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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Governo da Bahia anuncia a retomada do Estaleiro Enseada em Maragogipe

Infraestrutura  🚢

A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Estado com a indústria naval e o impacto positivo do setor para a economia baiana. O Estaleiro Enseada voltou a operar em 2025 e o retorno do projeto gerou cerca de 600 empregos diretos e até 900 indiretos, beneficiando moradores do Recôncavo Baiano.

Da Redação
foto ilustração -  Wuiga Rubini/GOVBA
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou na segunda-feira (26), da retomada do estaleiro Enseada com o carregamento do 1º lote das 13 barcaças, no distrito de São Roque do Paraguaçu, no município de Maragogipe. A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Estado com a indústria naval e o impacto positivo do setor para a economia baiana. O Estaleiro Enseada voltou a operar em 2025 e o retorno do projeto gerou cerca de 600 empregos diretos e até 900 indiretos, beneficiando moradores do Recôncavo Baiano. “Felicidade muito grande participar desse retorno da enseada. A volta da geração de emprego. Nós vamos continuar atuando junto com o setor empresarial, com o presidente Lula e com o BNDES, para que o financiamento aconteça e a gente possa ver aqui mais empregos gerados, a indústria naval se destacando e a Bahia contribuindo com essa parte inovadora da indústria brasileira”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues. O secretário da Casa Civil, Afonso Florence, destacou os incentivos estaduais. “É a Bahia com a retomada de atividade econômica, em particular nesse caso a indústria naval. Por isso, uma celebração”, ressaltou. A construção das barcaças da LHG Mining está sendo realizada por quatro estaleiros brasileiros, localizados nas regiões Norte e Nordeste, incluindo o Enseada, um dos maiores do país, com capacidade de processar mais de 100 mil toneladas de aço por ano, operando também em exportação, importação e projetos voltados à energia renovável e hidrogênio verde. “Hoje estamos aqui num dia especial, vendo realmente a construção e a entrega dessas barcaças que vão ser carregadas nos navios oceânicos. São R$80 e R$ 500 milhões de investimento e o retorno da geração de emprego é o que deixa a gente mais feliz”, acrescentou o diretor da LHG, Darlan Carvalho. Eliane Silva Lima, que atua como assistente de sustentabilidade e é moradora da região, destacou: “ eu sou da Enseada do Paraguaçu, moro aqui do ladinho, eu digo que a empresa fica no quintal da minha casa e muitos funcionários que estão aqui hoje estavam fora e essa retomada veio para agraciar e abençoar nossas vidas”.
Com informações do Gov.Bahia
Pregopontocom 228/01/2026




quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Plataforma Norueguesa chega ao Estaleiro Enseada do Paraguaçu para manutenção

Industria naval  🚢

Esse é o primeiro contrato que o empreendimento celebra após uma reunião realizada na Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan), no final de julho. Na oportunidade, os secretários do planejamento, Walter Pinheiro e da Infraestrutura, Marcus Cavalcanti e o presidente do Estaleiro Enseada, Maurício Almeida, discutiram novas possibilidades para o negócio.

Da Redação
Divulgação - Secom/Gov.BA
A localização estratégica e a qualidade operacional foram critérios decisivos para a conquista de um novo contrato pelo Estaleiro Enseada. Nesta terça-feira (20), a empresa recebeu a embarcação Unidade de Manutenção e Segurança (UMS) Safe Concordia, de propriedade do grupo norueguês Prosafe. O contrato prevê o acostamento e a manutenção da plataforma até janeiro de 2020, quando a embarcação seguirá para a Bacia de Campos.
Esse é o primeiro contrato que o empreendimento celebra após uma reunião realizada na Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan), no final de julho. Na oportunidade, os secretários do planejamento, Walter Pinheiro e da Infraestrutura, Marcus Cavalcanti e o presidente do Estaleiro Enseada, Maurício Almeida, discutiram novas possibilidades para o negócio. “Além da manutenção para embarcações e plataformas, como essa agora, o equipamento pode ser utilizado para o desmonte de grandes navios, como terminal de granéis líquidos, na fabricação de torres eólicas, além de seu uso como porto para o escoamento de grãos” detalhou Pinheiro durante o encontro.
A operação foi iniciada com a primeira luz do dia e foi realizada com 100% de êxito. A navegação pelo canal e atracação foram realizadas autopropulsadas, de forma segura e sem a necessidade de intervenção dos dois rebocadores de apoio. “Agora, temos pela frente uma Parada de Classe de 5 Anos, que demanda uma série de inspeções e reparos. Escolhemos a Enseada pela sua capacidade operacional e pelo compromisso com os prazos, já que a embarcação estará operando no Campo de Peregrino a partir do dia 15 de janeiro de 2020”, revela Vinícius Campos, Diretor de Operações da Prosafe no Brasil.
De acordo com o gerente industrial do estaleiro, Mário Moura, a atracação da UMS Safe Concordia foi a terceira manobra desta natureza realizada pela Enseada em menos de um ano. “Conduzimos estas operações com equipe própria do estaleiro, o que nos permite realizar estas atividades de forma rápida, segura e econômica. A atracação ocorreu poucos dias após a saída de outra embarcação, a SS Norbe VI, de propriedade da Ocyan, que estava no Estaleiro desde agosto de 2018 e nos últimos meses passou por reparos”, acrescenta o gerente da Enseada.
Ainda segundo o gerente, nas próximas horas a energia elétrica do Estaleiro será conectada a UMS Safe Concordia e, consequentemente, os geradores da embarcação serão desligados, bem como todo o sistema de comunicação via satélite. “Estamos muito satisfeitos com este novo contrato, o primeiro com a Prosafe. Trata-se de mais um contrato de manutenção onde receberemos uma plataforma sem a retirada dos thrusters, apesar de ser possível a remoção destes equipamentos, em águas abrigadas, aproximadamente 20 km de distância de nosso estaleiro. Outra vantagem do nosso parque industrial é o suprimento de energia elétrica de alta qualidade (29MW e 69KV), que dispensa a utilização dos geradores da plataforma, resultando em economia para o nosso cliente”, revela Carlos Tsubake, diretor Comercial da Enseada.
Com informações da Secom BA   21/08/2019

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Dilma inaugura estaleiro que fabricará submarinos

Defesa

Dilma Rousseff inaugura estaleiro que fabricará submarinos,o complexo de estaleiro e base naval possui 540 mil m²

Por Redação
com Vermelho 
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A presidenta Dilma Rousseff participou, nesta sexta-feira, em Itaguaí (RJ), da inauguração do prédio principal do estaleiro de construção de submarinos, que integra o complexo de Estaleiro e Base Naval da Marinha do Brasil. O edifício é a instalação mais importante do empreendimento e abrigará recursos técnicos e industriais que permitirão a fabricação de cinco submarinos, sendo quatro convencionais e um com propulsão nuclear.
O Estaleiro de Construção recebeu investimentos de cerca de R$ 9 bilhões e faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). Ele tem previsão de terminar seus 22 mil m² de obras no final de 2015. Com isso, o Brasil vai poder, além de construir, projetar submarinos graças a um acordo de transferência de tecnologia firmado com a França, em 2008.
Para o coordenador-geral do Prosub, almirante-de-esquadra Gilberto Max, o conhecimento de projetar os submarinos é o grande diferencial do programa.
- O projeto é o que vai nos dar o conhecimento. O programa é baseado no seguinte tripé: transferência de tecnologia, nacionalização e capacitação de pessoal. Então, ao final do programa, nós temos a certeza de que o nosso País terá adquirido um salto tecnológico muito grande, que pode ser usada na indústria e nas universidades para que o conhecimento tenha continuidade – afirma o almirante.
Segundo o almirante Max, um dos objetivos do programa é criar o projeto e a construção de submarinos de propulsão nuclear. Max ressalta que, apesar do intercâmbio com os franceses, a tecnologia nuclear é toda brasileira. Hoje o Brasil possui cinco submarinos, sendo quatro deles construídos no País.
Toda a obra do complexo de Estaleiro e Base Naval ficará pronta em 2021, quando os quatro submarinos convencionais do Estaleiro de Construção estarão prontos. Até lá, estão previstos 9.000 empregos diretos e 32.000 indiretos, com a participação de 600 empresas nacionais, promovendo a geração de emprego na região de Itaguaí. Na construção e projeto dos submarinos convencionais e com propulsão nuclear, serão cerca de 5.600 empregos diretos e 14.000 indiretos.
Dentro das iniciativas do Prosub, existem programas sociais para a região de Itaguaí, como cursos de formação de mão de obra para trabalhar no empreendimento, realizados no próprio canteiro de obras. Já foram formados 438 profissionais nas atividades de soldador, carpinteiro, eletricista, pedreiro, montador, armador e ajudante. Os programa oferecem ainda aulas de inglês e informática, com cerca de 200 alunos.
Fonte - Correio do Brasil  12/12/2014

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Enseada Indústria Naval aquece economia e gera empregos no Recôncavo baiano

Economia

Atualmente cerca de cinco mil trabalhadores - 70% dos quais da região - fazem parte do quadro de funcionários. Parte trabalha na linha de produção da Enseada e, a outra, no Consórcio Estaleiro Paraguaçu, responsável pelas obras. Seis dos 29 navios-sondas que serão utilizadas pela Petrobras para exploração do pré-sal serão construídas em Maragogipe.

Secom
Secom
Com 80% das obras já concluídas, a Enseada Indústria Naval é considerado o maior projeto privado da Bahia dos últimos dez anos. Localizado às margens do Rio Paraguaçu, na Baía do Iguape, em Maragogipe, o empreendimento tem movimentado a economia e ampliado as perspectivas de desenvolvimento na região do Recôncavo, desde o início das obras, em março de 2012.
Atualmente cerca de cinco mil trabalhadores - 70% dos quais da região - fazem parte do quadro de funcionários. Parte trabalha na linha de produção da Enseada e, a outra, no Consórcio Estaleiro Paraguaçu, responsável pelas obras. Seis dos 29 navios-sondas que serão utilizadas pela Petrobras para exploração do pré-sal serão construídas em Maragogipe.
No dia 10 de outubro, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) concedeu a Licença de Operação (LO) à Enseada. Desde então, o empreendimento, que é formado por três grupos nacionais e um japonês, tem autorização para iniciar a produção. Entre os equipamentos que estão sendo montados na Enseada se destaca o maior guindaste do Brasil, com 150 metros de altura, equivalente a um prédio de 50 andares.
Moradora da localidade de São Roque, Marize Matos, 41 anos, é um dos exemplos de profissional que, em pouco tempo, cresceu na empresa. “Entrei aqui como copeira, fiz o curso para operadora de pórtico e trabalhei seis meses na função. Hoje estou como operadora de ponte rolante”, contou e se emocionou ao dizer que sua casa foi construída e mobiliada depois após ser contratada pelo consórcio. Ainda segundo Marize, há poucos dias ela se sentiu anda mais “realizada” por ter trabalhado na obra juntamente com o filho.

Primeira encomenda
De acordo com o gerente de obras, Marcus Holanda, a primeira encomenda está prevista para ser entregue à Petrobras em julho de 2016. O navio-sonda Ondina é o primeiro a ser construído. Os outros cinco navios – Pituba, Boipeba, Interlagos, Itapema e Comandatuba – estão programados para a entrega gradativa no decorrer dos próximos cinco anos. “Temos investido no treinamento e qualificação da mão de obra local para que a gente consiga garantir o compromisso que temos com o governo com a Bahia. A vinda para cá foi bastante estimulada”.
Segundo o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, o estaleiro, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) e o Porto Sul – os dois em andamento na Bahia - integram o conjunto de projetos estratégicos delineados pelo governador Jaques Wagner. “Este estaleiro deve se tornar um dos maiores do Brasil. É a redenção para a região do Recôncavo.

Cursos para qualificação
Capacitar a mão de obra faz parte da rotina diária na Enseada. Muitos profissionais baianos tiveram a oportunidade de participar de cursos em estados como Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de países, a exemplo da China, Japão, Romênia e Inglaterra. A expectativa é que boa parte dos trabalhadores da construção civil que atuam no local seja aproveitada também na área industrial.
Aos 36 anos, Paulo César Castro se vê no melhor momento profissional. Contratado há dois anos, ele participou de cursos práticos e teóricos, e atualmente desempenha a função de rigger (movimentação de cargas e içamento de peças). De tão satisfeito, ele não esconde os planos de crescer e fazer carreira na empresa. “Quero me aposentar aqui. Eles investem na gente”.
Além de gerar emprego para milhares de pessoas que vivem em diversas cidades como Salvador, Itaparica, Saubara, Salinas, Maragogipe e Santo Antônio de Jesus, diferentes atividades comerciais nestas e em outras cidades da região têm usufruído dos reflexos positivos do empreendimento desde o início das obras, que já teve o ‘pico’ de sete mil empregados diretos.
Após viver a experiência de ser um dos colaboradores da Enseada Indústria Naval, o quilombola Gildázio dos Santos decidiu, juntamente com a esposa, montar um pequeno restaurante na localidade de Enseada, que dá nome ao empreendimento. Os negócios prosperaram tanto para Gildázio que, após ter adquirido um carro, está prestes a inaugurar a ampliação do restaurante feita na cobertura.
“Todo mundo tem que aproveitar esta oportunidade. Os jovens principalmente. A indústria naval vai ficar aqui. A gente tem que segurar com as duas mãos”, disse o pequeno empresário, que atualmente emprega quatro das cerca de 800 pessoas que vivem na comunidade.

Povoado muda de realidade
Nas ruas do povoado de Enseada é visível o impacto causado com a chegada do estaleiro. Dezenas obras de casas residenciais estão em andamento na localidade. O poder aquisitivo da comunidade aumentou porque boa parte dos moradores trabalha nas obras da Enseada Indústria Naval.
Com a chegada do empreendimento, no mesmo povoado foi implantado um centro de referência, onde a comunidade tem a possibilidade de participar de iniciativas de estímulo à leitura e inclusão digital, além da atividade pesqueira, típica da região, por meio de cursos como o de condutor de embarcação.
Fonte - Secom Ba.  22/10/2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Navio transportando guindaste gigante chega a Estaleiro em Maragogipe Ba

Construção Naval

O equipamento estará completamente montado em agosto de 2014 e será o mais alto do Brasil, com 150 metros, o equivalente a um prédio de 50 andares.
O Goliath trata-se de um pórtico de sete mil toneladas com capacidade de içar cargas de até 1.800 toneladas. Capaz de montar megablocos, será possível erguer de uma só vez a torre de perfuração dos navios-sonda

Digasalinas
Com informações de Marcelo Gentil

A Enseada Indústria Naval recebeu, nesta segunda (24/02), o primeiro navio que marca a fase operacional da Unidade Paraguaçu, localizada em Maragojipe (BA). A embarcação saiu do porto de Mokpo em 19 de janeiro e trouxe a primeira parte do guindaste Goliath, adquirido da empresa mundial Konecranes Finland Corporate, que será entregue em dez embarques (dois de grande porte, o maior em 24/02), oriundos da Finlândia, Coréia e China. O equipamento estará completamente montado em agosto de 2014 e será o mais alto do Brasil, com 150 metros, o equivalente a um prédio de 50 andares.
O Goliath trata-se de um pórtico de sete mil toneladas com capacidade de içar cargas de até 1.800 toneladas. Capaz de montar megablocos, será possível erguer de uma só vez a torre de perfuração dos navios-sonda. O equipamento atuará em conjunto com o guindaste de lança sobre trilhos da mesma empresa. O aspecto mais importante é a sinergia operacional entre os guindastes, que contam com a mesma tecnologia básica, que implica em maior segurança e produtividade.




Para Silvio Zen, diretor de Implantação da Unidade Paraguaçu, a chegada da embarcação marca a conclusão das obras civis do Cais I. “A Unidade Paraguaçu está com mais de 50% de suas obras concluídas e tem a previsão de ser inaugurada em março de 2015, porém, já estamos operando. Já iniciamos corte da chapa de aço para as construções das sondas”, afirma Zen. O Cais I tem uma área de total de 5,2 mil metros quadrados e capacidade para navios de até 210 metros de comprimento.

Fonte - Digasalinas 25/02/2014