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terça-feira, 18 de abril de 2017

Papa Francisco rejeita convite de Temer para visitar o Brasil

Internacional  ⛪

Papa Francisco disse em carta enviada ao presidente brasileiro que acompanha com atenção os acontecimentos no país e alertou para 'não confiar mais nas forças cegas e na mão invisível do mercado'.

Sputnik
foto - ilustração
O presidente Michel Temer enviou, no final de 2016, um convite ao Papa Francisco para visitar o Brasil para as celebrações dos 300 anos da aparição da Nossa Senhora Aparecida, comemorados este ano. Em resposta por carta, o pontífice disse que não poderá comparecer por motivos de agenda, mas afirmou que acompanha de perto os acontecimentos do Brasil.
Ele declarou que se preocupa com os mais pobres, que são os que mais sofrem com a crise no Brasil.
“Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes sócio-político-econômicas, e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver algo tão complexo”, afirmou o Pontífice, citado pela GloboNews.
“Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira”, acrescentou.
O Papa Francisco ainda fez um alerta ao presidente brasileiro, dizendo que "não podemos mais confiar nas forças cegas e na mão invisível do mercado".
Fonte - Sputnik  18/04/2017

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Papa Francisco envia carta à Dilma Rousseff

Política

Dilma não quis dar mais detalhes sobre o assunto. "Ele escreveu uma carta para mim, mas não vou dizer mais nada sobre isso. Digo apenas que não foi uma carta oficial", declarou Dilma, respondendo a uma pergunta da ANSA em entrevista para agências internacionais no Palácio da Alvorada.

Sputnik
foto-ilustração/arquivo
A Presidente afastada Dilma Rousseff confirmou nesta quinta-feira (18) que recebeu uma carta do Papa Francisco, como havia sido adiantado pelo teólogo Leonardo Boff no início de agosto.
No entanto, Dilma não quis dar mais detalhes sobre o assunto. "Ele escreveu uma carta para mim, mas não vou dizer mais nada sobre isso. Digo apenas que não foi uma carta oficial", declarou Dilma, respondendo a uma pergunta da ANSA em entrevista para agências internacionais no Palácio da Alvorada.
"Não foi uma carta do Papa em sua condição de representante do Vaticano, não tem importância [o conteúdo]. Não é uma carta para ser divulgada", disse, acrescentando que gostaria muito de ser recebida pelo líder da Igreja Católica.
Segundo Boff, a correspondência foi entregue logo após a abertura do processo de impeachment contra a presidente. Oficialmente, o Vaticano não comenta a crise política no Brasil, mas o Papa, em maio passado, chegou a dizer que rezava pela "harmonia" e pela "paz" no país.
Francisco sempre manteve uma boa relação com Dilma, tendo inclusive recebido a petista em fevereiro de 2014. Além disso, o Brasil foi o destino de sua primeira viagem internacional, em julho de 2013, para a Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro.
Fonte - Sputnik  18/08/2016

domingo, 13 de dezembro de 2015

Papa saúda acordo do clima e chama a atenção para os “mais vulneráveis”

Internacional

“A cúpula sobre o clima terminou em Paris com um acordo que bem podemos qualificar como histórico”, disse o papa Francisco, na oração do Angelus, na Praça de São Pedro, no Vaticano.“A sua aplicação exige um compromisso unânime e um generoso empenho de cada um”, destacou Francisco, reportou a AFP.

Da Agência Lusa
imagem/Ag.Brasil

O papa Francisco saudou hoje (13) a assinatura por 195 países, ontem (12) em Paris, de um acordo contra o aquecimento global, e apelou para se estar especialmente atento aos “mais vulneráveis”, particularmente afetados pelas catástrofes ambientais. “A cúpula sobre o clima terminou em Paris com um acordo que bem podemos qualificar como histórico”, disse o papa Francisco, na oração do Angelus, na Praça de São Pedro, no Vaticano.
“A sua aplicação exige um compromisso unânime e um generoso empenho de cada um”, destacou Francisco, reportou a AFP.
O papa ressaltou que é preciso garantir neste âmbito, e “com um particular atenção”, o futuro das “populações mais vulneráveis”.
“Exorto a comunidade internacional na sua totalidade, a prosseguir com empenho o caminho encetado, num sentimento de uma solidariedade que deve ser sempre cada vez mais ativa”, afirmou.
A Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP21) aprovou um acordo global vinculativo entre 195 países, desenvolvidos e em desenvolvimento, que se comprometem a caminhar para uma economia de baixo carbono e tomarem medidas para limitar o aquecimento global da atmosfera até 2100 a 1,5 graus Celsius, em relação aos valores médios da era pré-industrial.
Fonte - Agência  Brasil  13/122015

sábado, 19 de setembro de 2015

Papa Francisco chega a Cuba para visita histórica de quatro dias

Internacional

O Airbus A330 da Alitalia transportando o papa aterrisou poucos minutos antes das 16h locais (17h, no horário de Brasília) no Aeroporto José Martí de La Habana, onde era aguardado pelo presidente cubano, Raúl Castro, e pelo cardel Jaime Ortega, maior representante da Igreja Católica na ilha.

Da Agência Lusa
foto - ilustração
O papa Francisco chegou na tarde deste sábado (19) a Cuba, primeira etapa de uma viagem que o levará também aos Estados Unidos, os dois países que contaram com seu apoio para restabelecerem relações diplomáticas.
O Airbus A330 da Alitalia transportando o papa aterrisou poucos minutos antes das 16h locais (17h, no horário de Brasília) no Aeroporto José Martí de La Habana, onde era aguardado pelo presidente cubano, Raúl Castro, e pelo cardel Jaime Ortega, maior representante da Igreja Católica na ilha.
Esta é considerada uma das viagens mais longas e delicadas do papa Francisco. Além de reuniões protocolares, ele irá à Praça da Revolução, em Havana, ao Congresso dos Estados Unidos, em Washington, e à ONU, em Nova York.
Com uma agenda muito carregada, o papa argentino, de 78 anos, pronunciará 26 discursos, dos quais oito em Cuba e 18 nos Estados Unidos.
Até terça-feira (22), o papa estará em Cuba, com passagens por Havana, Holguin e Santiago, para encontros com jovens, famílias, bispos e, provavelmente, o líder histórico do regime Fidel Castro.
Três visitas papais em 17 anos mostram a atenção do Vaticano ao país, onde o regime e a Igreja Católica comemoram, com apoio do papa, a normalização das relações diplomáticas com os Estados Unidos.
O avião papal levará diretamente Francisco de Havana à Base Militar de Andrews, em Washington, onde será recebido pelo presidente Barack Obama.
Nos Estados Unidos, os dois momentos mais esperados serão os discursos, em inglês, no Congresso, em Washington, e em espanhol na assembleia-geral das Nações Unidas, em Nova York.
Ainda em Washington, Francisco vai canonizar o missionário espanhol Junipero Serra, que participou, no século XVIII, da evangelização da Califórnia, na Costa Oeste dos Estados Unidos.
Em Nova York, o papa vai presidir, no "Ground Zero", uma cerimónia interreligiosa contra o terrorismo e em memória das vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Na última etapa, na Filadélfia (Pensilvânia), o papa presidirá o encerramento do 8º Encontro Mundial das Famílias Católicas. De acordo com os organizadores, cerca de dois milhões de pessoas são esperados para a missa final ao ar livre.
Fonte - Agência Brasil  19/09/2015

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Papa pede à América Latina que evite leis que estimulem a repressão

Internacional

O papa alertou que “as normas e leis, assim como os projetos da comunidade civil, devem procurar a inclusão, abrir espaços para o diálogo, o encontro, e assim abandonar a dolorosa memória de qualquer tipo de repressão, controle desmedido e restrição de liberdade”.

Da Agência Lusa
Papa Francisco celebra missa em Guayaquil,
Equador - Agência Lusa/EPA/Leonardo Munoz
O papa Francisco fez, nessa terça-feira (8), um apelo ao Equador e aos povos latino-americanos, para que evitem “a dolorosa memória de qualquer tipo de repressão, controle desmedido e restrição de liberdades” nas suas normas e leis.
O pontífice falou na Igreja de São Francisco de Quito, durante viagem à América Latina, que o levará também à Bolívia e ao Paraguai.
Francisco destacou como o Equador e outras nações da América Latina devem enfrentar novos desafios, que requerem a participação de todos os setores sociais.
“A migração, a concentração urbana, o consumismo, a crise da família, falta de trabalho, as bolsas de pobreza que geram incerteza”, bem como “tensões que constituem ameaça à convivência social”, foram alguns dos exemplos que apontou.
O papa alertou que “as normas e leis, assim como os projetos da comunidade civil, devem procurar a inclusão, abrir espaços para o diálogo, o encontro, e assim abandonar a dolorosa memória de qualquer tipo de repressão, controle desmedido e restrição de liberdade”.
Para Francisco, a esperança de um futuro melhor para esses países começa pela criação de emprego e de crescimento econômico, “mas que não fique nas estatísticas macroeconômicas e que [promova] um desenvolvimento sustentável que gere um consenso social, firme e coeso.”
Na audiência, o papa deu o exemplo de alguns países europeus, onde o desemprego juvenil se encontra entre 40% e 50%.
O pontífice citou o fenômeno dos “nem nem”, jovens que nem estudam, nem trabalham e, diante da falta de trabalho, cedem a vícios, à tristeza, à depressão, ao suicídio ou envolvem-se em projetos de “loucura social”.
Fonte - Agência Brasil  08/07/2015

sábado, 16 de maio de 2015

Papa recebe líder palestino e indica diálogo interreligioso contra terrorismo

Internacional

Papa Francisco defende solução duradoura para libertação da Palestina.A audiência com o presidente palestino Mahmoud Abbas,ocorreu três dias após a Santa Sé anunciar que reconhecerá oficialmente a existência do Estado da Palestina.

Alex Rodrigues 
Repórter da Agência Brasil 
Tânia Rêgo/Arquivo/Agência
O papa Francisco recebeu hoje (16), no Vaticano, o presidente palestino, Mahmoud Abbas, com quem conversou a respeito da importância do diálogo entre praticantes de diferentes religiões como forma de enfrentar o terrorismo global.
A audiência ocorreu três dias após a Santa Sé anunciar que reconhecerá oficialmente a existência do Estado da Palestina. Anunciada na quarta-feira (14), a assinatura do futuro acordo bilateral será o resultado das negociações iniciadas em 1994, quando o Vaticano oficializou as relações com a Organização para a Libertação da Palestina (OPL). Um acordo-base foi assinado em fevereiro de 2000.
Segundo informações do Vaticano, Francisco e Abbas manifestaram satisfação mútua com o acordo a ser assinado em breve, principalmente em relação a aspectos essenciais para atuação da Igreja Católica na Palestina.
Na quarta-feira, o subsecretário das Relações com os Estados, monsenhor Antoine Camilleri, declarou que o acordo “tem a finalidade de favorecer a vida e a atividade da Igreja Católica e seu reconhecimento a nível jurídico, inclusive por um seu eficaz serviço à sociedade”.
Durante a conversa com Abbas, Francisco manifestou o desejo de que “as negociações de paz possam ser retomadas para buscar uma solução justa e duradoura para o conflito”. O papa e Abbas convergiram para a necessidade do apoio internacional, de modo a facilitar que “israelenses e palestinos tomem, com determinação, decisões corajosas a favor da paz”.
Amanhã (17), na Praça São Pedro, Abbas participa da missa de canonização das beatas palestinas irmãs Maria Alfonsina Danil Ghattas e Maria de Jesus Crucificado Baouardy. Nascida em 1843, Maria Alfonsina fundou a Congregação das Irmãs do Rosário de Jerusalém. Monja da Ordem dos Carmelitas Descalços, Maria de Jesus nasceu em 1846 e morreu em 1878.
Várias curas são atribuídas à intervenção das duas, entre elas a de um engenheiro na Galileia e de um menino siciliano.
Fonte - Agência Brasil  16/05/2015

domingo, 22 de março de 2015

Papa Francisco pede à comunidade internacional que proteja o acesso de todos à água

Água

"A água é o elemento mais essencial à vida e da nossa capacidade de salvaguardá-la e de partilhá-la depende o futuro da humanidade", disse, no Dia Mundial da Água.

Da Agência Lusa
foto - ilustração/culturamix
Cidade do Vaticano - O papa Francisco apelou hoje (22) à comunidade internacional para que proteja a água e garanta o acesso universal a este bem. "A água é o elemento mais essencial à vida e da nossa capacidade de salvaguardá-la e de partilhá-la depende o futuro da humanidade", disse, no Dia Mundial da Água.
O bispo de Roma fez essas declarações a partir da janela do Palácio Apostólico do Vaticano, durante a Oração do Angelus. "Exorto, portanto, a comunidade internacional que esteja vigilante para que as águas do planeta estejam adequadamente protegidas e que ninguém seja excluído ou discriminado do uso deste bem, que é um bem comum por excelência", acrescentou.
Fonte - Agência Brasil  22/03/2015

domingo, 8 de março de 2015

Papa Francisco: mundo que marginaliza as mulheres é estéril

Direitos Humanos

"Hoje, 8 de março,ele fez uma saudação a todas as mulheres e afirmou ainda, que esta é uma ocasião para reafirmar a importância das mulheres e a necessidade da sua presença na vida.

Da Agência Brasil
Com informações da Rádio Vaticano
foto - ilustração
O Papa Francisco recordou, após o Angelus de hoje, que neste domingo comemora-se do Dia Internacional da Mulher. Ele fez uma saudação a todas as mulheres que diariamente buscam construir uma sociedade mais humana e acolhedora. "Hoje, 8 de março, uma saudação a todas as mulheres! Todas as mulheres que todos os dias procuram construir uma sociedade mais humana e acolhedora”, disse.
Francisco afirmou, ainda, que esta é uma ocasião para reafirmar a importância das mulheres e a necessidade da sua presença na vida. “Um mundo onde as mulheres são marginalizadas é um mundo estéril, porque as mulheres não somente trazem a vida, mas nos transmitem a capacidade de ver além, elas veem além. Elas nos transmitem a capacidade de compreender o mundo com olhos diferentes, de sentir as coisas com um coração mais criativo, mais paciente, mais tenro”, disse o Papa.
Fonte - Agência Brasil  08/03/2015

domingo, 1 de março de 2015

Papa bate pesado no capitalismo e prega a revolução

Internacional

Papa Francisco dirige um discurso revolucionário aos trabalhadores de cooperativas na Itália.O líder da Igreja Católica criticou a “cultura do descartável” da globalização e pediu novas maneiras de se pensar sobre pobreza, assistência social, emprego e sociedade.

Por Redação CB
Com agências internacionais de Roma

O papa Francisco voltou a atacar a injustiça causada no mundo por um sistema econômico injusto e ineficaz como o capitalismo. O líder da Igreja Católica criticou a “cultura do descartável” da globalização e pediu novas maneiras de se pensar sobre pobreza, assistência social, emprego e sociedade. Em um discurso para a associação de movimentos cooperativos italianos, ele ressaltou o “crescimento vertiginoso do desemprego” e os problemas que os sistemas de assistência social existentes tiveram para atender às necessidades da saúde pública.
Para aqueles que vivem “nas margens existenciais” o sistema atual político e social “parece estar fatalmente destinado a sufocar a esperança e aumentar os riscos e ameaças”, afirmou. O papa, nascido na Argentina, tem frequentemente criticado a economia de mercado ortodoxa de estimular a injustiça e desigualdade, disse que as pessoas são forçadas a trabalhar longas horas, às vezes na economia paralela, por algumas centenas de euros por mês, porque elas são vistas como facilmente substituíveis.
– Você não está gostando disso? Então vá para casa’. O que se pode fazer em um mundo que funciona assim? Porque há uma fila de pessoas procurando trabalho. Se você não gostar disso, outra pessoa gostará. É a fome, a fome que nos faz aceitar o que eles nos dão – disse, em uma mudança espontânea no texto do seu discurso.
O papa Francisco afirmou que os trabalhadores podem ajudar a buscar novos modelos e métodos que poderiam ser um modelo alternativo para a “cultura do descartável, criada pelas potências que controlam as políticas econômicas e financeiras do mundo globalizado”. Talvez atento a um escândalo de corrupção abrangente ligado a algumas cooperativas em Roma, no ano passado, ele atacou aqueles que “prostituem o nome cooperativa”.
Francisco pede que os católicos sejam ‘revolucionários’. Ele prega que a lógica econômica capitalista precisa ser secundária diante das maiores necessidades da sociedade humana.
– Quando o dinheiro se torna um ídolo, ele comanda as escolhas do homem. E assim ele arruína o homem e o condena. Faz dele um escravo. O dinheiro a serviço da vida pode ser administrado de maneira certa por cooperativas, com a condição que se trate de uma cooperativa real, onde o capital não tem comando sobre os homens, mas sim os homens sobre o capital – concluiu.
Fonte - Correio do Brasil  28/02/2015

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Em mensagem de Natal, Papa apela para o fim da violência

Internacional

Na sua mensagem Urbi et Orbi, à cidade e ao mundo, referiu-se às violências fundamentalistas no globo.

Da Agência Lusa
Ag.Brasil
O papa Francisco apelou, na tradicional mensagem de Natal, pelo fim da “perseguição brutal” e dos massacres e captura de reféns, do Oriente Médio à Nigéria. Pediu ainda o fim da violência, do tráfico e dos maus tratos sofridos pelas crianças.
Na sua mensagem Urbi et Orbi, à cidade e ao mundo, referiu-se às violências fundamentalistas no globo. Francisco exigiu o fim da “perseguição brutal” dos “grupos étnicos e religiosos” no Iraque e na Síria e lamentou que “muitas pessoas sejam [feitas] reféns ou assassinadas” na Nigéria.
O papa lamentou ainda que “muitas crianças sejam vítimas de violência e do tráfico”, referindo-se aos que foram mortos recentemente em uma escola no Paquistão.
Fonte - Agência Brasil  25/12/2014