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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Alstom-Bombardier fornecerão novos trens MI09 para Paris

Transportes sobre trilhos

Os novos trens que serão entregues durante o ano de 2017, vão operar na linha RER A, que transporta 1,2 milhões de passageiros por dia, tornando-a a mais movimentada linha regional na Europa. 

RF
foto - ilustração/jornalggn
STIF encomendou mais dez trens MI09 de dois andares ao consórcio Alstom-Bombardier. O valor total do contrato é de € 150 milhões, incluindo € 95 milhões para a Alstom. Esta ordem refere-se a uma opção de compra em um contrato adjudicado ao consórcio Alstom-Bombardier em 2009. Os novos trens - que serão entregues durante o ano de 2017 – vão operar na linha RER A, que transporta 1,2 milhões de passageiros por dia, tornando-a a mais movimentada linha regional na Europa. A nova encomenda visa reforçar o desempenho da linha, aumentando a capacidade de trens e frequências. Isso complementa as operações que estão relacionados com um plano mestre de desempenho que está sendo realizado na linha.
O MI09 é o único trem capaz de absorver um fluxo de mais de um milhão de passageiros por dia, permitindo RATP para suavizar o tráfego em sua rede. Foi dada prioridade não só à capacidade, mas também a tração, desempenho e conforto dos passageiros, diz Ana Giros, vice-Presidente Sênior da Alstom Transport France.
Cada trem MI09 pode transportar até 1.725 pessoas, a uma velocidade máxima de 120 km / h. Os 110 metros de trem são compostos por cinco carros, cada um com três portas largas de cada lado para otimizar o fluxo de passageiros nas estações. Seu sistema de travagem eléctrica de alta performance reduz o consumo de energia do trem. Possui ligação Wi-Fi que transmite parâmetros de funcionamento para o trem, o que torna possível antecipar as operações de manutenção e garantir um serviço confiável.
Os trens MI09 são projetados e construídos na França, no complexo industrial da Alstom em Valenciennes. As outras cinco unidades da Alstom envolvidas são a Ornans para os motores de tração, Le Creusot para os truques, Tarbes para o equipamento de tração, Petit Quevilly para os transformadores de tração e Villeurbanne para os sistemas de computador de bordo.
Os trens MI09 já encomendados e atualmente em serviço na linha RER A já percorreram mais de 19 milhões de quilômetros.
Fonte - Revista Ferroviária  12/02/2015

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Presença francesa cada vez mais importante no Salão InnoTrans

Transportes sobre trilhos

Por ocasião da 10ª edição do InnoTrans, salão líder internacional em engenharia e transportes ferroviários, a França estará mais uma vez amplamente representada.

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São efetivamente mais de 100 empresas que estarão expondo no Pavilhão França e outras 80 empresas como expositores individuais que completarão a representação francesa. Com uma área de 1.200 m² e distribuídos pelos três 3 halls, este pavilhão é organizado pela UBIFRANCE, Agência para o desenvolvimento internacional das empresas. Três expositores aproveitarão mais especificamente da notoriedade, patrocinando o pavilhão Ubifance: CENTRALP, especialista em eletrônica e softwares embarcados, SCOMA, projetista e fabricante de peças de segurança, bem como LEROY AUTOMATION, especializada em automatismo ferroviário.
Fer de France será parceira do pavilhão França nesta edição. Criada em 2012, a Fer de France é uma jovem estrutura que agrega todos os atores públicos e privados do setor ferroviário: poder público, autoridades organizadoras, operadoras do transporte de passageiros e cargas, gestores de infraestruturas, indústrias e empresas de engenharia. Seus membros são: Alstom, ARF Eurotunnel, FIF, GART, Ministério francês dos Transportes, RATP, RFF, SNCF, Syntec-Ingénierie e UTP. A Fer de France representa mais de 30 bilhões de faturamento ferroviário estimado e aproximadamente 340.000 postos de trabalho. A Fer de France é presidida desde 24 de setembro de 2013 por Pierre Mongin, também Presidente da RATP.
InnoTrans, evento bienal que ocorre na cidade de Berlim, associa tradicionalmente exposição ao ar livre, salão e convenção em uma área total de 140.000 m². Único em seu gênero, este evento seduz um número cada vez maior de visitantes de uma edição para outra. Em 2012, 2.515 expositores originários de 49 países, atraíram mais de 126.000 visitantes profissionais. O salão gerou um total de 1,8 bilhão de euros em transações em 2012. Este ano, o número de expositores do pavilhão França estará em alta de 11% em relação à edição anterior.
7 regiões francesas estarão representadas no pavilhão França: Alsácia, Borgonha, Centre, Pays de la Loire, Midi-Pyrénées, Nord-Pas-de-Calais e Picardie. As Câmaras de Comércio e Indústria da Alsácia e da Borgonha, a Agência de Promoção da região Centre, bem como os clusters presentes (Northern France Rail, Neopolia Rail, MecateamCluster, Mipyrail) darão um apanhado representativo da indústria ferroviária francesa. Os equipamentos presentes no pavilhão França englobarão todas as categorias da cadeia produtiva: Infraestrutura, material rodante, reforma de veículos, sistemas eletrônicos embarcados a bordo dos trens, componentes mecânicos para o material rodante, informações aos passageiros e emissão de bilhetes, empresas de transporte público de passageiros, engenharia e testing ferroviário.
A partir de agora, os profissionais estrangeiros já podem conhecer o incontestável know-how do segmento ferroviário francês que representa um polo de excelência e desfruta de uma notoriedade mundialmente reconhecida, através do portal de divulgação internacional da oferta ferroviária francesa: www.french-rail-industry.com. Desenvolvido em parceria com a Fer de France, este site em língua inglesa promove este setor de atividade como um todo, lista algumas realizações marcantes das empresas francesas no exterior, bem como os principais eventos do ano nos quais o setor estará presente. Uma página específica InnoTrans permitirá acessar a lista de expositores do pavilhão França, bem como sua localização. O site também é composto por uma vitrine dos atores franceses do segmento e permite aos executivos estrangeiros consultar o perfil das empresas francesas de sua escolha e contatá-las diretamente graças a um espaço dedicado aos contatos.
A especialização dos expositores franceses, suas competências tecnológicas e sua capacidade de inovação permitem que a indústria ferroviária francesa seja reconhecida internacionalmente e se posicione em 3º lugar em termos mundiais. Na Europa, o segmento ferroviário francês, que conta com 1.500 empresas e um faturamento de mais de 4 bilhões de euros – sendo 1/4 em exportações – ocupa o 2º lugar, atrás da Alemanha. As inovações francesas estarão presentes nos Halls 26b, 11.2 e 3.2. Não deixe de conhecê-las!
Fonte - STEFZS 21/07/2014

quarta-feira, 21 de maio de 2014

SNCF compra 341 trens mais largos que plataformas

Internacional

O problema foi revelado pela publicação francesa Le Canard enchaîné, que informou que 2 mil trens com o problema foram comprados por 15 bilhões de euros (R$ 45,6 bilhões) .

BBC Brasil
foto ilustração - Pregopontocom
A empresa de trem francesa SNCF cometeu um erro que vai custar dezenas de milhões de euros ao comprar 341 trens mais largos do que suas plataformas.
Por causa do equívoco, 1.300 estações terão que ser alargadas, a um custo de pelo menos 50 milhões de euros (R$ 152 milhões).
O problema foi revelado pela publicação francesa Le Canard enchaîné, que informou que 2 mil trens com o problema foram comprados por 15 bilhões de euros (R$ 45,6 bilhões) .
A SNCF, porém, disse que o erro afetou na verdade 341 trens, sem especificar quanto custaram.
As informações são de que o equívoco aconteceu porque o operador nacional do sistema ferroviário, RFF, deu as dimensões erradas para a empresa de trem SNCF.
Segundo o correspondente da BBC em Paris Christian Fraser, eles mediram as plataformas construídas há menos de 30 anos, sem atentar para o fato de que muitas das plataformas regionais da França foram construídas há mais de 50 anos, quando os trens eram um pouco mais estreitos.
Um porta-voz da RFF confirmou ter "descoberto o problema um pouco tarde".
O ministro dos Transportes, Frederic Cuvillier, culpou um "sistema ferroviário absurdo" pelo problema.
"Quando você separa o operador ferroviário da companhia de trem, isso é o que acontece", disse.
Fonte - Revista Ferroviária   21/05/2014

COMENTÁRIO Pregopontocom
Isso foi na França.....sem comentários.