UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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terça-feira, 6 de novembro de 2018

Raposa um lugar agradável no Litoral do Maranhão

Turismo  ⛵

O local onde esta situado o município de Raposa já foi habitada pelo povo da etnia indígena dos Potiguaras até o século XVI (16).A cidade tem a sua volta muitas praias,manguezais e dunas de areias e é muito visitada por turistas atraídos pela sua beleza natural,pelo artesanato e a sua culinária muito forte e saborosa de frutos do mar.

Da Redação/São Luis

Raposa é um dos municípios que fazem parte da Região Metropolitana da capital do Maranhão São Luis, situado na Ilha de Upaon-Açu,juntamente com os municípios de São José do ribamar e Poço do Lumiar e a capital São Luis.O local onde esta situado o município de Raposa já foi habitada pelo povo da etnia indígena dos Potiguaras até o século XVI (16).
A cidade foi fundada em 1940 por dois imigrantes de Acaraú CE que se estabeleceram no local se dedicando a atividades de pesca e artesanato.O povoado de Raposa adquiriu status de município ao promover a sua separação de Paço do Limiar em 1994.
A cidade tem a sua volta muitas praias,manguezais e dunas de areias e é muito visitada por turistas atraídos bela sua beleza natural,pelo artesanato e a sua culinária muito forte e saborosa de frutos do mar.Os turistas também podem fazer passeios de barcos para as dunas e manguezais ao longo do seu litoral.A cidade também conta com um bom serviço de transportes por ônibus que servem a vários pontos de São Luis,incluindo uma linha expressa com ônibus metropolitanos climatizados,ligando o município ao centro histórico de São Luis passando pelo terminal de Praia Grande.
Pregopontocom 06/11/2018


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passeio de barco
bar flutuante












bar flutuante

passeios de barco
passeios de barco































terça-feira, 15 de abril de 2014

PF deflagra operação de combate à extração ilegal de areia - Bahia

Meio Ambiente

Trabalhadores são flagrados em extração ilegal em março deste ano - A ação é realizada por agentes da Polícia Federal (PF), em parceria com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).

A Tarde
Da Redação
Lúcio Távora | Ag. A TARDE
Foi deflagrada na manhã desta terça-feira, 15, a Operação Jauá, para reprimir a extração clandestina de areia em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
A ação é realizada por agentes da Polícia Federal (PF), em parceria com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).
Serão fiscalizados alguns pontos onde foram detectadas extrações ilegais de areia. De acordo com informações da PF, o crime se tornou comum no município, com o objetivo de utilizar o material na construção civil.
Os responsáveis serão indiciados pela prática de furto de bem da União e do crime ambiental de lavra clandestina.
Fonte - A Tarde  15/04/2014

domingo, 9 de março de 2014

Extração ilegal devasta dunas em Jauá

Meio Ambiente

Diariamente, várias caçambas são abastecidas com o mineral, que é carregado, com a utilização de pás, por trabalhadores informais. O movimento dos veículos é intenso e ocorre a qualquer hora do dia, inclusive à noite.

Priscila Machado
Lúcio Távora | Ag. A TARDE
Flagrante de crime ambiental em duna de Jauá, orla de Camaçari
Uma área de dunas no bairro Bela Vista de Jauá, em Camaçari (Grande Salvador) está sendo devastada pela extração ilegal de areia.
Diariamente, várias caçambas são abastecidas com o mineral, que é carregado, com a utilização de pás, por trabalhadores informais.
O movimento dos veículos é intenso e ocorre a qualquer hora do dia, inclusive à noite. Na sexta-feira, 7, por volta das 16h, A TARDE flagrou duas caçambas sendo abastecidas.
Os moradores ficam incomodados com a degradação do meio ambiente, entretanto alguns têm medo de comentar o assunto.
"É melhor não mexer com isso. Essa extração é realizada por uma máfia. Os responsáveis têm olheiros pela região", disse uma pessoa, sem querer se identificar.
Outro morador contou ter denunciado a atividade, por e-mail, ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), mas não obteve retorno.
"A paisagem é linda e o é habitat de algumas espécies. É uma pena que esteja sendo destruída, sem a menor fiscalização", lamentou. Segundo ele, crianças da localidade são pagas para abastecer as caçambas.
Ainda de acordo com a população, parte da areia é levada para outros municípios e o restante é comercializado em Jauá e Abrantes.
"A caçamba custa R$ 250", disse um comerciante, que afirmou ter usado a areia ilegal para construir uma casa de veraneio. De acordo com ele, a atividade ocorre há, pelo menos, seis anos.
Na entrada de Jauá, uma placa afixada em frente a uma residência anuncia a venda. "Temos areia fina e grossa", diz o informativo.
Segundo Luiz Edmundo de Campos, diretor da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba), e integrante do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA), a extração em região de dunas é ilegal.
O mineral, inclusive, não deve ser usado em construções por causa da salinização. "As paredes construídas com areia de dunas próximas à praia ficam sempre úmidas. Isso acontece porque o sal, presente no mineral, retém a umidade", explica.
O Inema não se pronunciou sobre o caso até o fechamento da edição. Já a Prefeitura de Camaçari disse, por meio de assessoria de comunicação, que já comunicou a atividade à Polícia Federal, que, por sua vez, já prendeu vários motoristas e autuou algumas empresas.
A prefeitura alegou que, com o tempo, os grupos voltam a atuar na região.
Para a gestão do município, é necessário que seja implantado um plano constante de proteção ambiental para fiscalizar a região e coibir a ação clandestina.
Ainda conforme a assessoria, a prefeitura tem feito ações educativas, instalando placas que informam sobre a proibição da extração. E o Inema, inclusive, já estaria ciente da atividade ilegal.

Área de proteção
A resolução 2.974/2002 do Conselho Estadual de Meio Ambiente classifica as dunas situadas na zona costeira do município de Camaçari como Zona de Vida Silvestre, e inclui o espaço na Área de Proteção Ambiental Joanes-Ipitanga.
Pelo documento, não são permitidas novas ocupações do solo. E é proibido o tráfego de veículos fora dos acessos viários locais.
Para a extração da areia, os responsáveis construíram uma passagem rudimentar de barro até o areal.
A região que dá acesso à passagem é conhecida como desvio d o pedágio da BA-099. O lugar deserto facilita a atividade ilícita.
Conforme o estabelecido no documento, a área devastada deveria ser destinada a visitações para fins educativos, ambientais, turísticos, ecológicos e relacionados a pesquisas.
Fonte - A Tarde   08/03/2014


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Desmatamento e destruição de área de preservação ambiental no bairro do STIEP provoca revolta dos moradores do local

Meio Ambiente

Segundo moradores as maquinas chegaram e rapidamente destruíram toda a vegetação existente e escavaram uma grande parte da área de preservação ambiental ao lado da encosta das dunas no referido local

Da Redação
foto - Pregopontocom
Uma grande área de preservação ambiental (em proporções comparadas a um campo de futebol),nas dunas situadas na rua Dr.Augusto Lopes Pontes no bairro do STIEP foi totalmente desmatada e escavada em apenas poucos dias.Segundo moradores as maquinas chegaram e rapidamente destruíram toda a vegetação existente e escavaram uma grande parte da área de preservação ambiental ao lado da encosta das dunas no referido local.Segundo informações dos manifestantes a área foi doada pelo Gov. do Estado a um seguimento religioso para construção de uma igreja e uma creche, os alvarás para o desmatamento e construção foram concedidos pela prefeitura através da Sucom.
Os moradores se disseram assustados com a rapidez como tudo aconteceu,e não aceitam o fato por considera-lo uma agressão ao meio ambiente .Os manifestantes fecharam a rua e com faixas cartazes e um carro de som,e realizaram um protesto pacífico e organizado,que contou com a participação de movimentos sociais,movimentos de bairros e moradores locais além das presenças e o apoio da vereadora Aladilce Souza e do vereador  Everaldo Augusto ambos do PCdoB.Após o encerramento dos protestos os manifestantes limparam a rua e uma comissão formada com os vereadores dirigiu-se até a sede do MP Ba no bairro de Nazaré para que fossem tomadas as medidas cabíveis.
Pregopontocom 13/09/2013


foto - Pregopontocom

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foto - Pregopontocom

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