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terça-feira, 7 de maio de 2019

CBTU projeta VLTs em Macaé

Transportes sobre trilhos  🚄

O projeto elaborado faz parte de um Acordo de Cooperação Técnica entre as partes. Pela CBTU, o diretor Técnico, Sergio Sessim, e o adjunto da diretoria Técnica, Marco Aurélio Zarur, comandam a parceria. O estudo técnico foi apresentado ao prefeito de Macaé Dr. Aluízio, que ficou extremamente entusiasmado com a apresentação. 

CBTU
foto - ilustração/arquivo
VLT de Macaé
A CBTU prestou consultoria técnica para a Prefeitura de Macaé com o objetivo de viabilizar o transporte metroferroviário na cidade. O projeto elaborado faz parte de um Acordo de Cooperação Técnica entre as partes. Pela CBTU, o diretor Técnico, Sergio Sessim, e o adjunto da diretoria Técnica, Marco Aurélio Zarur, comandam a parceria. O estudo técnico foi apresentado ao prefeito de Macaé Dr. Aluízio, que ficou extremamente entusiasmado com a apresentação.
Nele, é proposta a revitalização de um trecho de pouca utilização de 11,8 km, fazendo um movimento pendular nos horários de pico matutino e vespertino. Os dois VLTs, que já existem no município, podem transportar até 350 passageiros cada e realizarão, inicialmente, 20 viagens por dia, complementando o serviço de mobilidade urbana existente na cidade.
"Esse projeto demonstra a capacidade do corpo técnico da CBTU. O potencial e a importância que temos para desenvolver projetos metroferroviários pelo Brasil ", comemora o diretor Adjunto Marco Aurélio Zarur.
A primeira fase do projeto dura cerca de 8 meses, já com o início da operação do trecho. Ou seja, todos os itens necessários para uma operação plena e segura serão contemplados e executados durante essa fase. Em um segundo momento, a via permanente passaria por melhorias.
Fonte - CBTU  07/05/2019

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Governo do RJ confirma aquisição de VLT de Macaé

Rio de Janeiro

Os vagões custaram aos cofres públicos R$ 25 milhões na época. O novo sistema de transporte público que era previsto para ser inaugurado em 2012, no entanto, emperrou e nunca funcionou.

G1
foto - ilustração
O Governo do Estado confirmou nesta terça-feira (29) com a Prefeitura de Macaé, no interior do Rio, a cessão das quatro composições do Veículo Leve sobre Trilho (VLT) e que essas composições vão reforçar, até o final deste ano, o trecho Saracuruna-Magé, do ramal Guapimirim. As quatro composições foram adquiridas em 2009 e nunca rodaram em Macaé.
Os vagões custaram aos cofres públicos R$ 25 milhões na época. O novo sistema de transporte público que era previsto para ser inaugurado em 2012, no entanto, emperrou e nunca funcionou. O projeto que se tornou "inviável tecnicamente" para Macaé, será o mesmo reaproveitado no trecho de Saracuruna-Magé, do ramal Guapimirim.
A cessão das composições foi sancionada pelo prefeito Dr. Aluízio Junior depois que a Câmara de Vereadores da cidade aprovou o projeto em sessão. Com isso, a Prefeitura receberá parte do valor investido para construção do Arco Viário de Santa Tereza. Segundo a Prefeitura, as composições têm capacidade para 350 passageiros e são movidas à diesel, o que também teria inviabilizado sustentavelmente o projeto.
Fonte - Revista Ferroviária  30/07/2014

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Suspensão do VLT pode causar transtorno em Macaé

Transportes sobre trilhos

foto ilustração - VLT de Macaé Bom Sinal
G1 Região dos Lagos
O anúncio da suspensão do projeto de Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) feito na semana passada pela prefeitura de Macaé, interior do Rio, pode causar transtornos para o trânsito da cidade que atualmente conta com um veículo para cada dois habitantes. Para os especialistas, o transporte coletivo seria uma boa solução para evitar os grandes congestionamentos. Os moradores reclamam das filas e dos ônibus lotados no município.
Segundo a concessionária Sit, responsável pelo transporte de quase 100 mil passageiros, existem 300 ônibus em circulação na cidade, que juntos somam 8 mil quilômetros rodados pelos bairros. A tendência é que a situação piore com o crescimento do município e a falta de estrutura física, que não deve comportar a quantidade de veículos.
O VLT custou R$ 15 milhões aos cofres públicos. O projeto está parado há mais de um ano e meio e ainda não há data prevista para começar a funcionar. Segundo a prefeitura de Macaé, técnicos da Secretaria de Transportes fizeram auditoria no projeto. No relatório apresentado à imprensa consta problemas como falta de adequação do leito da ferrovia, construção de estações de embarque e sinalização nos cruzamentos.
Segundo o prefeito Dr. Aluízio, o contrato com a empresa vencedora da licitação foi cancelado. O acordo com o Ministério das Cidades vai precisar ser refeito, sendo uma das alternativas o repasse de duas composições do VLT para o governo do estado, que devolveria os R$ 15 milhões à prefeitura de Macaé para investir em projetos de mobilidade urbana.
A segunda opção é manter os veículos parados até um novo projeto ser elaborado e licitado. Até que tudo seja resolvido, a manutenção com os vagões que estão sem funcionar geram gastos de R$ 20 mil por mês ao município.
Fonte - Revista Ferroviária 31/10/2013