UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Setor de supermercados deve crescer 1,9% em 2014

Economia

Em função deste dado, a previsão para 2014 foi revisada pela entidade, prevendo uma elevação de 3%. Em 2013, o setor cresceu 5,36%. Para 2015, a entidade estima que haja elevação de 2,5%.

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O setor de supermercados deve crescer 1,9%, em 2014, de acordo com a previsão da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), divulgada ontem (16), na convenção do setor em Atibaia, interior paulista. Até o mês de julho o resultado do acumulado era de crescimento de 1,48%. Em função deste dado, a previsão para 2014 foi revisada pela entidade, prevendo uma elevação de 3%. Em 2013, o setor cresceu 5,36%. Para 2015, a entidade estima que haja elevação de 2,5%.
Segundo o presidente da Abras, Fernando Yamada, mesmo com rumores de dificuldades econômicas para o ano que vem, a perspectiva do setor é de crescimento acima do Produto Interno Bruto (PIB). "Acreditamos na força do mercado interno brasileiro e na manutenção de uma taxa de desemprego nos mesmos patamares que se apresenta atualmente. O cenário econômico atual é desafiador, sem dúvida, mas precisamos acreditar no potencial do Brasil para enfrentá-lo e sair fortalecido deste processo", disse.
Além da perspectiva de manutenção de uma taxa de desemprego estável, outro fator levado em conta pela Abras para estimar o crescimento positivo, mas menor em 2015, é a perspectiva de crescimento de 8,8% no salário mínimo. "Entre outros fatores estruturais, acreditamos em um resultado positivo, pois esperamos que o salário mínimo seja reajustado num nível mais alto do que em 2014, conforme já orçado pelo governo federal", avaliou Yamada.

Os dados mostram que a Cesta Abrasmercado indica a evolução dos preços em 35 produtos de grande consumo como frutas, legumes e verduras, carnes, cereais, bebidas e itens de higiene e limpeza. Para este ano, a previsão é de a Cesta Abrasmercado ter um reajuste de 6,17%, contra 6,27% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), utilizados para medir a inflação nos alimentos.
Até julho, o indicador de preços mostrava resultado acumulado de 4,29% no ano e de 11,4% nos últimos 12 meses. Em 2013, o Abrasmercado variou 5,43%, abaixo do IPCA do ano, que foi de 5,91%.
Fonte - Agência Brasil 17/09/2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

MJ instaura processos contra redes varejistas por venda abusiva de seguros

Economia

“Os varejistas parecem estar se transformando em grandes vendedores de seguros. Temos notícias de uma empresa que comercializou mais de R$ 9 milhões de apólices de seguro em 2013”, disse Amaury Oliva, diretor do departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor.

Ana Cristina Campos 
Repórter da Agência Brasil 
Amaury Oliva vê abusos em vendas
das redes varejistas
Elza Fiuza/Agência Brasil
O Ministério da Justiça abriu processos contra redes varejistas acusadas de práticas abusivas na venda casada de produtos e seguros, disfarçados de garantia estendida. Há também seguro de vida e planos odontológicos sem solicitação dos consumidores.
“Os varejistas parecem estar se transformando em grandes vendedores de seguros. Temos notícias de uma empresa que comercializou mais de R$ 9 milhões de apólices de seguro em 2013”, disse Amaury Oliva, diretor do departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor.
Foram instaurados processos administrativos contra as redes Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Casas Bahia e Ponto Frio. A rede Insinuante foi notificada para prestar esclarecimentos sobre a venda de seguros, serviços adicionados e suas regras de venda.
Segundo o Ministério da Justiça, entre 2005 e 2012, a Casas Bahia receberam 13.057 reclamações de consumidores com relação à garantia, o Ponto Frio, 14.031; Magazine Luiza, 9.068 e Ricardo Eletro, 33.367.
A instauração dos processos foi publicada nesta quarta-feira (9) no Diário Oficial da União. As empresas têm dez dias, a partir de hoje, para apresentar defesa. Se condenadas, podem ser multadas em até R$ 7 milhões.
As investigações começaram em 2012 com denúncia do Procon de Ubá (MG) contra a Casas Bahia. Após consulta aos registros do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor e aos Procons, o departamento ampliou a investigação para outras redes varejistas.
“O problema é a prática abusiva de empurrar o seguro para quem não solicitou. O consumidor vai a uma loja comprar um liquidificador, uma geladeira, e sai, sem querer, com vários seguros embutidos no valor do produto. Isso é inadmissível pelas regras do Código de Defesa do Consumidor. É um padrão comercial que não me parece leal com os consumidores”, disse Amaury Oliva.
“Não podemos admitir que empresas se aproveitem da vulnerabilidade dos consumidores. O consumidor precisa ficar atento. Se ele não solicitou o produto, retorne à loja, exija seu dinheiro de volta. Se houver algum problema, pode recorrer aos Procons”, disse o diretor.
Amaury Oliva revelou um caso de abuso. “Uma moça de baixa renda foi comprar um jogo de cozinha. A vendedora disse que ela tinha que assinar vários documentos senão ela perderia a promoção. A consumidora, quando chegou em casa, viu que comprou seguro de vida e garantia estendida. O jogo de cozinha, que era R$ 820, saiu por R$ 1.019”.
Em nota, a Ricardo Eletro informou que não foi notificada sobre o processo administrativo, e que a empresa irá se manifestar após receber o documento. “A Ricardo Eletro esclarece que tem realizado investimentos constantes para atender cada vez melhor o consumidor. Tais medidas permitiram, inclusive, uma redução significativa no número de reclamações de clientes”, disse o comunicado.
A Via Varejo, que administra Casas Bahia e Ponto Frio, argumenta que “pauta suas ações de acordo com a lei e na excelência do atendimento ao consumidor em todos os seus negócios”. A empresa responderá ao departamento no prazo determinado.
O Magazine Luiza disse que, até o momento, a empresa não foi notificada. "A empresa informa que atua em conformidade com a legislação vigente e reitera o seu compromisso de sempre prezar pela transparência e excelência no atendimento, visando à satisfação de seus clientes", afirmou a nota.
A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria das Lojas Insinuante, mas não teve retorno até o fechamento da reportagem.
Fonte - Agência Brasil  09/04/2014

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Lição do nocaute de Luiza Trajano em Diego Mainardi.

Economia

Lição do nocaute de Luiza Trajano em Diego Mainardi. Não fechem os “shoppings”, otários

Fernando Brito

Nunca antes, na história deste blog, dois posts receberam tantas “curtidas” no Facebook e foram feitos tantos acessos quanto ontem, por conta do “nocaute” impiedoso que a empresária Luiza Trajano aplicou ao “dandi” Diego Mainardi.
153 mil acessos e 14 mil “curtidas”, nos dois posts
E porque tanta vibração por uma empresária ter desmontado assim um jornalista.
Os jornalistas de economia e os empresários deveriam pensar sobre isso.
Os empresários, sobretudo, porque ando desistindo de esperar que os jornalistas de economia pensem em alguma coisa, porque só repetem o que “o mercado diz”.
Mas, infelizmente, os empresários otários estão mais preocupados em conseguir liminares e baixar as portas dos shoppings.
Acham o ascético Mainardi um luxo e a gorduchinha Luiza um lixo.
Como assim ela suspende por uns dias a venda no site de seu magazine e promove um “rolezão” presencial nas lojas da sua rede numa liquidação?
Aquele “monte” de gente de classe média baixa se amontoando esperando a loja abrir para comprar uma TV de tela plana, uma lavadora, um tablet?
Vai ver que tinha ali até beneficiário do “Bolsa-Família” que, em vez de comprar comida, estava comprando celular…
E a dona Luiza, nem aí, virou “case” de sucesso empresarial em Harvard.
A subelite empresarial brasileira, essa massa cheirosa de executivos e gerentes que enchem a boca para dar lições de economia a torto e a direito é, no fundo, um bando de gente que pensa a atividade empresarial como o Mainardi.
Bom mesmo é vender a firma para a Amazon.
Ou vender logo o pré-sal para a as multis, porque é dinheiro rápido e aquilo vai dar muito trabalho e exigir investimento demorado.
Ruim é ter que olhar para um mercado de “gente diferenciada”, os jovens da classe C que, como publicou ontem a BBC, “têm um poder de consumo de R$ 129,2 bilhões, montante é superior ao do que consomem os jovens das classes A, B e D somadas, segundo o instituto de pesquisa Data Popular”.
Inclusão, para eles, é um discurso teórico e descolado de uma imensa massa a quem sempre o Brasil baixou as portas.
Afinal, é preciso assegurar, antes de tudo, a liberdade de ir e vir e a tranquilidade dos frequentadores dos brilhantes corredores do mercado financeiro.
Ruim, para eles, é olhar que este país só vai ser grande quando for de seu próprio tamanho, e não de 20 ou 30% de sua gente.
Já escrevi sobre isso e sobre D. Luiza, contando como, um jovem esquerdistas, eu me chocava com as historinhas de Brizola sobre como os australianos amavam seus empresários, por acreditarem e investirem no país.
Pudera, grande parte dos nossos empresários também não tem o menor apreço pelos brasileiros.
Preferem o Mainardi.
Fonte - Do Blog Tijolaço  22/01/2014



terça-feira, 15 de outubro de 2013

Vendas no comércio têm sexta alta consecutiva

Economia

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O comércio varejista teve crescimento de 0,9% no volume de vendas de julho para agosto e registrou a sexta alta consecutiva. Além disso, houve aumento de 1,2% na receita nominal de julho para agosto. Os dados, da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), foram divulgados hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Entre os oito setores analisados pelo IBGE, seis tiveram alta no volume de vendas em agosto na comparação com julho. O destaque ficou com o segmento de equipamento e material para escritório, informática e comunicação, com crescimento de 7,6%. Também tiveram alta os artigos farmacêuticos, médicos e perfumaria (1,1%), livros, jornais e papelaria (0,9%), móveis e eletrodomésticos (0,8%), supermercados e comércio de alimentos (0,6%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%).
Apenas dois setores tiveram queda no volume de vendas de julho para agosto: tecidos, vestuário e calçados (1%) e combustíveis e lubrificantes (0,7%).
O comércio varejista ampliado, que também considera os setores de veículos e peças e de material de construção, teve um crescimento menor: 0,6%. Os veículos, motos, partes e peças registraram aumento de 2,6% no volume de vendas, enquanto os materiais de construção tiveram alta de 0,8%.
Na comparação com agosto de 2012, o varejo teve alta de 6,2% no volume de vendas e de 13,6% na receita nominal. No acumulado do ano, o comércio varejista teve crescimentos de 3,8% no volume e 11,9% na receita. Em 12 meses, o varejo acumula altas de 5,1% no volume e 12,2% na receita.
Fonte - Agência Brasil  15/10/2013

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Vendas do comércio varejista têm alta de 0,5% entre maio e junho

 Economia


Entre abril e maio, havia sido registrada estabilidade nas vendas, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio, do IBGE. Também houve crescimento de 0,9% na receita nominal. Quatro dos oito segmentos comerciais tiveram aumento no volume de vendas. O principal crescimento foi observado no setor de móveis e eletrodomésticos (1,8%)

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O comércio varejista brasileiro teve alta de 0,5% nas vendas entre maio e junho deste ano. Entre abril e maio, havia sido registrada estabilidade nas vendas, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Também houve crescimento de 0,9% na receita nominal.
Quatro dos oito segmentos comerciais tiveram aumento no volume de vendas. O principal crescimento foi observado no setor de móveis e eletrodomésticos (1,8%), seguido por artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1%) e livros, jornais, revistas e papelaria (1%). Os combustíveis e lubrificantes tiveram alta de 0,9%.
Entre os quatro setores com queda, o destaque foi o grupo tecidos, vestuário e calçados (-1,4%). Também tiveram redução no volume de vendas os segmentos de equipamentos e material para informática, escritório e comunicação (-0,5%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%).
Considerando-se também os segmentos de materiais de construção e de veículos, motos, partes e peças, ou seja, o varejo ampliado, o crescimento do volume de vendas foi 1%. O setor de veículos e peças cresceu 0,9% e o de materiais de construção, 0,6%.
O comércio varejista não ampliado registrou crescimento no volume de vendas de 1,7% na comparação com junho do ano passado, de 3% no acumulado do ano e de 5,5% no acumulado de 12 meses. O varejo ampliado teve queda de 2% na comparação com julho de 2012 e altas de 3,7% no ano e de 6,4% no acumulado de 12 meses.
Fonte -  Agência Brasil  14/08/2013