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sábado, 28 de agosto de 2021

Primeira ponte ferroviária entre China e Rússia concluída

Ferrovias/Transportes sobre trilhos  🚅

A travessia Nijneleninskoie-Tongjiang será a primeira ponte ferroviária entre os dois países. Dos 2,2 quilômetros de comprimento da ponte principal, o lado russo compreende 309 metros. A velocidade projetada é de cem quilômetros por hora, e a capacidade de carga da travessia chegará a 21 milhões de toneladas por ano.

Russia Beyond*
foto/divulgação
A construção da ferrovia na ponte sobre o rio Amur que conecta a Rússia e a China foi concluída recentemente, com a união entre as seções chinesa e russa. A travessia Nijneleninskoie-Tongjiang será a primeira ponte ferroviária entre os dois países. Dos 2,2 quilômetros de comprimento da ponte principal, o lado russo compreende 309 metros. A velocidade projetada é de cem quilômetros por hora, e a capacidade de carga da travessia chegará a 21 milhões de toneladas por ano. É sobre ela que a Rússia pretende entregar minério de ferro, carvão, fertilizantes minerais e madeira para a China. O governador do Distrito Autônomo Judaico, Rostislav Goldstein, sugeriu em fevereiro que o vagão teste poderá cruzar a ponte neste mês de agosto. A primeira ponte – rodoviária – ligando a Rússia e a China, mais precisamente a cidade russa de Blagoveschensk e a chinesa de Heihe, recebeu licença de uso do Ministério da Construção da Rússia no ano passado. Estima-se que, assim que as restrições impostas pela pandemia do coronavírus forem suspensas, três milhões de pessoas cruzarão a nova ponte e seis milhões de toneladas de carga serão transportadas por ano. 
* https://br.rbth.com/economia/85779-primeira-ponte-ferroviaria-entre-china-russia-concluida
Fonte - Revista Ferroviária  26/08/2021

domingo, 27 de agosto de 2017

Construtores da ponte da Crimeia realizam operação inédita

Tecnologia   🚄

Os construtores da ponte da Crimeia começaram a primeira etapa da operação inédita de transporte e instalação do arco ferroviário, que pesa mais de 6 mil toneladas, através do estreito de Kerch, informa o centro de informação Krymsky Most (ponte da Crimeia).

Sputnik
Sputnik
"Não será exagero dizer que a operação marítima do projeto da ponte da Crimeia é inédita em construção de pontes. Entretanto, a operação não seria possível sem a experiência ganha pelos construtores da ponte em outros projetos. A nossa operação marítima é o resultado de muitos anos de prática e das tecnologias de ponta russas e internacionais de construção de pontes", informa o centro de informação.
Anteriormente, os construtores prepararam o arco e o carregaram sobre apoios flutuantes.
A ponte através do estreito de Kerch, que ligará a península da Crimeia à parte continental da Rússia (região de Krasnodar), vai ser a mais extensa da Rússia, seu comprimento será de 19 quilômetros. A inauguração da ponte está planejada para dezembro de 2018.
Fonte - Sputnik  27/08/2017

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Veja como avança a construção da grande ponte da Crimeia - Videos

Internacional

Vídeos gravados por drones mostram como decorre a construção da ponte de Kerch que liga a Crimeia com a Rússia.

Sputnik
Sputnik
Os pilares da ponte ferroviária continuam crescendo, a montagem dos pilares para o arco sobre a passagem navegável está concluída e a construção da linha ferroviária está decorrendo com rapidez, informa o site Zerkalo Kryma.
Os drones também voaram sobre a ponte temporária e seguiram uma lancha de serviço. Sem mar agitado, uma lancha destas passa facilmente sob os arcos da ponte, que são bastante baixos – apenas dois metros acima da água.
A Rússia começou a construção da ponte de Kerch em 20 de fevereiro 2016. A construção desta infraestrutura é um dos projetos mais complexos postos em prática pela engenharia russa. A ponte deverá vir a ter uma extensão de cerca de 19 km e será concluída em 2018.
Fonte - Sputnik  13/07/2016







quarta-feira, 18 de maio de 2016

Ponte ferroviária China-Rússia está quase concluída

Ferrovias/Internacional

A ponte através do rio Heilong, às vezes conhecido como o rio Amur, conecta a cidade de Tongjiang, Província de Heilongjiang, no nordeste da China, com Nizhneleninskoye, na Rússia. A ponte principal estende por 2.215 metros, com 1.900 metros na China

CRI online
foto - ilustração
A construção da parte principal do lado chinês de uma ponte ferroviária que ligará o país com a Rússia foi completada, informaram as autoridades na terça-feira.
A ponte através do rio Heilong, às vezes conhecido como o rio Amur, conecta a cidade de Tongjiang, Província de Heilongjiang, no nordeste da China, com Nizhneleninskoye, na Rússia. A ponte principal estende por 2.215 metros, com 1.900 metros na China e uma projeção de movimentação anual de cargas de 21 milhões de toneladas.
A construção começou em fevereiro de 2014 e deve ser completada até o final de 2016. A construção no lado chinês foi basicamente concluída no fim de abril a um custo total de 2,1 bilhões de yuans (US$ 322 milhões), segundo a Companhia do Grupo de Engenharia para Grandes Pontes Ferroviárias da China.
O projeto é financiado pela Companhia de Ferrovias da China, de propriedade estatal, e o governo provincial de Heilongjiang.
Fonte - CRI online 17/05/2016

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Obra de ponte ferroviária da Bahia é liberada

Ferrovias

Valor Econômico
foto - ilustração
Depois de três anos de paralisação total, a Valec finalmente conseguiu destravar a construção daquela que pretende ser a maior ponte ferroviária do Brasil. Com custo estimado em R$ 135 milhões, as obras da estrutura que vai cruzar as águas do rio São Francisco fazem parte do traçado da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). A malha de ferro está projetada para cortar todo o Estado, ligando a região de Barreiras a Ilhéus. A ponte, que tem extensão de 2,9 km, será erguida no município de Bom Jesus da Lapa.
Licitada em 2010, a construção da ponte da Fiol foi assumida pelo consórcio Lotec, Sanches Tripoloni e Sobrenco. O Tribunal de Contas da União (TCU), no entanto, determinou a paralisação das obras antes mesmo de seu início, por conta de irregularidades encontradas nos projetos de engenharia apresentados pela Valec.
Em agosto, a reportagem do Valor percorreu todo o traçado da Fiol. No local previsto para a construção da ponte sobre o São Francisco, as empreiteiras montaram alojamentos. Por dois anos, as estruturas ficaram sem nenhum tipo de utilização, ocupadas apenas por vigias.
A decisão do TCU de suspender os efeitos da liminar que impedia o início das obras deve-se, basicamente, a novos esclarecimentos prestados pela Valec e o consórcio construtor, além de justificativas sobre a decisão de mudar o projeto de engenharia que será utilizado na travessia. "A utilização de diferentes concepções de elementos de fundação da ponte, além de apresentar a melhor técnica, é favorável ao aspecto da segurança, uma vez que foi reduzida a utilização de tubulões a ar comprimido, diminuindo os riscos de exposição dos trabalhadores", argumentou a estatal.
Segundo o TCU, a nova proposta de construção, além de mais simples, terá impacto de apenas 1,5% sobre o valor original do contrato. Pesou ainda o fato de que, caso exigisse a realização de nova licitação, o prejuízo seria muito maior, por conta do prazo para recontratação da obra e rescisão do contrato com as atuais empreiteiras.
Com a liberação da ponte, a Valec tem aval para dar andamento a mais um dos oito lotes que compõem todo o traçado da ferrovia baiana. De todo o traçado da ferrovia, que soma 1.022 quilômetros, o trecho de 500 quilômetros, entre Ilhéus e Caetité, já não possui nenhum tipo de impedimento, tanto do TCU quanto do Ibama, que durante um bom tempo reteve as licenças das obras, por conta da baixa qualidade dos estudos ambientais. O desafio, agora, é resolver as pendências com as empreiteiras.
O contrato do lote 5 da ferrovia, um trecho de 162 km que cruza a região de Caetité, com obras inicialmente estimadas em R$ 720 milhões, foi devolvido pela construtora Mendes Júnior, que já não se interessa mais em fazer a obra, por conta das mudanças feitas no projeto e os custos que essas alterações acarretaram.
A segunda colocada, a Andrade Gutierrez, informou que não assumiria o projeto. A Valec tenta agora um acordo com o terceiro colocado. Caso contrário, terá que partir para uma nova licitação. A estatal também enfrenta dificuldades para destravar o primeiro lote da ferrovia, traçado de 125 km que chega em Ilhéus, devido a problemas financeiros da empreiteira SPA. Tudo indica que a Valec terá de fazer nova licitação para o trecho.
Apesar de todas as dificuldades, a Fiol já não possui pendências com licenciamento ambiental em seu traçado. No TCU, porém, anda há dois lotes paralisados, os quais somam 320 quilômetros de extensão, entre Serra do Ramalho e Barreiras. Em outubro, a Valec realizou leilão para compra de 147 mil toneladas de trilhos para a ferrovia, material que deve começar a ser entregue no início do ano.
A tendência na Valec é redobrar as atenções sobre a Fiol, dado que o ministro dos Transportes, César Borges, que é da Bahia, acaba de trazer para a presidência da estatal o engenheiro civil baiano José Lúcio Machado, que ocupava a presidência da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder).
Fonte -  Revista Ferroviária 11/12/2013

sábado, 29 de dezembro de 2012

Trem do Subúrbio quebra no dia da inauguração da ponte de São João - GRANDE NOVIDADE...

NÃO HÁ NOVIDADE E NENHUMA SURPRESA NISSO...PELO MENOS PARA NÓS

Foto: URGENTE URGENTE URGENTE  Trem quebra no dia da reinauguração da Ponte São João. As forças do atraso com João Henrique até o final.Diga que valeu! 

Agora vamos ter que voltar de Buzu.
Foto - do Observatório Popular DA COPA

A muito tempo que venho cantando essa pedra....NÃO HAVERÁ TREM PARA PASSAR NA PONTE....cansei de falar....Dos 3 "cacarecos" ( Toshiba) pintados de "amarelo" fabricados em 1952 que foram doados pela CPTM de SP em 2007 após serem reformados no RJ,somente um esta operando,( No trecho entre a Calçada e Lobato) dois estão parados um deles sendo canibalizado (Servindo de  peças para reposição para o único trem que opera) .Dos TUEs ACF/GE fabricados em 1962 remanescentes da CBTU,somente um esta operando( No trecho entre Plataforma e Paripe),e um outro encontra-se parado na estação de Paripe, Outras 3 composições dessa série que estão sendo reformadas (ninguém sabe a que  custo) na oficina da CTS, sem a minima condição para tal por falta de recursos técnicos e materiais,constantemente apresentam problemas durante os testes,em virtude da maneira precária e improvisada como vem sendo executada a reforma dos mesmos a mais de 1 ano (os técnicos da CTS fazem o que podem) após serem recebidas de uma empresa no estado do Rio,para onde foram enviados anteriormente, e lá foram realizadas a 1ª fase das reformas dos trens,onde nove  carros motrizes foram transformados em três composições cada uma com três carros com duas cabines de comando nos carros das pontas e os propulsores elétricos ficaram nos carros centrais ( do meio ).O resultado do descaso e do abandono ao qual foi submetida a nossa ferrovia do subúrbio e todo o seu conjunto operacional durante toda essa administração desastrosa que hora se "esvai" não poderia  ser outro. ESSA LAMBANÇA JÁ ESTAVA PREVISTA E ANUNCIADA...MAIS UMA DO DESASTRADO DESPREFEITO INCOMPETENTE.......Obs: Imaginem então com o Metrinho de 6 km o que não poderia acontecer se fosse colocado para funcionar a "toque de caixa" como ele pretendia........