UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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sexta-feira, 7 de junho de 2019

'Domingo no CAB' neste domingo(09) é cancelado em função das chuvas

Esporte e Lazer  🏃

O projeto, que se iniciaria neste domingo (9), vai levar às avenidas 1 e 5 do Centro Administrativo da Bahia (CAB) atividades como aulas gratuitas de ginástica, ciclismo, bicicross, karatê, corrida, skate e patins.A suspensão das atividades recreativas e esportivas - iniciativa da Setre, Sudesb, Saeb e Assembleia Legislativa - visa garantir a integridade física da população, uma vez que seriam realizadas ao ar livre.

Da Redação
imagem ilustração/Google Maps
Em função das fortes chuvas que estão caindo em Salvador e região metropolitana, o 'Domingo no CAB' foi cancelado. O projeto, que se iniciaria neste domingo (9), vai levar às avenidas 1 e 5 do Centro Administrativo da Bahia (CAB) atividades como aulas gratuitas de ginástica, ciclismo, bicicross, karatê, corrida, skate e patins.
A suspensão das atividades recreativas e esportivas - iniciativa da Setre, Sudesb, Saeb e Assembleia Legislativa - visa garantir a integridade física da população, uma vez que seriam realizadas ao ar livre.
O 'Domingo no CAB' é uma ação prevista para se tornar regular naquele espaço público da cidade. A expectativa é que este projeto atenda um número grande de pessoas das regiões circunvizinhas, mas também de bairros mais distantes, localizados por toda a Avenida Paralela e adjacências.
A nova data para o início da ação ainda não foi definida.
Com informações da Secom BA  07/06/2019

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Avenidas do CAB serão fechadas para atividades de esporte e lazer a partir de domingo(09)

Esporte/Lazer  🏃

A partir deste domingo (9), a cidade de Salvador ganha mais um importante espaço ao ar livre para a prática de esporte e lazer. Feito para famílias e pessoas de todas as idades, o projeto 'Domingo no CAB' levará atividades como aulas gratuitas de ginástica, ciclismo, bicicross, karatê, corrida, skate e patins para as avenidas 1 e 5 do Centro Administrativo da Bahia (CAB). 

Da Redação
CAB - imagem reprodução/ Google Maps
Os interessados em participar das aulas de ginástica deverão chegar cedo, pois o primeiro encontro terá início às 7h e o segundo às 8h. As aulas serão realizadas por professores e integrantes de núcleos da capital do Programa de Esporte de Lazer da Cidade (Pelc), desenvolvido pela Superintendência dos Desportos (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte,
Para a prática das demais modalidades, basta levar os equipamentos esportivos e ocupar as duas avenidas, que estarão fechadas para carro e motos até as 13h, possibilitando a livre circulação das pessoas.
Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, serão plantadas mudas de Pau Brasil ao longo das duas avenidas transformadas em áreas de lazer. A iniciativa do plantio é da Superintendência do Patrimônio (Supat), vinculada à Secretaria da Administração (Saeb). Já o 'Domingo no CAB' envolve a Setre, Sudesb, Saeb/Supat, Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), dentre outras instituições públicas.

Localização privilegiada
Com avenidas largas e bem cuidadas, o CAB também fica próximo da estação do metrô. A expectativa é o projeto atenda moradores das regiões circunvizinhas, mas também de bairros mais distantes, localizados por toda a Avenida Paralela e adjacências.
Como outros locais de Salvador que já possuem ruas de lazer aos domingos, o 'Domingo no CAB' irá ocorrer em dois domingos de cada mês, com intervalo de 15 dias. Em junho, ele será realizado apenas dia 9 de junho em função dos festejos juninos. No dia 7 de julho, as atividades voltam a ocupar as mesmas avenidas do Centro Administrativo. Para ter acesso, motoristas devem dirigir-se às avenidas 3 e 4, ficando o estacionamento para carros no final da 5ª avenida.
A mobilização de público também inclui as federações esportivas de Ciclismo (FBC), Corrida de Aventura (FBCA), Karatê (FBK), Universitária Baiana de Esporte (FUBE), União das Federações (Unisport), e as associações de bicicross, skate e patins, além do apoio da Prefeitura de Salvador, por meio da Transalvador.
Fonte Secom Gov.BA  05/06/2019

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Salvador ganha incentivo ao esporte com inauguração do Ginásio de Cajazeiras

Esporte

Durante a cerimônia de entrega do ginásio, o governador Jaques Wagner, que aproveitou para visitar o espaço e cumprimentar atletas de basquete da comunidade, falou sobre a importância do equipamento, principalmente, para o bairro de Cajazeiras."O bairro está recebendo uma estrutura capaz de receber jogos e eventos de grande porte....

Secom

Com capacidade para um público de mais de duas mil pessoas nas arquibancadas, as instalações do Ginásio Poliesportivo de Cajazeiras foram entregues à população de Salvador na manhã desta terça-feira (25). Além de beneficiar a população da capital baiana, por ser um espaço para a prática de esporte e também para o lazer, o ginásio ainda possui uma estrutura capaz de sediar jogos de seleções de vôlei, basquete, futsal e handebol.
Durante a cerimônia de entrega do ginásio, o governador Jaques Wagner, que aproveitou para visitar o espaço e cumprimentar atletas de basquete da comunidade, falou sobre a importância do equipamento, principalmente, para o bairro de Cajazeiras."O bairro está recebendo uma estrutura capaz de receber jogos e eventos de grande porte, mas o nosso foco é o incentivo ao esporte, é dar estímulo a essa juventude que agora tem um lugar de excelência para a prática de esportes. Isso muda a vida e a dinâmica dessa comunidade, e é essa a nossa intenção", destacou.
Construído pelo Governo do Estado, através das superintendências dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) e de Construções Administrativas da Bahia (Sucab), o ginásio recebeu R$ 13 milhões em investimentos. Esses recursos possibilitaram a instalação de quadra poliesportiva com dimensões oficiais, capaz de receber competições de vôlei, basquete, handebol e futebol de salão, além de um campo gramado para futebol society na área externa ao ginásio.

Estrutura
O ginásio está localizado em um terreno de cerca de 12 mil metros quadrados, com uma área construída de pouco mais de três mil metros quadrados. O equipamento possui capacidade para 2.060 espectadores, com alojamento, vestiários, sanitários para atletas e para o público em geral (inclusive portadores de deficiências), tribuna de honra e sala de imprensa, e acesso para cadeiras de rodas, com utilização de plataforma hidráulica. Na área externa, ainda foi construída uma área de convivência com parque infantil, estacionamento com 50 vagas para automóveis, e pátio para ônibus.
Fonte - Secom Ba  25/1/2014

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Os rolezinhos nos acusam: somos uma sociedade injusta e segregacionista

Politica

Leonardo Boff
Artigo escrito primeiramente para o JB on-line

O fenômeno dos centenas de rolezinhos que ocuparam shoppings centers no Rio e em São Paulo suscitou as mais disparatadas interpretações. Algumas, dos acólitos da sociedade neoliberal do consumo que identificam cidadania com capacidade de consumir, geralmente nos jornalões da mídia comercial, nem merecem consideração. São de uma indigência analítica de fazer vergonha.
Mas houve outras análises que foram ao cerne da questão como a do jornalista Mauro Santayana do JB on-line e as de três especialistas que avaliaram a irrupção dos rolês na visibilidade pública e o elemento explosivo que contém. Refiro-me à Valquíria Padilha, professora de sociologia na USP de Ribeirão Preto:”Shopping Center: a catedral das mercadorias”(Boitempo 2006), ao sociólogo da Universidade Federal de Juiz de Fora, Jessé Souza,”Ralé brasileira: quem é e como vive (UFMG 2009) e de Rosa Pinheiro Machado, cientista social com um artigo”Etnografia do Rolezinho”no Zero Hora de 18/1/2014. Os três deram entrevistas esclarecedoras.
Eu por minha parte interpreto da seguinte forma tal irrupção:
Em primeiro lugar, são jovens pobres, das grandes periferias, sem espaços de lazer e de cultura, penalizados por serviços públicos ausentes ou muito ruins como saúde, escola, infra-estrutura sanitária, transporte, lazer e segurança. Veem televisão cujas propagandas os seduzem para um consumo que nunca vão poder realizar. E sabem manejar computadores e entrar nas redes sociais para articular encontros. Seria ridículo exigir deles que teoricamente tematizem sua insatisfação. Mas sentem na pele o quanto nossa sociedade é malvada porque exclui, despreza e mantém os filhos e filhas da pobreza na invisibilidade forçada. O que se esconde por trás de sua irrupção? O fato de não serem incluidos no contrato social. Não adianta termos uma “constituição cidadã” que neste aspecto é apenas retórica, pois implementou muito pouco do que prometeu em vista da inclusão social. Eles estão fora, não contam, nem sequer servem de carvão para o consumo de nossa fábrica social (Darcy Ribeiro). Estar incluído no contrato social significa ver garantidos os serviços básicos: saúde, educação, moradia, transporte, cultura, lazer e segurança. Quase nada disso funciona nas periferias. O que eles estão dizendo com suas penetrações nos bunkers do consumo? “Oia nóis na fita”; “nois não tamo parado”;”nóis tamo aqui para zoar”(incomodar). Eles estão com seu comportamento rompendo as barreiras do aparheid social. É uma denúncia de um país altamente injusto (eticamente), dos mais desiguais do mundo (socialmente), organizado sobre um grave pecado social pois contradiz o projeto de Deus (teologicamente). Nossa sociedade é conservadora e nossas elites altamente insensíveis à paixão de seus semelhantes e por isso cínicas. Continuamos uma Belíndia: uma Bélgica rica dentro de uma India pobre. Tudo isso os rolezinhos denunciam, por atos e menos por palavras.
Em segundo lugar, eles denunciam a nossa maior chaga: a desigualdade social cujo verdadeiro nome é injustiça histórica e social. Releva, no entanto, constatar que com as políticas sociais do governo do PT a desigualdade diminiui, pois segundo o IPEA os 10% mais pobres tiveram entre 2001-2011 um crescimento de renda acumulado de 91,2% enquanto a parte mais rica cresceu 16,6%. Mas esta diferença não atingiu a raíz do problema pois o que supera a desigualdade é uma infraestrutura social de saúde, escola, transporte, cultura e lazer que funcione e acessível a todos. Não é suficiente transferir renda; tem que criar oportunidades e oferecer serviços, coisa que não foi o foco principal no Ministério de Desenvolvimento Social. O “Atlas da Exclusão Social” de Márcio Poschmann (Cortez 2004) nos mostra que há cerca de 60 milhões de famílias, das quais cinco mil famílias extensas detém 45% da riqueza nacional. Democracia sem igualdade, que é seu pressupsto, é farsa e retórica. Os rolezinhos denunciam essa contradição. Eles entram no “paraíso das mercadorias” vistas virtualmente na TV para ve-las realmente e senti-las nas mãos. Eis o sacrilégio insuportável pelos donos do shoppings. Eles não sabem dialogar, chamam logo a polícia para bater e fecham as portas a esses bárbaros. Sim, bem o viu T.Todorov em seu livro “Os novos bárbaros”: os marginalizados do mundo inteiro estão saindo da margem e indo rumo ao centro para suscitar a má consciência dos “consumidores felizes” e lhes dizer: esta ordem é ordem na desordem. Ela os faz frustrados e infelizes, tomados de medo, medo dos próprios semelhantes que somos nós.
Por fim, os rolezinhos não querem apenas consumir. Não são animaizinhos famintos. Eles tem fome sim, mas fome de reconhecimento, de acolhida na sociedade, de lazer, de cultura e de mostrar o que sabem: cantar, dançar, criar poemas críticos, celebrar a convivência humana. E querem trabalhar para ganhar sua vida. Tudo isso lhes é negado, porque, por serem pobres, negros, mestiços sem olhos azuis e cabelos loiros, são desperezados e mantidos longe, na margem.
Esse tipo de sociedade pode ser chamada ainda de humana e civilizada? Ou é uma forma travestida de barbárie? Esta última lhe convem mais. Os rolezinhos mexeram numa pedra que começou a rolar. Só parará se houver mudanças.
Fonte - do Blog de Leonardo Boff  23/01/2014

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Cuba investe no turista brasileiro

Foto - ilustração
Por Jaime Sautchuk e José Reinaldo Carvalho, de Cuba, no sítio Vermelho:

Atrair o turista brasileiro. Este é o mote da Feira Internacional de Turismo(FIT) aberta nesta terça-feira (7) em Varadero, Cuba, com a presença de representantes de 53 países. O Brasil participa do evento com uma grande delegação, chefiada pelo ministro do Turismo, Gastão Vieira.
O ministro brasileiro falou logo na abertura do evento, juntamente com seu colega de Cuba, Manuel Marrero Cruz e o diretor da Organização Mundial do Turismo(OMT), Carlos Vogeler. Os três ressaltaram a crescente importância do turismo no mundo de hoje, especialmente para países que, como Cuba, dependem bastante dessa atividade econômica.
O ministro local, Manuel Cruz anunciou a abertura de um escritório da Empresa Cubana de Turismo no Brasil, em junho deste ano. Ao mesmo tempo, vai ocorrer a retomada dos voos da Cubana de Aviação, inicialmente na rota São Paulo-Havana. O objetivo é facilitar e baratear o acesso do turista brasileiro àquele país.
A delegação brasileira ao FIT-2013 tem a participação de mais de 70 empresários do setor, a maioria donos de agências de viagens e de hotéis, além de representantes de governos estaduais e municipais e perto de 40 jornalistas de várias partes do país.
A secretária estadual de Turismo do Rio Grande do Sul, Abigail Pereira, por exemplo, disse que, para o seu estado, é importante marcar presença em oportunidade como esta. “É uma chance que temos de mostrarmos nossa diversidade para o resto do mundo”, disse ela.
Já o empresário Antônio Salani, diretor do Sindicato de Bares, Hotéis e Similares de São Paulo, acredita que Cuba tem muito a mostrar aos brasileiros. “O Brasil dá um grande passo, pois Cuba tem laços históricos conosco e desfruta de admiração dos brasileiros, pois nos mostra uma maneira diferente de se viver”, argumenta.
O jornalista Francisco das Chagas Leite Filho, do portal Café na Política, de Brasília, acredita que a aproximação com Cuba no campo do turismo tem uma dimensão bem maior. Segundo ele, isso “faz parte do processo de integração latino-americana, da vontade de nossos povos se conhecerem melhor”.
Em verdade, as relações comerciais Brasil-Cuba têm crescido bastante nos últimos anos. Para o Brasil, a indústria farmacêutica cubana é importante parceira da área de medicamentos. Uma empresa brasileira acaba de selar um acordo com os produtores cubanos para a fabricação conjunta de vacinas para dengue e malária, cuja tecnologia eles dominam.
Dados apresentados pelo ministro Gastão Vieira dão conta de que as exportações brasileiras para Cuba superaram meio bilhão de dólares no ano passado, mas tendem a aumentar rapidamente. Dois flancos abertos para esse avanço são os da construção civil e de transportes públicos.
No setor de turismo, o representante da OMT apresentou informações sobre profundas mudanças nas relações mundiais. A começar pelo fato de que, em 2012, a China superou os Estados Unidos como principal origem dos turistas que viajam pelo mundo. E, por outro lado, a Europa Ocidental vem perdendo terreno como principal polo de atração de viajantes.
Cuba aposta nessas mudanças. E acredita que pode atrair a classe média brasileira, competindo até mesmo com o turismo interno no Brasil. Para isso, joga com o fator custo. Ou seja, fica bem mais barato para um turista de São Paulo, por exemplo, passar férias em praias cubanas do que nas do nordeste brasileiro.
Uma jornalista brasileira que cobre o evento comprova esse fato com experiência própria. Ao comemorar os dez anos de casamento, no final do ano passado, ela e seu marido fizeram orçamentos para irem de Brasília a Fortaleza (CE) ou a Cuba. E passaram sete dias em Cuba pela metade do valor que custaria a viagem ao Ceará.
O turismo tem hoje um peso de mais de 20% na composição do Produto Interno Bruto(PIB) de Cuba. Para efeito de comparação, em 2012, o setor teve peso de 3,7% no PIB brasileiro. Mas o Brasil não está satisfeito com isso, pois seu potencial é muito maior. Na Itália, que tem economia de dimensões parecidas, essa cifra é de 15%.
O ministro Vieira lembrou em sua fala que o Plano Nacional de Turismo, lançado recentemente pela presidente Dilma Rousseff, tem metas bem mais ousadas. “Pretendemos ser a terceira maior economia turística do mundo em 2022”, afirmou ele. Mas ressaltou, parodiando o compositor Milton Nascimento, que “o avião que leva gente é o mesmo que traz”.
Fonte - Blog do Miro 08/05/2013

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Ministro do Turismo defende ações que incentivem população a viajar mais pelo país

Ag.Br
Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O grande desafio do setor de turismo no Brasil é garantir que a preparação para os eventos esportivos dos próximos anos transforme o país em um "grande destino" para todo o mundo. A opinião é do ministro do Turismo, Gastão Vieira.
Ao fazer um balanço dos dez anos da pasta, ele ressaltou que o desenvolvimento do setor, que acredita que irá se tornar um dos principais motores da economia brasileira, depende da consolidação do mercado interno e de ações que incentivem o brasileiro a viajar mais pelo país.
"O turismo brasileiro é muito jovem e, com esses eventos [esportivos], vamos alcançar a maturidade, a idade adulta. É preciso acreditar na classe média, que está consumindo turismo e viajando cada vez mais para fora, e tentar equilibrar essa balança, fazendo com que os brasileiros viajem mais pelo Brasil e descubram mais o seu país", disse Vieira durante a apresentação da Escola de Teatro Bolshoi Brasil.
O espetáculo, que marcou uma década desde a criação da pasta, reuniu, na noite de ontem (25), no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, diversos espectadores para ver a performance dos alunos da única escola do Bolshoi fora da Rússia. Localizada em Joinville (SC), a unidade desenvolve há 13 anos ações ligadas à educação, à cultura e ao desenvolvimento social de crianças, adolescentes e jovens com idade entre 9 e 20 anos. Com mais de 90% dos alunos provenientes de famílias de baixa renda, a escola oferece, com ajuda de diversos parceiros, bolsa integral a todos os participantes do projeto. Em contrapartida, os alunos devem ter bom rendimento na escola e não podem ser reprovados.
O espetáculo desta quinta-feira contou com cerca de 90 bailarinos e bailarinas que apresentaram a Grande Suíte do Balé Don Quixote, baseada no clássico da literatura de Miguel de Cervantes. A obra conta a história de Kitri e o pobre barbeiro Basílio, que enganam o arrogante e rico Gamash, com quem Lorenzo, o pai da moça, a força a se casar. Com a ajuda de Don Quixote, nobre cavaleiro, e seu fiel escudeiro, Sancho Panza, os apaixonados Kitri e Basílio casam-se em uma grande festa, em Barcelona.
Utilizando figurino colorido e variado, mas sobretudo técnica apurada, o grupo encantou pequenas bailarinas, como Hanna da Silva, de 8 anos. Moradora de Sobradinho, cidade do Distrito Federal, ela foi ao ginásio acompanhada da mãe, Luciana da Silva, de 42 anos. Sem tirar os olhos do palco e atenta a todos os movimentos, a menina disse que, mesmo sem ter o sonho de tornar-se bailarina profissional, ficou muito emocionada. "É lindo, estou muito emocionada, ainda mais porque é a primeira vez que vejo um show desse tamanho tão de perto", disse.
Veja aqui a galeria de fotos do espetáculo Don Quixote.
Fonte Agência Brasil 26/04/2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Ciclofaixas de lazer ajudam a popularizar bicicleta como meio de transporte em São Paulo

Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A cidade de São Paulo tem 119,7 quilômetros (k) de ciclofaixas de lazer. Nos domingos e feriados nacionais parte das vias dedicadas aos carros recebe uma sinalização específica na faixa mais à esquerda para permitir o tráfego de bicicletas das 7h às 16h. Em um dos circuitos é possível pedalar desde o Parque Ibirapuera até o centro da capital, passando pela Avenida Paulista. São 41 k em um percurso que permite chegar a pontos turísticos como o Viaduto do Chá, o Teatro Municipal e o Mosteiro de São Bento. Existe ainda uma ciclofaixa definitiva de 3,3 k, em Moema, zona sul paulistana, que funciona durante 24 horas, todos os dias da semana.
Foto - ilustração
As ciclofaixas incentivam o uso da bicicleta, aumentando a popularidade do veículo que aos poucos está sendo incorporado à matriz de transportes da cidade. “Ela [a ciclofaixa] tem um apelo para as pessoas adquirirem a cultura da bicicleta e começarem a usar durante a semana, como meio de transporte. Mas, obviamente, não é uma estrutura para a mobilidade”, explica João Paulo Amaral, um dos fundadores do Bike Anjo, coletivo de ciclistas experientes que apoia iniciantes para que andem com mais segurança nas ruas da cidade.
Amaral acredita que para melhorar a mobilidade na capital paulista todo o modelo atual de expansão e uso da cidade precisa ser repensado. “Não só para a questão da bicicleta, mas para o uso da cidade pelas pessoas, envolvendo também pedestres, as pessoas que estão usando transporte público e outros meios de transporte. Assim, a gente começa a desmitificar o uso do espaço urbano, das ruas”, destaca.
Ainda existe, na opinião do ativista, um desequilíbrio nos investimentos do Poder Público, que prioriza o uso do carro em detrimento de outras formas de transporte. “A questão é que a gente tem que começar a ver o desequilíbrio de investimentos da prefeitura. Por um lado, ela vai fazer algumas ações pontuais para transporte público e pedestres, mas por outro, continua criando vias, para a circulação de mais carros”, critica.
A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) diz que está estudando por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) diversas alternativas para promover a bicicleta como meio de transporte e lazer na cidade. De acordo com a secretaria, a meta da prefeitura é expandir em 150 quilômetros a malha cicloviária existente.
Além das ciclofaixas, fazem parte dos 241,4 k da malha cicloviária paulistana, 60,4 k de ciclovias, que são vias específicas, apartadas do tráfego de automóveis, para trânsito de bicicletas. Também estão incluídos nesse número 58 k de ciclorrotas, vias de velocidade reduzida (30 quilômetros por hora) e com pequeno tráfego de automóveis por onde as bicicletas circulam à beira do meio fio. Contam ainda com placas e pintura no chão para alertar os motoristas.
Fonte - Agência Brasil   07/04/2013