UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM,EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
Mostrando postagens com marcador ajuste. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ajuste. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Ajuste na Bahia pretende manter investimentos

Economia $ 

O endividamento da Bahia é inferior a 0,6% da receita líquida corrente, quando o patamar aceito pelo Tesouro Nacional é um endividamento de até duas vezes a receita líquida corrente.Em 2017 e 2018, a meta do Estado é manter esse patamar anual de investimentos públicos.A maior capacidade da Bahia em realizar investimentos próprios, como ocorreu em 2016, é resultado de dois anos de esforços do governo conter seus gastos.

Valor Econômico - RF
foto - ilustração/arquivo
Em 2016, o governo da Bahia aumentou em 45% os investimentos do Estado, com R$ 3,19 bilhões pagos em obras públicas nas áreas de infraestrutura, segurança hídrica, saúde e educação. Em 2017 e 2018, a meta do Estado é manter esse patamar anual de investimentos públicos. O secretário da Fazenda, Manoel Vitório, diz, porém, que esse volume de investimentos só poderá ser efetivado se houver o aval da União para o Estado contrair novas operações de crédito. Sem o aval, o total deve recuar para um patamar ainda não definido.
"Temos um endividamento sob controle e seguindo as regras do Tesouro Nacional poderíamos tomar até R$ 5 bilhões em empréstimos, mas não estamos conseguindo a liberação das operações", diz Vitório. O endividamento da Bahia é inferior a 0,6% da receita líquida corrente, quando o patamar aceito pelo Tesouro Nacional é um endividamento de até duas vezes a receita líquida corrente.
Em dezembro, o Tesouro liberou o governo baiano para tomar um empréstimo de R$ 600 milhões junto ao Banco do Brasil. Recursos que serão investidos prioritariamente em obras de mobilidade urbana, infraestrutura hídrica e na área de educação. No momento, o Estado pleiteia junto ao Tesouro Nacional a liberação de outra operação de crédito nova no valor de US$ 200 milhões, que está sendo negociado com o Banco Europeu de Investimentos. Recursos que financiariam obras rodoviárias.
A maior capacidade da Bahia em realizar investimentos próprios, como ocorreu em 2016, é resultado de dois anos de esforços do governo conter seus gastos. Entre 2015 e 2016 a administração reduziu, em termos reais, suas despesas com custeio em R$ 1,2 bilhão. "Viramos o jogo. Durante oito anos os gastos subiram 8% ao ano", diz Vitório.
A economia é resultado da extinção de dois mil cargos públicos, o corte de quatro secretarias e uma nova estratégia de controle de gastos. A iniciativa batizada de Modelo Bahia de Gestão envolve o monitoramento continuo dos gastos por meio de um gestor responsável por essa tarefa em cada secretaria de Estado, sob a coordenação da secretaria da Fazenda. Os gestores são responsáveis por inibir a duplicação de tarefas e controlar despesas correntes das áreas de apoio, como gastos com terceirizados, manutenção predial, de equipamentos e da frota, tecnologia da informação, água, energia, fornecimento de alimentação e serviços médicos. Os gestores também são responsáveis por orientar os respectivos secretários estaduais sobre os impactos financeiros de iniciativas ou obras emergenciais não previstas originalmente no orçamento de cada secretária. "Estamos segurando gastos sem engessar serviços essenciais, o que poderia gerar queda na qualidade dos serviços públicos", diz Vitório.
O orçamento aprovado da Bahia em 2017 é de R$ 44,4 bilhões, o que representa um crescimento nominal de 4,3% em relação a 2016. As despesas sociais devem consumir 63% do total, saúde 15,3%, previdência 15,4%, educação 12,4% e segurança pública 10,3%. No plano estadual de investimentos para 2017 se destacam obras de mobilidade urbana, saúde e logística.
Em mobilidade urbana uma das principais obras é a conclusão da atual etapa de expansão da Linha 2 do metrô de Salvador. O primeiro trecho dessa linha entrou em operação em dezembro de 2016 com 2,5 quilômetros ligando as estações Acesso Norte, Detran e Rodoviária. A projeção é concluir os 20,6 quilômetros até a estação Aeroporto ainda em 2017 e iniciar o projeto de 41 quilômetros que levará o Metrô até a cidade vizinha Lauro de Freitas.
foto - ilustração/arquivo
Outra prioridade é o lançamento do projeto de um veículo leve sobre trilhos (VLT) de 19 quilômetros para substituir o atual trem do subúrbio da capital baiana, que exigirá R$ 1,5 bilhão na forma de uma Parceria Público-Privada (PPP).
Os investimentos em saúde em 2016 contemplaram dois novos hospitais em Salvador, o Hospital da Mulher e o Hospital Geral do Estado 2, referência de atendimento de queimados e traumas. Para 2017, estão previstos três novos hospitais. O Metropolitano, com 305 leitos e investimentos de R$ 180 milhões. O Regional da Costa do Cacau, em Ilhéus, com investimento de R$ 77,5 milhões, e o Hospital da Chapada, em Seabra na Chapada Diamantina, que demandará R$ 28,1 milhões. Até o fim de 2018 está prevista a conclusão da construção de 28 policlínicas no Estado, cada uma com custo estimado de R$ 20 milhões.
Fonte - Revista Ferroviária  23/02/2017

sábado, 13 de junho de 2015

Dilma diz na TV que dificuldade econômica é passageira

Política

Segundo ela, além do ajuste fiscal, o governo trabalha para manter os programas sociais e para aumentar investimentos em infraestrutura. Ela destacou o Programa de Investimento em Logística, lançado essa semana com investimentos de R$ 198 bilhões em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. E garantiu que está cumprindo suas promessas de campanha ao associar os investimentos à distribuição de renda e melhorias sociais.

Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil 
Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista ao
 programa Jô Soares Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff disse, em entrevista ao Programa do Jô, exibida na madrugada deste sábado, que a situação econômica do país é momentânea e será superada. Dilma admitiu ficar agoniada com o aumento de preços de produtos como alimentos, mas avaliou que o cenário é passageiro. “Nós iremos fazer o possível e o impossível para o Brasil voltar a ter uma inflação estável, dentro do centro da meta. O processo tem um tempo; estamos esperando que melhore no final do ano”, afirmou.
Segundo ela, além do ajuste fiscal, o governo trabalha para manter os programas sociais e para aumentar investimentos em infraestrutura. Ela destacou o Programa de Investimento em Logística, lançado essa semana com investimentos de R$ 198 bilhões em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. E garantiu que está cumprindo suas promessas de campanha ao associar os investimentos à distribuição de renda e melhorias sociais.
Dilma Rousseff explicou que o governo fez tudo para manter o país em crescimento. Apesar das projeções otimistas, ela disse que não pode jurar que as coisas serão revertidas ainda em 2015, em função de fatores que não podem ser controlados. Além da duração maior da crise mundial e a valorização internacional do dólar, ela citou a seca no Nordeste e em regiões que não sofriam com estiagem.
“Acontece que a seca produz duas coisas, primeiro aumenta o preço dos alimentos e aumenta a tarifa de energia. Não é uma questão que se pode prometer ou não, porque ninguém controla a seca. Eu não controlo a seca. O que vai ter é um pico de preços, tanto de alimentos quanto de energia”, disse.
Para Dilma, as apostas de melhorias se baseiam na estrutura forte do país e para “avaliações de mercado, que apontam para queda da inflação nos próximos meses”. Ao responder sobre a dificuldade dos brasileiros que não conseguem comprar casa própria, a presidenta explicou que os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida não foram afetados pelas altas de juros.
“As parcelas são fixas e permitem acesso à casa própria para quem não tem renda. Hoje o governo assegura que povo pague menos e o governo mais”, destacou, antecipando que, em agosto, serão lançadas mais três milhões de moradias. Ainda no tom de balanço, ela elencou resultados de programas em áreas prioritárias como educação e saúde e afirmou que não vê as manifestações críticas com indiferença.
Sobre a relação com o Congresso Nacional, Dilma Rousseff defendeu o trabalho do vice-presidente Michel Temer, articulador do governo com o Legislativo, e minimizou problemas com os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
“A um presidente o que amedronta é não estar à altura de seu povo. É o que mais temo. O Brasil é um país que reduziu de forma drástica a miséria, a pobreza e melhorou a infraestrutura. Ninguém pode dizer que os aeroportos são os mesmos, que não houve melhoria das estradas, que não houve melhoria da renda”, disse ao elencar números que apontam que 50 milhões de brasileiros entraram na classe média e 12 milhões saíram da linha da pobreza.
Fonte - Agência Brasil  13/06/2015

sexta-feira, 12 de junho de 2015

País tem US$ 370 bi de reservas e faz um ajuste necessário para voltar a crescer em 2016

Economia

“Nós fazemos um ajuste, mas não temos um desequilíbrio estrutural, nós continuamos com US$ 370 bilhões de reserva, temos um sistema financeiro absolutamente sem bolha. Não é igual aos problemas que foram enfrentados no passado, quebrou, não tinha dinheiro para pagar a dívida.

RA

O Brasil mantém US$ 370 bilhões de reservas e tem um sistema financeiro saudável. Por isso, o ajuste econômico feito pelo governo hoje é diferente dos que ocorrem em outros países ou mesmo dos que foram feitos no passado, disse a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (11), em entrevista coletiva ao final da final da Cúpula Celac-União Europeia, em Bruxelas.
“Nós fazemos um ajuste, mas não temos um desequilíbrio estrutural, nós continuamos com US$ 370 bilhões de reserva, temos um sistema financeiro absolutamente sem bolha. E esse ajuste é um ajuste macroeconômico fundamental, um ajuste fiscal. Não é igual aos problemas que foram enfrentados no passado, quebrou, não tinha dinheiro para pagar a dívida. A nossa dívida externa hoje, nós somos credores, situação completamente diferente. Todos os países quando sofrem as consequências de uma crise da proporção dessa tem que fazer seus ajustes.”
Dilma afirmou que o Brasil está tomando todas as medidas necessárias para se fortalecer macroeconomicamente. E explicou que o governo praticou uma política anticíclica para impedir que a crise de 2008 que causou desemprego e perda de renda na Europa e no restante do mundo todo, não tivesse o mesmo efeito no Brasil e que agora o ajuste é necessário para recompor a capacidade fiscal.

Agenda de investimentos
A presidenta reforçou que além do necessário ajuste fiscal, há também a agenda de investimentos do governo, outro pilar para retomada do crescimento sustentável da economia brasileira. Ela lembrou do Programa de Investimento em Logística (PIL), lançado na terça-feira (9). “O lançamento do PIL vai ser uma das alavancas; programa de exportações, vamos continuar com nossa política social, Minha Casa Minha Vida 3.”
Dilma ressaltou também que haverá outro elemento na conjuntura internacional que terá repercussão na economia mundial, que é a variação nos juros americanos, mas ressaltou: “Nós estamos preparados para isso”.
Fonte - Revista Amazônia  12/06/2015