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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Governo do DF reformula projeto e quer levar VLT até o Noroeste

Transportes sobre trilhos  🚄

A linha do novo VLT sairá do Aeroporto JK em direção ao Terminal da Asa Sul, próximo à 1ª Delegacia de Polícia. O transporte seguirá pela W3 Sul e W3 Norte. Nesta fase inicial, os trilhos acabam no Noroeste.

Metrópoles 
foto - ilustração/arquivo
O Governo do Distrito Federal (GDF) decidiu retomar o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) dentro de uma parceria público-privada (PPP). Segundo o governador Ibaneis Rocha (MDB), o edital de licitação será lançado ainda no segundo semestre deste ano. A princípio, pelo menos 11 empresas manifestaram interesse no empreendimento.
De acordo com o governador, a iniciativa foi completamente remodelada. Nessa terça-feira (30/07/2019), o GDF assinou o distrato do projeto anterior com a Caixa Econômica Federal (CEF). A decisão foi tomada após a União negar pedido de reconsideração do governo local para devolver R$ 26 milhões, antes destinados ao VLT.
A linha do novo VLT sairá do Aeroporto JK em direção ao Terminal da Asa Sul, próximo à 1ª Delegacia de Polícia. O transporte seguirá pela W3 Sul e W3 Norte. Nesta fase inicial, os trilhos acabam no Noroeste. "É um projeto que precisa acontecer. Não aquele do passado", pontuou Ibaneis. Por enquanto, o governo não tem os valores consolidados. Pelo planejamento de Ibaneis, as obras do VLT começarão no início de 2020.
O governador contou os detalhes sobre o novo VLT e o pacote de privatizações do governo na tarde desta quarta-feira (31/07/2019), durante o 17º Fórum Latino Americano de Liderança em Infraestrutura, no Centro de Convenções Brasil 21. Na ocasião, também apresentou os planos de concessões para empresários.
Fonte - Revista Ferroviária  01/08/2019

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Governo do Distrito Federal assume operações de empresas de ônibus ligadas a ex-dono da Vasp

Transportes Públicos 

Alex Rodrigues
Repórter Agência Brasil
foto - ilustração
Brasília – O governo do Distrito Federal (GDF) assumiu o controle e a operação das empresas de ônibus Viação Planalto (Viplan), Lotáxi e Condor, controladas pela família do ex-dono da Vasp, Wagner Canhedo. Em conjunto, as três empresas detinham, até há poucos meses, o controle de 288 linhas, aproximadamente 30% do transporte coletivo do Distrito Federal. A estimativa de custo da decisão ainda não foi anunciada.
Considerada juridicamente pelo GDF como assunção, a iniciativa foi deflagrada hoje (23) e contou com apoio de policiais civis e militares e de funcionários do governo distrital. Com a intervenção, o GDF assumirá 214 linhas e 744 ônibus operados pelo Grupo Viplan. As outras 74 linhas antes operadas pelas três companhias já haviam sido assumidas por transportadoras selecionadas por meio de licitação pública feita como parte da reorganização do sistema de transporte público coletivo local.
Em nota, o GDF informa que a assunção não deverá exceder 60 dias, prazo em que os contratos dos funcionários do Grupo Viplan serão rescindidos pelo GDF para que os trabalhadores possam então ser contratados pelos novos operadores do sistema. A promessa do GDF é que, no mesmo período, todos os ônibus velhos serão substituídos por novos, conforme cronograma que já vinha sendo cumprido
Há quase dez meses, em operação semelhante, o GDF assumiu o controle de três empresas do Grupo Amaral (Viação Valmir Amaral, Rápido Veneza e Rápido Brasília), do ex-senador Valmir Amaral. Já na ocasião, o governador Agnelo Queiroz adiantou que o GDF poderia intervir em outras empresas de ônibus.
Nos dois casos, o GDF apontou as reclamações de passageiros e os maus serviços prestados pelas companhias para justificar a intervenção. Assim como no caso das transportadoras do Grupo Amaral, as operações das companhias da família Canhedo vão ser assumidas pela Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), empresa pública fundada em 1961. O governo também acusa o Grupo Viplan, que controla as três empresas, de dificultar a entrada em funcionamento do novo sistema de transporte público.
O GDF disse na nota que a decisão é uma demonstração da determinação do governo de “cumprir o compromisso de implementar um novo sistema de transporte público coletivo, moderno, eficiente, seguro e digno para a população do Distrito Federal”. Ainda segundo o GDF, por mais de 40 anos, o Grupo Viplan operou sob o regime de contratos precários, sem a devida fiscalização e com prejuízos para a população, obrigada a esperar por horas em paradas de ônibus ou a viajar em veículos precários e desconfortáveis que, muitas vezes, quebram durante o trajeto.
Em rápido pronunciamento à imprensa, Agnelo Queiroz garantiu que os motoristas e cobradores do Grupo Viplan não vão ser prejudicados, pois serão contratados pela empresa que substituir em caráter definitivo a Viação Planalto (Viplan), a Lotáxi e a Condor. Também participaram da coletiva o vice-governador, Tadeu Filippelli, o secretário de Transportes, José Walter Vazquez Filho, e o presidente da TCB, Carlos Alberto Koch.
Procurado pela Agência Brasil, o Grupo Viplan informou pela assessoria que não vai se pronunciar.
Fonte - Agência Brasil  23/12/2013 

sábado, 12 de outubro de 2013

Expansão metroviária do DF é apresentada em encontro nacional

Metrô

Portal do Distrito Federal
foto - ilustração
Os projetos do GDF para expansão metroviária, no Distrito Federal, foram apresentados hoje, durante o encerramento do "19º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito", que começou nesta terça-feira (8) com representantes de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
De acordo com a diretora-presidente do Metro, Ivelise Longhi, entre as ações debatidos estavam a expansão da Linha 1 do Metrô-DF, que agregará mais 7,5km de via, com duas novas estações em Ceilândia, duas em Samambaia e uma na Asa Norte.
"Este projeto não se restringe apenas à expansão, mas também à modernização de todo o sistema. Nós precisamos aprimorar o nosso sistema para atender melhor à sociedade", afirmou a diretora-presidente, ao informar que a expansão está em fase de projeto básico e executivo para lançamento da licitação.
Longhi também apresentou a Linha 1 do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Brasília, que está em fase de pré-qualificação das empresas interessadas em participar da concorrência pública.
"Todas essas melhorias têm como objetivo oferecer um transporte à altura da capital do país, para que possamos ter uma mobilidade que seja referência para todo o Brasil", destacou a diretora-presidente.
MODELO – No primeiro dia do congresso, estudantes, engenheiros e funcionários de outros sistemas de transportes públicos brasileiros foram conhecer o Centro de Controle Operacional (CCO) e o Pátio de Manutenção da Companhia que administra o Metrô de Brasília.
Eles embarcaram na estação Central e viajaram de metrô até Águas Claras, onde foram recebidos pela diretora-presidente, Ivelise Longhi, no auditório do Complexo Administrativo e Operacional (CAO).
Ivelise deu as boas vindas e fez uma breve contextualização histórica da criação e construção do Metrô-DF. "O traçado original do Metrô-DF surgiu em 1977, quando se percebeu que a cidade estava crescendo principalmente no eixo sudoeste, hoje a região mais densa", disse.
Em seguida, o controlador de operação, Gauss Fontes, fez uma apresentação sobre a operação metroviária. Ele explicou que após o último passageiro desembarcar, por volta das zero horas, começa uma nova jornada de manutenção noturna.
"O Metrô-DF funciona 24h por dia, apesar de a operação comercial ser das 6h às 23h30". Depois da apresentação, eles seguiram para o CCO e para o Pátio de Manutenção.
CONGRESSO - O evento, promovido bienalmente pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), teve como objetivo debater os rumos para a mobilidade urbana do país.
Nesta 19ª edição, o congresso tratou sobre Mobilidade Urbana para Cidades Sustentáveis, que se desdobrou em três eixos: planos de mobilidade urbana nas cidades brasileiras, segurança viária e redução dos acidentes, meio ambiente e matriz energética.
Fonte -  Abifer  12/10/2013

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

VLT Brasília é incluído no PAC Mobilidade

Correio Braziliense 11/10/2012
Foto ilustração

A construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) foi incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Grandes Cidades, lançado pelo governo federal em abril deste ano. A medida permitirá que o GDF retome, no primeiro semestre de 2013, as obras paralisadas há dois anos. O VLT não vai ficar pronto para a Copa do Mundo de 2014, mas o GDF espera concluir pelo menos a primeira etapa do projeto — o trecho que ligará o aeroporto ao terminal da Asa Sul — ainda em 2015.
A grande vantagem de ter o VLT incluído no PAC é poder realizar o projeto com o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) e, assim, reduzir a burocracia, agilizar a licitação e dar rapidez à obra. O RDC permite que as empresas interessadas em participar de concorrências públicas apresentem lances sem saber quanto o governo estima pagar pelo projeto. Outras inovações do regime são a inversão de fases da licitação, com a abertura das propostas feita antes da análise dos documentos jurídicos, a possibilidade de realização de lances e a preferência pela modalidade eletrônica.
Fonte - Revista Ferroviária  11/10/2012