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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Vereadores aliados (da base) trocam ofensas no plenário da Câmara em Salvador

Política

Temperatura esquenta na CMS,vereadores aliados da base do gov. municipal Marcell Moraes e Leo Prates,foram protagonistas de uma contenda que chamou atenção de todos que estavam na sede do Legislativo soteropolitano, localizado na Praça Municipal.

Victor Pinto -TB
Tribuna da Bahia
O clima ficou tenso no Plenário da Câmara de Vereadores de Salvador na tarde de ontem. Os então aliados de bancada Marcell Moraes (PV) e Léo Prates (DEM) protagonizaram uma contenda que chamou atenção de todos que estavam na sede do Legislativo soteropolitano, localizado na Praça Municipal.
Após fazer denúncia a respeito da empresa Metrus, que, segundo Moares, tem prestado serviços para a Prefeitura de Salvador, o clima esquentou e os dois vereadores partiram para a troca de acusações e ofensas, mas sem agressões físicas, conforme declaração dos dois.
O autor da denúncia, que a partir do próximo ano começa o mandato como deputado estadual, afirmou que não esperava a reação de Prates. Para ele, houve um “desequilíbrio” do vice-líder do governo “ao ouvir questionamentos a respeito de uma empresa de um parente dele e que mantém laços estreitos com o Executivo municipal”.
“Fiz pronunciamento contra a empresa Metrus, pois o papel do vereador é fiscalizar, e no momento da minha fala soube que o vereador Léo Prates é parente de Mauro Prates, sócio da empresa. Ele perdeu a noção e se desnorteou e começou a partir para ofensas pessoais. Eu joguei a pasta com as denúncias para ele e ele me jogou de volta. Não houve agressão física”, explicou.
Polêmico, Marcell não deixou de alfinetar o trabalho do democrata e colocou em xeque a sua atuação frente à vice-liderança do prefeito ACM Neto (DEM) na Câmara.
“Esse fato mostra a fragilidade do vice-líder do governo, tentando desmerecer o trabalho do colega. Eu abri um processo na Comissão de Ética contra ele. Eu só quero saber se o dono da empresa é parente dele ou não. Ele vai tentar tirar o foco do meu questionamento, mas é preciso que ele responda”, provocou.
Procurado pela Tribuna, o vereador Léo Prates rebateu as declarações do edil. Para o democrata, não há provas para sustentar o discurso de acusação.
“Não há provas suficientes. O que ele leu foram extratos de licitação que não quer dizer nada, inclusive de licitações feitas com o governo do estado. Eu não posso impedir um primo meu de trabalhar e confio na lisura do trabalho realizado pela Prefeitura de Salvador”, afirmou.
“A política não pode ser feita dessa forma. Família é uma entidade sagrada. Reitero: não há provas, ele não prova o que diz. Se, de fato, há irregularidades nessa contração, que ele denuncie aos órgãos competentes para ser apurado. Ele não levou provas, naquela pasta tinha papéis em branco, extratos que não querem dizer nada”, completou.
Prates ainda levantou uma declaração dada pelo verde na rádio Metrópole. “Eu não posso ser responsável pelo trabalho do meu primo, não houve nenhum tipo de favorecimento por conta disso. Se eu, neste caso que o vereador mencionou, sou responsável, ele também é responsável de uma rinha de galo da sua família, mencionada em entrevista, que ele disse que acompanhava”, rechaçou.
Nos bastidores, vereadores comentam de que o pronunciamento de Marcell foi uma vingança frente à apresentação do requerimento do democrata que questionou a publicação da composição da comissão que vai acompanhar o PDDU. Pelo que se sabe, em regimento, seria necessária a indicação dos membros pelas lideranças de oposição e situação, o que, segundo comentário dos corredores da Casa, não ocorreu.
Outra informação apurada diz respeito a um processo ético que Léo Prates abriu contra o edil antes do embate de hoje. Segundo um assessor da Casa, o integrante do PV chegou a mandar mensagens contra o vice-líder, o que motivou o acirramento ainda mais entre os dois.
Fonte - Tribuna da Bahia  13/11/2014

terça-feira, 10 de junho de 2014

Adiada votação do projeto de desafetação de terrenos em Salvador

Política

Plano de Cargos e reajuste dos servidores municipais também ficaram para apreciação na sessão de quarta (11) -  Diante do pedido da bancada do governo para votação da matéria em regime de urgência urgentíssima, a vereadora Vânia Galvão (PT) defendeu a retirada do pedido para que a matéria seguisse tramitação normal...

CMS Notícias

Em sessão ordinária com a presença de dezenas de servidores municipais, que lotaram as galerias da Câmara Municipal, os vereadores de Salvador decidiram adiar a votação do projeto de Lei nº 121, do Executivo, que pede autorização para desafetar e alienar 62 imóveis do Município. Diante do pedido da bancada do governo para votação da matéria em regime de urgência urgentíssima, a vereadora Vânia Galvão (PT) defendeu a retirada do pedido para que a matéria seguisse tramitação normal, com base no Parágrafo 4º, Artigo 110 do Regimento Interno, que não permite o regime para desafetação de áreas públicas.
A sessão foi suspensa por 30 minutos para consulta à assessoria jurídica. No retorno, o presidente Paulo Câmara (PSDB) deferiu o pedido da vereadora e suspendeu a sessão por mais uma hora para negociar a pauta de votação com as bancadas do governo e da oposição. Sem acordo, a sessão foi encerrada para que os projetos sejam avaliados, nesta quarta-feira (11), pelas comissões de Finanças e Orçamento e Constituição e Justiça.

Plano e Reajuste
Os servidores, liderados pela APLB-Sindicato e Sindseps, aguardaram até às 19h em plenário, apelando pela aprovação dos projetos de lei nº137/14, que dispõe sobre o Plano de Cargos e Vencimentos dos Servidores da Administração Direta, das Autarquias e Fundações Públicas da Prefeitura Municipal do Salvador; e o nº 138/14, que reajusta os vencimentos dos servidores ativos, inativos e pensionistas do Grupo Fisco (5,91%) e do Grupo Magistério (8.32%). Eles prometeram retornar nas próximas sessões, até que as matérias sejam aprovadas, conforme acordo firmado entre a prefeitura e as entidades da categoria.
Fonte - CMS ( http://www.cms.ba.gov.br/ )  10/06/2014

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

VEREADORES EM FIM APROVAM A ISENÇÃO DO ISS DO SISTEMA METROVIÁRIO DE SALVADOR

Mobilidade

Com informações de
Ednillson Pereira
foto - ilustração

A Câmara Municipal de Salvador acaba de aprovar hoje (23) em votação o projeto de lei de nº 354/13 que se encontra na casa desde o dia 05/05/2013 que trata da isenção do sistema Metroviário de pagamento do ISS.A isenção será para as obras de construção e operação do sistema das linhas 01 e 02 durante o período de 10 anos.Esse era o ultimo entrave que ainda impedia o inicio definitivo das obras de conclusão da Linha 01 (Lapa/Pirajá) e da Linha 02 ( SSA/L.de Freitas respectivamente.O projeto foi aprovado pela maioria dos vereadores com 40 votos a favor e apenas 03 contras.
Prtegopontocom

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Câmara de Salvador rejeita contas de João Henrique

Política

Com voto aberto, Câmara manteve a rejeição das contas de João Henrique


TB
Foto: Valdemiro Lopes
"Hoje esta casa exerceu a democracia e deu exemplo para o Brasil", disse Paulo Câmara
Por 32 votos a 10, os vereadores de Salvador aprovaram, em votação aberta na sessão desta segunda-feira (30/9), o parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) rejeitando as contas do exercício de 2011 do prefeito João Henrique.
Esta foi a primeira votação de contas de forma aberta, após alteração do Regimento Interno, proposta pelo presidente Paulo Câmara (PSDB) e acatada por unanimidade. “Hoje esta Casa exerceu a democracia e deu exemplo para o Brasil”, comemorou o presidente após o processo.
Com os 43 vereadores em plenário, votaram contra o parecer do TCM os vereadores Toinho Carolino, Alberto Braga, Kiki Bispo, Tiago Correia, Carlos Muniz e Geraldo Júnior, todos do PTN, José Trindade e Leandro Guerrilha, do PSL, Léo Prates (DEM) e Euvaldo Jorge (PP). O presidente da mesa não vota.
O presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização, vereador Claudio Tinoco (DEM), frisou que o TCM é um órgão auxiliar do Poder Legislativo e que entre as irregularidades apontadas estava a vinculação da Controladoria à Secretaria da Fazenda e não ao prefeito.
A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) apresentou um voto divergente ao parecer do colegiado, defendendo a aprovação integral do parecer do TCM, diante das irregularidades que, segundo ela, “deixaram uma dívida de mais de R$143 milhões de herança para a atual gestão”.
A defesa das contas do ex-prefeito ficou por conta do líder do PTN, Toinho Carolino, e do vereador Geraldo Júnior. “Precisamos inclusive rever o papel do TCM, que tem caráter apenas opinativo, e reavaliar o papel das nossas comissões permanentes, que não podem ser só apêndices do Tribunal”,declarou.
Veto -
Na sessão desta segunda-feira os vereadores aprovaram, também, por 30 votos a 12, o veto do prefeito ACM Neto ao Projeto de Lei nº 305/10, de autoria do vereador Henrique Carballal (PT), que dispõe sobre a proibição de pessoas físicas e jurídicas inidôneas serem contratadas pelo poder público ou participarem de concurso público no âmbito do Município de Salvador. O autor esteve ausente da sessão.
Fonte - Tribuna da Bahia  30/09/2013