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domingo, 2 de agosto de 2020

Minério baiano tipo exportação começa a ser escoado pelo terminal portuário da Enseada

Economia  🚢

O estaleiro Enseada é o maior  do país, e já gerou mais de 7 mil empregos.A operação de carregamento está prevista para ocorrer até o próximo dia 5 e marca o início das operações portuárias no TUP da Enseada.

Da Redação
foto - ilustração
Na manhã de deste sábado (1º), o navio Star Athena, de bandeira Norueguesa, atracou no Terminal de Uso Privativo (TUP) da Enseada para receber o carregamento de 44 mil toneladas de minério de ferro baiano. A operação de carregamento está prevista para ocorrer até o próximo dia 5 e marca o início das operações portuárias no TUP da Enseada.
O navio Star Athena é um transportador de granéis construído em 2012 e com capacidade de carga de 57809 toneladas. Possui calado de 6,5 metros, comprimento total de 189,99 metros e largura de 32,26 metros. Após o carregamento, a embarcação segue com as 44 mil toneladas de minério baiano para a China. “Esta retomada das operações do Estaleiro Enseada é muito importante para a economia baiana, gerando impacto positivo na nossa balança comercial.
Com informações da Secom BA  01/08/2020

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Plataforma Norueguesa chega ao Estaleiro Enseada do Paraguaçu para manutenção

Industria naval  🚢

Esse é o primeiro contrato que o empreendimento celebra após uma reunião realizada na Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan), no final de julho. Na oportunidade, os secretários do planejamento, Walter Pinheiro e da Infraestrutura, Marcus Cavalcanti e o presidente do Estaleiro Enseada, Maurício Almeida, discutiram novas possibilidades para o negócio.

Da Redação
Divulgação - Secom/Gov.BA
A localização estratégica e a qualidade operacional foram critérios decisivos para a conquista de um novo contrato pelo Estaleiro Enseada. Nesta terça-feira (20), a empresa recebeu a embarcação Unidade de Manutenção e Segurança (UMS) Safe Concordia, de propriedade do grupo norueguês Prosafe. O contrato prevê o acostamento e a manutenção da plataforma até janeiro de 2020, quando a embarcação seguirá para a Bacia de Campos.
Esse é o primeiro contrato que o empreendimento celebra após uma reunião realizada na Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan), no final de julho. Na oportunidade, os secretários do planejamento, Walter Pinheiro e da Infraestrutura, Marcus Cavalcanti e o presidente do Estaleiro Enseada, Maurício Almeida, discutiram novas possibilidades para o negócio. “Além da manutenção para embarcações e plataformas, como essa agora, o equipamento pode ser utilizado para o desmonte de grandes navios, como terminal de granéis líquidos, na fabricação de torres eólicas, além de seu uso como porto para o escoamento de grãos” detalhou Pinheiro durante o encontro.
A operação foi iniciada com a primeira luz do dia e foi realizada com 100% de êxito. A navegação pelo canal e atracação foram realizadas autopropulsadas, de forma segura e sem a necessidade de intervenção dos dois rebocadores de apoio. “Agora, temos pela frente uma Parada de Classe de 5 Anos, que demanda uma série de inspeções e reparos. Escolhemos a Enseada pela sua capacidade operacional e pelo compromisso com os prazos, já que a embarcação estará operando no Campo de Peregrino a partir do dia 15 de janeiro de 2020”, revela Vinícius Campos, Diretor de Operações da Prosafe no Brasil.
De acordo com o gerente industrial do estaleiro, Mário Moura, a atracação da UMS Safe Concordia foi a terceira manobra desta natureza realizada pela Enseada em menos de um ano. “Conduzimos estas operações com equipe própria do estaleiro, o que nos permite realizar estas atividades de forma rápida, segura e econômica. A atracação ocorreu poucos dias após a saída de outra embarcação, a SS Norbe VI, de propriedade da Ocyan, que estava no Estaleiro desde agosto de 2018 e nos últimos meses passou por reparos”, acrescenta o gerente da Enseada.
Ainda segundo o gerente, nas próximas horas a energia elétrica do Estaleiro será conectada a UMS Safe Concordia e, consequentemente, os geradores da embarcação serão desligados, bem como todo o sistema de comunicação via satélite. “Estamos muito satisfeitos com este novo contrato, o primeiro com a Prosafe. Trata-se de mais um contrato de manutenção onde receberemos uma plataforma sem a retirada dos thrusters, apesar de ser possível a remoção destes equipamentos, em águas abrigadas, aproximadamente 20 km de distância de nosso estaleiro. Outra vantagem do nosso parque industrial é o suprimento de energia elétrica de alta qualidade (29MW e 69KV), que dispensa a utilização dos geradores da plataforma, resultando em economia para o nosso cliente”, revela Carlos Tsubake, diretor Comercial da Enseada.
Com informações da Secom BA   21/08/2019

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Enseada Indústria Naval aquece economia e gera empregos no Recôncavo baiano

Economia

Atualmente cerca de cinco mil trabalhadores - 70% dos quais da região - fazem parte do quadro de funcionários. Parte trabalha na linha de produção da Enseada e, a outra, no Consórcio Estaleiro Paraguaçu, responsável pelas obras. Seis dos 29 navios-sondas que serão utilizadas pela Petrobras para exploração do pré-sal serão construídas em Maragogipe.

Secom
Secom
Com 80% das obras já concluídas, a Enseada Indústria Naval é considerado o maior projeto privado da Bahia dos últimos dez anos. Localizado às margens do Rio Paraguaçu, na Baía do Iguape, em Maragogipe, o empreendimento tem movimentado a economia e ampliado as perspectivas de desenvolvimento na região do Recôncavo, desde o início das obras, em março de 2012.
Atualmente cerca de cinco mil trabalhadores - 70% dos quais da região - fazem parte do quadro de funcionários. Parte trabalha na linha de produção da Enseada e, a outra, no Consórcio Estaleiro Paraguaçu, responsável pelas obras. Seis dos 29 navios-sondas que serão utilizadas pela Petrobras para exploração do pré-sal serão construídas em Maragogipe.
No dia 10 de outubro, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) concedeu a Licença de Operação (LO) à Enseada. Desde então, o empreendimento, que é formado por três grupos nacionais e um japonês, tem autorização para iniciar a produção. Entre os equipamentos que estão sendo montados na Enseada se destaca o maior guindaste do Brasil, com 150 metros de altura, equivalente a um prédio de 50 andares.
Moradora da localidade de São Roque, Marize Matos, 41 anos, é um dos exemplos de profissional que, em pouco tempo, cresceu na empresa. “Entrei aqui como copeira, fiz o curso para operadora de pórtico e trabalhei seis meses na função. Hoje estou como operadora de ponte rolante”, contou e se emocionou ao dizer que sua casa foi construída e mobiliada depois após ser contratada pelo consórcio. Ainda segundo Marize, há poucos dias ela se sentiu anda mais “realizada” por ter trabalhado na obra juntamente com o filho.

Primeira encomenda
De acordo com o gerente de obras, Marcus Holanda, a primeira encomenda está prevista para ser entregue à Petrobras em julho de 2016. O navio-sonda Ondina é o primeiro a ser construído. Os outros cinco navios – Pituba, Boipeba, Interlagos, Itapema e Comandatuba – estão programados para a entrega gradativa no decorrer dos próximos cinco anos. “Temos investido no treinamento e qualificação da mão de obra local para que a gente consiga garantir o compromisso que temos com o governo com a Bahia. A vinda para cá foi bastante estimulada”.
Segundo o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, o estaleiro, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) e o Porto Sul – os dois em andamento na Bahia - integram o conjunto de projetos estratégicos delineados pelo governador Jaques Wagner. “Este estaleiro deve se tornar um dos maiores do Brasil. É a redenção para a região do Recôncavo.

Cursos para qualificação
Capacitar a mão de obra faz parte da rotina diária na Enseada. Muitos profissionais baianos tiveram a oportunidade de participar de cursos em estados como Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de países, a exemplo da China, Japão, Romênia e Inglaterra. A expectativa é que boa parte dos trabalhadores da construção civil que atuam no local seja aproveitada também na área industrial.
Aos 36 anos, Paulo César Castro se vê no melhor momento profissional. Contratado há dois anos, ele participou de cursos práticos e teóricos, e atualmente desempenha a função de rigger (movimentação de cargas e içamento de peças). De tão satisfeito, ele não esconde os planos de crescer e fazer carreira na empresa. “Quero me aposentar aqui. Eles investem na gente”.
Além de gerar emprego para milhares de pessoas que vivem em diversas cidades como Salvador, Itaparica, Saubara, Salinas, Maragogipe e Santo Antônio de Jesus, diferentes atividades comerciais nestas e em outras cidades da região têm usufruído dos reflexos positivos do empreendimento desde o início das obras, que já teve o ‘pico’ de sete mil empregados diretos.
Após viver a experiência de ser um dos colaboradores da Enseada Indústria Naval, o quilombola Gildázio dos Santos decidiu, juntamente com a esposa, montar um pequeno restaurante na localidade de Enseada, que dá nome ao empreendimento. Os negócios prosperaram tanto para Gildázio que, após ter adquirido um carro, está prestes a inaugurar a ampliação do restaurante feita na cobertura.
“Todo mundo tem que aproveitar esta oportunidade. Os jovens principalmente. A indústria naval vai ficar aqui. A gente tem que segurar com as duas mãos”, disse o pequeno empresário, que atualmente emprega quatro das cerca de 800 pessoas que vivem na comunidade.

Povoado muda de realidade
Nas ruas do povoado de Enseada é visível o impacto causado com a chegada do estaleiro. Dezenas obras de casas residenciais estão em andamento na localidade. O poder aquisitivo da comunidade aumentou porque boa parte dos moradores trabalha nas obras da Enseada Indústria Naval.
Com a chegada do empreendimento, no mesmo povoado foi implantado um centro de referência, onde a comunidade tem a possibilidade de participar de iniciativas de estímulo à leitura e inclusão digital, além da atividade pesqueira, típica da região, por meio de cursos como o de condutor de embarcação.
Fonte - Secom Ba.  22/10/2014

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Cais I fica pronto no Estaleiro Enseada

Infraestrutura

TB
TB
O processo de construção do Estaleiro Enseada cumpriu mais uma etapa. Depois de meses, as obras civis do Cais I foram concluídas O empreendimento ganha a possibilidade de receber navios. Com uma área total de 5,2 mil metros quadrados, o cais tem capacidade para atracar embarcações com até 210 metros de comprimento.
Com o primeiro cais pronto, será possível iniciar o recebimento de navios com equipamentos para descarga, diminuindo assim os custos e tempo de transporte. “Está sendo esperada a chegada do primeiro navio, dia 22 de fevereiro, vindo da Coreia. Ele trará o guindaste Goliath, que tem a capacidade de carga de 1.800 toneladas”, disse José Flávio.
Investimento
Segundo José Flávio Mendes, gerente de Produção de Mar, a construção do cais I foi um desafio vencido com a ajuda de toda a equipe “Esperamos obter o mesmo resultado com os cais II e III, com previsão de serem finalizados, respectivamente, em outubro e novembro deste ano”, afirmou o gerente.
O Estaleiro Enseada está com 50% de suas obras concluídas e tem a previsão de ser inaugurado em março de 2015. Porém, já está em fase de operação no canteiro de São Roque do Paraguaçu.
Considerado um dos maiores estaleiros do país, o Enseada é formado pelas empresas Odebrecht, OAS, UTC e a KHI (Kawasaki Heavy Industries Ltd.) e possui investimentos na ordem de R$ 2,6 bilhões. Sua carteira de contratos inclui a fabricação de seis navios sonda para a Sete Brasil.
A matriz do Enseada está localizada no município de Maragojipe (BA), com uma área de 1,6 milhão de metros quadrados, dos quais 400 mil são destinados à preservação ambiental.
Quando estiver operando a plena capacidade, poderá processar até 36 mil toneladas de aço por ano trabalhando em regime de turno único, o que permite uma maior margem de produção, construindo navios de altíssima especialização, que poderão ser fabricados simultaneamente.
Fonte - Tribuna da Bahia  11/02/2014