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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Colisão entre dois trens do Metrô do Recife deixa feridos e paralisa a Linha Centro

Transportes sobre trilhos  🚇

Os dois trens estavam com passageiros e na direção Jaboatão/Centro. O acidente ocorreu quando uma composição que estava estacionada – fazendo o embarque e desembarque – na estação Ipiranga foi atingida por outro trem.Além dos 29 feridos, houve quase uma dezena de pessoas que ficaram em choque, entre elas uma das maquinistas envolvidas no acidente.

Abifer
Colisão entre dois trens do Metrô Recife na Linha do Centro
 foto: Cortesia/WhatsApp - Abifer

Uma colisão entre dois trens do Metrô do Recife (Metrorec) ocorreu no início da manhã desta terça-feira (18) na capital pernambucana. O acidente foi por volta das 5h40 na Estação Ipiranga, no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife. A batida deixou pelo menos 29 feridos segundo o Samu, que foi ao local com 11 ambulâncias e 26 socorristas para fazer o atendimento. Por causa da batida, a Linha Centro do Metrô do Recife, que transporta diariamente cerca de 240 mil passageiros, está sem funcionar, sem previsão de retorno.
Os dois trens estavam com passageiros e na direção Jaboatão/Centro. O acidente ocorreu quando uma composição que estava estacionada – fazendo o embarque e desembarque – na estação Ipiranga foi atingida por outro trem. Além dos 29 feridos, houve quase uma dezena de pessoas que ficaram em choque, entre elas uma das maquinistas envolvidas no acidente. Segundo o Corpo de Bombeiros, todas as vítimas já foram removidas e receberam atendimento. Nenhuma corre risco de vida.
A estação está fechada, e somente agentes do Samu e do Corpo de Bombeiros tiveram acesso à plataforma de embarque para fazer o resgate das vítimas. De acordo com o gerente de Comunicação do Metrorec, Salvino Gomes, o sistema de frenagem do veículo evitou uma tragédia maior. “Graças a Deus, não houve vítima fatal”, afirmou, informando que a maioria sofreu escoriações. “Nossos maquinistas não sofreram danos graves. A maquinista que conduzia o trem vindo de Jaboatão ficou em estado de choque e foi levada para um posto de atendimento médico”, completou.
Segundo a CBTU, a colisão é a primeira entre dois trens do metrô em 35 anos de operação do serviço. “Temos um princípio de ‘falha segura’ que garante o funcionamento do sistema sem que aconteçam acidentes dessa magnitude”, afirmou.
Segundo o diretor de Operações do Metrô do Recife, Murilo Cavalcanti, ainda não se sabe o motivo da colisão, e “a companhia deve se pronunciar assim que houver alguma conclusão”. Uma sindicância, de acordo com a Assessoria de Comunicação do Metrorec, será aberta para apurar as causas da colisão. “Vamos saber se foi uma falha do equipamento ou falha humana”, afirmou Salvino Gomes.
De acordo com o perito criminal Haroldo Azevedo, as imagens do circuito de segurança da estação serão solicitadas e analisadas pela perícia. “A análise preliminar não permitiu que tivéssemos uma conclusão. É a primeira colisão desse tipo que acontece no sistema metroviário do Recife. Podemos apenas afirmar que o sistema de amortecimento funcionou e evitou uma situação mais grave”, afirmou Azevedo. O laudo elaborado pela perícia deve ficar pronto em até 15 dias.
Ainda segundo o porta-voz da companhia, não há previsão de normalização do metrô. “A prioridade é atender e dar apoio às vítimas. Estamos também tentando liberar o sistema e, paralelamente, conduzindo as investigações”. Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), as vítimas foram socorridas para sete unidades de saúde do Recife – 22 para as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) da Caxangá (11 pessoas), Imbiribeira (9) e Ibura (2); sete para o Hospital da Restauração (HR); duas para a Policlínica de Afogados; e duas para duas clínicas particulares.
Por volta das 9h, o HR emitiu balanço sobre o estado de saúde das vítimas internadas no hospital. Os sete passageiros levados para o hospital – três homens e quatro mulheres com idades entre 18 e 48 anos – foram encaminhados para a Unidade de Trauma e têm quadro clínico estável.
Fonte - Abifer  18/02/2020

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Metrô de Fortaleza terá reforço na limpeza dos trens, a partir de fevereiro

Transportes sobre trilhos  🚇

A limpeza detalhada dos veículos acontecerá no Centro de Manutenções Vila das Flores, em Pacatuba – local para onde os trens são levados, diariamente, após encerramento do horário de operação, às 23h. Nesta fase, será feita a retirada de sujeiras no salão de passageiros, remoção de chicletes ou outros detritos incrustados no piso, e a lavagem de inscrições de caneta nos bancos e revestimentos. 

Da Seinfra CE
foto - ilustração/arquivo
Os trens do metrô de Fortaleza contarão, a partir de fevereiro, com equipe de limpeza exclusiva. Por meio de empresa contratada pelo Metrofor - Cia Cearense de Transportes Metropolitanos, funcionários realizarão limpeza dentro dos vagões, durante o horário de operação, e outra equipe realizará os serviços mais pesados e detalhados após encerramento da operação com passageiros.
No total, 12 profissionais serão destinados para a limpeza dos Trens de Unidade Elétrica (TUEs), incluindo as equipes diurna e noturna. Atualmente, os trens são higienizados por equipes da zeladoria das estações. Com equipe exclusiva para limpeza dos trens, a expectativa é de maior eficiência e agilidade no serviço.
A limpeza detalhada dos veículos acontecerá no Centro de Manutenções Vila das Flores, em Pacatuba – local para onde os trens são levados, diariamente, após encerramento do horário de operação, às 23h. Nesta fase, será feita a retirada de sujeiras no salão de passageiros, remoção de chicletes ou outros detritos incrustados no piso, e a lavagem de inscrições de caneta nos bancos e revestimentos. Os serviços de limpeza incluirão, também, a varredura e a lavagem do piso, aspiração da espuma formada no chão, e limpeza interna e externa dos vidros.
Com informações da Seinfra CE  24/01/2018

quinta-feira, 9 de março de 2017

Novo sistema do metrô de SP registra uma falha a cada cinco dias

Transportes sobre trilhos  🚇

Na lista de problemas registrados estão as panes classificadas pela companhia –ligada ao governo Geraldo Alckmin (PSDB)– como "ocorrências notáveis", que paralisam as operações por mais de cinco minutos. Também entram na conta falhas levadas para avaliação da Copese (Comissão Permanente de Segurança) da empresa.

Folha de São Paulo - RF
foto - ilustração/Pregopontocom
Implantado com a promessa de ser mais eficiente, rápido e seguro, o novo sistema de controle de trens da linha 2-verde do Metrô de São Paulo registrou uma falha a cada cinco dias em seu primeiro ano de operação integral.
Levantamento obtido pela Folha mostra 76 falhas relevantes do CTBC (Controle de Trens Baseado em Comunicação) no ano passado –capazes de afetar a circulação da linha, ameaçar a segurança ou comprometer o conforto na viagem dos passageiros.
Além disso, a tecnologia adotada com a justificativa de reduzir a distância entre trens e permitir menor espera nas plataformas trouxe ganhos tímidos até agora –de no máximo 2 segundos nos picos. Na lista de problemas registrados estão as panes classificadas pela companhia –ligada ao governo Geraldo Alckmin (PSDB)– como "ocorrências notáveis", que paralisam as operações por mais de cinco minutos. Também entram na conta falhas levadas para avaliação da Copese (Comissão Permanente de Segurança) da empresa.
Outro item incluído no levantamento são episódios que, na avaliação de funcionários da empresa, poderiam levar a acidentes ou comprometeram a operação da linha e a experiência dos usuários.
Por exemplo, em 12 de maio de 2016, quando um trem passou direto pela estação Consolação, sem parar, por problema da nova tecnologia. Um mês antes, um trem precisou ser evacuado pela manhã por ter perdido o sistema. O governo Alckmin diz que o CTBC é um sistema seguro e que sua implantação sem parar a operação é um desafio.
Contratado em 2008, na gestão José Serra (PSDB), a um custo de mais de R$ 700 milhões, o CBTC é objeto de diversas polêmicas. Fabricado pela Alstom, empresa investigada sob suspeita de cartel e fraude em licitações no Metrô, o sistema prometia melhorar a eficiência das linhas 1-azul, 2-verde e 3-vermelha.
Sua entrega foi inicialmente prometida para 2011, mas sofreu sucessivos atrasos. Só em fevereiro de 2016 a linha 2-verde começou a operar integralmente com a nova tecnologia; nos outros ramais da rede, o novo cronograma de entrega se estende até 2021.
Em um acordo com a multinacional francesa em janeiro do ano passado, o governo Alckmin aceitou o novo cronograma e perdoou dívidas que somam R$ 116 milhões.
A principal justificativa para a adoção do sistema (que controla os trens a partir de ondas de rádio, em vez de fibra ótica) era a promessa de queda expressiva no intervalo entre viagens, aumentando os trens em circulação e acomodando mais passageiros.
O ex-presidente do Metrô Luiz Antonio Carvalho Pacheco estimou que esse intervalo passaria de 120 para cerca de 100 segundos. O que se vê na linha 2 é bem diferente.
No pico da manhã, a espera média entre trens foi de 2 minutos e 22 segundos em 2016, ganho de 2 segundos na comparação com 2015, em que esse intervalo foi de 2 minutos e 24 segundos. No pico da tarde, a redução foi de 1 segundo. De 2 minutos e 26 segundos, caiu para 2 minutos e 25 segundos.
"Há anos estamos denunciando o sistema por seu atraso e sua ineficiência. Um gasto de milhões, envolvendo sérias denúncias de corrupção, que prometia mais trens e menos intervalo, o que vemos que não ocorreu", afirma Alex Santana, diretor do Sindicato dos Metroviários, para quem a implantação visa "retirar funcionários" "ao custo de mais ineficiência".

Entendimento
Em entrevista à Folha, Antonio Marcio Barros Silva, gerente de manutenção do Metrô, afirma que o CTBC é um sistema seguro, com avanços em relação ao sistema operacional anterior, e que a companhia teve o desafio de aprender com essa tecnologia ao mesmo tempo em que a instalava –e sem paralisar as operações.
"Nós tivemos o desafio de instalar o sistema enquanto operávamos a linha, transportando milhares de pessoas por dia. Também estamos aprendendo com o CTBC, e eletrônica não tem como prever antes de que maneira vai funcionar", disse. Os testes com o sistema na linha 2-verde começaram em 2011.
O gerente da empresa afirma ainda que o Metrô contabiliza apenas os chamados incidentes notáveis -aqueles que paralisam as operações por mais de cinco minutos. Nessa contabilidade, a linha 2 registrou 19 ocorrências em 2016, quando começou ali a operação integral do CTBC.
Barros Silva explicou também que, de todos os casos apresentados, apenas um processo foi aberto na Copese (Comissão Permanente de Segurança) com relação à linha 2, e que houve a desclassificação desse caso. Na avaliação da companhia, portanto, não houve nenhum incidente desse gênero em 2016.
Quando questionado sobre outros tipos de problemas que não entram nessa categoria, como as ocasiões em que os trens passaram direto por determinadas estações, o gerente de manutenção da companhia afirmou que essas situações geram "desconforto ao usuário, mas não o colocam em risco".
"São falhas corriqueiras. É importante dizer que o CTBC trabalha com redundância, com uma margem de segurança. Ao notar uma falha, ele a isola, e segura a movimentação dos demais trens", afirma Barros Silva, que dá dois exemplos de benefícios alcançados com o uso desse novo sistema.
O primeiro deles é uma economia de gastos com os freios dos trens. Como as composições andam mais próximas, há velocidade mais estável no sistema como um todo, o que gera menos uso das pastilhas de freio e reduz o consumo de energia.
O segundo benefício já alcançado é a inclusão de um novo trem para atender ao maior volume de passageiros no horário de pico. "Nós antes tínhamos 22 composições. Com o novo sistema, conseguimos chegar a 23 no carrossel. O número poderia ser maior, mas os gastos também subiriam, e a demanda está bem atendida no momento."
Barros Silva diz ainda que o CTBC representa um ganho de segurança para o metrô. "Inclusive por ser de outra geração, mais moderna. Nós operamos com o mesmo sistema desde o início, na década de 1970", afirma.
O responsável pela manutenção dos trens reforça também que, por lidar com vidas humanas, a companhia nunca arrisca colocar um trem que apresente qualquer sinal de problema em operação, ainda que isso signifique maior lotação nas composições.
Fonte - Revista Ferroviária  09/03/2017

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Novos trens do metrô começam a chegar a Salvador

Transportes sobre trilhos

As novidades dos novos trens são passagem livre entre os carros, sem portas divisórias, o que possibilita uma melhor distribuição dos usuários no interior do metrô, e 22 câmeras de monitoramento e sistema de transmissão de voz e dados, que serão interligados ao Centro de Controle Operacional (CCO) da CCR Metrô Bahia.

Da Redação
foto - Manu Dias/Gov Ba.
Os novos trens do metrô já começaram a desembarcar em Salvador. Os três primeiros trens, com quatro carros (vagões) cada, chegaram neste mês. Outros 124 carros (vagões) chegam até dezembro de 2016, integrando a frota dos 40 trens que vão atender as linhas 1 e 2 do metrô.
As novidades dos novos trens são passagem livre entre os carros, sem portas divisórias, o que possibilita uma melhor distribuição dos usuários no interior do metrô, e 22 câmeras de monitoramento e sistema de transmissão de voz e dados, que serão interligados ao Centro de Controle Operacional (CCO) da CCR Metrô Bahia.
foto - Manu Dias/Gov.Ba.
Outras novidades são os 32 monitores informativos e publicitários, 32 dispositivos de emergência e 202 assentos anatômicos e revestidos em tecido, que oferecem maior conforto aos usuários. Cerca de 10% desses assentos são preferenciais, destinados para pessoas com deficiência, idosos, gestantes, pessoas com crianças de colo e obesos. Com ar-condicionado e design moderno, os trens possuem 85 metros de comprimento e capacidade de transportar até 1.000 passageiros de uma só vez, com conforto e segurança.
Os carros (vagões) saíram completamente embalados da montadora sul-coreana Hyundai-Rotem, em Araraquara (SP), em novembro, em quatro carretas de 30 metros de comprimento. Quatro batedores fizeram a escolta no trajeto de 2.024 quilômetros até Salvador.
Os equipamentos ficarão no Complexo de Manutenção Pirajá, especialmente construído para receber os novos trens, e onde serão realizados testes estáticos e dinâmicos antes de iniciar a operação com passageiros, em março de 2016.
Confira a galeria de fotos desta notícia:
Com informações da Secom Ba. 21/12/2015


foto - Manu Dias/Gov.Ba.
foto - Manu Dias/Gov.Ba.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Atrasos em obras do metrô de SP deixa 31 trens novos parados

Transportes sobre trilhos

Atrasos em obras do Metrô e na implantação de sistema de sinalização e controle operacional, CBTC, impedem a operação comercial dos novos trens.Na Linha 5-Lilás,quinze composições estão no pátio em Capão Redondo.O novo sistema de sinalização e controle operacional reduziria o intervalo de tempo e a distância entre os trens,possibilitando o atendimento da demanda no horário de pico com maior numero de composições.

R7*
foto - ilustração/usuariosmetrosp
O atraso do governo estadual para concluir obras de duas linhas de Metrô e para instalar o novo sistema de controle de trens que reduziria o intervalo entre eles tem mantido parados 31 novas composições da empresa. Na Linha 5-Lilás, quinze estão no Pátio Capão Redondo, na zona sul de São Paulo — uma já foi pichada.
Todos os 31 trens paralisados têm a tecnologia CBTC (sigla em inglês para Controle de Trens Baseado em Comunicação). O sistema é importante para reduzir o intervalo entre as composições e, assim, diminuir a superlotação.
Na linha 5-Lilás, o primeiro trem está pronto para ser usado desde outubro de 2013. Mas ele só deve entrar em operação em dezembro, com a garantia de fábrica de dois anos vencida. Outras quatro composições circularão com tempo menor de garantia. O problema é que os trens adquiridos são mais modernos do que os trilhos, que não estão preparados para operar com o sistema CTBC.
A incompatibilidade impede, por exemplo, o uso imediato das composições no trecho entre Capão Redondo e Adolfo Pinheiro, da Linha 5-Lilás, o que traria mais conforto aos usuários. O CBTC é um sistema em que os trens são comandados por computador. Os sistemas sabem onde estão cada um dos trens da linha e qual a velocidade que eles estão desenvolvendo. Assim, é possível reduzir a distância entre cada composição — e aumentar a quantidade de trens na linha.
O sistema atual, analógico, chamado ATO, controla a distância entre os trens dividindo a linha em vários setores. Quando um trem está em um setor, não é possível que outro trem entre, garantindo a distância segura entre eles, mas reduzindo a quantidade de composições que podem rodar simultaneamente em uma linha. Ao todo, o Metrô comprou para a Linha 5-Lilás 26 composições modernas — com o CTBC — por R$ 615 milhões.
Já no monotrilho da Linha 15-Prata são mais 16 trens sem uso no pátio da Estação Oratório. Ali, o problema principal é o atraso das obras de engenharia. Prevista para ser entregue em 2014, a linhas começou a operar na semana passada, interligando a Vila Prudente ao Oratório, na zona leste. Ainda não há data para a conclusão da linha.
Na Linha 5-Lilás, a entrega das obras de extensão foi adiada quatro vezes - ela estava prevista para este ano. Em março, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) prometeu a conclusão dela em 2017.
Segundo o Metrô, atrasos da Bombardier, empresa responsável pela modernização da via, barram o uso dos novos trens. O prazo para conclusão era novembro de 2014. A Bombardier informou, por nota, que negocia dezembro deste ano como nova data de entrega.
Para especialistas, os trens parados têm "custo social", já que o governo pagou para que eles fossem usados na operação comercial. Os engenheiros afirmam que, sem o sistema CBTC, os trens não podem ser testados na integralidade. O Metrô nega e diz que os equipamentos passam por todos os testes.

Social
"O prejuízo maior é o social, de investir e não ter o retorno da funcionalidade. Se vai colocar um dinheiro desse montante, é esperado um retorno. Esse valor poderia estar rendendo em outra coisa e agora está deteriorando", disse o mestre em Transportes pela Universidade de São Paulo (USP), Sérgio Ejzenberg.
*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte - R7.com  18/08/2015

domingo, 9 de setembro de 2012

Metrô de Salvador

A chegada dos trens
Desembarque dos três primeiros trens do Metrô de Salvador em 7 de Novembro de 2008
Desembarque dos três primeiros trens do Metrô de Salvador em 7 de Novembro de 2008
                                 Fotos: Aristeu Chagas - Agecom

Em 7 de Novembro de 2008, foram desembarcados no porto de Salvador os três primeiros trens do Metrô de Salvador, totalizando 12 vagões.
Em 19 de Janeiro de 2009, foram desembarcados os outros três trens, completando a encomenda de seis trens-unidade elétricos (TUEs), no total de 24 vagões.
De acordo com o modelo "tripartite" estabelecido no início do projeto — divisão de responsabilidades entre os governos federal, estadual e municipal —, os trens foram encomendados pelo governo da Bahia, através da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia - Conder.
Foram fabricados pela empresa Rotem (Coreia) e fornecidos pela Mitsui & Co Ltda. A capacidade de cada trem-unidade elétrico (TUE) de quatro vagões é de 1.250 passageiros, com ar condicionado e isolamento acústico.
Como não estava concluído o pátio auxiliar de manutenção do metrô — assentamento dos trilhos e instalação do sistema de energia, itens de responsabilidade da prefeitura —, os trens foram lervados para o Porto Seco Pirajá [Estação Aduaneira do Interior (Eadi/Salvador), localizada no CIA-Sul], onde permaneceriam armazenados, às custas do governo estadual, até ser possível a entrega para a realização dos testes.
                                       Fotos: Aristeu Chagas - Agecom
Vagão do Metrô de Salvador, parcialmente exposto para fotografia

Trens do Metrô de Salvador, ainda protegidos por plásticos, aguardando transferência e armazenagem

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 Pregopontocom mais
Fonte - CENTRO OESTE Brasil