e calçadas largas e livres para as viagens a pé.O BRT Sr.... é apenas uma caricatura mal desenhada de um sistema de transportes de massa,por ser ele um modal de baixa capacidade de demanda (23.mil pasgs/h-pico.p/sentido),comparado aos sistemas de transportes sobre trilhos,e não ser nada mais além do que um mero sistema de transportes por ônibus mais organizado (para garantir a sobrevivência dos ônibus mediante novas tecnologias que afloram para o transporte público),onde na maioria das vezes compromete e agride o meio ambiente com seus corredores,viadutos e elevados de concreto que quase sempre devastam e aniquilam áreas verdes de canteiros centrais ainda existentes.Os corredores de ônibus utilizando simplesmente a 1ª faixa da direita das vias existentes,custam infinitamente mais baratos,melhoram a circulação e a velocidade média do sistema,além de contribuírem para reduzir os espaços utilizados pelo transporte individual. Ônibus Sr.....não é transporte de massa ....é apenas um sistema complementar e alimentador dentro de uma rede moderna e eficiente de transportes públicos.