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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Obra da linha 2 do Metrô modifica o trânsito no Complexo Viário Dois de Julho

Trânsito

Atenção para as mudanças no trânsito no Complexo Viário Dois de Julho próximo ao Aeroporto de Salvador.A intervenção vai ocorrer entre as noites de 26 e 29 de agosto,sempre das 23h às 5h devido a obras de construção do elevado da linha 2 do Metrô de Salvador.

Da Redação

A CCR Metrô Bahia e o Consórcio Mobilidade Bahia informam que, para continuidade da obra da Linha 2 do Metrô de Salvador, será realizada interdição de trechos centrais do Complexo Viário Dois de Julho, localizado nas proximidades do Aeroporto, para o içamento de vigas do elevado que será implantado na região. A intervenção vai ocorrer entre as noites de 26 e 29 de agosto, sempre das 23h às 5h.
Com a interdição da área, os motoristas que trafegam na região terão que adaptar seus roteiros:
- Quem sair da BA-526 com destino a Lauro de Freitas terá de acessar a Av. São Cristovão, passar pelo Viaduto Mário Andreazza e seguir pela Av. Carybé.
- Quem sair da Av. São Cristovão para Lauro de Freitas terá de acessar a Av. Carybé (sentido Centro), fazer o retorno do Posto Shell e retomar a avenida no sentido Lauro de Freitas.
- Quem estiver na Estrada do Coco e quiser retornar para Lauro de Freitas terá de seguir pela Av. Carybé (sentido Centro), fazer o retorno do Posto Shell e retomar a avenida no sentido Lauro de Freitas.
- Quem sair do Aeroporto com destino a Salvador terá de seguir pela Estrada do Coco até o primeiro retorno.
- Quem acessar a Av. Tenente Frederico Gustavo dos Santos com destino a Salvador, terá de seguir até o primeiro retorno do Aeroporto, acessar a Estrada do Coco à direita e fazer o primeiro retorno.
Em caso de dúvidas, entre em contato com a Central de Atendimento da CCR Metrô Bahia pelo telefone 0800 071 8020.
Com informações da CCR Metrô Bahia  24/08/2016


Mapa ilustrativo


sábado, 26 de julho de 2014

Prefeitura do Rio inicia demolição do que restou do Elevado da Perimetral

Rio de Janeiro

As ruas no entorno da obra ficarão fechadas até o segundo semestre do ano que vem.

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil 
Operários retiram escombros após explosão do Elevado
 da Perimetral - Tânia Rêgo/Agência Brasil
A prefeitura do Rio iniciou hoje (26), às 8h, uma série de interdições de ruas para prosseguir com a demolição do Elevado da Perimetral, na zona portuária. As ruas no entorno da obra ficarão fechadas até o segundo semestre do ano que vem.
Além da demolição da Perimetral, serão feitas obras de saneamento, rede de água, drenagem, rede de gás natural, energia, telecomunicações e iluminação pública nas vias fechadas. Entre as interdições está a da Avenida Rodrigues Alves em ambos os sentidos.
Parte do Elevado da Perimetral já havia sido demolida com a ajuda de explosivos. A parte remanescente será desmontada, em um processo que deverá durar quatro meses. A obra faz parte da revitalização da Zona Portuária do Rio de Janeiro.
Fonte - Agência Brasil  26/07/2014

domingo, 6 de julho de 2014

Justiça de Minas embarga início da retirada de escombros de viaduto

Belo Horizonte

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) embargou, por tempo indeterminado, o início da retirada dos escombros do viaduto que, na última quinta-feira (3), desabou sobre uma importante avenida de Belo Horizonte.

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil 

A Defesa Civil municipal informou que ainda não foi oficialmente notificada da decisão liminar da Justiça Estadual, mas que recebeu, na madrugada de hoje (6), do delegado responsável pelo inquérito que apura as causas e responsabilidades pelo acidente, ofício sobre a determinação judicial para que o local não seja alterado. O desabamento matou duas pessoas e feriu ao menos 22. A Agência Brasil não conseguiu contato com nenhum representante do tribunal.
Ontem (5) à noite, a Construtora Cowan, responsável pelas obras necessárias à instalação do chamado sistema BRT (do inglês Transporte Rápido por Ônibus) de Belo Horizonte, chegou a anunciar que havia sido autorizada pelos órgãos competentes a iniciar os trabalhos para desobstruir a Avenida Pedro I, o que seria feito entre as 8h e as 22h. A assessoria da Defesa Civil, contudo, negou que o local já tivesse sido liberado. Todo o maquinário necessário para perfurar, partir e remover os blocos de concreto já está disponível.
Previsto para ser entregue em junho, o Viaduto Guararapes estava em fase de acabamento e deveria ser concluído no fim deste mês. No início de fevereiro, outro viaduto do mesmo complexo de obras para a instalação do sistema de transporte rápido por ônibus, o Montesi, teve que ser interditado devido a um problema estrutural – parte do viaduto em construção se deslocou lateralmente, cerca de 30 centímetros em relação à estrutura. Após o acidente, a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura anunciou que todos os viadutos que fazem parte do complexo arquitetônico passarão por novas inspeções.
O BRT é uma das obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Urbana. O empreendimento custou R$ 713 milhões, dos quais R$ 311 milhões são recursos federais disponibilizados por meio do PAC. O projeto de engenharia custou R$ 5,1 milhões, pagos pela prefeitura.
Em notas divulgadas após o acidente, a Cowan garantiu que todos os procedimentos e material utilizado passaram pelos testes obrigatórios sem apresentar qualquer problema, atendendo a todas as normas vigentes. A construtora também descartou qualquer relação entre a queda do Viaduto Guararapes e a interdição do Montesi. E informou que colocou uma equipe de psicólogos, médicos e assistentes sociais à disposição das vítimas que sobreviveram ao acidente e aos parentes dos mortos e feridos, além de ter contratado peritos para avaliar as causas do acidente. Os resultados devem ser apresentados em até 30 dias.
A Defesa Civil reuniu-se com moradores do entorno do viaduto, estabeleceu uma comissão para o acompanhamento dos trabalhos e irá monitorar diariamente a segurança das edificações da vizinhança.
Fonte - Agência Brasil  06/07/2014

domingo, 24 de novembro de 2013

Cerca de 1 km da Perimetral é derrubada em cinco segundos

Cidades


A demolição da gigantesca estrutura foi mais uma etapa das obras para a construção de uma via expressa que ligará o Aterro do Flamengo, na zona sul, à Avenida Brasil e à Ponte Rio-Niterói. Mais de 5.104 toneladas de aço e 14 de concreto terão agora que ser removidas para a liberação da área...


Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Bastaram cinco segundos para que 31 pilares dos primeiros 1.050 metros do Elevado da Perimetral, no centro do Rio de Janeiro, fossem abaixo. A demolição da gigantesca estrutura ocorreu esta manhã (24) e foi mais uma etapa das obras para a construção de uma via expressa que ligará o Aterro do Flamengo, na zona sul, à Avenida Brasil e à Ponte Rio-Niterói. Mais de 5.104 toneladas de aço e 14 de concreto terão agora que ser removidas para a liberação da área. De acordo com o coordenador do processo de implosão, engenheiro Giordano Bruno Pinto, a limpeza do lugar deve demorar cerca de dois meses para ser concluída. “Agora vamos começar a retirar as telas, fragmentar o material, reciclar, tirar as vigas. Prevemos limpar a área toda para a execução das obras em 60 dias”, disse.
Cerca de 2 mil pneus preenchidos com areia amorteceram a queda, o que, segundo Pinto, evitou a formação de pó e fumaça excessiva durante tempo prolongado.

“O concreto não bateu direto no chão, então não houve a quebra intensa e, além disso, choveu muito, o que ajudou a absorver muito a poeira”, explicou. O peso da estrutura provocou a ruptura de duas tubulações de Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae), mas a companhia informou que a vasão foi reduzida e não houve falta de água.
A estudante Mariana Souza passava com amigas pelo local e parou para testemunhar o acontecimento. Ela levou uma pedrinha de recordação. “Afinal, é um momento histórico, vou guardar para a posteridade”, justificou.
Cerca de 160 moradores da região, cujas moradias estão a cerca de 150 metros do local onde houve a implosão, tiveram que deixar suas casas no momento da detonação dos explosivos, mas foram autorizados a retornar logo depois.
O garçom Diogo Lírio, morador do bairro da Saúde, foi com a mãe, Fátima Lírio, ver de perto o resultado das detonações e ficou impressionado. “Foi tudo muito rápido. Fiquei surpreso, não vi nenhuma poeira. Gostei”, disse, acrescentando que agora espera que as ações na região se reflitam em melhorias para os moradores. “Espero que tragam comércio, moradias, movimento para o centro. Espero que essas obras tragam benefícios para os moradores”, disse.
Agora, serão construídos dois túneis de 4 quilômetros de extensão, uma avenida interna e implantado um sistema de veículos leves sobre trilhos (VLT), além de uma malha de ciclovias. Onde estão os galpões portuários será criado um calçadão, arborizado. Consequência do processo de revitalização, empreendimentos imobiliários e comerciais estão sendo construídos na região, como Aquário do Rio, a nova sede do Banco Central, a Fábrica de Teatro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Com 7 quilômetros de extensão, o elevado foi fechado definitivamente e teve alguns trechos demolidos no início do mês. A implosão estava marcada para o dia 17, mas a data foi adiada para mais testes de interdição.
Parte da demolição da Perimetral foi financiada pela parceria público-privada do Porto Maravilha. A segunda parte da derrubada, que vai até a rodoviária da cidade está prevista para ocorrer até o fim de janeiro com recursos da prefeitura, por meio de um empréstimo de cerca de R$ 590 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Inaugurada na década de 1960, a Perimetral serviu durante cerca de 50 anos como uma das principais vias de acesso entre o centro do Rio e as zonas norte e oeste e as cidades de Niterói e São Gonçalo. A solução definitiva para o trânsito, segundo a prefeitura, começará a ser sentida em 2015 e 2016.
Fonte - Agência Brasil  24/11/2013

sábado, 23 de novembro de 2013

Implosão do Elevado da Perimetral no Rio começa amanhã

Cidades


O ponto alto da operação acontece às 7h de domingo (24), com a implosão do primeiro trecho da via. A operação envolverá mais de 500 profissionais, que seguirão os procedimentos necessários para garantir a segurança durante a demolição. O sistema prevê a utilização de 2.512 conjuntos de pneus com areia e 2.240 estacas em tambores para amortecer o impacto da queda da estrutura...

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – As obras de revitalização da região portuária da cidade do Rio de Janeiro serão intensificadas neste final de semana com a implosão do primeiro trecho do Elevado da Perimetral - via expressa que liga a Ponte Rio-Niterói e a Avenida Brasil ao Aterro do Flamengo.
O ponto alto da operação acontece às 7h deste domingo (24) com a implosão dos primeiros 1.050 metros dos 4.790 que compõem o elevado. Segundo a prefeitura, a operação envolverá mais de 500 profissionais, que seguirão todos os procedimentos de segurança necessários à demolição.
Haverá bloqueio de dezenas de vias próximas ao elevado, entre a Avenida Professor Pereira Reis e a Rua Silvino Montenegro. A prefeitura vai providenciar também a retirada assistida dos moradores da região.
A implosão do Elevado da Perimetral, quando concluída, vai permitir a implementação de um novo sistema de mobilidade urbana na Região Portuária. A operação envolve 29 vãos e 232 vigas que, somados, pesam 5.104 toneladas. A carga total de explosivos a ser usada na operação será 1.200 quilos.
O sistema prevê a utilização de 2.512 conjuntos de pneus com areia e 2.240 estacas em tambores para amortecer o impacto da queda da estrutura e triturar o concreto. Os postes, fiações e placas de trânsito foram retirados do trecho.
Explosivos serão acionados em cadeia para rompimento dos pilares de sustentação do elevado, o que torna o processo diferenciado, sem o levantamento de poeira típico de implosões convencionais.
Para minimizar os riscos de lançamento de fragmentos, foram instalados 215.340 m² de tela de proteção. Após o processo, todo o material de concreto será removido e reciclado para uso nas obras de pavimentação das ruas da região. As 232 vigas do trecho fazem parte do pacote leiloado nessa quinta-feira (21).
A expectativa é que, após a implosão, equipes da prefeitura do Rio e da Porto Novo, empresa contratada para executar obras e serviços no Porto Maravilha, levarão 60 dias para concretizar os trabalhos de limpeza da região. Para isso serão criadas seis frentes de trabalho.
Estarão envolvidos na operação as secretarias municipais de Transportes, de Ordem Pública, Desenvolvimento Social, Defesa Civil, Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio), Guarda Municipal, Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (Cdurp) e Concessionária Porto Novo –, além do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e das distribuidoras Light, CEG e Cedae – que estarão dando apoio logístico à demolição.
Diante da complexidade da operação e como parte dos trabalhos de preparação foram feitas previamente 56 vistorias cautelares nas partes inferior e superior do Elevado da Perimetral e em todo o entorno da Avenida Rodrigues Alves. A Concessionária Porto Novo instalou 12 sismógrafos para monitorar efeitos da detonação sobre as edificações e 50 câmeras que vão possibilitar a avaliação dos impactos e acompanhamento de toda a área.
Fonte - Agência Brasil  23/11/2013