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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Faturamento da indústria avança 3,1% em outubro

Economia

A alta é a quarta consecutiva, mas não foi suficiente para reverter o quadro negativo de janeiro a outubro, período em que há queda de 1,7% ante os mesmos meses de 2013. Na comparação com outubro do ano passado, há alta no faturamento, de 1,3%. 

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O faturamento da indústria cresceu 3,1% em outubro ante setembro. A alta é a quarta consecutiva, mas não foi suficiente para reverter o quadro negativo de janeiro a outubro, período em que há queda de 1,7% ante os mesmos meses de 2013. Na comparação com outubro do ano passado, há alta no faturamento, de 1,3%. Os dados estão na pesquisa Indicadores Industriais, divulgada hoje (2) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
As horas trabalhadas e a utilização da capacidade registraram queda. As horas trabalhadas caíram 0,3% ante setembro deste ano e 4,9% na comparação com outubro de 2013. Já a utilização da capacidade instalada, que ficou em 80,6% em outubro, está 0,5 ponto percentual menor na comparação com setembro e 1,7 ponto percentual inferior à registrada em outubro do ano passado. Como resultado da atividade fraca, o emprego no setor recuou, caindo 0,1% comparado com setembro e 2,8% ante outubro de 2013.
O levantamento mostrou ainda que, apesar da atividade e emprego em queda, houve crescimento da massa salarial real de setembro para outubro, de 0,7%. Na média acumulada de janeiro a outubro também houve alta, de 2,4%, ante igual período em 2013.
O rendimento médio real, por sua vez, cresceu 0,7% entre setembro e outubro e 2,7% no acumulado do ano. Segundo a CNI, “o resultado mostra certa inércia nos reajustes dos salários da indústria, que seguem avançando em termos reais (…) Tal comportamento tende a pressionar os custos com pessoal e, consequentemente, dificultar a recuperação do setor”.
Fonte - Agência Brasil  02/12/2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Indústria volta a crescer, indica CNI

Economia

É o primeiro crescimento após quatro meses seguidos de retração no setor. As horas trabalhadas na produção industrial subiram 2,6% em comparação a junho e o faturamento real cresceu 1,2% no mesmo tipo de comparação.

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil 
foto - Ilustração
A atividade industrial cresceu em julho, informou hoje (4) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) avançou 0,6 ponto percentual, registrando no mês 81% ante os 80,4% registrados em junho, na comparação dessazonalizada - ou seja, excluídos os dados temporais.
É o primeiro crescimento após quatro meses seguidos de retração no setor. As horas trabalhadas na produção industrial subiram 2,6% em comparação a junho e o faturamento real cresceu 1,2% no mesmo tipo de comparação.
Tanto o emprego no setor como a massa salarial registraram recuo idênticos de 0,2%. Já o rendimento médio real do trabalhador variou 0,1%.
Para a CNI, os indicadores foram afetados pela Copa do Mundo, com menor número de dias úteis em junho na comparação com julho. A confederação avalia também que mesmo com o crescimento das horas trabalhadas, do faturamento e do uso do parque industrial, o quadro na indústria ainda é de desaquecimento. Isso porque o mercado de trabalho registrou a quinta queda consecutiva em julho - com emprego e massa salarial real em queda de 0,2%.
"O número de jogos foram maior em junho do que em julho. [No entanto] o efeito sazonal não pega a Copa do Mundo porque é um fator atípico. Só dá para eliminar dados padrões quando falamos em dados dessazonalizados ", disse Flávio Castelo Branco, gerente executivo da CNI.
Fonte - Agência Brasil  04/09/2014

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Segmento atacadista fatura R$ 197,3 bilhões em 2013, diz associação do setor

Economia

O segmento, responsável por 52% de tudo que é movimentado no mercado mercearil nacional foi 2,1 pontos percentuais superior à evolução do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013. O mercado mercearil compreende produtos de uso comum das famílias, tais como alimentos, bebidas, limpeza, higiene e cuidados pessoais.

Elaine Patricia Cruz 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O segmento atacadista e distribuidor brasileiro cresceu 4,4% em 2013 em comparação com o ano anterior, atingindo faturamento de R$ 197,3 bilhões. Em termos nominais, a alta foi 10,6%. O dado foi divulgado hoje (28) pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad).
O segmento, responsável por 52% de tudo que é movimentado no mercado mercearil nacional foi 2,1 pontos percentuais superior à evolução do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013. O mercado mercearil compreende produtos de uso comum das famílias, tais como alimentos, bebidas, limpeza, higiene e cuidados pessoais.
Segundo o presidente da Abad, José do Egito Frota Lopes Filho, o bom resultado das empresas reflete a disposição do consumidor em adquirir bens não duráveis. “Observamos que este consumidor substitui produtos e é mais exigente e criterioso, mas não abriu mão do seu poder de compra, até porque o emprego e a renda continuam em patamares elevados”, disse ele.
Para este ano, a associação estima alta de 3,5% em termos reais na comparação com 2013.
Fonte - Agência Brasil  28/04/2014