UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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sexta-feira, 16 de outubro de 2020

ViaQuatro completa 10 anos de operação

Transportes sobre trilhos  🚇

Dez anos em números Em uma década, a operadora, que é controlada pelo Grupo CCR, já transportou mais de 1,7 bilhão de passageiros, o que equivale a um quarto da população mundial. Foram mais de 2 milhões de viagens realizadas, contabilizando cerca de 23,5 milhões de quilômetros rodados - ou 586 voltas ao redor do mundo. 

Revista Ferroviária
foto - ilustração/arquivo
Para comemorar os dez anos de operação na Linha 4-Amarela do Metrô de SP, a ViaQuatro está oferecendo uma visita virtual ao Centro de Controle Operacional nas páginas da concessionária no Facebook (https://www.facebook.com/ViaQuatroSP/s/345021359940467) e no Instagram (https://www.instagram.com/p/CGZ9zEupJ9L/). Nas redes sociais, é possível também conferir as exposições que a Linha 4-Amarela oferece, por meio da área de Sustentabilidade, para entreter e informar passageiros. ''Desde o início das operações a ViaQuatro investe em uma agenda permanente de atrações, que passam por exposições de artes plásticas, fotografia, campanhas e mostras educativas, muitas com foco em cuidados com a saúde. Em ritmo crescente, desde 2013 até setembro de 2020, foram realizadas 262 exposições, 166 campanhas de engajamento, 41 projetos patrocinados, 20 ações internas e seis campanhas corporativas'', diz a companhia em nota. Dez anos em números Em uma década, a operadora, que é controlada pelo Grupo CCR, já transportou mais de 1,7 bilhão de passageiros, o que equivale a um quarto da população mundial. Foram mais de 2 milhões de viagens realizadas, contabilizando cerca de 23,5 milhões de quilômetros rodados - ou 586 voltas ao redor do mundo. Os colaboradores auxiliaram 173 mil pessoas com deficiência. E, nessa primeira década, realizaram 48 mil atendimentos de primeiros socorros. Segundo a concessionária, o nível de satisfação dos passageiros se mantém na média de 90% (que consideram o serviço prestado bom ou muito bom). A Linha 4-Amarela foi o primeiro contrato de PPP (Parceria Público-Privada) assinado no país, e também a primeira a operar com o sistema de driverless (trem sem condutor). Hoje, além da Linha 4-Amarela, os monotrilhos da Linha 15-Prata do Metrô de SP operam sem condutor.
Fonte - Revista Ferroviária  16/10/2020

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Linhas 4-Amarela e 5-Lilás de metrô de São Paulo tem novo horário aos sábados

Transportes sobre trilhos  🚇


A medida passa a valer a partir dessa semana. Com a queda na demanda, todas as estações passam a fechar à meia-noite. A antecipação em uma hora no fechamento das estações dará mais tempo também para as equipes trabalharem nas obras de modernização, melhorias e manutenção do sistema durante a madrugada.

ViaQuatro e ViaMobilidade
foto - ilustração
A ViaQuatro, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha-4 Amarela, e a ViaMobilidade, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha-5 Lilás, informam que o horário de encerramento da operação aos sábados será alterado. A medida passa a valer a partir dessa semana. Com a queda na demanda, todas as estações passam a fechar à meia-noite. A antecipação em uma hora no fechamento das estações dará mais tempo também para as equipes trabalharem nas obras de modernização, melhorias e manutenção do sistema durante a madrugada.
Até último fim de semana, a operação se estendia até à uma da madrugada de sábado para domingo, para atender ao movimento da capital e das cidades onde há estações de trem.
Com a mudança, Metrô e CPTM também vão fechar todos os dias à meia-noite. O horário de início das operações permanece às 4 da manhã na CPTM e às 4h40 no Metrô. Ônibus da EMTU não serão impactados.
Fonte - ANPTrilhos  21/05/2020

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Passados 10 anos, ninguém foi condenado por acidente no Metrô de São Paulo

Metrô-SP  🚧

Em novembro de 2016, por 2 votos a 1, os desembargadores da 7ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo mantiveram a absolvição de 12 pessoas envolvidas na tragédia. Os acusados, engenheiros ou funcionários do Metrô ou das empreiteiras, já haviam sido absolvidos em julgamento na primeira instância.

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

Assembleia Legislativa de SP/Divulgação
Dez anos depois do desabamento das obras da linha 4-amarela do Metrô de São Paulo, a serem completados nesta quinta-feira (12), ninguém foi responsabilizado pelo acidente que vitimou sete pessoas no local onde hoje está instalada a Estação Pinheiros.
Em novembro de 2016, por 2 votos a 1, os desembargadores da 7ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo mantiveram a absolvição de 12 pessoas envolvidas na tragédia. Os acusados, engenheiros ou funcionários do Metrô ou das empreiteiras, já haviam sido absolvidos em julgamento na primeira instância. Outros dois acusados foram retirados do segundo julgamento pelo próprio Ministério Público, responsável pela acusação, que entendeu que eles não tinham culpa.
A absolvição revoltou Celso Alambert, 77 anos, pai de Márcio Alambert, 31 anos, que morreu na tragédia. “Isso gera revolta. Como é que vão fazer uma obra desse porte sem responsável? Nesse caso tinha que ter um engenheiro responsável, um geólogo, uma fiscalização sobre as obras. Mas sabe como é que é, né? Se fossem cidadãos comuns já teriam sido punidos. Mas envolve muita gente graúda, então acaba tudo em pizza”, reclamou.
O corretor Antonio Manuel Dias Teixeira, que perdeu um imóvel no acidente, também reclamou da falta de punição pelo acidente. “Isso é uma coisa que também me deixou revoltado e chateado. E aqueles que morreram? Eu estou vivo, tudo bem. Mas tem os que morreram. Não havia responsáveis?”, questionou.
O acidente ocorreu por volta das 15h do dia 12 de janeiro de 2007, na rua Capri. O cobrador Wescley Adriano da Silva ocupava o seu lugar no micro-ônibus que fazia a linha Casa Verde-Pinheiros quando uma cratera se abriu no canteiro de obras da estação, “engolindo” a van em que ele se encontrava.
Além dele, também morreram no acidente o motorista da van Reinaldo Aparecido Leite, os passageiros Márcio Alambert e Valéria Alves Marmit, o motorista de um caminhão que trabalhava na obra e que também foi “engolido” pela cratera Francisco Sabino Torres, e a aposentada Abigail de Azevedo e o office boy Cícero Augustino da.Silva, que chegavam ao ponto de ônibus no momento do acidente.

MP recorreu da absolvição
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público decidiu recorrer da absolvição ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que ainda não se pronunciou sobre o assunto. No recurso, de 72 páginas, o procurador-geral de Justiça, Gianpaolo Poggio Smanio, e o promotor de Justiça designado Victor Eduardo Rios Gonçalves alegam que “era previsível que o desabamento poderia ocorrer” e que, mesmo assim, os réus determinaram o prosseguimento das obras, agindo, portanto, com imprudência e negligência.
No documento, eles afirmam que “as falhas originárias do projeto e da execução da obra, aliadas à desconsideração do quadro de instabilidade do canteiro, com o consequente avanço das escavações e o aumento do ritmo e da velocidade das detonações, levaram ao desmoronamento do túnel, com a morte de sete vítimas”.
Eles também dizem que essas mortes poderiam ter sido evitadas, independentemente do desmoronamento, “se o entorno do local tivesse sido interditado para o trânsito de pedestres e de veículos logo após os primeiros sinais de risco iminente de ruptura do local, sinais esses, inclusive, que possibilitaram a evacuação do subsolo, com a retirada dos obreiros que trabalhavam na escavação”.
Procurado pela Agência Brasil para falar sobre o caso, o Ministério Público não concedeu entrevista e se pronunciou apenas enviando o documento de recurso ao STJ.

Indenizações
O Consórcio Via Amarela, responsável pelas obras, informou que nenhuma família deixou de fechar acordo de indenização com a empresa. Em 2009, a assessoria de imprensa da Via informou que “todas as famílias das [sete] vítimas fatais do acidente” foram indenizadas em até 90 dias após o acidente e “todos os moradores, inicialmente deslocados de suas residências e instalados em hotéis da região, foram indenizados e retomaram sua rotina sem ter que recorrer à Justiça”.
Procurado pela Agência Brasil este ano, o Consórcio Via Amarela respondeu que, "logo após o acidente, prestou todo o apoio necessário aos familiares das vítimas, assim como já promoveu o pagamento das indenizações cabíveis”, sem revelar a quantidade e o valor das indenizações que foram pagas.
Na época do acidente, a subprefeitura de Pinheiros informou que, dos 94 imóveis que sofreram danos, sete tiveram que ser demolidos e outros 14 foram condenados, mas os demais foram todos liberados.
Já o Metrô informou que as obras de construção da estação Pinheiros estavam completamente seguradas, o que possibilitou “a cobertura a todos os prejuízos causados pelo acidente ocorrido em 2007 e também a indenização a todas as pessoas e empresas prejudicadas por parte do consórcio de empreiteiras responsável pelas obras".
Segundo o Metrô, "todo esse processo [de pagamento de indenizações] foi acompanhado e intermediado pelo governo do estado que, assim como o Metrô, não foi parte do processo judicial que absolveu em duas instâncias a todos os acusados". A empresa também informou que "sempre adotou em suas obras métodos construtivos e procedimentos de segurança com certificações internacionais que garantem a confiabilidade de execução".
Em um documento sobre o acidente na estação Pinheiros, publicado em outubro de 2008 e disponível no site do Metrô, referente ao pagamento de indenizações e ao reassentamento das famílias até agosto de 2008, o Metrô informa que 271 pessoas foram impactadas pelo acidente, número que exclui 57 proprietários de imóveis que não viviam no local ou o ocupavam.
A companhia informou que 99 imóveis foram atingidos pelo acidente, 58 deles residenciais. Desse total, 14 foram condenados, 7 precisaram ser demolidos, 10 tiveram um impacto mínimo e foram liberados, 65 foram liberados mais tarde após laudos da prefeitura e outros três foram liberados sem intervenção da prefeitura.
Entre as famílias, após o acidente, quatro decidiram permanecer no imóvel, 34 retornaram a suas moradias, nove se referiam a casos atípicos e 62 tiveram que ser reassentadas.
Das sete vítimas fatais, o Metrô diz que foram fechados oito acordos de indenização, já que uma das vítimas tinha duas famílias. Além disso, foram firmados 106 acordos [número que não necessariamente significa o total de famílias porque cada família que pode ter fechado mais de um acordo], além de oito acordos com terceiros [ambulantes ou pessoas que perderam carros estacionados próximos ao local do acidente]. Segundo o Metrô, 20 ações foram para a Justiça.
Houve famílias que receberam duas indenizações: uma do consórcio, pelos danos provocados pelo acidente e outra da prefeitura, que retirou as famílias de algumas casas da região para construir um terminal de ônibus no local, ao lado da estação de Metrô. Este foi o caso do corretor Antonio Manuel Dias Teixeira, que perdeu um imóvel no acidente. Ele diz que a indenização ainda não foi totalmente paga e que o valor acertado foi baixo.

Linha ainda não terminada
Passados dez anos, a linha 4-amarela do Metrô de São Paulo ainda não foi totalmente concluída e entregue. Prevista para funcionar na Copa do Mundo de 2014, ainda faltam estações a serem terminadas.
Segundo o Metrô, a implantação da linha foi dividida em duas fases, sendo que a primeira custou R$ 3,1 bilhões e teve as obras iniciadas em 2006, passando a funcionar a partir de 2010, com seis estações operando, entre Luz e Butantã. Em 2012 foram iniciadas as obras da segunda fase, que abrange as estações Butantã e Vila Sônia e a construção de outras cinco estações – uma delas, a Fradique Coutinho, inaugurada em 2014.
Em 2015, a empreiteira responsável abandonou as obras e o Metrô rescindiu o contrato, retomando os trabalhos com um novo consórcio em agosto de 2016. Com isso, as estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire deverão ser concluídas em dezembro de 2017, restando as estações São Paulo-Morumbi para 2018 e Vila Sônia para 2020. A segunda fase, de acordo com o Metrô, tem o custo de R$ 1,7 bilhão.
Fonte - Agência Brasil  11/01/2017

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

ViaQuatro lança serviço inédito que informa nível de lotação dos trens

Transportes sobre trilhos

Depois de inovar ao lançar o cronômetro que mostra quanto tempo falta para a chegada do próximo trem, a concessionária amplia a informação ao passageiro e indica qual o carro mais vazio para embarcar em tempo real

Entrelinhas Comunicação

Os passageiros da Linha 4-Amarela vão saber, a partir desta segunda-feira, dia 19 de setembro, em qual carro do trem há mais espaço para viajar. O serviço, inédito em metrôs no mundo, é possível graças a um software que monitora o peso dos carros do trem e gera as informações de carregamento em tempo real nos monitores de TV das plataformas.
O monitor exibe o desenho do trem da ViaQuatro com seus seis carros. Por meio de um sistema de sinalização de cores, semelhante às de um sinal de trânsito, o passageiro poderá identificar o nível de ocupação dos carros: verde para baixo nível de lotação, amarela para médio e vermelho para nível mais alto de lotação. Para orientar o passageiro a localizar o carro mais vazio, as portas de plataforma estarão identificadas por cores e números.
Fruto de desenvolvimento que durou três anos, a ferramenta deve contribuir para tornar o embarque e o desembarque ainda mais rápidos e seguros e a viagem mais confortável. O objetivo é incentivar os passageiros a se dirigir para os carros mais vazios, agilizando o embarque e desembarque nas plataformas. No mesmo monitor, um cronômetro informa quanto tempo falta para a chegada do próximo trem.
A ViaQuatro está sempre atenta à melhoria na qualidade da prestação do serviço. “Adotamos o emprego da tecnologia e inovação para tornar a nossa prestação de serviço cada vez melhor e mais eficiente, garantindo um transporte público de qualidade e conforto”, afirma o presidente da ViaQuatro, Harald Zwetkoff.

Campanha de orientação
Para que os passageiros se habituem a utilizar o serviço, a concessionária ViaQuatro realizará campanha de orientação com distribuição de folhetos, cartazes nas plataformas, placas nas portas e vídeos nos monitores.
Fonte - ANPTrilhos  19/09/2016 

terça-feira, 24 de maio de 2016

Linha 4 do Rio realiza passagem do primeiro carro entre Barra e Ipanema

Transportes sobre trilhos

Nessa reta final das obras de implantação da Linha 4, a execução dos serviços chega a 95% de conclusão. Os testes na nova linha metroviária tiveram início em janeiro e ocorrem por fases. As subestações de energia e os sistemas operacionais já estão sendo verificados, como as avaliações de sinalização nos túneis, equipamentos de controle e até a energização das vias. 

Sec.de Est. de Transportes

Com a conclusão da instalação de trilhos em toda a extensão da Linha 4 do metrô, entre Barra da Tijuca e Ipanema, foi realizada, neste domingo (22/05), a passagem do primeiro carro do metrô no chamado eixo olímpico da nova linha.
O secretário de Estado de Transportes, Rodrigo Vieira, a presidente da RioTrilhos, Tatiana Carius, o diretor do Metrô Barra, Pedro Augusto Cardoso, e o presidente da concessionária Rio Barra, Maurício Rizzo, participaram da viagem entre as estações General Osório, em Ipanema, e Jardim Oceânico, na Barra, passando pela ponte estaiada.
“Este momento é de fundamental importância para a operação especial da Linha 4 do metrô e marca a conexão, por trilhos, da Barra da Tijuca com a Zona Sul”, afirmou Rodrigo Vieira.
Para o secretário de Transportes, os testes de cada um dos sistemas seguem dentro da programação e, neste domingo, foi realizado um importante teste com o primeiro carro metroviário, saindo da estação General Osório, passando pelas estações Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, São Conrado/Rocinha, chegando até a estação multimodal Jardim Oceânico, na Barra.
“O cronograma está ajustado. Em junho, iremos fazer os testes finais com os trens, visando a abertura dessa linha no dia 1° de agosto. A Linha 4 vai entrar para a história do Rio de Janeiro como o maior legado em mobilidade que a cidade vai ganhar com os Jogos Olímpicos 2016”, declarou o secretário.

Reta final
Nessa reta final das obras de implantação da Linha 4, a execução dos serviços chega a 95% de conclusão. Os testes na nova linha metroviária tiveram início em janeiro e ocorrem por fases. As subestações de energia e os sistemas operacionais já estão sendo verificados, como as avaliações de sinalização nos túneis, equipamentos de controle e até a energização das vias. Os sistemas de ventilação e iluminação definitivos também passam por testes, assim como escadas rolantes e elevadores. As cinco estações que estarão em operação antes dos Jogos Olímpicos (Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, São Conrado e Jardim Oceânico) estão em fase final de acabamento.
“Na Linha 4 temos uma conjugação de esforços de diversas equipes, uma total integração com os profissionais do governo do Estado do Rio, por meio de técnicos da RioTrilhos e da Secretaria de Transportes, da concessionária Rio Barra e do Metrô Barra”, destacou Tatiana Carius.

Linha 4 vai transportar 300 mil pessoas por dia
A Linha 4 do metrô vai unir o Rio, integrar regiões e levar qualidade de vida a milhares de cidadãos. Esta é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro e vai transportar, de acordo com a demanda estimada, mais de 300 mil pessoas por dia, retirando das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. O projeto representa a execução, de uma só vez, da mesma extensão de metrô subterrâneo existente no estado.
Fonte - ANPtrilhos  23/05/2016

terça-feira, 17 de maio de 2016

Linha 4-Amarela informa tempo de chegada dos trens nos monitores das plataformas

Transportes sobre trilhos 

Cronômetro exibe contagem regressiva para que o usuário saiba quando vai embarcar nas estações intermediárias e o tempo de partida nas estações terminais. A ViaQuatro é pioneira, e até hoje, a única operadora no Brasil a lançar esse serviço. A previsão do horário de chegada somente é possível graças ao moderno sistema de sinalização automática (CBTC) utilizado pela ViaQuatro.

ViaQuatro

Quem viaja na Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo já sabe exatamente quando irá embarcar no próximo trem. A ViaQuatro, concessionária responsável pela operação e manutenção da linha, colocou em funcionamento uma nova ferramenta tecnológica que informa nos monitores das plataformas quantos segundos faltam para o trem chegar às estações intermediárias (Pinheiros, Faria Lima, Fradique Coutinho, Paulista e República). No caso das estações terminais, Butantã e Luz, o sistema informa o tempo de partida dos trens.
A ViaQuatro é pioneira, e até hoje, a única operadora no Brasil a lançar esse serviço. A previsão do horário de chegada somente é possível graças ao moderno sistema de sinalização automática (CBTC) utilizado pela ViaQuatro. Em algumas linhas de metrô do mundo com sistemas automáticos semelhantes ao da Linha 4-Amarela esse tipo de serviço também foi adotado.
A ferramenta inédita foi inteiramente desenvolvida pelos colaboradores da ViaQuatro. “Precisamos sempre aprimorar nossos serviços com o emprego de tecnologias cada vez mais avançadas e inovadoras. Com isso é possível suprir as exigências crescentes da população por maior regularidade, conforto e eficiência no sistema de transporte público. Nosso esforço tem sido reconhecido no alto índice de satisfação obtido junto aos usuários”, afirma o presidente da concessionária ViaQuatro, Harald Zwetkoff.
Sempre atenta à melhoria do serviço prestado, nos próximos quatro meses a ViaQuatro irá observar o impacto da iniciativa no comportamento dos passageiros. O cronômetro deve oferecer ao usuário a chance de programar sua viagem com maior tranquilidade. A expectativa é que a iniciativa estimule mudanças no comportamento de alguns passageiros, evitando correrias e interferências na operação comercial.
A contagem regressiva é baseada no intervalo real entre os trens na Linha 4-Amarela, que nos horários de pico é de 2,5 minutos. O cronômetro zera quando o trem entra na plataforma e o monitor passa a exibir os vídeos educativos produzidos pela ViaQuatro e o status da operação de todas as linhas do Metrô e da CPTM. A contagem recomeça quando o trem parte. Nas setes estações estão instalados oito monitores em cada plataforma.
Fonte - ANPTrilhos  17/05/2016

terça-feira, 15 de março de 2016

Ponte estaiada da Linha 4 do metrô Rio começa a ganhar sistema de sinalização

Transportes sobre trilhos

"Essa é uma importante etapa da obra, onde estão sendo lançados na ponte estaiada os cabos de sinalização, responsáveis por transmitir para o centro de controle operacional do metrô as informações sobre a circulação dos trens no trecho oeste. 

O Repórter - RF
foto - ilustração
A Linha 4 do metrô começou a receber o sistema de sinalização na ponte estaiada. O início da instalação foi acompanhado pelo secretário de Transportes, Rodrigo Vieira. O trabalho começou após a finalização da colocação dos trilhos na via permanente, pelo Consórcio Rio Barra.
"Essa é uma importante etapa da obra, onde estão sendo lançados na ponte estaiada os cabos de sinalização, responsáveis por transmitir para o centro de controle operacional do metrô as informações sobre a circulação dos trens no trecho oeste. Seguimos dentro do cronograma, trabalhando com as equipes de forma totalmente integrada", disse Rodrigo Vieira.
A ponte estaiada passa sobre o canal da Barra da Tijuca, entre o Morro do Focinho do Cavalo e a Estação Jardim Oceânico, com 320 metros de extensão e 72 metros de altura. Será o único trecho onde as composições da Linha 4 serão vistas fora do subterrâneo. Quando for inaugurada, a ponte estaiada terá iluminação especial assinada pelo artista das luzes Peter Gasper.
A entrega da via permanente na ponte estaiada é um marco. A MetrôBarra está implantando a sinalização do trecho entre o Jardim Oceânico e São Conrado. Então agora é a arrancada final, para que a gente possa terminar esse trecho e, em seguida, finalizar o trecho sul. Nosso pessoal está muito motivado e, nos próximos 140 dias, já estaremos prontos para operar", explicou Pedro Augusto Cardoso, Diretor de Implantação do Projeto Linha 4, que acompanhou o secretário Rodrigo Vieira na visita técnica.
A Linha 4 do metrô vai transportar mais de 300 mil pessoas por dia, retirando das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Serão seis estações (Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, Gávea, São Conrado e Jardim Oceânico) e 16 quilômetros de extensão. A inauguração acontecerá ainda este ano.
Fonte - Revista Ferroviária  15/03/2016

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Linha 4 do Metrô do Rio revela tesouros arqueológicos

Arqueologia

Foram encontrados cerca de 220 mil artefatos na região da Leopoldina. Desde então, o trabalho dos arqueólogos, coordenado por Claudio Prado de Mello, é triar, limpar, analisar e tombar as peças.

Correio do Brasil

Em 2013, a equipe de arqueologia contratada pelo Consórcio Linha 4 Sul encontrou cerca de 220 mil artefatos arqueológicos na região da Leopoldina, onde hoje estão estocadas as aduelas, anéis de concreto que formam os túneis entre Ipanema e Gávea da Linha 4 do Metrô. Desde então, o trabalho dos arqueólogos, coordenado por Claudio Prado de Mello, é triar, limpar, analisar e tombar as peças.
– Nosso objetivo é que todas as 220 mil peças já estejam registradas quando o sítio for reaberto, no ano que vem. Sabemos que vamos resgatar mais milhares de peças e o volume de trabalho será grande de novo – afirmou Claudio.
O material resgatado em 2013 ficou armazenado em dois depósitos grandes, em sacos numerados, ainda com a terra do local onde foram encontrados. Todos os dias, os sacos são abertos, o material é peneirado, passa por triagem, é limpo e colocado para secar. Se estiver em pedaços que possam ser colados, são consolidados em peças inteiras ou o mais próximo disso. Depois, os artefatos são tombados (registrados) e identificados de acordo com o material e o estilo.

Peças de 3 mil anos
Deste trabalho, foram identificadas cerca de 50 artefatos de pedra (pontas de lança, batedores e raspadores) e mais de 700 conchas características da Pré-História. São peças de 3 a 4 mil anos atrás, do período quando os paleoíndios,que circulavam pelas terras ao redor da Baía de Guanabara, eram caçadores-pescadores, coletores e nômades.
Todo o trabalho é coordenado pelo Governo do Estado e o Consórcio Linha 4 Sul, e tem a fiscalização federal do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e municipal do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH).
Fonte - ANPTrilhos  27/01/2016

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Instalação dos trilhos na Linha 4 do metrô do Rio é concluída entre Barra e Alto Leblon

Transportes sobre trilhos

Dos 32 quilômetros de trilhos necessários em todo o trecho da Linha 4, há mais de 20 quilômetros instalados nas vias permanentes e estações, nos dois sentidos. “Agora, em conjunto com o avanço das obras de engenharia, inicia-se a etapa de instalação dos sistemas operacionais do metrô, para que possamos cumprir o cronograma e entregar a Linha 4 em julho de 2016”

Portal Oficial do Governo Federal
foto - brasil2016.gov
A instalação de trilhos nos túneis da Linha 4 do Metrô construídos em rocha, entre a Barra da Tijuca e a região do Alto Leblon, está finalizada. As vias permanentes, por onde os trens vão passar nos dois sentidos, já têm passarelas de emergência, sinalização, iluminação e câmeras de segurança instaladas.
Nas estações, depois de São Conrado e Jardim Oceânico, foi a vez da Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, receber os trilhos nas áreas das plataformas de embarque e desembarque. O serviço foi finalizado na última segunda-feira (30.11). Os trilhos também estão sendo instalados na rampa da Ponte Estaiada, que vai ligar os túneis escavados no Morro do Focinho do Cavalo à estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca.
Dos 32 quilômetros de trilhos necessários em todo o trecho da Linha 4, há mais de 20 quilômetros instalados nas vias permanentes e estações, nos dois sentidos. “Agora, em conjunto com o avanço das obras de engenharia, inicia-se a etapa de instalação dos sistemas operacionais do metrô, para que possamos cumprir o cronograma e entregar a Linha 4 em julho de 2016”, disse o secretário de Transportes do Estado do Rio, Carlos Roberto Osorio.
A obra, de responsabilidade do Governo do Estado do Rio de Janeiro, integra o Plano de Políticas Públicas/Legado dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A nova linha, que ligará Ipanema, na Zona Sul, à Barra da Tijuca, terá papel importante no acesso ao Parque Olímpico e às demais instalações da região, como o Riocentro. Serão seis estações: Jardim Oceânico (Barra), São Conrado, Gávea, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz (Ipanema).
A previsão é de que o eixo Ipanema-Barra entre em funcionamento sem passageiros, para testes de sistema, em maio de 2016. No mês seguinte, deve ter início a operação assistida fora do horário de pico. Pelo cronograma, a linha 4 começará a receber em julho os passageiros para o trajeto Ipanema-Barra. Durante os Jogos, a operação será dimensionada para atender os horários de competição.
A recomendação para quem vem do Centro da cidade, da Tijuca e da Zona Sul em direção à Barra para as competições é utilizar a Linha 4 do metrô até a estação Jardim Oceânico e fazer a conexão com o BRT (Transoeste), que vai levar o espectador até o Parque Olímpico e aos outros locais de competição na Barra da Tijuca.
Quando a operação comercial da nova linha estiver ocorrendo nos mesmos horários das demais linhas do metrô, será possível ir da Barra a Ipanema em 13 minutos e, da Barra ao Centro, em 34 minutos. A estimativa é de que 300 mil usuários usem a Linha 4 diariamente depois dos Jogos Olímpicos, retirando cerca de 2 mil veículos das ruas por hora/pico.
A integração entre as Linhas 1 e 4 do metrô está prevista para dezembro de 2016. A Linha 4 será finalizada com a ligação entre Leblon e Gávea, trecho que tem previsão de entrega para janeiro de 2017.
Fonte - Revista Ferroviária  02/12/2015

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Primeira ponte estaiada do Metrô do Rio de Janeiro deverá ser concluída em dezembro

Transportes sobre trilhos

A ponte estaiada entra agora na última fase de obra bruta: a concretagem dos últimos 66 metros do tabuleiro sobre o canal da Barra da Tijuca. Com 320 metros de extensão entre os túneis do Morro do Focinho do Cavalo e a Estação Jardim Oceânico, a ponte terá 13,9 metros de largura e duas vias, uma para as composições que seguirão no sentido Barra da Tijuca, na zona Oeste, e outra em direção à Ipanema, na zona Sul carioca.

ANPTrilhos
ANPTrilhos/infraestruturaurbana
O Consórcio Construtor Rio Barra (CCRB) deve concluir ainda nesta semana a concretagem dos últimos dois metros dos pilares da ponte estaiada da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro, entre a Barra da Tijuca e Ipanema. As estruturas têm 72 metros de altura e receberão 26 conjuntos de cabos de aço, dos quais 13 já estão instalados.
A metodologia construtiva dos pilares utilizou um sistema de pistões hidráulicos que elevava toda a estrutura de apoio conforme a necessidade da obra. Segundo a empresa construtora, esta é a primeira vez na América Latina em que pilares inclinados de uma ponte estaiada são executados desta maneira.
A ponte estaiada entra agora na última fase de obra bruta: a concretagem dos últimos 66 metros do tabuleiro sobre o canal da Barra da Tijuca. Com 320 metros de extensão entre os túneis do Morro do Focinho do Cavalo e a Estação Jardim Oceânico, a ponte terá 13,9 metros de largura e duas vias, uma para as composições que seguirão no sentido Barra da Tijuca, na zona Oeste, e outra em direção à Ipanema, na zona Sul carioca.
Com a conclusão das obras civis, inicia-se a fase de acabamentos, instalação de cabos elétricos, posicionamento de trilhos e concretagem da via permanente, por onde os trens vão passar. As rampas de acesso, que já estão finalizadas e conectadas à Estação Jardim Oceânico, começam a ganhar trilhos em novembro. Toda a ponte, assim como os pilares, está recebendo um tratamento especial antipichação.
"Chegamos à parte final de conclusão do pilar que sustenta a ponte estaiada. Ela estará finalizada essa semana e isso garante o cumprimento do nosso cronograma: concluir a ponte até a primeira quinzena de dezembro. O que significa do Jardim Oceânico até o Alto Leblon com a linha inteiramente completa. Hoje a gente reitera e ratifica que as obras estão vigorosamente dentro do prazo, com todos os grandes marcos sendo alcançados, e isso nos dá a segurança de reafirmar à população do Rio de Janeiro o nosso compromisso de colocar os trens circulando em teste a partir do dia 1º de junho do ano que vem", disse o secretário de Estado de Transportes, Carlos Roberto Osorio, na última terça-feira (20) durante visita técnica que também contou com a presença do governador Luiz Fernando Pezão e do secretário executivo de Governo da Prefeitura do Rio, Pedro Paulo.
A linha 4 do Metrô, cuja construção é orçada em R$ 8,7 bilhões, terá 16 km de extensão e seis estações: Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, Gávea, São Conrado e Jardim Oceânico.
Fonte - ANPTrilhos  21/10/2015

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Linha 4-Amarela completa quatro anos de operação plena

Transportes sobre trilhos

Os 14 trens da primeira linha de metrô totalmente automatizada da América Latina já realizaram 872 mil viagens, o que corresponde a mais de 8,5 milhões de quilômetros, o equivalente a ir 22 vezes até a lua.

Via Quatro
foto - ilustração
A ViaQuatro, concessionária que opera a Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo, completa quatro anos de operação comercial plena em 16 de outubro de 2011. Desde então, foram transportados 725 milhões de passageiros, ou seja, três vezes e meia a população brasileira, que é de 204 milhões. A cada dia útil, 700 mil usuários trafegam pela linha.
Os 14 trens da primeira linha de metrô totalmente automatizada da América Latina já realizaram 872 mil viagens, o que corresponde a mais de 8,5 milhões de quilômetros, o equivalente a ir 22 vezes até a lua.
A ViaQuatro é a primeira Parceria Público-Privada (PPP) do Brasil. O contrato de concessão prevê investimentos da ordem de US$ 2 bilhões em 30 anos de concessão. Até o momento, já foram investidos US$ 450 milhões.
Em média, 99,5% das viagens programadas foram realizadas, desde que a operação comercial plena foi iniciada. Para se ter uma ideia, as portas dos trens e plataformas já se abriram e fecharam 137 milhões de vezes. Outro indicador de eficiência da operação da Linha é representado pela disponibilidade dos trens, que ficou em 99,93% nos últimos quatro anos.
“Esses dados indicam que o modelo de gestão adotado pela ViaQuatro resulta em excelência operacional e satisfação dos usuários em relação aos serviços prestados”, afirma Harald Zwetkoff, presidente da concessionária.
Entre outras atividades, as comemorações do aniversário da operação incluem três exposições e apresentações musicais nas estações da linha.

Interconexão urbana
As estações campeãs de entradas de passageiros são Paulista, por onde desde outubro de 2011 já passaram 164,7 milhões de usuários; Pinheiros, com 147,5 milhões; e Luz, com 140,7 milhões. A característica em comum entre as campeãs de fluxo é a conexão com o restante da malha metroferroviária.
“Contribuimos efetivamente para a interconexão com outros meios de transportes, já que quatro das sete estações estão ligadas com outras linhas do Metrô e da CPTM, além de terminais de ônibus. Muitas cidades do mundo utilizam a interconexão para melhorar a mobilidade urbana”, completa Harald.

Reconhecimento
O reconhecimento é outra conquista nesses quatro anos, tanto por usuários como pelo mercado. A comprovação vem dos números de atendimento da Ouvidoria da ViaQuatro: das 1.454 manifestações recebidas em média por mês, em 2015, apenas 59 referem-se a reclamações. Esse número representa 0,0003% dos cerca de 16,5 milhões de passageiros transportados mensalmente.
Neste ano, a ouvidoria da ViaQuatro foi considerada uma das 10 melhores do Brasil, ao conquistar o Prêmio Ouvidorias Brasil, uma iniciativa da Abrarec (Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente), em parceria com a ABO (Associação Brasileira de Ouvidores).
A Linha 4-Amarela também foi a única do setor de transporte a ser escolhida entre os melhores projetos de PPP da América Latina e Caribe pelo IFC (Internacional Finance Corporation), entidade financeira ligada ao Banco Mundial.

Espaço de modernidade
A Linha 4-Amarela consolida-se como opção diferenciada de mídia publicitária, oferecendo alternativas inovadoras de comunicação em ambiente moderno. Em setembro deste ano, disponibilizou ao mercado brasileiro de mídia publicitária, pela primeira vez na América Latina, o sistema de publicidade in tunnel, que transmite vídeos por meio de painéis de LED. Na publicidade in tunnel, as janelas dos trens transformam-se em uma espécie de tela de TV, exibindo filmetes em alta definição, com mensagens de anunciantes.
Os 1.100 monitores de TV das sete estações, trens e plataformas em diversos formatos completam o perfil inovador da Linha ao proporcionar entretenimento, informação e prestação de serviço. Representam também uma das principais ferramentas para difusão de campanhas de orientação e de cidadania. A observação diária do comportamento do passageiro pela equipe de operação permite identificar atitudes que motivam os temas dessas campanhas, como a destinação correta dos resíduos de goma de mascar e o uso adequado do celular para prevenir acidentes.
O bem-sucedido modelo de gestão do negócio da ViaQuatro, a filosofia de atendimento, a tecnologia inovadora, os indicadores de eficiência e de produtividade da empresa – têm tornado a concessionária referência internacional, resultando na visita de diversas delegações do exterior, a exemplo dos Estados Unidos, Holanda, Turquia, França, Índia, Chile e Peru, interessadas em conhecer a bem-estruturada atuação da concessionária.

A VIAQUATRO EM NÚMEROS
725 milhões - Foi o total de passageiros transportados no período de operação comercial, o equivalente a 3,5 vezes a população do Brasil ou metade da população da China.
872 mil - Foi o número de viagens feitas durante os quatro anos de operação comercial, o que representa 99,5% das viagens programadas no período.
8,5 milhões - Foi a distância em quilômetros percorrida pelos trens da ViaQuatro desde outubro de 2001.
136,8 milhões - Foi o número de vezes que as portas dos trens e das plataformas da Linha 4-Amarela foram acionadas com aberturas e fechamentos.
164,7 milhões - Foi o número de passageiros que passou pela Estação Paulista desde outubro de 2011.
47,5 milhões - Foi o número de passageiros que passou pela Estação Pinheiros desde outubro de 2011.
140,7 milhões - Foi o número de passageiros que passou pela Estação Luz desde outubro de 2011.
Fonte - ANPTrilhos  14/10/2015

sábado, 19 de setembro de 2015

Finalizada escavação de poço da Linha 4 do Rio

Transportes sobre trilhos

A escavação teve início em março, e foi preciso fazer tratamento do solo com Jet Grouting (injeções de calda de cimento), em função do lençol freático na região.O shaft, foi escavado entre as avenidas Visconde de Albuquerque e Ataulfo de Paiva e tem 22 metros de diâmetro por 32 metros de profundidade, e foi dividido em seis nichos. 

Revista Ferroviária
Linha 4 Metrô Rio
Foi concluída a escavação do poço (shaft) de ventilação da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro no bairro do Leblon, na zona sul da cidade. A construção foi feita pelo consórcio Linha 4 Sul (CL4S), responsável pelas obras do trecho.
A escavação teve início em março, e foi preciso fazer tratamento do solo com Jet Grouting (injeções de calda de cimento), em função do lençol freático na região.
O shaft, foi escavado entre as avenidas Visconde de Albuquerque e Ataulfo de Paiva e tem 22 metros de diâmetro por 32 metros de profundidade, e foi dividido em seis nichos. A cada metro escavado, a área passava pelo revestimento primário por concreto projetado, para que, então, o núcleo do poço pudesse ser escavado. A técnica evita uma possível movimentação do solo ou recalques no terreno.
Após finalizada a escavação, a laje de fundo foi concretada, uma estrutura com 2,5 metros de altura que consumiu 1.000 metros cúbicos de concreto. Agora, serão construídas as paredes de concreto que revestirão o poço. As paredes têm 50 centímetros de espessura e são moldadas in loco, com o uso de formas deslizantes.
Quando pronto, o poço terá quatro andares onde ficarão ventiladores, geradores, subestação de energia, salas técnicas para o trabalho de operadores da concessionária do sistema metroviário e, em dois pontos, haverá escadas para saída de passageiros, numa eventual emergência.
Fonte - ABIFER  19/09/2015

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Projeto da linha a Taboão da Serra do metrô será concluído até dezembro

Transportes sobre trilhos

De acordo com o Governo do Estado, hoje um morador de Taboão da Serra que usa o transporte público leva cerca de uma hora e 35 minutos até o centro da capital. - “Os moradores terão mais facilidades de locomoção, não será tão necessário o uso de automóveis e com isso haverá redução do trânsito. 

Portal de Itapecerica da Serra

A vinda do tão sonhado metrô para Taboão da Serra já é realidade. O prefeito Fernando Fernandes recebeu, neste dia 30 de junho, o secretário estadual de Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes, em reunião com vereadores, líderes de bairros e autoridades religiosas. Jurandir explicou sobre o estágio das obras da Linha 4 Amarela, que está na fase do Projeto Básico, que prevê perfurações para o estudo do solo, que vem sendo feitas em pontos entre o pátio da Vila Sônia e Taboão.
A estação subterrânea, que abrangerá ainda um terminal de ônibus, será construída na região central de Taboão da Serra e terá quatro acessos para pedestres: próximo a Praça Nicola Vivilechio, ao lado do Santuário Santa Terezinha, na plataforma do terminal dos ônibus municipais e intermunicipais e no corredor de ônibus da SPTrans, na Estrada do Campo Limpo.
Segundo o secretário, esta será a fase 3 da linha, que receberá também a estação Chácara do Jóquei. “A primeira impressão que temos é de que o prazo até 2018 é muito longo, porém, até lá os taboanenses também serão beneficiados com mais duas estações inauguradas, como a São Paulo Morumbi e Vila Sônia. Não será mais necessário ir até a estação Butantã”, disse.
O prefeito Fernando Fernandes disse que o metrô em Taboão mudará toda a cultura de deslocamento da região. “Os moradores terão mais facilidades de locomoção, não será tão necessário o uso de automóveis e com isso haverá redução do trânsito. Além disso, esta linha que passará em Taboão da Serra colocará o centro de São Paulo em ligação direta com as rodovias Régis Bittencourt e Raposo Tavares”, afirma. “É um grande orgulho saber que, depois de tantos esforços, conseguiremos ter nossa estação de metrô”, conclui Fernando.
De acordo com o Governo do Estado, hoje um morador de Taboão da Serra que usa o transporte público leva cerca de uma hora e 35 minutos até o centro da capital. Com a conclusão da fase 3 da Linha Amarela, esse tempo será reduzido para 24 minutos.
Linha 4 Amarela: inaugurada em 2010, a linha possui seis estações em operação: Luz, República, Paulista, Faria Lima e Butantã. É a linha da Integração do metrô, uma vez que faz conexões com as linhas azul, verde e vermelha, além das linhas da CPTM. Em breve irá se integrar com as novas linhas laranja, rosa e ouro.
Fonte - STEFZS  09/07/2014

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Linha 4 do Metrô do Rio conclui escavação de primeiro trecho de túnel sob maciço rochoso

Transportes sobre trilhos

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Rio de Janeiro – O Consórcio Construtor Rio Barra concluiu hoje (9) as escavações do bitúnel da Linha 4 do Metrô no trecho entre a Barra da Tijuca, na zona oeste, e São Conrado, na zona sul da cidade. As escavações começaram em setembro de 2010, com o objetivo de ligar as estações de Jardim Oceânico, na Barra, e São Conrado, sob um maciço rochoso.
Segundo a assessoria de imprensa do consórcio, o túnel, de 5 quilômetros de extensão, é o maior bitúnel entre estações metroviárias do mundo. Outro trecho do túnel, que vai ligar São Conrado à Gávea, ainda está sendo escavado.
A Linha 4 do Metrô ligará a Barra a General Osório (em Ipanema, na zona sul), que é a última estação da Linha 1 (Saens Peña-General Osório). A nova linha terá seis estações (Jardim Oceânico, São Conrado, Gávea, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz) e terá três direções de trilhos diferentes.
Um dos trilhos passará pelas estações Jardim Oceânico, São Conrado, Antero de Quental, Jardim de Alah, Nossa Senhora da Paz e General Osório. Outro trilho ligará a Barra da Tijuca à estação da Gávea, passando por São Conrado. O terceiro trilho ligará General Osório à Gávea, passando por Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz.
A Linha 4, que deve começar a operar no primeiro semestre de 2016, portanto, antes do início dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro., terá 16 quilômetros de extensão. A previsão é receber 300 mil passageiros por dia.
Fonte - Agência Brasil  08/01/2014

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Linha 4-Amarela (metrô de SP) completa dois anos de operação plena

Metrô

RF
foto ilustração - pregopontocom
A Linha 4-Amarela, que liga os bairros da Luz ao Butatã, completa neste dia 16 de outubro dois anos de operação comercial plena. Segundo a ViaQuatro, consórcio operador, a linha já transportou nesses dois anos de existência 347 milhões de pessoas em seus 14 trens, uma média de média de 650 mil passageiros transportados por dia útil.
Os trens da linha realizaram mais de 450 mil viagens no trecho entre as estações Luz e Butantã, equivalente a uma distância de 4,5 milhões de quilômetros percorridos nos atuais 9,5 km de trilhos. “Transportamos pouco menos de dois Brasis na nossa Linha. O número mostra que temos demanda reprimida e que podemos transportar muito mais com um sistema integrado” afirma Luis Valença, presidente da ViaQuatro, concessionária responsável pela manutenção e operação da Linha 4-Amarela.
Quando as cinco novas estações (Fradique Coutinho, Oscar Freire, Higienópolis-Mackenzie, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia) da Fase II estiverem prontas, a Linha 4-Amarela terá 12,8 quilômetros de extensão e 11 estações, ligando a região da Luz, no centro da cidade, ao bairro de Vila Sônia, na zona oeste. A expectativa é que transporte, com as 11 estações, cerca de um milhão de passageiros diariamente, serão 29 trens em operação para atender à essa demanda
Fonte - Revista Ferroviária 16/10/2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Pane em esteira volante deixa 20 feridos no metrô de São Paulo

Metrô

Fernanda Cruz 
Agência Brasil
Foto: Luis F. Gallo/ Creative Commons
Na manhã de hoje um princípio de tumulto na transferência entre as estações Paulista e Consolação do metrô paulistano deixou feridos.

São Paulo – Um princípio de tumulto na transferência entre as estações Paulista (Linha 4 - Amarela) e Consolação (Linha 2 - Verde) do metrô paulistano deixou 20 passageiros com ferimentos leves, na manhã hoje de (4) .
Segundo a ViaQuatro, concessionária que opera a Linha Amarela, houve correria e princípio de tumulto quando uma das esteiras rolantes parou. O incidente ocorreu no horário pico, às 8h10.
Os feridos foram encaminhados ao Hospital das Clínicas e à Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Fonte - EBC 04/09/2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Mais trens chineses para o Rio

Transportes sobre trilhos

foto ilustração - IG
A China fabricará novos trens para o Rio de Janeiro. Desta vez, o contrato foi firmado para a compra de 15 trens para a Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro, que está em construção. O fabricante será a Changchun Railway Vehicles Co. (CNR), fornecedor chinês que produziu os 19 trens adquiridos para a operação das Linhas 1 e 2 do metrô carioca. Os trens começam a chegar no primeiro semestre de 2015 e, após o período de testes, deve entrar em operação em fevereiro de 2016.
Os chineses também estão fornecendo trens para a SuperVia. Primeiro, o governo do Rio comprou 30 trens da CNR, com o primeiro chegando ao solo brasileiro em setembro de 2011, e no passado foi firmado novo acordo para o fornecimento de 60 novos trens.
A Linha 4 do Rio, que ligará a Barra da Tijuca a Ipanema está em obras. O trecho Sul, Ipanema-Gávea, está sendo construído pelo Consórcio Linha 4 Sul, formado pela Odebrecht Infraestrutura (líder), Carioca Engenharia e Queiroz Galvão. Já o trecho Oeste, Gávea-Barra da Tijuca, está sob responsabilidade do Consórcio Rio Barra, formado pela Queiroz Galvão (líder), Odebrecht Infraestrutura, Carioca Engenharia, Cowan e Servix. A previsão é que a linha esteja pronta em 2016.
O custo da implantação da Linha 4 do Metrô é R$ 8,5 bilhões, sendo R$ 7,5 bilhões de obra civil (Estado) e R$ 1 bilhão de sistemas e material rodante (Concessionária Rio Barra). As fontes de financimento do projeto são Agência Francesa de Desenvolvimento, BNDES, Banco do Brasil e Tesouro Estadual.
O Grupo Invepar (controladora da MetroRio) adquiriu, por meio de contrato de outorga de opções de compra e venda de ações da Concessionária Rio Barra, o direito de operação da Linha 4 no final das obras. Dentro desse contrato, a MetroBarra (empresa do Grupo Invepar) assume o investimento de R$ 1 bilhão em sistemas e material rodante, que antes era de responsabilidade da Concessionária Rio Barra. Segundo a assessoria de imprensa da Linha 4, essa negociação foi aprovada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro e publicada no Diário Oficial do Estado, em 03 de julho deste ano, e também foi aprovada pelo CADE, em 26 de dezembro de 2012.
Fonte - Revista Ferroviária  19/08/2013

sábado, 20 de outubro de 2012

Metrô CALÇA CURTA..São Paulo também tem um.....

Para quem acha que Metrô "calça curta", "meia boca" de 6 km é privilégio de Salvador, em São Paulo também tem um......

O metrô de Serra
Com Texto livre

Foto tirada no sábado, 20 de outubro de 2012, do que é para ser a entrada da estação Morumbi do metrô (Linha 4-Amarela), na esquina das avenidas Francisco Morato e J.J. Saad. Como dá para perceber pelo mato, a obra está abandonada, entregue ao sol e à chuva, se degradando com o tempo.
O candidato tucano à prefeitura de São Paulo, José Serra, promete entregar 25 km de linhas de metrô e 23 estações se for eleito.
A Companhia Metropolitana de São Paulo é uma companhia estadual, não municipal.
O ritmo de construção do metrô paulistano é de menos de 1,5 km por ano.
A Linha Amarela-4, essa da foto, está sendo construída desde o ano 2000 e hoje, mais de 12 anos depois, apenas 5,2 km do total de 12,4 km estão em funcionamento.
Sete pessoas morreram na construção dessa linha, quando, em 2007, uma cratera se abriu na obra da estação Pinheiros.
José Serra era o governador paulista.
Os tucanos governam o Estado de São Paulo há 17 anos.
Nesse tempo todo, construíram apenas ridículos 25 km de linhas de metrô.
O metrô de São Paulo é o exemplo mais que acabado de sua incompetência administrativa.
Os transportes públicos paulistanos estão em situação caótica, são uma vergonha para uma das maiores cidades do mundo, com um orçamento previsto de R$ 42 bilhões - maior que muitos países do mundo.
As promessas que Serra faz em sua propaganda eleitoral sobre o metrô são cínicas e mentirosas.
No Crônicas Do Motta
Fonte - Com Texto Livre 20/10/2012