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quarta-feira, 11 de março de 2015

Economia do G20 mantém crescimento de 0,9% no último trimestre de 2014

Economia/Internacional

Os países onde a economia se mostrou mais dinâmica entre outubro e dezembro do ano passado foram a Índia e a China, que tiveram crescimentos de 1,6% e 1,5%, respectivamente.Os dois países, no entanto, registraram desaceleração em relação ao trimestre anterior, quando as taxas de crescimento do PIB da Índia e da China foram 2,2% e 1,9%.

Da Agência Lusa
foto - ilustração/Pregopontocom
O Produto Interno Bruto (PIB) dos países do G20 cresceu 0,9% no último trimestre de 2014, o mesmo ritmo do trimestre anterior, apesar da desaceleração das economias da Índia e da China, informou hoje (11) a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo a organização, o PIB do G20 no último trimestre de 2014 cresceu 3,4% em relação a 2013.
Os países onde a economia se mostrou mais dinâmica entre outubro e dezembro do ano passado foram a Índia e a China, que tiveram crescimentos de 1,6% e 1,5%, respectivamente
Os dois países, no entanto, registraram desaceleração em relação ao trimestre anterior, quando as taxas de crescimento do PIB da Índia e da China foram 2,2% e 1,9%.
A economia norte-americana avançou, entre outubro e dezembro, 0,5%, bem abaixo da taxa de 1,2% registrada no trimestre anterior.
O conjunto do PIB da União Europeia e da zona do euro aumentou 0,3% no mesmo período.
A Alemanha, a maior economia europeia, cresceu 0,7% entre outubro e dezembro, enquanto o PIB da França, a segunda maior potência econômica da Europa, avançou 0,1% e o de Itália registrou crescimento nulo.
O PIB do Reino Unido, que não partilha a moeda única europeia, avançou 0,5% no último trimestre de 2014.
A atividade econômica no México avançou no último trimestre do ano passado 0,7%, acelerando em relação ao período anterior, quando tinha crescido 0,5%.
Fonte - Agência Brasil  11/03/2015

segunda-feira, 24 de março de 2014

Instituições financeiras reforçam projeções de crescimento da economia

Economia

Instituições reforçam projeções de crescimento Estimativa para a expansão do PIB segue em 1,70%, este ano, e em 2%, em 2015

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reforçaram as projeções para o crescimento da economia. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, segue em 1,70%, este ano, e em 2%, em 2015. Essas projeções fazem parte da pesquisa semanal do BC em instituições financeiras, envolvendo os principais indicadores econômicos.
A estimativa para a expansão da produção industrial caiu de 1,44% para 1,41%, este ano, e segue em 3%, em 2015. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) caiu de US$ 5 bilhões para US$ 4,71 bilhões, em 2014, e segue em US$ 10 bilhões, no próximo ano.
A estimativa para o saldo negativo em transações correntes (registros de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi ajustada de US$ 76 bilhões para US$ 75 bilhões, este ano, e de US$ 72 bilhões para US$ 73,5 bilhões, em 2015.
A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 2,49, em 2014, e foi ajustada de R$ 2,54 para R$ 2,55, no próximo ano. A expectativa das instituições financeiras para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) passou de US$ 58,8 bilhões para US$ 55,4 bilhões neste ano, e segue em US$ 55 bilhões, em 2015.
A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi alterada de 34,60% para 34,75% neste ano, e permanece em 35%, em 2015.
Fonte - Agência Brasil  24/03/2014

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Serviços puxaram aumento de 2,3% da economia brasileira em 2013

Economia

Os serviços tiveram o maior impacto porque respondem por quase 70% do setor produtivo brasileiro. Apesar disso, a maior alta foi apresentada pela agropecuária: 7%, o maior crescimento desde 1996, quando começou a atual metodologia de cálculo do PIB.

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O crescimento de 2% do setor de serviços em 2013 foi o principal responsável pela alta de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano, segundo dados divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os destaques do setor estão as atividades de serviços de informação (com alta de 5,3%), transporte, armazenagem e correio (2,9%) e comércio (2,5%).
Os serviços tiveram o maior impacto porque respondem por quase 70% do setor produtivo brasileiro. Apesar disso, a maior alta foi apresentada pela agropecuária: 7%, o maior crescimento desde 1996, quando começou a atual metodologia de cálculo do PIB.
“O grande destaque positivo foi a soja, que teve um aumento da produção com ganho de produtividade”, disse a pesquisadora de Contas Nacionais do IBGE Rebeca Palis. Segundo o IBGE, a produção da soja cresceu 24,3% em 2013, com um aumento de área plantada de apenas 11,3%.
Outros produtos agrícolas que tiveram crescimento em 2013 foram a cana-de-açúcar (10%), o milho (13%) e o trigo (30,4%).
A indústria foi o setor produtivo que apresentou menor alta (1,3%). Os destaques foram a produção e distribuição de eletricidade, gás e água (2,9%), a indústria da transformação (1,9%) e a construção civil (1,9%). A indústria extrativa mineral foi a única atividade industrial que teve queda em 2013 (-2,8%).
Fonte - Agencia Brasil  27/02/2014