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quarta-feira, 4 de março de 2015

Alstom produzirá VLTs do Rio e Goiânia em Taubaté

Transportes sobre trilhos

A linha de produção já está toda estruturada para iniciar a produção dos VLTs e o primeiro carro deve ficar pronto até julho deste ano. A fábrica tem cerca de 16 mil metros quadrados e é capaz de produzir de 7 a 8 trens por mês.

RF

A Alstom inaugurou nesta terça-feira (03/03), em Taubaté (SP), sua primeira fábrica de VLTs na América Latina. A unidade foi construída em oito meses e meio para atender o contrato com o consórcio VLT Carioca. Dos 32 trens que a Alstom fornecerá para circular na região Central do Rio de Janeiro, no projeto Porto Maravilha, 27 serão produzidos em Taubaté. Para atender o prazo, os cinco primeiros VLTs estão sendo fabricados na França.
A linha de produção já está toda estruturada para iniciar a produção dos VLTs e o primeiro carro deve ficar pronto até julho deste ano. A fábrica tem cerca de 16 mil metros quadrados e é capaz de produzir de 7 a 8 trens por mês. Foram investidos cerca de R$ 50 milhões na nova unidade – a terceira fábrica de trens da Alstom no Brasil. A empresa tem unidades na Lapa, em São Paulo, e em Deodoro, no Rio de Janeiro.
A inauguração da fábrica contou com a presença de autoridades, convidados, representantes da Alstom e do presidente mundial da Alstom Transport, Henri Poupart Lafarge. O presidente mundial da Alstom Transport fez um discurso e citou o impacto da implantação do VLT nas cidades. “A vantagem do sistema é repensar o planejamento para as cidades. É uma solução completa que transforma a cidade onde estamos implantando essa solução”, disse Lafarge.
“Temos uma expectativa muito grande que esse mercado vá crescer”, declarou o presidente da Alstom no Brasil, Marcos Costa, ao falar sobre o mercado de VLTs. Em seu discurso, Costa destacou que “é muito mais que transporte, é uma mudança na qualidade de vida”.
“Mais do que um modelo de transporte, o Veículo Leve sobre Trilhos redesenha as cidades e oferece à população uma mobilidade sustentável, confortável e acessível. Esse sistema já foi adotado por um grande número de cidades em todo o mundo nas últimas décadas, disse Michel Boccaccio, vice-presidente sênior da Alstom Transport na América Latina.
Boccaccio explicou que o primeiro trem para o Rio de Janeiro sairá da França em abril e chegará ao Rio em junho.

VLT Goiânia
A Odebrecht foi a vencedora da licitação do VLT de Goiânia (GO), cujo contrato já está assinado com o governo, e a Alstom tem um acordo de exclusividade com a empresa para o fornecimento dos VLTs. Segundo Boccaccio, o contrato está quase pronto e o que está faltando é o fechamento do financiamento. Assim que for concluída essa etapa, será iniciada a produção dos VLTs.
Os 30 VLTs, totalizando 60 carros, serão todos produzidos em Taubaté. Os trens serão com dois carros acoplados, sem passagem livre. “Achamos que Goiânia é uma referência de projeto. É um projeto em PPP, privado, e já estamos trabalhando em um prazo muito curto para colocar em dois anos 20 VLTs em operação. Para atender isso, já começamos os estudos antecipadamente”, disse Boccaccio.
Fonte - Revista Ferroviária  04/03/2015

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Projeto do VLT de Goiânia será alterado e terá trecho subterrâneo

VLT de Goiania

A pedido dos comerciantes de campinas e do centro de Goiânia, projeto do VLT está passando por adaptações

Diário de Goiás  
Da Redação 
Corredor Anhanguera - VLT de Goiânia
créditos: Governo do Estado de Goiás
O governador Marconi Perillo (PSDB) afirmou em entrevista ao jornalista Marcos Cipriano, da Rádio Bandeirantes, que o projeto do VLT está passando por adaptações a pedido dos comerciantes de Campinas e do centro de Goiânia.
O governador destacou que a obra vai ser finalizada em dois anos a contar do início da obra. “Nós estamos readequando o projeto do VLT, todo o projeto foi feito para ser de superfície.Ocorre que os comerciantes da Anhanguera, no Centro e em Campinas acham que o projeto como está seria maléfico para eles, nós resolvemos alterar para que nessa parte o projeto seja enterrado, seja soterrâneo. Talvez demore um pouquinho mais, mas tão logo a gente faça essas correções, nós vamos iniciar as obras de construção do VLT, ela tem tempo para começar e tempo para terminar, tão logo ele comece ela vai ficar pronta em dois anos”, enfatiza Marconi.
O projeto do VLT, que foi tema da campanha de 2010, conseguiu a liberação de verbas do governo federal. Além disso, o contrato de início das obras quase foi assinado no primeiro semestre de 2014.
A obra ligará o Terminal Padre Pelágio ao Terminal Novo Mundo, onde hoje está localizado o Eixo Anhanguera.
Fonte - Mobilize  11/11/2014

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Anunciado consórcio que vai implantar VLT em Goiânia

Transportes sobre trilhos

O consórcio foi o único concorrente da licitação para o metrô de superfície e a concessão dura 35 anos - A obra está estimada em R$ 1,3 bilhão. Destes, R$ 600 milhões serão injetados pelo governo estadual, R$ 200 milhões pelo governo federal e R$ 500 milhões a ser investidos pelas empresas privadas vencedoras da licitação.

O Hoje - Eduardo Pinheiro
foto - ilustração
Com expectativas para iniciar na segunda quinzena de janeiro de 2014, as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), a ser implantado no Eixo Anhanguera em Goiânia, tem previsão para ficarem prontas em dois anos. As intervenções no principal eixo de mobilidade urbana da capital dependem de licenças da prefeitura de Goiânia. A licitação para implantação e exploração foi vencida pelo consórcio Anhanguera, formado pela Odebrecht Transportes e as quatro empresas privadas que formam a Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC).
O consórcio foi o único concorrente da licitação para o metrô de superfície e já havia bancado os estudos de viabilidade do VTL no Eixo Anhanguera. A concessão dura 35 anos – contando dois relativos às obras e 33, para exploração da via. A obra está estimada em R$ 1,3 bilhão. Destes, R$ 600 milhões serão injetados pelo governo estadual, R$ 200 milhões pelo governo federal e R$ 500 milhões a ser investidos pelas empresas privadas vencedoras da licitação.
As obras terão inicio pelos dois extremos do Eixo Anhanguera – os terminais Padre Pelágio, na região noroeste, e o Novo Mundo (leste da capital). As intervenções, que prevêem instalação de trilhos, reconstrução das plataformas, cabeamentos subterrâneos, nova iluminação e recapeamento, serão feitas quadra a quadra, num regime de cerca de 250 metros por mês. Alternando-se o centro da via e as laterais.
Embora o projeto não prevê a implantação de passagens de níveis para veículos nos cruzamentos, o presidente do grupo executivo que coordena a implantação do VLT, Carlos Maranhão, afirma que o governo estadual busca recursos por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), junto ao governo federal. “A ideia é que a captação de recursos garanta intervenções em cruzamentos com maior volume de trânsito, como da Araguaia e Tocantis”, argumenta.
Ainda segundo Maranhão há a possibilidade de integração entre usuários de carros e terminais por meio de construção de três estacionamentos ao longo da linha do VLT: um no Padre Pelágio, um no Novo Mundo e outro junto ao Terminal da Bíblia (Setor Universitário). Os estacionamentos funcionarão como paradas para que o motorista use o VLT para chegar até o Centro, desafogando o trânsito. O estudo feito pelo consórcio vencedor ainda apontou a necessidade de desapropriar cerca de 90 mil m2 de áreas próximas aos terminais da Praça A e da Praça da Bíblia.

Tarifa
Embora o custo de operação do VLT seja mais caro, o preço da passagem não terá diferença do ônibus comum. Maranhão afirma que, embora o desconto subsidiado pelo governo não será aplicado no metrô de superfície, a passagem será subsidiada pelo governo, garantindo equidade com o sistema de transporte metropolitano.
A composição com dois vagões do VLT tem a capacidade para transportar 600 passageiros, podendo triplicar a atual capacidade de transporte em horário de pico no Eixo Anhanguera. “O sistema do Eixo Anhanguera está no limite. Hoje o Eixo conta com um ônibus a cada minuto, um minuto e meio. Se houver um aumento para 10 mil ou 12 mil passageiros, esse tempo entre um e outro teria que diminuir. Ou seja, o Eixo iria travar. O sistema está no limite, por isso é que estamos implantando um sistema com maior capacidade”, diz Maranhão.
Cerca de 200 mil passageiros são transportados por dia pelo Eixo Anhanguera, atualmente. A composição com dois vagões do VLT, quando implantado, vai triplicar a capacidade total do Eixo, sobretudo em horário de pico.
Fonte - Mobilize  28/10/2014

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Consórcio da Odebrecht vence PPP do VLT de Goiânia

VLT

RF
foto - ilustração
A Odebrecht Transport e empresas operadoras de ônibus de Goiânia (GO) formaram o consórcio vencedor da Parceria Público-Privada (PPP) para construção e operação do VLT de Goiânia. O consórcio Mobilidade Anhanguera que tem a liderança da Odebrecht (90% da participação), venceu o leilão na tarde desta segunda-feira (09/12).
Segundo o governo do estado de Goiás, será feito um investimento de R$ 1,3 bilhão, sendo R$ 805 milhões do próprio Governo do Estado e R$ 500 milhões da empresa privada.
Os VLTs terão dois carros, cada um com 33 metros de comprimento, e transportarão até 600 passageiros por viagem. O sistema será implantado no eixo da Avenida Anhanguera e terá 13,6 quilômetros de extensão, 12 estações e cinco terminais de integração.
A Odebrecht Transport possui outros grandes empreendimentos no setor de transporte sobre trilhos como a SuperVia, no Rio de Janeiro; a Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo; além de participações societárias no, ainda em implantação, VLT da Zona Portuária, no Rio de Janeiro, e na Linha 4-Amarela de São Paulo, operada pela ViaQuatro.
Fonte - Revista Ferroviária  10/12/2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Estado e município dialogam sobre ações para viabilizar implantação do VLT, em Goiânia (GO)

Diário da Manhã


Após aprovação dos termos finais do edital de licitação pela Câmara Deliberativa, documento passa por avaliação do Tribunal de Contas para posterior publicação. Percurso terá 13 quilômetros.
Reunião da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia, ocorrida na tarde de segunda-feira, resultou na aprovação unânime dos termos finais do edital que possibilitará a construção do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) na capital. O prefeito Paulo Garcia acompanhou a discussão do projeto, junto ao governador Marconi Perillo, e informou que a administração municipal participa do processo de implantação do VLT com recursos do PAC da Mobilidade. "Foram-nos destinados R$ 430 milhões e o município de Goiânia destinou 50% desse recurso ao Estado para que desenvolvesse o projeto inicial do VLT", disse o prefeito.
Segundo Paulo Garcia, o que era de responsabilidade da prefeitura foi realizado da forma mais rápida possível, e a próxima participação do Executivo municipal será na homologação do edital de licitação. "Fizemos a reunião, aprovamos essa modalidade inédita para nós. É uma experiência nova - da concessão patrocinada - e agora cabe ao governo do Estado a execução e o desenvolvimento do projeto", ressaltou Garcia.
Para iniciar a efetiva construção do VLT, o edital do projeto passará ainda pela avaliação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para que posteriormente possa ocorrer a publicação e consequente seleção da empresa responsável pela obra. De acordo com o secretário estadual das Cidades e de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Silvio Sousa, estima-se que a conclusão do VLT ocorrerá em dois anos, a partir do início das obras.
O secretário informou ainda dados sobre a tecnologia que será utilizada na construção do VLT, que diminuirá os transtornos causados na cidade. "A obra vai ser implantada a partir das pontas e a partir do meio encontrando com as pontas, em quatro frentes de trabalho. Serão 200 metros a cada 15 dias, liberando o tráfego para veículos e pessoas onde o trilho já esteja implantado". Para Silvio Sousa, o modelo usado resultará em uma redução dos impactos causados no comércio, na vida das pessoas e no trânsito de veículos.

VLT
O Veículo Leve Sobre Trilhos unirá o Terminal Padre Pelágio e o Terminal Novo Mundo, fazendo a ligação leste-oeste de Goiânia, em um percurso de 13 quilômetros de extensão. Haverá 12 estações, com distância de 850 metros entre uma e outra, e cinco terminais.
Os trens serão de modelo francês, com motores individuais por roda, ocasionando a diminuição do consumo de energia. Serão 13 composições, com dois carros, e cada uma delas terá capacidade para 750 passageiros.
Na região do VLT, serão construídas ainda inserções urbanas de alto impacto, como calçadões, ciclovias, equipamentos urbanos de última geração, piso tátil - que tem função de orientar pessoas com deficiência visual ou com baixa visão, atendendo as normas internacionais de mobilidade e acessibilidade.
Fonte - São Paulo Trem Jeito 15/02/2013

Comentário Pregopontocom :
ESSE DEVE SER UM EXEMPLO A SER RIGOROSAMENTE SEGUIDO AQUI EM SALVADOR PELA PREFEITURA LOCAL,QUE FAZ EXATAMENTE O CONTRÁRIO E CAMINHA  NO SENTIDO INVERSO BUSCANDO SEMPRE DE TODAS AS MANEIRAS DIFICULTAR E ATRASAR  AS OBRAS DE IMPLANTAÇÃO DO NOSSO METRÔ. - AINDA NÃO DESISTIRAM DA INFELIZ IDEIA DO ATRASO QUE ANDA SOBRE PNEUS CHAMADO " BRT". "SALVADOR TEM OU NÃO TEM UMA CAVEIRA DE BURRO???"

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

VLT de Goiânia a um passo do início

Foto - Ilustração
O VLT de Goiânia deverá ser licitado ainda este mês. Foi realizada nesta segunda-feira (04/02) uma reunião com representantes da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia e o governador do estado de Goiás, Marconi Perillo. Durante a reunião foi informado que todos os trâmites legais para o lançamento da obra já estavam superados e o edital já pode ser lançado. Durante o encontro, o governador explicou que o edital está agora passando por uma ampla avaliação pelo Tribunal de Contas do Estado.
O VLT ligará os terminais Padre Pelágio e Novo Mundo em um trajeto de pouco mais de 13 quilômetros. A previsão de construção para é de dois anos. A obra está orçada em R$ 1,3 bilhão, recurso proveniente dos governos federal e estadual.
Fonte - Revista Ferroviária 05/02/2013

sábado, 27 de outubro de 2012

VLT de Goiânia - Licitação sai em novembro

Licitação para VLT de Goiânia sai em novembro

O Hoje 26/10/2012
A implantação do veículo leve sobre trilhos (VLT) no Eixo Anhanguera, em Goiânia, tão comentada desde o início do projeto – no ano passado –, vai começar a partir de janeiro, de acordo com previsão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia (SEDRMG). Uma licitação para escolher a empresa que vai operar os trens por um prazo de 35 anos deve ser aberta no próximo mês.
Segundo o secretário Metropolitano, Silvio Silva Sousa, a licitação será internacional. “Já estamos sendo procurados por empresas de várias partes do mundo”, comenta. Ontem, foi realizada uma audiência pública no Palácio Pedro Ludovico Teixeira para discutir sobre o VLT. Silvio Silva lembra que, se houver necessidade, alterações ainda podem ser feitas no projeto. Após o início das obras, o prazo de conclusão previsto é de dois anos.
Silvio Silva afirma que essa será a maior obra de transporte e qualificação de via da história de Goiânia. “Esse é um projeto que vai deixar Goiânia tranquila quando o assunto é transporte coletivo pelo menos pelos próximos 35 anos”, destaca. Para ele, quando o assunto é VLT, renovação e requalificação são palavras básicas. “Precisamos preparar o eixo para uma demanda que é crescente. O modelo hoje está saturado”, completa.
De acordo com o secretario, o Eixo Anhanguera opera hoje em sua capacidade limite e o cenário atual transforma os ônibus em grandes comboios sem velocidade ou pontualidade. Além disso, os veículos são muito poluentes. “Por isso precisamos do VLT, um veículo leve e moderno, que vai solucionar o problema sem agredir a cidade”. A demanda atual do Eixo Anhanguera nos dias úteis é de 230.770 passageiros. A expectativa, segundo estudo feito para o projeto, é que esse número aumente em pelo menos mais 100 mil até 2040.
O VLT terá 14 quilômetros de extensão, 12 estações, e vai substituir o atual corredor de ônibus do Eixo Anhanguera. Os mesmos cinco terminais de integração existentes serão mantidos, totalizando 17 pontos de paradas ao longo do Eixo Anhanguera. O destaque do projeto, segundo Silvio Silva, é que ele vai levar em conta calçadas, ciclovias, acessibilidade e demais equipamentos urbanos. Até os semáforos deverão ter um controle inteligente integrado. Esta estratégia, que integra transporte e urbanismo, prevê um novo padrão de compartilhamento dos espaços da cidade com o objetivo de priorizar e integrar transporte público, pedestres e ciclistas.
Projeto prevê frota com trinta trens
De acordo com o secretario Metropolitano, Silvio Silva Sousa, o modelo de transporte coletivo da região metropolitana, com tarifa única (R$2,70), é referência em todo o País. Por isso o VLT será integrado a esse modelo. “Todo o projeto foi concebido pensando nessa manutenção”, destaca. O VLT terá uma frota de 30 trens, com dois carros por trem, e a previsão é de que eles rodem a aproximadamente 23 quilômetros por hora.
O modelo a ser implantado em Goiânia já existe em várias cidades da Europa. “Esse é o sistema mais moderno de transporte coletivo em uso no mundo. Consegue o dobro da velocidade média de um ônibus. O VLT é um resgate dos antigos bondes, mas de forma mais confiável e de altíssima tecnologia”, explica Silvio Silva.
Segundo o projeto, a implantação de um tratamento urbanístico deve abranger toda a via, de fachada-a-fachada, renovando e qualificando os espaços públicos, com novo piso, mobiliário, iluminação, pavimento da via, sinalização de tráfego e paisagismo. O VLT também não polui, já que é elétrico. “Esse projeto vai colocar Goiânia entre as cidades mais modernas do mundo”, diz o secretário.
Execução por partes
A execução do projeto deve ser feita em parceria entre o governo federal, o governo do Estado, a prefeitura e a empresa vencedora do processo licitatório. A obra deve ser realizada por módulos, desviando o tráfego para ruas próximas. “Interdita uma parte, depois de pronta, libera e interdita outra. Mas ainda estamos estudando como isso vai ser feito exatamente. O ponto positivo é que essa é uma obra relativamente rápida”, detalha o secretário metropolitano. De acordo com o projeto, o acesso às plataformas continuará sendo por catracas com leitor de cartão/bilhete do SITPASS.
Fonte - Revista Ferroviária  26/10/2012