UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM,EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
Mostrando postagens com marcador articulação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador articulação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 4 de março de 2016

Lula depõe na Lava-Jato, PF explica e PT reage

Política

O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi conduzido coercitivamente na manhã desta sexta-feira, 4, para prestar depoimento na Polícia Federal, em São Paulo.Logo cedo pela manhã, o líder do Governo na Câmara, Deputado Afonso Florence (PT-BA), convocou a Imprensa para comentar a condução coercitiva de Lula para prestar depoimento. Florence disse que “esta é mais uma etapa da Operação Lava-Jato, que confirma que é uma operação política, ilegal, atacando o Presidente Lula, o PT e, principalmente, as conquistas populares do último período”.

Sputnik
foto - ilustração
A condução coercitiva se dá quando agentes de segurança (no caso, policiais federais) são acionados para levar a pessoa ao ambiente em que terá de prestar depoimento para o qual foi convocada.
Trata-se da 24.ª fase da Operação Lava Jato, que apura denúncias de corrupção, desvio de recursos e favorecimentos pessoais e empresariais, envolvendo a Petrobras, grandes empreiteiras, empresários, políticos e várias outras pessoas relacionadas aos principais alvos da investigação.
Em comunicado oficial, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal informaram que o ex-Presidente Lula é suspeito de ser um dos beneficiários dos desvios de recursos da Petrobras. Em paralelo, Lula está sendo investigado pelo Ministério Público de São Paulo pela suposta compra de um apartamento tríplex no Guarujá (litoral paulista) e de um sítio em Atibaia (interior do Estado). Para os procuradores paulistas, ao não declarar estes bens, Lula responde por ocultação de patrimônio. Além de Lula, são investigados sua esposa e seus filhos.
Logo cedo pela manhã, o líder do Governo na Câmara, Deputado Afonso Florence (PT-BA), convocou a Imprensa para comentar a condução coercitiva de Lula para prestar depoimento. Florence disse que “esta é mais uma etapa da Operação Lava-Jato, que confirma que é uma operação política, ilegal, atacando o Presidente Lula, o PT e, principalmente, as conquistas populares do último período”.

“[A operação} é ilegal por quê? Porque o Presidente Lula já sucessivas vezes prestou depoimento, e não há nenhuma dúvida quanto à comprovação documental de que a busca de pistas em relação ao apartamento [no Guarujá] e ao terreno [o sítio em Atibaia] é malograda.”

O Deputado Afonso Florence continuou:
“No ambiente da disputa política nacional, esta Operação, logo após a divulgação em um órgão da imprensa escrita de uma suposta delação que não está homologada, mais uma vez evidencia a concatenação entre a natureza política e a ação ilegal da Lava-Jato e a articulação golpista contra as conquistas do povo brasileiro, contra o PT e contra a imagem do Presidente Lula.” E o lídero do Governo na Câmara acrescentou:
“Nós diligenciaremos a defesa jurídica, e na política nós vamos esclarecer a população em geral. Estaremos em vigília para defender a democracia.”
Fonte - Sputnik  04/03/2016

terça-feira, 22 de outubro de 2013

"Empresários de ônibus tentam evitar o metrô na Av. Paralela", afirma Lenilde Pacheco

Politica

Giulia Marquezini
Foto: Darío Guimarães/ Metropress
Em seu comentário nesta terça-feira (22), na Rádio Metrópole, a jornalista Lenilde Pacheco falou sobre a isenção do ISS ao consórcio responsável pelo metrô de Salvador e de uma possível represália dos empresários de ônibus, que tentam evitar que o metrô finalmente entre nos trilhos.
A tramitação do projeto de lei, de autoria do Executivo, que concede a isenção do ISS ao consórcio responsável por obras e operação do metrô de Salvador, trouxe à tona os mecanismos de funcionamento da Câmara. Durante duas semanas o prefeito ACM Neto e o governador Jaques Wagner acompanham a evolução dos números favoráveis ao projeto.
A "bancada do buzu" como o nome já diz, defende na Câmara os interesses dos empresários deste setor. Sem contar com esta bancada, os articuladores do prefeito e do governador somam 22 votos dos 29 necessários para aprovação do projeto do ISS. Lenilde questiona "se a isenção do ISS representa, na prática, menos dinheiro nos cofres municipais, que tipo de ajuda poderia ser concedida às empresas de ônibus, em defesa de um tratamento equânime?"
A resposta para esta pergunta foi anunciada pelo prefeito na semana passada, quando garantiu a construção de um corredor exclusivo para ônibus, chamado BRT, entra a Estação da Lapa e a ligação Iguatemi- Paralela. Para Lenilde, o corredor exclusivo se transformou em moeda de troca.
"Eles sentem-se renovados para insistir na derrubada do projeto de construção do metrô na Avenida Paralela e vão tentar prolongar o BRT até Lauro de Freitas", afirma a jornalista.

Ouça os comentários de Lenilde Pacheco na Rádio Metrópole, de terça a sexta-feira.

Fonte - Metro 1   22/10/2012

domingo, 19 de maio de 2013

Redes sociais articulam financiamento de novos projetos por meio do crowdfunding

Carolina Sarres
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Que tal começar um negócio contando com as ideias e a colaboração financeira de várias pessoas por meio de uma articulação via redes sociais? Essa é a ideia do crowdfunding, que tem como base a contribuição tanto de ideias quanto de recursos financeiros para viabilizar projetos que, de outro modo, provavelmente não se efetivariam.
O nome em inglês para essa espécie de “vaquinha virtual” significa financiamento (funding) por intermédio da coletividade (crowd), ou seja, é um financiamento coletivo para novas ideias. Para discutir a ferramenta, Brasília está sediando até hoje (18) o Crowdfunding Festival, com palestras e workshops que pretendem orientar os interessados em atuar na área.
O evento apresenta técnicas e metodologias para ensinar a captação financeira por meio de colaboração coletiva, com apresentação de pessoas que já tiveram sucesso com esse tipo de arrecadação, nas áreas de edição de livros, de informática e música, entre outras. No evento ainda estão previstos shows no final do dia. A programação completa está disponível na página do festival: http://crowdfundingfestival.com.br/site/.
De acordo com o coordenador do festival, o produtor cultural Gledson Shiva, o idealizador de um projeto deve, basicamente, se inscrever em uma plataforma digital de crowdfunding, informar a quantia necessária para viabilizá-lo e o prazo estipulado. Quem contribui, recebe recompensas, como vantagens ou produtos especiais.
Para ele, o sucesso da maioria dos projetos é garantido por meio da arrecadação de pequenas quantias, algo entre R$ 10 e R$ 20, permitindo que qualquer pessoa se torne um financiador de projetos.
“Os benefícios do crowdfunding são incomparáveis em relação à burocracia de um financiamento tradicional, por meio do Estado ou de bancos, que pedem uma série de cadastros, documentos e comprovações. Se elaborada de forma completa, uma campanha pode ter muito sucesso. O financiamento coletivo é uma forma viável de captar recursos, viabilizar projetos e concretizar ideias”, explicou Shiva.
Segundo a organização do festival, em outros países, como nos Estados Unidos, quantias altas são arrecadadas por meio do crowdfunding. Estima-se que o volume global das arrecadações solidárias tenha alcançado R$ 2,7 bilhões em 2012, 81% a mais do que em 2011. Para 2013, a projeção é que se chegue aos R$ 5,1 bilhões. No Brasil, a maioria dos projetos é nas áreas de cultura, esportes e artes.
Essa modalidade de financiamento tem sido a expectativa da banda de pop rock Lorem, que espera a avaliação da curadoria de duas plataformas de cowdfunding. “Como tem muita gente interessada nesse tipo de arrecadação, a avaliação demora. As curadorias são bem exigentes em relação aos projetos apresentados. As plataformas são mais ou menos simples de usar. No nosso caso, tivemos ajuda, caso contrário, não teria sido simples montar um projeto que competisse, de fato, com os outros”, disse o produtor da banda, Paulo Lobo.
Uma dúvida inevitável surge quando se fala em contribuição: “E o que eu ganho em retorno”? De acordo com Gledson Shiva, quando o valor das arrecadações é baixo – o que facilita a execução do projeto –, brindes, créditos, lembrancinhas ou pequenas vantagens servem de estímulo.
Situações usuais são as de músicos, bandas ou atletas, em que os próprios fãs contribuem pelo fato de gostar do trabalho para o qual estão colaborando. O mesmo ocorre com arrecadações para causas sociais, como projetos ambientais ou de direitos humanos – há uma tendência a se contribuir quando a pessoa se identifica com a ideia.
Essa desconfiança em relação ao uso do capital arrecadado ainda é um desafio a ser transposto, assim como o receio que muitas pessoas têm de fazer pagamentos pela internet, por meio de cartão de crédito – já que as formas de crowdfunding são via rede.
“De um modo geral, o projeto é explicado por meio de um vídeo, em que a pessoa explica qual a sua história, proposta e o que pretende fazer. São alguns minutos em que a pessoa pode se convencer da credibilidade da ideia”, disse Shiva.
Fonte - Agência Brasil  18/05/2013