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sábado, 18 de janeiro de 2020

Tecnologia de reconhecimento facial traz preocupação

Ponto de Vista/Tecnologia  🔍

O motivo mais alegado é que a tecnologia é imprecisa e viola a privacidade do indivíduo. Tal suspeita foi fortalecida pelo fato de ter sido constatado que os algoritmos de reconhecimento são menos precisos na identificação de rostos de afrodescendentes e de asiáticos, em comparação aos rostos de pele branca.

Portogente

A tecnologia de reconhecimento facial vem gerando polêmicas e medidas restritivas à sua aplicação. Na Inglaterra e Estados Unidos da América (EUA) está sendo proposta a sua proibição durante um período entre três e cinco anos. Tempo considerado necessário para desenvolver uma metodologia para avaliar os impactos e medidas de gerenciamento de riscos.
Esse apelo na Inglaterra tem sido feito por políticos e ativistas, objetivando a sua aplicação no reconhecimento facial ao vivo para vigilância pública. Casos têm sido constatados de empresas utilizarem essa tecnologia sem conhecimento prévio do público. Várias razões são apresentadas para justificar medidas de segurança nesse tipo de monitoramento.
O motivo mais alegado é que a tecnologia é imprecisa e viola a privacidade do indivíduo. Tal suspeita foi fortalecida pelo fato de ter sido constatado que os algoritmos de reconhecimento são menos precisos na identificação de rostos de afrodescendentes e de asiáticos, em comparação aos rostos de pele branca.
Para dar ideia da dimensão que vem tomando o uso dessa tecnologia, o governo chinês implantou o reconhecimento facial nas farmácias de Xangai para controlar as pessoas que compram alguns medicamentos. Assim, aqueles clientes que compram medicamentos controlados, como os psicotrópicos, serão solicitados para ser identificados por leitura facial. O objetivo é rastrear pessoas que utilizam essas substâncias para produzir drogas ilegais.
Diferente da cautela do Ocidente, na China o uso da tecnologia de identificação facial vem crescendo. Muitos dos seus aeroportos já são monitorados por ela. É um caminho sem volta e que tende a crescer. No futuro próximo, as câmeras que registram cenas criminosas nas ruas serão mais eficazes na identificação dos seus autores. Sempre com a probabilidade de condenar inocentes.
Fonte - Portogente  18/01/2020

domingo, 12 de junho de 2016

Afastados de seus cargos, Cunha tem direitos mantidos e "Dilma tem restrições"

Política

Salário, residência oficial, segurança pessoal, assistência à saúde, transporte aéreo e terrestre, subsídio integral e equipe a serviço do gabinete parlamentar são alguns dos direitos.Eduardo Cunha tem direito a salário integral de R$ 33,7 mil,Dilma tem direito a salário integral de R$ 30,9 mil

Diário do Nordeste
foto/montagem - ilustração 
Afastados de seus cargos de presidente da República e da Câmara dos Deputados, respectivamente, Dilma Rousseff e Eduardo Cunha continuam com alguns direitos mantidos por decisão do Senado e da Câmara, como salário, direito a residência oficial, segurança pessoal, assistência à saúde, transporte aéreo e terrestre, subsídio integral e equipe a serviço do gabinete parlamentar.
Dilma tem direito a salário integral de R$ 30,9 mil; transporte terrestre com cinco carros e uma ambulância e deslocamento aéreo por avião da FAB só no trecho Porto Alegre-Brasília; equipe a serviço do gabinete com até 15 servidores; uso exclusivo do Palácio da Alvorada como residência; assistência saúde e segurança pessoal. E essa restrição de deslocamentos de avião e suspensão por alguns dias de verba do cartão para gastos no palácio foram criticadas pela presidente e por aliados.
Eduardo Cunha tem direito a salário integral de R$ 33,7 mil; transporte aéreo e terrestre, sem restrição; subsídio integral de R$ 35,7 mil para gastar com alimentação, aluguel de veículo e escritório, divulgação do mandato, entre outras despesas; equipe a serviço do gabinete parlamentar com até 25 funcionários; uso da residência oficial; assistência saúde e segurança pessoal.
Apesar dos direitos mantidos, a presidente afastada teve restrição de alguns outros, como o deslocamento de avião na ponte-aérea Brasília-Porto Alegre e suspensão por alguns dias da verba do cartão para gastos no palácio do Alvorada, por ordem de Michel Temer. Já Eduardo Cunha, não sofreu nenhuma restrição dos direitos até agora.
Em um ato na cidade de Porto Alegre, no dia 3 de junho, Dilma acusou Temer de querer impedir que ela viaje. Enquanto isso, o PSOL pede a restrição dos direitos de Cunha.
Fonte - Diário do Nordeste  12/06/2016

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

União Europeia e Suíça debatem hoje restrições à imigração

Internacional

A Comissão Europeia tinha anunciado, no dia do referendo, que ia avaliar as relações bilaterais com a Suíça devido às limitações. "A UE vai examinar as implicações dessa iniciativa nas relações UE-Suíça como um todo," informou a comissão em um comunicado emitido depois do resultado do referendo.

Agência Brasil
Com informações da Agência Lusa
EBC
Representantes da União Europeia (UE) e da Suíça se reúnem hoje (20) para debater o impacto do resultado do referendo suíço realizado no começo de fevereiro, quando mais de metade dos suíços aprovou a imposição de cotas para trabalhadores estrangeiros - o que foi criticado por membros da UE. A reunião desta quinta-feira ocorre a pedido da Suíça, com a presença do diretor-geral do Serviço Europeu de Ação Exterior, David O'Sullivan, e do secretário de Estado dos Assuntos Exteriores suíço, Yves Rossier.

A Comissão Europeia tinha anunciado, no dia do referendo, que ia avaliar as relações bilaterais com a Suíça devido às limitações. "A UE vai examinar as implicações dessa iniciativa nas relações UE-Suíça como um todo," informou a comissão em um comunicado emitido depois do resultado do referendo.

A proposta de limitar a entrada de cidadãos da UE foi feita pelo partido suíço de extrema direita, a União Democrática do Centro (UDC). A população da Suíça também aprovou o princípio da preferência pelo trabalhador nacional em detrimento do estrangeiro, o que estava abolido desde meados da década de 1990 para todos os trabalhadores de origem dos países membros da União Europeia.
Fonte - EBC  20/02/2013