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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Eduardo Paes apresenta VLT na Praça Mauá, Zona Portuária do Rio

Transportes sobre trilhos

Ao apresentar o primeiro trem do VLT que chegou ao Rio, em julho, Paes disse que será um dos mais importantes meios de transportes do Rio, já que vai integrar todos os modais: trens, barcas, BRTs, ônibus e metrô.

Globo.com - RF
foto - ilustração
O prefeito Eduardo Paes exibiu na noite desta quinta-feira (15) o primeiro trem do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) a chegar na Praça Mauá, Zona Portuária do Rio. Em sua conta no Instagram, o prefeito publicou três fotos, se referindo a um teste do novo sistema de transporte da cidade.
Em uma das imagens, o trem aparece ao lado Cidade do Samba. Na outra, Paes exibia o interior do trem. A última mostrava o VLT com o Museu de Arte do Rio ao fundo. "E eis q o VLT faz sua primeira parada na Praça Mauá", escreveu o prefeito.
São previstos 32 trens para o sistema de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que vai fazer o transporte de passageiros entre o Centro e a Zona Portuária do Rio. O VLT vai ligar a Rodoviária ao Aeroporto Santos Dumont.

'Bonde do futuro'
Ao apresentar o primeiro trem do VLT que chegou ao Rio, em julho, Paes disse que será um dos mais importantes meios de transportes do Rio, já que vai integrar todos os modais: trens, barcas, BRTs, ônibus e metrô.
"O VLT é o bonde do futuro. A cidade até hoje se ressente de lá atrás ter feito uma opção pelo rodoviarismo. O VLT vai permitir que as pessoas deixem o carro em casa, vai ser a libertação dos automóveis. Ele não foi feito para as Olimpíadas. Foi construído para tornar a cidade mais justa e melhor. Os testes já devem começar ao longo do segundo semestre e no primeiro semestre de 2016 já estaremos em operação", disse Paes.
O prefeito destacou também, na época, que com o novo sistema de transporte pretende também uma mudança de comportamento do carioca, já que o VLT não vai ter catraca nem bilheteria. Os passageiros poderão utilizar o Bilhete Único ou por cartões que serão validados em máquinas no interior do veículo.
Fonte - Revista Ferroviária  16/10/2015

domingo, 29 de setembro de 2013

Professores acampam ao lado da Câmara Municipal do Rio depois de confronto com a polícia

Educação


Cristina Indio do Brasil 
Agência Brasil
Professores acampados ao lado da Câmara
 Municipal do Rio fazem protesto
(Foto: Renan Cosatis / Mídia NINJA)
Rio de Janeiro - Professores da rede municipal de ensino estão acampados em dez barracas na lateral do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo do Rio, onde ontem (28), por volta das 22h30, houve uma ação da Polícia Militar (PM) para a desocupação do plenário da Casa.
Segundo a coordenadora-geral do Sindicato dos Profissionais de Educação do Estado do Rio de Janeiro (Sepe), Gesa Corrêa, que estava presente no momento da operação, os policiais chegaram às 18h e pediram a desocupação. Depois da tentativa de negociação, e com a decisão dos professores de permanecer no local, os policiais começaram a ação de retirada. “Foi uma truculência. Foi um caos”, disse.
Durante as negociações os professores pediram que o comandante da operação apresentasse a ordem judicial para a reintegração de posse do plenário, explicou. Segundo ela, na véspera já havia ocorrido uma tentativa. “Eles chegaram com um documento que era uma farsa de 20 de agosto. Falamos com os advogados e não saímos. Ontem foi a mesma história.”
Gesa contou que os professores insistiram para ver o documento de reintegração e que o comandante saía e voltava. “Depois ele acabou dizendo que era ordem do Cabral [governador do Rio, Sérgio Cabral], do Jorge Felippe [presidente da Câmara] e do Eduardo Paes [prefeito do Rio]. Não tinha nada escrito, foi autoritarismo mesmo.”
Segundo ela, houve a troca do comandante da operação, que apresentou a alternativa de saída dos professores do plenário da Câmara, caso contrário, a PM faria a operação de desocupação do local, que já estava no terceiro dia.
Gesa disse que dois professores foram autuados e levados para a 5ª Delegacia de Polícia e que quatro feridos foram encaminhados para o Hospital Souza Aguiar, no centro do Rio. Segundo ela, o sindicato vai recorrer à Justiça contra a operação policial dentro do plenário da Câmara. “Vamos entrar com ações judiciais em todas as instâncias. Eles não podiam retirar a gente de lá e nem dar voz de prisão.”
Em nota, a Polícia Militar informou que a desocupação da Câmara Municipal na noite de ontem atendeu a um ofício do presidente da Casa. Segundo a PM, Jorge Felippe solicitou a reintegração e a retirada dos professores que ocupavam o Palácio Pedro Ernesto desde quinta-feira (26). “O comando da PM tentou durante todo o período de ocupação uma forma de entendimento, mas não houve acordo, a PM cumpriu a determinação da Justiça”, diz a nota.
Gesa contou ainda que enquanto estava na delegacia acompanhando os professores detidos recebeu um chamado de colegas, por volta de 1h, dizendo que estavam acampados próximos à Câmara e informando que um grupo da Guarda Municipal tinha chegado ao local para a retirada das barracas. Depois de mais uma rodada de negociação, as barracas continuaram montadas na parte lateral do prédio.
Fonte - EBC  29/09/2013

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Professores fazem passeata em direção à sede da prefeitura do Rio de Janeiro

Notícias

Professores fazem passeata em direção à sede da prefeitura
EBC
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Professores estão neste momento fazendo uma passeata pela zona sul da cidade do Rio de
Janeiro em direção ao Palácio da Cidade, sede oficial da prefeitura. Os manifestantes fizeram uma assembleia na manhã de hoje (14), no Largo do Machado, e decidiram caminhar até o palácio para tentar uma audiência com o prefeito Eduardo Paes.
Os professores da rede municipal estão em greve desde o último dia 8. O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe-RJ) se reuniu ontem com representantes das secretarias municipais de Gestão, de Educação e da Casa Civil, mas, segundo o próprio Sepe, não houve avanço nas negociações.
Os professores querem um aumento real acima de 19%, a implantação de um plano de cargos e salários unificado, eleição direta para diretores de escolas e abono dos dias de paralisação, entre outras reivindicações.
Fonte - Agência Brasil  14/08/2013