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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Ferrovia do Corcovado comemora 135 anos com quarta geração de trens

Turismo/Ferroviário  🚃

Pioneira em diversos momentos da história ferroviária brasileira, a linha inaugurada pelo imperador Pedro II comemora 135 anos nesta quarta-feira, duplicando sua capacidade de passageiros por hora, que chegará a 600.Os trens foram adquiridos com investimentos de cerca de R$ 200 milhões da concessionária Trem do Corcovado, que comprou as composições da empresa suíça Stadler Rail.

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil

Tomaz Silva/Agência Brasil
Depois de 40 anos, começa a operar hoje (9) no Rio de Janeiro a quarta geração de trens que atravessa a Estrada de Ferro do Corcovado, levando cariocas e visitantes ao ponto turístico mais famoso do Brasil: o Cristo Redentor. Pioneira em diversos momentos da história ferroviária brasileira, a linha inaugurada pelo imperador Pedro II comemora 135 anos nesta quarta-feira, duplicando sua capacidade de passageiros por hora, que chegará a 600.
Os trens foram adquiridos com investimentos de cerca de R$ 200 milhões da concessionária Trem do Corcovado, que comprou as composições da empresa suíça Stadler Rail. O país europeu fabricou todas as quatro gerações que operaram na estrada de ferro, já que é detentor da tecnologia de trens de montanha utilizada em estações de esqui nos Alpes.
Segundo o presidente da concessionária, Sávio Neves, os novos trens foram produzidos sob medida para os 3,8 mil metros da Estrada de Ferro, "como se fosse o terno em um alfaiate". "Esse trem incorpora toda a tecnologia da engenharia ferroviária dos últimos 40 anos, então, ele é mais econômico. Tem 75% de economia em energia elétrica, é mais confortável e espaçoso."
A primeira geração de trens do Corcovado, inaugurada em 1884, foi a primeira estrada de ferro turística do Brasil. Já a segunda geração, que começou a operar em 1910, foi o primeiro serviço de trens elétricos do país e contribuiu na construção do Cristo Redentor, entre 1922 e 1931. A terceira geração, que começou a operar em 1979, chegou a transportar uma média 800 mil passageiros por ano nos últimos anos. Em dias de pico, os trens chegam a transportar 7 mil pessoas para o Corcovado.

Passeio bucólico
Apesar do aumento da velocidade máxima, as composições vão continuar a fazer o passeio em 20 minutos, para manter "o ar bucólico" da subida em meio à Mata Atlântica do Parque Nacional da Tijuca. O aumento da capacidade também não significa que haverá duas vezes mais lotação no Cristo Redentor, diz Sávio Neves. "Vamos conseguir dobrar a capacidade de transporte, mas não quer dizer que teremos o dobro de passageiros. As filas vão diminuir." De acordo com Neves, dos 365 dias do ano, 60 têm movimento: carnaval, Semana Santa, réveillon. "Os outros são muito tranquilos. Nesses 60 dias, com essa capacidade maior, vamos ter mais conforto para oferecer."
Os novos trens terão espaço para transportar bicicletas, o que a concessionária espera que seja um estímulo para que cariocas utilizem o serviço para subir e pedalar no alto da Floresta da Tijuca. As composições também devem ser mais acessíveis, já que foram concebidas com espaço para cadeiras de rodas. As anteriores também tinham esse espaço, mas ele era adaptado.
As negociações para a compra começaram há 12 anos, e atravessaram momentos de euforia com a visibilidade trazida pelos grandes eventos sediados pelo Rio, e de frustração, com a crise que se abateu sobre o estado nos últimos anos. Sávio Neves avalia que os trens comprados foram um investimento de longo prazo, para os próximos 50 anos. "Essa estrada de ferro está fazendo 135 anos. A gente não está pensando em curto prazo, ou em um problema pontual de cinco ou 10 anos. Esse trem que está se aposentando agora durou 40 anos. É um ciclo de vida" Para Neves, a nova tecnologia vai ter vida útil de pelo menos 50 anos.
O aniversário da estrada de ferro será comemorado hoje com uma missa às 10h. Às 10h30, será cortado um bolo e cantado o parabéns, e, às 16h, haverá o hasteamento das bandeiras do Brasil e da Suíça.
Fonte - Agência Brasil  09/10/2019

terça-feira, 10 de julho de 2018

Passeio de trem entre Tubarão e Laguna(SC) ocorrerá no dia 19 do próximo mês

Turismo Ferroviário  🚄🚃🚃🚃

Os visitantes terão a experiência de viajar na locomotiva a vapor entre Tubarão e Laguna em Santa Catarina,sobre os trilhos instalados na região em 1884 e apreciar cenários de montanhas, campos, cidades, praias e lagoas ao longo do trajeto. Passear de trem foi talvez, a maneira mais comum de viagem durante muitos anos, e ainda é em alguns países.

NotiSul
fonte - Abifer
Um passeio único e que deslumbra as belezas naturais do Estado, assim é considerado pelos organizadores, o 1º Trem Rubi de Inverno, que ocorrerá no dia 19 do mês que vem. O evento será uma oportunidade para quem quiser conhecer ou ainda, reviver a época das estradas de ferro. O percurso será de ida e volta entre Tubarão e Laguna. É uma maneira diferente de conhecer um pouco de Santa Catarina e suas belezas.
Os visitantes terão a experiência de viajar na locomotiva a vapor sobre os trilhos instalados na região em 1884 e apreciar cenários de montanhas, campos, cidades, praias e lagoas ao longo do trajeto. Passear de trem foi talvez, a maneira mais comum de viagem durante muitos anos, e ainda é em alguns países.
Essa prática já não é mais tão popular no Brasil. No entanto, em muitas cidades do Estado e do país são promovidos estes passeios. O embarque do dia 19 do próximo mês, será a partir das 13h, com saída prevista para as 13h30min da estação do Museu Ferroviário de Tubarão e retorno às 17h30. O valor do passeio é de R$ 120 para pessoas acima de 11 anos, crianças de 6 a 10 anos o montante é de R$90 e menores de 5 anos não pagam. Está incluso no valor: a visita ao museu ferroviário, passagem de trem ida e volta, degustação de vinho na estação, café colonial em Laguna, cartucho de amendoim doce e gaiteiro nos vagões.
Conforme o voluntário do museu e um dos organizadores da ação, Jefferson Vitorino, o passeio é uma ação cultural e turística do museu, que visa a preservação da memória ferroviária. “São esses passeios que mantém o museu, as manutenções nos vagões e locomotivas. São as vendas do bilhetes que conserva essa famosa atração turística de Tubarão em funcionamento. Não tem dinheiro público. O trem está nos trilhos hoje, graças às pessoas que adquirem as passagens. Quando você compra uma passagem, não vai apenas fazer um passeio de trem. Mas está contribuindo com a preservação da memória ferroviária”, assegura.
A viagem tem por objetivo reproduzir a experiência dos antigos trens que percorriam diariamente os trilhos da Estrada de Ferro Dona Tereza Cristina até a década de 1960. Neste passeio o comboio será formado por uma histórica locomotiva a vapor, a rubi com vagões de madeira datados da primeira metade do século 20. A inauguração da estrada de ferro ocorreu em 1º de setembro de 1884 na Cidade Azul , com grande festa. O nome, Thereza Cristina, foi uma homenagem à esposa do então imperador do Brasil Dom Pedro 2º.
Fonte - Abifer  10/07/2018

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Novo passeio de trem ligará Minas Gerais ao Rio de Janeiro

Turismo ferroviário  🚄🚃🚃🚃

A ideia do roteiro surgiu em 2015 para retomar a antiga linha de trem de passageiros entre Cataguases (MG) e Três Rios (RJ), desativada na década de 1970. No caminho também estarão ações nos municípios mineiros de Leopoldina, Recreio, Volta Grande, Além Paraíba e Chiador e o fluminense Sapucaia.

Gazeta do Povo - RF
foto - ilustração/Amigos do Trem
Um roteiro turístico de cerca de 170 quilômetros, que ligará oito cidades entre os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro deve ser inaugurado no segundo semestre: o Trem Rio-Minas. A estrada de ferro é utilizada atualmente para escoar a produção mineral da região.
A ideia do roteiro surgiu em 2015 para retomar a antiga linha de trem de passageiros entre Cataguases (MG) e Três Rios (RJ), desativada na década de 1970. No caminho também estarão ações nos municípios mineiros de Leopoldina, Recreio, Volta Grande, Além Paraíba e Chiador e o fluminense Sapucaia.
De acordo Paulo Henrique Nascimento, idealizador do passeio e presidente da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Amigos do Trem, as composições poderão transportar até 850 passageiros por dia de funcionamento, nos dois sentidos da ferrovia. “Elas vão partir simultaneamente de Cataguases e Três Rios, e os turistas poderão fazer o trajeto completo ou trocar de trem no meio do caminho”, explica.

Natureza preservada
O passeio no Trem Rio-Minas pretende ser um resgate da história ferroviária brasileira. Ao longo do trajeto, que poderá ser percorrido em quase quatro horas, os passageiros poderão parar em estações que pertenciam à Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA) e que estão sendo revitalizadas pelas prefeituras. Há também um importante trecho da Zona da Mata mineira, de natureza preservada.
A proposta dos idealizadores é aquecer o apelo turístico da região. “No entanto, a gente ainda está na fase de negociação com a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) e a concessionária Ferrovia Centro Atlântica, mais por questões burocráticas mesmo”, diz Paulo Henrique.

Investimento
Todo o passeio será feito em 15 vagões que pertenciam à Companhia Vale do Rio Doce, comprados em 2015 e revitalizados ao custo de R$ 1 milhão. Eles serão divididos em classes econômica e executiva e terão restaurante, lanchonete, espaço para eventos e acessibilidade para deficientes.
Paulo Henrique Nascimento conta que o trem Rio-Minas vai manter o patrimônio preservado e “gerar cerca de 500 empregos diretos e indiretos”. No entorno da ferrovia moram cerca de 9 mil pessoas.
O trem será operado apenas nos finais de semana e feriados com bilhetes vendidos em torno de R$ 100. No entanto, ainda não há previsão de quando inicia o passeio.
De acordo com o Ministério do Turismo, o Brasil possui atualmente mais de 30 trens turísticos em operação, entre eles o que liga Curitiba a Morretes e que teve a frequência diminuída para apenas os fins de semana durante a baixa temporada.
Fonte - Revista Ferroviária  26/06/2018 - (http:// www. revistaferroviaria. com.br/)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Passeio de Maria Fumaça atrai turistas para a histórica São João del Rei

Turismo ferroviário

Os visitantes se divertem nos 12 km de travessia entre os destinos, com uma viagem de 45 minutos de pura apreciação das diversidades ecológicas e belas paisagens que rodeiam a região e até hoje preservam a arquitetura do século XIX. A Maria Fumaça de São João del Rei é a mais antiga em operação no Brasil, e talvez por isso desperte tanta curiosidade.

Folha Vitória 

No Sudeste de Minas Gerais encontram-se dois grandes pólos turísticos: Tiradentes e São João del Rei. Mesclando um pouco de modernidade com as antigas tradições, a cidade de São João del Rei atrai turistas que desejam além de se divertir ter um conhecimento cultural mais abrangentes em relação as histórias que o local oferece.
Logo no centro da cidade é possível encontrar a antiga Estação Ferroviária da Estrada de Ferro Oeste de Minas (EFOM), inaugurada em 1881 também pelo imperador D. Pedro II. Nela, não somente construíram-se grandes histórias, como também é o local de onde ainda partem os tradicionais passeios de Maria Fumaça até a histórica cidade de Tiradentes.
Os visitantes se divertem nos 12 km de travessia entre os destinos, com uma viagem de 45 minutos de pura apreciação das diversidades ecológicas e belas paisagens que rodeiam a região e até hoje preservam a arquitetura do século XIX. A Maria Fumaça de São João del Rei é a mais antiga em operação no Brasil, e talvez por isso desperte tanta curiosidade.
A famosa locomotiva a vapor parte todas as sextas e sábados, às 10h e às 15h, e de domingos também às 10h e às 13h. Os valores só para ida são de R$ 40, e ida e volta R$ 56, sendo que crianças de 6 a 12 anos, estudantes e pessoas acima de 60 com a apresentação de documentos, ganham desconto de 50%, com o direito a meia entrada.
Na Estação da Avenida Hermílio Alves, 366, também encontra-se o Museu Ferroviário, com um acervo que apresenta maquinário, fotos históricas e outras locomotivas, que tanto quanto as viagens, agradam turistas e inclusive moradores locais durante todo o ano. O Museu funciona de quarta a sábado das 9h às 11h, 13h às 17h, e aos domingos das 9h às 13h.
Seja pelo simples apito do trem que empolga as crianças ou pela vista para a Serra de São José que impressiona a jovens e adultos, o passeio vale a pena e na maioria das vezes faz com que o visitante sinta que está voltando no tempo. Para maiores informações sobre pousadas em São João Del Rei acesse http://www.roteirodeturismo.com.br/hoteis-e-pousadas/minas-gerais/sao-joao-del-rei/.
Fonte - STEFZS  05/02/2015

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Sobre trilhos pelo Brasil

Transportes sobre trilhos

“O passeio de trem tem como diferencial a atmosfera nostálgica. As pessoas que fazem sempre têm uma relação histórica com o trem, seja um avô que foi ferroviário, seja por ter utilizado o transporte na infância ou mesmo por curiosidade”, diz o gerente.

Jornal A Cidade
foto - ilustração
As viagens turísticas de trem pela Europa são uma tradição, mas no Brasil também há belos roteiros para se desfrutar sobre trilhos, em que as paisagens e a história se revelam de forma peculiar.
“O passeio de trem tem como diferencial a atmosfera nostálgica. As pessoas que fazem sempre têm uma relação histórica com o trem, seja um avô que foi ferroviário, seja por ter utilizado o transporte na infância ou mesmo por curiosidade”, diz o gerente.
Os passeios mostram a diversidade cultural do Brasil e alguns deles são regados a música típica local. Em ferrovias centenárias, mas com maquinário moderno, seja em Marias Fumaças ou trens atuais, de vagões standard, turísticos ou luxuosos com decoração de época, eles remetem a épocas em que esse era o único meio de transporte.
“No País existem grandes roteiros de trem e a procura cresce a cada ano. Na região Capixaba se vê as tradições das colônias portuguesas, espanholas e italianas; em Curitiba a riqueza da paisagem da Serra do Mar; no Pantanal a cultura indígena; no Rio Grande do Sul a cultura do vinho; e em São João Del Rei a história do País. Essas atrações fazem com que os turistas se encantem com os passeios de trem”, comenta Rogério Nunes, gerente da Serra Verde Express.
Pontos turísticos e receptivos em todos os roteiros enriquecem a viagem, seja pela gastronomia típica da região, natureza exuberante ou arquitetura de época das cidades.
“Embora não haja uma forte cultura turística de trens no País, é um produto mundial muito bem visto, com muitos estrangeiros explorando os nossos passeios, e os brasileiros também já se encantaram”, analisa Nunes.
Uma das mais consagradas rotas turísticas ferroviárias do País é o Trem da Serra do Mar, que proporciona ao passageiro um cenário de uma porção quase intocada da Mata Atlântica, com montanhas, túneis, pontes e picos que ligam a cidade de Curitiba ao litoral de Estado. Por ano, cerca de 200 mil pessoas desfrutam do passeio.
Os encantos do trem da Serra do Mar
Saindo da estação Ferroviária de Curitiba o trem percorre 74 km em 3h até chegar à histórica cidade de Morretes. No percurso estão o conjunto montanhoso do Marumbi, a Cascata Véu de Noiva e a Ponte São João, construída em aço. Nela se passa por um vão livre de 110 metros de altura, onde se tem a sensação de estar sobrevoando um abismo.
“A descida da Serra do Mar tem uma natureza grandiosa com as montanhas que compõem a cordilheira e cachoeiras. Há atrativos de ambos os lados, além da própria estrada de ferro, construída entre rochas e com vários túneis. E o passeio se transforma em uma festa ao passar pelo túnel. São quase três minutos no escuro, quando todos se emocionam e gritam”, detalha Nunes.
Com a chegada a Morretes, o passeio ganha status gastronômico, com um tradicional almoço com o famoso “barreado”, prato típico da culinária local. Trazido pelos portugueses, no século 18, é preparado com pedaços de carne vermelha e toucinho e cozido por cerca de 12h em panela de barro vedada e enterrada no solo.
O turista ainda tem a oportunidade de conhecer um pouco da cidade, com seus casarões e igrejas do século 18.
A parada seguinte é em Antonina, fundada em 1714 e que teve seu Centro Histórico tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), em 2012. O município é famoso por sediar o mais badalado Carnaval do Paraná e manter viva a tradição das serestas.
Até o retorno da viagem surpreende o turista, por ser feita pela Estrada da Graciosa, que era usada pelos tropeiros no século 19. Um dos símbolos do Estado, sua fauna e flora a levaram a ser declarada área de reserva da Biosfera pela Unesco, em 1993. Como o passeio termina no final da tarde, a última paisagem admirada é o pôr do sol.
Uma viagem noturna com glamour
E o Paraná reserva aos amantes das ferrovias a Litorina de Luxo, eleita pelo “The Wall Street Journal” como um dos três passeios sobre trilhos mais interessantes do mundo. De Curitiba a Piraquara, percorrendo a centenária estrada de ferro à noite, considerada umas das cem obras de engenharia mais importantes do Brasil, o passeio inclui um jantar e a visita a uma antiga estação de trem.
“A decoração de época dos vagões, o serviço com champagne e um requintado jantar com comida contemporânea, em noites de inverno ou de luar, é um passeio extremamente romântico”, define Nunes.
Ares europeus nas Montanhas Capixabas
Na região Serrana do Espírito Santo, as exuberantes Montanhas Capixabas permitem um belo passeio de trem pela ferrovia centenária, que expõe um belo cenário bucólico. Em 48 km de trilhos, o trem passa pelas pequenas e encantadoras cidades de Viana, Domingos Martins, Marechal Floriano, Araguaya e suas estações históricas.
O passeio começa em Viana, a pouco mais de 20 km de Vitória.
Uma marca do roteiro é a subida de mais de 500 metros de altitude até à Estação de Araguaya. As exuberantes fauna e flora típicas da Mata Atlântica cobrem a serra em um percurso no qual se atravessa pontes, túneis naturais e se vislumbra cachoeiras.
“A região tem cultura europeia muito presente, várias chácaras de hortaliças e pousadas nos arredores que enriquecem o passeio. No trajeto, ao subir a montanha, se consegue acompanhar a exuberância da região, as plantações de café e a diversidade das estações pelas quais se passa”, explica Nunes.
O primeiro ponto de parada é a cidade Domingos Martins, em meio às montanhas e cercada por rios e picos, que encanta seus visitantes pelos traços da colonização europeia – alemã, polonesa e italiana -, característica que lhe rendeu o título de cidade mais românticas do Brasil.
O trem segue para a “cidade das orquídeas”, Marechal Floriano, com suas inúmeras cachoeiras, e termina no vilarejo italiano de Araguaya, com suas admiráveis construções do século passado.
Fonte - Revista Ferroviária  31/08/2014