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terça-feira, 30 de junho de 2015

Procon na Bahia cobra qualidade às empresas de ônibus urbanos

Transporte público

Procon notificou os três consórcios de empresas de ônibus que atuam na capital.Em um prazo de até 20 dias, estas empresas terão que apresentar informações sobre o estado dos veículos, que incluem condições de higiene, funcionamento de câmeras em toda a frota, saídas de emergência e presença de extintores de incêndio a bordo.

Alex de Paula - A Tarde
Edilson Lima - Ag. A TARDE
Em busca de melhores condições no transporte coletivo, a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-Bahia) notificou nesta segunda-feira, 29, os três consórcios de empresas de ônibus que atuam na capital.
Em um prazo de até 20 dias, estas empresas terão que apresentar informações sobre o estado dos veículos, que incluem condições de higiene, funcionamento de câmeras em toda a frota, saídas de emergência e presença de extintores de incêndio a bordo.
"A população está muito insatisfeita com o serviço. Uma das reclamações é a de que os ônibus são velhos e estão realizando apenas a pintura, para parecerem novos", assinalou o diretor de fiscalização do Procon, Iratan Vilas Boas.

Acompanhamento
Após a apresentação das informações, o Procon fará fiscalizações para verificar se os serviços estão de acordo com a qualidade necessária. Caso haja irregularidades, as empresas serão autuadas e estarão sujeitas à cobrança de multas de R$ 600 a R$ 6 milhões, a depender da irregularidade eventualmente apresentada.
Até esta segunda, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Salvador (Setps) não havia se pronunciado sobre o assunto.
Fonte - A Tarde  30/06/2015

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Agetransp mantém multas que somam mais de R$ 1 mi a concessionárias

Rio de Janeiro

O conselho diretor desta agência reguladora também manteve multa de R$ 41.889,15, aplicada à concessionária Supervia por um incidente ocorrido no dia 11 de agosto de 2010 - A Agetransp manteve a multa de R$ 868.474,96 para a Supervia no processo que apurou a qualidade do atendimento aos usuários durante incidente ocorrido no dia 22 de janeiro....

Jornal do Brasil

Em sessão regulatória realizada na tarde da última segunda-feira (7), o conselho diretor da Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro) decidiu não acatar os recursos e manter três multas aplicadas este ano às concessionárias Supervia e Metrô Rio, que somam R$ 1.199.305,49. Outras três penalidades foram aplicadas à concessionária Supervia, que, somadas, chegam a R$ 117.436,72, referentes a incidentes ocorridos em 2012 e 2013.
A Agetransp manteve a multa de R$ 868.474,96 para a Supervia no processo que apurou a qualidade do atendimento aos usuários durante incidente ocorrido no dia 22 de janeiro, quando um trem do ramal Saracuruna descarrilou nas proximidades da estação São Cristóvão, ocasionando quebra das estruturas de sustentação da rede aérea e de sinalização, com interrupção da circulação em todos os ramais, que durou mais de dez horas e teve reflexo em outros meios de transporte, como ônibus e metrô.
A concessionária alegou que os procedimentos de atendimento foram adequados; que houve ampla comunicação aos passageiros; e que o incidente foi imprevisto e inevitável. O conselho diretor da Agetransp considerou, no entanto, nota técnica da Catra (Câmara Técnica de Transportes e Rodovias) que apontou como causas da deficiência no atendimento aos usuários a insuficiência de treinamento dos agentes envolvidos, déficit de pessoal nas estações mais afetadas e gerenciamento inadequado do incidente com relação ao plano de contingência da concessionária.
O conselho diretor desta agência reguladora também manteve multa de R$ 41.889,15, aplicada à concessionária Supervia por um incidente ocorrido no dia 11 de agosto de 2010, com queda de rede aérea próxima ao pátio da estação Deodoro. Passageiros de um trem do ramal Japeri tiveram que desembarcar na via férrea e caminhar até a estação. O relatório da Catra constatou inconformidades nas manutenções preventivas e o incidente provocou impacto significativo na operação, uma vez que, do total de 32 trens em circulação no ramal, 11 circularam com atrasos. A concessionária alegou não ter responsabilidade sobre as causas do incidente.
A concessionária Metrô Rio também teve recurso não acatado e multa de R$ R$ 288.941,38 mantida. A penalidade é referente ao processo que apurou desacoplamento mecânico entre dois carros do metrô, ocasionando a paralisação da circulação dos trens da Linha 2 durante 90 minutos, na noite do dia 16 de janeiro deste ano, entre as estações de Irajá e Colégio. Análise da Catra constatou como causa do problema no engate mecânico o travamento da alavanca de desacoplamento manual do engate, devido a torque excessivo na montagem do parafuso pivotante da alavanca.
Mais três multas por incidentes no sistema ferroviário
Durante a sessão regulatória, a Supervia recebeu outras três multas. Uma delas, no valor de R$ R$ 39.145,57, é referente ao incidente com um trem no dia 26 de setembro de 2012, próximo à estação Engenho de Dentro. Relatório da Catra constatou que, na ocasião, houve quebra de pantógrafos, com desembarque de passageiros na via férrea. A análise verificou que "não foram observadas as evidências de revisões gerais executadas em três pantógrafos". Por causa do incidente, 57 composições circularam com atraso e outras cinco foram suprimidas.
Em outra decisão, o conselho diretor da Agetransp decidiu multar a concessionária no valor de R$ 39.145,58, por um descarrilamento ocorrido no dia 18 de março de 2013, próximo à estação São Cristóvão. Na ocasião, houve desembarque de passageiros na via férrea. O incidente causou impacto na operação, com duas composições suprimidas e 33 atrasos, sendo oito deles superior a 30 minutos. Relatório técnico da Catra constatou que "no local do descarrilamento, os dormentes e vigas de madeira apresentavam insuficiência no suporte às cargas atuantes, com ausência de fixação em alguns pontos e desnivelamento da via".
Outra multa no valor de R$ 39.145,57 foi aplicada à Supervia em decorrência de um problema com um travessão, equipamento que faz a troca de linha das composições, próximo à estação Campo Grande, no dia 25 de março de 2013. Relatório da Catra constatou que a causa do problema foi a falta de manutenção preventiva no banco de baterias de comando de chaves, que é acionado em caso de alguma irregularidade no fornecimento de energia para o equipamento. Na ocasião, 16 viagens foram realizadas com atraso e outras seis foram suprimidas.
Fonte - STEFZS 10/07/2014

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Comitê vai avaliar qualidade dos serviços na Copa

Copa 2014


A qualidade dos servi- ços, os preços e as tarifas, durante a Copa no Brasil, serão monitorados por um comitê interministerial criado por determinação da presidenta Dilma Rousseff e envolverá os ministérios envolvidos na organização do Mundial

Paulo Victor Chagas
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A qualidade dos serviços, os preços e as tarifas, durante a Copa do Mundo de 2014, serão monitorados por um comitê interministerial criado hoje (17) por determinação da presidenta Dilma Rousseff e envolverá os ministérios envolvidos na organização do evento esportivo.
A ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, que coordenará o comitê, se reuniu nesta quinta-feira com os representantes dos ministérios do Esporte, da Justiça, do Turismo, da Secretaria de Aviação Civil e de entidades de defesa do consumidor para tratar do assunto.
“Vamos utilizar todos os instrumentos à disposição do Estado para garantir a defesa dos direitos do consumidor, seja ele brasileiro ou estrangeiro”, disse a ministra por meio de nota divulgada pela Casa Civil. De acordo com Gleisi, o governo não pode interferir, por exemplo, nos valores das passagens aéreas, mas abusos não serão permitidos.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, terá atuação importante no comitê, que se reunirá pela primeira vez na próxima quinta-feira (24). De acordo com a Casa Civil, o ministro acionará o Conselho Administrativo de Defesa Econômica para fazer uma análise dos setores aéreo e hoteleiro, visando a identificar situações que levariam à inibição da concorrência.
"Nós vamos acompanhar preços, tarifas, avaliar a qualidade dos serviços prestados e buscaremos garantir aos turistas e brasileiros que acompanharão a copa uma situação acolhedora", disse Cardozo.
Segundo o ministro, o comitê fará um monitoramento para mapear possíveis abusos, que serão coibidos utilizando mecanismos previstos na legislação de defesa do consumidor. "A nossa lei prevê, para cada tipo de abuso, uma alternativa de ação. O governo vai atuar para fazer com que os preços sejam justos, sem exorbitâncias, e para coibir os abusos dentro da legislação que defende o consumidor", declarou.
O Ministério da Justiça também entrará em contato com os Procons das 12 cidades-sede do Mundial para fazer um diagnóstico detalhado dos preços e qualidades dos serviços prestados em hotéis, restaurantes, aeroportos e outros setores. A metodologia das avaliações e a periodicidade de encontro do comitê, no entanto, ainda não foram definidas.
Participaram da reunião com Gleisi Hoffmann os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo; do Turismo, Gastão Vieira; e da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, além dos presidentes da Embratur, Flávio Dino, e da Agência Nacional de Aviação Civil, Marcelo Guaranys, e do secretário executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes. No encontro da próxima semana, cada ministério ficou responsável por apresentar uma análise da sua área.
Fonte - Agência Brasil  17/10/2013