Os trabalhadores deixaram os veículos nas garagens das empresas - que possuem o mesmo proprietário - para reivindicar melhores condições de trabalho, como pagamento de horas extras e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
A Tarde
Da Redação
foto - A Tarde |
Os trabalhadores deixaram os veículos nas garagens das empresas - que possuem o mesmo proprietário - para reivindicar melhores condições de trabalho, como pagamento de horas extras e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
O movimento chegou ao fim a partir de uma negociação mediada pelo secretário Municipal de Urbanismo e Transporte (Semut), Fábio Mota.
"Faremos uma reunião agora pela manhã com as duas partes. Vamos para cima da empresa para ela pagar e resolver este transtorno. O que não pode acontecer é a descontinuidade deste serviço, por isso nós remanejamos as linhas de outras empresas para atender a população", explica.
De acordo com o diretor do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Salvador (Setps), Jorge Castro, a paralisação pegou as empresas de surpresa.
"O sindicato (dos rodoviários) não apresentou nenhuma pauta, fez tudo escondido. Esta é uma atitude bastante irresponsável dos trabalhadores, e nós vamos entrar com um dissídio coletivo", afirma.
O Portal A TARDE tentou contato com o Sindicato dos Rodoviários, mas, até a publicação desta reportagem, não obteve retorno.
Fonte - A Tarde 03/07/2014
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