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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Haddad regulamenta benefício do transporte gratuito para desempregados de SP

Programas Sociais

Em nota, a prefeitura informou que o Bilhete Único Especial do Trabalhador Desempregado não será renovável. “É pessoal e intransferível e será imediatamente cancelado se o beneficiário for admitido em novo emprego ou se houver uso indevido por terceiros.”

Da Agência Brasil
foto - ilustração
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, regulamentou hoje (10) o Bilhete Único Especial para desempregados na capital paulista. Decreto com a decisão foi publicado nesta terça-feira. Agora, após o fim do pagamento do seguro-desemprego, por um período de três a cinco meses, os trabalhadores que não conseguirem recolocação no mercado de trabalho terão 90 dias de acesso garantido ao transporte coletivo.
Em nota, a prefeitura informou que o Bilhete Único Especial do Trabalhador Desempregado não será renovável. “É pessoal e intransferível e será imediatamente cancelado se o beneficiário for admitido em novo emprego ou se houver uso indevido por terceiros.”
A medida, publicada no Diário Oficial da capital, vale para o sistema municipal de ônibus. A Secretaria Municipal de Transportes e a São Paulo Transporte S.A. definirão as normas de operação do bilhete, como o número de embarques diários permitidos, por exemplo, e fiscalizar sua utilização.
Fonte - Agência Brasil  10/11/2015

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A luta pela democratização do espaço público e da Mobilidade Urbana em uma megalópole brasileira

Mobilidade

Lutando contra a resistência ao uso excessivo do automóvel,um prefeito se esforça para melhorar a mobilidade em uma megalópole brasileira.O prefeito de São Paulo construiu ciclovias e corredores para ônibus,alargou calçadas,implantou a redução de limites de velocidade,e os carros são barrados ocasionalmente em algumas avenidas. 

Da Redação
Credit - Lalo de Almeida para o New York Times
Em matéria publicada no dia 04/10/2015 o jornal The New York Times destaca o esforço empreendido pelo prefeito de São Paulo Fernando Haddad na luta pela democratização dos espaços públicos,da Mobilidade Urbana e contra a supremacia dos automóveis.
O Jornal abre a matéria falando sobre o que aconteceu durante décadas na cidade paulistana,de como as autoridades transformaram a megacidade de São Paulo em um  caso de expansão distópica, arrasando praças arborizadas,demolindo jóias arquitetônicas,com poucos investimentos em transporte público,construindo Avs.largas com várias faixas para veículos,e uma extensa via elevada por entre prédios na cidade.
A classe média em grande parte se enclausurou atrás dos muros de condomínios fechados,e uma parte da elite paulistana optou pelo uso do helicóptero em vez de pôr o pé nas ruas de São Paulo.
Mas agora um movimento de transformação liderado pelo prefeito de esquerda da cidade está prestes a alcançar algo que se pensava impossível de se conseguir,desafiando a supremacia do automóvel.
O prefeito,Fernando Haddad,um estudioso de 52 anos de idade,com doutorado em filosofia, realizou o equivalente a um tratamento de choque urbano, em um esforço para aliviar o o caos no trânsito de São Paulo.Seus esforços desencadearam um debate feroz sobre a mobilidade, o uso dos espaços públicos e os limites do poder político em uma área metropolitana com 20 milhões de pessoas.
Inspirando-se de políticas de Nova York,Paris e outras cidades,o Prefeito Haddad iniciou a construção de centenas de km de ciclovias e corredores para ônibus,com a expansão das calçadas,reduzindo os limites de velocidade,limitando estacionamentos público e,ocasionalmente, interditando inteiramente grandes avenidas para carros.
Com informações do The New York Times  07/10/2015

sábado, 31 de janeiro de 2015

Prefeito de SP F.Haddad vai estatizar garagens de ônibus,para nova licitação

Transporte público

Por concorrência, prefeitura de SP vai estatizar garagens de ônibus. -  Os decretos declarando de utilidade pública essas propriedades já estão nas mãos do prefeito Fernando Haddad (PT).

Redação/RedeTV!
Foto: Milton Michida/ ( Arquivo ) GOVESP 
São Paulo - A prefeitura de São Paulo pretende desapropriar todas as garagens de ônibus das empresas que exploram o transporte público na capital. Os decretos declarando de utilidade pública essas propriedades já estão nas mãos do prefeito Fernando Haddad (PT). As informações são do jornalFolha de S.Paulo.
Segundo a reportagem, a medida antecipa o início do processo de licitação, que fará uma reorganização radical no sistema de ônibus, que vão desde mudanças no serviço ao usuário até o modelo de administração.
A ideia é estatizar as garagens para que elas sejam disponibilizadas para os vencedores da licitação. na avaliação da Prefeitura, a falta de garagens é o principal obstáculo para o aumento no número de empresas que exploram o sistema.
De acordo com a Folha, o modelo de divisão atual, com cinco áreas exploradas por empresas e cooperativas, deve ser alterado. O novo processo prevê serviços diferentes operados apenas por companhias em todas as regiões. Desse modo, as atuais cooperativas devem ser transformadas em empresas.
Com as alterações o sistema de transporte da capital deve ser dividida em três redes, que serão licitadas separadamente.
Fonte - Rede TV!  31/01/2015

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Prefeitura de SP contrata consultoria para criar um novo plano de mobilidade.

Mobilidade

Haddad paga R$ 5,4 milhões para consultoria em transportes.Dez anos depois, a Prefeitura de São Paulo abre caminho para a capital ter um novo plano de mobilidade.A Prefeitura quer criar uma rede de referência para o transporte público levando em conta o plano estadual de expansão das linhas de trem e metrô.

Agência Estado/Estado de Minas
Foto-ilustração/Pregopontocom
Dez anos depois, a Prefeitura de São Paulo abre caminho para a capital ter um novo plano de mobilidade. A Secretaria Municipal dos Transportes fechou contrato de R$ 5,4 milhões com uma consultoria da área para reestruturar as 1,3 mil linhas de ônibus existentes na cidade.
A intenção é criar uma rede de referência para o transporte público que inclua as medidas já implementadas pela gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) e as prometidas até 2016. Nessa lista, deverá ser levado em conta também o plano estadual de expansão das linhas de trem e metrô.
De acordo com o contrato, o estudo deve ser concluído em um ano e meio - e poderá ser usado apenas em meados de 2016, último ano da gestão petista. Mas, como estabelece o edital, a intenção é estabelecer um programa a longo prazo, que possa servir a cidade num período de até 20 anos.
Os vencedores da licitação terão de considerar dois cenários: a execução das obras previstas pela atual gestão, como a implementação de 150 km de corredores de ônibus e 400 km de ciclovias, e o não cumprimento de tais metas.
Foto-ilustração/Pregopontocom
O principal objetivo é propor soluções para uma melhor otimização dos 15 mil ônibus que rodam pela cidade. A expectativa é que, ao longo dos próximos 18 meses, a Oficina Consultores apresente propostas para reduzir os gargalos atuais e aumentar a velocidade dos coletivos. Uma nova divisão das empresas do transporte - hoje são oito áreas operacionais - também deve ser apresentada.
Responsável pelo transporte coletivo, a SPTrans afirmou que a “rede integrada de linhas é fundamental para o aprimoramento da mobilidade e das opções de deslocamento da população, homogeneizando os padrões de acessibilidade das diversas regiões e melhorando a qualidade do conjunto de serviços ofertados”.

Plano diretor
As propostas devem estar em acordo com as diretrizes determinadas pelo novo Plano Diretor, aprovado na Câmara no primeiro semestre deste ano. Entre elas, está uma maior concentração de moradores no entorno de estações de metrô e corredores de ônibus.
Fonte - STEFZS  02/12/2014

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Mobilidade Urbana em São Paulo ainda é um grande problema

SP: Kassab deixa 30% das metas cumpridas em mobilidade urbana
(foto Vagner Magalhães)
Terra – 27/12/2012
Um dos pontos mais mal avaliados pelos moradores de São Paulo é também o que teve uma das piores evoluções durante a gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD), que está às vésperas de deixar o cargo.Das 26 metas propostas para a área de mobilidade urbana e transporte, no início do segundo mandato, apenas 8 devem ser entregues até o fim de 2012, segundo dados do portal Agenda 2012, da própria prefeitura.
Entre as principais tarefas não cumpridas estão a promessa de entregar 66 km de novos corredores de ônibus; de reformar 38 km de corredores já existentes; e de construir mais 9 terminais urbanos e 2 terminais rodoviários na capital paulista. É também da área de mobilidade a única das 223 metas estabelecidas pela prefeitura que nem começou a ser viabilizada: o investimento de R$ 300 milhões no Rodoanel.
Outro fator que pesa contra a administração atual é não ter sido capaz de reverter os índices de congestionamento na capital paulista, que bateu recordes ao longo da gestão – atingiu 293 km de filas, em 2009, e 295 km de engarrafamento, em 2012 (de um total de 868 km monitorados).
Não à toa, a área de mobilidade urbana oscilou, nos últimos três anos, entre a 21ª e a 22ª posição (entre 25 pontos avaliados) na pesquisa feita pelo Ibope e pela rede Nossa São Paulo para medir a satisfação da população com áreas relacionadas à qualidade de vida na capital paulista (pesquisa Irbem).
Em diversas ocasiões, Kassab argumentou que, embora não tenha conseguido cumprir nem metade dos objetivos traçados no início da gestão, deixou a maioria dos projetos encaminhados para serem concluídos pela gestão do prefeito eleito Fernando Haddad (PT). Por outro lado, entre os planos concluídos mais propagandeados destacam-se os investimentos na ampliação da rede de metrô (R$ 1 bilhão em quatro anos); a implantação de 100 km de ciclovias e ciclofaixas; as ações para aumentar a segurança aos pedestres e as medidas de restrição a caminhões em vias movimentadas.

Desafio: transporte público
Para Horácio Augusto Figueira, consultor em engenharia de tráfego e transporte, as medidas adotadas pela Secretaria Municipal de Transportes foram muito “tímidas”, principalmente porque o foco não foi o transporte coletivo. Uma das críticas do especialista é em relação à restrição à circulação de veículos de carga nas marginais Pinheiros e Tietê nos das 5 às 9h e das 17h às 22h que, na avaliação dele, só fez com que o congestionamento aumentasse em outros horários, estendendo os horários de pico.
“A restrição aos caminhões não beneficiou o transporte público. O que você fez foi trocar caminhões por mais carros nas marginais. Nós perdemos a ‘guerra’ para o transporte individual. O sonho do automóvel acabou em São Paulo. (...) Não tem como querer mais atender a cidade toda com carro”, criticou.
Embora elogie os investimentos em transporte sobre trilhos, o engenheiro lembra que os resultados são de longo prazo, mas que enquanto isso a velocidade dos ônibus nos corredores fica cada vez mais lenta. Para se ter uma ideia, em alguns pontos, os ônibus já chegam a circular a 8 km/hora – mesma velocidade alcançada por um corredor a pé.
“Algumas ações podem ser feitas sem custo nenhum, só com uma ‘canetada’, mas depende de vontade política. Uma delas é retirar os táxis da faixa exclusiva para ônibus (uma portaria da prefeitura permite aos táxis com passageiros utilizar as faixas). Essa medida beneficia poucos e prejudica muitos”, avaliou.
O especialista defende a implantação de 400 km de novos corredores na cidade, e diz não haver justificativas convincentes para a não execução das metas relacionadas à construção e reforma das faixas de ônibus. Durante a campanha, Fernando Haddad prometeu construir 150 km de novos corredores e implantar 150 km de faixas exclusivas para ônibus – o que deve ser cobrado pela população, defende Figueira.
Por outro lado, um dos acertos da atual gestão foi investir na campanha de respeito aos pedestres, o que fez com que as mortes por atropelamento caíssem cerca de 38% no centro durante o primeiro ano da ação. Entretanto, o engenheiro defende que a próxima gestão amplie as medidas de segurança no trânsito, sobretudo nas áreas periféricas, onde ainda há poucos semáforos para pedestres.
“Todos os cruzamentos com conversão precisam ter semáforos para pedestres, só a placa pedindo respeito ao motorista não funciona. (...) A ação foi boa, mas não conseguiu atingir toda a cidade. Eu ainda me sinto inseguro”, disse.
Dois secretários passaram pela Secretaria Municipal de Transporte durante a última gestão de Gilberto Kassab na prefeitura: Alexandre de Moraes, qrespeito de Salvador ue deixou a pasta em 2010, e Marcelo Cardinale Branco, atual secretário. Já Haddad indicou o deputado federal Jilmar Tatto (PT) para comandar a secretaria – ele foi secretário de Transportes durante o mandato da ex-prefeita Marta Suplicy, também do PT.

Fonte - São Paulo Trem Jeito 27/12/2012
Comentário Pregopontocom: O que podemos dizer então a respeito de Salvador que  não tem Metrô,Trens,"VLT",e nem sequer "ônibus com piso baixo"(tão comum em SP) obrigando a sua população a andar em "CAMINHÔNIBUS",antiquados,ultrapassados sem o minimo conforto e totalmente desprovidos de acessibilidade?????!!!!!