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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Passeio Técnico pela Linha 5 – Lilás do Metrô de SP

Transportes sobre trilhos  🚇

No dia 16 de Outubro, numa tarde agradável, três amigos de longa data, amantes do Metrô, Plinio Assmann, o mais pioneiro e ilustre dos metroviários, Tadashi Nakagawa e minha humilde pessoa, Peter Alouche, três engenheiros que foram, em grande parte, e dentre muitos outros, responsáveis pela concepção das tecnologias do Metrô, decidimos empreender uma visita de “inspeção” à linha 5-Lilás, que acabava de inaugurar três de suas 17 estações

Diário do Transporte - RF
foto - ilustração/SkyscraperCity
Três amigos amantes do Metrô de São Paulo, integrantes do grupo que implantou a primeira linha do metrô paulistano – a Linha Azul -, Plinio Assmann (presidente na época), e os engenheiros Tadashi Nakagawa e Peter Alouche, decidiram empreender uma visita de “inspeção” à linha 5-Lilás, que acabava de inaugurar três de suas 17 estações. Uma visita,escreve Peter Alouche, “como nos bons velhos tempos…”
No dia 16 de Outubro, numa tarde agradável, três amigos de longa data, amantes do Metrô, Plinio Assmann, o mais pioneiro e ilustre dos metroviários, Tadashi Nakagawa e minha humilde pessoa, Peter Alouche, três engenheiros que foram, em grande parte, e dentre muitos outros, responsáveis pela concepção das tecnologias do Metrô, decidimos empreender uma visita de “inspeção” à linha 5-Lilás, que acabava de inaugurar três de suas 17 estações. Uma visita, como nos bons velhos tempos…
Este passeio começou com um belo almoço e uma conversa rápida sobre o roteiro da viagem, no Restaurante japonês Shigue, no Paraíso, onde somos “habitués”. Queríamos na realidade “vistoriar” três estações recém-inauguradas: Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klabin e verificar o desempenho da Concessionária Via Mobilidade, que assumiu toda a operação da linha, de Capão Redondo a Chácara Klabin. Também nos interessava verificar a qualidade da integração da Linha 5 com a Linha 1-Azul na Estação Santa Cruz e com a linha 2- Verde na estação Chácara Klabin, visto o imenso fluxo de usuários previsto.
Começamos a maratona na estação Paraíso em direção a Santa Cruz. Tudo perfeito como sempre, na linha operada pelo Metro estatal, embora não notamos ainda nos corredores e mezanino da Linha 1, a renovação publicitária, prometida pela empresa francesa JCDecaux.
A passagem da Linha 1 para a Linha 5 nos impressionou pelo contraste impactante, entre a simplicidade da estação do lado da linha Azul e a grandiosidade do lado da Linha Lilás. De fato, a arquitetura monumental da nova estação Santa Cruz precisou de muita criatividade para sua concepção e apresentou grandes desafios na sua construção, especialmente na interligação entre as 2 linhas, devido às condicionantes do traçado e à ocupação do solo na superfície. A estação passa por debaixo de um sistema viário denso, um grande centro comercial, um terminal de ônibus congestionado, além da própria estação da linha 1. Foi necessário que se construísse a estação por meio de túneis que passam sob o conjunto das edificações e do viário, escavados em condições de contorno especiais. Para isso foi necessária muita criatividade da engenharia e da geotecnologia dos metroviários como das empresas brasileiras contratadas.
As Estações da Linha 5 são bem profundas e por isso são equipadas com muitas escadas rolantes e elevadores: a Estação Santa Cruz tem seis elevadores e 43 escadas rolantes; a Estação Chácara Klabin, que se interliga à Linha 2-Verde, tem três elevadores e 18 escadas rolantes; e a estação Hospital São Paulo, localizada na rua Pedro de Toledo. na Vila Clementino, tem quatro elevadores e 17 escadas rolantes. Haja manutenção para tantos equipamentos…
A Linha 5 – lilás é certamente a mais grandiosa e imponente da Rede metroviária. Estações muito profundas, com acessos imensos cobertos por abóbadas de vidro, permitindo uma iluminação natural perfeita e uma transparência arquitetônica profunda. De dentro da Estação Moema, dá para contemplar a Igreja Nossa Senhora Aparecida e toda a praça ao lado. Maravilhoso. Neste sentido, os arquitetos foram muito felizes. Parabéns a eles. Tenho certeza que não há nenhuma obra urbana de engenharia no Brasil comparável ao Metrô. Parabéns aos engenheiros da Companhia do Metrô!
Mas uma coisa nos entristeceu, pelo menos a mim pessoalmente. Faltam obras de arte para dar mais alma e alegria às estações da Linha 5 (como aliás da Linha 4). Isto é inconcebível. As linhas operadas pelo Metrô estatal, são um verdadeiro museu vivo, a promover os artistas brasileiros. Só vou citar o Gontran Neto, recém falecido em Paris, cujas obras nas Estações Marechal Deodoro e Itaquera – Corinthians, são verdadeiras obras-primas. Não dá para entender porque a Concessionária das linhas 4 e 5 não entrou nesta onda de promoção à arte, pondo mais cores e cultura às imensas paredes dos mezaninos e acessos. Espero que um dia os seus dirigentes recebam as luzes de Apolo…
Falando de concessionária da operação, verificamos que ela é muito competente. Entende do assunto. O pessoal operativo, muito atencioso, nos permitiu circular à vontade e até tiraram fotos conosco. Notamos porém alguns probleminhas, do tipo uma escada rolante parada, um elevador não funcionando, coisas absolutamente aceitáveis, considerando que eram os primeiros dias da operação comercial. Também constatamos que o sistema de informação na Estação Santa Cruz era meio confuso. Os agentes nos explicaram que este sistema está sendo reformulado para adaptar-se ao novo fluxo dos usuários. Nas Plataformas de embarque, verificamos que as Portas de Plataforma, os “screen doors”, não estavam ainda completamente instaladas. Fomos informados que houve um problema com o fornecedor alemão, mas que isto será sanado nos próximos meses, com um novo fornecedor.

foto - ilustração/Twiter
Em nossa viagem de estação a estação, pudemos experimentar os novos trens pintados com a cor da linha. Devo confessar que são esplêndidos e, para minha tristeza, mais bonitos e agradáveis que os trens do nosso querido Metrô estatal. Talvez por serem mais novos. Estranhamos que, para alegria da concessionária, estavam lotados, em plena hora do vale, contradizendo os prognósticos das pesquisas Origem-Destino, sempre conservadoras em relação à demanda de usuários.
Nosso passeio terminou na estação Moema, onde tivemos que pegar um táxi para chegar ao meu apartamento localizado em Campo Belo, já que infelizmente a Estação Campo Belo terá que esperar dois ou três meses para ser inaugurada. No meu apartamento que, carinhosamente, chamo de “Beauchamp”, Plinio, Tadashi e eu, pudemos então conversar sobre a nossa visita e com uma taça de bom vinho na mão, francês naturalmente, meditar sobre o nosso amado Metrô de São Paulo, sobre o seu futuro tão incerto e as perspectivas do nosso Brasil. Valeu a pena.

O Time que visitou a Linha 5 Lilás 
Peter Ludwig Alouche – engenheiro eletricista, pós-graduado para mestrado em Sistemas de Potência na Poli-USP, com diversos cursos de especialização em transporte público em universidades e entidades do Brasil, Europa e Japão. Foi assessor técnico da presidência do Metrô de São Paulo para Projetos Estratégicos, representante na UITP e no CoMET. Foi professor titular, linhas de transmissão na Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie. Consultor independente de transporte nas áreas de tecnologia. É membro da UITP, do Instituto de Engenharia, da ANTP (onde é diretor técnico da Revista Técnica de Transportes Públicos) e da AEAMESP, com inúmeros artigos publicados em revistas especializadas do Brasil e do exterior.

Plinio Assmann - engenheiro pela escola Politécnica da USP, assumiu em 1971 a Presidência do Metrô de São Paulo onde ficou até 1977. Neste período dirigiu a construção e implantação da operação da primeira linha de Metrô do Brasil e deu início à construção da segunda linha. Fundou a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e a presidiu em 1973. Presidiu em 1978 o Conselho da Cia. do Metrô do Rio de Janeiro. Foi secretário de Transportes do Governo de S. Paulo na gestão Mário Covas. Presidiu o Instituto de Engenharia de 1983 a 1984. Foi também presidente da COSIPA.

Tadashi Nakagawa – Graduado em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, com pós-graduação em Engenharia de Telecomunicações pela NTT (Nippon Telephone Telegraph) – Japão e pós-graduação em Engenharia de Sinalização pela JNR (Japonese National Railway) – Japão. Atuou como Responsável Técnico nos Projetos Executivos e Especificações nas áreas da Engenharia Elétrica, Sistema de Sinalização, Telecomunicações, Supervisão e Controle Centralizado de Tráfego de Trens e Energia Elétrica da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Na Trends Engenharia e Tecnologia Ltda. e na BRAIN Engenharia Ltda., ocupou o cargo de Diretor Técnico, sendo responsável técnico por diversos projetos de sistemas e de material rodante aplicados a Sistemas de Transportes Metro-Ferroviários. Atualmente ocupa o cargo de Diretor Executivo na Headwayx Engenharia Ltda.

sábado, 31 de janeiro de 2015

METRÔ DE SALVADOR SERÁ O MAIS BARATO DO BRASIL

Transportes sobre trilhos/Retrospectiva

O metrô é um indutor de desenvolvimento urbano, além de ser um sistema de transporte propriamente dito. Ou seja: a cidade cresce e se adensa não apenas no centro da cidade, mas ao longo das linhas do metrô.

G&M
foto - ilustração
O empresário Plinio Assmann, conselheiro da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e responsável pela implantação da linha pioneira do Metrô de São Paulo, em 1974, defende a implantação do metrô de superfície em Salvador como melhor proposta de mobilidade urbana. Em entrevista ele frisa que o metrô será um grande “indutor do desenvolvimento da cidade e é extremamente mais econômico em comparação às outras propostas apresentadas”. Presidente do Metrô de São Paulo por sete anos, Assmann, fundador da ANTP, foi também secretário de Transportes do Estado de São Paulo, na gestão do governador Mario Covas, quando implementou o Programa de Concessões Rodoviárias do Estado.

G&MO Governo do Estado vai anunciar na próxima segunda-feira o modelo de transporte escolhido para atender a demanda de mobilidade urbana da cidade de Salvador. Que vantagens Salvador terá implantando o sistema metroviário na cidade?
Plínio Assmann – O metrô de Salvador será o mais barato do Brasil. Pelo traçado proposto, trata-se de um metrô de superfície, muito mais econômico do que os metrôs de SP, RJ e outras cidades. Em Salvador, o sistema metroviário é uma solução de transporte de massa por causa da alta demanda que tem a cidade. A cidade tem um nível de crescimento populacional muito alto e essa tendência deve continuar nos próximos decênios. A solução adequada é do tipo metrô.

G&MIsso mesmo em comparação com outros sistemas, como BRT e VLT, que estão sendo também propostos?
Plínio Assmann - Estes dois sistemas, BRT e VLT, são sistemas de média capacidade. Não são transporte de massa, como é o metrô. O planejamento de transporte numa cidade quantifica a demanda futura e a indicação dessa demanda em Salvador aponta o metrô como solução. Tanto o VLT quanto o BRT não vão atender a demanda futura de Salvador. O BRT é um sistema de transporte de ônibus em canaletas segregadas. O usuário do metrô tem uma viagem muito mais confortável do que uma viagem de ônibus. A aceleração e a frenagem do trem de metrô são suaves, geram conforto para o usuário. É por isso que o metrô atrai usuários de todas as classes sociais.

G&M Existem pesquisas que indicam que quem tem carro particular costuma deixar o carro em casa para utilizar o metrô, mas não costuma trocar o seu veículo por um outro meio de transporte. Plínio Assmann – Isso acontece muito aqui em São Paulo. Aqui o usuário de automóvel troca o seu carro particular pelo metrô, mas não troca pelo ônibus. O metrô é um indutor de desenvolvimento urbano, além de ser um sistema de transporte propriamente dito. Ou seja: a cidade cresce e se adensa não apenas no centro da cidade, mas ao longo das linhas do metrô.

G&MEm comparação com o metrô subterrâneo, quais as demais vantagens do metrô de superfície?
Plínio Assmann - É extremamente mais econômico, por isso que eu acho que o metrô de Salvador, em comparação com outras propostas apresentadas, será o sistema de transporte mais barato.

G&M - Em Salvador, no inverno, costuma chover muito. O metrô, sendo de superfície, teria de andar mais lentamente, devido à chuva?
Plínio Assmann – Não necessariamente. Hoje já existem sistemas que são capazes de fazer com que a aderência roda/trilho seja a mesma em condições de chuva.

G&M - É verdade que o metrô precisa sempre ser subsidiado pelo governo?
Plínio Assmann - Aqui em SP, por exemplo, a operação do metrô, ou seja, a receita menos a despesa da operação do metrô, não é subsidiada. O que é subsidiado é o investimento. Isso porque a implantação precisa realmente de investimento público, pois a construção de uma estação tem aspectos de construção de uma cidade. Em Salvador a operação não deverá ser subsidiada, mas as ampliações das linhas, sim.

G&MEm relação ao tempo de execução para implantação do sistema, é possível cumprir os prazos até a Copa do Mundo de 2014?
Plínio Assmann - Tudo é possível. As estações do metrô em superfície são relativamente simples de construir, a linha permanente também é um processo prático, bem como as oficinas, que também são coisa simples. O material também é importado e fácil de se conseguir no mercado internacional. Ou seja: possível, é, isso não tenha a menor dúvida. É preciso que a seleção do modelo, que afinal de contas o governo do estado vai escolher, traga junto uma competência empresarial capaz de fazer isso no tempo da Copa.
Fonte - Gente & Mercado 17/06/2011
Republicado por Pregopontocom em 31/01/2015

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O METRÔ DE SALVADOR SERÁ O MAIS BARATO DO BRASIL

METRÔ

Reproduzimos aqui a entrevista com Plinio Assmann conselheiro da ANTP, falando sobre o Metrô de Salvador, realizada por Gente&Mercado em 17/06/2011

G&M
foto - ilustração
O empresário Plinio Assmann, conselheiro da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e responsável pela implantação da linha pioneira do Metrô de São Paulo, em 1974, defende a implantação do metrô de superfície em Salvador como melhor proposta de mobilidade urbana. Em entrevista ele frisa que o metrô será um grande “indutor do desenvolvimento da cidade e é extremamente mais econômico em comparação às outras propostas apresentadas”. Presidente do Metrô de São Paulo por sete anos, Assmann, fundador da ANTP, foi também secretário de Transportes do Estado de São Paulo, na gestão do governador Mario Covas, quando implementou o Programa de Concessões Rodoviárias do Estado.
G&M – O Governo do Estado vai anunciar na próxima segunda-feira o modelo de transporte escolhido para atender a demanda de mobilidade urbana da cidade de Salvador. Que vantagens Salvador terá implantando o sistema metroviário na cidade?
Plínio Assmann – O metrô de Salvador será o mais barato do Brasil. Pelo traçado proposto, trata-se de um metrô de superfície, muito mais econômico do que os metrôs de SP, RJ e outras cidades. Em Salvador, o sistema metroviário é uma solução de transporte de massa por causa da alta demanda que tem a cidade. A cidade tem um nível de crescimento populacional muito alto e essa tendência deve continuar nos próximos decênios. A solução adequada é do tipo metrô.
G&M – Isso mesmo em comparação com outros sistemas, como BRT e VLT, que estão sendo também propostos?
Plínio Assmann - Estes dois sistemas, BRT e VLT, são sistemas de média capacidade. Não são transporte de massa, como é o metrô. O planejamento de transporte numa cidade quantifica a demanda futura e a indicação dessa demanda em Salvador aponta o metrô como solução. Tanto o VLT quanto o BRT não vão atender a demanda futura de Salvador. O BRT é um sistema de transporte de ônibus em canaletas segregadas. O usuário do metrô tem uma viagem muito mais confortável do que uma viagem de ônibus. A aceleração e a frenagem do trem de metrô são suaves, geram conforto para o usuário. É por isso que o metrô atrai usuários de todas as classes sociais.
G&M – Existem pesquisas que indicam que quem tem carro particular costuma deixar o carro em casa para utilizar o metrô, mas não costuma trocar o seu veículo por um outro meio de transporte.
Plínio Assmann – Isso acontece muito aqui em São Paulo. Aqui o usuário de automóvel troca o seu carro particular pelo metrô, mas não troca pelo ônibus. O metrô é um indutor de desenvolvimento urbano, além de ser um sistema de transporte propriamente dito. Ou seja: a cidade cresce e se adensa não apenas no centro da cidade, mas ao longo das linhas do metrô.
G&M – Em comparação com o metrô subterrâneo, quais as demais vantagens do metrô de superfície? Plínio Assmann - É extremamente mais econômico, por isso que eu acho que o metrô de Salvador, em comparação com outras propostas apresentadas, será o sistema de transporte mais barato.
G&M - Em Salvador, no inverno, costuma chover muito. O metrô, sendo de superfície, teria de andar mais lentamente, devido à chuva?
Plínio Assmann – Não necessariamente. Hoje já existem sistemas que são capazes de fazer com que a aderência roda/trilho seja a mesma em condições de chuva.
G&M - É verdade que o metrô precisa sempre ser subsidiado pelo governo?
Plínio Assmann - Aqui em SP, por exemplo, a operação do metrô, ou seja, a receita menos a despesa da operação do metrô, não é subsidiada. O que é subsidiado é o investimento. Isso porque a implantação precisa realmente de investimento público, pois a construção de uma estação tem aspectos de construção de uma cidade. Em Salvador a operação não deverá ser subsidiada, mas as ampliações das linhas, sim.
G&M – Em relação ao tempo de execução para implantação do sistema, é possível cumprir os prazos até a Copa do Mundo de 2014?
Plínio Assmann - Tudo é possível. As estações do metrô em superfície são relativamente simples de construir, a linha permanente também é um processo prático, bem como as oficinas, que também são coisa simples. O material também é importado e fácil de se conseguir no mercado internacional. Ou seja: possível, é, isso não tenha a menor dúvida. É preciso que a seleção do modelo, que afinal de contas o governo do estado vai escolher, traga junto uma competência empresarial capaz de fazer isso no tempo da Copa.
Fonte - Gente&Mercado 17/06/2011