Mostrando postagens com marcador av.paulista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador av.paulista. Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de setembro de 2016

Manifestantes ocupam Avenida Paulista em protesto contra governo Temer

Política

Organizado pela Frente Povo Sem Medo e pela Frente Brasil Popular, a manifestação pretende sair em passeata até o Parque do Ibirapuera, na zona sul da cidade.Os manifestantes carregam bandeiras e cartazes pedindo "Fora Temer" e "Diretas Já". O clima na Avenida Paulista é tranquilo, com música no carro de som da organização e com pessoas de diversas faixas etárias participando do ato.

Camila Boehm
Repórter da Agência Brasil
Camila Boehm
Repórter da Agência Brasil
Manifestantes se reúnem desde as 14h de hoje (11) na Avenida Paulista, região central de São Paulo, em ato contra o governo do presidente Michel Temer. Organizado pela Frente Povo Sem Medo e pela Frente Brasil Popular, a manifestação pretende sair em passeata até o Parque do Ibirapuera, na zona sul da cidade.
Guilherme Boulos, representante do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), grupo que integra a Povo sem Medo, disse que, além dessa, novas mobilizações continuarão sendo convocadas no país. "Tem tido manifestações nos últimos dez dias. Talvez tenha sido o período mais intenso de mobilização nos últimos anos no Brasil. Teve mobilização quase todo dia", afirmou.
"Estamos na rua porque temos no Brasil hoje um governo ilegítimo, sem voto, que fraudou a soberania do voto popular e que, ao mesmo tempo, quer aplicar um programa que também não foi eleito pelo povo brasileiro, de ataque brutal aos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais", explicou Boulos.

Clima
Segundo ele, isso vai gerar uma grave sequela na sociedade, "nas próximas gerações inclusive, se agora não formos para rua resistir e barrar esse projeto. Isso é o que está em jogo hoje".
Os manifestantes carregam bandeiras e cartazes pedindo "Fora Temer" e "Diretas Já". O clima na Avenida Paulista é tranquilo, com música no carro de som da organização e com pessoas de diversas faixas etárias participando do ato.
Presente ao ato, o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, falou da importância das manifestações dos últimos dias.
"Todas essas manifestações estão voltadas para combater o golpe e agora combater o golpe significa eleições gerais, significa aumentar a pressão das ruas, mas também dar uma resposta na eleição. Aqui em São Paulo, por exemplo, os três candidatos que lideram as pesquisas apoiaram o golpe", concluiu Falcão.
Fonte - Agência Brasil  11/09/2016

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

SISTEMA. 100 mil numa manifestação pacífica, e a PM ataca no final.

Ponto de Vista

Sábado, na China, Temer disse que protestos contra ele país afora eram "inexpressivos". Com "40, 50, 100 pessoas", que "quebram carro".Domingo, 4, da Paulista ao Largo da Batata, 100 mil pessoas protestaram. Coros de "Fora, Temer", "golpista"...Sem transmissão ao vivo, sem helicópteros desde cedo, sem catraca livre e pesquisas.Manifestação absolutamente pacífica. Até o final quando, de maneira bárbara, desproporcional, a PM atacou.

Bob Fernandes






terça-feira, 11 de novembro de 2014

Movimentos sociais convocam marcha por reformas e 'contra a direita'

Política

Para professor da Fundação Getúlio Vargas, PSDB e setores da mídia reencarnam o Lacerdismo, discurso golpista da década de 50.PSDB e mídia insuflam discurso moralista e conservador na classes média

RBA
Da Redação
OSWALDO CORNETI/FOTOS PÚBLICAS
São Paulo – O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e o Coletivo Juntos promovem nesta quinta-feira (13) a partir das 17h, no Vão do Masp, na avenida Paulista, a “Marcha Popular pelas Reformas, contra a Direita, por mais Direitos!”. Para o cientista político Francisco Fonseca, são os movimentos sociais, organizados de baixo para cima, que têm legitimidade para defender as instituições democráticas e lutar por direitos sociais e de cidadania.
O pedido de recontagem de votos por parte do PSDB, as manifestações que reivindicam a volta da ditadura e o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), a violência contra militantes de esquerda e a esforço golpista por parte da grande mídia, em especial da revista Veja, são componentes de um quadro que cheira ao passado, na opinião do cientista político. “Um passado do qual não temos a menor saudade” e que, na opinião do professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), se "assemelha ao Lacerdismo."
O Lacerdismo faz referência ao líder político da antiga União Democrática Nacional, partido que, de democrático, não tinha nada, pois, na década de 50, a cada derrota nas urnas, a UDN, batia às portas dos militares, tentando impedir a eleição de Getúlio Vargas, por exemplo, e foi um dos incentivadores do golpe do 1964, que instalou uma ditadura civil-militar que vigorou por 21 anos.
Para Francisco Fonseca, nas últimas eleições, o PSDB incorpora e ressuscita o discurso da UDN, quando o candidato Aécio Neves utiliza na campanha a expressão ‘mar de lama’, cunhada por Carlos Lacerda e, ao se prestar ao papel de porta-vozes de determinados grupos de elite e da classe média que se insurgem contra as mudanças promovidas pela mobilidade social ocorrida nos últimos anos, como a democratização do acesso a espaços públicos, de aeroportos às universidades.
O professor analisa que o PSDB é um partido que teve origem nas classes médias urbanas, moderno, fundado em princípios, mas que “vem fazendo uma trajetória que nega completamente a socialdemocracia, que dá nome ao partido” e que, hoje, “faz uma trajetória da centro-esquerda para a centro-direita e para a direita” e se posiciona contra avanços em direitos sociais, em temas como o aborto ou na proposta de redução de maioridade penal.
Segundo Fonseca, o partido contribui negativamente com a democracia ao estimular tal discurso conservador nos setores de classe média, que não deve ser entendida como conservadora por definição e por não ter um projeto de nação.
O cientista político destaca ainda a necessidade de se promover uma reforma nos meios de comunicação em busca de maior pluralidade e que se reveja o critério de concessão de rádio e televisão, e a distribuição de publicidade oficial para veículos que, abertamente, se manifestam contra a democracia e fomentam "o discurso golpista."
Ele conclui retomando a necessidade de mobilização popular para instituir tais reformas e resistir ao avanço do discurso conservador: “Tudo isso está presente nesta postura de vencer esse debate público da democracia contra o autoritarismo, dos direitos sociais contra o elitismo. É isso que está em jogo. Se o Brasil, hoje, é uma democracia, essa democracia passa pelos movimentos sociais”, afirma o professor Francisco Fonseca.
Fonte - Rede Brasil Atual  11/11/2014

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Manifestação na Paulista pede melhorias no transporte público

Protestos

O protesto teve início por volta das 19h10 de hoje. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), neste momento a Avenida Paulista já está liberada.

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
No início da noite de hoje (18), manifestantes fecharam a Avenida Paulista reivindicando a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa para apurar as denúncias de irregularidades envolvendo o Metrô de São Paulo e pedindo melhorias no transporte público.

O protesto teve início por volta das 19h10 de hoje. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), neste momento a Avenida Paulista já está liberada.

Segundo a Polícia Militar, o protesto teve início na Avenida Paulista, provocando a interdição de uma das vias do local, e depois prosseguiu pela Rua Augusta, em direção à Praça Roosevelt, no centro da capital paulista. No início da manifestação, de acordo com a polícia, havia cerca de 20 manifestantes. O protesto ocorreu de forma pacífica.
Fonte - Agência Brasil  18/02;2014