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sexta-feira, 4 de março de 2016

Secid recebe últimos relatórios de consultoria sobre o VLT de Cuiabá

Transportes sobre trilhos

Em janeiro, a KPMG apresentou a primeira parte do trabalho, que abordou a viabilidade financeira para conclusão do modal. Conforme o levantamento, obra do VLT deve custar R$ 532 milhões a menos que o valor exigido pelo Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande.

Portal Governo de Mato Grosso - RF
foto - ilustração
O secretário de Estado das Cidades (Secid), Eduardo Chiletto, recebeu nesta quinta-feira (03/03) os últimos relatórios da consultoria sobre o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O trabalho, que foi desenvolvido pela KPMG Consultoria Ltda., será apresentado à Justiça Federal até o dia 19 de março. Os dois últimos volumes entregues são referentes aos estudos da tarifa e de operacionalização do modal.
Em janeiro, a KPMG apresentou a primeira parte do trabalho, que abordou a viabilidade financeira para conclusão do modal. Conforme o levantamento, obra do VLT deve custar R$ 532 milhões a menos que o valor exigido pelo Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande. Os dados foram apresentados à imprensa durante uma entrevista coletiva e os relatórios disponibilizados na íntegra no portal do governo do Estado.
Segundo a KPMG, o custo total para finalizar os serviços seria de R$ 602 milhões aos cofres públicos. O valor é muito abaixo do R$ 1,135 bilhão requisitados pelo consórcio construtor em 2015 a título de reajuste, reequilíbrio financeiro, câmbio e saldo devedor. Tal solicitação somava R$ 2,2 bilhões para conclusão da obra.
Atualmente, o contrato relacionado à obra do modal segue junto à Justiça Federal, devido à ação civil pública ingressada pelo Ministério Público Federal (MPF), Governo de Mato Grosso e Ministério Público Estadual (MPE/MT).
De acordo com o secretário Eduardo Chiletto, os relatórios serão analisados por comissão formada por técnicos da Secid, Procuradoria Geral do Estado (PGE), Controladoria Geral do Estado (CGE) e Gabinete de Assuntos Estratégicos (GAE). Somente após os estudos e entrega dos documentos à Justiça Federal, o resultado da consultoria será apresentado à sociedade. A primeira parte do relatório já foi protocolada na Justiça Federal.
“A intenção do Governo Pedro Taques é concluir esta obra e é preciso responsabilidade. Só vamos utilizar dinheiro público em algo que se mostrar viável. Por isso a importância de um estudo técnico independente. Com as informações em mãos, o Estado terá condições de definir os andamentos necessários para conclusão do modal”, destacou Chiletto.

Histórico
O VLT deveria ter sido entregue em junho de 2014, antes mesmo do início dos jogos da Copa do Mundo em Cuiabá. Entretanto, os sucessivos atrasos levaram o governo a fazer um aditivo prevendo o término para 31 de dezembro do mesmo ano. Porém, as obras foram paralisadas antes mesmo deste prazo.
O consórcio VLT Cuiabá venceu a licitação realizada em junho de 2012, na modalidade do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que não permite aditivos, por R$ 1,447 bilhão. Deste total, R$ 1,066 bilhão já foram pagos.
Fonte - Revista Ferroviária  04/03/2016

sábado, 10 de outubro de 2015

KPMG fará consultoria sobre o VLT de Cuiabá

Transportes sobre trilhos

A definição para contrato dos estudos especializados foi dada pela Justiça Federal, no dia 25 de agosto. Na mesma data, também foi determinada a suspensão do contrato 037/2012, enquanto os trabalhos de consultoria forem realizados. Para que o Estado realizasse a contratação da consultoria, 12 empresas foram convidadas a participar do trâmite licitatório. 

Diário de Cuiabá
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A empresa KPMG Consultoria é a vencedora do processo de dispensa de licitação determinado pela Justiça Federal que fará a consultoria especializada da obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O resultado do trâmite foi divulgado pelo secretário de Estado das Cidades (Secid), Eduardo Chiletto, na tarde desta sexta-feira (09.10). O processo segue agora para elaboração de contrato. A previsão é de que na próxima semana, a KPMG Consultoria assine os documentos da contratação.
As demais empresas que também participavam do certame (Accenture do Brasil e Cinclus Engineering Consultancy) foram inabilitadas devido à não apresentação adequada de documentos. O resultado do processo licitatório também foi encaminhado às empresas, nesta sexta, para o devido conhecimento.
A definição para contrato dos estudos especializados foi dada pela Justiça Federal, no dia 25 de agosto. Na mesma data, também foi determinada a suspensão do contrato 037/2012, enquanto os trabalhos de consultoria forem realizados. Para que o Estado realizasse a contratação da consultoria, 12 empresas foram convidadas a participar do trâmite licitatório. Deste total, três apresentaram propostas, que foram analisadas por comissão técnica formada por servidores da Secid, Controladoria Geral do Estado e Gabinete de Assuntos Estratégicos.
Para o titular da Secid, Eduardo Chiletto, a contratação da empresa irá contribuir para o que o Estado dê o andamento adequado à obra do VLT.
Conforme termo de referência, a empresa será responsável por apresentar relatórios detalhados ao Estado sobre a viabilidade financeira do modal, o cronograma de término de obras, a estimativa de demandas de operação durante os próximos 20 anos, proposta de integração do modal à matriz de transporte de Cuiabá e Várzea Grande, como também o cronograma de desembolso do Estado para implantação do VLT.
O VLT deveria ter sido entregue em junho de 2014, antes mesmo do início dos jogos da Copa do Mundo em Cuiabá. Entretanto, os sucessivos atrasos levaram o governo a fazer um aditivo prevendo o término para 31 de dezembro do mesmo ano. Porém, as obras foram paralisadas antes mesmo deste prazo. A atual gestão estadual discute a questão na Justiça, visto que o consórcio construtor cobra, pelo menos, R$ 800 milhões para a finalização da obra.
O consórcio VLT Cuiabá venceu a licitação realizada em junho de 2012, na modalidade do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que não permite aditivos, por R$ 1,447 bilhão. Deste total, R$ 1,066 bilhão já foram pagos. (Com Assessoria/Secid-MT)
Fonte - Diário de Cuiabá  10/10/2015

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Prefeitura de SP contrata consultoria para criar um novo plano de mobilidade.

Mobilidade

Haddad paga R$ 5,4 milhões para consultoria em transportes.Dez anos depois, a Prefeitura de São Paulo abre caminho para a capital ter um novo plano de mobilidade.A Prefeitura quer criar uma rede de referência para o transporte público levando em conta o plano estadual de expansão das linhas de trem e metrô.

Agência Estado/Estado de Minas
Foto-ilustração/Pregopontocom
Dez anos depois, a Prefeitura de São Paulo abre caminho para a capital ter um novo plano de mobilidade. A Secretaria Municipal dos Transportes fechou contrato de R$ 5,4 milhões com uma consultoria da área para reestruturar as 1,3 mil linhas de ônibus existentes na cidade.
A intenção é criar uma rede de referência para o transporte público que inclua as medidas já implementadas pela gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) e as prometidas até 2016. Nessa lista, deverá ser levado em conta também o plano estadual de expansão das linhas de trem e metrô.
De acordo com o contrato, o estudo deve ser concluído em um ano e meio - e poderá ser usado apenas em meados de 2016, último ano da gestão petista. Mas, como estabelece o edital, a intenção é estabelecer um programa a longo prazo, que possa servir a cidade num período de até 20 anos.
Os vencedores da licitação terão de considerar dois cenários: a execução das obras previstas pela atual gestão, como a implementação de 150 km de corredores de ônibus e 400 km de ciclovias, e o não cumprimento de tais metas.
Foto-ilustração/Pregopontocom
O principal objetivo é propor soluções para uma melhor otimização dos 15 mil ônibus que rodam pela cidade. A expectativa é que, ao longo dos próximos 18 meses, a Oficina Consultores apresente propostas para reduzir os gargalos atuais e aumentar a velocidade dos coletivos. Uma nova divisão das empresas do transporte - hoje são oito áreas operacionais - também deve ser apresentada.
Responsável pelo transporte coletivo, a SPTrans afirmou que a “rede integrada de linhas é fundamental para o aprimoramento da mobilidade e das opções de deslocamento da população, homogeneizando os padrões de acessibilidade das diversas regiões e melhorando a qualidade do conjunto de serviços ofertados”.

Plano diretor
As propostas devem estar em acordo com as diretrizes determinadas pelo novo Plano Diretor, aprovado na Câmara no primeiro semestre deste ano. Entre elas, está uma maior concentração de moradores no entorno de estações de metrô e corredores de ônibus.
Fonte - STEFZS  02/12/2014

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Trensurb fará consultoria para o Metrô de Salvador

Transportes sobre trilhos

O contrato com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia prevê que a empresa gaúcha acompanhe e avalie a implantação do sistema, propondo eventuais melhorias. O documento já havia sido assinado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia, responsável pelo sistema metroviário baiano.

RF
foto - Pregopontocom
A Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A. (Trensurb) assinou, nesta segunda-feira (07/07) em reunião do conselho, um contrato de prestação de serviços de consultoria especializada em mobilidade urbana para o desenvolvimento e racionalização dos sistemas do Metrô de Salvador.
O contrato com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia prevê que a empresa gaúcha acompanhe e avalie a implantação do sistema, propondo eventuais melhorias. O documento já havia sido assinado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia, responsável pelo sistema metroviário baiano.
Trata-se, segundo a concessionária, do primeiro contrato de consultoria pública desse tipo firmado pela Trensurb, que colabora tecnicamente com o projeto de adequação e ampliação do metrô da capital baiana desde 2012 com troca de experiências e informações e participou dos primeiros testes do modal, iniciados em 11 de junho.
foto -Trensurb
A equipe técnica da Trensurb fica responsável por analisar processos já implantados referentes a edificações, obras de arte, via permanente, sistemas de energia e controle operacional. Além disso, irá acompanhar, a serviço do estado da Bahia, os serviços sendo executados pelo consórcio responsável pelas obras e pela futura operação da Linha 1 do Metrô de Salvador.
Cabe à Trensurb avaliar também a certificação da implantação – feita por empresa certificadora contratada – anteriormente à entrega dos serviços e obras ao estado da Bahia e posterior concessão para operação. Os termos preveem ainda o acompanhamento técnico da implantação da Linha 2 e o desenvolvimento de um módulo de capacitação de profissionais que irão trabalhar no sistema metroviário baiano.
Fonte - Revista Ferroviária  10/07/2014